María - história real -

Olá, comunidade! Esse é meu primeiro post e quero contar uma coisa que aconteceu comigo há alguns anos. Espero que curtam...

Sou Gerente de Operações de uma empresa com filiais em todo o país. A nossa fica em Olivos. Trabalha comigo a Maria, a Chefe de Marketing, uma mulher linda, loira, magra, fina, quarenta anos que não aparenta, muito gostosa. Nós dois somos divorciados há muito tempo. Ambos moramos sozinhos.

Sempre tivemos uma relação excelente, onde a gente conversava bastante sobre nossas vidas, gostos e costumes, mas raramente ia além do profissional.

Até que um dia, num meio-dia de verão, na véspera do Ano Novo, e com a desculpa de se despedir do ano, ela convidou todo mundo que trabalhava na filial pra um almoço bem simples. Ela comprou uns rolls de sushi, uns vinhos e champanhe pra brindar. Aliás, lembro que uma vez a gente comentou sobre o gosto que temos em comum por bons vinhos e espumantes.

Naquele meio-dia, tava muito calor, todo mundo de roupas leves. Ela tava com uma saia preta ampla, de bolinhas brancas, até os joelhos, sandálias de salto alto e uma blusa de seda clara e soltinha, só um pouco desabotoada, dando pra desconfiar que por baixo daquela camisa morava um belo par de peitos.

Éramos sete no almoço. O lugar não era grande o suficiente pra todo mundo se sentar ao redor da mesa, que era pequena, então acabei sentando num banquinho do lado dela, um pouco atrás. Da minha posição, dava pra espiar por cima do decote dela sem que ela percebesse. Pra minha surpresa, descobri que ela não tava usando sutiã, mas não dava pra ver mais que isso.

O almoço foi rolando e, ao mesmo tempo, as garrafas de vinho foram sendo consumidas. Como fui eu quem escolheu, peguei pra ocasião um bom Beaujolais, bem gelado, pra refrescar um pouco aquela tarde quente, ou pelo menos era o que eu achava. Parece que não foi bem assim; depois da terceira ou quarta taça, ela começou... sentindo cada vez mais calor, a ponto de pegar a blusa pelas lapelas e sacudi-las como se estivesse se abanando. Sem perceber, esse movimento fez com que mais um botão da blusa se soltasse, deixando, do meu ponto de observação, o peito direito quase totalmente nu, muito mais branco que a pele bronzeada pelo sol. Eu podia apreciar, com gosto, a borda de um mamilo rosado, com uma aréola bem definida, se destacando um pouco sobre o seio. Não conseguia tirar os olhos dali. E ela, alheia ao que acontecia…

Terminamos o almoço, fizemos um brinde rápido com o pouco que restava nas taças e decidimos encerrar o expediente ali mesmo. Então nos despedimos, desejando tudo o que se deseja nessas datas, e cada um foi pra sua casa. Como eu tinha algumas tarefas pra terminar e ia tirar férias o janeiro inteiro, resolvi ficar pra concluir. Fui pro meu escritório, coloquei um disco do Sabina, sentei na frente do teclado do PC e comecei a trabalhar.

Achava que estava sozinho no andar, mas não tinham passado nem quinze minutos quando ouvi o tique-taque dos passos dela pelo corredor, quase se misturando com o ritmo de ‘Y sin embargo’.

“Todo mundo foi embora e a gente não tomou o champanhe!” ela disse, erguendo os braços com duas taças numa mão e a garrafa na outra, enquanto se jogava de pernas cruzadas no sofá na minha frente, com sinais de ter bebido um pouco demais.

Meus olhos saltaram das órbitas.

