Cena entre amigos e brincadeiras sexuais

Estela e eu fomos convidados naquele sábado para a casa de Mariana e Juan, eles estavam fazendo aniversário de casamento e, como nunca, resolveram nos convidar, junto com outro casal amigo, Ana e Javier. Então decidimos ir. Comprei um bom vinho, um fernet e tequila, que minha esposa adora, além de um champanhe daqueles que vêm numa caixa de madeira com duas taças e um balde de gelo, mas esse era para presentear os anfitriões. Nos vestimos decentemente, mas com classe: eu de terno, Estela de vestido preto justo na altura do meio da perna. Ela estava linda, bem maquiada como sempre.

Quando chegamos, Mariana já estava nos esperando. Entregamos o presente e as garrafas de bebida, e ela nos fez entrar. Estava quase tudo pronto. Logo depois, Juan saiu e nos cumprimentou. A comida tinha sido feita pela Mariana, mas ela contratou uma moça e um rapaz para servir. Dez minutos depois, Ana e Javi chegaram. Estávamos todos vestidos a rigor. Sentamos à mesa e, depois de um tempo, trouxeram o prato frio. O jantar foi rolando entre risadas e conversas. Nos conhecíamos há bastante tempo. Os homens começaram a falar de futebol, como sempre, e elas de novelas e essas coisas. De vez em quando, alguém soltava uma piada, e todo mundo ria. Os vinhos foram passando um a um. Depois, trouxeram o prato principal. Era uma noite agradável, mas nada fazia prever o que aconteceria mais tarde.

Uma hora depois, serviram a sobremesa: taças de sorvete para todo mundo com um fio de uísque por cima. Estava espetacular. Depois de levantar a mesa, fomos para a sala de estar. Quando tudo estava limpo, Mariana pagou e dispensou os funcionários que tinha contratado. Enquanto isso, na sala, continuávamos rindo, ouvindo música e tal.

Estela se aproximou de mim e sussurrou no meu ouvido:
— Amor, tô afim de tomar uns tequilas.

Sem dizer nada, me levantei, fui até a Mariana e perguntei onde eu podia pegar uns copos para preparar as doses. Ela me indicou, e fui para a cozinha. Lá, preparei vários drinks. uns Daiquiris de abacaxi e de morango, vários copinhos de tequila, claro, acompanhados com um pratinho de rodelas de limão e sal, e também uns fernet. Caminhei até a sala com a bandeja cheia de drinks, depois voltei para pegar as garrafas de bebidas e o resto. Todo mundo começou a beber e rir, os anfitriões contavam suas histórias de casal, como se conheceram e tal, as risadas e o clima tava bem divertido, o álcool já tava fazendo efeito em todo mundo.

De repente, Mariana levantou e foi lá pra dentro, voltando com uma caixa que colocou na mesa. Bateu num copo com uma colherzinha e todo mundo prestou atenção nela, aí ela começou a falar:

— Então, galera, fico feliz que vocês tenham compartilhado esse dia tão especial com a gente. É com vocês, nossos amigos, que a gente queria comemorar mais um ano do nosso casamento, pela amizade, pela confiança, por tudo que passamos juntos há tantos anos. Por essa confiança que a gente tem, eu e Juan conversamos, pensamos e bolamos o que vou propor daqui a alguns minutos. Não quero que ninguém se ofenda, não quero que nossa amizade fique estragada, só que se vocês não toparem, a gente deixa pra lá e pronto. Tudo bem?

Eu respondi primeiro:

— Mas você tá deixando a gente curioso. Seja lá o que for, melhor você falar logo. Somos amigos e não vamos brigar por nada.

— Então, lá vai. No nosso último aniversário, a gente foi pra Europa, passamos por Amsterdã, Roma, Barcelona, Ibiza, etc. Fizemos uns tours de turismo sexual...

Todo mundo ficou surpreso, porque eles sempre foram o tipo família, nada a ver, por exemplo, comigo e a Estela, ou com a Ana e o Javi, que éramos mais liberais.

