Tão lindas lembranças: a saia azul que chegava quase nos meus tornozelos, aquela que escondia minha mania de andar sem calcinha, a blusinha curta marcando meus peitos ainda em flor, com seus botõezinhos durinhos enfeitando o decote, minha carinha de adolescente com traços ainda de inocência, uma inocência inquietante que estava descobrindo tudo de gostoso no sexo e o incontrolável de resistir quando a vontade aperta.
Ainda éramos colegiais de mãozinhas suadas, que, sem liberdade, desesperavam pra encontrar um lugar pra se amar, talvez por isso a gente adorasse tanto os sábados, porque era a noite que a gente tinha permissão pra esticar as visitas, e se a sorte ajudasse, a gente podia se premiar com umas carícias mais quentes.
Naquela noite especial, lembro que enquanto me dava um beijo roubado, ele perguntou: "tá do jeito que eu gosto?" Eu sorri com aquela malícia que deixava claro que não tava de sutiã, e que ele podia torcer meus biquinhos enquanto a gente se abraçava. Os olhos juvenis dele brilharam ao ver a saia azul, sabia o que significava e, na primeira chance, tentaria meter a mão entre minhas coxas pra conferir se eu já tava prontinha.
Ele também não tava de cueca, só vestia a calça de moletão folgada que disfarçava quando o pau dele resolvia acordar, bom, na real ele vivia acordado — vantagens da juventude.
Sentadinhos no portão de casa, entre conversa e carinhos, a gente roubava da vida segundos suficientes pra se beijar no pescoço, uma roçada na bunda, uma mão na braguilha, mesmo arriscando ser pego, mas qualquer perigo valia a pena em troca dos nossos gemidos de prazer quando ele brincava habilmente nos meus peitos ou eu fuçava na virilha dele.
Eram as primeiras safadezas que já deixavam a gente aflito, porque a gente tava há dias tentando ir mais longe, mas a minha mãe indo e vindo com qualquer desculpa deixava a gente sempre com o tesão engasgado.
Ansiosos por não conseguir nos acalmar com mais carícias, a gente foi pra... O quarto que eu dividia com minha mãe tinha um criado-mudo separando as duas camas, e como éramos namorados certinhos, já tínhamos conquistado o direito de deitar juntos, abraçadinhos, enquanto assistíamos ao filme das dez.
Sabíamos que, mesmo sendo arriscado, ali poderíamos soltar mais nossos jogos, pois teríamos minha mãe vigiada, a grande protetora de uma virgindade que, naquela altura, meu namorado já tinha estreado, paradoxalmente na minha própria casa. Sim, a verdade é que às vezes a gente curtia o sexo sem medir os riscos.
Claro, com a gente tão perto, ela perdia a vontade de bisbilhotar, e, respirando tranquila, se concentrava na trama do filme, o que obviamente era nossa grande vantagem.
Enquanto ríamos de alguma cena do filme, ele, coladinho em mim, cutucava sutilmente por trás, uma... duas, três vezes parava, com medo, mas era o suficiente pra minha buceta começar a sonhar em engolir ele inteirinho.
Inquieta, eu tentava encaixar minha bunda pra trás, implorando por um pouco mais, mas tinha que esperar outra cena prender a atenção da minha mãe. E, por causa da interrupção, a excitação subia a níveis em que minha buceta passava a noite se contraindo e o pau dele ficava em pé, de prontidão.
Gulosa por carícias, eu me cobria com aquele casaco que também me traz boas lembranças, fingindo sentir frio, colocava ele por cima dos meus braços, deixando o caminho livre pra mão dele subir com mais facilidade e pelo menos ficar apalpando meus peitos. Eu adorava que ele massageasse e puxasse meus biquinhos durinhos, e claro, por causa disso, eu destilava uns suquinhos que deixavam minha entrada pronta pra receber o que eu tanto gostava.
Meu coração disparava quando eu percebia, de canto de olho, que minha vigia dava um ou outro bocejo, porque aí a gente começava a ter mais liberdade. Já sem segurar a ansiedade e coberta um pouco pelo casaco, ele levantava minha saia por trás, e seus dedinhos, como bons caminhantes, viajavam escondidos desde a limiar dos meus glúteos até se afundar na minha buceta.
Devagarzinho eu mexia, enfiando e tirando, fazendo círculos. Que delícia!!
