Minha prima é uma ninfomaníaca (1º dia)

Já tinha tudo pronto pra viagem de férias, já tava tudo planejado e combinado, a gente ia sair às 3 da tarde, alugamos um ônibus pra diminuir os gastos e porque éramos muitos pra ir de carro, então a família toda ia num ônibus. Eu tava me preparando pra viagem, quando de repente recebo uma mensagem da Mônica: "Te prometo que essa viagem você nunca vai esquecer". E ela tinha razão, o que aconteceu durante as férias, nunca vou esquecer. Tomei um banho rápido, a água tava gelada, me troquei e decidi comer alguma coisa. Nessa altura, todo mundo já tava se arrumando. Lá pelas 3h10 ou 3h20, o ônibus já tava buzinando pra avisar que a gente ia embora. Como sempre, fui o mais alto da minha família, então, por conforto, sempre viajo no banco da frente. E pra minha surpresa — embora a essa altura nada dela me surpreendesse mais — a Mônica conseguiu ir na frente também. Então a gente ia junto o caminho inteiro. Obviamente, não deu pra fazer muita coisa na estrada além de ficar de mãos dadas ou passar a mão de leve nas pernas, mas nada além disso, o que não pareceu incomodar ela muito. Depois descobri por quê.

Chegamos já meio tarde, quase às 9 da noite. Por sorte, já tínhamos reservado os quartos antes, então só chegamos e começamos a fazer as divisões. Como eram quartos pra casais, minha família, embora entre a gente nem sempre sejamos muito considerados com os outros, são bem legais nesse aspecto. Então, nessa viagem, mesmo sendo em família, convidaram o namorado da minha prima, meu primo trouxe a namorada dele. Aí seguiram as divisões: minha mãe ia ficar com minha avó e meus dois irmãos, minha tia ia ficar com a Mônica, minha prima ia ficar com a namorada do meu primo, meu tio ia ficar com meu outro primo, e meus outros dois primos iam ficar juntos. E eu ia ficar com o namorado da minha prima. A sorte parecia estar do meu lado, porque ele sabia do rolo que eu tinha com a Mônica, então não ia ter que... Preocupação de que alguém nos encontrasse.

Mesmo chegando à noite, o lugar ainda estava bem animado, então, apesar de estarmos cansados, alguns decidiram ir para a balada que o hotel tinha, outros foram jantar no restaurante. Eu, por minha vez, estava pensando no que faria. Naquele momento, estava sozinho no quarto, já que o namorado da minha prima tinha ido com ela para a balada dançar. Então, resolvi tomar um banho, porque estava meio suado. Quando saí do banheiro, recebi uma mensagem da Mônica:

M – Oi, amor, o que você está fazendo?

Y – Nada, amor, aqui no quarto. Tô meio cansado pra sair.

M – Então, posso passar pra te dar um oi?

Y – Claro, amor, ficaria feliz se você viesse.

Uns 5 minutos depois, bateram na porta. Quando fui abrir, era ela. Me cumprimentou com um daqueles beijos que eu amo. Você não sabe a vontade que eu tava de fazer isso desde que a gente saiu. Eu também, amor, respondi. E aí, o que você tem? Por que não saiu? Ela perguntou, meio pensativa. Por nada, amor, só que tô meio cansado. Não quer passar um tempo comigo? Perguntei. Claro, o que você quer fazer? Nada, só ficar com você. O quarto tinha uma varanda com uma vista linda, e como era noite, dava pra ver as estrelas. Então, a gente só saiu pra varanda, sentamos. Ela ficou entre meus braços. Passamos um tempinho conversando, entre beijos e carícias, lembrando que, mesmo fazendo pouco tempo que a nossa história tinha começado, já tínhamos passado por tanta coisa, e que a gente ficava feliz que nenhum dos dois tinha desistido, porque estávamos felizes juntos. Isso era só um pequeno descanso, porque o que veio depois foi realmente de matar.

