Antes de começar meu segundo post, preciso agradecer a boa vibe do meu post anterior. Pra ser sincero, não esperava, já que não me considero um bom contador de histórias, e olha que sou claramente um iniciante. Enfim, o conceito é: valeu.
Agora vou contar outra das minhas aventuras. Saímos da minha tara por mendigos pra contar uma caçada muito sortuda que tive recentemente. Dentre todas as minhas presas (conceito que não acho claro, já que não entendo quem é a presa quando nós dois somos caçadores), meus favoritos são os pais. Não os padres (apesar de ser outra tara que tenho), mas pais de família (exceto o meu biológico, graças a Deus).
Em todas as minhas caçadas habituais, minhas presas mais procuradas na maioria das vezes são esses veteranos bem conservados (nem sempre rola, se eu tô muito tarada, a parte debem conservadoé nublada diretamente pelas minhas hormonas, daí passo a não fazer cara feia pra nada… Literalmente: PRA NADA) que automaticamente virammeu papido qual eu sou suabebito(Pensando a frio, a ideia de me chamarem de bebê não me agrada nada, mas a verdade é que nunca estou de cabeça fria quando estou caçando). Nessa busca, minha pequena vítima visita meu perfil no Badoo.
Sinceramente, não dei bola pra ele, era um veterano, bem conservado, mas as fotos dele me passavam a sensação de serem cuidadosamente selecionadas, tipo quando a gente nunca sai bem em nenhuma foto (meu caso). Muitas vezes cometo o erro de achar que sou um tesão e fico um pouco exigente na hora de ver fotos na internet, principalmente os veteranos, prefiro eles bem másculos, peludos, barbudos, etc. O perfil típico que a gente procura num lenhador de filmes, ou nos escoceses do William Lawson (um dia ainda vou sair com um cara assim). Esse senhor, que vamos chamar de Oscar pra proteger a identidade dele, era absolutamente o oposto: magro, depilado, carinha de bonzinho, com toda a pinta de exagerar nos hidratantes.
NÃO
Definitivamente não.
A questão é que o tal senhor continuou olhando meu perfil sem que eu retribuísse a visita. Até que: típico de mim, bateu um tesão. Algo nas fotos dele me fez achá-lo muito gostoso. Minha futura buceta.Momento de psicanáliseNunca vou entender qual é o meu complexo de Édipo, ou minha tara por incesto. Só a ideia de estar sendo comido pelo meu pai me dá nojo em todos os sentidos.
Voltando à história: Eu o vi gostoso, meu futuro pussy. Então não aguentei, mandei mensagem.
- Oi, como você tá?
- Oi, tudo bem – lembro de ter pensado comigo mesmo.Isso não é uma pergunta, não visita meu perfil se não quiser conversar, seu idiota!hahaha me mata o quão histérica eu consigo ser quando quero hahaha, o problema é que a tesão me venceu, e eu assumi que aquilo era uma pergunta.
- Tudo bem contigo?
- Beleza, o que cê tá fazendo? –Agora simA conversa continuou, trocando detalhes sobre em quais bairros a gente morava e o que cada um tava fazendo. Terminando com umhahaDa minha parte e umjeeedele.Momento de psicanálise:Também não consigo entender, e acho que nunca vou conseguir entender também, que tipo de problema eu tenho com a risada do cara.jejeda gente, por algum motivo inexplicável me irrita pra caralho. Quem dirá quejiji", "jojo", "juju", "juajua", "juaaaaaaa", "hahahahaha" e "kkkkkkkksão motivos de bloqueio direto. Parece mentira que mesmo assim ela dá, kkkk
Voltando ao relato: culminando com umhahada minha parte e umjeeeda sua, que não consegui responder. Algo nele ainda me deixava com tesão de qualquer jeito. Eu queria ele pra mim, queria ele como meu futuro pussy pelo tempo de uma foda, pelo menos.
No outro dia, quando vi ele online, falei de novo:
- Oi, como você tá?
- Oi, aqui entediado, e você?
- Também de boa, deitada na cama.*ereção involuntária*
*peço pra ver as fotos privadas dela*
*ela deixa eu ver as fotos privadas dela*Nas fotos privadas dele, ele aparecia, com o que pareciam ser fotos novas, um tanquinho desenhado, como é que eu não vi isso antes? Ele posava na frente do espelho com uma variedade de cuecas diferentes que marcavam um pacote amigável.
