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Compêndio INa verdade, é bem cansativo escrever todo dia. Tem tanta coisa pra contar, mas me esgota demais.
😃
Ele ri. Se ele faz isso todo dia no trampo, deve me amar pra caralho…
<3<3<3
Ele fala que pareço uma gatinha, por ser tão manhosa e preguiçosa…
}:8
E também por causa dos meus olhos.
😃
Mas é gostoso. Ele tá deitado no meu peito e lê enquanto eu escrevo. Diz que se sente muito tranquilo ouvindo as batidas do meu coração.
Antes, eu tinha vergonha de contar o que a gente fazia, porque ele é muito detalhista.
☺️
E admito que adoro chupar ele pra caramba.
Ele levou uma porrada de travesseiro por ter rido! XD
Parece que funcionou colocar os emoticons da página. Eu voltei a amá-lo, porque ele fez o teste.
😆
Vai ser estranho escrever assim, porque não vou conseguir ver os emoticons até o final.
😕
Mas tô feliz, porque tô com ele e ele me ama, e as pequenas dormem tranquilas enquanto a gente tá deitado.
Tô de camisola branca, porque quando terminarmos, quero que o “lobo mau me ataque”…
😛
Naquela sexta, Mizuki se deu ao trabalho de se encontrar com a gente.
😓
Ainda não entendo bem Tóquio. Meu marido me explicou que é uma megacidade, formada por cidades pequenas, e que Mizuki não morava perto do hotel, mas sim numa cidade vizinha chamada Ayase.
😔
Pra mim, ainda existem cidade e bairros.
Enfim, Mizuki topou se encontrar com a gente na estação Yamato, que ficava perto do hotel.
NOTA DO MARCO: pra minha passarinhazinha não ficar tão confusa e pra vocês não se perderem, a gente se hospedou no centro histórico da cidade e, embora tenhamos combinado de nos encontrar na estação Yamato, existem outras estações dentro da cidade (ou bairro, como ela vê, que aliás fica lindíssima quando parece confusa).
A gente se encontrou na que conecta as linhas Sagami e Odakyu.
Eu sei que ela queria ir pra uma pousada mais caseira, mas já tinha previsto uma situação assim e, por isso, não economizei nos gastos pra a gente se orientar bem. Abraços.
😍
Por Isso eu adoro! Quando preciso, ele aparece pra me salvar!
A Mizuki é linda. Tem um rostinho redondo, cara de menina inocente, uns dentões grandes na frente, uns lábios grossos bem bonitos e um sorriso lindo.
Ela é gordinha, mas só de rosto, e um pouquinho mais baixa que eu, com cabelos pretos, longos e lisos, até a metade das costas, e uma franja que deixa ela muito linda e esconde as orelhas dela.
Os olhos dela são castanhos, meio "puxadinhos" (😅 Não me veio outra palavra melhor!), com um olhar atento e inteligente, e um nariz comprido e arrebitado na ponta.
O corpo dela também tinha seus encantos. Ela é um pouco mais baixa que eu (tenho 1,70m e ela deve ter uns 1,68m, mais ou menos), com uns peitos não muito grandes, mas uma cintura bem bonita.
Fiquei feliz em ver que uma mulher como ela também achou meu marido atraente, mesmo tentando disfarçar.
Ele tá começando a perceber agora que as mulheres olham pra ele, porque é bonito e tem aquele jeito bonachão, responsável e de bom pai, e o que pega todas: ele é muito inteligente.
Então, ela nos deu um tour pelos arredores. Contamos que naquele dia queríamos descansar e aproveitar pra comer o extravagante okonomiyaki.
A Mizuki achava muita graça que uma pessoa como meu marido quisesse comer algo assim, mas expliquei que ele era especial.
Que ele vê e faz coisas que nem todo mundo faz, como convidar ela pra sair com a gente, por exemplo, sendo que ela trabalha na recepção do nosso hotel.
😉
E eu via aquele brilho no olhar dela… de uma garota que vai cuidar dele pra mim.