Na manhã seguinte, a gente tinha que se reunir pra tomar café da manhã e planejar o que íamos fazer, já que o hotel oferecia várias atividades. Eu sempre tive o sono pesado, então sou de acordar meio tarde, mas dessa vez acordei cedo, não porque eu quisesse, mas porque sentia... Meu braço tava dormente, então tava bem desconfortável. Quando abri os olhos, vi que tava sozinho no quarto, aí imaginei que o namorado da minha prima já tinha levantado e ido tomar café. Quando voltei a atenção pro braço dormente, levantei o lençol e minha surpresa foi que a Mônica tava dormindo em cima do meu braço. Mesmo dormindo, ela ainda tava linda pra caralho.

Com o movimento que fiz ao me levantar, ela acordou. Meio sonolenta, falou: "Bom dia, love". Respondi dando um beijo nela: "Bom dia, gostosa. Posso saber o que você tá fazendo aqui?", perguntei. Ela respondeu: "Vim te acordar cedo e o namorado da nossa prima abriu a porta pra mim, falou que eu podia entrar porque ele ia sair. Quando te vi tão lindo dormindo, decidi dormir do teu lado e aqui estamos." "Que bom saber que estamos sozinhos", falei. "E por quê, love?", ela perguntou. "Porque assim a gente pode fazer isso." Naquele momento, me coloquei por cima dela e comecei a beijar o pescoço dela. Como eu já tinha dito, durmo só de cueca, mas ela tava com uma roupa confortável, que não durou nada porque, sem pressa nem paciência, tirei tudo, deixando exposto aquele corpo deusa, coberto só por um conjunto de lingerie de renda vermelha.

Eu – "Puta merda, love, por que você sempre usa essas roupas tão sexy?"
Mônica – "Ué, cê não gosta, love?"
Eu – "Adoro, love, mas sempre que você usa uma parada dessas, não consigo evitar de ficar igual um bicho."
Mônica – "Eu adoro quando você fica igual um bicho, porque sempre que faz isso, me deixa louca na hora que a gente transa."
Eu – "Então vou virar o animal mais selvagem que você já viu. Mas que linguagem é essa, love? Uma mulher não deve falar assim. Essa menina precisa ser castigada por falar besteira."
Mônica – "Sim, fui uma menina má. Como você vai me castigar?"
Mônica – "Quero que me castigue forte, porque fui uma menina muito má."

Naquele momento, já tava com uma barraca na cueca, mas, mesmo sendo eu quem mais queria um sexo selvagem, dessa vez decidi me controlar e brincar. Muito tempo com ela, então decidi continuar beijando seu pescoço, enquanto minhas mãos deslizavam suavemente por todo o corpo dela, desde os ombros macios, passando por aquelas montanhas lindas, até chegar aos vales perfeitos onde fica a entrada daquele paraíso proibido de prazer onde nos tornamos um. Eu podia sentir como, a cada toque da minha mão, a pele dela se arrepiava cada vez mais, e como aquele mar de néctar começava a escorrer pela delicadeza das coxas lindas dela. Queria que cada carícia minha que ela sentisse fosse um outro nível de prazer. Comecei a beijá-la apaixonadamente enquanto libertava aqueles peitos lindos. Entre beijos, passei pelo pescoço dela, por aqueles peitos maravilhosos, descendo pela suavidade e firmeza do abdômen dela, até chegar na entrada do tesouro dela. Peguei o elástico que prendia a cintura dela, me impedindo o acesso ao corpo dela. De novo, eu tinha o corpo da minha Deusa diante de mim, e dessa vez não ia deixar nenhuma parte daquele corpo lindo sem provar ou beijar. Comecei beijando aqueles peitos lindos, mas dessa vez todas as minhas carícias eram mais lentas, porém intensas. Massageava suavemente o outro peito dela, dando pequenos puxões no mamilo, enquanto chupava o peito dela, mordia o mamilo e puxava, fazendo ela sentir uma mistura de prazer e dor que a enlouquecia. E repeti o mesmo com o outro peito dela. Depois de brincar com os peitos dela, desci lentamente, deixando um rastro de beijinhos por todo o abdômen dela até chegar naquele tesouro que era a porta para o paraíso do proibido. Sem pressa e sem demora, comecei a dar beijinhos no botãozinho de prazer que era o clitóris dela, que começava a inchar, me mostrando que ela estava adorando. Depois, peguei aquele botãozinho dentro da minha boca, brincando com ele com minha língua, para finalmente prendê-lo entre meus lábios e dar pequenos puxões, e com isso ela já teve o primeiro orgasmo do dia.