Com meus olhos doces e agradecidos por aqueles segundos de prazer, eu olhava pra ele e ele respondia com olhares carinhosos, daqueles que trocam quem teve que segurar as mãos e aguentar a vontade.
Ele tirava os dedinhos todos molhadinhos e, disfarçando, lambia. Sabia que com isso acabava com a pouca resistência que me restava. Depois, escondendo a mão atrás da curva do meu quadril, eu sentia ele agarrar o próprio pau com força, apertando como se quisesse espremer gotinhas, que depois passava pelos meus lábios, me deixando sentir aquele cheiro de luxúria e o gosto tão gostoso do gozo dele.
Aproveitando que a essa altura minha mãe já estava cochilando de sono, a gente se atrevia mais. De novo a saia azul era levantada e eu sentia a batidinha na minha entradinha, mas dessa vez não era o dedo dele, e sim algo maior, algo mais gostoso, algo que me fazia querer me abrir. Era o pau dele, escapando pela calça, se encaixando devagarinho na minha coisinha. Vocês não têm ideia do delicioso que era comer com toda a fome atrasada que eu tinha.
Ali paradinhos, abraçadinhos, quase sem respirar, só gozando em silêncio de estar conectados, sentindo meu canal já invadido. Como eu ansiava que ele se mexesse, que a pélvis dele atacasse me dando sem medo, mas a gente tinha que se contentar com aquilo, que pra nós já era suficiente.
Talvez pelo desconforto, ou pelo sono agitado, minha mãe se endireitava, acabando com nosso momento gostoso e nos obrigando a rapidamente recuperar a compostura.
Mais quentes do que nunca, com a vontade alvoroçada e já sem nenhum pudor, eu sussurrava:
— Amor, vamos fazer pipoca!! …Eureka!!
A gente tinha uma cozinha de madeira que, estranhamente, ficava atrás do quarto. Bom, não tão estranha, porque algumas casas humildes não costumam ter uma boa distribuição. Enfim, pra chegar lá, a gente atravessava um corredorzinho. Como Aproveitávamos os escassos 4 metros de intimidade!, finalmente sozinhos, nem que fosse por alguns minutos!
Ardentes como estávamos, já não precisávamos de mais prelúdios, buscávamos desesperadamente o desfecho. Ele me segurava pelos glúteos, me erguendo enquanto eu, com agilidade, abria as pernas e me agarrava à cintura dele, me segurando no pescoço. Graças à constituição dele, muito mais forte que a minha, a gente se acomodava fácil, de um jeito que o pau dele entrava naquela buraquinho apertado. Ele me penetrava com tanta intensidade que eu gemia baixinho, gozando com toda aquela adrenalina. O vai e vem do pau dele literalmente me enlouquecia, mas o trajeto estava chegando ao fim, sabendo que não podíamos demorar mais, senão ficaria muito suspeito.
Já na cozinha, rapidamente eu pegava a pipoca, a frigideira, o óleo, enquanto ele, de joelhos, lambia minha buceta, mmmmm que gostoso, a língua dele brincava no meu clitóris enquanto os dedos entravam e saíam rapidamente. Não tínhamos muito tempo e, querendo agradá-lo, eu me ajoelhava para dar um boquete gostoso. Claro que naquela época ainda não éramos tão experientes, mas fazíamos o que podíamos, e era tão gostoso.
Ele me encurralava contra a mesinha, eu jogava meu corpo para trás, dando todas as facilidades para ele me comer, enquanto, por uma fresta na parede, eu vigiava qualquer movimento estranho. Tudo estava calculado: a hora, o lugar, a posição e até a fissura que, há tempos, estrategicamente, tínhamos aumentado.
Não tinha mais o que esperar, ele metia uma e outra vez, até o fundo, gerando um som excitante de prazer que se misturava com o barulho da pipoca estourando.
Seguíamos naquele movimento, incansáveis, nos dando o que queríamos, mas um grito de alerta nos deixava em alerta: a pipoca está queimando!!
Com uma risada nervosa pelo descuido e a vontade ainda no ar, voltávamos para minha caminha para moer pipocas queimadas e beliscar biquinhos.
Fingindo que estávamos dormindo, pouco depois ouvimos um leve Suspiro, o milagre tinha acontecido!! Finalmente minha cuidadora tinha caído no sono.
