continuação demeu primeiro postA bósnia tava usando um vestido preto tipo minissaia, mas com meia-calça preta, os ombros de fora e um decote fenomenal.
Tudo isso passou em segundos, me aproximei pra dar um beijo no ombro dela e veio um cheiro realmente desagradável saindo da axila dela!!!!
QUE- NOJO
Parece muito gay o que eu tô falando, mas aquele cheiro baixou minha tesão pra níveis inimagináveis. Pena, porque fisicamente ela é um monumento de mulher. Atribuí à dança e ao suor, mas ainda não tava bêbado o suficiente pra não me importar com o cheiro...
Então desisti de vez de fazer qualquer coisa com a bósnia. E falei pra mim mesmo que, se a Lisa não fosse me dar bola, então a gente ia curtir a noite e eu ia ficar na minha, quietinho, como o taringueiro de sempre.
Discretamente, virei a bósnia pra ficar de frente e continuar dançando não tão colados, assim ela não ia interpretar que eu queria algo com ela, mas só dançar, e aquele roçar de paixão foi só acaso, coisa da dança, nada mais. Isso me deixava livre pra tentar algo com a Lisa sem que ela pensasse que eu tava atirando pra todo lado pra ver o que pegava.
Pouco depois, Lisa e Michaella voltaram, cada uma com duas bebidas; a Lisa me deu a minha. E disse que essa era a única maneira de beber, porque com as músicas não ia rolar, e ela queria continuar bebendo. Uffff, já era um passo mais avançado...
Então falei que ela não tivesse tanta certeza, e escrevi outra lista pro barman, mas com músicas em espanhol. MUAJAJAJA
Qual não foi minha surpresa quando o barman me disse: “Ei, de onde você é? Fala espanhol?” e falou em espanhol mesmo! Acontece que o cara é de Buenos Aires (segundo ele). Expliquei mais ou menos meu plano, e ele se animou, disse que me ajudaria, que cuidaria de botar uma música boa.
Minha primeira música na lista era “No le pegue a mi negra”, uma salsa poderosa.
Quando ouviu a introdução, a Lisa soltou uma gargalhada e trocou um olhar de terror com a bósnia e disse: Scheisse, o que é isso?????" (merda, que porra é essa???)
Comecei a rir e falei que ela tinha que dançar, mas tava tão cagada de rir que nem conseguia se mexer, talvez ela tenha imaginado que as próximas músicas seriam todas em espanhol, e aí sim estaria fudida.
Ela não quis dançar, tava toda vermelha de tanto rir, então peguei Michaella pelas mãos e cintura e começamos a dançar. Essa tia tava toda empolgada e feliz. Não sabia dançar, mas falei que com as luzes e o álcool, nada importava, que era pra ela se divertir... A véia tava toda solta, foi uma puta ideia boa minha, e com a ajuda do gênio do barman, tudo ia bem.
Peguei um colega de trabalho e coloquei ele pra dançar com a Michaella, todo mundo tava cagado de rir, mas animados.
A próxima foi a bósnia, essa sim sabia se mexer bem, dançamos um tempão, e a pobre da Lisa tava com cara de terror, e não parava de rir, no fundo sabia que ia chegar a vez dela mais cedo ou mais tarde.
Peguei outro colega de trabalho e emparelhei com a bósnia. Levantei mais uns que estavam sentados e incentivei eles a dançar. Se todo mundo tava dançando, a Lisa não tinha desculpa pra ficar sozinha. A Michaella e a bósnia já estavam na euforia e animando os outros.
De vez em quando eu olhava pro barman e a gente ria, que cara mais parceiro.
Abri caminho no meio da galera, igual nos filmes, que tudo fica borrado e em câmera lenta. As trombetas no fundo, luz pra todo lado, gente rindo e se divertindo, e no centro dessa imagem a Lisa, com os ombros encolhidos feito menina de castigo, completamente paralisada, não se mexia nem um centímetro, coisa muito estranha porque antes parecia um pião.
Comecei a me aproximar dela no ritmo da música, aquela que diz "pa ra ra ra ra ráaa, ta-ta-taaa, ta ra ra ta-taaaa" (Oscar de León – Llorarás kkkkkkkk).
Ela olhava pros lados nervosa com um sorriso gigante e lindo, finalmente via ela sorrir de verdade, tava muito gostosa. Conforme eu me aproximava, percebia que ela respirava fundo. produto dos nervos e talvez da excitação. Ela estava com as mãos entrelaçadas na altura dos quadris, dava pra ver o medo e a curiosidade. Parei na frente dela e segurei as mãos dela, ela se entregou completamente, não parava de rir. Sorri pra ela e perguntei quantos drinks ela já devia tomar. Ela continuou rindo e disse:
- uau, você é o melhor. Como você conseguiu? 🙂
- como consegui o quê?