Desde então, e já faz quase dois anos, não consigo parar de lembrar daquela imagem: o corpo dela literalmente esparramado no sofá, meio deitado entre o assento e o encosto, a cabeça apoiada no braço do sofá, as mãos ainda segurando as taças e a garrafa, os botões de cima da blusa soltos deixando aparecer parte dos seios pequenos mas perfeitos, a saia um pouco levantada além dos joelhos e o tornozelo direito apoiado no joelho esquerdo, formando as pernas um ângulo perfeito pra me deixar ver as coxas dela. perfeitamente moldados pelo tênis.
Levantei da cadeira e hesitei. Não conseguia perceber se ela estava me procurando ou se só estava meio bêbada e queria mais um drink. Resolvi esperar e, com um gesto bem cavalheiro, peguei a garrafa para abri-la. Na mesma hora, ela se levantou um pouco, arrumou rapidamente a roupa e, com um tapa, arrancou a garrafa da minha mão com um "Deixa comigo". Com uma facilidade que devo admitir nunca ter visto em uma mulher, abriu o champanhe cujas bolhas, com tanto chacoalhar, tinham ganhado uma vida inesperada. A rolha saiu disparada como um míssil, bateu no teto, caiu, quicou no chão e finalmente descansou no tapete. Esse percurso da rolha deve ter durado apenas alguns décimos de segundo, tempo suficiente para que, enquanto tentávamos acompanhar seu trajeto com os olhos, grande parte do espumante que transbordava da garrafa derramasse sobre a blusa dela. A seda molhada grudou na pele dela e ali pude ver, só por um instante, a redondeza das formas femininas no peito dela.
Não tive tempo de aproveitar aquela cena maravilhosa, porque ela imediatamente cruzou os braços, se escondendo, e de um pulo saiu do escritório, corada como uma menina.
Resolvi não segui-la, dar um fim naquela situação e terminar meu trabalho.
Mais tarde, ela voltou ao meu escritório, mas dessa vez só para se desculpar, cumprimentar e se despedir. Dado o estado avançado de embriaguez dela, ofereci para levá-la em casa, o que ela agradeceu mas não aceitou. Como todos os dias, nos cumprimentamos com um beijo roçando as bochechas e ela foi embora.

O mar, a praia, o ócio e as mulheres que conheci nas minhas férias ajudaram muito a tirar da cabeça aquilo que tinha acontecido, embora deva admitir que não completamente. Poucas vezes tinha ficado tão impactado com uma mulher.
O fato é que no sábado seguinte ao meu retorno das férias era o aniversário da minha sobrinha, Andy, a preferida. Puta tarefa pensar num presente pra uma garota de 16 anos! Lembrei então que a Maria vendia bijuterias pela internet e não duvidei que ali estivesse a solução. "Pronto – pensei – na segunda peço pra ela escolher algo bonito, compro e pronto".
Tava orgulhoso de ter resolvido o presente tão eficientemente que quando voltei pro escritório dava pra ver na minha cara a satisfação. Cara que mudou depois de um tempo, quando depois de cumprimentar todo mundo e contar umas anedotas bestas da minha ausência, fico sabendo que a Maria tinha viajado pra uma apresentação no Brasil.
– Na quinta ela volta. Me tranquilizou o Oscar, um dos meus melhores colaboradores e amigo, piscando um olho.
– Não seja otário. Nada do que você possa estar imaginando. Preciso comprar algo pra minha sobrinha.
– Sentiu falta dela? Porque parece que ela sim…
– Insisto, não seja otário. Parece que ninguém sente minha falta. A única vez que meu celular tocou foi o Andy me convidando pro aniversário dele.
– Bom, mas eu não teria tanta certeza…
– Fim do episódio. Vamos trabalhar.

