Fala, galera do P! Espero que estejam bem. Aqui trago o terceiro capítulo pedido e, provavelmente, a última parte do meu relato com minhas primas.
Essa continua a história da parte 2, enquanto a parte 1 é da minha outra prima. Caso não tenham visto, deixo os links dos posts aqui:
Parte 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/2664866/Cogiendome-a-mi-primita-parte-1-real.htmlParte 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/2669317/Cogiendome-a-mi-primita-parte-2-real-fotos.htmlBeleza, agora sim, aproveitem o relato...
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...Num instante ela abaixa um pouco o short e deixa uma parte da bunda aparecendo. Aí eu levantei e fui até ela, encostando por trás com tudo, mas fingindo que tava abraçando ela.
Ela me fala: Aw, que fofo você é, primo.
Eu respondi: E você é uma gostosa... Quanto tempo pra pegar um copo d'água, hein.
Jajá sim — ela diz — é que, bom, talvez meu primo me desse o beijo de boa noite...
Aí ela virou pra mim, me olhando, e eu falei com a voz embargada de tesão: Prima, vou comer sua boca toda.
Jajaja que atrevido — ela fala e me dá um puta beijo na boca. Eu devolvi, mas não continuei, queria ver se ela ia além, e não foi. Só disse: Bom, até amanhã. E foi embora com o copo d'água.
Nisso, eu tava com o pau durasso e pensei em bater uma, mas quando me deitei no sofá, fiquei pensando nela loucamente e, quando comecei a me tocar, acabei dormindo.
No dia seguinte, nem conversamos, porque tomamos café da manhã com a família toda junto, mas na praia, num momento já era hora de voltar e a gente tinha achado uma mini gruta entre as dunas (montinhos de areia, se você é de outro país e não sabe o que é). Essa "gruta" tava bem escondida por árvores, e ficamos lá com o irmão dela e a prima dela.
Num instante, eles falam em ir comprar sucos e perguntam se a gente queria ir. Minha prima disse que não, que queria ficar sentada porque tava cansada, e eu falei que não tava a fim, jajá.
Assim que eles foram, como o lugar pra comprar era bem longe, a gente conseguiu conversar um pouco.
E como conversamos. Num momento, eles já iam voltar, e a gente tava se olhando, e eu, meio na expectativa, falei: S (pelo nome dela, mas vamos chamar de "S" já que nem é a inicial dela.), não sei se o que vou te falar é certo ou não, mas posso contar um segredo? (ou Algo assim eu disse pra ela)
Sim sim, óbvio.
Cê me gusta, não tô apaixonado nem nada dessas merdas, mas quero dizer... é... cê é uma gostosa e eu adoraria que rolasse mais coisa entre a gente (isso enquanto eu acariciava um pouco abaixo do umbigo, onde começava a calcinha dela) acho que cê me entende.
Sim — ela disse — vou te contar um segredo, topa? — perguntou com um tom meio brincalhão.
Sim, topo — falei com um pouco de medo.
Eu também queria, priminho, cê é bonito e adoraria que a gente fizesse umas coisas hahaha.
Aí eu desci um pouco mais a mão e comecei a massagear. Como é que tá?
Tá, aí eu adoro. Dá uma olhada se eles já tão vindo (se referindo ao irmão e à prima dela).
Eu me inclinei pra fora daquela mini caverna e vi que eles tavam a poucos metros.
Tão, mas ainda temos uns minutos sozinhos — respondi.
Bom, perfeitos pra fazer isso — e ela pega minha mão, leva até a boca e eu sinto os lábios dela e os dentes, e como ela passava a linguinha pelos meus dedos. — Cê quer me beijar todinha, primo?
Sim, bebê — falo e me aproximo.
Ela se aproximou e dessa vez me devolveu o beijo de verdade, nossas línguas logo se encontraram com paixão, dando mil voltas uma na outra. Mas não passou nem meio minuto e a gente se separou com dificuldade. E ainda bem, porque na mesma hora os outros chegaram com dois sucos pra gente. Num momento, eu compartilho o meu com ela e, quando os outros não tavam olhando, ela me olhou nos olhos, abriu um pouco a boca e passou a língua no canudinho. Aquilo me deixou louco, queria beijar ela de novo, mas não dava ali.
