Com a minha esposa, decidimos passar as festas na praia. Um pouco de descanso do trampo e dos parentes.
Os sogros nos presentearam com a estadia numa praia bem top do litoral atlântico. Onde a gente ficava era de frente pra praia. O que mais?
Nos primeiros dias, como sempre que vamos pra praia, não conseguia parar de olhar pras bundas. Umas minas do caralho, com os biquínis cada vez menores. Nem preciso dizer que fiquei o dia todo excitado e que, sempre que dava, minha mulher levava uma bela foda com minha cabeça cheia de imagens.
No terceiro ou quarto dia, ocupou a barraca ao lado da nossa um casal de jovens. Entre 20 e 25 anos. A mina era linda pra caralho e, além disso, parecia ser de um nível muito bom. Ela usava um daqueles biquínis intermediários, que podem cobrir ou acidentalmente se perder na bunda e parecer menores do que são.
Ela tinha a bunda perfeita. Simples assim. Acompanhavam uns peitos médios, com a particularidade de ter o mamilo virado pra cima, que quando ficavam duros era impossível não olhar. Impossível pra mim, que tava do lado. Fiz todo tipo de esforço pra não olhar descaradamente. Todo mundo olhava pra ela.
Loira de pele morena, dourada. Era um tesão. O cara parecia tranquilo, mas com uma mulher dessas, quem não estaria?
Com o passar dos dias, a mina começou a puxar algum papo com minha esposa. Elas estavam no mesmo complexo que a gente. Ela estudava design e minha esposa é designer de moda. Então trocavam umas ideias. Eu olhava e, como o cara mantinha distância, me fazia de besta, mas sempre que podia, olhava pra gostosa. Além disso, a mina vinha com biquínis cada vez menores. Todo mundo olhava pra buceta dela, de um jeito ou de outro, até as novinhas.
Um dia ela apareceu com um biquíni branco, SENSACIONAL. Num momento, ela vai na água e quando volta, para perto da minha esposa pra passar alguma coisa no cabelo e eu olhei e dava pra ver a forma completa da buceta. SENSACIONAL. Achei que o cara ia tinha visto olhando a buceta da namorada dele. Me fiz de desentendido e falei pra minha esposa que ia pro quarto e voltava em uns minutos.
Quando eu levanto, o cara fala: eu também vou. Te acompanho. Pensei: o cara me viu.
Quando a gente tá atravessando a rua, ele fala:
- Gostou da minha namorada?
Mil coisas passaram pela minha cabeça. A primeira: o cara me viu. Adrenalina a mil, mas como aprendi com os anos que a gente nunca sabe de onde vem a mão e já tendo perdido oportunidades... falei:
- Quem não gostaria? Ela é maravilhosa. Elegante, fina, gostosa...
- É um inferno...
- Sim, sim, confirmei.
- Não me incomoda que olhem pra ela... na verdade, eu gosto...
Uau, pensei, por onde vem essa mão.
- Você curte que olhem pra ela?
- Sim, muito.
- Só que olhem? perguntei.
- Por enquanto sim... hehe se fosse por mim... mas ela não quer nem saber.
- Já tentou?
- Uffa de todo jeito... às vezes quando a gente transa, só de pensar que outro come ela, eu gozo igual um burro.
- É?
- A ideia me excita pra caralho...
- Como eu adoraria te ajudar... hehe, sua mulher é tão gostosa... Ontem à noite vi ela com aquela calça branca e aqueles saltos altos... tava linda.
- E você viu a tanga que ela tava usando?
- Não, por quê?
- Vem cá que eu te mostro... ele falou e me olhou. Uma corrente elétrica percorreu meu corpo todo.
- Beleza - falei.
Entramos no quarto e ele foi até o armário e trouxe uma sacola transparente com conjuntos de calcinha e sutiã guardados direitinho dentro.
Ele abre a sacola e tira um, me mostrando com um sorriso. Parecia feliz com o que tava fazendo.