M – HMMMMM SIIIIIIII eu adoro, você me deixa louca

M – Não aguento mais, enfia, enfia logo

M – Quero ter você dentro quero sentir essa pica grande que você tem
E – Ainda não te falei que ia te castigar por ser uma menina má?

Comecei a enfiar lentamente um dos meus dedos na buceta dela, enquanto continuava dando pequenos chupões e mordidas no clitóris dela. Dava pra sentir no meu dedo como ela se contraía ainda por causa do orgasmo que tinha acabado de ter. Naquele momento, introduzi um segundo dedo pra dar mais prazer pra ela, enquanto eu continuava brincando com o clitóris dela. Dobrava meus dedos pra poder roçar todo o interior dela e dar um prazer ainda maior, mas isso só tinha começado. Com uma das minhas mãos livres, coloquei um dos meus dedos na boca dela pra ela chupar, o que ela fez com gosto. Com o dedo molhado pela saliva dela, acariciei suavemente as costas dela, descendo pela cintura até chegar naquele rabo tão lindo e firme que ela tem, até chegar naquele presente virgem que nessa viagem seria meu. Comecei a fazer pressão de leve no cu dela, ela sentiu, sabia o que vinha, mas tava com medo.

M – Não, amor, por aí ainda não, tô com medo
E – Calma, amor, confia em mim, ainda não vai acontecer nada

Isso eu falei finalmente enfiando meu dedo no cu dela. No momento em que meu dedo entrou nela, pude sentir que ela teve um segundo orgasmo. Dava pra começar a sentir o gosto do néctar dela enchendo minha boca, gostosa de beber daquela fonte que era minha prima. Ela caiu rendida na cama por ter tido o segundo orgasmo, mas o castigo só tinha começado. Naquele momento, aproximei meu pau da entrada da buceta dela, mas sabia muito bem que ainda não era a hora, faltava um pouco mais. Ela ainda tava exausta do último orgasmo, mas queria continuar, queria viciar ela em mim, fazer ela sentir um prazer como nunca tinham feito ela sentir e nunca mais fariam. Então comecei a esfregar meu pau na buceta dela, garantindo que minha cabeça roçasse o clitóris dela a cada esfregada. Quando ela começou a sentir que eu tava brincando com o clitóris dela de novo, começou a me pedir um... descanso.
M – amor, por favor, me deixa descansar, não aguento mais
Y – se eu fizesse isso, amor, isso não seria um castigo, né?
Y – Falei que ia te castigar por ser uma menina má e é isso que tô fazendo
M – Por favor, am… já não… aguen…
M – Vou gozar, não aguento mais, vou gozar, amor
M – AHH, AHHH, Aahhhhhhhh siiiiiiii, HMMMMMMM

Naquele momento, ela tinha tido o terceiro orgasmo, esse tinha sido tão intenso que ela teve leves espasmos musculares, ela já quase com os olhos virados de tanto prazer, rendida na cama, e eu com uma ereção que fazia minha pica doer tanto que sentia que não ia aguentar muito na hora de meter, mas tinha que aguentar. Antes de começar a meter, tirei da minha mala uma caixa de camisinhas, peguei uma e coloquei. Não queria que meu relacionamento com a Mônica acabasse por causa de uma gravidez indesejada e perdê-la pra sempre, então coloquei e comecei a meter devagar e lentamente. Naquele momento, quase gozei na hora de tanto que tinha me segurado, mas consegui resistir pra que ela pudesse sentir cada estocada. Ela continuava fora de si de tanto prazer que tinha recebido, mas essa era a meta. Então, quando ela sentiu que eu tava metendo finalmente, com a pouca força que lhe restava, ela quis me parar, mas não conseguiu. Então comecei com um vai e vem suave e fui aumentando a velocidade aos poucos. Ela mal tinha forças pra gemer.