Enfim, depois daquela tarde foda, eu tava doido pra ficar sozinho com ela de novo. Mas só tive chance à noite, quando ela perguntou se eu queria ir numa praça que o pessoal frequenta à noite porque tem shows e tal.
Fomos os quatro e, quando tudo acabou, ficamos conversando com um pessoal por lá. Num momento, a gente foi pra um canto escuro, só nós dois, e nos acabamos de beijar. Eu tava com ela encostada numa árvore, apertada, e comendo a boca dela gostoso. boca. Mas ela também queria dominar e me colocou contra a árvore e ficou esfregando a buceta no meu volume duro.
"Tô morrendo de vontade de te provar" — ela sussurrou no meu ouvido — "de fazer isso com você. Olha, hoje quando a gente for dormir, vou falar pro meu irmão dormir no sofá pra ele jogar play à vontade."
"E seu pai não vai falar nada?" — perguntei.
"Não, a gente é primo, haha. Além disso, vou dizer que quero conversar sobre a vida com você, algo assim... E aí a gente vê no que dá, se dorme em camas separadas... Ou não" — ela me olhou com malícia e eu devorei a boca dela de novo.
Voltamos umas 2 da manhã e o irmão, todo feliz, foi embora. Eu fiquei no quarto com ela sem nenhum problema. Imaginem como eu me sentia: uma noite de sexo quase garantida e com MINHA PRIMA. E ainda por cima, tudo arranjado, eu dormia com ela... Contanto que não fizéssemos muito barulho...
O quarto é mais ou menos grande, tem um guarda-roupa que ocupa metade de uma parede, um espelho de corpo inteiro, outro de rosto com uma mesinha cheia de coisas embaixo, uma escrivaninha, uma janela e, claro, as duas camas. Então, enquanto todo mundo ia dormir, eu e minha prima, com a porta trancada, conversávamos sobre nossas vidas, daí passamos pro que queríamos fazer, pro tabu, e adorei quando ela disse que pensava igual a mim: que a maioria dos tabus era uma besteira.
Enfim, quando todo mundo foi dormir e nem se ouvia o play no andar de baixo, eu saí da cama do irmão e fui pra dela, que é maior. Deitei ao lado dela e, depois de algumas palavras, começaram os beijos. Sentir aquela língua, aquela umidade e calor da boca dela, as mordidas que ela me dava e que eu devolvia, acariciar o cabelo dela e ela o meu, passar a mão nas costas dela toda e chegar na bunda e continuar apalpando... Lindo.
Então ela estava em cima de mim, de short e regata. Eu, de bermuda que não disfarçava nada meu pau ereto, agora esmagado pela buceta dela.
Depois de um tempo de Beijos e carícias, comecei a beijar o pescoço dela e ela me diz: Não é pra isso que vim, sobe aqui.
Aí ela se deitou e eu fui por cima dela, sentindo o roçar dos peitos dela contra os meus e comecei a beijar o pescoço dela e a morder devagar, a deixar molhadinho, a fazê-la gemer baixinho, ela estava ficando excitada rapidinho. Sem mais, passei a tocar e apertar os peitos dela e ela com a mão apertava a minha pra eu apertar o peito dela ainda mais. Depois passei a mão por baixo da regata dela e continuei. Debaixo de mim, sentia a barriga forte dela se mexendo igual uma cobra de prazer.
A gente tinha deixado a luz da mesa acesa e nem pensar em apagar sem ver o outro pelado.
No meio, ela me diz: Priminho, sabe que eu sou muito pervertida, né? mas muuuuito e também muuuuito safada. Sabia que você tava me olhando quando eu tomei banho e fiz um pequeno show pra você me ver nua.
Isso me excitou muito mais e pior quando terminou com um:...e sou meio slut.
Aí a gente começou a tirar a roupa e não aguentávamos, já um em cima do outro se beijando. Ela me deixou de cueca e eu nela de sutiã e calcinha fio dental vermelha que ela tinha vestido de propósito...vale dizer que minha cueca também era vermelha.
Então ela me deitou, se ajoelhou em cima de mim e bem ereta começou a mexer a pussy bem em cima do meu volume e a tirar o sutiã. Assim que liberou os peitos, fui pra cima deles pronto pra chupar, mas ela me empurrou me fazendo cair e disse: nono, primeiro eu.