Última foto: o pedaço de carne dele pendia para o lado num ângulo muito favorável que fazia o pau dele parecer um troço descomunal. Assumi que aquele tamanho não era o real, mas mesmo assim me deixou com um tesão do caralho. Muito insistente como vocês já sabem (se leram meu primeiro post: << http://www.poringa.net/posts/relatos/2654819/Y-como-quien-no-quiere-la-cosa-se-la-mame-a-un-indigente.html >>) que eu sou, falei na hora que era o filhinho submisso dele.
Continuamos trocando fotos e ali ele me convenceu de vez que era meu futuro papai.
Naquele momento, eu queria que a gente se encontrasse. Mas eu entrava cedo no trabalho e já era tarde. Também não deixei pra esperar muito, no dia seguinte a gente combinou de se ver.
Já não importava se ele usava cremes, se se depilava, se era magro. Eu queria ele dentro do meu corpo tomando posse do meu.
No dia seguinte, a gente se encontrou como combinado. Ele viria num carro que não lembro direito como era, e eu ia pela rua. Motivo? Papai foi me buscar enquanto eu saía da casa de um amigo.
Quando ele chegou, eu o reconheci porque ele me chamou pelo nome. Era alto, magro, não era afeminado, mas dava pra perceber pelo jeito dele se expressar que as meninas não eram o alvo dele, cremes com certeza não usava, umas rugas marcavam os olhos dele, demais pra quem tinha 42 anos (no final ele confessou ter 50), mas do jeito dele, caíam muito bem, provavelmente sem elas não me chamaria a atenção do mesmo jeito, ou sim, sei lá, sou viado. Entrei no carro e a gente arrancou pro farol da Punta Carretas, o motel de Montevidéu.
A gente tinha assunto pra conversar, mas não esquecíamos qual era a ideia. De vez em quando ele passava a mão na minha perna e me diziaQue gostoso que você é, Davidme acariciava e me diziameu nenenzinho lindonem preciso falar que isso me deixava (e ainda me deixa) toda excitada.
Chegamos no farol e nos misturamos na multidão de gente alucinada que estava transando, pra bater um papo e poder jogar a culpa nos outros de que eles tinham mexido com nossos hormônios.
Em determinado momento, ele me segura pela nuca e me puxa pra boca dele, enquanto me beija com a paixão que dava pra ver que ele guardava quando me diziameu nenenzinho lindoComo por eletromagnetismo, meu corpo grudou no dela. Cruzei as pernas.minhaSentei no colo dele, enrolei os braços em volta da cabeça dele, enquanto passava a mão no cabelo dele e o beijava. Ele, por sua vez, colocou uma das mãos na minha nuca e me apertou contra o peito dele, me beijando e me apertando contra ele, e com a outra mão dançava entre minhas costas e minha bunda. Ele beijava muito bem.
Depois de alguns minutos, ele me afastou com uma gentileza desnecessária, só pra ficar bruto na hora. Ele baixou a calça e deixou o pau dele sair, meio dormindo, pequeno.*desilusão, devo admitir*, para depois me pegar pela nuca e me arrastar até o pau dele. No fundo, eu tinha fé que, se me esforçasse, teria na minha boca o pau da foto.
Comecei a chupar com vontade, mas algo não estava certo, custou um pouco. Preparei minha cara de puta pra olhar pra ele, e ao fazer isso, notei uma certa sombra cruzando o para-brisas. Outro veículo vinha fazer coisas safadas com a gente.
Na minha própria festa, continuei mamando nele quando a sombra desapareceu. O pau dele começou a crescer rapidamente, e eu comecei a sentir uma grande satisfação brisco-pessoal ao ver que começava a tomar a forma da foto. Quando, de repente, murchou, de uma vez.
- Para -*medo* “E agora?”Ficou olhando e a penumbra voltou. Mais um tesão besta? Impossível.
E quando me endireitei, vi. Um punheteiro &%&"$%"&/#&"#%!/(%""() tava treinando punheta no farol.
Nos olhamos com cara deE agora?, por isso nos limitamos a nos beijar como no começo pra não perder o clima, esperando que ele percebesse que não era hora de praticar direção.
Alguns veíbooties começaram a ir embora enquanto a gente se esquentava mais do que devia. Até que finalmente ele disseNão aguento mais, vamos mais pro fundo onde estavam os vizinhos. Não vou perder essa noite por esse otário.Apagamos tudo e fomos pros bancos de trás. O carro era mais espaçoso do que parecia, quando puxamos os bancos pra frente, ficou um baita espaço pra gente.
