Gloria - história real -

Trago uma história nova pra vocês, real, embora com alguns nomes trocados, claro. Espero que curtam...

Eu tinha 27 anos na época. Era casado há uns dois anos e tinha um trampo da hora como Chefe de Logística numa empresa de manufatura com várias fábricas no interior, uma delas no Parque Industrial de San Luis.

Por causa do serviço, eu tinha que viajar uma semana ou menos a cada mês e meio ou dois. Eu odiava essas viagens, eram chatas pra caralho e cansativas; mas quem mais odiava era minha esposa: ela tava convencida de que cada viagem dessas custava uns chifres, o que me dava uma raiva danada porque juro que a única coisa que eu fazia lá era acordar às 6 da manhã, trabalhar igual um condenado 12 horas, voltar pro hotel, tomar um banho, ver um pouco de TV, organizar o dia seguinte, jantar e dormir... Uma rotina do caralho... Mal conheci a praça da cidade quando fui com uns colegas de trabalho tomar umas cervejas numa tarde.

Às vezes a viagem ficava mais divertida porque eu ia com alguém, geralmente o Gerente Industrial, um cara bem mais velho que eu, muito sério mas legal pra conversar, com quem dava pra dividir um jantar ou café da manhã, e só.

Num certo ponto, a fábrica começou a se expandir, a crescer na produção, dobrando os turnos de trabalho, a ponto de o abastecimento de Buenos Aires começar a complicar e decidiram começar a procurar fornecedores em San Luis. Foi aí que organizaram uma nova viagem, dessa vez com atividades de trabalho bem diferentes do normal, mais longa – achamos melhor começar numa segunda e voltar na sexta seguinte, quase duas semanas – e como o objetivo era achar fornecedores locais, minha acompanhante dessa vez era a Chefe de Compras, Gloria. Também decidiram que, pra gente se locomover melhor pela província, o Chefe de Fábrica que alguém de lá alugue um carro no meu nome.
Primeiro problema: como dizer pra minha mulher que eu ia sumir por mais de dez dias, com uma gostosa, hospedado num 5 estrelas, e fazer ela acreditar que eu ia trabalhar? B.O. na certa.
No trampo, eu podia ter dito que por algum problema de família não podia ficar tanto tempo fora de casa, ou inventar alguma mentira salvadora pra alguém me substituir; mas não, de cabeça erguida e consciência tranquila, decidi seguir em frente e encarar o que viesse. Não tinha outra intenção senão continuar cumprindo metas pra ganhar o bônus anual, que naquele ano era uma semana em Cancún tudo pago mais um décimo terceiro completo. Isso talvez aliviasse as tensões em casa.
Por outro lado, vamos combinar que minha companheira de viagem estava longe de se parecer com a Sofia Loren nos melhores tempos e muito menos era uma gostosa tagarela com quem você pode dar boas risadas por um bom tempo. Com a Glória, a gente mal se conhecia além da relação de trabalho. Só conversávamos algo por causa de algum problema de abastecimento ou nas reuniões operacionais, que por sinal eram bem frequentes.
Glória não era nenhuma novinha, calculo que me levava uns 10 anos, devia ter uns 35, ou 40 talvez… Meio baixinha, magra, cabelo curto sempre bem arrumado, quase sem peitos, mas com a bunda maior, mais dura e desejada que já vi na vida. Nunca a vimos de saia, jamais conhecemos dela alguma pele que não fosse a do rosto ou das mãos; parecia que usava uniforme: sempre de calças pretas bem justas, botas de couro, camisa branca de manga comprida e, eventualmente, algum suéter largo e leve. Usava um par de anéis, sempre os mesmos, não exibia brincos chamativos nem joias deslumbrantes… Quase uma dona de casa.
Finalmente chegou o dia da nossa partida. Uma segunda-feira de julho, acho que o julho mais frio da década, às 6 e quinze da manhã nos encontramos no saguão do Aeroparque pra fazer o check-in e despachar nossa bagagem. Enquanto esperávamos a hora do voo partir, tomamos um café na lanchonete do pré-embarque.
Quando faço essas viagens, deixo de lado os ternos e toda roupa formal, principalmente porque lá não preciso delas e, mais do que tudo, para não estragar na mala. Então, naquela manhã, estava de mocassins com uma das duas calças jeans que levei, uma camisa, um suéter em “V” e, obviamente, minha jaqueta mais quentinha.
“Que estranho te ver vestido assim”, ela disse, quebrando o gelo.
Me olhei, como se desse pouca importância ao comentário. “No entanto, você está sempre igual”, ironizei.
“É, eu sei. Vamos ter tempo, então com certeza vai dar a oportunidade de te contar.”
“Comece quando quiser.”
“Agora não. É longo… Não é o momento.”
O rosto dela ficou triste. Um silêncio quase interminável se instalou.
Enquanto ela foi comprar o jornal e algumas revistas, paguei a conta e fiquei pensando em toda a merda que essa viagem tinha me causado em casa com a minha mulher, e pensar que estava com alguém com quem mal ia conseguir conversar…
Embarcamos, fizemos o voo sem muita história pra contar, chegamos em São Luís, onde um funcionário nos esperava com o carro e três graus negativos de temperatura, passamos no hotel pra fazer o check-in e deixar a bagagem, e sem mais demora fomos pra fábrica.
