Férias em Família 2

Minha irmã gritava igual uma puta no cio, com os olhos quase virados, totalmente fora de si: aaaaaaayyyyy, aaaaaaayyyyyy, aaaaaaaayyyy, tiiiiiioooo, tiiitooo, você tá me comendo tão gostosooo!

A puta da minha irmã falava isso enquanto levantava a bunda pra levar mais uma vez. O tio Carlos não tinha pena da Cindy. Ele levantou ela do chão e, igual fez com minha mãe, carregou ela no ar pra comer ela. Fazia o que queria com ela, parecia um brinquedo, só uma boneca de pano. Cindy tava mais que exausta e só fazia gemer e aguentar aquele tratamento bruto do tio. A bunda da Cindy quicava sem parar enquanto meu pai e eu olhávamos a carinha dela com aquela careta de vulgaridade e satisfação.

Virei pra ver minha tia e minha mãe: as duas tinham os dedos enfiados na buceta e olhavam com luxúria as putarias da pequena Cindy, que, apesar dos seus 19 anos, tava adorando aquelas enfiadas.

Papai não aguentou mais e pegou a mais nova das sobrinhas pelo cabelo e sentou ela no pau dele. Ana só fechou os olhos ao sentir aquele pau do irmão do pai dentro dela. Aqueles dois homens maduros estavam comendo as duas mulheres mais novas da família, que só ficavam paradas e aproveitavam o momento. Papai segurava Ana pela cintura e levantava ela pra dar fortes sentadas no pau dele, enquanto meu tio já tinha a Cindy virada de cabeça pra baixo, com o nariz enfiado na bucetinha da minha irmã, enquanto Cindy chupava o pau inteiro com a boca.

Vanesa tava mais que molhada, porque até aquele momento só tinha sido espectadora e não tinha feito nada além de chupar paus e comer bucetas. Era mais que óbvio que ela precisava ser penetrada. Percebi isso quando ela ficou de quatro na frente do meu pai e abriu a bunda toda com as próprias mãos, com a buceta totalmente molhada e dilatada, como se implorasse pra ser fodida.

— Já viu a mais puta das suas filhas? — meu pai disse pro tio Carlos — Ela tá implorando pra eu foder ela — enquanto Ana ainda continuava. Brincando sobre o pai, olha só, suas filhas agora são minhas putas serviçais, insistiu o pai com o tio Carlos. O tio Carlos não gostou do comentário, percebi porque a cara dele mudou de expressão. Logo depois, ele virou pra mim e com voz firme disse: "Então, meu sobrinho, vamos mostrar pro seu pai que ele tá errado, que não tem mais putas nessa família além da vagabunda vulgar da sua irmã e da porca da sua mãe."

Depois, colocou a Cindy de quatro e enfiou a pica até a garganta dela. "Vem cá, garoto", ele disse, "e arrebenta o cu da sua irmã." Caminhei até onde estavam meu tio e minha irmã Cindy. Ver aquela raba enorme da Cindy deixou minha pica mais dura e maior do que o normal; não sabia se ia aguentar foder o cu da minha irmã mais nova. Mas não consegui me segurar e, cuspindo entre as nádegas dela, atravessei. Minha pica preta e comprida contrastava com as nádegas brancas e redondas da Cindy, que engasgava e gemia, já que não conseguia mais gritar porque tinha a boquinha cheia de carne. Sabia que tava incomodando um pouco, mas não liguei; segurei ela pelos cabelos e montei, dando fortes empurrões. Minhas bolas batiam nas nádegas dela enquanto ela esfregava o clitóris pra se estimular um pouco. Meu tio não aguentou mais e encheu a boca dela de porra, enquanto eu gozava nas nadeguinhas da Cindy. Depois de sentir o gozo, ela se jogou no chão, totalmente exausta e inundada de todo tipo de líquido, com o olhar perdido.

Parecia que aquele momento tinha sido o fim daquelas férias tão intensas, mas a Vanessa ainda continuava sem ser fodida. A filha mais velha do tio Carlos suplicava com o olhar pra ter alguma coisa atravessada entre as pernas, e foi meu pai quem realizou os desejos dela. Tirando a Ana do colo, ele colocou a cara da Vanessa no chão, e ela, com os joelhos levantados, ofereceu os buracos pro meu pai, que não hesitou em atravessar com violência enquanto a Vanessa gemia de alegria. Todos sabíamos que a Vanessa era a favorita do tio Carlos, então ao vê-la sendo fodida... Com aquela cara e aquela pose tão safada, incentivei ele a continuar a orgia.

"Filha, senta agora no pau do papai", disse o tio pra Vanessa, que foi de quatro até onde o tio Carlos estava, ainda com o pau do meu pai enfiado no cu dela, sem tirar por nada enquanto ela avançava até onde o pai dela esperava com o pau já bem duro. Os dois penetraram ela ao mesmo tempo, um pela buceta e outro pelo cu, e ela, com aquelas tetonas e aquela cara de puta, gemia e pedia pra meterem mais forte.

"Arrebenta meu cu", repetia sem parar, a todo momento. Mesmo sendo dois caras comendo ela, mal deram conta daquela jovem e gostosa de pele morena, que aguentou tudo e gozou várias vezes, chegando ao máximo do tesão. Já todos cansados de tanta ação, decidimos ir dormir. Meus pais foram pro quarto deles e levaram a putinha da Vanessa junto, enquanto meu tio pegou a Cindy no colo e disse: "Vou levar essa aqui, caso me dê vontade de mais". Eu fui pro meu quarto quando vi a tia Rebeca subindo as escadas ainda pelada e, me olhando, me chamou pra subir com ela. A gente ia entrar no quarto quando a Ana nos alcançou e pediu pra ficar com a gente. Eu me deitei no meio daquelas duas gostosas, esperando recuperar as forças pra comer elas de novo, enquanto lá longe se ouviam os gemidos da Cindy e os gritos da mamãe, que com certeza ainda estavam trepando feito umas putas de verdade. Foi assim que terminou aquele primeiro dia do fim de semana.

FIM

2 comentários - Férias em Família 2

Q ricooo quiero un Tio asi un papa asi
Q m cojan a fulll