Minha prima é uma ninfomaníaca 2

Aqui no segundo dia de férias, vivendo minha própria novela hahahaha, sério, isso tá parecendo uma novela pra mim.

Sara era uma mulher gostosa, nos seus maravilhosos 21 anos, pele morena bem clara, cabelo castanho escuro, olhos cor de mel que apaixonavam qualquer um. O corpo dela era bem definido: os peitos, embora não fossem tão grandes quanto os da Monica, tinham um tamanho respeitável, com um formato redondo e bem feito. A bunda dela, mesmo não sendo uma montanha, tinha seu valor, o que destacava ainda mais a silhueta. Quando olhei pra ela, fiquei besta, não só pela beleza, mas também pela roupa de banho que ela tava usando. Era daquelas que só cobrem o essencial. Na parte de cima, dava pra ver que os bicos dos peitos estavam durinhos, marcando por baixo do biquíni, e pela parte de baixo, que era minúscula, dava pra ver que ela era depilada. O fio da parte de trás se perdia no meio daquela bunda linda que ela tinha.

Ela se deitou do meu lado na outra espreguiçadeira e começamos a conversar. Ela me contou que, desde que cheguei na piscina, tava me observando e que queria me conhecer, mas só agora tinha criado coragem pra falar comigo. Disse que tinha vindo de férias com a família. Eu contei que também tava de férias com a minha família, que viemos de tal cidade. Ela me falou que mora na cidade vizinha, umas duas horas da minha, e que a gente devia se encontrar pra se conhecer melhor. Achei uma boa ideia, trocamos números e continuamos conversando. Nisso, ela mencionou que à noite tem uma balada que fica boa e perguntou se eu queria ir com ela. Aceitei na hora, porque queria diminuir a suspeita de passar muito tempo com a Monica, e não vou negar que queria ver se rolava algo com a Sara, já que ela tava mais que desejável. Não tinha reparado que a Monica tinha saído da piscina e ouvido a parte da balada. Quando vi ela, ia apresentar pra Sara, mas ela simplesmente ignorou. A minhas palavras ela só me disse: "Me sinto mal, vou pro meu quarto."

Quem era ela? — perguntou Sara. "É minha prima", respondi. Não queria que desse problema se a gente encontrasse minha família. Nisso, me despedi da Sara, falei que ia ver como minha prima estava. Ela me deu um beijo no rosto e disse que me esperava na balada. Peguei minhas coisas e fui pro quarto da Mônica e da minha tia. Quando cheguei, minha tia estava saindo do quarto e perguntei pela Mônica.

Eu — Tia, como tá a Mônica? Encontrei ela na piscina e ela disse que não se sentia bem, que ia pro quarto.

Tia — Tá bem, filho. Agora mesmo ela tá deitada na cama descansando.

Eu — Posso entrar pra ver como ela está?

Tia — Pode entrar, vai vê-la. Se acontecer alguma coisa, me chama.

Eu — Tá bom, tia.

Entrei no quarto. Ela estava deitada na cama, coberta com o lençol. Sentei na beirada da cama.

Eu — Amor, o que você tem? (tentando acariciar o ombro dela enquanto puxava o lençol)

Mônica — Não tenho nada. Por que você não volta pra aquela puta? Parece que vocês se deram bem.

Eu — Ela veio falar comigo, amor. Só estávamos conversando.

Mônica — É, bem conversadores enquanto ela te convidava pra balada e você aceitou na hora.

Mônica — Pelo visto você quer comer ela também.

Eu — Eu ia te convidar pra te apresentar como minha namorada pra ela.

Mônica — Você não me engana. Vaza, não quero te ver. (já tava começando a me irritar)

Eu — Porra, Mônica, não posso nem ter outra mulher chegando pra conversar que você já acha que vou te largar por qualquer puta?

Eu — Depois de tudo que a gente passou, você ainda acha que sou capaz de te trair?

Eu — Quer saber? Faz o que quiser. Já enchi o saco desse seu ciúme do caralho.