M – HMMMMM ahhh já chega, amor, é demais, não aguento

Naquele momento, finalmente gozei. Quando ela sentiu que eu tinha gozado, ela podia sentir o calor do meu leite dentro dela, o que a levou ao quarto orgasmo e ela ficou rendida de vez. Ao tirar minha pica dela, notei que tinha enchido bem a camisinha, não podia acreditar. Me segurar tanto fez com que, com aquela gozada, eu ficasse acabado. Podia continuar, mas sabia que a Mônica não. Naquele momento, me levantei pra tomar um banho rápido. A Mônica tinha caído no sono. Sempre tive o costume de levar meu celular pra em qualquer lugar, até no banheiro. Então, enquanto eu tomava banho, meu celular tocou. Sequei as mãos rápido e atendi. Era minha mãe perguntando onde eu estava. "Tô tomando banho, acordei tarde como sempre", respondi. Aí ela perguntou se eu não tinha visto a Mônica, que não tinham visto ela. "Ela deve ter ido dar uma volta por aí", respondi. "Ah, tá bom", ela disse, "quando terminar, desce pra tomar café, a gente já comeu. E se você ver a Mônica, pergunta se ela já comeu e, se não, acompanha ela. Tem muito babaca por aí." "Tá bom", respondi. Tudo isso era 9 da manhã, a gente tinha começado a transar às 6. Saí do banho, me troquei e sentei do lado da Mônica, que ainda tava dormindo. Beijando os lábios dela de leve, tentei acordá-la. Como não acordou, decidi sussurrar no ouvido dela.

Y – Acorda, Bela Adormecida (mordendo a orelha dela de leve)

M – Hummm, deixa eu dormir

Y – Acorda, amor, já tão perguntando pela gente

M – Não quero, você me deixou exausta

Y – Falei que ia te castigar por ser uma menina má, hahaha

M – Pois eu gostei muito do castigo, vamos repetir quando?

Y – Sim, amor, mas levanta, senão vão começar a desconfiar

M – Tá bom, mas me carrega como uma princesa (esticando os braços)

Y – Tá bom, amor, você venceu. De menina má pra menina mimada. Você é meio doida, né, amor? Hahaha

M – Sim, mas é assim que você me ama, ou não, amor? Hahaha

Y – Não te amo, te adoro (dando um beijo enquanto a carregava como uma princesa pro banho pra ela tomar banho)

M – Vamos tomar banho juntos, amor, e fazer de novo

Y – Não dá, amor, eu já tomei banho e você mal consegue ficar em pé. Além disso, já tão nos procurando, podem desconfiar.

M – Vai, só mais uma vez

Y – Não, amor, já vai ter tempo pra isso. Temos a semana inteira de férias pra fazer. Agora vamos comer.

M – Malvado (ela disse, mostrando a língua)

Ela é a mais velha, mas age como uma criança pequena, e eu tenho que ser o maduro na relação, hahaha. Mas mesmo assim, eu amo ela. Essa mulher, quando eu desci ela pra tomar banho, mal conseguia ficar de pé, as pernas quase falhavam completamente, mas ela conseguiu se manter em pé.

E – Eu vou na frente comer, amor, porque se nos vissem juntos, poderiam pensar mal. Te espero no restaurante.

M – Tá bom, amor, te vejo no restaurante, e espero que a gente continue assim, porque acho que viciei em você.

E – A gente vê, amor, a gente vê. Se você continuar sendo uma menina má, o castigo vai ser pior.

M – Então acho que vou ser uma menina muito, muito má, pra você me castigar.

E – Kkkkkk, bom, vou te deixar trancada pra ninguém entrar.

Nisso, fui pro restaurante e, pra minha surpresa, encontrei minha prima e o namorado dela. Os dois estavam tomando café da manhã. Cheguei perto pra cumprimentar e comer com eles.

E – Pensei que vocês já tinham tomado café com todo mundo, já que seu namorado saiu do quarto primeiro.

