Juan Carlos, o Vereador

Era ano eleitoral e eu tive que ser fiscal de mesa. Longe de ir pelo dinheiro, fui por vocação. O partido tinha feito um ágape, perto de onde eu moro, e me convidaram. Lá estavam o candidato a deputado, o que ia pra senador, e uns dois vereadores.

Discretamente, um dos vereadores se aproximou de mim.

"Que peitão gostoso você tem, mamãe. Adoro, são enormes." — ele disse em voz baixa, mas dava pra ouvir o tesão na voz dele. Não falei nada e fui pegar um copo de refrigerante.

O homem se afastou um pouco e continuou conversando com os colegas de partido.

Passou um tempo e o fiscal geral da equipe em que eu estava disse: — "Vamos nos revezar. Tem duas caminhonetes e somos muitos, então quem mora mais perto vem primeiro." Eu me aproximei, mas o vereador me impediu de avançar.

O sorriso lascivo dele me perturbou.

Respirei fundo pra não mandar ele tomar no cu. E tentei me afastar, mas ele me segurou pelo pulso e me levou até o escritório do lugar. Me sentou de uma vez num sofá e disse: — "Meninas boas obedecem." Curiosamente, enquanto falava isso, ele desafivelava o cinto e, tirando o pinto velho, enrugado e murcho, apertava com força meus peitos, os espremia, doía, mas se eu gritasse seria pior. Apertei os lábios e fiz eles sangrarem. Três gotas caíram na minha camiseta, ele mandou eu tirar enquanto se masturbava. No final, quando achei que tudo ia acabar, ele colocou a rola meio dura na minha boca, me fez engolir, queria que eu chupasse o pau dele. Tinha um gosto horrível, tipo vinho tinto, queijo roquefort, sei lá, mas eu tinha ânsia de vômito quanto mais inchado ficava.

O homem gozava, passava os dedos como garras nas minhas costas, enquanto me metia mais forte, a ponta da glande chegava até minha campainha. Quando eu recusei o movimento dele, ele percebeu, em silêncio e com violência que eu nunca tinha experimentado, me afastou.

Ele se masturbou com meus peitos, no estilo boobs fuck ou russa, doía, achei que ia arrancar eles de tão forte que puxava, mas não, só se Ele gozou, enchendo meus peitos de porra.
Eu me sentia enojada, porque não gostei do cheiro, da grosseria dele, da pica dele, que mesmo dura e inchada me parecia pequena. Tava pronta pra armar um escândalo épico. Mas ninguém ia acreditar em mim.
Saí do lugar, minhas pernas tremiam, a maquiagem tinha borrado, fiquei um tempão tipo em estado de choque. Quando cheguei em casa, tomei banho, coloquei uma música e fui dormir.
Os dias passaram e eu tive que me reunir de novo com meus colegas de partido. O Vereador abusador se apresentou pra gente como "João Carlos, um homem de família, de princípios morais impecáveis, com grandes valores, de respeito por cada ser vivo. Membro da Opus Dei e de um tribunal de ética." Ao ouvir todo aquele discurso memorável, eu não consegui evitar, ri como nunca. A ponto de doer as costelas, chorei de tanto rir com aquilo.
O procurador-geral me tirou da sala e disse pra eu não voltar no domingo, que não iam precisar de mim. Sorri e vim pra casa, onde assisti ao desmoronamento daquele partido do conforto do meu lar...

6 comentários - Juan Carlos, o Vereador

malisimo el relato, muy exagerado el personaje "miembro del opus dei"
Bueno, gracias, por tu crítica. Es interesante tener un punto negativo de vez en cuando.
😀 Gracias por leerlo.
@Marvel-Sexy te lo digo de onda igual 😉
@Mishiand69 Me di cuenta, por eso te lo agradecí, sinceramente. 😀 👍
si es verdad tenes que denunciarlo al viejo de mierda.Vos como estas despues de esa experiencia????
tus relatos siempre tienen ese toque d morbo q los hace diferentes...si bien este caso particular no lo disfrutaste es una buena historia...besos
le hubieras mandado una mordida en el choto... si te pegaba, ahi lo metías en cana.... saludos