Mamãe bêbada na noite de formatura parte II

Já tinha passado uma semana desde a noite que consegui comer minha mãe bêbada depois da minha festa de formatura. A verdade é que, mesmo ela lembrando do que rolou, a relação entre a gente tava no melhor momento possível. O acordo era que o sexo tinha acontecido, mas não ia rolar de novo, nem a gente ia tocar mais no assunto. Sinceramente, eu tava de boa com a situação. A gente brincava e fazia piadas que entre mãe e filho não são tão normais. Lembro que uma manhã acordei e ela tava no meu quarto catando roupa suja pra lavar. Tava de roupão meio curto e ajoelhada de quatro tentando pegar algo debaixo do armário. Dava pra ver a calcinha dela e, claro, aquele par de bundão que ela tem. Cheguei por trás bem devagar, sem ela perceber, e dei uma mordida na bunda dela. Ela levou um susto, mas quando viu que era eu, começou a jogar roupa suja em mim sem parar de rir.

Num domingo, decidimos com a família ir pra praia. Eu, meus pais e meus irmãos fomos pra Boca Grande, aqui em Cartagena. Levei minha namorada junto. Lembra que eu tava naquela de conseguir comer ela pela primeira vez? Com ela era complicado, porque é uma menina caseira e, como nunca tinha feito com ninguém (VIRGEM), eu não queria pressionar. Além disso, tava muito apaixonado por ela.