P – Ontem à noite falei que queria ver o nascer do sol juntos, e por isso fomos caminhar na praia enquanto o sol saía. Depois ficamos conversando. (como se eu fosse acreditar que estavam só conversando)

E – Que bom, fico feliz que vocês não estão brigando e aproveitando a viagem.

P – E você, por que só desceu agora?

E – Acabei dormindo e acordei há pouco. Enquanto tomava banho, e aqui estou.

Nesse momento, Mônica chega e cumprimenta todo mundo: um beijo na bochecha da minha prima e do namorado dela, e em mim, um beijão. Como minha prima e o namorado dela sabiam da gente, não acharam estranho, mas, como sempre, minha prima ainda tinha um pouco de dificuldade em aceitar.

P – Não façam isso em público, alguém pode ver vocês.

M – Eu sei, prima, mas não consigo evitar. Eu amo meu priminho.

P – Eu sei, mas e se meu tio ou minha tia vissem? (minha mãe e o pai dela)

E – Calma, pessoal. Eu te entendo, prima, e sei disso, mas a gente se ama e não consegue evitar. Mônica, se controla um pouco pra evitar problemas.

M – Tá bom, vou tentar. fazer por você, love
Y – já todos felizes, agora vamos aproveitar as férias

Eu e a Mônica levantamos pra pegar nosso café da manhã, nos servimos e sentamos comendo tranquilos, começamos a conversar sobre coisas cotidianas sem importância quando, de repente, começo a sentir algo acariciando minha perna. Então, dirijo meu olhar para a Mônica e ela responde com um sorriso safado, me dando a entender que é ela. Nisso, ela começou a avançar a perna dela em direção ao meu pau. Eu comecei a perder a cabeça, mas consegui manter a calma. Então, decidi brincar com ela também. Assim, estiquei minha perna e comecei a acariciar suavemente as coxas dela, subindo pela parte interna da perna até chegar na buceta dela. Eu conhecia melhor que ninguém quais eram os pontos erógenos dela, então consegui fazer com que ela ficasse excitada muito mais rápido. Ela estava vestida com um daqueles vestidos soltos que costumam usar na praia, então pude acariciar livremente toda a buceta dela. Dei pequenos roçados no clitóris dela, que já estava meio inchado – dava pra sentir com meus pés. A cada roçada no botãozinho de prazer dela, ela mal conseguia segurar os gemidos que queria soltar.

Pensar que, por cima da mesa, tudo parecia um café da manhã normal entre família e amigos, e por baixo da mesa era uma luta pra se esquentar. Além do prazer e do perigo de sermos descobertos, só nos excitava mais. Felizmente, minha prima e o namorado dela já tinham terminado de comer e disseram que iam ver o que podiam fazer. Nisso, a Mônica senta do meu lado e sussurra no meu ouvido:

M – Love, não aguento mais, vamos fazer de novo

Y – Não podemos, love. Já sumimos no café da manhã. Se sumirmos de novo e ninguém nos ver, podem desconfiar de algo

M – Mas olha como eu tô, love (pegando minha mão e colocando na buceta dela)

Dava pra sentir como ela estava toda molhada. Nossa brincadeirinha tinha deixado ela bem excitada. Nisso, falo pro namorado da minha prima me cobrir se perguntassem por mim ou por ela, porque eu tinha que fazer um Mandadinho com ela kkkkkk ele sabia do que eu tava falando, vai, não se acovarda, ele respondeu. Nisso a gente voltou pro meu quarto, na hora de entrar, enquanto eu trancava a porta pra evitar que alguém entrasse de repente e estragasse tudo, quando me virei a Mônica já tava completamente pelada. Nisso ela me puxa pela camiseta e me joga na cama e começa a me beijar igual uma louca, apaixonadamente, enquanto habilmente solta o cinto e me abaixa a calça junto com a cueca, deixando exposto aquilo que ela tanto adorava. Sem parar de me beijar, começou a me fazer uma siririca do caralho, batia com tanta força, mas sabia fazer do jeito que me deixava louco. Na hora senti que ia gozar, mas ela parou.