- olha ao redor, todo mundo está louco, já fui a muitas baladas com os colegas de trabalho e nunca estiveram assim.
- hahaha e você está louca?
- um pouquinho 🙂
- bom, mas você não me disse quantos já deve tomar, estou esperando, não pense que vai escapar
- eu sei, eu prometi e vou cumprir, só que preciso criar coragem, vai ser muito licor e tenho que decidir agora se vou estar disposta ao que vier.
- não se preocupa, não vai acontecer nada de ruim, você está segura comigo 😉
- ei, obrigada por me defender daquele cara.
- não foi nada
- sério, eu agradeço muito
- bom, bom, mas o que você quer beber? Não vai fugir 😉
Fomos até o bar e pedimos uma dose, o barman sorria com cumplicidade. Falei pra ele não servir tão forte. Ela ia virar a dose inteira, mas eu segurei e disse que ajudaria, que ela não precisava tomar tudo sozinha. Peguei a mão dela e falei pra irmos dançar.
- mas não entendi, combinamos que se eu não soubesse a música, tinha que tomar um drink, e já tocaram 4, e isso não foi um drink completo, você tomou metade
- tá bom, eu sei, mas na lista todas as próximas são músicas latinas, com certeza você nunca ouviu na vida, isso também não é justo 😉
- hahaha sério que não entendo o que você quer fazer comigo xD primeiro pensei que queria me embebedar e fiquei assustada porque percebi que você consegue, mas vejo que não é assim... você é muito estranho xD
- eu só quero me divertir com você, e esse desafio foi só uma ideia pra quebrar o gelo entre a gente, e olha, deu certo Resultado, estamos dançando com confiança.
- Mas a gente já tava dançando antes xD
- E você tem certeza que a gente tá dançando igual antes? O que a gente fazia antes não era dançar, isso aqui sim é dançar, isso aqui sim é música pra dançar 😉
- Bom, você tem razão, mas que noite louca 🙂 até agora foi incrível, obrigada 🙂
A gente dançava e dançava, pedimos uma garrafa de água, uma bebida alcoólica pra misturar e só um copo. Dançávamos uma música e depois bebíamos do mesmo copo. Ela já tava entregue na situação, eu dominava tudo. Alguns colegas começaram a ir embora, e no final ficaram só a Michaella, a bósnia, dois colegas que tavam dançando com elas, e mais dois que tavam dormindo, um no chão e outro no sofá, e claro, a Lisa e eu.
Foi fenomenal, eu tentava ensinar algumas palavras em espanhol de cada música, ela soava tão linda com aquele sotaque alemão forte. Cada vez que ela tentava repetir o que ouvia, eu ficava hipnotizado com os lábios dela, a voz, o sotaque. Eu olhava pros lábios dela descaradamente, com tanto desejo, e ela só ria e os molhava com a língua.
O barman sacou que a gente já tinha se encaixado, e sabiamente colocou “Feliz Navidad” do Cheo Feliciano, todo mundo na balada cantou quase a plenos pulmões, sabiam muito bem. E depois disso, ele começou a botar música romântica, mas em inglês, e minha lista ficou no esquecimento, mas o trabalho tava feito. Já era 1h da manhã.
A música tinha diminuído de intensidade, a gente dançava mais devagar e mais colados, sempre se olhando nos olhos, sorrindo, cantando. Encostei minha testa na dela e ela fechou os olhos na hora, respirou fundo, molhou os lábios e respirava ofegante.
A gente tava ali do lado de uma daquelas mesas, muitos bêbados falando merda, a Michaella e a bósnia em outra parte da balada. A música suave de fundo. Eu tava segurando ela pela cintura, ela tinha as mãos nos meus ombros.
Me decidi e levantei o rosto dela suavemente pelo queixo; ela continuava de olhos fechados. Olhos fechados e respiração ofegante, os lábios dela brilhavam. Me aproximei e rocei meu nariz na bochecha dela, deslizando até o pescoço. Como esperado, ela estava toda suada, mas diferente da outra, não cheirava mal; o perfume dela me deixava excitado. Voltei e acariciei o nariz dela com o meu, dando um selinho nos lábios dela.
Ela soltou o ar e respondeu meu beijo. Era tão apaixonado e ao mesmo tempo terno, até aquele momento nada de língua, só lábios, um beijo seco.
