Entramos direto na sala, que era enorme. Fiquei parado, sem saber onde me enfiar, esperando alguém me dizer onde colocar o corpo. Gladis foi direto pro quarto dela, que ficava lá em cima, e Mario, junto com a Mary, me disse:
— Bom, Daniel, já estamos aqui. Agora me segue que vou te mostrar o quarto onde você vai dormir. Espero que seja confortável. Fica aqui embaixo. Lá em cima só tem dois: o nosso e o da Mary, mas aqui embaixo tem outro. Vem que te mostro.
Entramos na cozinha e saímos pro quincho. Era imenso, tipo pra umas 20 pessoas mais ou menos. Bem no meio tinha uma porta que, quando o Mario abriu, percebi que era o quarto onde eu ia descansar. Era enorme, com uma cama de casal no meio, um armário grande de um lado e uma TV de LED na parede. Fiquei pasmo.
— Mario, vem que te mostro onde fica o banheiro, só por precaução.
Quando me virei pra segui-lo, me surpreendi ao ver a Mary do lado dele. Tinha pensado que ela também tinha subido, mas não. Mario abriu a porta do banheiro e depois me disse:
— Aqui está. Espero que você se ache bem e, principalmente, se sinta à vontade. Outra coisa: que horas você entra no trabalho amanhã?
— Às 9.
— Beleza, olha, provavelmente a essa hora a gente vai estar dormindo. Vem que te mostro por onde sai pra você ir embora tranquilo.
— Tá bom, mas como é que faz?
— Olha, ele disse, andando até a saída. — Essa é a porta. Aqui está o alarme. Vou deixar a senha anotada na mesa da sala. Primeiro você digita a senha e depois abre com essa chave. Quando sair, fecha e leva ela com você. A única coisa que peço é que amanhã, quando sair do trampo, me traga de volta.
— Ok, Mario. Muito obrigado e desculpa pelo incômodo.
— Qual incômodo, qual nada. Agora vai descansar que daqui a pouco já vai ter que trampar.
— Valeu, Mario.
Quando me virei, quase derrubei a Mary, que estava atrás de mim. Mario subiu a escada rumo ao quarto dele, nos deixando sozinhos. Eu não aguentei a tentação e, já que eles tinham sido testemunhas do nosso beijo, peguei ela pela cintura, puxei pra perto e dei um beijo longo, longo. beijo, e Mary respondia brincando com a língua dela na minha boca, abracei ela com força pela cintura enquanto ela segurava minha nuca, minhas mãos foram devagar pros glúteos dela, o Mario já não tava mais ali e isso me dava liberdade pra fazer, ela não tava resistindo e eu brincava com a bunda dela quando ouvimos uma tossida forte vindo de cima, isso nos parou na hora
Mary, melhor tu ir dormir
Nem louco
Por quê? Amanhã tu trabalha
Sei, mas como é que eu vou dormir olha como eu tô
Peguei a mão dela e levei no meu pau que já tava durasso
Epa, que isso, tão atrasado assim tu vinha?
Nada a ver Mary, isso é culpa tua
Por quê?
Porque é assim que tu me deixa, gata, desde que te vi entrando no salão
Ahhh não acredito
Sabe por que eu falei que ia embora?
Sim, porque amanhã tu trabalha
Não, amanhã vou porque menti, não tinha outra saída
Então tu queria que o cuzão do meu cunhado te trouxesse pra casa dele
Sim, pra continuar contigo, gata
Abracei ela de novo e dessa vez brinquei eu com a língua na boca dela, ela se separou na hora
Para Dany, para, melhor tu ir pro teu quarto que eu vou pra cima, não quero que o Mario nos veja
E o que eu faço com isso?
Uma punheta Dany, pensando em mim, vai?
Mary se separou e começou a subir as escadas, eu fiquei paralisado lá olhando ela ir embora, vendo como ela mexia aquela bunda linda que dava pra ver que era de propósito pra me deixar mais louco
Quando chegou lá em cima me mandou um beijo e eu não respondi, tava fervendo, fui reto pro meu quarto passando antes pelo banheiro, me despi e me meti na cama deixando a porta aberta, mas era inútil, não conseguia dormir, o tesão não deixava, liguei a TV e procurei alguma coisa pra ver com o volume bem baixo, mas mesmo assim não adiantava, desliguei e fechei os olhos sabendo que não ia dormir, meu pau continuava duro e eu não queria bater uma porque não ia adiantar nada sabendo que ela tava lá em cima, assim o tempo passava e de repente entra uma luz fraca no quarto, de onde será que vinha? Quem seria a essa hora? Fiquei imóvel e lembrei que a cozinha era perto, o mais provável é que alguém tinha descido pra comer ou beber algo, mas quem? Tô concentrado nisso e vejo uma sombra aparecendo, era a Mary que de repente surgiu na moldura da porta, meu coração explodiu, ela parada me olhando. Deixei ela pensar que eu tava dormindo, mesmo meu corpo querendo pular nela, ela tava descalça com uma camisolinha transparente e sem sutiã, de repente ela se mexeu e pensei VAI EMBORA, mas não, ela entrou no quarto e foi em direção à cama, assim que se inclinou peguei ela pela cintura fazendo ela cair do meu lado
— Tava acordado?
— Sim, claro, não conseguia dormir.
Sem mais, conquistei a boca dela de novo, não deixei ela continuar falando.