— ...por favor, deixa eu continuar. Nesses tours, a gente achou esse jogo num sex-shop. É um jogo de sexo, que se joga entre vários casais. A gente ficou com ele um ano, tentamos jogar, mas não dá pra jogar com só um casal. Precisa de dois ou mais, ou seja, no mínimo 4 jogadores. A gente conversou com o Juan e não tivemos coragem de... brincar com ninguém e, depois de tanto pensar, decidimos que quem melhor para compartilhar nossas fantasias do que nossos amigos. Olha. Quero deixar claro que, se eles aceitarem, tudo o que rolar não vai sair dessas paredes, que é só sexo ou troca de casais, e que não vai ter nenhum tipo de cobrança nem outras coisas, os casamentos têm que continuar como sempre e, acima de tudo, a amizade. O jogo basicamente consiste em cada jogador competir em turnos contra todos os outros do sexo oposto e, em alguns casos, com alguém do mesmo sexo. Tem três níveis de dificuldade, assim como de prêmios ou castigos. O primeiro nível envolve tomar doses e fumar maconha ou cheirar cocaína. Se alguém tiver problema com isso, a gente troca tudo por doses. Isso, segundo o jogo, tem a ver com a desinibição dos participantes. O segundo nível envolve as roupas e algumas brincadeiras entre os participantes. E o terceiro, o mais pesado, é sobre o sexo propriamente dito. Bom, dadas as explicações, vou dar uns minutos para cada um consultar com seu parceiro ou parceira, e se tiver alguma dúvida comigo ou com o Juan, a gente tá aqui pra responder o que vocês quiserem.

Eu me virei pra Estela e, enquanto ela tomava uma tequila, me piscava o olho. Me aproximei e perguntei:
- Tem certeza? Olha que são amigos, não pode ter nada de sentimentos estranhos, porque pode destruir casais, e eu não quero isso nem pra gente nem pros nossos amigos.
- Tony, eu sempre quis transar com o Juan ou com o Javi. São dois caras gostosos igual você, e não me diga que você não sente atração tanto pela Mariana quanto pela Ana. São duas mulheres lindas que estão pedindo uma pirocada. Aliás, às vezes eu olho pra elas e dá vontade de arrebentar a boca delas de tanto beijar ou de chupar a buceta de qualquer uma das duas.
- Isso eu não vou negar, mas que fique claro que depois as relações têm que continuar como até agora.
- Fechado. Fala você, eu não tenho perguntas. nem nada, a tequila tá uma delícia.
Virei pra Mariana e falei:
- A gente entra, mas tô com uma dúvida: a gente sempre achou que vocês eram o casal mais tradicional, o que aconteceu pra experimentar coisas novas?
- O que rola é que, igual vocês, a gente tá casado há vários anos, e sempre tivemos um sexo foda, mas como tudo, a rotina começa a ficar chata. Aí, um dia na Europa, decidimos dar umas voltas nas zonas de prostituição. Eu paguei pra ficar com um negão que me arrombou o cu, e o Juan ficou com duas minas: uma loira gostosa e uma negona linda também. Óbvio que a gente assistiu o outro fazendo, e percebemos que curtimos, que nos excitava. Desde então, nossa vida sexual melhorou uns 500%.
Nessa hora, a Ana tomou a palavra.
- A gente não teve nenhuma experiência dessas, mas tanto eu quanto o Javier fomos infiéis e prometemos nunca mais nos trair. Mas como tamo entre amigos e os dois tão aqui, acho que isso não seria traição, então decidimos de comum acordo participar da sua proposta.
Mariana e Juan nos chamaram de volta pra sala de jantar. Sentamos homem e mulher intercalados, mas a única regra, segundo eles, era que não podíamos ficar do lado dos nossos parceiros. Aí a distribuição ficou assim: Mariana, Eu (Tony), Ana, Juan, Estela e Javier, que fechava o círculo do lado direito da Mariana. Mariana começou dizendo que ia explicar o jogo enquanto jogávamos, pra não ficar chato, dando umas explicações gerais.
- A parada é a seguinte: cada um tem dois dados, então o máximo que pode tirar é 12 e o mínimo é 2. Cada participante vai jogar e competir contra os três do sexo oposto. Vai funcionar assim: primeiro joga o participante e tira um número, depois os oponentes do sexo oposto jogam e os resultados que tiverem um número maior, um número menor ou um número igual, quem tirar o número maior pega uma carta, que são divididas em verdes, amarelas e vermelhas, que vão aumentando os níveis respectivamente, quem ganha tira uma carta e quem perde não faz nada, e se der empate, o participante tem que tirar uma carta preta de situação extrema.

