Nos conhecemos nos pegando numa balada, eu recém-solteiro, ela de safada. Na mesma noite, vi ela pegar com dois outros amigos, e ela me viu chupando a boca de duas amigas dela. Álcool e desinibição. Com o tempo, começamos a sair, primeiro como amantes, depois como amigos com benefícios, e finalmente como casal.
Fazia um bom tempo sem travessuras, quando ela me disse que estava meio entediada, que se sentia fora do mercado. Eu incentivei ela a flertar com outros caras. Ela, como recompensa, me autorizou a sair pra putaria com meus amigos, com certos limites: podia dançar, beijar, pegar, meter os dedos na buceta, chupar os peitos, deixar fazer um boquete... mas só até aí, assim eu voltava todo excitado pra comer ela com mais vontade, claro que quando voltava, ela exigia que eu contasse com todos os detalhes com quais minas eu tinha pegado, isso a excitava.
Depois de um tempo, ela me contou que estava conversando com um cara com quem tinha ficado numa balada uma vez, quando estávamos brigados. O cara morava em outra província, bem longe. Ela me disse que o sujeito queria fazer um chat quente, eu falei que se ela tivesse afim, era pra mandar ver. Ela não teve coragem. A coisa ficou por isso.
Um dia, nas férias, ela me conta que o cara ia passar um fim de semana na nossa cidade e tinha chamado ela pra sair. Ela disse que tinha namorado. Ele falou pra ela dar um jeito de escapar com alguma desculpa. Ela me mostrou a conversa, mordendo os lábios entre a excitação e o medo de eu ficar bravo. Ela me olhou: "O que eu faço? Não quero fazer nada que te incomode ou te faça sentir mal."
Perguntei se ela gostava do cara. Ela disse que o que a excitava mais era a situação, fazia anos que não se sentia cortejada. Falei pra ela sair com ele, que se quisesse, podia ficar com ele, que se quisesse, podia transar com ele, com duas condições: eu escolheria pra qual hotel ela teria que levar ele e em qual suíte ele ia comer ela (claro que ele não saberia de nada, ela pediria como se fosse ideia dela), e ela não ia dar a buceta pra ele, só o cu. Por que eu coloquei essas condições? condições? tarado, suponho, mas talvez quisesse ter algum controle sobre a situação.
Minha namorada gostava pra valer da ideia de um encontro romântico e de despedida de solteira. Começou a se cuidar, perdeu uns quilinhos extras, começou a ir na academia. Me mostrou uma lingerie que tinha comprado pra estrear com ele. E a gente transava pra caralho imaginando como iam comer ela. De vez em quando, batia uma culpa e ela falava que não ia fazer nada. Eu não pressionava, que fizesse o que quisesse fazer, fosse o que fosse.
Finalmente chegou o dia, o cara ligou pra ela contando que tava na cidade e perguntando se ela queria, à noite, ir jantar e ao cinema, e pra inventar qualquer desculpa pro namorado. Eu tava do lado dela ouvindo a conversa.
Ela foi na depiladora, no cabeleireiro, ficou linda. Eu arrumei um rolê com os amigos, pensando em pegar alguma putinha de balada enquanto minha mulher tava levando rola no cu.
Faltando cinco minutos pra ele buscar ela, ela se arrependeu, me disse que se sentia uma puta, que não conseguia aproveitar, que me amava. Acalmei ela, falei que se ela me deixava sair pra pegar novinhas, era justo que ela fizesse o mesmo. Ela disse que não dava pra comparar, que eu pegava umas gatinhas na balada, mas ela ia sair num clima de namoro.
Quando já tava escrevendo uma mensagem pro cara pra cancelar, me veio uma ideia que podia deixar todo mundo feliz. Eu sabia que ela me amava, que não aguentaria a culpa se me machucasse ou achasse que tava me machucando. E que eu também amava ela, e adorava ver ela feliz, se sentindo desejada, se cuidando, a emoção da aventura, mesmo sabendo que seria passageira.
E o cara, pelo que vi nos chats que ela me mostrou, só queria meter mesmo, o resto era conversa fiada. Ela sabia disso, mas gostava do jogo.
— Para, não cancela, vamos fazer uma coisa...
— Não, não me enche o saco, já era, não vou.
— Me escuta, vamos fazer o seguinte: você vai, faz de conta que é a namorada por um tempo, deixa ele te levar pra jantar, pro cinema, que te trate bem, e eu vou seguindo vocês, finjo que sou otário, sento longe e fico de sacanagem olhando a situação, então tudo que você fizer com ele, a gente vai saber que é pra excitar nós dois... e se você for pro hotel, bom, eu chamo uma puta paga, vou pro mesmo hotel, e como ela a metros de onde você tá dando pra ele.
Ela me olhou com cara de safada, os olhinhos brilhavam, ria, a cara dela mudou completamente, os bicos dos peitos ficaram duros, dava pra ver pelo vestido.
— Você é um doente, sabe disso, né?