Começamos a nos beijar de novo, mas com muito mais tesão que antes, sussurrando um pro outro coisas tipovai ver como você vai gostar, bebezinhoovocê não vai querer outro papi nessa bucetinha apertadaDepois de um tempo, comecei a chupar a pica dele, que era enorme! A pica da foto estava nas minhas mãos. Lá estava eu, batendo uma com os dedos e lambendo ela como se fosse um sorvete.
- Meu nenenzinho fofo - ele disse com doçura, ao mesmo tempo que mudava a voz pra um pai bruto - chupa até o fundo, sua putinha.
Como vocês sabem, esse tipo de gesto me pega de jeito. Tentei engolir, mas batia na campainha e eu tinha que parar pra não vomitar nele. Depois de várias tentativas fracassadas de garganta profunda, comecei a percorrer toda a pica enorme dele com meus lábios, lambendo por dentro. De novo preparei minha cara de puta pra olhar pra ele, coisa que nessa altura eu quase não diferenciava minha cara normal da de puta. Ele olhava pro teto, de boca aberta, enquanto tentava enroscar os dedos no meu cabelo, sem conseguir por causa de uma espécie de campo de força no meio, um campo de satisfação.
Parei um pouco pra beijar ele, começava a achar que, na falta de gemidos-queixas dele, eu não ia perceber quando ele enchesse minha boca de porra. Surpreendi ele com meu beijo, mas ele correspondeu.
Depois, sem soltar minha boca, me aninhou como um bebê no peito dele. Eu era o bebezinho dele, e ele estava prestes a penetrar o filho dele. Só a ideia já me deixava com um tesão do caralho (na verdade, não aguento mais agora mesmo).
Ele se afastou um momento pra lubrificar a mão. Depois voltou a me beijar e, enquanto com um braço me apertava contra ele, com o outro massageava meu cu. Dilatei rápido, milagrosamente, então ele enfiou um dedo, depois outro, e depois mais um, enquanto me massageava por dentro, eu gemia e respirava ofegante, meio que hiperventilando. Oscar sabia muito bem como usar os dedos, e isso me excitava pra caralho. Enquanto beijava meu pescoço e me masturbava a bunda, eu caí sobre a janela e me molhei toda. Aquilo era um autêntico sauna.
Quando me endireitei, ele soube que era a hora.PARÊNTESESNão lembro quando o instrutor de direção foi embora.
Ele me olhou e falou a dois centímetros da minha boca.
– Quer sentar no colo do papai? Quer que o papai te meta? – o convite ao incesto e à submissão. Uma bomba explodiu na minha cabeça.
– Sim, piranha, quero você dentro de mim. – respondi, engasgado. Ele me empurrou de lado, colocou uma camisinha gigante no pau e lubrificou. Sem fio, minha boca ficou completamente molhada. Ele me virou e me sentou devagar. Eu, muito putinho, sentei como se aquilo tivesse 2cm.
A típica dor aguda me atravessou e me fez pular, com um grito de dor, saí do pau dele. Ele apoiou o pau nas minhas costas, enquanto me segurava com as mãos no meu peito e beijava minha nuca, sussurrando.Não se apressa, bebezinho lindo, aproveita teu papai, vou te foder bem gostoso, mas não se apressa não, porque vai doer.Eu hiperventilava, até que a dor começou a passar. Ele percebeu na minha respiração.
- Tá pronto, bebezinho.
- Sim, papai, vamos de novo.
- Você se senta sozinho, eu fuck you com meu pau. Mas devagar.
Sentei devagar, sem desabar como antes. Oscar segurava minha cintura e me penetrava aos poucos, enquanto me dizia:Assim, assim, bebê. Que bucetinha gostosa você tem, filho lindo. Assim. Assim, assim.Depois, ele enfiou o pau inteiro na minha bunda. Minha buceta toda dentro do filho dele. Ele me deitou no peito dele enquanto me penetrava devagar, sussurrando coisas sobre minha bunda e nossa nova relação incestuosa. Eu tava entregue, gemendo pro teto do carro. Não consigo descrever exatamente como eu me sentia naquele momento, um presente divino hormonal correndo nas minhas veias.
Depois de um instante, ele me solta, me beija e sussurraé o teu pau, pega elaPor isso me endireitei e comecei a cavalgar ele. Oscar gemia e acariciava minhas costas. Uma onda de calor me invadiu e eu fiquei toda tesuda, queria cavalgar assim por horas. Meu corpo se rendeu e eu desabei contra o encosto do banco, enquanto com minha bunda eu macetava o pau dele sem piedade. Oscar já não conseguia falar. Ele se inclinou e com as mãos percorreu minha coluna, até meu pescoço, com a outra mão me segurou pelo peito e me deitou de costas contra o peito dele. Eu continuei cavalgando até ele me beijar.
