Tarde, mas com certeza
Capítulo anterior:http://www.poringa.net/posts/relatos/2686477/Una-semana-cuidando-a-mi-prima-V.html?notification#pagina-2
Limpinho e cheirosoEstávamos nos devorando, minhas mãos desceram do rosto dela para as costas e dali quase indo pra bunda dela, e o maldito telefone começou a tocar… Acordei do transe, enquanto limpava a saliva dela dos cantos da minha boca, atendi o telefone.
Telefone - Boa noite, tenho o senhor Mauricio Dibentatatta… no portão -
Eu - Ok, me dá um segundo - olho pra Naty - Chegou teu otário… você fala ou eu digo que você não vai sair?
Naty - Aaai não, tô com vergonha -
Eu - Pode passar o rapaz pra mim, por favor - falo pro segurança
Banana - Alô? -
Eu - Olá, olha, meu nome é Gabriel, sou primo da Natalia, infelizmente ela não vai sair hoje -
Banana - Por quê?
Eu - Porque não pode e ponto final -
Banana - Passa ela pra mim, quer? - num tom mais agressivo
Eu - Não vou passar nada, então dá meia-volta e vai pra sua casa -
Banana - Escuta aqui, seu p… - não entendi o resto porque desliguei
Naty me olhava pra ver o que eu tinha dito, mas antes que eu pudesse falar alguma coisa, o celular dela começou a tocar e ela atendeu.
Naty - Alô? - fala tímida, sabendo quem era
Eu - Joga a culpa em mim pra você não ficar tão mal - falo baixinho
Dá pra ouvir os gritos do alto-falante do telefone
Naty - É, já sei… me desculpa… é que meu pai deu ordem pra não me deixar sair à noite e ele cumpre à risca - a voz no telefone respondia ainda exaltada - é, já sei, já sei que sou adulta, mas vou ter que obedecer porque não quero confusão com meu pai, que já estamos meio que de mal - mais gritos no telefone e minha prima se transforma - olha… já pedi desculpas, se eu sou uma filhinha do papai, você é um banana otário… sabe de uma? Agora sou eu que não quero mais sair - e desliga
Ouvindo as últimas frases, a imagem do pai dela, meu tio, apareceu na minha mente.
Eu - Isso foi tudo pro caralho, me fodi -
Naty - Não, não, tá tudo bem - se aproximando como se quisesse continuar de onde paramos
Me desculpem, mas não consegui, levem em conta que a Conheço ela desde sempre, até dois dias atrás não passava da minha prima. Me segurei como pude, mesmo com ela ali, toda vestidinha, de dar vontade de acabar com ela.
Eu — "Troca de roupa e vamos comer."
Naty — "Pe... peraí..." — não tava entendendo nada.
Eu — "Vai, te peço por favor, troca de roupa e vamos comer." — e ela foi.
Comemos em silêncio, só se ouvia o barulho da TV. De vez em quando eu ficava vidrado olhando pra ela, pensando na merda que tava armando e na vontade que tava sentindo. Quando nossos olhos se cruzavam, eu desviava o olhar (grande e cagão, né?). E assim fomos dormir, com tanta coisa pra dizer e pra fazer também.
Quarta-feira, dez da manhã. Depois de passar a noite praticamente acordado, rolando na cama, acordo com música da Bonner vindo de baixo… Levanto, me arrumo um pouco e desço. Lá está minha prima, rebolando no ritmo da música no talo, preparando o café da manhã, com uma energia e uma felicidade que francamente não dava pra entender.
Naty — "Booom diiiia, primis!"
Eu — "Bom dia." — falei quase sem entender nada.
Naty — "Vem, senta que preparei tudo." — A situação era bem estranha, principalmente porque minha prima não curte cozinhar… Será que tava num mundo paralelo?
Eu — "Ok, valeu…"
Enquanto a gente sentava, tomando café e comendo umas coisas que não sei de onde ela tirou, as palavras escaparam da minha boca.
Eu — "Desculpa pela noite passada, fui muito errado."
Naty — "Não sei do que você tá falando." — ela disse, sorrindo — "Ontem não aconteceu naaada."
Acho que entendi o plano dela… Era deixar tudo como antes, limpar a lousa e começar de novo. Perfeito, que seja assim.
Eu — "Oook!" — e, fazendo um exercício de negação mental total, entrei no jogo.
Naty — "O que a gente faz hoje, primis?"
Eu — "Sei lá… o que você quiser. Podemos sair… faz tempo que a gente tá aqui trancado, né?"
Naty — "Bora sim!! Podemos andar de patins, sei lá."
Eu — "Eu? De patins? O que você tomou? Haha" — primeiras risadas… já tínhamos voltado ao normal.
Naty — "Então você vai de bike… o importante é pegar um ar, não? ? …. é uma ideia genial, assim te mostro o bairro e a casa que os pais do Noé estão construindo -
Me vieram todas as imagens do dia anterior... uuuff!! claramente tudo tinha voltado ao normal, hehe.
Nos preparamos e saímos, o dia estava perfeito, não muito quente, de vez em quando umas nuvens que davam sombra e o vento refrescava. Demos uma volta longa por todo o bairro, conversamos como antes, ela me contou das aventuras da Mara, tipo aquela vez que pagou um motoboy fazendo um boquete, de como deu em cima de um professor e quase foi expulsa da escola porque uma colega dedurou, e de como mesmo assim conseguiu um dez dando pro professor de qualquer jeito.
Além disso, me disse por que a Andrea não trabalhava mais e era por algo muito parecido… parece que ela tinha comido um monte de professor e uns alunos também, então mandaram ela embora mesmo sem provas.
Naty - Viu como os rumores são às vezes… -
Eu - Sim, às vezes são verdade, haha -
Já estávamos voltando a uma quadra de casa quando de repente ela se adianta um pouco, me deixando com uma vista linda... aquela legging cinza esportiva fica incrível nela e, pra piorar, uma tira de uma calcinha fio dental azul aparece pelo lado... de novo não!! por queee??!! De repente, num movimento que não entendi muito bem, a Naty cai de patins no jardim da casa do vizinho..