E eu fiquei louco. Branco de tule e renda com tirinhas, tanto o sutiã quanto a tanga...
- Gostou?
- Uffa, do caralho...
- Toca aqui.
- Peguei e era macio, perfumado... puta merda, falei, você tá me deixando de pau duro...
- Quer bater uma? Adoraria ver você encher essa tanga de porra...
Coração a mil e com uma vontade do caralho de tirar a pica, mas ele foi mais rápido e segurou a pica por cima da sunga, e começou a esfregar.
Olha como eu tô, ele fala e tira a pica dura... vai fundo. Punheta
Já tava na mão, todo excitado, com uma calcinha fio dental linda na mão
Tirei a piroca, que tava dura pra caralho, enrolei a calcinha e comecei a bater uma...
Uff, sim, foda — ele dizia — vai, bate uma, bate uma e me olhava de perto, como se quisesse cheirar minha piroca.
Ele batia forte na piroca dele, dava pra ver as veias, era impressionante. Tava alucinado, batendo uma com tudo.
Eu sentia o cheiro daquele sutiã perfumado e lembrava dos lábios da buceta dela, e via aquela calcinha enrolada na minha piroca, a cabeça inchada aparecendo por baixo da rendinha.
— Isso, bate uma — ele dizia enquanto gozava a jato, dava pra ver a porra que sobrava escorrendo pela piroca e pela mão dele.
Não aguentei mais e comecei a gozar também, ele ficou doido, gritava e continuava batendo forte, e ainda saía mais um pouco de porra. Inacreditável.
Ele ficou deitado na cama e eu fui pro banheiro. Me lavei e falei: "depois a gente se vê", e fui pro meu quarto. Cheguei e bati mais uma pensando naquela mina, nas calcinhas e no namorado dela se masturbando sem controle.
A partir daquele dia, ele começou a me mandar fotos da namorada pelo WhatsApp. Se trocando, calçando os sapatos, escolhendo fio dental... fiquei dois dias batendo umas cinco punhetas por dia... enquanto ele me olhava e sabia que me deixava louco na punheta.
No último dia, desci pra praia com minha esposa e o cara não tava lá. A namorada dele tava, e começou a conversar com minha esposa, falou que ele tinha ficado porque não tava bem. Nisso, recebo um WhatsApp dele:
— Viu como eu mandei ela hoje?
— Linda — respondi, ela tava com uma malha preta pequenininha, dava pra imaginar que não tinha um fio de cabelo naquela buceta linda.
— Sobe aqui — ele disse.
Obviamente subi, tava excitado e pensei que com certeza ele tinha alguma coisinha pra mim.
Entrei e ele tava com o notebook cheio de fotos dela: vestida, de fio dental, se trocando, de maiô, com sapato e calcinha. Era simplesmente impressionante.
Dessa vez não esperei, tirei a piroca e comecei a bater uma em pé, do lado do computador. Ele tava sentado com uma bate.
Ele se levantou, tirou a roupa e disse: Olha o que eu vesti — tava usando uma calcinha de filó e a pica dele vazava pra todo lado.
Posso? perguntou olhando pra minha pica. Eu não respondi.
Ele se agachou e pegou na minha pica. Ficava olhando, dando beijinhos, passando a língua nas minhas bolas, percorrendo das bolas até a cabeça. Se segurou até enfiar a pica inteira na boca com desespero. Com uma mão tocava meu peito, meus pelos, e com a outra se punhetava forte, desesperado, igual da outra vez. Chupava minhas bolas, a pica, a barriga, tava desesperado. Num momento eu falei — deixa eu gozar — e só consegui tirar da boca e gozar na cara dele, no peito... dava pra ver os jorros escorrendo.
Ele também gozou. Tava de olhos fechados e passava a porra no rosto, no corpo. Nunca vi numa mulher aquela cara de tesão.
Me lavei, fui embora e nunca mais vi ele. Ontem me mandou uma mensagem. Quer me ver.