E começou a beijar minha boca, depois a passar a língua nas minhas bochechas, nariz, queixo, lábios, pescoço e aí começou a me beijar e dar umas mordidas enormes que me deixavam muito tesudo.
Vou te encher de chupões, então você comeu minha amiga e ela te deixou três? - Era verdade, ela tinha me feito três enquanto eu comia ela e zoaram comigo por causa disso - Eu vou te encher. E continuou.
Desceu mais e começou a beijar meu peito e depois meus mamilos, lambendo eles, fazendo cócegas e me dando prazer. Depois não aguentei mais e virei ela. Eu por cima. A gente já tava ofegante sem nem ter começado direito, e eu comecei a chupar um peito dela enquanto massageava o outro, e depois trocava. Quando desci, os bicos já estavam durinhos como pedra, e eu viciei em torcer e mexer neles, e quando eu não fazia, ela fazia por mim, tudo acompanhado de gritinhos de prazer.
Desci até o umbigo e chupei fundo, continuei dando beijos pelo abdômen e cheguei na calcinha vermelha. Beijei por cima, depois lambi um pouco até puxar ela com os dentes até a metade e tirar de vez. Finalmente me ajoelhei sobre ela, e ela abriu as pernas completamente, mostrando uma rachinha perfeita, um pouco aberta, mas seguindo a linha que a marca. Tava toda rosadinha e macia por dentro, então fui pro lado dela e beijei de novo enquanto tocava a pussy. Já tava molhada, e eu ficar tocando deixou ela a mil. Ela, por sua vez, quase arrancou minha cueca pra ver meu pau, e quando viu, disse: "Aí, quero tudo isso dentro de mim, que grande que é", e começou a me masturbar. Eu nela, e a gente se beijava junto.
Finalmente, num momento, desci de novo e me coloquei entre as pernas dela, aspirando o cheiro da pussy. Não é algo que eu costumo fazer, mas fiz, e era uma delícia. Passei a língua duas vezes, e na terceira enfiei ela toda na boca. Ela mordia o travesseiro pra não gritar, e mesmo assim eu ouvia os gemidos enormes dela. Eu coordenava meus movimentos pra fazer ela gemer mais, e ela enfiava minha cara ainda mais na pussy com a mão apertando minha nuca.
Depois de um bom tempo, ela gozou na minha boca, coisa que eu amo, e ficou se contorcendo. Eu me afastei da pussy dela com um fio de fluido pendurado, contemplando a rachinha toda molhada e os lençóis também. Comecei a engolir o fluido com dificuldade, mas ela me puxou pra boca dela e disse: "Vem, quero sentir meus fluidos na minha boca, me dá, meu amor."
Eu beijei ela e comecei a passar, ela tirava com a língua, e os dois... Tragávamos.
Pra devolver o que ela tinha me feito antes, passei a língua no rosto dela, no nariz, na testa, nas orelhas, nas bochechas, tudo, tudo, dando pequenas mordidas e me levantei vendo a carinha dela cheia de fluxo e saliva. Ela abriu os olhos, que eu também tinha molhado, e me deu um sorrisinho dizendo: Tô pronta pra muito mais, e pegou no meu pau.
Já estávamos os dois pelados e ela me jogou na cama. Subiu em cima de mim e começou a descer devagar, me arranhando o peito, a barriga, até que meu pau ficou nos lábios dela. Ela pegava ele e passava de um lado pro outro, dava beijinhos na ponta, e eu não aguentava mais, queria que ela metesse logo na boca.
Mas ela continuava brincando até que, de repente, abriu a boca bem grande e engoliu até a metade. Que prazer sentir a boquinha cheia de saliva e a língua se mexendo na ponta do meu pau. Foi engolindo devagarinho até cobrir ele todo. Uma parte do meu pau tava na garganta dela, ela tinha literalmente engolido, e eu fiquei com vontade de gozar direto na garganta dela.
Ela tirou e chupou ele por todos os lados, chupou minhas bolas, enfiou todas na boca e me fez cócegas. Voltou pra cima e ficou chupando sem parar por tanto tempo que eu não aguentava mais, doía de tanto que eu sentia, até que numa hora comecei a gozar. Peguei a cabeça dela e enfiei meu pau até a garganta enquanto ela gemia com ele na boca e eu jorrava toda a porra.