Naty - Aaai!! torci, torciii - Tava tão bom, tinha que acabar no hospital
Eu - Deixa eu ver… consegue se levantar? -
Naty - Não, dói muito -
Tiro o patins do pé direito, que foi o que torceu, e toco no tornozelo dela por cima da meia soquete rosa com listras brancas que ela tava usando, não sei pra quê, não sou médico, e ela faz uma careta de dor. Não tenho escolha, jogo a bike no canto da rua (o grande benefício dos condomínios fechados aparentemente é que ninguém rouba) pego ela no colo e vamos pra casa que fica a alguns passos. Chegamos, agora levo ela até a sala e sento ela no sofá, eu Sento na mesinha de centro na frente dela, coloco o pé dela no meu colo e tiro o soquete.
Naty — Tira esse aqui que tá me incomodando — levantando o outro pé com o roller calçado, eu tiro.
Voo pro tornozelo machucado, examino, não tem arranhão, só tá um pouco vermelho. Vou apalpando e perguntando — Aqui? — tentando descobrir onde dói, não acho. Decido confirmar uma teoria e aperto num lugar qualquer.
Eu — Aí dói? — aperto com um pouco de força.
Naty — Não.
Eu — E aqui? — pressionando no mesmo lugar.
Naty — Aaai sim, aí — tava mentindo igual criança.
Eu — Sério que dói? — olhando tipo “não me faz de otário”.
Naty — Sim, um pouquinho menos agora — rindo, mordendo a pontinha da língua. Que idiota que sou, como é que caí nessa... (talvez eu queria cair inconscientemente).
Na sequência, ela sobe o outro pé na mesa, coloca entre minhas pernas e começa a acariciar minhas bolas com os dedos, enquanto me olha esperando minha reação, mordendo o lábio de baixo.
Eu ainda tô com o outro pé “machucado” na mão, então as pernas dela tão meio abertas. Da minha posição, dava pra ver perfeitamente como a buceta marcava naquela legging e a silhueta da calcinha fio dental azul que ela tava. E não só isso: uma manchinha foi escurecendo e crescendo no meio daquela buceta... ela tava se molhando toda, a putinha.
Tem certos momentos na vida onde a cabeça fala... — Seeeee, foda-se!! — quando a gente vai pular de um avião de paraquedas, quando aposta 500 conto no vermelho na roleta e quando tá prestes a comer a própria prima... eu tava prestes a realizar a última.
Agora eu olhava nos olhos dela enquanto ela subia o pé descalço até minha boca... primeiro comecei beijando a sola do pé, fiz cócegas e ela tremeu um pouquinho... depois fui chupando um por um dos dedos dela, começando pelo dedão. Aquele pezinho delicado, macio e pequeno — dava pra colocar todos os dedos juntos na minha boca, coisa que eu fiz, chupando bem. … enquanto ela continuava brincando com meu pau, que já estava pronto pra entrar em cena.
Tirei o pé dela da minha boca e ela tirou o outro das minhas bolas, desceu as pernas até o chão, abriu as coxas e eu me ajoelhei no meio… a buceta dela me chamava… aquela legging já estava encharcada… enfiei a cara e a primeira coisa que fiz foi aspirar fundo e encher meu nariz com aquele cheiro inebriante de buceta quente, gostosa e suada… meu pau cresceu um centímetro a mais do que o normal depois disso… sorvi um pouco do líquido que estava molhando a legging dela… levantei a cabeça e olhei pra ela
Eu – é isso que você queria, não é?
Naty – sim, priminho, quero que você me coma todaaaa
Eu – vou te comer e vou te arrebentar toda, “priminha”
Naty – sim, me chama de priminhaaaa
Tirei a legging dela, deixando só a calcinha fio dental, enquanto ela tirava a regatinha e o sutiã esportivo… deixando os peitos dela no ar pra eu acariciar depois. Já estava tudo dito, não tinha mais limite nem volta atrás, e comecei a chupar a buceta dela como um desesperado, com a calcinha e tudo… o nível de umidade que ela tinha era maior que o das amigas dela, já estavam caindo gotinhas que escorriam até o cu dela, que eu tentava capturar com minha língua… sabor espetacular
Naty – Assim!! Assim!! – com as mãos ela segurava minha cabeça e a enfiava, tentando me meter dentro dela, suponho… me afastei um pouco e comecei a enfiar dois dedos enquanto continuava lambendo o botãozinho dela, depois passaram a ser três dedos… ela soltou minha cabeça, mas agora enganchou as pernas atrás de mim, fazendo uma pegada de jiu-jitsu do kama sutra… acelerei a velocidade dos meus dedos no nível orgasmo… um minuto depois, ela começou a se contorcer
Naty – Go...za...aaa!! Go...za...! que eu tô gozandoooo – ela dizia entrecortado.
Gozar?? Eu?? Jamais!! era o que eu mais gostava, e ali fiquei. Um milésimo de segundo depois de terminar essa frase, minha priminha se transformou numa fonte, o jato que saía da buceta dela palavra: buceta comparada com quem sai do chuveiro assim que você abre, aqueles jatos potentes entrecortados, como cuspindo meio litro na sua cara… as palavras que definem o que aconteceu é "tô tomando banho". Com todo aquele líquido salgadinho na minha cara e na minha camiseta, olho pra ela meio surpreso, ela continuava se sacudindo um pouquinho, quando parou, me olhou.