Os sogros nos presentearam com a estadia numa praia bem top do litoral atlântico. Onde a gente ficava era de frente pra praia. O que mais?
Nos primeiros dias, como sempre que vamos pra praia, não conseguia parar de olhar pras bundas. Umas minas do caralho, com os biquínis cada vez menores. Nem preciso dizer que fiquei o dia todo excitado e que, sempre que dava, minha mulher levava uma bela foda com minha cabeça cheia de imagens.
No terceiro ou quarto dia, ocupou a barraca ao lado da nossa um casal de jovens. Entre 20 e 25 anos. A mina era linda pra caralho e, além disso, parecia ser de um nível muito bom. Ela usava um daqueles biquínis intermediários, que podem cobrir ou acidentalmente se perder na bunda e parecer menores do que são.
Ela tinha a bunda perfeita. Simples assim. Acompanhavam uns peitos médios, com a particularidade de ter o mamilo virado pra cima, que quando ficavam duros era impossível não olhar. Impossível pra mim, que tava do lado. Fiz todo tipo de esforço pra não olhar descaradamente. Todo mundo olhava pra ela.
Loira de pele morena, dourada. Era um tesão. O cara parecia tranquilo, mas com uma mulher dessas, quem não estaria?
Com o passar dos dias, a mina começou a puxar algum papo com minha esposa. Elas estavam no mesmo complexo que a gente. Ela estudava design e minha esposa é designer de moda. Então trocavam umas ideias. Eu olhava e, como o cara mantinha distância, me fazia de besta, mas sempre que podia, olhava pra gostosa. Além disso, a mina vinha com biquínis cada vez menores. Todo mundo olhava pra buceta dela, de um jeito ou de outro, até as novinhas.
Um dia ela apareceu com um biquíni branco, SENSACIONAL. Num momento, ela vai na água e quando volta, para perto da minha esposa pra passar alguma coisa no cabelo e eu olhei e dava pra ver a forma completa da buceta. SENSACIONAL. Achei que o cara ia tinha visto olhando a buceta da namorada dele. Me fiz de desentendido e falei pra minha esposa que ia pro quarto e voltava em uns minutos.
Quando eu levanto, o cara fala: eu também vou. Te acompanho. Pensei: o cara me viu.
Quando a gente tá atravessando a rua, ele fala:
- Gostou da minha namorada?
Mil coisas passaram pela minha cabeça. A primeira: o cara me viu. Adrenalina a mil, mas como aprendi com os anos que a gente nunca sabe de onde vem a mão e já tendo perdido oportunidades... falei:
- Quem não gostaria? Ela é maravilhosa. Elegante, fina, gostosa...
- É um inferno...
- Sim, sim, confirmei.
- Não me incomoda que olhem pra ela... na verdade, eu gosto...
Uau, pensei, por onde vem essa mão.
- Você curte que olhem pra ela?
- Sim, muito.
- Só que olhem? perguntei.
- Por enquanto sim... hehe se fosse por mim... mas ela não quer nem saber.
- Já tentou?
- Uffa de todo jeito... às vezes quando a gente transa, só de pensar que outro come ela, eu gozo igual um burro.
- É?
- A ideia me excita pra caralho...
- Como eu adoraria te ajudar... hehe, sua mulher é tão gostosa... Ontem à noite vi ela com aquela calça branca e aqueles saltos altos... tava linda.
- E você viu a tanga que ela tava usando?
- Não, por quê?
- Vem cá que eu te mostro... ele falou e me olhou. Uma corrente elétrica percorreu meu corpo todo.
- Beleza - falei.
Entramos no quarto e ele foi até o armário e trouxe uma sacola transparente com conjuntos de calcinha e sutiã guardados direitinho dentro.
Ele abre a sacola e tira um, me mostrando com um sorriso. Parecia feliz com o que tava fazendo.
E eu fiquei louco. Branco de tule e renda com tirinhas, tanto o sutiã quanto a tanga...
- Gostou?
- Uffa, do caralho...