Aí ela se levantou meio engasgada, fazendo ânsia e cuspindo porra pela boca.
— Gostou, putinha? — perguntei. Ela não respondeu, foi direto lamber minha rola toda até deixar limpinha. Engoliu toda a porra, menos a que tinha caído, que ela passou nos peitos. Eu pegava um pouco daquela porra com os dedos e enfiava na boca dela, e ela comia me olhando com prazer e lambendo meus dedos.
Ficamos um tempinho abraçados, nos beijando, e pouco depois ela pegou e colocou uma camisinha em mim.
— Vamos continuar, amor — disse ela.
Ela ficou de quatro e eu desci da cama. Fiquei atrás dela.
"Vai, quero ela toda" — ela sussurrava pra mim.
Eu vi aquela bunda enorme, a pussy por baixo e foi fácil. Me coloquei na entrada da pussy e apoiei meu pau ali, empurrando devagar. Ela mordia o travesseiro enquanto gritava. O travesseiro já tava bem acabado. Aí entrou tudo e me senti no paraíso dentro da minha priminha, naquele lugar apertadinho e molhado. Grudei nela e quando sentiu a base do tronco no cu dela, me olhou e começou a se mexer enquanto gemia.
Eu comecei a meter no meu ritmo e ela acompanhou. Em certos momentos, a gente tava se pegando como loucos e fazendo barulho, então tivemos que parar um pouco e ir mais devagar. De novo, continuamos e gozamos juntos os dois.
Minutos depois, deitados os dois, ela endureceu meu pau de novo e montou em cima de mim.
"Agora é minha vez de mandar e te cavalgar" — disse enquanto arranhava meu peito.
"Vai, bebê, me mostra o que você sabe fazer."
"Sem camisinha, quero sentir ela dentro natural" — ela fala e encaixa na pussy. Senta em cima, me agarra pelos ombros cravando as unhas, e eu seguro na cintura dela. Ela começa a me cavalgar de um jeito fenomenal, rápido e firme. Duas vezes meu pau escapou da pussy e quase quebrou, mas continuamos até eu gozar dentro dela. Ela gritou abafado e terminou me beijando, dizendo: "Amei, meu amor."
Enchi a pussy dela de porra e assim dormimos abraçados.
De manhã, ela tinha colocado o despertador um pouco mais cedo pra gente poder se arrumar, e eu desliguei. Ela não acordou. Era lindo ver ela dormindo com os braços em volta de mim. Levantei o lençol pra ver ela toda peladinha e meu pau subiu. Beijei os peitos dela e levantei uma perna pra meter.
Ela acordou e levantou a perna pra mim, deixando eu enfiar. Comecei a meter forte e ela me segurava pelo pescoço com os dentes e gritava até eu encher ela de porra de novo.
Ofegantes os dois, eu falei: "Bom dia, meu amor." — Era a primeira vez que a Ela falou assim:
"Bom dia, amo que me acordem com café na cama."
Depois disso, a gente se arrumou e, quando todo mundo acordou, já estávamos prontos pra fingir que nada tinha acontecido, e acho que ninguém percebeu.
Fiquei mais vários dias por lá e comi ela outras vezes, fiz coisas que com outras não fiz. Rolei sadomasoquismo com ela, sexo de todo jeito e situações muito quentes. Se quiserem que eu faça uma quarta parte desses relatos falando sobre isso, coloquem nos comentários ou nas mensagens privadas, sem problema. Eu adoraria compartilhar, então vocês decidem.
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Aqui as fotos 😛 😛 😛 😛![Comendo minha priminha (parte 3)[real]+Fotos[/real] Comendo minha priminha (parte 3)[real]+Fotos[/real]](https://scontent-mia.xx.fbcdn.net/hphotos-xfp1/v/t1.0-9/11001886_643734395755609_1995300647072480724_n.jpg?oh=be641bfdbe614540d8d37ec993389830&oe=55840699)





Beleza, amigos do P! Espero que tenham gostado, um abraço e não esqueçam de me falar o que acharam ou só passar pra dar uma olhada. Valeu 😃
Essa continua a história da parte 2, enquanto a parte 1 é da minha outra prima. Caso não tenham visto, deixo os links dos posts aqui:
Parte 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/2664866/Cogiendome-a-mi-primita-parte-1-real.htmlParte 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/2669317/Cogiendome-a-mi-primita-parte-2-real-fotos.htmlBeleza, agora sim, aproveitem o relato...