Naty – te falei pra gozar – ela pega na minha cara e me puxa pra ela, me beijando com a mesma intensidade da noite anterior, não só não ligava que eu tava todo melado dos sucos dela, acho que adorava… não aguentava mais, depois de me recuperar do susto, levantei, abaixei a bermuda, tirei a camiseta molhada e virei ela de quatro… as mãos dela se agarram no apoio de cabeça do sofá, deixando a bunda toda empinada… com só um fiozinho da tanga cobrindo o cu dela, comecei a chupar e enfiei a cara nela de novo, dessa vez entre as nádegas, só fiquei um minutinho… minha pica queria comer, tava pedindo, primeiro tentei rasgar a tanga com as mãos, não consegui, lembrei que na mesinha de centro sempre tinha uma espécie de bowl com envelopes, porcarias e um cortador de papel, que eu desembainhei e rasguei a tanga toda violentamente… ela não ligou nem um pouco… apoiei minha pica cabeçuda na buceta dela
Naty – Não!! para… – para??!! pensei – primeiro faz meu cu que eu adoro – que puta gostosa
Mudei de buraco e fui enfiando devagar, não sabia se tava dilatada o suficiente, mas entrou mais fácil que no cu da Marita… de novo perdi a linha e comecei a enfiar a pica toda até o fundo igual um animal…
Naty – siiiim que pica linda, arrebenta meu cu – essas palavras saindo da princesinha que era minha prima era a melhor coisa que eu podia ter ouvido. O chão tava meio escorregadio por causa da poça que ela tinha deixado, mas me firmei o suficiente pra meter mais rápido… ela se masturbava… os sucos dela escorriam pelas pernas partes internas das coxas dela… isso era fabuloso, todos os sons, o estalo que minhas bolas faziam ao bater contra a pussy suculenta dela, os gemidos abafados e nem preciso falar da sensação do meu pau apertado no cu dela… não sei quanto tempo passou, mas quando não aguentei mais, joguei todo o leite dentro sem perguntar nada. Tirei ele ainda meio duro, abri um pouco as bordas pra ver minha porra saindo e se misturando com o resto dos fluidos dela, banhando toda a pussy dela… Com meu pau já mole, decidi ajudar, tirei a mão com que ela se masturbava e tomei o lugar dela… de novo coloquei a velocidade orgásmica e de novo ela começou a jorrar fluidos como se fosse uma torneira… molhou o chão, a mesinha, o sofá, meus tênis que não tive tempo de tirar… com as perninhas dela tremendo… e quando digo tremendo é sério… ela se rendeu no sofá.
Sentei de novo na mesinha de centro recuperando o fôlego e vendo aquela imagem que era minha prima nua, encharcada de suor, dos sucos dela e dos meus.
Com minha mão, levantei um pouco dos fluidos que estavam sobre a mesa… levei ao nariz, não tinham um cheiro muito forte na verdade, embora fosse salgado, era diferente. Já tinha visto vídeos de squirt, mas admito que nunca tinha encontrado uma garota que molhasse daquele jeito…
Naty se reergue e se ajoelha no sofá com uma mão entre as pernas e, como se mordendo o dedo da outra mão, me pergunta – molhei muito você? – meio envergonhada.
Eu – sim, priminha, mas adorei – ela sorri – me desculpa por ter rasgado sua calcinha fio dental –
Naty – sem problemas, era uma velha –
Eu estava com sede, queria continuar, mas estava cansado, tinha andado de bike e com toda a pegação não aguentava mais.
Eu – vou pegar algo pra beber… vem? –
Naty – Tiiii – com voz de criança…
Eu estou levantando minha bermuda e ela, assim como estava, se levanta e vai pra cozinha.
Chego atrás dela, ela pega uma garrafa de água da geladeira e Pega um beijo, depois passa pra mim.
Naty - aaaaai agora siiiim!! - ela fala enquanto se espreguiça - como eu adoro andar peladinha!! -
Eu - cê gosta de andar nua pela vida? -
Naty - siiiim adoro, a primeira coisa que faço quando chego da escola é ir pro meu quarto e tirar tudoooo … o corpo pede pra eu tirar a roupa hahaha -
Eu - Hahaha por isso que queria a casa só pra você, né? -
Naty - Siiim -
Eu - bom, agora pode andar o dia inteiro sem roupinha -
Naty - óbviooo -
Eu - além disso, com certeza vou ficar arrancando sua roupa a cada dois segundos mesmo que você não quisesse… não quero rasgar toda sua roupa com o abridor de carta hahaha - a gente ri junto - quer? - falo dando a garrafa pra ela
Naty - não, você bebe dessa que eu bebo dessa - ela se abaixa e tira o meu… ainda tá meio mole e babenta… mas isso não impede ela e começa a lamber… aos poucos começa a crescer, é impossível ficar imune à linguinha de puta dela… eu continuo bebendo água e ela já tá super entretida, tenta enfiar tudo mas não consegue, a boca dela é muito pequena, mas continua tentando… chupa e chupa e continua chupando… com as mãos brinca com minhas bolas… um trabalho completo… ela tira da boca e me olha.
Naty - me fala o que eu sou? -
Eu - você é minha putinhaaa - pensando que é o que ela quer ouvir
Naty - e mais o quê? -
Eu - você é minha “prima” puta - engulo ela (do verbo engolir tudo) o máximo que deu e continuei até não aguentar mais
Eu - quer tomar tudo, priminha? - com meu pau ainda na boca dela e me olhando com os olhinhos de princesa meio lacrimejando, ela tenta falar - aham!! -. Com esse sinal foi o suficiente e soltei todo o leite na garganta dela… meio que engasgou mas resolveu bem e terminou de engolir.
Eu - vamos tomar banho -
Naty - sim, boraaa - ela fala enquanto se levanta
A gente tá subindo a escada os dois pelados, bom, eu ainda tava de tênis (uma imagem patética) e ouço a campainha tocar… e agora?? pqp.
Naty - não vai, já era - - devem ser do bairro, senão tinham avisado -
Naty - uuuh -
Eu - sobe e me espera no chuveiro -
Pego minhas bermudas e visto a camiseta molhada, no fim das contas parecia que tinha feito exercício, me arrumei um pouco e atendi.
Eu - sim?? - falo com a melhor cara de poker
Eram dois caras que, se meus poderes dedutivos não falhassem, pelas tesouras que tinham, o cortador de grama e a camisa que dizia "Paisagista Éden jardins e parques"... eram os jardineiros que vinham trabalhar no parque.
Jardineiro 1 - Oi, como vai? viemos da empresa Éden, o Marcos tá? -
Eu - Não, o Marcos não tá, foi de férias, eu sou o Gabriel, o sobrinho, tô cuidando da casa -
Jardineiro 1 - Aah, ok, sem problema, na verdade era pra avisar que íamos começar a trabalhar, tudo bem pra você? -
Eu - sim, sim, sem drama... precisam de algo? -
Jardineiro 2 - não, não, já temos tudo -
Eu - beleza, então qualquer coisa avisem -
Fechei a porta e saí praticamente correndo, subindo os degraus de dois em dois. Chego lá em cima e ouço - Aquii!! - a voz vinha do banheiro do quarto dos meus tios, que era o maior, enquanto vou entrando vou tirando tudo, dessa vez por completo. Ela tava sentadinha contra a parede atrás dos vidros do box, com o chuveirinho entre as pernas se massageando com uns bons jatos na pussy.