Mas ele tava muito preocupado com as pequenas. Tava um frio danado naquele dia, e ele ficava olhando pro céu, vendo se ia chover, o que fazia minha nova amiga gostar ainda mais dele.
Ela nos levou a uma pousada simples, com piso de madeira, um balcão, algumas mesas e mestres de sushi, que nos cumprimentaram com simpatia.
"E que Okonomiyaki o senhor quer provar?" ela perguntou em inglês.
"Acho que não importa! Ele nunca comeu Nunca!..." respondi.
Mas ele colocou a mão no meu ombro...
😅
"Posso pedir com Natto? Igual aos que dão pros Kappa?"
😳
A gente ficou sem palavras...
"Onde você tirou que os Kappas comem isso?" perguntei, surpresa.
"Bom... o okonomiyaki pode ser comido com tudo que você imaginar: queijo, carne, polvo. Qualquer coisa. E acho que nunca vou ver um Kappa ao vivo, então me contento em comer a comida deles."
"O senhor sabe que um Kappa é um Yokai?" perguntou Mizuki, muito surpresa.
E ele sorriu pra ela.
"Sim, eu sei."
Um yokai é um monstro, que pode ser entre um fantasma e uma criatura. E o Kappa (como descobri depois), é um espírito aquático, que parece um sapinho.
Mas Mizuki percebeu que meu marido era fora do comum. Trouxeram o okonomiyaki dele e ele comeu com gosto. Pedi uma sopa miso e Mizuki pediu um Bento de Nigiri.
A comida dela era tão bonita que a gente pediu a mesma coisa, embora meu marido tenha pedido com polvo em vez de peixe e achou delicioso.
Nos ofereceram saquê, mas a gente não bebe e estava com as pequenas, e Mizuki entrava no trabalho às 6.
"Vocês sabem que a comida do hotel é mais gostosa?" perguntou ela, mantendo lealdade ao trabalho dela.
"Sim, Mizuki-chan." Respondi. "Mas a gente nunca come o que um japonês de verdade come."
Ela ficou envergonhada por eu ter chamado ela de "chan" (que é tipo "pequena"), junto com o nome dela, porque parecia que eu a via como amiga e ela ficou quieta por um tempo.
Ela só pediu bento, mas a gente pediu bolinhas de arroz, sushi e okonomiyaki, até ficar satisfeito.
A gente conversou um tempão sobre os yokai. Em especial, sobre os Kappas, os "espíritos caseiros" e Kitsunes.
☺️
Ele curtiu muito as histórias da avó da Mizuki, que morava em Hokkaido, perto de Sapporo, e que tinha visto tanukis, kitsunes e outros tipos de yokai com formas de animais.
Essas são as coisas que fazem meu marido feliz e ela conseguia ver isso no sorriso dele. Mas nós duas estávamos muito impressionadas com o quanto ela sabia sobre folclore japonês.
A conversa estava divertida, mas eu queria saber mais da vida da Mizuki: se tinha namorado ou não e se tava a fim de pegar meu marido.
Mas ela foi bem reservada e a única coisa que me disse foi que tinha um namorado, que trabalhava no hotel. 😞
Comecei a perguntar umas besteiras picantes: se era verdade o que diziam sobre os paus dos japoneses ou se já tinha transado em algum lugar especial.
Mas eu deixei ela desconfortável, e foi meu marido quem me repreendeu, dizendo que eu tava fora de linha, além de pedir desculpas por tê-la ofendido.
No entanto, pela cara de alívio dela depois do pedido de desculpas do meu marido, tive a impressão de que ela ainda era virgem, apesar de ser um pouco mais velha que eu e nada feia.
Lá pelas 4, a gente foi embora do restaurante.
Os chefs nos presentearam com mais 5 okonomiyakis, por causa da preferência do meu marido, e depois de tirar uma foto deles, eles agradeceram e pediram pra gente voltar logo, o que me deu uma pena. 😞
E na estação, a gente se separou, porque não queríamos meter ela em encrenca com o hotel.
