Oi, me chamo Arturo, tenho 23 anos e moro sozinho no meu apartamentinho em Málaga. Minha vida se resume a ir do trabalho pra casa e ler, ver TV ou navegar na internet. Todo sábado tenho visita, porque minha mãe, Asun, não consegue evitar vir ver o filhinho dela, aproveitando pra limpar a casa e fazer comida pra mim.
Um desses sábados, a gente tava comendo e eu notei minha mãe nervosa, inquieta. Perguntei: "Aconteceu alguma coisa?" Ela disse que sim, que precisava me contar algo. Fiquei alarmado, pensei que ela tinha ido no médico e recebido uma notícia ruim. Ela disse que não era isso, e então falou: "Você vai me chamar de louca." Perguntei: "O que você quer?" E ela respondeu: "Sexo. Seu pai não me toca, e você..." Interrompi e falei: "Tá bom."
Minha mãe tem 45 anos, uns quilinhos a mais, mas ainda é bem gostosa. "Vamos agora", ela disse, levantando da mesa. Levantei e fiquei na frente dela. Ela tirou minha camiseta e acariciou meu peito peludo. Depois, desabotoou minha calça e a puxou pra baixo, junto com a cueca. Ao ver minha pica, exclamou: "Que linda!" Se ajoelhou e começou a chupar. Era delicioso ver a língua e os lábios dela deslizando por toda a minha pica, engolindo ela inteira. Quando ficou satisfeita, levantou e tirou a roupa dela. Pude ver os peitos lindos dela, a raba enorme e a buceta peluda.
Levei ela até a cama. Ela deitou, abriu as pernas e disse: "Me fode." Deitei por cima e meti. Ela começou a gritar e gemer de prazer. A gente trocou de posição várias vezes até que ela ficou de quatro. Foi quando ela disse: "Mete no meu cu." Obedeci. Ela dizia que adorava pelo cu. Passamos a tarde toda transando até que ficou tão tarde que ela teve que ir embora. A gente se despediu depois de tomar um banho juntos. Desde então, adoro os sábados.
Um desses sábados, a gente tava comendo e eu notei minha mãe nervosa, inquieta. Perguntei: "Aconteceu alguma coisa?" Ela disse que sim, que precisava me contar algo. Fiquei alarmado, pensei que ela tinha ido no médico e recebido uma notícia ruim. Ela disse que não era isso, e então falou: "Você vai me chamar de louca." Perguntei: "O que você quer?" E ela respondeu: "Sexo. Seu pai não me toca, e você..." Interrompi e falei: "Tá bom."
Minha mãe tem 45 anos, uns quilinhos a mais, mas ainda é bem gostosa. "Vamos agora", ela disse, levantando da mesa. Levantei e fiquei na frente dela. Ela tirou minha camiseta e acariciou meu peito peludo. Depois, desabotoou minha calça e a puxou pra baixo, junto com a cueca. Ao ver minha pica, exclamou: "Que linda!" Se ajoelhou e começou a chupar. Era delicioso ver a língua e os lábios dela deslizando por toda a minha pica, engolindo ela inteira. Quando ficou satisfeita, levantou e tirou a roupa dela. Pude ver os peitos lindos dela, a raba enorme e a buceta peluda.
Levei ela até a cama. Ela deitou, abriu as pernas e disse: "Me fode." Deitei por cima e meti. Ela começou a gritar e gemer de prazer. A gente trocou de posição várias vezes até que ela ficou de quatro. Foi quando ela disse: "Mete no meu cu." Obedeci. Ela dizia que adorava pelo cu. Passamos a tarde toda transando até que ficou tão tarde que ela teve que ir embora. A gente se despediu depois de tomar um banho juntos. Desde então, adoro os sábados.
3 comentários - A proposta da mamãe