Naty - quem era? -
Eu - os jardineiros, não esquenta... continua!! continua com o que tava fazendo, quero te ver -
Naty - quer ver como eu molho a pussy? -
Eu - sim, quero ver -
Ela aumentou o jato no máximo e me olhava enquanto mordia os lábios... depois, conforme a intensidade da respiração dela aumentava, fazia biquinho de pato e respirava rapidinho... ver a carinha dela se transformando de excitação era mágico... de novo e pela terceira vez em menos de, sei lá, vinte minutos, meu amigo, meu parceiro de aventuras, tava firme e pronto pra ação.
Eu - minha vez - falo como se estivesse falando com o chuveirinho enquanto tiro ele da mão dela - levanta - Agora vou falar com a Naty. Ela se levanta e eu coloco ela contra a parede oposta ao chuveiro, inclino ela um pouquinho pra frente e enfio a pica na buceta dela bem forte... Normalmente seria uma operação perigosa, mas essa "banheira" é no nível do chão e coberta de madeira, então posso meter com toda a força que ela me pede.
Eu - Cê gosta?
Naty - Siiiim, gosto, priminho!! - Eu agarro os peitos dela por trás porque ela tá escorregando de tão molhada. Bombeio ela bem de quatro, sentindo ela fechar um pouco as pernas me apertando... Com a mão e sem dizer uma palavra, ela tenta me parar... Ainda não gozei, mas obedeço... Será que fiz merda? Quando tirei, foi como destampar um cano, os fluidos dela jorraram de novo... Dessa vez um pouco menos de quantidade, mas com a mesma potência, acho... As pernas dela bambearam e, se não seguro, ela cai... Quanto líquido essa mina tem dentro? Eu ainda tava duro, mas mesmo assim deixei ela quieta. Quando conseguiu, ela se levantou e a gente se lavou bem, minha rola acalmou e ficou na boa. A gente se secou e foi pra cama dos pais dela. Isso só aumentou ainda mais o tesão da situação, eu tava fodendo minha prima na cama dos meus tios. A gente se jogou na cama enquanto continuava se devorando igual bicho. Demos uma pausa e ficamos olhando pro teto do quarto.
Naty - Posso te contar uma coisa?
Eu - A essa altura, pode falar que matou o Kennedy que eu não tô nem aí, então fala.
Naty - Eu gosto de você desde faz tempo.
Eu - Ah, é?
Naty - Sim, por isso que eu ficava com ciúme quando você ficava com as minas e não me dava bola.
Eu - Uff, não fazia ideia.
Naty - E elas entravam na sua onda, isso me irritava pra caralho... Porque eu sabia que você ia foder elas. - Não sabia se ela tava dando como certo ou era só um palpite.
Eu - É que eu não sabia que você sentia essas coisas por mim... Não vou mentir, rolou umas paradas com elas. - Falei num ataque total de sinceridade que podia me foder. curtir esse momento lindo
Naty - e eu já vi eles quando foram pra casa do Pachi (o vizinho) -
Eu - Desculpa -
Naty - você não sabia e eu sei que elas são mais gostosas -
Eu - mais gostosas? mmmm não acho - e dou um beijo nela com todo o amor do mundo.
Naty - mas enquanto você fazia as suas, eu me tocava pensando em você - ri
Eu - mmm em mim… e você gostou -
Naty - siiiim!! roubei umas das suas cuecas e coloquei no Rupert e ficava cheirando enquanto usava o que você me deu -
Eu - você colocou Rupert no seu ursinho? -
Naty - sim igual ao do Stewie haha - (personagem de Family Guy) um dos programas que a gente mais ama
Eu - haha me roubou uma cueca, porquinha -
Pra mim uma cueca suja é nojento mas acho que pra elas é a mesma coisa que as calcinhas delas pra mim… agora que penso, a cor do pano que tava no urso era preta com listras verdes e era exatamente a que usei no primeiro dia que me toquei pensando nelas, ou seja, tava cheia de porra… era realmente um nojo haha mas não liguei.
Eu - bom, agora você me tem todo pra você - abracei ela e cochilamos um pouco.
O barulho do cortador de grama me acordou, fiquei pensando no zumbido, fazia tempo que não ouvia, talvez meu ouvido tinha acostumado e eu nem ligava, igual o que acontece com quem mora perto dos trilhos do trem. Liguei a TV e a Naty virou de lado e me sorriu, de novo terminei vendo Os Simpsons, sem dizer nada a Naty desce devagar e começa a chupar minha pica que tava dormindo… mas não chupava como se fosse acordar, era mais como saboreando um doce, um beijinho gostoso.. tava brincando com a língua, obviamente endureceu mas ela continuava no plano dela de brincadeira... beijando a pontinha, lambendo de lado, do tronco até em cima.. de vez em quando lambia minhas bolas também, cheirava e continuava brincando… eu com toda a paz do mundo curtia os mimos dela vendo TV... era um rei... Como os pés dela tinham ficado Pra minha mão e a bunda também, de vez em quando dava uns tapinhas ou fazia massagem.
Ficamos lá até o anoitecer brincando, quase sem fazer nada, afinal tínhamos dias inteiros pra foder até morrer………
continua
Espero que tenham gostado, desculpa a demora, tô com trampo novo e tenho que fazer boa figura, tipo ficar depois do expediente sem ganhar um puto…. Vou resumir mais ou menos... me sobra o resto da quarta, quinta inteira e sexta…. aaaay buceta!! a sexta!!. Olha, se não gostarem do que rolou na sexta, peço demissão na hora da comunidade poringa girl… mais duas entregas e acabou.