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...Num instante ela abaixa um pouco o short e deixa uma parte da bunda aparecendo. Aí eu levantei e fui até ela, encostando por trás com tudo, mas fingindo que tava abraçando ela.
Ela me fala: Aw, que fofo você é, primo.
Eu respondi: E você é uma gostosa... Quanto tempo pra pegar um copo d'água, hein.
Jajá sim — ela diz — é que, bom, talvez meu primo me desse o beijo de boa noite...
Aí ela virou pra mim, me olhando, e eu falei com a voz embargada de tesão: Prima, vou comer sua boca toda.
Jajaja que atrevido — ela fala e me dá um puta beijo na boca. Eu devolvi, mas não continuei, queria ver se ela ia além, e não foi. Só disse: Bom, até amanhã. E foi embora com o copo d'água.
Nisso, eu tava com o pau durasso e pensei em bater uma, mas quando me deitei no sofá, fiquei pensando nela loucamente e, quando comecei a me tocar, acabei dormindo.
No dia seguinte, nem conversamos, porque tomamos café da manhã com a família toda junto, mas na praia, num momento já era hora de voltar e a gente tinha achado uma mini gruta entre as dunas (montinhos de areia, se você é de outro país e não sabe o que é). Essa "gruta" tava bem escondida por árvores, e ficamos lá com o irmão dela e a prima dela.
Num instante, eles falam em ir comprar sucos e perguntam se a gente queria ir. Minha prima disse que não, que queria ficar sentada porque tava cansada, e eu falei que não tava a fim, jajá.
Assim que eles foram, como o lugar pra comprar era bem longe, a gente conseguiu conversar um pouco.
E como conversamos. Num momento, eles já iam voltar, e a gente tava se olhando, e eu, meio na expectativa, falei: S (pelo nome dela, mas vamos chamar de "S" já que nem é a inicial dela.), não sei se o que vou te falar é certo ou não, mas posso contar um segredo? (ou Algo assim eu disse pra ela)
Sim sim, óbvio.
Cê me gusta, não tô apaixonado nem nada dessas merdas, mas quero dizer... é... cê é uma gostosa e eu adoraria que rolasse mais coisa entre a gente (isso enquanto eu acariciava um pouco abaixo do umbigo, onde começava a calcinha dela) acho que cê me entende.
Sim — ela disse — vou te contar um segredo, topa? — perguntou com um tom meio brincalhão.
Sim, topo — falei com um pouco de medo.
Eu também queria, priminho, cê é bonito e adoraria que a gente fizesse umas coisas hahaha.
Aí eu desci um pouco mais a mão e comecei a massagear. Como é que tá?
Tá, aí eu adoro. Dá uma olhada se eles já tão vindo (se referindo ao irmão e à prima dela).
Eu me inclinei pra fora daquela mini caverna e vi que eles tavam a poucos metros.
Tão, mas ainda temos uns minutos sozinhos — respondi.
Bom, perfeitos pra fazer isso — e ela pega minha mão, leva até a boca e eu sinto os lábios dela e os dentes, e como ela passava a linguinha pelos meus dedos. — Cê quer me beijar todinha, primo?
Sim, bebê — falo e me aproximo.
Ela se aproximou e dessa vez me devolveu o beijo de verdade, nossas línguas logo se encontraram com paixão, dando mil voltas uma na outra. Mas não passou nem meio minuto e a gente se separou com dificuldade. E ainda bem, porque na mesma hora os outros chegaram com dois sucos pra gente. Num momento, eu compartilho o meu com ela e, quando os outros não tavam olhando, ela me olhou nos olhos, abriu um pouco a boca e passou a língua no canudinho. Aquilo me deixou louco, queria beijar ela de novo, mas não dava ali.