Abracei ela com força, e ela passou os braços no meu pescoço. Eu acariciava as costas e a cintura dela, e ela, meu cabelo. Depois de alguns minutos, a música acabou e paramos de nos beijar; nos olhamos e sorrimos. Eu acariciava o rosto dela e dava pequenos selinhos nos lábios, e ela também me beijava.
— Já entendi, era isso que você queria, né? Por isso queria me embebedar.
— Você tá bêbada?
— Não, mas tô fazendo coisas que há algumas horas eu não faria.
— Já te falei, a ideia do licor foi só pra quebrar o gelo, e te garanto que se você tivesse ficado bêbada, isso não ia rolar, não sou esse tipo de cara. Na verdade, não deixei você beber mais.
— Tá bem, sem problemas, só tô tentando dizer que você tem um método muito estranho, mas me surpreendeu. Não gosto de homens sem vergonha nem atrevidos, você não é como os outros que só esperam a mina ficar bêbada pra se aproveitar. Até agora me diverti pra caramba com você, valeu mesmo 🙂
— Não precisa agradecer toda hora, já te falei, só queria isso mesmo, me divertir.
Ela abaixou as mãos e pegou as minhas, me levou até o sofá, no cantinho do sofá, bem na esquina onde tinha uma mesa que escondia bem. Me levou até lá e sentou no meu colo; eu tava com o míssil na plataforma de lançamento, então doeu, tive que ajeitar pra não entortar. Ela pediu desculpas e a gente começou a se beijar, muito mais intenso e com língua, era um beijo desesperado, às vezes terno, às vezes bem fora de ritmo... Eu acariciava as pernas e a bunda dela (tava um Jean, que pena). Também tinha um casaquinho leve, mais decorativo que funcional; ela tirou e por baixo tinha uma regatinha com um bom decote, os peitões grandes e brancos dela estavam ali na minha cara. Enfiei minha mão por baixo da regata, pelas costas, e o suor dela me excitou ainda mais. Ela começou a mexer os quadris e esfregava a buceta suculenta dela contra meu pau.
Tirei as mãos da blusa, agarrei ela pelo pescoço e puxei pra beijar. Ela tava sem freio, sentou reta e olhou em volta; a maioria do pessoal tava no seu mundinho, ninguém percebia o que rolava naquele canto, não tinha sinal das outras duas.
Eu acariciava o rosto dela, ela pegou minhas mãos e foi descendo pelo pescoço dela, ela guiava minhas mãos e continuava descendo, a cara dela mostrava prazer, com os olhos fechados, comecei a descer minhas mãos pelo peito dela, eu sentia que não ia aguentar mais, meu nível de excitação tinha aumentado 20 vezes. Ela não parava de se mexer, devagar, mas bem forte, eu achava que se naquele exato momento eu fosse penetrar ela, gozaria na hora.
Acariciei os peitos dela, cheios de suor, macios, firmes... me aproximei deles pra beijar, e ao mesmo tempo enfiei minha mão direita no cabelo dela, roçando forte meus dedos no couro cabeludo dela, foi tipo um gatilho, ela se esfregava com mais força e me abraçava bem apertado.
Me aproximei do ouvido dela e falei que não aguentava mais, comecei a dizer que queria tirar a blusa e o sutiã dela e ver os peitos lindos dela, que imaginava eles perfeitos, empinados com os bicos rosados e duros, que encheria minha cara com o suor dos peitos dela e lamberia os bicos dela com delicadeza.
Ela não parava de se mexer nem de acariciar meu rosto e cabelo. Eu beijava a orelha e o pescoço dela, ela se aproximou e sussurrou no meu ouvido:
- fala mais, fala mais, o que mais você faria comigo aqui mesmo, agora sou toda sua.
Minha mente decolou desse plano e foi pra um astral, a gente tava transando mentalmente com um pouco de contato físico.
Falei que os peitos dela eram tão provocantes, que eu teria que dedicar muito tempo a elas, e como não sabia se aquela situação se repetiria, teria que aproveitar ao máximo. Por alguns minutos, eu beijava seu pescoço, seus lábios, acariciava seus seios, respirava sobre eles... dizia coisas sobre o corpo dela, que ela era muito gostosa, que sua pele era muito macia, e que cheirava como uma deusa. Ela ouvia essas coisas e se mexia com mais paixão; impressionante o poder das palavras...