Chegamos na praia e, como o sol tava bem forte, a manhã pedia umas cervejas. Foi assim que começamos a beber: eu, minha namorada e meus pais na beira do mar. Tava na praia umas 1h da tarde com um sol escaldante, sufocante. Já meio tonto e imaginando que ela tava mais, peguei minha namorada pela mão. Ela já tava de biquíni duas peças. Levei ela pra água, onde a maré batia na altura do peito. Ali comecei a passar a mão nos peitos dela, ela deixava. Depois, enfiei a mão na buceta dela — que delícia, depiladinha, macia. Ela só falava pra não colocar os dedos, que o que devia Entrar primeiro por ali era meu pau, só de ouvir isso já deu vontade de comer ela ali mesmo, mas a verdade é que tinha muita gente.
Eu tava apalpando minha namorada dentro da água quando vejo que minha mãe e meu pai tão se aproximando por trás da gente, aí tiro a mão da minha namorada de entre as pernas e começamos a falar de qualquer coisa. Meu pai, se achando o bom nadador, decidiu ir mais pra frente dentro da água. Fiquei conversando e brincando com a mamãe e minha namorada. De repente, me aproximo por baixo da água da minha mãe, agarro as pernas dela e tiro a lycra sem falar nada pra minha namorada. Minha mãe só fingiu que se assustou, e assim o jogo começou entre nós dois, com minha namorada do lado sem perceber nada. Enfiei a lycra da minha mãe dentro da bermuda. Umas cinco minutos depois, minha namorada cansou e deixou eu e minha mãe sozinhos. Me aproximo dela, e ela se joga em cima de mim, dizendo: "Coitadinha da minha nora, foi cansada e tenho certeza que não foi de nadar. Imagino a dedada que você deve ter dado na pobre." Enquanto sorria, sem disfarçar que já tava bem bebida e com cara safada, perguntei se ela tava com ciúmes. Ela disse que não, que isso era normal entre casais dentro da água. Falei que sim, que era isso que eu tava fazendo até eles chegarem. E ela respondeu: "Então atrapalhamos o momento." Disse pra ela não se preocupar, que teria outra chance. Ela pediu a lycra de volta antes do meu pai chegar, e eu respondi que com o biquíni preto que ela usa por baixo fica melhor. Aí ela respondeu: "Quer dizer que você quer que quando eu sair com o biquíni todo molhado, todo mundo na praia veja os lábios da minha buceta? É por isso que não uso ele por fora, porque entra na minha racha do cu. Se quiser, vem ver como tá agora." Nisso, estico minha mão por trás até tocar as nádegas dela e percebo que a peça por baixo do biquíni tá enfiada na racha entre as bundas dela. E digo: "O problema é que você tem muita bunda. Culuda, por isso tudo que você veste fica pedindo pra entrar. Ela sorri e me diz: "Calma, rapaz, você tá falando com sua mãe e aqui tem muita gente". Continuo passando a mão na bunda dela até chegar na frente e sentir aquele volume de carne que é a buceta dela. Como não senti resistência, decido enfiar um dedo lá dentro, e ela dá um pulinho pra trás: "Menino, não! Qual foi o combinado? Quer que eu me alvoroce e acabe te dando uma trepada aqui na praia?" Eu sorrio e falo pra ela ficar tranquila, que na praia não quero, mas à noite, que tal? Ela não respondeu nada. Aí me deixou pasmo: "Filho, e a sua namorada, como é na cama? Com essa sua agitação toda, imagino que já chupou ela, né?" Eu ri, meio sem graça, enquanto respondia que não, que ainda não tinha passado de beijos, carícias e mamadas. Ela caiu na gargalhada: "Mas como assim, se já tem mais de um ano?" E olha, eu pensava a mesma coisa, mas não queria pressionar ela e estragar o relacionamento bonito que a gente tinha. Ela perguntou: "Então a última trepada que você deu numa mulher foi a que você deu em mim?" "Verdade, mãe." Minha mãe se aproximou de mim e, com cuidado pra ninguém notar, pegou no meu pau debaixo d'água. "Tá bem duro, meu filho. Isso é de tanto apalpar sem ter nada em troca." A verdade é que meu pau tava estourando e, pra piorar, minha mãe começou a enfiar a mão por dentro da sunga e me masturbar. Curtindo a massagem subaquática dela, perguntei se ela queria repetir o que rolou na outra noite. Ela respondeu: "Calma, meu filho, uma punheta não vai fazer mal pra nenhum de nós dois, depois que você já me comeu bêbada como se fosse um bicho." Ouvindo ela falar isso, decidi levar minha mão até a virilha dela, sem encontrar resistência. Enfiei a mão por baixo do biquíni e encontrei uma buceta melada — não posso dizer só molhada, não. Enfiei um dedo, enfiei dois, e aí já não aguentei mais. não consegui segurar mais, gozei dentro d’água, rindo que nem um idiota — era uma sensação que eu nunca tinha sentido na vida. Aí minha mãe me pergunta: “O que houve? Não aguentou a punheta que eu tava te dando ou foi demais pra você meter os dedos em mim aqui na praia, do lado de tanta gente?”. Falando isso, ela me surpreendeu com o que fez em seguida: mergulhou um instante na água e depois saiu me pedindo pra dar uma mão por baixo d’água. Eu não podia acreditar. Ela me passou o biquíni, dizendo: “Vamos dar uma rapidinha pra você ver como sua mamãe te ama”. Eu olhava pra todo lado, não conseguia acreditar. Minha mãe tava me convidando pra meter nela na frente de tanta gente, e o melhor de tudo é que ela já tava pronta e pelada. Mas, verdade, eu não tive coragem. Falei que a gente tava meio bêbado e que, na frente de todo mundo, alguém podia nos ver. Ela chegou na minha frente e, mergulhando na água, baixou minha sunga. Mesmo com muita gente brincando e zoando dentro d’água, ninguém ia desconfiar de uma mãe brincando na praia com um dos filhos. O pau subiu na hora quando senti ela baixando a sunga. Aí, virando de costas pra mim e fingindo que tentava nadar, ela encaixou meu pau na entrada da buceta dela e meteu de uma só vez. A sensação foi indescritível. Nunca tinha comido ninguém na água, muito menos esperava que a primeira transa aquática fosse com a minha mãe. A verdade é que o nervosismo me dominou, e eu empurrei ela, tirando o pau de dentro. Ela me olhou com uma cara de “o que foi?”, mas eu repeti que era muito perigoso, que podiam nos descobrir. Irritada, ela chegou perto de mim, tirou a sunga e o biquíni da minha mão, mas não vestiu. Disse: “Bom, já que você não quer, tenho certeza de que seu pai vai meter em mim na hora. Se quiser, espera aí e vê como ele me come”. Ela foi uns metros adiante e chamou o pai, que chegou onde ela estava. Começaram a conversar, e eu notei como... Minha mãe tava fazendo a mesma técnica que tinha feito comigo, meu pai olhava pra todo lado e era óbvio que ele achava que eu não sabia o que eles estavam fazendo.
Minha vida inteira morando com eles e nunca pensei que ia ver eles trepando, ainda mais em público. Pra idade que tinham, eram um casal bem tarado, e a real é que se minha mãe tava dando pro meu pai quase na minha frente pra me deixar com ciúmes, ela tava conseguindo. Mas aí a excitação foi mais forte e eu comecei a bater uma por baixo da água, assim que terminei, decidi sair de lá.

Na beira, debaixo da barraca onde a gente tava, sentei numa cadeira e esperei meus pais saírem. Depois de uns minutos, os dois saem. Meu pai vem com um sorriso de orelha a orelha e minha mãe vem me olhando fixo com cara de "te falei, filho". Quando chega, minha mãe me pede pra acompanhar ela até o carro pegar umas toalhas. Levanto rápido e a gente vai pro estacionamento na frente da praia. Chegamos no carro, ela entra no banco de trás, tira a parte de baixo do biquíni, deita no banco e abre as pernas o máximo que consegue, dizendo:

- Olha bem, palhaço, você não quis e olha como seu pai encheu minha xereca de leite.