Enfim, depois daquela tarde foda, eu tava doido pra ficar sozinho com ela de novo. Mas só tive chance à noite, quando ela perguntou se eu queria ir numa praça que o pessoal frequenta à noite porque tem shows e tal.
Fomos os quatro e, quando tudo acabou, ficamos conversando com um pessoal por lá. Num momento, a gente foi pra um canto escuro, só nós dois, e nos acabamos de beijar. Eu tava com ela encostada numa árvore, apertada, e comendo a boca dela gostoso. boca. Mas ela também queria dominar e me colocou contra a árvore e ficou esfregando a buceta no meu volume duro.
"Tô morrendo de vontade de te provar" — ela sussurrou no meu ouvido — "de fazer isso com você. Olha, hoje quando a gente for dormir, vou falar pro meu irmão dormir no sofá pra ele jogar play à vontade."
"E seu pai não vai falar nada?" — perguntei.
"Não, a gente é primo, haha. Além disso, vou dizer que quero conversar sobre a vida com você, algo assim... E aí a gente vê no que dá, se dorme em camas separadas... Ou não" — ela me olhou com malícia e eu devorei a boca dela de novo.
Voltamos umas 2 da manhã e o irmão, todo feliz, foi embora. Eu fiquei no quarto com ela sem nenhum problema. Imaginem como eu me sentia: uma noite de sexo quase garantida e com MINHA PRIMA. E ainda por cima, tudo arranjado, eu dormia com ela... Contanto que não fizéssemos muito barulho...
O quarto é mais ou menos grande, tem um guarda-roupa que ocupa metade de uma parede, um espelho de corpo inteiro, outro de rosto com uma mesinha cheia de coisas embaixo, uma escrivaninha, uma janela e, claro, as duas camas. Então, enquanto todo mundo ia dormir, eu e minha prima, com a porta trancada, conversávamos sobre nossas vidas, daí passamos pro que queríamos fazer, pro tabu, e adorei quando ela disse que pensava igual a mim: que a maioria dos tabus era uma besteira.
Enfim, quando todo mundo foi dormir e nem se ouvia o play no andar de baixo, eu saí da cama do irmão e fui pra dela, que é maior. Deitei ao lado dela e, depois de algumas palavras, começaram os beijos. Sentir aquela língua, aquela umidade e calor da boca dela, as mordidas que ela me dava e que eu devolvia, acariciar o cabelo dela e ela o meu, passar a mão nas costas dela toda e chegar na bunda e continuar apalpando... Lindo.
Então ela estava em cima de mim, de short e regata. Eu, de bermuda que não disfarçava nada meu pau ereto, agora esmagado pela buceta dela.
Depois de um tempo de Beijos e carícias, comecei a beijar o pescoço dela e ela me diz: Não é pra isso que vim, sobe aqui.
Aí ela se deitou e eu fui por cima dela, sentindo o roçar dos peitos dela contra os meus e comecei a beijar o pescoço dela e a morder devagar, a deixar molhadinho, a fazê-la gemer baixinho, ela estava ficando excitada rapidinho. Sem mais, passei a tocar e apertar os peitos dela e ela com a mão apertava a minha pra eu apertar o peito dela ainda mais. Depois passei a mão por baixo da regata dela e continuei. Debaixo de mim, sentia a barriga forte dela se mexendo igual uma cobra de prazer.
A gente tinha deixado a luz da mesa acesa e nem pensar em apagar sem ver o outro pelado.
No meio, ela me diz: Priminho, sabe que eu sou muito pervertida, né? mas muuuuito e também muuuuito safada. Sabia que você tava me olhando quando eu tomei banho e fiz um pequeno show pra você me ver nua.
Isso me excitou muito mais e pior quando terminou com um:...e sou meio slut.
Aí a gente começou a tirar a roupa e não aguentávamos, já um em cima do outro se beijando. Ela me deixou de cueca e eu nela de sutiã e calcinha fio dental vermelha que ela tinha vestido de propósito...vale dizer que minha cueca também era vermelha.
Então ela me deitou, se ajoelhou em cima de mim e bem ereta começou a mexer a pussy bem em cima do meu volume e a tirar o sutiã. Assim que liberou os peitos, fui pra cima deles pronto pra chupar, mas ela me empurrou me fazendo cair e disse: nono, primeiro eu.