Que delícia, agora eu ia comer com gosto, totalmente necessitada, abaixei o casaco até o quadril, cobrindo até minhas pernas, eu mesma levantei minha saia fazendo biquinho pra trás enquanto o desesperado tirava o pau. Enfiou a cabecinha e o resto deslizou sozinho, entrava e saía à vontade com movimentos suaves pra não acordar ela, a mão dele brincava no meu clitóris enquanto eu acariciava meus peitos, tava tão putinha que sem vergonha nenhuma eu abria meus lábios pra ele enterrar tudo.
Foi aí que senti algo diferente enquanto ele me penetrava, os dedos dele largaram meu clitóris, e dando uma pausa, levou líquidos da minha buceta pra trás, pouco depois senti um cóceguinha suave na minha bunda, que me fez tremer, mas deixei ele continuar, o dedinho dele insistiu mais, massageando até meu anel começar a ceder, como eu tava tão tarada, deixei ele seguir com a exploração, mesmo tendo pulado quando o dedo médio dele penetrou minha buceta ao mesmo tempo que o polegar furava minha bunda.
Gostei da sensação de formigamento no meu rabinho e das palavras dele me dizendo: você é minha mulher, deixa eu fazer isso, eu fechava os olhos meio indecisa, mas ele insistia, meu amor, quero que você seja totalmente minha, me entrega seu cu.
Nós nos amávamos sem dúvida, e talvez por isso, por desejo, por curiosidade, por agradar ele ou talvez por uma mistura de tudo, aceitei suplicando: devagar!
Vi os olhinhos dele se torcerem de felicidade com minha disposição, um creme da minha mesinha serviu como lubrificante que ele passou ao longo do pau, um pouco da saliva dele também suavizaria a desfloração, meus suquinhos ajudaram muito e tanta era minha vontade que minha bunda rapidamente se acostumou com o dedo dele, mas ficava mais difícil porque o pau dele começava a empurrar, doía, meu cu era virgem, nada tinha entrado ali, exceto o dedo dele.
Esporeou suave, empurrou um pouco mais e eu me afastei assustada, _Vamos, amor, só a cabecinha
Deixei ele insistir. Novamente, ele era alguns anos mais velho, então já tinha suas manhas. Empurrou mais, eu gemi, já tinha uma parte entalada no meu corpo, queimava, ardia, só queria que ele tirasse dali e que a gente brincasse melhor na minha buceta, mas ele me tratava tão doce que eu não queria decepcioná-lo, e deixei ele empurrar um pouco mais.
Notando minha dor e me deixando engasgada, ele apalpou meus peitos de novo, lambeu, chupou e mamava tão gostoso que em pouco tempo eu já tava quente de novo.
Naquela vez, sendo minha noite de estreia, entendi qual era o segredo pra uma mulher se deixar... por trás, e curtir. Foi exatamente isso que ele fez: aproximou os dedos no meu clitóris e massageava do jeito que eu gosto, que gostoso que eu sentia, e enquanto me dava prazer ali, empurrava devagarinho atrás. Quanto mais acelerava o movimento no meu clitóris, mais empurrava na minha bunda. Se era isso o ideal — carícias na frente pra se deixar por trás — comecei a gostar tanto que eu mesma recuei, enfiando um pouco mais, e aproveitando minha submissão, ele me penetrou por completo, até o fundo.
Conseguiu: tinha arrombado meu cuzinho e eu sentia como o gostinho na frente diminuía a dor atrás. Ele tirou o pau devagar e meteu de novo. Surpresa: comecei a gostar aos pouquinhos, deixei ele entrar de novo e sair de novo. Ele tava me comendo tão gostoso, mas aconteceu algo mais...
Sei que por higiene e questões de saúde não se deve fazer, mas naquele momento de loucura e naquela idade, quem ia pensar nisso? Talvez nem devesse contar, mas já que tô me confessando...
Ele meteu na frente e depois entrou atrás: três metidas na frente, duas atrás; quatro na frente, três atrás; cinco na frente, quatro atrás. A gente tava no ponto do alfaiate: pontinho na frente, pontinho atrás. Eu não aguentei mais: um orgasmo intenso, longo, com muitas palpitações vaginais me fez suspirar, e ele, aproveitando meu gozo, me penetrou com mais força. Não aguentou muito: umas quatro ou cinco enfiadas a mais na minha bunda o exauriram. deixando todo o leite dele no lugar mais íntimo do meu ser.
Depois de voar pro banheiro, ficamos abraçadinhos, felizes com aquele momento lindo da minha grande estreia.