Saí e bati a porta com força atrás de mim. Tava muito puto, não acreditava que ela ainda desconfiava de mim. Decidi não estragar minhas férias, então fiquei indo da piscina pra academia e pra outros lugares incríveis que o resort tinha. Mas ainda pensava na Mônica, em como tinha tratado ela. Não sou uma pessoa que se irrita fácil, só tenho meus momentos em que explodo, mas depois analiso as coisas e às vezes me arrependo. Mas dessa vez, eu não ia correr atrás dela, queria que ela se acalmasse, e talvez mais tarde conversar de boa. Entre momentos de diversão e reflexão, chegou a hora de a família se reunir e jantar junto. Então, todo mundo se juntou num dos restaurantes do resort. Estávamos todos na mesa, comendo e trocando ideia sobre como tinha sido o dia. Eu queria ver se a Monica ainda tava puta.

E – Monica, como você tá? Já se sente melhor?

M – Sim, obrigada, primo. Tô melhor, valeu por perguntar (respondendo de um jeito bem frio e seco).

T – E o que foi que aconteceu, filha? (minha tia perguntou pra Monica)

M – Nada, tia. Só começou a doer muito minha barriga, talvez tenha sido algo que comi.

T – Que bom que você já tá melhor.

M – Sim, tia, obrigada.

Nisso, a Sara chega pra cumprimentar.

S – Oi, como você tá? Fico feliz em te encontrar aqui.

E – Oi, Sara, como vai?

S – Bem. Imagino que eles são sua família.

E – Sim, é minha família (e comecei a apresentar todo mundo).

S – Oi, prazer.

S – Então, você vai na balada hoje à noite?

E – Sim, claro, pode deixar (nisso, a Monica levanta e sai).

M – Obrigada pelo jantar. Com licença.

S – Bom, então te vejo hoje à noite (se despedindo com um beijo na bochecha bem perto dos lábios, pude sentir o canto da boca dela).

Nisso, toda minha família começa a me encher o saco, perguntando quem era ela, como eu tinha conhecido uma mina tão rápido, enfim, tudo que família sempre fala. Eu explicando que tinha conhecido ela na piscina e que ela me convidou pra balada. Aí levanto e falo que tenho que ir me arrumar. Saio do restaurante e vou pro meu quarto, mas não sem antes passar no da Monica. Queria conversar com ela e tentar explicar as coisas. Quando chego perto da porta dela... No seu quarto, ouvi um choro. Era ela, muito triste. Naquele momento, senti minha alma se partir em pedaços, mas não podia fazer nada. Senti que talvez não fosse a hora, então me afastei da porta e peguei o elevador, subindo para o andar onde ficava meu quarto. Quando a porta do elevador se abriu, minha surpresa foi encontrar a Sara lá dentro. Entrei e as portas se fecharam. Quando elas se fecharam, ela se jogou em cima de mim como uma fera selvagem em cima da presa, começando a devorar meus lábios.

E – Sara, o que você está fazendo??

S – Não dava pra esperar até mais tarde.

S – Desde que te vi, quis fazer isso e muito mais. Quero que você me coma como uma puta.

Naquele momento, me perdi no calor da paixão e continuei beijando a Sara como um louco. As portas do elevador se abriram e, sem parar de beijá-la, a levei pro meu quarto. Abri a porta do quarto, entramos, joguei ela na cama e arranquei a roupa dela de um só movimento. Mas antes, me levantei e coloquei na maçaneta da porta a plaquinha de "não perturbe" e tranquei a porta. Voltei pra onde a Sara estava, continuei beijando ela, tirei toda a roupa íntima dela, deixando exposto aquele corpo gostoso que eu tinha visto na piscina, mas dessa vez ela estava completamente nua. Pude ver como os mamilos dela eram de um rosa suave e, de fato, ela estava depilada na buceta. Naquele momento, tirei minha roupa e já estava com uma puta ereção. Comecei massageando e chupando aqueles peitos lindos, mordendo e puxando de leve os mamilos dela. Depois, desci até a buceta dela e comecei a devorar aquela buceta deliciosa. Naquele momento, eu já não era mais um homem, virei uma besta movida pela luxúria e pela paixão. Num momento de lucidez, consegui pegar uma camisinha que eu tinha e coloquei. Nesse ponto, ela já estava com um mar de sucos na buceta, o que facilitou pra eu penetrar ela.