- Toca aqui.
- Peguei e era macio, perfumado... puta merda, falei, você tá me deixando de pau duro...
- Quer bater uma? Adoraria ver você encher essa tanga de porra...
Coração a mil e com uma vontade do caralho de tirar a pica, mas ele foi mais rápido e segurou a pica por cima da sunga, e começou a esfregar.
Olha como eu tô, ele fala e tira a pica dura... vai fundo. Punheta
Já tava na mão, todo excitado, com uma calcinha fio dental linda na mão
Tirei a piroca, que tava dura pra caralho, enrolei a calcinha e comecei a bater uma...
Uff, sim, foda — ele dizia — vai, bate uma, bate uma e me olhava de perto, como se quisesse cheirar minha piroca.
Ele batia forte na piroca dele, dava pra ver as veias, era impressionante. Tava alucinado, batendo uma com tudo.
Eu sentia o cheiro daquele sutiã perfumado e lembrava dos lábios da buceta dela, e via aquela calcinha enrolada na minha piroca, a cabeça inchada aparecendo por baixo da rendinha.
— Isso, bate uma — ele dizia enquanto gozava a jato, dava pra ver a porra que sobrava escorrendo pela piroca e pela mão dele.
Não aguentei mais e comecei a gozar também, ele ficou doido, gritava e continuava batendo forte, e ainda saía mais um pouco de porra. Inacreditável.
Ele ficou deitado na cama e eu fui pro banheiro. Me lavei e falei: "depois a gente se vê", e fui pro meu quarto. Cheguei e bati mais uma pensando naquela mina, nas calcinhas e no namorado dela se masturbando sem controle.
A partir daquele dia, ele começou a me mandar fotos da namorada pelo WhatsApp. Se trocando, calçando os sapatos, escolhendo fio dental... fiquei dois dias batendo umas cinco punhetas por dia... enquanto ele me olhava e sabia que me deixava louco na punheta.
No último dia, desci pra praia com minha esposa e o cara não tava lá. A namorada dele tava, e começou a conversar com minha esposa, falou que ele tinha ficado porque não tava bem. Nisso, recebo um WhatsApp dele:
— Viu como eu mandei ela hoje?
— Linda — respondi, ela tava com uma malha preta pequenininha, dava pra imaginar que não tinha um fio de cabelo naquela buceta linda.
— Sobe aqui — ele disse.
Obviamente subi, tava excitado e pensei que com certeza ele tinha alguma coisinha pra mim.
Entrei e ele tava com o notebook cheio de fotos dela: vestida, de fio dental, se trocando, de maiô, com sapato e calcinha. Era simplesmente impressionante.
Dessa vez não esperei, tirei a piroca e comecei a bater uma em pé, do lado do computador. Ele tava sentado com uma bate.
Ele se levantou, tirou a roupa e disse: Olha o que eu vesti — tava usando uma calcinha de filó e a pica dele vazava pra todo lado.
Posso? perguntou olhando pra minha pica. Eu não respondi.
Ele se agachou e pegou na minha pica. Ficava olhando, dando beijinhos, passando a língua nas minhas bolas, percorrendo das bolas até a cabeça. Se segurou até enfiar a pica inteira na boca com desespero. Com uma mão tocava meu peito, meus pelos, e com a outra se punhetava forte, desesperado, igual da outra vez. Chupava minhas bolas, a pica, a barriga, tava desesperado. Num momento eu falei — deixa eu gozar — e só consegui tirar da boca e gozar na cara dele, no peito... dava pra ver os jorros escorrendo.
Ele também gozou. Tava de olhos fechados e passava a porra no rosto, no corpo. Nunca vi numa mulher aquela cara de tesão.
Me lavei, fui embora e nunca mais vi ele. Ontem me mandou uma mensagem. Quer me ver.
10 comentários - A gostosa da namorada dele e o tarado...
http://www.poringa.net/posts/animaciones/2683836/Gifs-muy-ricos-y-calientes.html
gracias.