E começou a beijar minha boca, depois a passar a língua nas minhas bochechas, nariz, queixo, lábios, pescoço e aí começou a me beijar e dar umas mordidas enormes que me deixavam muito tesudo.
Vou te encher de chupões, então você comeu minha amiga e ela te deixou três? - Era verdade, ela tinha me feito três enquanto eu comia ela e zoaram comigo por causa disso - Eu vou te encher. E continuou.
Desceu mais e começou a beijar meu peito e depois meus mamilos, lambendo eles, fazendo cócegas e me dando prazer. Depois não aguentei mais e virei ela. Eu por cima. A gente já tava ofegante sem nem ter começado direito, e eu comecei a chupar um peito dela enquanto massageava o outro, e depois trocava. Quando desci, os bicos já estavam durinhos como pedra, e eu viciei em torcer e mexer neles, e quando eu não fazia, ela fazia por mim, tudo acompanhado de gritinhos de prazer.
Desci até o umbigo e chupei fundo, continuei dando beijos pelo abdômen e cheguei na calcinha vermelha. Beijei por cima, depois lambi um pouco até puxar ela com os dentes até a metade e tirar de vez. Finalmente me ajoelhei sobre ela, e ela abriu as pernas completamente, mostrando uma rachinha perfeita, um pouco aberta, mas seguindo a linha que a marca. Tava toda rosadinha e macia por dentro, então fui pro lado dela e beijei de novo enquanto tocava a pussy. Já tava molhada, e eu ficar tocando deixou ela a mil. Ela, por sua vez, quase arrancou minha cueca pra ver meu pau, e quando viu, disse: "Aí, quero tudo isso dentro de mim, que grande que é", e começou a me masturbar. Eu nela, e a gente se beijava junto.
Finalmente, num momento, desci de novo e me coloquei entre as pernas dela, aspirando o cheiro da pussy. Não é algo que eu costumo fazer, mas fiz, e era uma delícia. Passei a língua duas vezes, e na terceira enfiei ela toda na boca. Ela mordia o travesseiro pra não gritar, e mesmo assim eu ouvia os gemidos enormes dela. Eu coordenava meus movimentos pra fazer ela gemer mais, e ela enfiava minha cara ainda mais na pussy com a mão apertando minha nuca.
Depois de um bom tempo, ela gozou na minha boca, coisa que eu amo, e ficou se contorcendo. Eu me afastei da pussy dela com um fio de fluido pendurado, contemplando a rachinha toda molhada e os lençóis também. Comecei a engolir o fluido com dificuldade, mas ela me puxou pra boca dela e disse: "Vem, quero sentir meus fluidos na minha boca, me dá, meu amor."
Eu beijei ela e comecei a passar, ela tirava com a língua, e os dois... Tragávamos.
Pra devolver o que ela tinha me feito antes, passei a língua no rosto dela, no nariz, na testa, nas orelhas, nas bochechas, tudo, tudo, dando pequenas mordidas e me levantei vendo a carinha dela cheia de fluxo e saliva. Ela abriu os olhos, que eu também tinha molhado, e me deu um sorrisinho dizendo: Tô pronta pra muito mais, e pegou no meu pau.
Já estávamos os dois pelados e ela me jogou na cama. Subiu em cima de mim e começou a descer devagar, me arranhando o peito, a barriga, até que meu pau ficou nos lábios dela. Ela pegava ele e passava de um lado pro outro, dava beijinhos na ponta, e eu não aguentava mais, queria que ela metesse logo na boca.
Mas ela continuava brincando até que, de repente, abriu a boca bem grande e engoliu até a metade. Que prazer sentir a boquinha cheia de saliva e a língua se mexendo na ponta do meu pau. Foi engolindo devagarinho até cobrir ele todo. Uma parte do meu pau tava na garganta dela, ela tinha literalmente engolido, e eu fiquei com vontade de gozar direto na garganta dela.
Ela tirou e chupou ele por todos os lados, chupou minhas bolas, enfiou todas na boca e me fez cócegas. Voltou pra cima e ficou chupando sem parar por tanto tempo que eu não aguentava mais, doía de tanto que eu sentia, até que numa hora comecei a gozar. Peguei a cabeça dela e enfiei meu pau até a garganta enquanto ela gemia com ele na boca e eu jorrava toda a porra.