Então Mariana disse, vou começar eu pra vocês verem como é o jogo, então ela jogou e tirou 7, depois nós, os oponentes masculinos, jogamos, eu tirei 11, Javier tirou 10 e Juan tirou 8, nós três ganhamos, então cada um tirou uma carta verde, na minha dizia: deve preparar um baseado de maconha e acender pra participante fumar, a do Javier dizia: deve tomar um shot de bebida branca com um gole escolhido pelo participante, e a do Juan dava a mesma ordem que a minha. Como não tínhamos maconha, decidimos que eu acenderia um cigarro comum e a do Juan seria substituída por uma bebida, então Mariana tomou duas doses de tequila secas e fumou um cigarro, depois foi minha vez, e assim fomos rodando, na verdade era só beber e fumar, nada fora do comum, em um momento acabaram as cartas verdes e seguimos com as amarelas, justo na vez da Ana quando tiraram as cartas amarelas, nessa hora todos já estávamos bêbados, felizes e fora de nós, ela tirou 4 e os adversários tiramos 7, 9 e 12, as cartas que tiramos diziam:
1- Tire a saia ou calça do(a) participante.
2- Tire a roupa íntima do(a) participante.
3- Pegue o(a) participante por trás e esfregue seu corpo contra o da outra pessoa, essa carta foi a minha.

Então Ana não só ficou pelada como totalmente excitada, porque quando eu a peguei por trás, fiz questão de passar meu pau por toda a racha da bunda dela e agarrar os peitos dela com minhas mãos.
Depois As voltas continuaram e assim fomos ficando todos pelados. Algumas cartas mandavam dar beijos de língua, apalpar os peitos, as bundas, etc. Seguimos assim até que as cartas amarelas acabaram e, como não podia ser diferente, a primeira a participar com as cartas vermelhas foi a Estela. Então ela puxou e tirou a carta 7. Muito difícil de ganhar, mas pela lei de Morfi, eu tirei um número baixo e os outros dois ganharam a vez com a minha esposa. Uma das cartas dizia: "faça sexo oral no participante ou na participante", enquanto a outra pedia: "receberá sexo oral do participante ou da participante". E foi assim que, enquanto minha esposa chupava a rola do Juan, o Javier comia a buceta dela com umas linguadas de filme pornô.

A coisa já estava bem quente. Eu, só de ver minha mulher chupando a rola do meu amigão e gozando com as linguadas do Javi, outro amigão, já estava com a rola dura igual pedra, enquanto de canto de olho via a Ana e a Mariana se lambendo e se tocando nos clitóris. Depois de uns instantes de prazer, voltamos ao jogo. As rodadas passavam e as prendas eram cada vez mais pesadas. Num momento, eu empatei com a Mariana e ela teve que puxar uma carta preta, que mandava que, durante toda a rodada até o próximo turno dela, ela devia sentar no meu pau, ser penetrada e não sair até cumprir a volta. E assim ela fez. Uma das cartas pretas que a Ana tirou mandava que ela batesse uma punheta pra um dos adversários de um lado ou de outro. E assim ela fez. Já a minha esposa teve que, enquanto durasse a rodada, fazer sexo oral no adversário que escolhesse. Como ela não podia escolher, pra não deixar os caras mal, disse pra jogarem os dados e que faria pra quem tirasse o número maior. O vencedor foi o Juan.