Lá, tinham preparado um escritório pra gente, com uma mesa grande pra trabalhar e uma mesa com várias cadeiras, caso precisássemos fazer alguma reunião com alguém.
Depois das apresentações de praxe, das perguntas sobre o voo e dos comentários óbvios sobre o frio do caralho, começamos a trabalhar montando a agenda pros próximos dias. Passamos a tarde fazendo as ligações necessárias pra coordenar as reuniões. Quando já tínhamos a coisa mais ou menos encaminhada, no meio da tarde decidimos sair do escritório pra descansar um pouco. Chegamos no hotel e combinamos de nos encontrar no restaurante às oito e meia. Peguei as chaves e subimos.
“O Javier tinha razão – seu Gerente, você é inteligente e muito prático. Gosto de trabalhar com você", ela me disse quando saímos do elevador, antes de se despedir e colocar a mão no meu ombro.
"Você também... Nossa, tenho as chaves da 506 e da 510, qual é a sua?"
"Sei lá, não importa, devem ser iguais. Mas se quiser, vem aqui e escolhe."
"Não, qualquer uma tá boa."
Ela pegou a 506 e fechou a porta com um "até logo", enquanto eu seguia pelo corredor até a 510.
Assim que fecho minha porta, o telefone toca. Era ela.
"Parece que dividimos bem os quartos: aqui tá minha bagagem e no frigobar achei uma garrafa de Tia Maria, meu preferido!"
"Claro! Aqui tô vendo uma de J&B... Como se nos conhecessem!"
"Kkkk! A gente se vê mais tarde!"
"Até logo!"
O que veio depois não foi lá muito relevante: tomei um banho quente bem gostoso, tirei um cochilo, jantamos, e nos três ou quatro dias seguintes foi rotina: carro, estrada, mate, reuniões, café, agendas, jantares, cafés da manhã, uns telefonemas pra Buenos Aires pra tranquilizar a família, umas punhetas e um pouco de futebol à noite na TV, sem mais... Muito trabalho e cada dia mais sintonia entre nós.
No sábado de manhã, enquanto tomávamos café da manhã, e já que íamos ter o fim de semana livre e tínhamos o carro, sugeri irmos pra Buenos Aires, passar o fim de semana com os nossos e voltar na segunda de madrugada.
"Como quiser, mas ninguém me espera lá, então vou ficar. Além disso, lembra que na segunda de manhã cedo a galera da PlastiSan nos espera, mas não se preocupa em chegar muito cedo, eu cuido disso..."
Me bateu uma bad ouvir aquilo de que ninguém a esperava. Era a primeira vez que ela me confessava algo íntimo, pessoal. Não quis demonstrar preocupação e já tirei um Plano B da manga.
"Não, então nem... Como é que eu ia dirigir e preparar o mate ao mesmo tempo?"
Um sorriso cúmplice curvou seus lábios. Ela não insistiu. Senti que ela queria ficar comigo e esperava que meu orgulho não me atrapalhasse...
"Essa província de merda deve ter... Um lugar bonito pra conhecer... Vamos dar um passeio."
"Adorei a ideia", ela disse, apoiando as palmas na mesa e quase se levantando da cadeira. "Vamos perguntar pro concierge, pedir uma dica, bora!"
Na mesma hora, ela se dirigiu pra recepção e eu fui atrás. "Que bunda gostosa", pensei enquanto olhava as nádegas apertadas dela balançando no ritmo dos passos.
O concierne recomendou alguns lugares, dizendo que com o frio não tinha muita coisa pra explorar e lembrando que o hotel tinha uma academia muito boa e piscina aquecida com jacuzzi. Nós dois gostamos dessa alternativa, só que não tínhamos roupa pra isso. Então decidimos encher a garrafa térmica, subir no carro, dar uma volta pelos arredores da cidade: El Trapiche, Potrero de los Funes, comer algo leve por lá e voltar pra cidade pra comprar umas roupas.
Ela precisava principalmente de um maiô e um moletom pra malhar, eu me virava com um short e um moletom, então paramos na primeira loja de esportes que vimos. Fizemos nossas compras, voltamos pro hotel pra trocar de roupa e nos encontramos na academia.
Quando desci, ela estava correndo na esteira, de costas pra porta e de frente pra um espelho grande, onde me viu entrar e acenou com a mão. Eu não acreditava no que tava vendo... Ela usava uma faixa branca segurando o cabelo, uma toalha no pescoço, uma regata branca bem justa e umas leggings pretas tão apertadas que a costura separava as bandas da bunda dela e se enfiava na buceta, marcando dois lábios bem carnudos.
Não queria que ela percebesse minha cara de tesão pelo espelho, então desviei o olhar pra esteira ao lado e comecei a caminhar. Não demorou muito pra ela descer, secar o suor do rosto, largar a toalha na barra da esteira e se sentar numa daquelas máquinas onde a gente senta num banco com as pernas abertas, prendendo os pés nuns estribos, e em cima da cabeça tem uma... barra da qual pendem umas cordas com pesos para subir e descer…
Nessa posição, de pernas abertas e com a buceta apontando pro espelho, com os braços pra cima quase pendurada nessa barra, descobri finalmente o tamanho diminuto dos peitos dela e a beleza dos mamilos que marcavam um relevo suave na regata branca. O torso dela ia afinando conforme chegava na cintura e, descendo, alargava de novo pra dar lugar a uns quadris dos sonhos.