Finalmente chegou a tão esperada quinta. Obviamente, minha ansiedade fez com que eu fosse o primeiro a chegar no escritório e, obviamente também, como sempre, a Maria a última.
– Oi, viajante! Voltou.
– Você voltou finalmente! Não sabe quanto tempo fiquei te esperando.
– Epa, epa… – sorriu –
– Para. É que sábado é o aniversário do Andy e você precisa me ajudar com o presente dele. – interrompi rapidamente – Tem alguma coisa bonita dessas que você vende pra dar de presente?
– Claro! Amanhã trago algo pra você escolher. E ainda posso fazer um descontinho…
– Demais, conto com você!
– Pode deixar
– Ok. Como foi no Rio?
– Ufa, exaustivo. Um trabalho de louco, precisava de uma semana pra fazer o que tinha que fazer em três dias.
– Não parece – falei arqueando os cantos da boca pra baixo e levantando as sobrancelhas – Parece que teve tempo de curtir a praia; tá com um bronzeado muito gostoso.
– Você notou, safado! Haha… Não posso mentir pra você, a verdade é que não sei pra que me mandaram. Quando cheguei, tava todo armado, as promotoras treinadas e o estande um brinco. Não tinha nada pra fazer, além de comprar um biquíni que não tinha levado e curtir o sol e uns drinks…
— Eu, o biquíni é pequeno? — provoquei ela.
— Muito. E neon, haha. Mas não tava nem aí. Tava sozinha e ninguém me conhecia. Me dei um agrado bem de coroa novinha, hahaha…
— Acho fabuloso.
Imaginava o corpo dela brilhando com óleo de coco, deitada numa espreguiçadeira, refletindo o sol cada gotinha de suor da barriga dela… Me amaldiçoava por ter escolhido Pinamar e não Rio. “Mano, relaxa, é uma colega de trampo, não se mete em encrenca…” tentava me acalmar.
— Por favor, não esquece de trazer meu negócio amanhã.
— Fica tranquilo, nunca te deixei na mão e amanhã não vai ser a primeira vez.
— É verdade. Valeu.
Naquela noite cheguei em casa moído, morto. Não jantei, tomei um uísque vendo alguma merda na TV e fui dormir.

Era sexta-feira ao meio-dia e essa mina ainda não tinha chegado. Ligo pra ela.
— O que houve? Tô te esperando…
— Desculpa, ia te ligar. Não tô me sentindo bem, provavelmente algo que comi… — certeza que tava mentindo. — Mas não se preocupa, tenho o teu negócio pronto. Quer passar pra pegar?
— Tô no meio de uma putaria de trampo… Agora não dá nem ferrando…
— Vem hoje à noite, quando sair do escritório. Qual é, é rapidinho, te espero.
— Puta que pariu! Tá bom, mas vou chegar umas oito…
— Sem problema. Beleza.
Desliguei o telefone jogando ele longe. Pensei em mandar tudo pra puta que pariu, ir pra um shopping e tchau. Mas se eu me deixar levar pelos conselhos dessas novinhas metidas a sabichonas que atendem nessas lojas, não tenho dúvida de que sou capaz de comprar qualquer besteira e pagar como se fosse ouro. Tinha que colocar na balança também que ir de Olivos a San Telmo numa sexta à tarde, com o trânsito maluco dessa cidade, me enchia soberanamente o saco. E também tinha que considerar que não tinha porra nenhuma pra fazer e que verdadeiramente Sempre me deu uma curiosidade danada de saber onde essa gatinha morava.
Às sete da noite, desliguei o PC e fui pra garagem pegar o carro. Começava a chover e o céu tinha ficado preto como se fosse noite. “É só o que me faltava!”. Inesperadamente, o trajeto de Olivos até o centro não foi nada complicado, exceto por essa chuvinha que a essa altura já era um verdadeiro dilúvio.
Consegui estacionar mais ou menos perto, mas não o suficiente pra não chegar na porta do prédio literalmente encharcado. Toquei a campainha e, quase sem perguntar, ela destravou o portão. Um prédio bonito, antigo como a maioria em San Telmo, mas perfeitamente reformado: tetos altos, portas compridas, mármores, pinturas, ferros e madeiras em perfeito estado, com um daqueles elevadores de grade que sobem no meio do vão da escada. Lá em cima, bati na porta dela, que abriu quase na hora…

— Oi! — ela misturou o cumprimento com um abraço e um beijo bem barulhento na minha bochecha. Gostei de abraçá-la.