Segundo o regulamento, os pontos eram dados de acordo com a prenda, e, ao cumprir a prenda, quando algum participante se recusava a cumprir, perdia dois pontos. Assim foram se desenrolando os acontecimentos desse jogo tão quente. Os pontos estavam mais ou menos equilibrados, já que as tarefas até então eram fáceis de cumprir. Também valiam os pontos por casal, ou seja, os pontos que eu conseguia somavam com os da minha esposa.

Quando passaram quase três horas de jogo, a coisa estava muito, mas muito quente. Nós três homens estávamos com a pica estourando. No meu caso, em alguns momentos eu tentava pensar em algo que me impedisse de gozar.

Em certos momentos, calhou de eu ficar com as três garotas: elas colocavam a bunda pra cima e eu ia penetrando uma por uma por alguns minutos, seja pela buceta ou pelo cu, se elas aceitassem. Convencê-las dependia da minha lábia, mas só a minha esposa topou. Assim, consegui alguns pontinhos a mais. A parada estava muito disputada, não estávamos com muita vantagem um sobre o outro. Assim, as cartas iam acabar e, com elas, o jogo, vencendo o casal que fizesse mais pontos.

Quando as cartas vermelhas acabaram, cada participante feminina tinha que tirar uma carta lilás clara, quase roxa, e cada participante masculino, uma carta roxa escura, na sua vez, sem jogar os dados. Era só tirar a carta e cumprir o que estava nela. Se cumprisse, ganhava a pontuação correspondente, o que encerrava o jogo. E foi assim que aconteceu. O problema é que o casal da Ana e do marido tinha 224 pontos, o casal da Mariana e do marido conseguiu 221 pontos, e eu e a Estela tínhamos 222 pontos. Então, essa rodada final decidiria quem faria mais pontos. Chegou a vez da Mariana. Ela tirou uma carta que dizia que ela teria que conseguir uma penetração com o maior número possível de participantes do sexo oposto e, se quisesse, uma ou mais participantes do mesmo sexo com uma cintaralha. Para ganhar a pontuação, todas as penetrações tinham que ser ao mesmo tempo, dando 7 pontos por penetração vaginal e 15 pontos por dupla penetração vaginal, 10 pontos por penetração anal e 22 pontos por dupla penetração anal, e só 5 pontos por penetração oral. Ela tinha que aguentar 5 minutos assim, mas em movimento. Se algum dos participantes masculinos conseguisse gozar, dava mais 10 pontos para a participante, e por uma dupla penetração anal e vaginal, ou seja, dois na buceta e dois no cu, te dava nada mais nada menos que 100 pontos.
Mariana colocou o marido dela deitado de barriga pra baixo, depois montou nele, me pediu pra meter no cu dela e eu fiz, e pediu pro Javier tentar fazer uma dupla penetração no cu, ou seja, ela queria tudo, tentaram várias vezes até que conseguiram, começaram os movimentos, mas a do Javi saiu do lugar, o cu dela não tava preparado pra um ataque duplo daquele, tentaram várias vezes mas não conseguiram manter o ritmo, então no final ela tentou só uma dupla penetração vaginal, e chamou uma das minas mandando ela escolher qualquer uma das cintas pra colocar na boca, pelo menos somava mais alguns pontos, assim ficamos os 5 minutos e ela conseguiu a maior pontuação dela, 224 + 15 + 10 + 5, total de 254.
Depois foi minha vez, puxei meu cartão e ele mandava que todas as participantes femininas fizessem um boquete compartilhado em mim, se algum participante masculino quisesse também podia, mas obviamente ninguém topou, eu tinha que aguentar 5 minutos sem gozar, se conseguisse terminar o tempo sem gozar, elas ganhavam 10 pontos por cada participante feminina, deitei no colchão e elas começaram o trabalho, tava no paraíso, mas depois de um minuto a vontade de gozar me acordou e tentei pensar em algo que me levasse pra outro lugar pra não fazer isso, então minha mente doida me levou a pensar na esposa do meu colega de trabalho, que tinha 67 anos, pesava muitos quilos e era feia pra caralho, imaginei ela numa lingerie bem erótica, me chupando gostoso, isso obviamente me broxou e consegui aguentar todos os minutos necessários e uma boa pontuação, mas eu tava de olho na Estela, consegui 222 + 30, total de 252. Tava atrás, mas... Ficaram não só minha esposa, mas também o marido da Mariana.