Abraços e valeu pela boa energiaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.https://www.youtube.com/watch?v=D1ZYhVpdXbQ
Capítulo anterior:http://www.poringa.net/posts/relatos/2686477/Una-semana-cuidando-a-mi-prima-V.html?notification#pagina-2
Limpinho e cheirosoEstávamos nos devorando, minhas mãos desceram do rosto dela para as costas e dali quase indo pra bunda dela, e o maldito telefone começou a tocar… Acordei do transe, enquanto limpava a saliva dela dos cantos da minha boca, atendi o telefone.
Telefone - Boa noite, tenho o senhor Mauricio Dibentatatta… no portão -
Eu - Ok, me dá um segundo - olho pra Naty - Chegou teu otário… você fala ou eu digo que você não vai sair?
Naty - Aaai não, tô com vergonha -
Eu - Pode passar o rapaz pra mim, por favor - falo pro segurança
Banana - Alô? -
Eu - Olá, olha, meu nome é Gabriel, sou primo da Natalia, infelizmente ela não vai sair hoje -
Banana - Por quê?
Eu - Porque não pode e ponto final -
Banana - Passa ela pra mim, quer? - num tom mais agressivo
Eu - Não vou passar nada, então dá meia-volta e vai pra sua casa -
Banana - Escuta aqui, seu p… - não entendi o resto porque desliguei
Naty me olhava pra ver o que eu tinha dito, mas antes que eu pudesse falar alguma coisa, o celular dela começou a tocar e ela atendeu.
Naty - Alô? - fala tímida, sabendo quem era
Eu - Joga a culpa em mim pra você não ficar tão mal - falo baixinho
Dá pra ouvir os gritos do alto-falante do telefone
Naty - É, já sei… me desculpa… é que meu pai deu ordem pra não me deixar sair à noite e ele cumpre à risca - a voz no telefone respondia ainda exaltada - é, já sei, já sei que sou adulta, mas vou ter que obedecer porque não quero confusão com meu pai, que já estamos meio que de mal - mais gritos no telefone e minha prima se transforma - olha… já pedi desculpas, se eu sou uma filhinha do papai, você é um banana otário… sabe de uma? Agora sou eu que não quero mais sair - e desliga
Ouvindo as últimas frases, a imagem do pai dela, meu tio, apareceu na minha mente.
Eu - Isso foi tudo pro caralho, me fodi -
Naty - Não, não, tá tudo bem - se aproximando como se quisesse continuar de onde paramos
Me desculpem, mas não consegui, levem em conta que a Conheço ela desde sempre, até dois dias atrás não passava da minha prima. Me segurei como pude, mesmo com ela ali, toda vestidinha, de dar vontade de acabar com ela.
Eu — "Troca de roupa e vamos comer."
Naty — "Pe... peraí..." — não tava entendendo nada.
Eu — "Vai, te peço por favor, troca de roupa e vamos comer." — e ela foi.
Comemos em silêncio, só se ouvia o barulho da TV. De vez em quando eu ficava vidrado olhando pra ela, pensando na merda que tava armando e na vontade que tava sentindo. Quando nossos olhos se cruzavam, eu desviava o olhar (grande e cagão, né?). E assim fomos dormir, com tanta coisa pra dizer e pra fazer também.
Quarta-feira, dez da manhã. Depois de passar a noite praticamente acordado, rolando na cama, acordo com música da Bonner vindo de baixo… Levanto, me arrumo um pouco e desço. Lá está minha prima, rebolando no ritmo da música no talo, preparando o café da manhã, com uma energia e uma felicidade que francamente não dava pra entender.
Naty — "Booom diiiia, primis!"
Eu — "Bom dia." — falei quase sem entender nada.
Naty — "Vem, senta que preparei tudo." — A situação era bem estranha, principalmente porque minha prima não curte cozinhar… Será que tava num mundo paralelo?
Eu — "Ok, valeu…"
Enquanto a gente sentava, tomando café e comendo umas coisas que não sei de onde ela tirou, as palavras escaparam da minha boca.
Eu — "Desculpa pela noite passada, fui muito errado."
Naty — "Não sei do que você tá falando." — ela disse, sorrindo — "Ontem não aconteceu naaada."
Acho que entendi o plano dela… Era deixar tudo como antes, limpar a lousa e começar de novo. Perfeito, que seja assim.
Eu — "Oook!" — e, fazendo um exercício de negação mental total, entrei no jogo.
Naty — "O que a gente faz hoje, primis?"
Eu — "Sei lá… o que você quiser. Podemos sair… faz tempo que a gente tá aqui trancado, né?"
Naty — "Bora sim!! Podemos andar de patins, sei lá."
Eu — "Eu? De patins? O que você tomou? Haha" — primeiras risadas… já tínhamos voltado ao normal.
Naty — "Então você vai de bike… o importante é pegar um ar, não? ? …. é uma ideia genial, assim te mostro o bairro e a casa que os pais do Noé estão construindo -
Me vieram todas as imagens do dia anterior... uuuff!! claramente tudo tinha voltado ao normal, hehe.
Nos preparamos e saímos, o dia estava perfeito, não muito quente, de vez em quando umas nuvens que davam sombra e o vento refrescava. Demos uma volta longa por todo o bairro, conversamos como antes, ela me contou das aventuras da Mara, tipo aquela vez que pagou um motoboy fazendo um boquete, de como deu em cima de um professor e quase foi expulsa da escola porque uma colega dedurou, e de como mesmo assim conseguiu um dez dando pro professor de qualquer jeito.
Além disso, me disse por que a Andrea não trabalhava mais e era por algo muito parecido… parece que ela tinha comido um monte de professor e uns alunos também, então mandaram ela embora mesmo sem provas.
Naty - Viu como os rumores são às vezes… -
Eu - Sim, às vezes são verdade, haha -
Já estávamos voltando a uma quadra de casa quando de repente ela se adianta um pouco, me deixando com uma vista linda... aquela legging cinza esportiva fica incrível nela e, pra piorar, uma tira de uma calcinha fio dental azul aparece pelo lado... de novo não!! por queee??!! De repente, num movimento que não entendi muito bem, a Naty cai de patins no jardim da casa do vizinho..
