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Compêndio IAcordei cedo e quis escrever eu mesma!
😍
Ainda tô dolorida toda, mas tô com um sorriso que vai durar até segunda.
😆
Quando ele fica assim, queria que me emprestasse o capacete e as botas dele, porque ele me faz ralar pra caralho.
😍
Lembro que quando começamos a morar juntos, a gente passava 2 ou 3 horas assim…
Mas agora…
😂
6 horas me deixam morta! XD
Adoro quando ele me come pela buceta, mas agora tá ardendo pra cacete. XD
Quarta-feira eu tirei leite dele, como toda manhã. Mas ele tava tenso por causa do trampo.
“Você se importa se a gente transar?” ele perguntou, com aqueles olhinhos que eu não consigo recusar.
E a gente começou a se beijar, e ele começou a meter e tirar, enquanto meus peitos derretiam nas mãos e nos lábios dele…
Foi um jeito gostoso de começar o dia!
Mas pra ele, não era suficiente…
E minha buceta tava disponível…
😂
Percebi que eu gozo o dobro pela buceta!
😳
Aí, saímos do chuveiro, começo a vestir a saia…
E ele continua duro! XD
Quando conseguimos sair do banheiro (depois de uma hora e meia lá dentro), nem iludo de usar calcinha.
Preparo o café… E ele se mete entre minhas pernas!
😛
É um safado! 😛
E passa a língua, até a cafeteira ferver e eu ter que pedir pra ele parar, mas ele não me larga até eu gozar.
😃
Café da manhã, tomando chá com torradas e ele continua na bad, porque tá preocupado com o trampo.
Lavo a louça… e de novo minha buceta…
😛
Lá pro meio-dia, eu queria paz!
Ele me seguiu pela casa e fez de tudo comigo!
Mas vi aqueles olhos tristes e tive que me esforçar com a boca e com os peitos, mais uma vez.
E só lá pras 4, ele quis se aninhar e descansar…
Por um tempo. Depois amamentei as pequenas, tomamos banho pra tirar o suor…
E de volta ao começo!
Mas mesmo que me incomode um pouquinho dar de mamar pras pequenas e sinta aquela pontada no rabo, vale a pena.
Porque lembro dos dias que sentia falta dele, quando ele ia trabalhar. Que queria que ele me desse carinho.
E por isso, aceitei. jejeje!
Ele me dá forças. Diz que não importa o que falem na universidade. Que isso eu tenho que ver como um descanso.
Uma oportunidade pra me expressar do jeito que eu quiser.
E é por isso que quis escrever hoje, pelo que aconteceu naquela tarde, quando eu e a Susana ficamos na praia.
De manhã no sábado, mandei ele pras aulas de surf. Garanti que ele me desse meu café da manhã antes, e ele voltou antes do meio-dia, já que os voos pra ilha saíam às 13h.
Esperei ele com o almoço pronto.
Era só macarrão com molho, mas pra ele era manjar dos deuses e ele me agradeceu com muitos beijos.
😓
Mas acho que me passaram a perna com as aulas de surf dele, porque meu marido me contou que nem chegaram a tocar no mar.
XD
Acompanhei ele até o aeroporto e, se não fosse pelo meu marido, eu não teria distinguido qual era qual, porque resolveram trocar de roupa pra pregar uma peça na gente.
Mas ele reconheceu elas na hora e, depois da despedida, eu e a Susana fomos na caminhonete do meu marido, já que eu não sei dirigir…
(Mas logo vou ter que aprender, jijiji)
“Ainda não entendo como você consegue ficar tão tranquila, Mari!” a Susana me dizia, enquanto a gente colocava as perninhas das pequenas no mar. “Te contei que minha irmã é uma puta!”
😆
“E eu te disse que confio no meu marido…”
“Mari, não seja otária!” ela falou, toda exaltada. “Aquela gostosa até se parece, mas não é que nem eu!”
Isso me fez sorrir, porque ela mesma já tinha provado isso.
“Talvez, Susana!” eu disse, bem mais calma. “Mas ela também é uma garota boa…”
Ela continuava frustrada e eu adorava ver aquilo, porque ela não sabia cuidar das pequenas e foi muito divertido ensinar ela.