S – Méhotel, méhotel, já não aguento mais. Faz com força, me destrói, sou sua puta, me parte.

Naquele momento, posicionei meu pau na entrada da buceta dela e... Só de uma enfiada, mandei tudo até o fundo dela.

S – Siiiiiiiiiiii aaaaaaahhhhhhhhh assim que eu adoro, forte, mais forte

Eu tinha virado um bicho que só queria comer ela do jeito mais selvagem e violento que existia. Naquela hora, tirei da buceta dela, virei ela e coloquei meu pau na entrada do cu dela, e comecei a fazer pressão.

S – não, espera, aí ainda não meteram

Ignorando os pedidos dela, avancei e, de uma vez só, mandei tudo pelo cu dela.

S – ahhhhhh foi um grito de rasgar, mas ao mesmo tempo com um toque de prazer

Y – não, você não gostava de forte, sua puta? Agora sente tudo, vai saber o que é bom

Depois de uns segundos, ela começou a gozar

S – ahhhhhh sim, adoro, você sabe como me satisfazer, me castiga, me faz sentir mais dor, mais prazer

Y – Cala a boca, putas como você não merecem falar (comecei a dar tapas na bunda dela sem parar)

S – sim, sou sua puta, faz o que quiser comigo, me parte, me bate

Então, enquanto continuava penetrando ela com força pelo cu, comecei a puxar os bicos dos peitos dela com força. Dava pra sentir a buceta dela toda molhada, e até minhas pernas já estavam encharcadas com os sucos dela. Nisso, tirei meu pau do cu dela, joguei ela na cama e ataquei a buceta dela de novo, metendo sem parar entre gritos e gemidos que ela soltava, quando algo estranho aconteceu. Ela enrolou as mãos no meu pescoço. Naquela hora, lembrei da primeira vez que fiz isso com a Monica, hesitei por um momento, mas voltei a meter forte na Sara. Aí senti que estava quase gozando. Tirei o pau da Sara, arranquei a camisinha, puxei ela pelo cabelo e fiz ela começar a chupar meu pau. Mas era eu quem mantinha o ritmo e fazia ela engasgar, porque enfiava o pau inteiro na boca dela. Na hora que terminei, deixei todo o meu pau dentro da boca dela e gozei na garganta dela. Foram três jorradas bem grossas. Quando finalmente soltei a última, tirei o pau da boca dela e ela... Ela começou a tossir um pouco, mas não deixou cair nem uma gota de porra, nisso caímos os dois exaustos na cama.

S – foi incrível, nunca fui comida como você me comeu

Y – eu nunca imaginei que você gostasse de sexo pesado

S – adoro, sabia que não tinha me enganado com você

Ela começou a se vestir e antes de sair do quarto me deu um beijo longo e disse “te espero na balada, espero que isso se repita muitas vezes mais”, saiu do quarto e fiquei só eu, já tinha me acalmado um pouco, mas não conseguia parar de pensar naquele momento em que tive a lembrança da primeira vez que transei com a Monica, resolvi entrar no chuveiro pra tentar clarear meus pensamentos e começar a me arrumar, já que em poucas horas iria pra balada, ao sair do banheiro encontro o namorado da minha prima, e ele me pergunta qual é a dessa Sara e por que minha cama estava bagunçada.