Naty - Aaai!! torci, torciii - Tava tão bom, tinha que acabar no hospital
Eu - Deixa eu ver… consegue se levantar? -
Naty - Não, dói muito -
Tiro o patins do pé direito, que foi o que torceu, e toco no tornozelo dela por cima da meia soquete rosa com listras brancas que ela tava usando, não sei pra quê, não sou médico, e ela faz uma careta de dor. Não tenho escolha, jogo a bike no canto da rua (o grande benefício dos condomínios fechados aparentemente é que ninguém rouba) pego ela no colo e vamos pra casa que fica a alguns passos. Chegamos, agora levo ela até a sala e sento ela no sofá, eu Sento na mesinha de centro na frente dela, coloco o pé dela no meu colo e tiro o soquete.
Naty — Tira esse aqui que tá me incomodando — levantando o outro pé com o roller calçado, eu tiro.
Voo pro tornozelo machucado, examino, não tem arranhão, só tá um pouco vermelho. Vou apalpando e perguntando — Aqui? — tentando descobrir onde dói, não acho. Decido confirmar uma teoria e aperto num lugar qualquer.
Eu — Aí dói? — aperto com um pouco de força.
Naty — Não.
Eu — E aqui? — pressionando no mesmo lugar.
Naty — Aaai sim, aí — tava mentindo igual criança.
Eu — Sério que dói? — olhando tipo “não me faz de otário”.
Naty — Sim, um pouquinho menos agora — rindo, mordendo a pontinha da língua. Que idiota que sou, como é que caí nessa... (talvez eu queria cair inconscientemente).
Na sequência, ela sobe o outro pé na mesa, coloca entre minhas pernas e começa a acariciar minhas bolas com os dedos, enquanto me olha esperando minha reação, mordendo o lábio de baixo.
Eu ainda tô com o outro pé “machucado” na mão, então as pernas dela tão meio abertas. Da minha posição, dava pra ver perfeitamente como a buceta marcava naquela legging e a silhueta da calcinha fio dental azul que ela tava. E não só isso: uma manchinha foi escurecendo e crescendo no meio daquela buceta... ela tava se molhando toda, a putinha.
Tem certos momentos na vida onde a cabeça fala... — Seeeee, foda-se!! — quando a gente vai pular de um avião de paraquedas, quando aposta 500 conto no vermelho na roleta e quando tá prestes a comer a própria prima... eu tava prestes a realizar a última.
Agora eu olhava nos olhos dela enquanto ela subia o pé descalço até minha boca... primeiro comecei beijando a sola do pé, fiz cócegas e ela tremeu um pouquinho... depois fui chupando um por um dos dedos dela, começando pelo dedão. Aquele pezinho delicado, macio e pequeno — dava pra colocar todos os dedos juntos na minha boca, coisa que eu fiz, chupando bem. … enquanto ela continuava brincando com meu pau, que já estava pronto pra entrar em cena.
Tirei o pé dela da minha boca e ela tirou o outro das minhas bolas, desceu as pernas até o chão, abriu as coxas e eu me ajoelhei no meio… a buceta dela me chamava… aquela legging já estava encharcada… enfiei a cara e a primeira coisa que fiz foi aspirar fundo e encher meu nariz com aquele cheiro inebriante de buceta quente, gostosa e suada… meu pau cresceu um centímetro a mais do que o normal depois disso… sorvi um pouco do líquido que estava molhando a legging dela… levantei a cabeça e olhei pra ela
Eu – é isso que você queria, não é?
Naty – sim, priminho, quero que você me coma todaaaa
Eu – vou te comer e vou te arrebentar toda, “priminha”
Naty – sim, me chama de priminhaaaa
Tirei a legging dela, deixando só a calcinha fio dental, enquanto ela tirava a regatinha e o sutiã esportivo… deixando os peitos dela no ar pra eu acariciar depois. Já estava tudo dito, não tinha mais limite nem volta atrás, e comecei a chupar a buceta dela como um desesperado, com a calcinha e tudo… o nível de umidade que ela tinha era maior que o das amigas dela, já estavam caindo gotinhas que escorriam até o cu dela, que eu tentava capturar com minha língua… sabor espetacular
Naty – Assim!! Assim!! – com as mãos ela segurava minha cabeça e a enfiava, tentando me meter dentro dela, suponho… me afastei um pouco e comecei a enfiar dois dedos enquanto continuava lambendo o botãozinho dela, depois passaram a ser três dedos… ela soltou minha cabeça, mas agora enganchou as pernas atrás de mim, fazendo uma pegada de jiu-jitsu do kama sutra… acelerei a velocidade dos meus dedos no nível orgasmo… um minuto depois, ela começou a se contorcer
Naty – Go...za...aaa!! Go...za...! que eu tô gozandoooo – ela dizia entrecortado.
Gozar?? Eu?? Jamais!! era o que eu mais gostava, e ali fiquei. Um milésimo de segundo depois de terminar essa frase, minha priminha se transformou numa fonte, o jato que saía da buceta dela palavra: buceta comparada com quem sai do chuveiro assim que você abre, aqueles jatos potentes entrecortados, como cuspindo meio litro na sua cara… as palavras que definem o que aconteceu é "tô tomando banho". Com todo aquele líquido salgadinho na minha cara e na minha camiseta, olho pra ela meio surpreso, ela continuava se sacudindo um pouquinho, quando parou, me olhou.