M – Ainda não, cê não pode gozar ainda, a gente já comeu mas eu quero minha sobremesa.

Y – Ah é? E qual seria essa sobremesa??

M – Quero meu docinho de porra.

Nessa hora ela largou minha cara e foi direto pro meu pau e começou a me fazer um boquete como nunca fizeram antes. Começou brincando com a língua na ponta da minha glande, fazendo circulozinhos nela e dando uns chupões e beijinhos. Isso era só o começo, depois passou a língua por todo o meu tronco como se fosse um sorvete ou um picolé, lambia de cima pra baixo, e tudo acompanhado pelos dedos dela brincando com a minha glande, apertando de leve e às vezes fazendo círculos nela. Depois passou a chupar com força minhas bolas, junto com uma punheta que me deixava doido. Assim ficou por um tempo até que finalmente não aguentei e gozei. Ela sentiu que eu ia gozar, então rapidamente pegou meu pau e meteu tudo na boca, e eu gozei na boca dela.

Mesmo a gente ter transado pouco tempo antes e eu ter gozado pra caralho, isso não impediu que eu enchesse a boca dela de porra. Foram três tiros grossos. Quando finalmente terminei de gozar, ela soltou meu pau sem deixar cair uma gota de sêmen, mas eu vi escorrer um pouco pelo canto da boca dela. lábio, com o dedo pegou o que escorria pelo canto da boca, engoliu o esperma que tinha na boca, e como se fosse um doce chupou o pouco que tinha no dedo.

M – Valeu por me dar a sobremesa que eu tanto gosto, amei, você é o melhor, love

Y – Eu também amei, love, mas agora deu sede em mim e você já sabe o que eu adorava beber

Naquele momento, peguei ela pela cintura e virei, ficando por cima dela, comecei beijando o pescoço dela enquanto com a mão brincava com o botãozinho de prazer dela, esfregava entre as pontas dos meus dedos, dava uns puxões leves, ou brincava em círculos com ele enquanto devorava o pescoço dela de beijos, quando senti que começou a escorrer o néctar daquela fonte, comecei a descer para o vale onde estava aquele néctar doce, desci pelas montanhas que eram os peitos da minha love, sem deixá-las esquecidas dei um breve momento de prazer massageando e chupando suavemente os seios dela, atravessei aquelas planícies da barriga dela deixando minha marca com beijos, fazendo aquelas carícias arrepiarem aquela pele lisa como seda, até que finalmente cheguei no vale de onde escorria aquele néctar que era minha fraqueza, comecei bebendo levemente daquela fonte dando prazer àquela mulher que era a origem de tão doce néctar, depois de beber o doce néctar dela comecei a brincar com o botãozinho de prazer dela, enquanto o prendia dentro dos meus lábios com a língua tentava brincar com ele, podia sentir a cada espasmo que a Mônica dava que o prazer dela aumentava.

Enfiei a língua lá dentro, e comecei a mexer fazendo círculos com ela, podia sentir as paredes internas dela e o gosto do néctar que acabava de beber, para não deixar o botãozinho de prazer dela desatendido, peguei ele com os dedos e comecei a dar puxões suaves enquanto brincava com ele, naquele momento ela soltou um grito abafado, podia sentir como a buceta dela se contraía e apertava minha língua enquanto explodia num mar de néctar que banharam meu rosto, parei um momento para me libertar, subi até ficar de frente com o rosto dela.

Y – Valeu por matar minha sede, love, adorei seu néctar

M – e eu adorei meu doce de porra, love

Y – Pronta pro que vem??

M – MMMM e o que vem agora

Y – Isso (enfiei a cabeça da minha pica devagar dentro dela)

M – mmmmm ahhh claro que sim, love, tô sempre pronta pra ser sua

Eu sabia como ela adorava que eu fizesse assim, então comecei enfiando o resto da minha pica o mais suave e devagar que conseguia pra ela sentir cada centímetro, iniciei com um movimento de vai e vem lento, adoro sentir minha pica entrando e saindo dela e sei que ela também adora sentir pelos gemidos que soltava cada vez que eu fazia isso, aos poucos fui aumentando a velocidade e as estocadas ficavam cada vez mais fortes, cada gemido que ela soltava só aumentava minha excitação, naquele momento lembro da excitação que sentimos com o risco de sermos descobertos quando estávamos no restaurante, então peguei ela pelas pernas e levantei sem tirar minha pica dela e a levei até a sacada do quarto.