- Oscar – suspirei enquanto cavalgava devagar.
- Você gosta, bebê?
- Adoro.
- Quer ser minha putinha mais vezes? Olha que o papai tem pau pra você quando quiser.
De novo ele tocou meu coração, e eu respondi com linguagem anal.
- Para, papai já tá velhinho e não quer gozar agora sem antes te enfiar...
- Você tá enfiando em mim, pussy...
- Você tá se enfiando...
Ai meu Deus.
Ele me segurou pelo queixo e me beijou com força, fiquei imóvel. Macetada e imóvel. Por cavalgar ele sem piedade, ia receber o mesmo dele, mas devo admitir que a ideia me fascinava.
- Pronto, é minha vez...
Ele me virou e me colocou de quatro, com o rosto quase no vidro traseiro do carro, sem visibilidade nenhuma pra fora. Percebi ele lubrificando o pau, e quando olhei, ele riu maldosamente e disse:Com certeza você não precisa dela, promíscua.Ele parou atrás de mim e teve que abaixar um pouco a cabeça por causa do teto, mas ainda assim a gente cabia bem no carro. Ele me penetrou devagar até ficar de novo completamente dentro de mim.
Colocou as mãos firmes na minha cintura e qualquer traço paternal sumiu dele, me apertou e me apoiou com força.Agora você vai ver o que é ser comida por uma puta gostosaEle falou e começou a me meter como um animal. Sentia o corpo dele batendo com força no meu, deixei de ser o filhinho dele pra virar um objeto sem valor pra satisfazer o pau dele. E eu amava aquilo. Com o movimento dele e o meu, o carro balançava. Se alguém olhasse pra gente, com certeza sentia ou pena, ou inveja, de qualquer jeito, eu era feliz ali dentro.
Continuou por uns minutos me metendo, até que soltou meu quadril e continuou me metendo, como se nada tivesse acontecido. Depois me pegou pelo pescoço com uma mão e pelo cabelo com a outra, enquanto me sufocava, me metia com tudo. Uma onda de prazer inexplicável me inundava, meu pau tava duríssimo, minha buceta dilatada ao máximo. Eu amava.
— Que bunda pequena você tem, bebê! Como ela se abre!
— …..
— Você gosta?
— Sim… buceta…
— Fala direito! — ele gritou enquanto puxava meu cabelo e me metia com tudo. Deus, aquele homem me enlouquecia.
Depois de alguns minutos, ele começou a se acalmar e a me penetrar com mais suavidade. Deitou nas minhas costas e eu pude sentir os peitorais e os abdominais definidos dele, me acariciando. No meu ouvido, ele disse:A felicidade do meu filhinho vem primeiro, cê tá bem?– concordei, ofegante –Onde você quer a porra do papai?Odeio essa pergunta, mas eu estava em êxtase, não conseguia pensar direito, não sabia onde queria ela. Meu nível de submissão era desconhecido pra mim. Depois de um tempo, ele tirou ela e se recostou no banco. Me abraçou e se masturbou com força. Minha mão ficava oscilando entre o pau dele e os abdominais encharcados de suor. Ele me beijou e se masturbou com força. Aí, sem avisar, me puxou pelo cabelo pro pau dele.
Eu soube o que fazer. Chupei, roçando meus lábios no pau inteiro dele (agora cabia na minha boca), até que o corpo dele começou a ter espasmos. Ele se masturbou mais forte e enfiou o pau de novo na minha boca. Comecei a me tocar, eu também não aguentava mais.
Depois de alguns minutos, enquanto jorrava litros e litros de porra na minha boca, gritando, eu também gozei jorrando (menos que ele, com certeza), mas com um prazer tão grande que gritei com o pau dele na minha boca.
Engoli a porra dele e me recostei no peito dele. Os dois estávamos encharcados. Mas mesmo assim nos abraçamos e nos beijamos.
O bom é que o Oscar é daquelas pessoas que depois de transar, dá pra conversar com ele. Então combinamos de nos ver de novo. Na verdade, a gente ainda se fala.
Definitivamente, tenho que ser menos histérica nas minhas caçadas.
Tudo de boa mesmo assim.
NOTA: tive outra caçada depois dessa, com detalhes fetichistas que não são legais. MAS, se quiserem... vocês sabem como eu sou.