Naty – te falei pra gozar – ela pega na minha cara e me puxa pra ela, me beijando com a mesma intensidade da noite anterior, não só não ligava que eu tava todo melado dos sucos dela, acho que adorava… não aguentava mais, depois de me recuperar do susto, levantei, abaixei a bermuda, tirei a camiseta molhada e virei ela de quatro… as mãos dela se agarram no apoio de cabeça do sofá, deixando a bunda toda empinada… com só um fiozinho da tanga cobrindo o cu dela, comecei a chupar e enfiei a cara nela de novo, dessa vez entre as nádegas, só fiquei um minutinho… minha pica queria comer, tava pedindo, primeiro tentei rasgar a tanga com as mãos, não consegui, lembrei que na mesinha de centro sempre tinha uma espécie de bowl com envelopes, porcarias e um cortador de papel, que eu desembainhei e rasguei a tanga toda violentamente… ela não ligou nem um pouco… apoiei minha pica cabeçuda na buceta dela
Naty – Não!! para… – para??!! pensei – primeiro faz meu cu que eu adoro – que puta gostosa
Mudei de buraco e fui enfiando devagar, não sabia se tava dilatada o suficiente, mas entrou mais fácil que no cu da Marita… de novo perdi a linha e comecei a enfiar a pica toda até o fundo igual um animal…
Naty – siiiim que pica linda, arrebenta meu cu – essas palavras saindo da princesinha que era minha prima era a melhor coisa que eu podia ter ouvido. O chão tava meio escorregadio por causa da poça que ela tinha deixado, mas me firmei o suficiente pra meter mais rápido… ela se masturbava… os sucos dela escorriam pelas pernas partes internas das coxas dela… isso era fabuloso, todos os sons, o estalo que minhas bolas faziam ao bater contra a pussy suculenta dela, os gemidos abafados e nem preciso falar da sensação do meu pau apertado no cu dela… não sei quanto tempo passou, mas quando não aguentei mais, joguei todo o leite dentro sem perguntar nada. Tirei ele ainda meio duro, abri um pouco as bordas pra ver minha porra saindo e se misturando com o resto dos fluidos dela, banhando toda a pussy dela… Com meu pau já mole, decidi ajudar, tirei a mão com que ela se masturbava e tomei o lugar dela… de novo coloquei a velocidade orgásmica e de novo ela começou a jorrar fluidos como se fosse uma torneira… molhou o chão, a mesinha, o sofá, meus tênis que não tive tempo de tirar… com as perninhas dela tremendo… e quando digo tremendo é sério… ela se rendeu no sofá.
Sentei de novo na mesinha de centro recuperando o fôlego e vendo aquela imagem que era minha prima nua, encharcada de suor, dos sucos dela e dos meus.
Com minha mão, levantei um pouco dos fluidos que estavam sobre a mesa… levei ao nariz, não tinham um cheiro muito forte na verdade, embora fosse salgado, era diferente. Já tinha visto vídeos de squirt, mas admito que nunca tinha encontrado uma garota que molhasse daquele jeito…
Naty se reergue e se ajoelha no sofá com uma mão entre as pernas e, como se mordendo o dedo da outra mão, me pergunta – molhei muito você? – meio envergonhada.
Eu – sim, priminha, mas adorei – ela sorri – me desculpa por ter rasgado sua calcinha fio dental –
Naty – sem problemas, era uma velha –
Eu estava com sede, queria continuar, mas estava cansado, tinha andado de bike e com toda a pegação não aguentava mais.
Eu – vou pegar algo pra beber… vem? –
Naty – Tiiii – com voz de criança…
Eu estou levantando minha bermuda e ela, assim como estava, se levanta e vai pra cozinha.
Chego atrás dela, ela pega uma garrafa de água da geladeira e Pega um beijo, depois passa pra mim.
Naty - aaaaai agora siiiim!! - ela fala enquanto se espreguiça - como eu adoro andar peladinha!! -
Eu - cê gosta de andar nua pela vida? -
Naty - siiiim adoro, a primeira coisa que faço quando chego da escola é ir pro meu quarto e tirar tudoooo … o corpo pede pra eu tirar a roupa hahaha -
Eu - Hahaha por isso que queria a casa só pra você, né? -
Naty - Siiim -
Eu - bom, agora pode andar o dia inteiro sem roupinha -
Naty - óbviooo -
Eu - além disso, com certeza vou ficar arrancando sua roupa a cada dois segundos mesmo que você não quisesse… não quero rasgar toda sua roupa com o abridor de carta hahaha - a gente ri junto - quer? - falo dando a garrafa pra ela
Naty - não, você bebe dessa que eu bebo dessa - ela se abaixa e tira o meu… ainda tá meio mole e babenta… mas isso não impede ela e começa a lamber… aos poucos começa a crescer, é impossível ficar imune à linguinha de puta dela… eu continuo bebendo água e ela já tá super entretida, tenta enfiar tudo mas não consegue, a boca dela é muito pequena, mas continua tentando… chupa e chupa e continua chupando… com as mãos brinca com minhas bolas… um trabalho completo… ela tira da boca e me olha.
Naty - me fala o que eu sou? -
Eu - você é minha putinhaaa - pensando que é o que ela quer ouvir
Naty - e mais o quê? -
Eu - você é minha “prima” puta - engulo ela (do verbo engolir tudo) o máximo que deu e continuei até não aguentar mais
Eu - quer tomar tudo, priminha? - com meu pau ainda na boca dela e me olhando com os olhinhos de princesa meio lacrimejando, ela tenta falar - aham!! -. Com esse sinal foi o suficiente e soltei todo o leite na garganta dela… meio que engasgou mas resolveu bem e terminou de engolir.
Eu - vamos tomar banho -
Naty - sim, boraaa - ela fala enquanto se levanta
A gente tá subindo a escada os dois pelados, bom, eu ainda tava de tênis (uma imagem patética) e ouço a campainha tocar… e agora?? pqp.
Naty - não vai, já era - - devem ser do bairro, senão tinham avisado -
Naty - uuuh -
Eu - sobe e me espera no chuveiro -
Pego minhas bermudas e visto a camiseta molhada, no fim das contas parecia que tinha feito exercício, me arrumei um pouco e atendi.
Eu - sim?? - falo com a melhor cara de poker
Eram dois caras que, se meus poderes dedutivos não falhassem, pelas tesouras que tinham, o cortador de grama e a camisa que dizia "Paisagista Éden jardins e parques"... eram os jardineiros que vinham trabalhar no parque.
Jardineiro 1 - Oi, como vai? viemos da empresa Éden, o Marcos tá? -
Eu - Não, o Marcos não tá, foi de férias, eu sou o Gabriel, o sobrinho, tô cuidando da casa -
Jardineiro 1 - Aah, ok, sem problema, na verdade era pra avisar que íamos começar a trabalhar, tudo bem pra você? -
Eu - sim, sim, sem drama... precisam de algo? -
Jardineiro 2 - não, não, já temos tudo -
Eu - beleza, então qualquer coisa avisem -
Fechei a porta e saí praticamente correndo, subindo os degraus de dois em dois. Chego lá em cima e ouço - Aquii!! - a voz vinha do banheiro do quarto dos meus tios, que era o maior, enquanto vou entrando vou tirando tudo, dessa vez por completo. Ela tava sentadinha contra a parede atrás dos vidros do box, com o chuveirinho entre as pernas se massageando com uns bons jatos na pussy.