Depois parei e segurei seu rosto, disse que depois daquele momento de luxúria, eu diminuiria a intensidade e a beijaria ternamente nos lábios, ela fechou os olhos e nos beijamos suavemente, ela continuava se mexendo, mas mais devagar, mais sensual, os braços dela descansavam no sofá. Com uma mão eu acariciava sua bochecha, e com a outra tocava sua barriga.
Parei de novo, nos olhamos nos olhos, e disse que devagar eu a levantaria e a deitaria no sofá, tiraria seus sapatos e meias, subiria acariciando suas pernas e pararia na barriga dela, desabotoaria sua calça e abaixaria o zíper.
Nessa parte ela ficou parada.
Disse que beijaria sua barriga e brincaria com seu umbigo até chegar de novo nos seios dela enquanto minha mão descia pelo corpo até encontrar sua calcinha. Ela me interrompe e diz:
- imagina que a gente tá num hotel, não tem ninguém por perto.
- se a gente tivesse sozinho, já teria metido, não aguento mais, você é gostosa demais e eu te desejo pra caralho, isso é uma tortura pra mim
- mas continua, você faz isso como um filho da puta, tô quase gozando
Continuei com ela meu relato fantasioso. Disse que desceria minha mão até a calcinha dela e a introduziria devagar até sentir os pelos pubianos, e depois procuraria os lábios dela pra saber o quanto ela tava molhada, ela responde:
- muito molhada, tô muito molhada, se eu sentisse seu pau ali embaixo, eu gozava na hora. E eu me depilei faz pouco, só tenho um triangulinho na minha buceta, e tudo em volta tá lisinho Tudo pra você, faz de mim o que quiser (isso me explodiu a mente, vi que ela tava colaborando com a história).
- Me diz, como é sua buceta
- Tá molhada, tá pingando pra você, tô muito excitada, sinto ela tremendo.
- Me diz como ela é, como ela se parece
- Prefiro que você descubra sozinho
- Mas aqui não dá, eu tô morrendo de vontade de te despir, sério, quero saber como você é de verdade, contar suas pintinhas, lamber você lá embaixo...
- Espera, espera, não pula a história, que eu tô quase gozando. Meus lábios são rosadinhos, um pouco compridos, adoro me masturbar na frente do espelho e ver eles se abrindo
Continuei dizendo que sentiria os lábios dela nos meus dedos, que sentiria eles molhados e saberia que ela tá pronta pra fazer o amor como nunca. Ia abaixar as calças dela e esperar pela calcinha até o fim. Enquanto isso, tocaria as pernas dela, aquelas pernas lindas e torneadas que me deixavam louco desde a primeira vez que vi...
- Percebi como você me olha, cê gosta tanto de mim assim?
- Você é linda, é uma mina com um corpo incrível, até o mais exigente repararia fácil em você
- Não acredito
- Não sente meu pau debaixo de você?
- Sinto, sim, me excita, mas quero ele dentro de mim (enquanto se esfregava forte em mim)
Falei que finalmente tiraria a calcinha dela e cheiraria fundo, me despiria e levaria as mãos dela pro meu pau...
- Sim, sim, que gostoso, quero ele já... agora é minha vez: puxaria seu pau devagar e te deitaria de costas na cama, sentaria em você sem me penetrar, me mexeria assim, suave.
Ela começa a se mexer de forma sensual.
- Tocaria seu peito e rosto com desejo.
Depois pegou minhas mãos e levou pros seios, enquanto dizia:
- Pegaria suas mãos e colocaria nos meus peitos nus e fico mais desesperada porque já quero que você me foda. Adoro quando você toca meus peitos (e dei um apertão leve). Isso aí! Gosto do jeito que você faz, vai me fazer gozar.
De vez em quando, ela falava mais. coisas, a gente se beijava, se mexia, e ela continuava narrando.
- chegou a hora (ela disse), vou encher seu pau com meus fluidos, tô pingando por você e coloco seu pau bem na entrada.
Cada movimento dela combinava com o que ela dizia, era como se fosse uma foda de verdade.
- Você começa a empurrar devagarzinho (eu fazia exatamente como ela mandava). Isso, se move assim.
Segurei ela pela cintura, como se estivesse segurando antes de penetrar, enquanto empurrava com meu quadril.
- é, me leva assim, sinto um frio na barriga porque já vou te sentir dentro de mim, tô morrendo de vontade. A ponta começa a entrar devagar e eu guio o caminho com minhas mãos. Sinto minha buceta se abrindo aos poucos, você tá quente. Adoro ver como você me penetra devagarinho.