Y – hahahaha encontrei a Sara no elevador e acabamos transando como loucos na cama

N – puta, você tá aproveitando bem essas férias hein

Y – nem tanto, viu que a Monica estava meio fria no jantar, a gente brigou

Y – na piscina quando conheci a Sara e ela me convidou pra balada e eu aceitei na hora e ela ouviu e começou com o ciúme dela, fui no quarto dela tentar resolver as coisas e só acabei falando coisas que magoaram ela

N – puta, mas você conheceu a Sara e pelo que vi não passou mal com ela hahahahaha

Y – não, não foi ruim, mas teve algo estranho, num momento em que estava com ela, tive uma lembrança da primeira vez que transei com a Monica.

N – puta, é óbvio que Sara é só sexo, mas a Monica você ama ou não?

Y – claro que amo, mas às vezes me irrita o ciúme dela

N – isso é em todo relacionamento, mas você tem que fazer ela confiar em você

Y – e como eu faço isso??

N – mostrando que você ama ela

N – olha, agora vai pra balada, se distrai um pouco e depois você se preocupa com a Monica, que nesse estado você não vai conseguir fazer muita coisa

Y – você tem razão, obrigado por ouvir velho
N – não é nada velho, se arruma que vai ficar tarde

Comecei a me arrumar pra ir pra balada, algo nem muito formal, nem muito informal. Terminei de me preparar, mas ainda faltava meia hora pra ir, então saí na sacada do quarto e minha mente começou a viajar. Lembrei do primeiro dia que encontrei a Monica, dos momentos que passamos, do sorriso gostoso dela. Com essas lembranças, não consegui evitar de me sentir mal, mas me recompus e decidi focar em me divertir essa noite. Ouço baterem na porta e vou abrir. Quando abro, surpresa: era a Sara batendo. Ela entrou de repente e começou a me beijar de boca aberta, igual tinha feito algumas horas atrás.

Y – Sara, o que cê tá fazendo aqui? Pensei que a gente ia se ver na balada

S – Era pra ser, mas não aguentei de vontade de te ver, então resolvi passar pra te buscar

S – Ei, que tal se a gente não for pra balada e ficar aqui no seu quarto curtindo a companhia um do outro?

Y – hahaha adoraria, mas a gente usou ele de tarde e agora à noite meu colega reservou pra passar um tempo com a namorada dele

S – uuuh que merda, então vamos pra balada (pegando meu braço e apertando contra os peitos dela)

Chegamos na balada do resort, o clima já tava pegando fogo. Começamos a dançar, dava pra ver que ela tava no tesão, porque o jeito dela dançar era muito excitante. Ela esfregava a bunda dela na minha pica e roçava de baixo pra cima. Também quando a gente ficava de frente, ela passava a mão da minha pica até meu peito, enquanto me beijava com paixão. Eu não ficava atrás: quando ela esfregava a bunda em mim, eu passava minhas mãos da cintura dela até os peitos, provocando aqueles bicos que estavam duros que nem pedra. A gente dançou assim por umas horas, e parava pra tomar uma bebida leve. No meio da noite, enquanto dançava com a Sara, do outro lado da pista vi a Mônica, que tava dançando com um cara que eu nem sabia quem era, na hora senti o sangue ferver, pensei em pegar a Sara e foder ela selvagemente igual a gente tinha feito umas horas atrás, mas resolvi ficar dançando com ela, pra ela perceber que não era a única que podia deixar o outro com ciúme.

Se antes as danças da Sara já eram excitantes, sentindo essa raiva do ciúme, a gente quase começava a trepar no meio da pista de dança. De vez em quando eu virava pra olhar a Mônica e percebi que ela tava nos observando. Quando olhei diretamente nos olhos dela por um tempão, vi tristeza no olhar dela. Naquele momento, igual quando tava com a Sara na cama, começaram a bombardear minha cabeça lembranças e momentos felizes com ela, não conseguia tirar ela da minha mente. Nisso, a Sara pega meu rosto e começa a me beijar apaixonadamente. Quando viro pra ver a Mônica, juraria que uma lágrima caiu dos olhos dela. Vendo aquilo, meu coração e minha alma se partiram, eu tinha quebrado minha promessa. Prometi que não deixaria ela chorar de novo e, pior ainda, eu era a causa das lágrimas dela. Nisso, vejo o cara com quem ela dançava sussurrar algo no ouvido dela, ela só balança a cabeça concordando, e ele começa a levá-la pra fora da balada. Minha cabeça sabia o que ele tinha dito e pra onde iam. Ela virou pra me olhar uma última vez e começou a ir embora. Nisso, eu afasto a Sara de mim.