Depois foi a vez da Ana, obviamente ela tirou uma carta igual à da Mariana. Ela conseguiu uma dupla vaginal, mais anal e oral, então fez um total de 251 pontos.
Chegou a vez do Juan, infelizmente pra mim, ele teve que sodomizar cada uma das garotas por 3 minutos, e sem gozar, mas tinha que fazer isso deitado enquanto elas se moviam em cima dele. Então a Mariana começou, e ela se mexia, mas dava tapas na cara dele e provocava pra tirar ele da excitação, falava pra ele pensar na vitória ou em alguma velha do trabalho dele. O negócio é que ele conseguiu passar os três minutos. Depois foi a vez da Ana, ela fez normal e o Juan aguentou. E então foi minha esposa, ela sim se comportou, ela é competitiva, então se mexia em círculos, colocava os peitos na cara dele, os mamilos na boca dele. Ele gritava que não aguentava mais, mas tentava, fechava os olhos como se fosse pensar em outra coisa, mas no final conseguiu. Passaram os três minutos e ele fez seus 30 pontos, que somados aos 254 davam um total máximo de 284, uma pontuação difícil de superar, mas não impossível.
Agora faltavam a Estela e o Javier, mas o regulamento dizia que se algum participante conseguisse uma pontuação total inalcançável de qualquer forma, o jogo terminava imediatamente. Então o Javier estava na expectativa de que a Estela não conseguisse uma pontuação maior que a da Mariana, pra ele pelo menos ficar em segundo lugar.
A Estela tirou a carta dela, obviamente tinha a mesma prenda que as anteriores. Ela se levantou toda gostosa.
Foi a vez da Estela, ela tirou a carta lilás e definitivamente tinha a mesma prenda que as anteriores. Então ela se levantou, foi até mim, me olhou nos olhos e disse:
— Love, vou buscar os 100 pontos.
Ela mandou o Javier se deitar no colchonete, montou nele fácil, depois pediu pro Juan penetrar ela no cu e então pediu pra eu tentar uma dupla penetração anal. Aí, olhando pra Ana, perguntou se ela podia se colocar uma... Cinturonga, pedindo pra ela pegar a mais comprida que encontrasse. Foi o que ela fez, mandando ele ficar atrás de todo mundo e meter na buceta dela. Depois de algumas tentativas, conseguiu. A Estela começou com uns movimentos mansos, a gente sentiu e começou a se mexer devagar também. Dentro dos buracos da minha amada esposa, tudo estava apertado, mas as paredes das partes íntimas dela foram se acomodando aos poucos. Os minutos passavam e ela não cedia, já estava bem penetrada, faltava só um minuto, e os movimentos ficaram mais fortes. Os sucos da excitação dela foram ajudando, e os gemidos e súplicas dela faziam a gente querer meter bem até o fundo. Só faltavam alguns segundos e a Mariana começou a contar: 5... 4... 3... 1... 0. A Estela soltou um grito de alegria e excitação, mas disse: "Não saiam daí, já fiz pelo jogo, agora vamos continuar por prazer." Só a Ana saiu, e as bombadas ficaram mais confortáveis. A Mariana chegou perto e sentou na cara do Javier pra ele chupar ela, enquanto apalpava os peitos da Estela e dava umas linguadas que iam mais ou menos até a traqueia dela. A Ana, por trás, tentava chupar os ovos dos três invasores dos buracos da minha amada e excitada mulher, que não aguentou mais e se soltou numa série de orgasmos que sacudiu todo mundo. Depois de umas 6 ou 7, ela caiu rendida nos braços da Mariana, que disse:

— Amigos, acho que é minha vez.