Agora vou contar outra das minhas aventuras. Saímos da minha tara por mendigos pra contar uma caçada muito sortuda que tive recentemente. Dentre todas as minhas presas (conceito que não acho claro, já que não entendo quem é a presa quando nós dois somos caçadores), meus favoritos são os pais. Não os padres (apesar de ser outra tara que tenho), mas pais de família (exceto o meu biológico, graças a Deus).
Em todas as minhas caçadas habituais, minhas presas mais procuradas na maioria das vezes são esses veteranos bem conservados (nem sempre rola, se eu tô muito tarada, a parte debem conservadoé nublada diretamente pelas minhas hormonas, daí passo a não fazer cara feia pra nada… Literalmente: PRA NADA) que automaticamente virammeu papido qual eu sou suabebito(Pensando a frio, a ideia de me chamarem de bebê não me agrada nada, mas a verdade é que nunca estou de cabeça fria quando estou caçando). Nessa busca, minha pequena vítima visita meu perfil no Badoo.
Sinceramente, não dei bola pra ele, era um veterano, bem conservado, mas as fotos dele me passavam a sensação de serem cuidadosamente selecionadas, tipo quando a gente nunca sai bem em nenhuma foto (meu caso). Muitas vezes cometo o erro de achar que sou um tesão e fico um pouco exigente na hora de ver fotos na internet, principalmente os veteranos, prefiro eles bem másculos, peludos, barbudos, etc. O perfil típico que a gente procura num lenhador de filmes, ou nos escoceses do William Lawson (um dia ainda vou sair com um cara assim). Esse senhor, que vamos chamar de Oscar pra proteger a identidade dele, era absolutamente o oposto: magro, depilado, carinha de bonzinho, com toda a pinta de exagerar nos hidratantes.
NÃO
Definitivamente não.
A questão é que o tal senhor continuou olhando meu perfil sem que eu retribuísse a visita. Até que: típico de mim, bateu um tesão. Algo nas fotos dele me fez achá-lo muito gostoso. Minha futura buceta.Momento de psicanáliseNunca vou entender qual é o meu complexo de Édipo, ou minha tara por incesto. Só a ideia de estar sendo comido pelo meu pai me dá nojo em todos os sentidos.
Voltando à história: Eu o vi gostoso, meu futuro pussy. Então não aguentei, mandei mensagem.
- Oi, como você tá?
- Oi, tudo bem – lembro de ter pensado comigo mesmo.Isso não é uma pergunta, não visita meu perfil se não quiser conversar, seu idiota!hahaha me mata o quão histérica eu consigo ser quando quero hahaha, o problema é que a tesão me venceu, e eu assumi que aquilo era uma pergunta.
- Tudo bem contigo?
- Beleza, o que cê tá fazendo? –Agora simA conversa continuou, trocando detalhes sobre em quais bairros a gente morava e o que cada um tava fazendo. Terminando com umhahaDa minha parte e umjeeedele.Momento de psicanálise:Também não consigo entender, e acho que nunca vou conseguir entender também, que tipo de problema eu tenho com a risada do cara.jejeda gente, por algum motivo inexplicável me irrita pra caralho. Quem dirá quejiji", "jojo", "juju", "juajua", "juaaaaaaa", "hahahahaha" e "kkkkkkkksão motivos de bloqueio direto. Parece mentira que mesmo assim ela dá, kkkk
Voltando ao relato: culminando com umhahada minha parte e umjeeeda sua, que não consegui responder. Algo nele ainda me deixava com tesão de qualquer jeito. Eu queria ele pra mim, queria ele como meu futuro pussy pelo tempo de uma foda, pelo menos.
No outro dia, quando vi ele online, falei de novo:
- Oi, como você tá?
- Oi, aqui entediado, e você?
- Também de boa, deitada na cama.*ereção involuntária*
*peço pra ver as fotos privadas dela*
*ela deixa eu ver as fotos privadas dela*Nas fotos privadas dele, ele aparecia, com o que pareciam ser fotos novas, um tanquinho desenhado, como é que eu não vi isso antes? Ele posava na frente do espelho com uma variedade de cuecas diferentes que marcavam um pacote amigável.
Última foto: o pedaço de carne dele pendia para o lado num ângulo muito favorável que fazia o pau dele parecer um troço descomunal. Assumi que aquele tamanho não era o real, mas mesmo assim me deixou com um tesão do caralho. Muito insistente como vocês já sabem (se leram meu primeiro post: << http://www.poringa.net/posts/relatos/2654819/Y-como-quien-no-quiere-la-cosa-se-la-mame-a-un-indigente.html >>) que eu sou, falei na hora que era o filhinho submisso dele.