Ela estava realmente gostosa. O cabelo loiro bem preso na nuca, como quase sempre, sem maquiagem nenhuma, e o corpo coberto por uma espécie de túnica branca, comprida e decotada, com uma generosa fenda que ia da coxa até a barra, bem leve, quase solta no corpo, me deixando imaginar as curvas que escondia e me dando certeza absoluta de que por baixo daquele vestido só tinha uma micro tanga branca.

— Você tá encharcado! Quer trocar a camisa? — disse ela, apressando o passo, se aproximando e tentando desabotoar meu primeiro botão.

Uma fera no cio despertou em mim. Coloquei minhas mãos nas costas dela e puxei com força contra meu peito, separando nossos corpos só pelos braços dela, que tinham tentado desabotoar a camisa. Sem dar tempo pra nada, beijei com gosto os lábios dela. A primeira reação dela foi tentar afastar o rosto, senti a força das mãos dela no meu peito tentando me empurrar, mas na mesma hora ela relaxou e enfiou a língua. até o fundo da minha boca.
Os braços dela se enlaçaram no meu pescoço e, enquanto continuávamos num beijo quase infinito, deslizei minhas mãos pelas costas dela, descendo além da cintura e descansando nas nádegas dela, duras, firmes, separadas por uma fenda quentinha que me deu uma ereção na hora. Empurrei o púbis dela contra o meu, fazendo ela sentir a dureza do meu pau, que se estimulava com os movimentos suaves e laterais dela.
Devagar, ela foi se virando enquanto eu tirava a camisa, até apoiar todo o torso no meu peito e a bunda no meu membro. Enquanto beijava o pescoço dela, me excitava com o perfume da pele dela e com a sensação de sentir com minhas mãos os mamilos dela durinhos. Ela colocou as mãos sobre as minhas e me forçou a apertar os peitos dela. Começou a gemer baixinho.
— Uau! — gritou depois de um suspiro — O que a gente tá fazendo?
— Ainda nada comparado com o que eu quero.
Um sorriso cúmplice abriu as portas pra confirmação de que minhas expectativas iam se realizar.
— Vamos tomar algo... Champanhe, uísque?
— Escocês, longo, com uma pedra de gelo.
A sala era bem aconchegante, com uma iluminação muito boa, suave e na medida certa, piso de pinho, alguns tapetes, bem minimalista, moderno e tudo em tons claros. Enquanto me acomodava num sofá grande de canto cheio de almofadas, fiquei olhando ela ir até a geladeira. Nunca tinha reparado que ela tinha uma bunda daquelas... Perfeita. E me deixava mais excitado aquela calcinha fio-dental mínima que se enfiava na fenda dela.
— Vai, escolhe e coloca uma música boa. Tem uma coletânea do Mulligan que tenho certeza que você vai gostar; e pega o uísque que preferir. — Ela autorizou da cozinha. Será que ela sabe que eu considero Mulligan o melhor pra esses momentos? Coloquei o CD num volume baixo. Eu sabia que ela não bebia uísque e me surpreendeu ela me deixar escolher; mas não tinha escolha, no bar só tinha uma garrafa nova, lacrada e ainda na caixa, de um J. Walker black label, o meu preferido... Que idiota, que jogada genial ela fez! Caí.
Ela voltou da cozinha com um balde de gelo e uma garrafa de champanhe. Ela sentou ao meu lado, mais perto do que o necessário e do que aquele sofá enorme permitia. Servimos nossas bebidas, ela cruzou as pernas, mostrando-as graças àquele vestido generoso, e propôs um brinde…

- Por quê? - Perguntei meio incrédulo e um tanto incisivo.

- Proponho que brindemos, se não tiver nada melhor, pelo fim dessa maré de seca…

- Seca?

- Seca. – confirmou - Faz quase três anos que não transo. A última vez foi em Valência, lembra da minha viagem pra Espanha?, na maior bebedeira na saída de uma balada com um espanhol mais bêbado que eu…

- E dessa vez vai ser fruto de outra bebedeira? Interrompi.