A gente manteve a mesma posição, mas ela só recebeu uma dupla penetração vaginal, e eu meti no cu dela. Foi mais difícil, porque ela não estava tão acostumada com essas putarias quanto a minha esposa vadia, mas a gente conseguiu. A Ana chupava os peitos dela e dava linguadas, a Estela, depois de se recuperar, abriu as pernas entre a Mariana e a Ana, que fizeram um trabalho oral na buceta e no cu dela, respectivamente. Os gritos da Mariana mostravam os orgasmos que ela estava tendo, e assim foram passando. A última foi a Ana que recebeu nossas atenções, mas ela quis improvisar uma tripla penetração vaginal, o que conseguiu, embora com um pouco de trabalho, bombando e bombando, o desconforto me fez sair da buceta dela e penetrá-la pelo cu. Ana foi a que mais gozou, chegou a um recorde de 13 orgasmos sem problemas.

Depois, as damas se acomodaram no centro da cena e nós, rapazes, nos preparamos para nossas gozadas, pra colocar a cereja no bolo. Assim, recebemos as cerimônias das bocas e mãos das garotas. Eu fiquei com a Ana, o Juan com a Estela e o Javier com a Mariana, e nossos ovos explodiram numa cachoeira de porra viscosa, esbranquiçada e quente, que foi parar nas caras, peitos, cabelos e olhos das nossas mulheres. Elas cuidaram de limpar nossas pirocas, e depois, como era de se esperar, já que são amigas e compartilham tudo, se lamberam e engoliram todo o esperma, se arrumando uma à outra, saboreando cada gota que restava em seus corpos cansados.

A Mariana nos convidou pra tomar banho, mas disse que podíamos lavar em dupla, mas não com nossos parceiros. E assim fizemos: eu fiquei com a Ana de novo, então lavei ela e ela me lavou, depois foram a Estela e o Juan, e depois a Mariana e o Javier. Quando percebemos, já eram 7 da manhã, estávamos cansados, mas felizes. Já todos na sala, ficamos comentando sobre o jogo e o quão putas nossas esposas tinham sido, o que, em vez de ofender, as elogiava, e elas até brigavam pra ver quem era a mais puta das três.

A Mariana fez uma ligação e, 20 minutos depois, bateram na porta. Entraram dois garçons com um café da manhã suculento: tinha sucos, frutas, café, leite, chá, salgados, frios, um pouco de tudo. Todos tomamos café, já que estávamos com muita fome depois de tamanha tarefa.

Falando sobre o que aconteceu, combinamos que jogaríamos esse jogo de vez em quando, tipo duas ou três vezes por ano, mas uma das garotas disse que seria legal convidar mais um ou dois casais, o que nos agradou muito, enfim, tudo ficou entre amigos, e não houve recriminações, nem ciúmes, nem brigas, tudo ficou no sexo e depois cada um foi amar seu parceiro habitual. Porque no fim das contas, o amor é o amor, a amizade é a amizade e o sexo é só isso, sexo.

5 comentários - Cena entre amigos e brincadeiras sexuais

A parte de difícil de creer totalmente increible. ¿Como se colocaban para semejantes triples penetraciones? Ni haciendo contorsiones.............
Es dificil entender las triples penetraciones, pero el relato esta buenisimo para llevarlo adelante,me encanto, gracias por compartirlo.
Sera raro para entender pero me gusto y levanto los ánimos en los participantes. Tambien me gustan las relaciones sexuales entre ellos, sin pudor ni vergüenza: Magnifica acción!!!!