Talvez tenha quem pense que na primeira vez no cu, a dor não deixa aproveitar, mas fico feliz em dizer que eu realmente gozei. Aquela noite, sem dúvida, marcou pra sempre minha sexualidade.
Ainda éramos colegiais de mãozinhas suadas, que, sem liberdade, desesperavam pra encontrar um lugar pra se amar, talvez por isso a gente adorasse tanto os sábados, porque era a noite que a gente tinha permissão pra esticar as visitas, e se a sorte ajudasse, a gente podia se premiar com umas carícias mais quentes.
Naquela noite especial, lembro que enquanto me dava um beijo roubado, ele perguntou: "tá do jeito que eu gosto?" Eu sorri com aquela malícia que deixava claro que não tava de sutiã, e que ele podia torcer meus biquinhos enquanto a gente se abraçava. Os olhos juvenis dele brilharam ao ver a saia azul, sabia o que significava e, na primeira chance, tentaria meter a mão entre minhas coxas pra conferir se eu já tava prontinha.
Ele também não tava de cueca, só vestia a calça de moletão folgada que disfarçava quando o pau dele resolvia acordar, bom, na real ele vivia acordado — vantagens da juventude.
Sentadinhos no portão de casa, entre conversa e carinhos, a gente roubava da vida segundos suficientes pra se beijar no pescoço, uma roçada na bunda, uma mão na braguilha, mesmo arriscando ser pego, mas qualquer perigo valia a pena em troca dos nossos gemidos de prazer quando ele brincava habilmente nos meus peitos ou eu fuçava na virilha dele.
Eram as primeiras safadezas que já deixavam a gente aflito, porque a gente tava há dias tentando ir mais longe, mas a minha mãe indo e vindo com qualquer desculpa deixava a gente sempre com o tesão engasgado.
Ansiosos por não conseguir nos acalmar com mais carícias, a gente foi pra... O quarto que eu dividia com minha mãe tinha um criado-mudo separando as duas camas, e como éramos namorados certinhos, já tínhamos conquistado o direito de deitar juntos, abraçadinhos, enquanto assistíamos ao filme das dez.
Sabíamos que, mesmo sendo arriscado, ali poderíamos soltar mais nossos jogos, pois teríamos minha mãe vigiada, a grande protetora de uma virgindade que, naquela altura, meu namorado já tinha estreado, paradoxalmente na minha própria casa. Sim, a verdade é que às vezes a gente curtia o sexo sem medir os riscos.
Claro, com a gente tão perto, ela perdia a vontade de bisbilhotar, e, respirando tranquila, se concentrava na trama do filme, o que obviamente era nossa grande vantagem.
Enquanto ríamos de alguma cena do filme, ele, coladinho em mim, cutucava sutilmente por trás, uma... duas, três vezes parava, com medo, mas era o suficiente pra minha buceta começar a sonhar em engolir ele inteirinho.
Inquieta, eu tentava encaixar minha bunda pra trás, implorando por um pouco mais, mas tinha que esperar outra cena prender a atenção da minha mãe. E, por causa da interrupção, a excitação subia a níveis em que minha buceta passava a noite se contraindo e o pau dele ficava em pé, de prontidão.
Gulosa por carícias, eu me cobria com aquele casaco que também me traz boas lembranças, fingindo sentir frio, colocava ele por cima dos meus braços, deixando o caminho livre pra mão dele subir com mais facilidade e pelo menos ficar apalpando meus peitos. Eu adorava que ele massageasse e puxasse meus biquinhos durinhos, e claro, por causa disso, eu destilava uns suquinhos que deixavam minha entrada pronta pra receber o que eu tanto gostava.
Meu coração disparava quando eu percebia, de canto de olho, que minha vigia dava um ou outro bocejo, porque aí a gente começava a ter mais liberdade. Já sem segurar a ansiedade e coberta um pouco pelo casaco, ele levantava minha saia por trás, e seus dedinhos, como bons caminhantes, viajavam escondidos desde a limiar dos meus glúteos até se afundar na minha buceta.
Devagarzinho eu mexia, enfiando e tirando, fazendo círculos. Que delícia!!
Com meus olhos doces e agradecidos por aqueles segundos de prazer, eu olhava pra ele e ele respondia com olhares carinhosos, daqueles que trocam quem teve que segurar as mãos e aguentar a vontade.