“E se ela der em cima do seu marido, Mari? Não te preocupa ser corna?”
😕
É uma pena que não exista uma palavra melhor!
Não me sinto corna, porque ele é muito honesto e é ele mesmo que me pede pra ser fiel.
Aliás, “ser fiel pra mim” tá errado no meu caso, porque ele já é muito leal.
“Não. Você se preocupa com isso?” perguntei.
Ela ficou chocada… Claro que me preocupa!... Mari, você é minha amiga!..." respondeu, bem perturbada.
"...E você gosta do meu marido, né?"
"Mari, como você me diz uma coisa dessas!"
😆
Ela fez uma cara entre surpresa e pena.
Fiz um carinho na cabeça dela.
"Você gosta muito dele, né?" perguntei.
Ela começou a chorar.
😔
Fiquei com muita pena!
"Sim, Mari!" respondeu, chorando. "Gosto muito dele!"
"Tá tudo bem! Não tem problema!" falei, tentando acalmá-la.
"Me desculpa, Mari! Não foi culpa dele!" ela explicou. "Ele me roubou um beijo... mas foi pra agradecer... se não tivesse feito, eu teria beijado ele..."
XD
Eu tava achando muito engraçado!
"Ele te roubou um beijo?" perguntei, morrendo de rir. "E como foi que aconteceu?"
Ela estranhou me ver tão tranquila.
"Você não tá brava?"
"Claro que não!" falei, secando as lágrimas dela. "Te contei que meu marido é incapaz de me trair e que o único jeito de ele me enganar é se uma garota se jogasse em cima dele ou se eu pedisse..."
E ela me olhava, igualmente surpresa.
XD
"E você não tá brava?" ela perguntou de novo.
☺️
Mostrei meu sorriso.
"Foram os olhos dele, né?"
XD
O olhar dela parecia que eu tinha feito um truque de mágica.
"Como... você sabe?"
"Você gosta dele, porque conhece ele há alguns dias." respondi, acariciando os ombros dela. "Imagina eu, que conheço ele há quase 4 anos..."
"Mas... como você não fica brava?"
E eu dei um sorriso, pegando as mãos dela.
"Porque você é uma garota boa!... igual sua irmã."
Ela ainda não tava entendendo, e por isso quis escrever isso, porque sempre tenho dificuldade em explicar.
XD
"Eu sei bem que meu marido é especial. Amo ele mais que a própria vida e ele me ama igual... Mas tem momentos que quero que ele se canse comigo. Que a gente vire um só e descanse, satisfeitos, lado a lado." falei, tentando usar a voz mais calma que tenho. "E é aí que sua irmã e você entram nas nossas vidas."
"Minha irmã e eu?"
"Você deve ter percebido, né? Ele olhou nos seus olhos, de um jeito especial, quando fez amor com você. Você se sentiu única e a mais gostosa... importante no mundo dela, né?”
“Você… também sabe?” ela me perguntou, espantada e enxugando um pouco as lágrimas.
XD
“Fui eu mesma que pedi!” respondi. “Quando soube que você tinha namorado e vi que andava sozinha, percebi que algo tava errado e, por isso, quis emprestar ele pra você…”
“Emprestar ele?”
😆
“Pra você ver que um namorado pode ser melhor.” Respondi. “Eu sei que você gosta dele, mas não seria capaz de me roubar ele, né?”
“Não… porque você é casada com ele… e ele é o pai dessas meninas.” Ela respondeu, mesmo confusa.
Ela tinha conquistado um dos primeiros lugares na minha amizade!
“E isso faz de você uma garota do bem, Susana!” falei, toda feliz. “Eu empresto ele pra você, porque você precisava ver que alguém que te ama de verdade, tá sempre do seu lado e não te deixa sozinha.”
“Espera aí, Mari!... Você tá dizendo que seu marido me ama?”
XD
A coitadinha não tinha percebido!
“Claro, Susi! Por que você acha que ele te roubou um beijo?”