M – love, o que cê tá fazendo, alguém pode nos ver

Y – essa é a ideia, ou você não ficou excitada quando a gente brincou no restaurante na frente de tanta gente e na frente da nossa prima e do namorado dela?

M – aahhhh ahhhh ahhhh sim sim faz aqui comigo, me excita saber que alguém pode nos ver

M – me faz sua, sou toda sua, sua e de mais ninguém

M – Sou sua putinha, sou sua putinha

Y – cê sabe que não gosto quando você fala assim, vou ter que te castigar

M – Sim, me castiga, me castiga forte, adoro

Naquele momento dei um tapa na bunda dela e pude sentir como ela apertava mais forte minha pica, não era só pela excitação de alguém nos descobrir, mas também porque o tapa que eu tinha dado nela tinha agradado, naquele momento, ela estava apoiada no parapeito da sacada, eu podia sentir minha pica ficando maior, me indicando que estava a ponto de gozar, nessa hora virei a Mônica sem tirar minha pica dela e comecei a beijá-la quando ela tava quase gozando, ela me prendeu com as pernas, de tanta excitação que dominava a gente, ela cravou as unhas com força nas minhas costas e me machucou, mas naquele momento era tanta excitação e paixão que a gente sentia que aquela dor foi só prazer puro, nessa hora a gente gozou junto, como eu tava carregado dela, minhas pernas falharam e eu caí de joelhos no chão, pra finalmente terminar deitado no chão do quarto com a Mônica no meu peito, dava pra sentir minha pica voltando ao tamanho normal, até que finalmente saiu dela e começou a escorrer todo o sêmen que eu tinha gozado dentro dela.

Pela putaria que a gente tava e a paixão que dominava a gente, eu tinha esquecido de colocar a camisinha, embora antes de vir de férias eu já imaginava que isso podia rolar, então de backup eu tinha comprado a pílula do dia seguinte e falei pra ela tomar uma pra evitar uma gravidez indesejada, ela tomou e a gente ficou mais tranquilo, a gente ficou deitado uns 30 minutos no quarto enquanto as forças voltavam pra gente ficar de pé, até que finalmente a gente conseguiu ficar de pé, tomamos um banho rápido juntos, tivemos umas carícias dentro do banheiro, mas nada além porque a gente tava exausto.

Saímos do banheiro, nos trocamos e fomos ver tudo que o centro oferecia, porque se nossas famílias não nos vissem lá fora, podiam desconfiar de algo só por a gente não estar junto, depois de tudo que a gente tinha feito já era meio-dia, encontramos uma piscina bem grande e bonita, então decidimos ficar lá e passar o tempo, pra recuperar as forças que eu tava precisando muito, então sentamos numa mesa, deixamos nossas coisas e entramos na piscina, eu tava um pouco mais exausto que a Mônica, então decidi sair e descansar um pouco nas espreguiçadeiras que tinham perto. piscina do lado da nossa mesa, o que não posso negar desse resort é que tinha um monte de mulher gostosa, enquanto eu descansava a Sara veio falar comigo, Isso foi só o primeiro dia das férias, mais pra frente vocês vão entender o título do relato, juro que voltei com uns 10 quilos a menos kkkkkk, e ainda vem a surpresa da Sara

4 comentários - Minha prima é uma ninfomaníaca (1º dia)

Muy bueno es tuyo o es de internet? saludos
Es Relato Propio
@Naruto71293 Muy bueno capo vas a seguir subiendo lo que falta? saludos
cada vez me deja mas boquiabierto con esto y siento envidia al no tener una prima asi, en fin, sigo esperando mas de la historia
excelente, muy buena historia me encanto. para cuando la proxima entrega del relato?