Aí ela se levantou meio engasgada, fazendo ânsia e cuspindo porra pela boca.
— Gostou, putinha? — perguntei. Ela não respondeu, foi direto lamber minha rola toda até deixar limpinha. Engoliu toda a porra, menos a que tinha caído, que ela passou nos peitos. Eu pegava um pouco daquela porra com os dedos e enfiava na boca dela, e ela comia me olhando com prazer e lambendo meus dedos.
Ficamos um tempinho abraçados, nos beijando, e pouco depois ela pegou e colocou uma camisinha em mim.
— Vamos continuar, amor — disse ela.
Ela ficou de quatro e eu desci da cama. Fiquei atrás dela.
"Vai, quero ela toda" — ela sussurrava pra mim.
Eu vi aquela bunda enorme, a pussy por baixo e foi fácil. Me coloquei na entrada da pussy e apoiei meu pau ali, empurrando devagar. Ela mordia o travesseiro enquanto gritava. O travesseiro já tava bem acabado. Aí entrou tudo e me senti no paraíso dentro da minha priminha, naquele lugar apertadinho e molhado. Grudei nela e quando sentiu a base do tronco no cu dela, me olhou e começou a se mexer enquanto gemia.
Eu comecei a meter no meu ritmo e ela acompanhou. Em certos momentos, a gente tava se pegando como loucos e fazendo barulho, então tivemos que parar um pouco e ir mais devagar. De novo, continuamos e gozamos juntos os dois.
Minutos depois, deitados os dois, ela endureceu meu pau de novo e montou em cima de mim.
"Agora é minha vez de mandar e te cavalgar" — disse enquanto arranhava meu peito.
"Vai, bebê, me mostra o que você sabe fazer."
"Sem camisinha, quero sentir ela dentro natural" — ela fala e encaixa na pussy. Senta em cima, me agarra pelos ombros cravando as unhas, e eu seguro na cintura dela. Ela começa a me cavalgar de um jeito fenomenal, rápido e firme. Duas vezes meu pau escapou da pussy e quase quebrou, mas continuamos até eu gozar dentro dela. Ela gritou abafado e terminou me beijando, dizendo: "Amei, meu amor."
Enchi a pussy dela de porra e assim dormimos abraçados.
De manhã, ela tinha colocado o despertador um pouco mais cedo pra gente poder se arrumar, e eu desliguei. Ela não acordou. Era lindo ver ela dormindo com os braços em volta de mim. Levantei o lençol pra ver ela toda peladinha e meu pau subiu. Beijei os peitos dela e levantei uma perna pra meter.
Ela acordou e levantou a perna pra mim, deixando eu enfiar. Comecei a meter forte e ela me segurava pelo pescoço com os dentes e gritava até eu encher ela de porra de novo.
Ofegantes os dois, eu falei: "Bom dia, meu amor." — Era a primeira vez que a Ela falou assim:
"Bom dia, amo que me acordem com café na cama."
Depois disso, a gente se arrumou e, quando todo mundo acordou, já estávamos prontos pra fingir que nada tinha acontecido, e acho que ninguém percebeu.
Fiquei mais vários dias por lá e comi ela outras vezes, fiz coisas que com outras não fiz. Rolei sadomasoquismo com ela, sexo de todo jeito e situações muito quentes. Se quiserem que eu faça uma quarta parte desses relatos falando sobre isso, coloquem nos comentários ou nas mensagens privadas, sem problema. Eu adoraria compartilhar, então vocês decidem.
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Aqui as fotos 😛 😛 😛 😛
![Comendo minha priminha (parte 3)[real]+Fotos[/real] Comendo minha priminha (parte 3)[real]+Fotos[/real]](https://scontent-mia.xx.fbcdn.net/hphotos-xfp1/v/t1.0-9/11001886_643734395755609_1995300647072480724_n.jpg?oh=be641bfdbe614540d8d37ec993389830&oe=55840699)





Beleza, amigos do P! Espero que tenham gostado, um abraço e não esqueçam de me falar o que acharam ou só passar pra dar uma olhada. Valeu 😃
10 comentários - Comendo minha priminha (parte 3)[real]+Fotos[/real]