Continuamos trocando fotos e ali ele me convenceu de vez que era meu futuro papai.
Naquele momento, eu queria que a gente se encontrasse. Mas eu entrava cedo no trabalho e já era tarde. Também não deixei pra esperar muito, no dia seguinte a gente combinou de se ver.
Já não importava se ele usava cremes, se se depilava, se era magro. Eu queria ele dentro do meu corpo tomando posse do meu.
No dia seguinte, a gente se encontrou como combinado. Ele viria num carro que não lembro direito como era, e eu ia pela rua. Motivo? Papai foi me buscar enquanto eu saía da casa de um amigo.
Quando ele chegou, eu o reconheci porque ele me chamou pelo nome. Era alto, magro, não era afeminado, mas dava pra perceber pelo jeito dele se expressar que as meninas não eram o alvo dele, cremes com certeza não usava, umas rugas marcavam os olhos dele, demais pra quem tinha 42 anos (no final ele confessou ter 50), mas do jeito dele, caíam muito bem, provavelmente sem elas não me chamaria a atenção do mesmo jeito, ou sim, sei lá, sou viado. Entrei no carro e a gente arrancou pro farol da Punta Carretas, o motel de Montevidéu.
A gente tinha assunto pra conversar, mas não esquecíamos qual era a ideia. De vez em quando ele passava a mão na minha perna e me diziaQue gostoso que você é, Davidme acariciava e me diziameu nenenzinho lindonem preciso falar que isso me deixava (e ainda me deixa) toda excitada.
Chegamos no farol e nos misturamos na multidão de gente alucinada que estava transando, pra bater um papo e poder jogar a culpa nos outros de que eles tinham mexido com nossos hormônios.
Em determinado momento, ele me segura pela nuca e me puxa pra boca dele, enquanto me beija com a paixão que dava pra ver que ele guardava quando me diziameu nenenzinho lindoComo por eletromagnetismo, meu corpo grudou no dela. Cruzei as pernas.minhaSentei no colo dele, enrolei os braços em volta da cabeça dele, enquanto passava a mão no cabelo dele e o beijava. Ele, por sua vez, colocou uma das mãos na minha nuca e me apertou contra o peito dele, me beijando e me apertando contra ele, e com a outra mão dançava entre minhas costas e minha bunda. Ele beijava muito bem.
Depois de alguns minutos, ele me afastou com uma gentileza desnecessária, só pra ficar bruto na hora. Ele baixou a calça e deixou o pau dele sair, meio dormindo, pequeno.*desilusão, devo admitir*, para depois me pegar pela nuca e me arrastar até o pau dele. No fundo, eu tinha fé que, se me esforçasse, teria na minha boca o pau da foto.
Comecei a chupar com vontade, mas algo não estava certo, custou um pouco. Preparei minha cara de puta pra olhar pra ele, e ao fazer isso, notei uma certa sombra cruzando o para-brisas. Outro veículo vinha fazer coisas safadas com a gente.
Na minha própria festa, continuei mamando nele quando a sombra desapareceu. O pau dele começou a crescer rapidamente, e eu comecei a sentir uma grande satisfação brisco-pessoal ao ver que começava a tomar a forma da foto. Quando, de repente, murchou, de uma vez.
- Para -*medo* “E agora?”Ficou olhando e a penumbra voltou. Mais um tesão besta? Impossível.
E quando me endireitei, vi. Um punheteiro &%&"$%"&/#&"#%!/(%""() tava treinando punheta no farol.
Nos olhamos com cara deE agora?, por isso nos limitamos a nos beijar como no começo pra não perder o clima, esperando que ele percebesse que não era hora de praticar direção.
Alguns veíbooties começaram a ir embora enquanto a gente se esquentava mais do que devia. Até que finalmente ele disseNão aguento mais, vamos mais pro fundo onde estavam os vizinhos. Não vou perder essa noite por esse otário.Apagamos tudo e fomos pros bancos de trás. O carro era mais espaçoso do que parecia, quando puxamos os bancos pra frente, ficou um baita espaço pra gente.
Começamos a nos beijar de novo, mas com muito mais tesão que antes, sussurrando um pro outro coisas tipovai ver como você vai gostar, bebezinhoovocê não vai querer outro papi nessa bucetinha apertadaDepois de um tempo, comecei a chupar a pica dele, que era enorme! A pica da foto estava nas minhas mãos. Lá estava eu, batendo uma com os dedos e lambendo ela como se fosse um sorvete.