Ele tirava os dedinhos todos molhadinhos e, disfarçando, lambia. Sabia que com isso acabava com a pouca resistência que me restava. Depois, escondendo a mão atrás da curva do meu quadril, eu sentia ele agarrar o próprio pau com força, apertando como se quisesse espremer gotinhas, que depois passava pelos meus lábios, me deixando sentir aquele cheiro de luxúria e o gosto tão gostoso do gozo dele.
Aproveitando que a essa altura minha mãe já estava cochilando de sono, a gente se atrevia mais. De novo a saia azul era levantada e eu sentia a batidinha na minha entradinha, mas dessa vez não era o dedo dele, e sim algo maior, algo mais gostoso, algo que me fazia querer me abrir. Era o pau dele, escapando pela calça, se encaixando devagarinho na minha coisinha. Vocês não têm ideia do delicioso que era comer com toda a fome atrasada que eu tinha.
Ali paradinhos, abraçadinhos, quase sem respirar, só gozando em silêncio de estar conectados, sentindo meu canal já invadido. Como eu ansiava que ele se mexesse, que a pélvis dele atacasse me dando sem medo, mas a gente tinha que se contentar com aquilo, que pra nós já era suficiente.
Talvez pelo desconforto, ou pelo sono agitado, minha mãe se endireitava, acabando com nosso momento gostoso e nos obrigando a rapidamente recuperar a compostura.
Mais quentes do que nunca, com a vontade alvoroçada e já sem nenhum pudor, eu sussurrava:
— Amor, vamos fazer pipoca!! …Eureka!!
A gente tinha uma cozinha de madeira que, estranhamente, ficava atrás do quarto. Bom, não tão estranha, porque algumas casas humildes não costumam ter uma boa distribuição. Enfim, pra chegar lá, a gente atravessava um corredorzinho. Como Aproveitávamos os escassos 4 metros de intimidade!, finalmente sozinhos, nem que fosse por alguns minutos!
Ardentes como estávamos, já não precisávamos de mais prelúdios, buscávamos desesperadamente o desfecho. Ele me segurava pelos glúteos, me erguendo enquanto eu, com agilidade, abria as pernas e me agarrava à cintura dele, me segurando no pescoço. Graças à constituição dele, muito mais forte que a minha, a gente se acomodava fácil, de um jeito que o pau dele entrava naquela buraquinho apertado. Ele me penetrava com tanta intensidade que eu gemia baixinho, gozando com toda aquela adrenalina. O vai e vem do pau dele literalmente me enlouquecia, mas o trajeto estava chegando ao fim, sabendo que não podíamos demorar mais, senão ficaria muito suspeito.
Já na cozinha, rapidamente eu pegava a pipoca, a frigideira, o óleo, enquanto ele, de joelhos, lambia minha buceta, mmmmm que gostoso, a língua dele brincava no meu clitóris enquanto os dedos entravam e saíam rapidamente. Não tínhamos muito tempo e, querendo agradá-lo, eu me ajoelhava para dar um boquete gostoso. Claro que naquela época ainda não éramos tão experientes, mas fazíamos o que podíamos, e era tão gostoso.
Ele me encurralava contra a mesinha, eu jogava meu corpo para trás, dando todas as facilidades para ele me comer, enquanto, por uma fresta na parede, eu vigiava qualquer movimento estranho. Tudo estava calculado: a hora, o lugar, a posição e até a fissura que, há tempos, estrategicamente, tínhamos aumentado.
Não tinha mais o que esperar, ele metia uma e outra vez, até o fundo, gerando um som excitante de prazer que se misturava com o barulho da pipoca estourando.
Seguíamos naquele movimento, incansáveis, nos dando o que queríamos, mas um grito de alerta nos deixava em alerta: a pipoca está queimando!!
Com uma risada nervosa pelo descuido e a vontade ainda no ar, voltávamos para minha caminha para moer pipocas queimadas e beliscar biquinhos.
Fingindo que estávamos dormindo, pouco depois ouvimos um leve Suspiro, o milagre tinha acontecido!! Finalmente minha cuidadora tinha caído no sono.
Que delícia, agora eu ia comer com gosto, totalmente necessitada, abaixei o casaco até o quadril, cobrindo até minhas pernas, eu mesma levantei minha saia fazendo biquinho pra trás enquanto o desesperado tirava o pau. Enfiou a cabecinha e o resto deslizou sozinho, entrava e saía à vontade com movimentos suaves pra não acordar ela, a mão dele brincava no meu clitóris enquanto eu acariciava meus peitos, tava tão putinha que sem vergonha nenhuma eu abria meus lábios pra ele enterrar tudo.