Ainda dava pra ver a buceta dela escorrendo um pouco da porra que meu pai tinha botado. Falo pra ela:

- Mãe, o que cê tá fazendo? Não vê que podem te ver?

Ela responde:

- Cê é viado ou o quê?

Ela vira, fica de quatro, separa as nádegas com as duas mãos e mostra o cu:

- Olha o que eu tô te oferecendo e você não quer comer. Cê não gosta da minha raba? Me fala, é verdade? Não gosta?

Nisso, vejo gente se aproximando e falo pra ela se acalmar, que ela tá bebada e que os outros banhistas vão ver. Ela responde:

- Tô nem aí, quero que você me coma aqui mesmo. Não foi você que me provocou? Quem mandou? Agora me responde como homem, viadinho!

Não aguento e o que faço é fechar a porta, enquanto falo "bêbada" e deixo ela lá. Sozinha falando, vou até a barraca onde está o resto da família e me sento, dizendo que minha mãe vem atrás, que ficou tirando a água salgada no banheiro do estacionamento. Ao notar que passam mais de cinco minutos e minha mãe não volta, falo pra todos que vou voltar pra ver qual é a demora dela, e todos concordam sem dizer mais nada.
Chegando de novo no estacionamento, vejo que não tem ninguém por perto e vou até nosso carro. Lá encontro ela no mesmo lugar que deixei, de quatro, se dedando na buceta. Como vejo que não tem ninguém por perto, abro a porta que estava destrancada e puxo minha mãe pra porta do carro. Ali mesmo, abaixo um pouco minha bermuda e coloco meu pau na entrada da buceta dela. Começo a penetrar e ela diz: – Achei que você não me queria mais, meu filho. Fiquei muito tesuda quando você meteu os dedos dentro da água, e nem a transa com seu pai tirou a vontade de que meu filho me metesse de novo!
Continuei fodendo ela por uns dois minutos, mas pela pressão de sermos vistos, não conseguia me concentrar. Então comecei a talhar a buceta dela muito mais forte, e ela começou a gritar dentro do carro: – Porra, assim, meu filho, assim que se come uma puta. Me dá assim, arrebenta minha xota, amor.
Eu continuei, e não sei se era a cerveja, mas já tinha mais de cinco minutos sem conseguir gozar. Some a isso que eu já tinha gozado dentro da água duas vezes. Olhava pra todos os lados e não via ninguém, então, enquanto continuava penetrando, meti o polegar direito no cu dela. – Ai, meu filho, sim, me dá no cu também. Mete mais um dedinho no cu, meu filho, que eu gosto.
Eu estava quase gozando ao ouvir essas palavras, mas vi que meu pai estava entrando no estacionamento. Então me desencaixei e avisei minha mãe pra se arrumar também. Ela me obedeceu e na hora vestiu o biquíni. Meu pai chegou: – Ah, então o que é que tem sua mãe? Qual é a demora? Eu respondo: – Nada. Papai só está se trocando dentro do carro porque não vai mais entrar na água, com isso ficou tranquilo e esperou junto comigo a mamãe sair do carro.
Foi assim que tive minha segunda sessão de sexo com minha mãe, novamente um pouco bêbada, mas muito mais consciente das coisas. À noite já estávamos em casa, esperando a janta para depois ir descansar e dormir. Enquanto meus pais e irmãos jantavam, eu levava minha namorada para a casa dela, onde fomos convidados para jantar juntos. Ao voltar para casa, todo mundo já estava deitado, menos minha mãe, que me esperava vendo televisão na sala. Ela estava de roupão longo de dormir, sentada com as pernas abertas, mostrando que não estava usando calcinha, e me disse: – Então, moleque, agora é a hora. Vem aqui e termina o que você começou na praia. Completa a trepada que você estava me dando, que fiquei esperando você gozar na minha buceta e nada. Então, por favor, me dá minha porção de porra, que eu tomo pela buceta ou pelo cu, por onde você quiser... continua.

No próximo relato, conto como terminou a foda à noite com minha mãe, e como descobri o gigantesco caso da minha santa e querida namorada, e como minha mãe faz de tudo para me animar.

10 comentários - Mamãe bêbada na noite de formatura parte II

Muy buena continuacion!! Esperamos el siguiente.
Jaja, que chevere, yo soy y vivo en cartagena también. Saludos, "vecino".