- Meu nenenzinho fofo - ele disse com doçura, ao mesmo tempo que mudava a voz pra um pai bruto - chupa até o fundo, sua putinha.
Como vocês sabem, esse tipo de gesto me pega de jeito. Tentei engolir, mas batia na campainha e eu tinha que parar pra não vomitar nele. Depois de várias tentativas fracassadas de garganta profunda, comecei a percorrer toda a pica enorme dele com meus lábios, lambendo por dentro. De novo preparei minha cara de puta pra olhar pra ele, coisa que nessa altura eu quase não diferenciava minha cara normal da de puta. Ele olhava pro teto, de boca aberta, enquanto tentava enroscar os dedos no meu cabelo, sem conseguir por causa de uma espécie de campo de força no meio, um campo de satisfação.
Parei um pouco pra beijar ele, começava a achar que, na falta de gemidos-queixas dele, eu não ia perceber quando ele enchesse minha boca de porra. Surpreendi ele com meu beijo, mas ele correspondeu.
Depois, sem soltar minha boca, me aninhou como um bebê no peito dele. Eu era o bebezinho dele, e ele estava prestes a penetrar o filho dele. Só a ideia já me deixava com um tesão do caralho (na verdade, não aguento mais agora mesmo).
Ele se afastou um momento pra lubrificar a mão. Depois voltou a me beijar e, enquanto com um braço me apertava contra ele, com o outro massageava meu cu. Dilatei rápido, milagrosamente, então ele enfiou um dedo, depois outro, e depois mais um, enquanto me massageava por dentro, eu gemia e respirava ofegante, meio que hiperventilando. Oscar sabia muito bem como usar os dedos, e isso me excitava pra caralho. Enquanto beijava meu pescoço e me masturbava a bunda, eu caí sobre a janela e me molhei toda. Aquilo era um autêntico sauna.
Quando me endireitei, ele soube que era a hora.PARÊNTESESNão lembro quando o instrutor de direção foi embora.
Ele me olhou e falou a dois centímetros da minha boca.
– Quer sentar no colo do papai? Quer que o papai te meta? – o convite ao incesto e à submissão. Uma bomba explodiu na minha cabeça.
– Sim, piranha, quero você dentro de mim. – respondi, engasgado. Ele me empurrou de lado, colocou uma camisinha gigante no pau e lubrificou. Sem fio, minha boca ficou completamente molhada. Ele me virou e me sentou devagar. Eu, muito putinho, sentei como se aquilo tivesse 2cm.
A típica dor aguda me atravessou e me fez pular, com um grito de dor, saí do pau dele. Ele apoiou o pau nas minhas costas, enquanto me segurava com as mãos no meu peito e beijava minha nuca, sussurrando.Não se apressa, bebezinho lindo, aproveita teu papai, vou te foder bem gostoso, mas não se apressa não, porque vai doer.Eu hiperventilava, até que a dor começou a passar. Ele percebeu na minha respiração.
- Tá pronto, bebezinho.
- Sim, papai, vamos de novo.
- Você se senta sozinho, eu fuck you com meu pau. Mas devagar.
Sentei devagar, sem desabar como antes. Oscar segurava minha cintura e me penetrava aos poucos, enquanto me dizia:Assim, assim, bebê. Que bucetinha gostosa você tem, filho lindo. Assim. Assim, assim.Depois, ele enfiou o pau inteiro na minha bunda. Minha buceta toda dentro do filho dele. Ele me deitou no peito dele enquanto me penetrava devagar, sussurrando coisas sobre minha bunda e nossa nova relação incestuosa. Eu tava entregue, gemendo pro teto do carro. Não consigo descrever exatamente como eu me sentia naquele momento, um presente divino hormonal correndo nas minhas veias.
Depois de um instante, ele me solta, me beija e sussurraé o teu pau, pega elaPor isso me endireitei e comecei a cavalgar ele. Oscar gemia e acariciava minhas costas. Uma onda de calor me invadiu e eu fiquei toda tesuda, queria cavalgar assim por horas. Meu corpo se rendeu e eu desabei contra o encosto do banco, enquanto com minha bunda eu macetava o pau dele sem piedade. Oscar já não conseguia falar. Ele se inclinou e com as mãos percorreu minha coluna, até meu pescoço, com a outra mão me segurou pelo peito e me deitou de costas contra o peito dele. Eu continuei cavalgando até ele me beijar.