Tudo isso passou em segundos, me aproximei pra dar um beijo no ombro dela e veio um cheiro realmente desagradável saindo da axila dela!!!!
QUE- NOJO
Parece muito gay o que eu tô falando, mas aquele cheiro baixou minha tesão pra níveis inimagináveis. Pena, porque fisicamente ela é um monumento de mulher. Atribuí à dança e ao suor, mas ainda não tava bêbado o suficiente pra não me importar com o cheiro...
Então desisti de vez de fazer qualquer coisa com a bósnia. E falei pra mim mesmo que, se a Lisa não fosse me dar bola, então a gente ia curtir a noite e eu ia ficar na minha, quietinho, como o taringueiro de sempre.
Discretamente, virei a bósnia pra ficar de frente e continuar dançando não tão colados, assim ela não ia interpretar que eu queria algo com ela, mas só dançar, e aquele roçar de paixão foi só acaso, coisa da dança, nada mais. Isso me deixava livre pra tentar algo com a Lisa sem que ela pensasse que eu tava atirando pra todo lado pra ver o que pegava.
Pouco depois, Lisa e Michaella voltaram, cada uma com duas bebidas; a Lisa me deu a minha. E disse que essa era a única maneira de beber, porque com as músicas não ia rolar, e ela queria continuar bebendo. Uffff, já era um passo mais avançado...
Então falei que ela não tivesse tanta certeza, e escrevi outra lista pro barman, mas com músicas em espanhol. MUAJAJAJA
Qual não foi minha surpresa quando o barman me disse: “Ei, de onde você é? Fala espanhol?” e falou em espanhol mesmo! Acontece que o cara é de Buenos Aires (segundo ele). Expliquei mais ou menos meu plano, e ele se animou, disse que me ajudaria, que cuidaria de botar uma música boa.
Minha primeira música na lista era “No le pegue a mi negra”, uma salsa poderosa.
Quando ouviu a introdução, a Lisa soltou uma gargalhada e trocou um olhar de terror com a bósnia e disse: Scheisse, o que é isso?????" (merda, que porra é essa???)
Comecei a rir e falei que ela tinha que dançar, mas tava tão cagada de rir que nem conseguia se mexer, talvez ela tenha imaginado que as próximas músicas seriam todas em espanhol, e aí sim estaria fudida.
Ela não quis dançar, tava toda vermelha de tanto rir, então peguei Michaella pelas mãos e cintura e começamos a dançar. Essa tia tava toda empolgada e feliz. Não sabia dançar, mas falei que com as luzes e o álcool, nada importava, que era pra ela se divertir... A véia tava toda solta, foi uma puta ideia boa minha, e com a ajuda do gênio do barman, tudo ia bem.
Peguei um colega de trabalho e coloquei ele pra dançar com a Michaella, todo mundo tava cagado de rir, mas animados.
A próxima foi a bósnia, essa sim sabia se mexer bem, dançamos um tempão, e a pobre da Lisa tava com cara de terror, e não parava de rir, no fundo sabia que ia chegar a vez dela mais cedo ou mais tarde.
Peguei outro colega de trabalho e emparelhei com a bósnia. Levantei mais uns que estavam sentados e incentivei eles a dançar. Se todo mundo tava dançando, a Lisa não tinha desculpa pra ficar sozinha. A Michaella e a bósnia já estavam na euforia e animando os outros.
De vez em quando eu olhava pro barman e a gente ria, que cara mais parceiro.
Abri caminho no meio da galera, igual nos filmes, que tudo fica borrado e em câmera lenta. As trombetas no fundo, luz pra todo lado, gente rindo e se divertindo, e no centro dessa imagem a Lisa, com os ombros encolhidos feito menina de castigo, completamente paralisada, não se mexia nem um centímetro, coisa muito estranha porque antes parecia um pião.
Comecei a me aproximar dela no ritmo da música, aquela que diz "pa ra ra ra ra ráaa, ta-ta-taaa, ta ra ra ta-taaaa" (Oscar de León – Llorarás kkkkkkkk).
Ela olhava pros lados nervosa com um sorriso gigante e lindo, finalmente via ela sorrir de verdade, tava muito gostosa. Conforme eu me aproximava, percebia que ela respirava fundo. produto dos nervos e talvez da excitação. Ela estava com as mãos entrelaçadas na altura dos quadris, dava pra ver o medo e a curiosidade. Parei na frente dela e segurei as mãos dela, ela se entregou completamente, não parava de rir. Sorri pra ela e perguntei quantos drinks ela já devia tomar. Ela continuou rindo e disse:
- uau, você é o melhor. Como você conseguiu? 🙂
- como consegui o quê?