— De amor por você...
Nisso a campainha tocou, o namorado da minha mina tinha chegado pra buscá-la...
(continua)
Fazia um bom tempo sem travessuras, quando ela me disse que estava meio entediada, que se sentia fora do mercado. Eu incentivei ela a flertar com outros caras. Ela, como recompensa, me autorizou a sair pra putaria com meus amigos, com certos limites: podia dançar, beijar, pegar, meter os dedos na buceta, chupar os peitos, deixar fazer um boquete... mas só até aí, assim eu voltava todo excitado pra comer ela com mais vontade, claro que quando voltava, ela exigia que eu contasse com todos os detalhes com quais minas eu tinha pegado, isso a excitava.
Depois de um tempo, ela me contou que estava conversando com um cara com quem tinha ficado numa balada uma vez, quando estávamos brigados. O cara morava em outra província, bem longe. Ela me disse que o sujeito queria fazer um chat quente, eu falei que se ela tivesse afim, era pra mandar ver. Ela não teve coragem. A coisa ficou por isso.
Um dia, nas férias, ela me conta que o cara ia passar um fim de semana na nossa cidade e tinha chamado ela pra sair. Ela disse que tinha namorado. Ele falou pra ela dar um jeito de escapar com alguma desculpa. Ela me mostrou a conversa, mordendo os lábios entre a excitação e o medo de eu ficar bravo. Ela me olhou: "O que eu faço? Não quero fazer nada que te incomode ou te faça sentir mal."
Perguntei se ela gostava do cara. Ela disse que o que a excitava mais era a situação, fazia anos que não se sentia cortejada. Falei pra ela sair com ele, que se quisesse, podia ficar com ele, que se quisesse, podia transar com ele, com duas condições: eu escolheria pra qual hotel ela teria que levar ele e em qual suíte ele ia comer ela (claro que ele não saberia de nada, ela pediria como se fosse ideia dela), e ela não ia dar a buceta pra ele, só o cu. Por que eu coloquei essas condições? condições? tarado, suponho, mas talvez quisesse ter algum controle sobre a situação.
Minha namorada gostava pra valer da ideia de um encontro romântico e de despedida de solteira. Começou a se cuidar, perdeu uns quilinhos extras, começou a ir na academia. Me mostrou uma lingerie que tinha comprado pra estrear com ele. E a gente transava pra caralho imaginando como iam comer ela. De vez em quando, batia uma culpa e ela falava que não ia fazer nada. Eu não pressionava, que fizesse o que quisesse fazer, fosse o que fosse.
Finalmente chegou o dia, o cara ligou pra ela contando que tava na cidade e perguntando se ela queria, à noite, ir jantar e ao cinema, e pra inventar qualquer desculpa pro namorado. Eu tava do lado dela ouvindo a conversa.
Ela foi na depiladora, no cabeleireiro, ficou linda. Eu arrumei um rolê com os amigos, pensando em pegar alguma putinha de balada enquanto minha mulher tava levando rola no cu.
Faltando cinco minutos pra ele buscar ela, ela se arrependeu, me disse que se sentia uma puta, que não conseguia aproveitar, que me amava. Acalmei ela, falei que se ela me deixava sair pra pegar novinhas, era justo que ela fizesse o mesmo. Ela disse que não dava pra comparar, que eu pegava umas gatinhas na balada, mas ela ia sair num clima de namoro.
Quando já tava escrevendo uma mensagem pro cara pra cancelar, me veio uma ideia que podia deixar todo mundo feliz. Eu sabia que ela me amava, que não aguentaria a culpa se me machucasse ou achasse que tava me machucando. E que eu também amava ela, e adorava ver ela feliz, se sentindo desejada, se cuidando, a emoção da aventura, mesmo sabendo que seria passageira.
E o cara, pelo que vi nos chats que ela me mostrou, só queria meter mesmo, o resto era conversa fiada. Ela sabia disso, mas gostava do jogo.
— Para, não cancela, vamos fazer uma coisa...
— Não, não me enche o saco, já era, não vou.
— Me escuta, vamos fazer o seguinte: você vai, faz de conta que é a namorada por um tempo, deixa ele te levar pra jantar, pro cinema, que te trate bem, e eu vou seguindo vocês, finjo que sou otário, sento longe e fico de sacanagem olhando a situação, então tudo que você fizer com ele, a gente vai saber que é pra excitar nós dois... e se você for pro hotel, bom, eu chamo uma puta paga, vou pro mesmo hotel, e como ela a metros de onde você tá dando pra ele.
Ela me olhou com cara de safada, os olhinhos brilhavam, ria, a cara dela mudou completamente, os bicos dos peitos ficaram duros, dava pra ver pelo vestido.
— Você é um doente, sabe disso, né?
— De amor por você...
Nisso a campainha tocou, o namorado da minha mina tinha chegado pra buscá-la...
(continua)
12 comentários - O namorado da minha mina, parte 1