Assim fomos passando de uma máquina pra outra; num momento, deitada num colchonete, ela me pediu pra segurar os tornozelos dela pra fazer uns abdominais e eu pude sentir a dureza da barriga dela, bem definida, com um umbigo perfeitamente redondo. Não sei se ela não percebia ou se fazia de sonsa, mas tenho que admitir que nessa altura eu já tava mais que excitado… “Que gostosa essa coroa… quem será que come ela?” se perguntavam todos os ratos que roíam minha cabeça enquanto eu segurava as panturrilhas dela…

Já tínhamos passado umas duas horas na academia, então, fingindo cansaço, tirei a camiseta e, ficando só de short, entrei na jacuzzi.
“Não vai não, me espera” ela disse de longe. Pegou a bolsa dela, entrou num dos vestiários e saiu pra entrar comigo na piscina. Tava vestindo uma sunga de competição, daquelas de lycra, bem fininha e colada no corpo. Claro, era a única coisa que dava pra achar na loja de esportes, mas ela usava até com orgulho, te diria.

Foi a primeira vez que pude ver as pernas nuas dela. Entre os vagabundos do escritório, a gente sempre discutia besteirada como em mesa de bar se ela usava calças justas pra disfarçar celulite ou pra esconder varizes ou qualquer outra merda tipo que não se depilava, coisa de tarado que, se não pode comer uma gatinha logo, já inventa defeito… Mas nada disso. O que posso te dizer? Musculosas e firmes como pau-ferro eram essas pernas! Felizmente – e digo felizmente porque acho que em qualquer hora eu ficava de pau duro – entrei na piscina, sentei num degrau e, na água morna, os jatos e as bolhas não deixavam ver nada além do pescoço dela. Eu rezava, mesmo sabendo que podia acontecer, pra que ela não me roçasse nem fizesse uma piada de duplo sentido, porque ali mesmo eu comia ela e acabava na cadeia.