- olha ao redor, todo mundo está louco, já fui a muitas baladas com os colegas de trabalho e nunca estiveram assim.
- hahaha e você está louca?
- um pouquinho 🙂
- bom, mas você não me disse quantos já deve tomar, estou esperando, não pense que vai escapar
- eu sei, eu prometi e vou cumprir, só que preciso criar coragem, vai ser muito licor e tenho que decidir agora se vou estar disposta ao que vier.
- não se preocupa, não vai acontecer nada de ruim, você está segura comigo 😉
- ei, obrigada por me defender daquele cara.
- não foi nada
- sério, eu agradeço muito
- bom, bom, mas o que você quer beber? Não vai fugir 😉
Fomos até o bar e pedimos uma dose, o barman sorria com cumplicidade. Falei pra ele não servir tão forte. Ela ia virar a dose inteira, mas eu segurei e disse que ajudaria, que ela não precisava tomar tudo sozinha. Peguei a mão dela e falei pra irmos dançar.
- mas não entendi, combinamos que se eu não soubesse a música, tinha que tomar um drink, e já tocaram 4, e isso não foi um drink completo, você tomou metade
- tá bom, eu sei, mas na lista todas as próximas são músicas latinas, com certeza você nunca ouviu na vida, isso também não é justo 😉
- hahaha sério que não entendo o que você quer fazer comigo xD primeiro pensei que queria me embebedar e fiquei assustada porque percebi que você consegue, mas vejo que não é assim... você é muito estranho xD
- eu só quero me divertir com você, e esse desafio foi só uma ideia pra quebrar o gelo entre a gente, e olha, deu certo Resultado, estamos dançando com confiança.
- Mas a gente já tava dançando antes xD
- E você tem certeza que a gente tá dançando igual antes? O que a gente fazia antes não era dançar, isso aqui sim é dançar, isso aqui sim é música pra dançar 😉
- Bom, você tem razão, mas que noite louca 🙂 até agora foi incrível, obrigada 🙂
A gente dançava e dançava, pedimos uma garrafa de água, uma bebida alcoólica pra misturar e só um copo. Dançávamos uma música e depois bebíamos do mesmo copo. Ela já tava entregue na situação, eu dominava tudo. Alguns colegas começaram a ir embora, e no final ficaram só a Michaella, a bósnia, dois colegas que tavam dançando com elas, e mais dois que tavam dormindo, um no chão e outro no sofá, e claro, a Lisa e eu.
Foi fenomenal, eu tentava ensinar algumas palavras em espanhol de cada música, ela soava tão linda com aquele sotaque alemão forte. Cada vez que ela tentava repetir o que ouvia, eu ficava hipnotizado com os lábios dela, a voz, o sotaque. Eu olhava pros lábios dela descaradamente, com tanto desejo, e ela só ria e os molhava com a língua.
O barman sacou que a gente já tinha se encaixado, e sabiamente colocou “Feliz Navidad” do Cheo Feliciano, todo mundo na balada cantou quase a plenos pulmões, sabiam muito bem. E depois disso, ele começou a botar música romântica, mas em inglês, e minha lista ficou no esquecimento, mas o trabalho tava feito. Já era 1h da manhã.
A música tinha diminuído de intensidade, a gente dançava mais devagar e mais colados, sempre se olhando nos olhos, sorrindo, cantando. Encostei minha testa na dela e ela fechou os olhos na hora, respirou fundo, molhou os lábios e respirava ofegante.
A gente tava ali do lado de uma daquelas mesas, muitos bêbados falando merda, a Michaella e a bósnia em outra parte da balada. A música suave de fundo. Eu tava segurando ela pela cintura, ela tinha as mãos nos meus ombros.
Me decidi e levantei o rosto dela suavemente pelo queixo; ela continuava de olhos fechados. Olhos fechados e respiração ofegante, os lábios dela brilhavam. Me aproximei e rocei meu nariz na bochecha dela, deslizando até o pescoço. Como esperado, ela estava toda suada, mas diferente da outra, não cheirava mal; o perfume dela me deixava excitado. Voltei e acariciei o nariz dela com o meu, dando um selinho nos lábios dela.
Ela soltou o ar e respondeu meu beijo. Era tão apaixonado e ao mesmo tempo terno, até aquele momento nada de língua, só lábios, um beijo seco.