- Oscar – suspirei enquanto cavalgava devagar.
- Você gosta, bebê?
- Adoro.
- Quer ser minha putinha mais vezes? Olha que o papai tem pau pra você quando quiser.
De novo ele tocou meu coração, e eu respondi com linguagem anal.
- Para, papai já tá velhinho e não quer gozar agora sem antes te enfiar...
- Você tá enfiando em mim, pussy...
- Você tá se enfiando...
Ai meu Deus.
Ele me segurou pelo queixo e me beijou com força, fiquei imóvel. Macetada e imóvel. Por cavalgar ele sem piedade, ia receber o mesmo dele, mas devo admitir que a ideia me fascinava.
- Pronto, é minha vez...
Ele me virou e me colocou de quatro, com o rosto quase no vidro traseiro do carro, sem visibilidade nenhuma pra fora. Percebi ele lubrificando o pau, e quando olhei, ele riu maldosamente e disse:Com certeza você não precisa dela, promíscua.Ele parou atrás de mim e teve que abaixar um pouco a cabeça por causa do teto, mas ainda assim a gente cabia bem no carro. Ele me penetrou devagar até ficar de novo completamente dentro de mim.
Colocou as mãos firmes na minha cintura e qualquer traço paternal sumiu dele, me apertou e me apoiou com força.Agora você vai ver o que é ser comida por uma puta gostosaEle falou e começou a me meter como um animal. Sentia o corpo dele batendo com força no meu, deixei de ser o filhinho dele pra virar um objeto sem valor pra satisfazer o pau dele. E eu amava aquilo. Com o movimento dele e o meu, o carro balançava. Se alguém olhasse pra gente, com certeza sentia ou pena, ou inveja, de qualquer jeito, eu era feliz ali dentro.
Continuou por uns minutos me metendo, até que soltou meu quadril e continuou me metendo, como se nada tivesse acontecido. Depois me pegou pelo pescoço com uma mão e pelo cabelo com a outra, enquanto me sufocava, me metia com tudo. Uma onda de prazer inexplicável me inundava, meu pau tava duríssimo, minha buceta dilatada ao máximo. Eu amava.
— Que bunda pequena você tem, bebê! Como ela se abre!
— …..
— Você gosta?
— Sim… buceta…
— Fala direito! — ele gritou enquanto puxava meu cabelo e me metia com tudo. Deus, aquele homem me enlouquecia.
Depois de alguns minutos, ele começou a se acalmar e a me penetrar com mais suavidade. Deitou nas minhas costas e eu pude sentir os peitorais e os abdominais definidos dele, me acariciando. No meu ouvido, ele disse:A felicidade do meu filhinho vem primeiro, cê tá bem?– concordei, ofegante –Onde você quer a porra do papai?Odeio essa pergunta, mas eu estava em êxtase, não conseguia pensar direito, não sabia onde queria ela. Meu nível de submissão era desconhecido pra mim. Depois de um tempo, ele tirou ela e se recostou no banco. Me abraçou e se masturbou com força. Minha mão ficava oscilando entre o pau dele e os abdominais encharcados de suor. Ele me beijou e se masturbou com força. Aí, sem avisar, me puxou pelo cabelo pro pau dele.
Eu soube o que fazer. Chupei, roçando meus lábios no pau inteiro dele (agora cabia na minha boca), até que o corpo dele começou a ter espasmos. Ele se masturbou mais forte e enfiou o pau de novo na minha boca. Comecei a me tocar, eu também não aguentava mais.
Depois de alguns minutos, enquanto jorrava litros e litros de porra na minha boca, gritando, eu também gozei jorrando (menos que ele, com certeza), mas com um prazer tão grande que gritei com o pau dele na minha boca.
Engoli a porra dele e me recostei no peito dele. Os dois estávamos encharcados. Mas mesmo assim nos abraçamos e nos beijamos.
O bom é que o Oscar é daquelas pessoas que depois de transar, dá pra conversar com ele. Então combinamos de nos ver de novo. Na verdade, a gente ainda se fala.
Definitivamente, tenho que ser menos histérica nas minhas caçadas.
Tudo de boa mesmo assim.
NOTA: tive outra caçada depois dessa, com detalhes fetichistas que não são legais. MAS, se quiserem... vocês sabem como eu sou.
4 comentários - Caçada gloriosa: meu pai Oscar
gracias por el relato
Mañana lo veo de nuevo!! Vamos por más jaja