Por sorte, mantive minha liberdade porque nada disso aconteceu, e enquanto ela preferia nadar um pouco, eu optei por ir pro meu quarto descansar, tomar um bom banho e, principalmente, sem que ela desconfiasse, bater uma punheta em homenagem a ela.

Antes, como sempre, combinamos de nos encontrar às 9 pra jantar.

Me distraí vendo um Racing-Lanús deitado na cama, bem acompanhado pelo meu amigo escocês com gelo, e acabei me atrasando. Desci quase uma hora depois do combinado. Ela me esperava no balcão do bar, com a bunda apoiada de leve num banquinho, a mão direita segurando uma taça grande já quase vazia, enquanto a esquerda descansava na perna.

Um cliente sentado numa mesa atrás dela não parava de olhar de canto a bunda dela enquanto folheava distraidamente o jornal. Não me perguntem por que, mas provavelmente pra foder com o coitado, me posicionei de um jeito que bloqueei a visão dele; ela deve ter se virado com um movimento que, sem querer, abriu um pouco a blusa e me deixou ver que ela não tava de sutiã.

“Como você demorou…”
“É, me desculpa, deitei um pouco pra ver TV e o tempo passou… O que você tá bebendo?”
“Um vinho… bom, dois, tive tempo enquanto esperava você…”
“Charly!” – chamei o barman – “Serve outra taça pra ela e me traz um escocês com gelo. Valeu.”
“Não, para! Vou acabar bêbada…”
“Não importa. Amanhã você pode dormir até mais tarde…”

Ficamos um tempo tomando nossas bebidas, falando um monte de besteira, sobre o dia que passamos juntos, sobre como deve ser chato viver naquela cidade, sobre o frio cada vez mais insuportável… Cada Cada vez que se esticava pra pegar a taça, o decote abria um pouco, mostrando mais dos peitos dela. Dava pra sentir o efeito do álcool nos movimentos dela, qualquer piada besta arrancava uma gargalhada, cada aceno ou comentário dela vinha acompanhado de um toque no braço ou um carinho no ombro, tipo quando você tá conversando com alguém muito chato que pra enfatizar as frases te agarra o braço, saca? Mas nesse caso não tava me incomodando nada…

Pelo canto do olho vejo que o tarado atrás de mim levanta pra ir embora, mas não sem antes, ao passar do lado dela, esticar o pescoço pra olhar os peitos dela nus por cima da blusa. Eu mordo os lábios e, com um instinto quase paternal, aponto pro meu peito movendo o dedo indicador pra cima e pra baixo enquanto com o queixo apontava pro dela, fazendo ela perceber que tava semidespida. Ela baixou o olhar, entendeu a situação e imediatamente fez um movimento brusco com a mão pra se abotoar, movimento que fez ela perder um pouco o equilíbrio e, pra evitar a queda, apoiar a mão direita na minha perna com o arco que formam o polegar e o indicador de uma mão aberta desenhando o contorno da minha virilha… Um vermelho intenso tingiu as bochechas dela e ela tirou a mão rapidamente.

"Desculpa…" ela disse ainda corada "Tô claramente meio bêbada, não costumo beber tanto, e ainda mais antes de comer…"

"Fica tranquila… Se quiser saber o que é uma verdadeira bebedeira, posso te contar alguma das minhas centenas…"

"Não, não, essa situação me dá muita vergonha"

"Relaxa, vamos comer e de quebra você me conta aquela longa história que deixou pendente no aeroporto"

Então, depois de sentarmos e pedirmos nossos pratos, o meu acompanhado de um bom malbec mendocino e o dela de um suco de laranja sem graça, após alguns comentários engraçados sobre a situação etílica, ela me conta aquela história…