Abracei ela com força, e ela passou os braços no meu pescoço. Eu acariciava as costas e a cintura dela, e ela, meu cabelo. Depois de alguns minutos, a música acabou e paramos de nos beijar; nos olhamos e sorrimos. Eu acariciava o rosto dela e dava pequenos selinhos nos lábios, e ela também me beijava.
— Já entendi, era isso que você queria, né? Por isso queria me embebedar.
— Você tá bêbada?
— Não, mas tô fazendo coisas que há algumas horas eu não faria.
— Já te falei, a ideia do licor foi só pra quebrar o gelo, e te garanto que se você tivesse ficado bêbada, isso não ia rolar, não sou esse tipo de cara. Na verdade, não deixei você beber mais.
— Tá bem, sem problemas, só tô tentando dizer que você tem um método muito estranho, mas me surpreendeu. Não gosto de homens sem vergonha nem atrevidos, você não é como os outros que só esperam a mina ficar bêbada pra se aproveitar. Até agora me diverti pra caramba com você, valeu mesmo 🙂
— Não precisa agradecer toda hora, já te falei, só queria isso mesmo, me divertir.
Ela abaixou as mãos e pegou as minhas, me levou até o sofá, no cantinho do sofá, bem na esquina onde tinha uma mesa que escondia bem. Me levou até lá e sentou no meu colo; eu tava com o míssil na plataforma de lançamento, então doeu, tive que ajeitar pra não entortar. Ela pediu desculpas e a gente começou a se beijar, muito mais intenso e com língua, era um beijo desesperado, às vezes terno, às vezes bem fora de ritmo... Eu acariciava as pernas e a bunda dela (tava um Jean, que pena). Também tinha um casaquinho leve, mais decorativo que funcional; ela tirou e por baixo tinha uma regatinha com um bom decote, os peitões grandes e brancos dela estavam ali na minha cara. Enfiei minha mão por baixo da regata, pelas costas, e o suor dela me excitou ainda mais. Ela começou a mexer os quadris e esfregava a buceta suculenta dela contra meu pau.
Tirei as mãos da blusa, agarrei ela pelo pescoço e puxei pra beijar. Ela tava sem freio, sentou reta e olhou em volta; a maioria do pessoal tava no seu mundinho, ninguém percebia o que rolava naquele canto, não tinha sinal das outras duas.
Eu acariciava o rosto dela, ela pegou minhas mãos e foi descendo pelo pescoço dela, ela guiava minhas mãos e continuava descendo, a cara dela mostrava prazer, com os olhos fechados, comecei a descer minhas mãos pelo peito dela, eu sentia que não ia aguentar mais, meu nível de excitação tinha aumentado 20 vezes. Ela não parava de se mexer, devagar, mas bem forte, eu achava que se naquele exato momento eu fosse penetrar ela, gozaria na hora.
Acariciei os peitos dela, cheios de suor, macios, firmes... me aproximei deles pra beijar, e ao mesmo tempo enfiei minha mão direita no cabelo dela, roçando forte meus dedos no couro cabeludo dela, foi tipo um gatilho, ela se esfregava com mais força e me abraçava bem apertado.
Me aproximei do ouvido dela e falei que não aguentava mais, comecei a dizer que queria tirar a blusa e o sutiã dela e ver os peitos lindos dela, que imaginava eles perfeitos, empinados com os bicos rosados e duros, que encheria minha cara com o suor dos peitos dela e lamberia os bicos dela com delicadeza.
Ela não parava de se mexer nem de acariciar meu rosto e cabelo. Eu beijava a orelha e o pescoço dela, ela se aproximou e sussurrou no meu ouvido:
- fala mais, fala mais, o que mais você faria comigo aqui mesmo, agora sou toda sua.
Minha mente decolou desse plano e foi pra um astral, a gente tava transando mentalmente com um pouco de contato físico.
Falei que os peitos dela eram tão provocantes, que eu teria que dedicar muito tempo a elas, e como não sabia se aquela situação se repetiria, teria que aproveitar ao máximo. Por alguns minutos, eu beijava seu pescoço, seus lábios, acariciava seus seios, respirava sobre eles... dizia coisas sobre o corpo dela, que ela era muito gostosa, que sua pele era muito macia, e que cheirava como uma deusa. Ela ouvia essas coisas e se mexia com mais paixão; impressionante o poder das palavras...
Depois parei e segurei seu rosto, disse que depois daquele momento de luxúria, eu diminuiria a intensidade e a beijaria ternamente nos lábios, ela fechou os olhos e nos beijamos suavemente, ela continuava se mexendo, mas mais devagar, mais sensual, os braços dela descansavam no sofá. Com uma mão eu acariciava sua bochecha, e com a outra tocava sua barriga.