Naty - quem era? -
Eu - os jardineiros, não esquenta... continua!! continua com o que tava fazendo, quero te ver -
Naty - quer ver como eu molho a pussy? -
Eu - sim, quero ver -
Ela aumentou o jato no máximo e me olhava enquanto mordia os lábios... depois, conforme a intensidade da respiração dela aumentava, fazia biquinho de pato e respirava rapidinho... ver a carinha dela se transformando de excitação era mágico... de novo e pela terceira vez em menos de, sei lá, vinte minutos, meu amigo, meu parceiro de aventuras, tava firme e pronto pra ação.
Eu - minha vez - falo como se estivesse falando com o chuveirinho enquanto tiro ele da mão dela - levanta - Agora vou falar com a Naty. Ela se levanta e eu coloco ela contra a parede oposta ao chuveiro, inclino ela um pouquinho pra frente e enfio a pica na buceta dela bem forte... Normalmente seria uma operação perigosa, mas essa "banheira" é no nível do chão e coberta de madeira, então posso meter com toda a força que ela me pede.
Eu - Cê gosta?
Naty - Siiiim, gosto, priminho!! - Eu agarro os peitos dela por trás porque ela tá escorregando de tão molhada. Bombeio ela bem de quatro, sentindo ela fechar um pouco as pernas me apertando... Com a mão e sem dizer uma palavra, ela tenta me parar... Ainda não gozei, mas obedeço... Será que fiz merda? Quando tirei, foi como destampar um cano, os fluidos dela jorraram de novo... Dessa vez um pouco menos de quantidade, mas com a mesma potência, acho... As pernas dela bambearam e, se não seguro, ela cai... Quanto líquido essa mina tem dentro? Eu ainda tava duro, mas mesmo assim deixei ela quieta. Quando conseguiu, ela se levantou e a gente se lavou bem, minha rola acalmou e ficou na boa. A gente se secou e foi pra cama dos pais dela. Isso só aumentou ainda mais o tesão da situação, eu tava fodendo minha prima na cama dos meus tios. A gente se jogou na cama enquanto continuava se devorando igual bicho. Demos uma pausa e ficamos olhando pro teto do quarto.
Naty - Posso te contar uma coisa?
Eu - A essa altura, pode falar que matou o Kennedy que eu não tô nem aí, então fala.
Naty - Eu gosto de você desde faz tempo.
Eu - Ah, é?
Naty - Sim, por isso que eu ficava com ciúme quando você ficava com as minas e não me dava bola.
Eu - Uff, não fazia ideia.
Naty - E elas entravam na sua onda, isso me irritava pra caralho... Porque eu sabia que você ia foder elas. - Não sabia se ela tava dando como certo ou era só um palpite.
Eu - É que eu não sabia que você sentia essas coisas por mim... Não vou mentir, rolou umas paradas com elas. - Falei num ataque total de sinceridade que podia me foder. curtir esse momento lindo
Naty - e eu já vi eles quando foram pra casa do Pachi (o vizinho) -
Eu - Desculpa -
Naty - você não sabia e eu sei que elas são mais gostosas -
Eu - mais gostosas? mmmm não acho - e dou um beijo nela com todo o amor do mundo.
Naty - mas enquanto você fazia as suas, eu me tocava pensando em você - ri
Eu - mmm em mim… e você gostou -
Naty - siiiim!! roubei umas das suas cuecas e coloquei no Rupert e ficava cheirando enquanto usava o que você me deu -
Eu - você colocou Rupert no seu ursinho? -
Naty - sim igual ao do Stewie haha - (personagem de Family Guy) um dos programas que a gente mais ama
Eu - haha me roubou uma cueca, porquinha -
Pra mim uma cueca suja é nojento mas acho que pra elas é a mesma coisa que as calcinhas delas pra mim… agora que penso, a cor do pano que tava no urso era preta com listras verdes e era exatamente a que usei no primeiro dia que me toquei pensando nelas, ou seja, tava cheia de porra… era realmente um nojo haha mas não liguei.
Eu - bom, agora você me tem todo pra você - abracei ela e cochilamos um pouco.
O barulho do cortador de grama me acordou, fiquei pensando no zumbido, fazia tempo que não ouvia, talvez meu ouvido tinha acostumado e eu nem ligava, igual o que acontece com quem mora perto dos trilhos do trem. Liguei a TV e a Naty virou de lado e me sorriu, de novo terminei vendo Os Simpsons, sem dizer nada a Naty desce devagar e começa a chupar minha pica que tava dormindo… mas não chupava como se fosse acordar, era mais como saboreando um doce, um beijinho gostoso.. tava brincando com a língua, obviamente endureceu mas ela continuava no plano dela de brincadeira... beijando a pontinha, lambendo de lado, do tronco até em cima.. de vez em quando lambia minhas bolas também, cheirava e continuava brincando… eu com toda a paz do mundo curtia os mimos dela vendo TV... era um rei... Como os pés dela tinham ficado Pra minha mão e a bunda também, de vez em quando dava uns tapinhas ou fazia massagem.
Ficamos lá até o anoitecer brincando, quase sem fazer nada, afinal tínhamos dias inteiros pra foder até morrer………
continua
Espero que tenham gostado, desculpa a demora, tô com trampo novo e tenho que fazer boa figura, tipo ficar depois do expediente sem ganhar um puto…. Vou resumir mais ou menos... me sobra o resto da quarta, quinta inteira e sexta…. aaaay buceta!! a sexta!!. Olha, se não gostarem do que rolou na sexta, peço demissão na hora da comunidade poringa girl… mais duas entregas e acabou.
Abraços e valeu pela boa energiaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.https://www.youtube.com/watch?v=D1ZYhVpdXbQ
Comentários em Destaque
92 comentários - Uma semana cuidando da minha prima gostosa
Esperando el proximo relato! 🙂
Escribe luego la septima parte
seguí así.