- Não, essa é por desejo.

Batemos os copos aceitando a situação e, após um breve gole, nos trancamos num beijo descomunal. Ela tateou a mesinha de centro pra largar a taça e começou a beijar meu pescoço enquanto acariciava meu pau por cima da calça. Ao sentir minha ereção, montou em mim, abaixou as alças e acariciou meu peito com os peitos nus enquanto cavalgava suavemente sobre meu pau. Eu acariciava a bunda dela, tentando levantá-la até ter os mamilos rosados na altura dos meus lábios pra mordiscá-los e chupá-los até deixá-los bem duros. Entre gemidos, ela deslizou até o chão, desabotoou minha calça, ajudei ela a tirar meu pau da cueca, e, segurando-o firme com uma mão enquanto com a outra se acariciava os peitos, colocou ele inteiro na boca, chupando com toda a vontade. Eu mal conseguia segurar a gozada.

Felizmente – porque eu queria que aquela noite nunca acabasse – ela se levantou na minha frente pra soltar o cabelo e tirar de vez a pouca roupa que ainda tinha. Enquanto eu também ficava completamente nu, ela sentou de novo, apoiando os pés no sofá e abrindo as pernas até onde sua flexibilidade – invejável, por sinal – permitia. Sua buceta era digna de um quadro, uns lábios Perfeitamente simétricos, rosadinhos, perfeitamente depilados com um topete de pelo loiro, quase branco, muito bem aparado formando uma figura entre um triângulo e um coração sobre o púbis dela. Por baixo, aparecia um orifício anal bem estreito, uma florzinha rosa-claro. Eu me ajoelhei na frente dela, separando os lábios da buceta dela com meus dedos e comecei a passar suavemente a ponta da minha língua no clitóris dela. A vulva dela, cada vez mais molhada, escorria até o cu, e eu aproveitei pra lubrificar meu dedo médio, tentando enfiar a primeira falange no rabo dela. O “Ahhhh!!!” dela abafou a música do barítono que acariciava o ambiente.

— Me come. — ela implorou. — Me come! — insistiu.

Enfiei os vinte centímetros da minha pica na buceta dela e, com movimentos suaves, senti o quanto ela tava gozando. A buceta dela tava tão molhada que eu podia sentir de cara a temperatura alta lá dentro. Ela gozou antes de mim, no meio de quase convulsões e uivos de prazer.

Ela se separou de mim, virou de costas e se ajeitou com os joelhos no sofá e a cabeça no encosto, me dando a melhor vista de um rabo que eu já tinha visto na vida.

— Mete no meu cu, quero que você me desvirgine.

— Vai doer. — eu avisei, enquanto a minha cabeça da pica se esforçava pra entrar naquela caverna deliciosa.

— Ahhh, adoro. Me dá mais…

Finalmente, não sem um baita esforço dos dois, consegui penetrar ela toda. Ainda lembro do vai e vem do rabo dela enquanto ela tentava abafar os gritos mordendo os lábios e eu tentava ajudar separando as nádegas com as mãos. Fiquei vários minutos bombando, curtindo aquela costa que afinava na cintura e alargava de novo, com proporções exatas, nos quadris. Quando eu já tava quase gozando, ela pediu pra tomar meu leite. Tirei do cu dela, aproximei da boca dela, ela me masturbou por uns segundos e, finalmente, um jato de porra grossa e quente entrou direto na boca dela; os seguintes, não tão fortes, caíram nas bochechas dela, enquanto que ela, com um dedo, levou o líquido até a boca e engoliu tudo…
Exaustos, caímos de cara no sofá.
O que veio depois foi o de sempre: banho juntos, muita espuma, mais uma fodida, e, por fim, com o presente do Andy debaixo do braço, voltei feliz pra casa.

5 comentários - María - história real -

Me gusta porque ponés cuidado en las palabras, no abreviás y le das a la historia el preámbulo adecuado entre otras cosas.
Gracias Profe.