Parei de novo, nos olhamos nos olhos, e disse que devagar eu a levantaria e a deitaria no sofá, tiraria seus sapatos e meias, subiria acariciando suas pernas e pararia na barriga dela, desabotoaria sua calça e abaixaria o zíper.
Nessa parte ela ficou parada.
Disse que beijaria sua barriga e brincaria com seu umbigo até chegar de novo nos seios dela enquanto minha mão descia pelo corpo até encontrar sua calcinha. Ela me interrompe e diz:
- imagina que a gente tá num hotel, não tem ninguém por perto.
- se a gente tivesse sozinho, já teria metido, não aguento mais, você é gostosa demais e eu te desejo pra caralho, isso é uma tortura pra mim
- mas continua, você faz isso como um filho da puta, tô quase gozando
Continuei com ela meu relato fantasioso. Disse que desceria minha mão até a calcinha dela e a introduziria devagar até sentir os pelos pubianos, e depois procuraria os lábios dela pra saber o quanto ela tava molhada, ela responde:
- muito molhada, tô muito molhada, se eu sentisse seu pau ali embaixo, eu gozava na hora. E eu me depilei faz pouco, só tenho um triangulinho na minha buceta, e tudo em volta tá lisinho Tudo pra você, faz de mim o que quiser (isso me explodiu a mente, vi que ela tava colaborando com a história).
- Me diz, como é sua buceta
- Tá molhada, tá pingando pra você, tô muito excitada, sinto ela tremendo.
- Me diz como ela é, como ela se parece
- Prefiro que você descubra sozinho
- Mas aqui não dá, eu tô morrendo de vontade de te despir, sério, quero saber como você é de verdade, contar suas pintinhas, lamber você lá embaixo...
- Espera, espera, não pula a história, que eu tô quase gozando. Meus lábios são rosadinhos, um pouco compridos, adoro me masturbar na frente do espelho e ver eles se abrindo
Continuei dizendo que sentiria os lábios dela nos meus dedos, que sentiria eles molhados e saberia que ela tá pronta pra fazer o amor como nunca. Ia abaixar as calças dela e esperar pela calcinha até o fim. Enquanto isso, tocaria as pernas dela, aquelas pernas lindas e torneadas que me deixavam louco desde a primeira vez que vi...
- Percebi como você me olha, cê gosta tanto de mim assim?
- Você é linda, é uma mina com um corpo incrível, até o mais exigente repararia fácil em você
- Não acredito
- Não sente meu pau debaixo de você?
- Sinto, sim, me excita, mas quero ele dentro de mim (enquanto se esfregava forte em mim)
Falei que finalmente tiraria a calcinha dela e cheiraria fundo, me despiria e levaria as mãos dela pro meu pau...
- Sim, sim, que gostoso, quero ele já... agora é minha vez: puxaria seu pau devagar e te deitaria de costas na cama, sentaria em você sem me penetrar, me mexeria assim, suave.
Ela começa a se mexer de forma sensual.
- Tocaria seu peito e rosto com desejo.
Depois pegou minhas mãos e levou pros seios, enquanto dizia:
- Pegaria suas mãos e colocaria nos meus peitos nus e fico mais desesperada porque já quero que você me foda. Adoro quando você toca meus peitos (e dei um apertão leve). Isso aí! Gosto do jeito que você faz, vai me fazer gozar.
De vez em quando, ela falava mais. coisas, a gente se beijava, se mexia, e ela continuava narrando.
- chegou a hora (ela disse), vou encher seu pau com meus fluidos, tô pingando por você e coloco seu pau bem na entrada.
Cada movimento dela combinava com o que ela dizia, era como se fosse uma foda de verdade.
- Você começa a empurrar devagarzinho (eu fazia exatamente como ela mandava). Isso, se move assim.
Segurei ela pela cintura, como se estivesse segurando antes de penetrar, enquanto empurrava com meu quadril.
- é, me leva assim, sinto um frio na barriga porque já vou te sentir dentro de mim, tô morrendo de vontade. A ponta começa a entrar devagar e eu guio o caminho com minhas mãos. Sinto minha buceta se abrindo aos poucos, você tá quente. Adoro ver como você me penetra devagarinho.
3 comentários - Minha Vida na Europa 1: Lisa 2
tomaría tus manos y las posaría sobre mis desnudos pechos y me desespero más porque ya quiero que me folles"
Muy buen momento este Amigo, nos encantó el relato 🤤 🤤
Van seis puntos.