"Muito obrigado, Mizuki-Sama! Você é uma Nadeshiko…" disse meu marido, no japonês enferrujado dele. 😳
"Love!" falei eu, em espanhol. 😔
"O quê?" ele perguntou, bem distraído. 😧
"Isso não se diz!" repreendi ele.
"Por quê? Não falei que ela era uma mulher hospitaleira?"
"Bom… sim… mas mais que isso…" tentei explicar.
Na real, falar isso pra uma mulher japonesa é tipo chamar ela de deusa ou algo assim.
No fundo, um elogio.
"Não liga pra ele, Miyuki-Sama!" ele disse em inglês, dando um sorrisão. "Eu acho que você é uma verdadeira Nadeshiko de Yamato."
E aí, Miyuki ficou vermelha inteira, e eu entendi que ele tinha me feito de otária e fez de propósito. 👿
E subimos pro nosso quarto e vimos TV.
Consegui ver a TV Tokyo ao vivo, com todas aquelas séries que eu amo tanto! <3<3<3
💕 💕
E lá pelas 7, meu marido desceu pra recepção, com as pilhas de tankobons e meus vestidos, pra mandar por encomenda.
A Mizuki-chan cuidou de tudo e quando ela voltou, eu desci pra agradecer pelas atenções dela e dei um beijo na bochecha, como sinal de amizade, o que deixou ela mais corada, porque a gente ia embora no dia seguinte e não ia ver ela de novo.
😞
Eu teria adorado conhecê-la melhor.
Mas eu queria mais uma vez na janela, então depois de jantar e dar banho nas princesinhas, tomei um banho eu também e vesti uma saia e uma camisa.
Olhei pro meu marido com um olhar suplicante.
“De novo?” ele perguntou, e ele tinha razão, porque lá fora começou a ventar um vento geladíssimo.
Mas são poucos os lugares onde a gente pode ser visto e ninguém nos conhece, então apoiei meus braços no vidrão da janela do quarto e ele levantou minha saia, enfiando a mão por baixo da minha calcinha, agarrando meu peito por cima do sutiã e suspirando nas minhas costas meio de fora.
“Você é um rouxinol muito safado!” ele dizia, com uma voz tão linda.
E é que eu gosto que ele me pegue assim.
Sou dele e ele pode fazer comigo o que quiser, porque confio nele e o amo demais.
Adoro que ele me cutuque tão ansioso e eu, suspirando na janela, enquanto começo a me molhar por ele.
Desejo ele na minha vida todos os dias. Amo e adoro ele.
É um prazer sentir como a espada de carne dele dobra minha calcinha entre minhas pernas, ardente, pulsante e suculenta, querendo entrar tão durinha num dos meus buracos.
Ele enfia na minha bucetinha e, por pura sorte, vi como meus suquinhos caíam no chão acarpetado.
No dia seguinte, quando viessem limpar, alguém ia perceber o que a gente fez.
E lá estava eu, apoiada na janela, enquanto ele segurava firme na minha cintura. <3<3<3
Ele metia forte e eu me preocupava que a janela fosse quebrar.
Mas ele sabe de tudo: diz que era de acrílico, pra reduzir o barulho e proteger dos tremores.
<3<3<3
Espero que a gente fique sempre junto.
E ele metia tão forte. Eu estava com os peitos de fora e eles se apertavam no janela e meu rosto se sentia tão yummy com o frio do vidro, enquanto ele continuava entrando e saindo de mim.
Tenho lembranças vagas de como as mãos dele tocavam meu corpo com delicadeza, do jeito que ele sempre é comigo.
E eu me sentia tão feliz, porque amo ele demais.
E abria os olhos e via o prédio da frente e me sentia tão, tão foda…
Será que alguém estava percebendo? Será que alguém podia me ver, fazendo amor daquele jeito tão apaixonado e sensual?
Será que alguém podia me ver, sendo a mulher do meu marido?
Tenho que devorar o lobo mau! Beijos!Próximo post
1 comentários - Sete por sete (71): Nossas férias (3ª parte)