Ela não conseguia acreditar…
Eu, sendo a esposa dele, dizendo que meu marido amava ela.
😉
E ainda tinha que contar outras coisas…
“Vocês não são as únicas…”
Ela me olhou, chocada.
“Já emprestei ele várias vezes!... mas ele ama cada uma delas… e não é igual à maioria dos caras. Se você precisar dele porque tem um problema, ele vai te ajudar…” e eu comecei a rir. “E se você quiser ele pra outra coisa… também…”
E como algumas antes dela, ela fez a pergunta de sempre.
“Mas Mari… como você empresta ele?”
“Quando eu era criança, Susi, meu pai era um pão-duro e as poucas coisas que eu tinha, minha mãe que me dava. Sempre tive que dividir meus brinquedos e minhas roupas e nunca tive algo que fosse só meu… até conhecer ele…”
😚
Senti minhas bochechas queimando. 😛
“Acredita em mim, Susi, que o que você sente por ele é só uma parte do que eu sinto!...” expliquei, chorando de alegria. “Se você soubesse as coisas que a gente viveu e tudo que passamos até chegar aqui, talvez conseguisse me entender!... e é por isso que empresto ele pra você. Porque quando a Vamos, sua vida vai melhorar muito... e você vai me devolver ele."
"Mari!" ela me disse, e a gente se abraçou, as duas chorando.
Ela me contou a vida toda dela e como foi se apaixonando pelo meu marido. Eu contei o que podia contar (porque contar que minha família esteve com ele é meio difícil de entender XD) e a gente falou sobre como ele nos faz sentir, que é uma das coisas que eu mais curto.
Porque ele faz coisas que eu amo e acho que sou a única que sente isso. Mas percebo que não é bem assim, e pelo jeito que ela conta, fico ainda mais feliz que ele seja meu marido.
"Então, Mari... e os Dragões de Komodo...?" ela perguntou, meio triste.
"Não, Susana! Infelizmente, é verdade..." falei, forçando um sorriso. "Meu marido curte essas paradas... mas tem que acreditar em mim: quando ele te ama de um jeito, não importa se você e a Nery são idênticas."
"Você... acha?" ela perguntou, ainda envergonhada por ser eu quem tava falando isso.
"Claro, Susi!" respondi. "Meu marido sempre diz que não curte transar com as mulheres e prefere fazer amor com elas... tem umas que não ligam... mas meninas boas, como você, gostam disso... E não se sinta mal, Susana! Sei que é difícil me entender, porque você nunca conheceu um cara assim, mas eu tô super feliz de emprestar ele pra você!"
Ela chorava.
"Não, Mari!... Acho que te entendo... porque acontece a mesma coisa comigo e a tábua!"
Ela respondeu, e eu dei um beijo na bochecha dela.
Lá pelas 6, a gente começou a guardar as coisas.
"Então... Ele e minha irmã?..."
"É bem provável, porque a Nery também curte!... e eu deixo, porque ele é foda..."
😛
"E o que vai ser de você?"
"Nada! Vou dormir que nem uma rainha!... porque vou fazer amor com ele e ele vai ficar exausto... e vai deitar comigo, me acariciando, até de manhã, quando eu acordar ele com aquela mamada matinal e mandar ele pros seus braços..."
Ela riu.
"E de verdade, você não tá chateada?"
"Não, Susana! Porque você tem que me devolver ele!" e expliquei de novo. "Eu sei que ele Você quer e sabe também o quanto ele é importante pra mim! E é por isso que você não pode ficar com ele, porque sabe que tem que devolver!”
“Você é a primeira gatinha que eu conheço que empresta o marido!” ela disse, sorrindo.
“O que eu peço é que você ensine ele a surfar um pouco mais!” eu pedi. “Quando você falou da prancha naquele dia, falou igualzinho ele… e isso deixa tudo mais lindo.”
“Vou tentar, Mari, vou tentar!” ela disse, me abraçando bem forte. “Mas você é uma gatinha muito especial!”
😊
Sim, eu sei. Porque sou casada com ele….
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1 comentários - Siete por siete (79): El sueño del pibe (VIII)