Foi aí que senti algo diferente enquanto ele me penetrava, os dedos dele largaram meu clitóris, e dando uma pausa, levou líquidos da minha buceta pra trás, pouco depois senti um cóceguinha suave na minha bunda, que me fez tremer, mas deixei ele continuar, o dedinho dele insistiu mais, massageando até meu anel começar a ceder, como eu tava tão tarada, deixei ele seguir com a exploração, mesmo tendo pulado quando o dedo médio dele penetrou minha buceta ao mesmo tempo que o polegar furava minha bunda.
Gostei da sensação de formigamento no meu rabinho e das palavras dele me dizendo: você é minha mulher, deixa eu fazer isso, eu fechava os olhos meio indecisa, mas ele insistia, meu amor, quero que você seja totalmente minha, me entrega seu cu.
Nós nos amávamos sem dúvida, e talvez por isso, por desejo, por curiosidade, por agradar ele ou talvez por uma mistura de tudo, aceitei suplicando: devagar!
Vi os olhinhos dele se torcerem de felicidade com minha disposição, um creme da minha mesinha serviu como lubrificante que ele passou ao longo do pau, um pouco da saliva dele também suavizaria a desfloração, meus suquinhos ajudaram muito e tanta era minha vontade que minha bunda rapidamente se acostumou com o dedo dele, mas ficava mais difícil porque o pau dele começava a empurrar, doía, meu cu era virgem, nada tinha entrado ali, exceto o dedo dele.
Esporeou suave, empurrou um pouco mais e eu me afastei assustada, _Vamos, amor, só a cabecinha
Deixei ele insistir. Novamente, ele era alguns anos mais velho, então já tinha suas manhas. Empurrou mais, eu gemi, já tinha uma parte entalada no meu corpo, queimava, ardia, só queria que ele tirasse dali e que a gente brincasse melhor na minha buceta, mas ele me tratava tão doce que eu não queria decepcioná-lo, e deixei ele empurrar um pouco mais.
Notando minha dor e me deixando engasgada, ele apalpou meus peitos de novo, lambeu, chupou e mamava tão gostoso que em pouco tempo eu já tava quente de novo.
Naquela vez, sendo minha noite de estreia, entendi qual era o segredo pra uma mulher se deixar... por trás, e curtir. Foi exatamente isso que ele fez: aproximou os dedos no meu clitóris e massageava do jeito que eu gosto, que gostoso que eu sentia, e enquanto me dava prazer ali, empurrava devagarinho atrás. Quanto mais acelerava o movimento no meu clitóris, mais empurrava na minha bunda. Se era isso o ideal — carícias na frente pra se deixar por trás — comecei a gostar tanto que eu mesma recuei, enfiando um pouco mais, e aproveitando minha submissão, ele me penetrou por completo, até o fundo.
Conseguiu: tinha arrombado meu cuzinho e eu sentia como o gostinho na frente diminuía a dor atrás. Ele tirou o pau devagar e meteu de novo. Surpresa: comecei a gostar aos pouquinhos, deixei ele entrar de novo e sair de novo. Ele tava me comendo tão gostoso, mas aconteceu algo mais...
Sei que por higiene e questões de saúde não se deve fazer, mas naquele momento de loucura e naquela idade, quem ia pensar nisso? Talvez nem devesse contar, mas já que tô me confessando...
Ele meteu na frente e depois entrou atrás: três metidas na frente, duas atrás; quatro na frente, três atrás; cinco na frente, quatro atrás. A gente tava no ponto do alfaiate: pontinho na frente, pontinho atrás. Eu não aguentei mais: um orgasmo intenso, longo, com muitas palpitações vaginais me fez suspirar, e ele, aproveitando meu gozo, me penetrou com mais força. Não aguentou muito: umas quatro ou cinco enfiadas a mais na minha bunda o exauriram. deixando todo o leite dele no lugar mais íntimo do meu ser.
Depois de voar pro banheiro, ficamos abraçadinhos, felizes com aquele momento lindo da minha grande estreia.
Talvez tenha quem pense que na primeira vez no cu, a dor não deixa aproveitar, mas fico feliz em dizer que eu realmente gozei. Aquela noite, sem dúvida, marcou pra sempre minha sexualidade.
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