Vou resumir. Calculo que pela bebedeira que tava, confessou a idade, 42 faria em alguns meses, e que no último ano da faculdade se apaixonou perdidamente por um colega de estudos. Tão apaixonados estavam que, alguns anos depois de se formarem, decidiram casar. Mas o destino quis que, um mês antes do casamento, esse cara sofresse um acidente de moto e, ao bater a cabeça sem capacete na carroceria de um caminhão, morresse na hora. Desde então, ela decidiu ficar de meio luto, e por isso os calções pretos. Enquanto ela contava a história, não interrompi em nada, mas assim que terminou, tentei voltar à situação anterior, que era bem mais agradável.
"Gloria, já se passaram mais de dez anos… Você quase perdeu os melhores anos da juventude por um irresponsável que andava de moto sem capacete… Acho que já era hora de dar um basta nisso…"
"Sim, eu sei; tentei várias vezes, mas não consegui, até fiz terapia, mas não adiantou. Sei lá… talvez um dia eu conheça alguém que me faça esquecer aquilo…"
Ela continuou a frase, mas meus pensamentos não me deixavam ouvir. Momentos como esses são os que me fazem arrepender de ter tomado dois uísques, uma garrafa de vinho e não conseguir soltar uma frase descolada… "Amanhã, mais fresco, volto ao ataque", pensei. O que eu mais queria naquela hora era ir pro quarto, deitar e assistir ao canal Venus…
"… inteligente, jovem, prático, né?" finalizou a frase.
"Ahã…" respondi sem saber ao que, mas era a segunda vez que ouvia dela 'inteligente e prático', duas qualidades que ela já tinha destacado em mim antes…
"Quer um café?" perguntei.
"Não, obrigada, vai me tirar o sono e já tô morrendo de sono…"
"É, morrendo de sono…"
Pedi a conta, assinei e fomos para nossos quartos. Ao chegar na porta dela, me deu um abraço forte com um beijo longo na bochecha.
"Amanhã a gente continua, né?"
"Claro!" me animei.
"Valeu…"
"Descansa."
E, mesmo sem querer ir embora, querendo entrar com ela, fui rápido pro meu quarto.
Tava muito frio, então coloquei o aquecedor no máximo, tirei a roupa Tirei toda a roupa e vesti um roupão, daqueles de toalha que dão em hotéis chiques. Servi um bom uísque, liguei a TV e me joguei numa poltrona com o controle remoto na mão. Na TV a cabo, estava passando um show do Tony Bennett, então não mudei de canal. Com uma mão segurava o copo enquanto com a outra eu me acariciava o pau, pensando na bunda maravilhosa da Glória.
Deviam ter se passado uns vinte ou trinta minutos quando o telefone tocou.
“Oi?”
“Oi, você não estava dormindo, né?” pergunta Glória, meio gaguejando.
“Não, não, o que foi?”
“Não quero que você leve a mal nem pense besteira, mas... quer vir?” – na voz dela, dava pra perceber que estava bêbada.
“Já vou!”
Do jeito que estava, de roupão e descalço, peguei a garrafa de J&B pelo gargalo e fui pro quarto dela. Bati na porta, que estava só encostada:
“Entra, tá aberto”
Quando abri a porta, a iluminação do quarto me chamou a atenção: ela tinha colocado um lenço enorme sobre o abajur de pé, que suavizava a luz. Entrei, fechei a porta atrás de mim e, ao avançar, encontrei ela no sofá, já bem bêbada, de pernas cruzadas, vestida só com um conjunto de lingerie preta transparente bem provocante.
Na hora, ela se levanta, cruza os braços no meu pescoço e sussurra no meu ouvido, com um sotaque espanhol:
“Esta noite quero ser sua putinha, a mais puta de todas as vadias...”
Dei um beijo na boca dela, enfiando a língua até onde dava, e ela fez o mesmo. Enquanto a beijava, desci a mão até apoiar na bunda dela e comecei a acariciar. Era muito macia e quente. Então ela me deu um empurrãozinho que me deixou sentado na beira da cama, virou de costas, arqueou um pouco a cintura e, colocando a bunda a centímetros do meu rosto, disse:
“Gostou? Tá de estreia pra você...”
Eu não podia acreditar no que estava acontecendo.
Peguei os elásticos da cintura e, devagar, puxei a calcinha dela até os tornozelos. Com um movimento rápido, ela chutou pra longe. afastando-a e, sem mais, separei apenas as pernas e se agachou até quase encostar os joelhos no rosto dela. Passei minha mão pela buceta dela, sentindo ela bem molhada. Os pelos pubianos dela estavam perfeitamente aparados, e isso me deixava muito excitado. Comecei a beijar a vulva dela com bastante saliva enquanto acariciava as coxas dela, e de vez em quando separava os lábios para passar minha língua bem molhada pelo cu dela. Quando isso acontecia, ela vibrava, mostrando que isso a excitava muito. Minha pika estava prestes a explodir quando ela se virou, ajoelhou-se entre minhas pernas enquanto tirava o sutiã, abriu meu roupão e colocou a rola inteira na boca dela, provocando ânsias. De repente, ela se afastou, levantou-se e correu para o banheiro. Ouvi ela vomitar, a descarga do vaso e a água correndo na pia por um bom tempo. Finalmente, ela voltou; enrolada numa toalha, sentou-se na beirada da cama, longe de mim, e quase entre soluços me pedia desculpas, que me perdoasse pelo que tinha feito, que era a primeira bebedeira dela em muitos anos e que, claro, ninguém podia saber disso. Tudo isso antes de pedir para eu ir embora. — E se eu te dissesse que, em vez de você me pedir desculpas, eu é que deveria te agradecer? A gente dois tá precisando disso… — e ela me interrompe: — Antes de você entrar, eu me masturbei pensando em você. — E desde que a gente tá aqui, eu já bati duas punhetas pensando em você — confessei. Ela soltou uma gargalhada enquanto tirava a toalha. Me aproximei dela, acariciei os peitos dela e dei um beijo bem gostoso na boca dela, que respondeu sem hesitar, acariciando minha pika. Ela ficou de quatro na cama e começou a chupar minha pika sem parar. Enquanto isso, comecei a beliscar os mamilos dela, já bem duros, e tocava e penetrava a buceta dela com meus dedos indicador e médio, provocando nela gemidos baixinhos que em poucos minutos terminaram numa gozada violenta com um grito de prazer que eu nunca imaginaria. Ela se deitou de bruços e, me olhando pelo canto do olho, olha, ela me disse:
- Aqui começa seu momento de glória – ela falava enquanto se acariciava o cu-. Quero sua pica toda dentro.