E – Desculpa, Sara, tenho que ir. Preciso fazer algo importante, sinto muito te deixar sozinha.

E – Por favor, me entende, a gente conversa depois, sim?

S – Tá bom, mas você vai ter que fazer mais do que só conversar (ela disse enquanto me beijava).

S – De qualquer forma, já tava ficando entediada. Vou pro meu quarto, vou te esperar (colocando a mão no meu pau).

Corri atrás da Mônica, eles estavam quase entrando no elevador. Corri o mais rápido que pude e, antes que a porta fechasse de vez, consegui enfiar a mão e impedir que ela fosse embora, e tirei ela do cara com quem tava. T (Tipo) – Que porra é tua, maluco?

Y – Desculpa, véio, não posso deixar você tirar o amor da minha vida, ela é tudo pra mim.

T – Ela tá comigo, larga ela.

Y – Não vou fazer isso, se eu deixar ela ir, vou perder ela pra sempre.

Peguei a Mônica pela mão e tirei ela do elevador.

T – Faz o que quiser, tem mais mulher na balada, vou nessa.

O cara saiu do elevador e voltou pra balança pra arrumar outra pra transar, enquanto eu segurava a Mônica pela mão, puxei ela pra perto, encostei ela na minha cintura e juntei a testa dela com a minha.

Y – Desculpa, amor, me perdoa, não queria falar tudo aquilo que te disse (os dois chorando).

Y – Me perdoa, você é a única pra mim, as outras mulheres não significam nada (beijando os lábios dela).

M – Eu também sinto muito, amor, nunca devia ter desconfiado de você, fui uma idiota por pensar que você me trocaria por outra (respondendo aos beijos).

M – Tava com medo de que, se você me largasse, eu não teria mais ninguém, só amo você.

Y – Eu também só amo você, e mais ninguém além de você.

M – Eu sei, amor, eu sei.

Naquele momento, decidimos passar um tempo a sós, mas não podíamos ir pro meu quarto porque minha prima e o namorado dela ainda estavam usando. A gente tinha combinado que ele me avisaria quando eu pudesse voltar, e não dava pra ir pro quarto dela porque minha tia tava lá, e não era uma opção. Então resolvemos andar pelo hotel até achar uma piscina, que tinha pouca gente, quase vazia. Deitamos os dois numa única espreguiçadeira, ela deitada no meu peito, ficamos conversando e nos beijando um pouco, até que só sobrou a gente na piscina.

Y – Amor, queria te mostrar que você é a única mulher pra mim, a que eu amo, a que eu desejo, a dona do meu corpo, da minha alma e do meu coração.

Y – Mas não sei como provar isso.

M – Mas eu sei como você pode fazer.

Y – Então me fala, deixa eu te mostrar que você é meu tudo, e sem Tu não sou nada
M – Quero que você me faça feliz, que me dê tudo, e ao mesmo tempo nada. Quero prazer... Quero amor como só você pode me dar.

Ao ouvir o que ela queria, peguei delicadamente seu rosto e comecei a beijá-la de um jeito que só podia expressar amor e desejo, mas o desejo de estar com a mulher que você ama, a mulher perfeita pra você. Minhas mãos percorriam seu corpo, desde as coxas, subindo, passando pelos glúteos firmes, acariciando suas costas enquanto abria o zíper do seu lindo vestido preto. Minhas mãos voltaram ao seu rosto lindo, desciam pelos seus peitos macios e firmes enquanto meus beijos desciam pelo seu pescoço, enquanto ela ficava completamente exposta e desprotegida diante de mim. Não importa quantas vezes eu olhe, nem quantas vezes possua esse corpo gostoso, sempre me apaixono e me excito com aquele corpo de deusa. Me afastei dela só por uns instantes enquanto tirava meu jeans. Decidimos ficar só de lingerie, não por medo, mas porque não precisávamos estar nus pra sentir o amor e a alma um do outro. Continuamos nos beijando, nos fundindo num beijo não de luxúria e paixão desenfreada, mas num em que o espírito e os corações existem e batem em uníssono.