Apesar do meu pau estar durasso e bem molhado pela saliva dela, e da bunda linda e preciosa dela também estar toda melada pelos fluidos do orgasmo vaginal, confesso que a penetração não foi fácil, demorou pra caralho, mas a gente conseguiu.

Ela já não gemia, uivava naquela mistura de prazer com dor, enquanto rebolava no ritmo do meu vai e vem. Ficava doida quando minhas bolas batiam no clitóris dela nessa dança, a ponto de ter outro orgasmo, só um pouquinho antes do meu, quando gozei uma porrada de leite quente dentro dela.

- Não para. Continua me comendo por trás… Tô quase tendo outro orgasmo…

Ela se ajeitou, apoiando o peito e os joelhos no lençol, levantando a bunda bem alto, e eu, de pé atrás, meti na buceta inundada dela, bombando sem parar…

- Vou gozar – falo pra ela-. Quero gozar nos seus peitos…
- Não, quero tomar tudo…

Foi então que coloquei na boca dela e, enquanto me masturbava com os lábios dela, gozei, dessa vez menos, na língua dela. Ela me mostrou a porra toda na boca, fechou os lábios e, como quem come uma ostra suculenta, engoliu tudo com muito prazer.

O resto foi um descanso rápido e, depois de vestirmos nossos roupões de novo, fomos pro meu quarto, já que na cama dela era difícil dormir de tão molhada que tava.

Lá, tomamos um banho juntos, nos acariciamos muito debaixo d'água, nos ensaboamos, nos beijamos pra caralho, até que, depois de secos e de tomar mais um uísque eu e uma Coca ela, deitamos pelados pra dormir…

9 comentários - Gloria - história real -

muy bueno Juan...!! no pasó más nada..? van puntos, obvio.
Si, kramalo, claro... Durante un tiempo corto seguimos siendo "amantes clandestinos", pero no duró mucho y tampoco fue nada de otro mundo como para contarlo... Pero ya se viene más.
Te acabo de descubrir!!! Excelente los 2 primeros relatos que leí!!! Sigo con los siguientes.
Sos un detallista de puta madre. Felictaciones