Devagar, fomos entrando na piscina, naquela piscina que brilhava com a luz da lua, sob aquele céu estrelado. O corpo de Mônica voltou a ser meu e meu coração voltou a ser dela. Começamos a acariciar o corpo um do outro. Sentíamos falta um do outro, como a água falta a quem atravessa o deserto. Beijava seu pescoço enquanto minhas mãos apertavam seus glúteos firmes e a puxavam pra mim. Meus beijos desciam do pescoço dela até os seios. Mergulhamos debaixo d'água e continuamos com nossas carícias. Naquele momento, nos sentíamos como as únicas almas no universo, nada mais importava, só ter um ao outro. Depois de tantas carícias, estávamos prontos pra ser um só de novo. Nos aproximamos da borda e apoiei Mônica. Na borda da piscina, puxei a tanga dela só um pouquinho, pra deixar a entrada do Paraíso bem à mostra. Coloquei meu pau na entrada dela e fui entrando devagar nas cavernas dela, até que finalmente entrei por completo. O movimento de vai e vem foi lento e extremamente prazeroso, a gente sentia cada parte do outro. Ficamos um bom tempo trocando de posição, mas sempre mantendo o mesmo ritmo, não queríamos que aquele momento acabasse nunca. Até que finalmente nenhum dos dois aguentou mais e gozamos juntos. Naquele instante em que o coração acelera, dava pra sentir os dois batendo no mesmo ritmo, o que nos deixou muito felizes. Aquela noite não foi de desenfreada paixão, foi uma noite de reconciliação, amor e promessas.

A gente ficou boiando na piscina por mais um tempo, olhando o céu estrelado. Pouco depois saímos e só vestimos a roupa por cima, sem calcinha nem cueca, porque tudo tava molhado. Ainda lembro como os biquinhos dos peitos dela marcavam na blusa por causa do frio. Fomos pros nossos quartos, já que era tarde. Nessa altura, já tinha recebido uma mensagem do namorado da minha prima dizendo que eles tinham terminado. Então fui levar a Mônica até o quarto dela e nos despedimos com um beijo naquela noite. Depois voltei pro meu quarto, tomei um banho quente rápido e fui dormir. Antes de cair no sono, recebi duas mensagens: uma da Mônica e outra da Sara.

Mensagem da Mônica:
"Oi, amor, obrigado por me mostrar o quanto você me ama. Prometo que nunca mais vou duvidar de você. Sou sua de alma e corpo. Te amo, boa noite."

Mensagem da Sara:
"Oi, meu fera, nem imagina a vontade que tô de repetir o que rolou no seu quarto. Também espero que você possa me explicar o que aconteceu na balada que você saiu correndo. Eu esperava outra rodada de dor e prazer. Me liga.
P.S.: Fui uma menina muito má e mereço um castigo severo."

Eu tinha coisas pra resolver, mas não pretendia largar nenhuma das duas. Pelo menos por enquanto. É verdade que amei e amo a Mônica, o sexo com a Sara foi incrível, mas não passaria disso.
Bom, logo vou ter o próximo e mais pra frente vai ter "o retorno da Sara".

4 comentários - Minha prima é uma ninfomaníaca 2

uy hermano leo esta parte de la historia y cada vez se pone mas buena, pero si embarrada ud con la prima, si en verdad amas a alguien debes de fender ese amor a capa y espada.
hermano excelentes historias la verdd tremendo seguidor tuyo espero la tercera entrega "el regreso de sara".