Mmm mmm dava pra ouvir, mas eu continuava na boca dela segurando sua nuca, ela finalmente se rendeu e abriu os lábios, comecei a brincar com minha língua soltando a nuca e procurando suas costas e seus peitos, ela só se deixava fazer. Aproximei meu corpo ao máximo e comecei a acariciar os seios dela bem de leve, ouvi um suspiro profundo e soube que tinha acertado em cheio. Tirei minha boca da dela e rapidamente desci minha cabeça até aqueles peitos meio pequenos e comecei a chupá-los
— Para, para Dany, por favor.
Eu continuei na minha como se não tivesse ouvido, dei um giro e deixei ela de barriga pra cima sem parar de mamar no peito esquerdo dela. Meus lábios prenderam o mamilo dela e minha língua brincava desenfreadamente com a ponta dele, sentia os gemidos dela aumentando
— Vai, filha da puta, vai, assim, assim, assim, siiiim, por favor, que você me faz, filha da puta, continua, continua, não para, puta, assim, assim, mais, ahhhh, você vai me fazer gozar, filha da puta, continua assim, ahhhhh.
Isso tava explodindo minha cabeça, tinha encontrado o PONTO G dela e tava espremendo ao máximo
— Para, para, por favor, para, enfia logo que não aguento mais.
Desci minhas mãos e puxei a calcinha fio dental dela num segundo, tava impressionante como ela tava molhada. Levantei meu corpo e apontei meu pau pra entrada dela sem largar a teta dela em nenhum momento, assim comecei a penetrar ela. Ela não falou mais nada a partir daí, só gemidos cada vez mais violentos, tinha as unhas cravadas nas minhas costas e com cada gemido sentia como as metia com mais força, isso fazia minha bomba crescer e crescer, acho que ela teve uns quantos orgasmos seguidos porque me disse:
"Acaba, Dany, acaba de uma vez, não aguento maaaais"
Isso bastou para eu soltar o peito dela e me deixar cair sobre o corpo suado dela, enfiando até o fundo meus 22 cm e enchendo ela de porra que não parava de sair. Ela só abraçava minha nuca e gemia até sentir que não saía mais. Ela se virou, ficou por cima de mim e, me olhando nos olhos, disse:
"Agora é minha vez"
Ela foi para os pés e a cabeça dela se afundou na minha pélvis, procurando meu pau que estava mole. Ela pegou ele com a mão e meteu na boca dela. Esse foi o começo de um longo boquete que fez ele acordar de novo enquanto eu curtia ao máximo, gemendo.
"Se continuar, vou encher tua boca"
Na hora, ela tirou a boca e começou a bater uma forte pra mim.
"Aqui, dá aqui, quero nos meus peitos"
10 segundos depois, os peitos dela estavam inundados de porra morna.
"Por favoooooor, você é um touro, Dany"
"E você é uma deusa, Mary"
"Uffff", ela disse e se deitou do meu lado, me abraçando. Procurei a boca dela e de novo nossos lábios se encontraram num beijo onde nossas línguas dançavam sem parar.
— Bom, Daniel, já estamos aqui. Agora me segue que vou te mostrar o quarto onde você vai dormir. Espero que seja confortável. Fica aqui embaixo. Lá em cima só tem dois: o nosso e o da Mary, mas aqui embaixo tem outro. Vem que te mostro.
Entramos na cozinha e saímos pro quincho. Era imenso, tipo pra umas 20 pessoas mais ou menos. Bem no meio tinha uma porta que, quando o Mario abriu, percebi que era o quarto onde eu ia descansar. Era enorme, com uma cama de casal no meio, um armário grande de um lado e uma TV de LED na parede. Fiquei pasmo.
— Mario, vem que te mostro onde fica o banheiro, só por precaução.
Quando me virei pra segui-lo, me surpreendi ao ver a Mary do lado dele. Tinha pensado que ela também tinha subido, mas não. Mario abriu a porta do banheiro e depois me disse:
— Aqui está. Espero que você se ache bem e, principalmente, se sinta à vontade. Outra coisa: que horas você entra no trabalho amanhã?
— Às 9.
— Beleza, olha, provavelmente a essa hora a gente vai estar dormindo. Vem que te mostro por onde sai pra você ir embora tranquilo.
— Tá bom, mas como é que faz?
— Olha, ele disse, andando até a saída. — Essa é a porta. Aqui está o alarme. Vou deixar a senha anotada na mesa da sala. Primeiro você digita a senha e depois abre com essa chave. Quando sair, fecha e leva ela com você. A única coisa que peço é que amanhã, quando sair do trampo, me traga de volta.
— Ok, Mario. Muito obrigado e desculpa pelo incômodo.
— Qual incômodo, qual nada. Agora vai descansar que daqui a pouco já vai ter que trampar.
— Valeu, Mario.
Quando me virei, quase derrubei a Mary, que estava atrás de mim. Mario subiu a escada rumo ao quarto dele, nos deixando sozinhos. Eu não aguentei a tentação e, já que eles tinham sido testemunhas do nosso beijo, peguei ela pela cintura, puxei pra perto e dei um beijo longo, longo. beijo, e Mary respondia brincando com a língua dela na minha boca, abracei ela com força pela cintura enquanto ela segurava minha nuca, minhas mãos foram devagar pros glúteos dela, o Mario já não tava mais ali e isso me dava liberdade pra fazer, ela não tava resistindo e eu brincava com a bunda dela quando ouvimos uma tossida forte vindo de cima, isso nos parou na hora
Mary, melhor tu ir dormir
Nem louco
Por quê? Amanhã tu trabalha
Sei, mas como é que eu vou dormir olha como eu tô
Peguei a mão dela e levei no meu pau que já tava durasso
Epa, que isso, tão atrasado assim tu vinha?
Nada a ver Mary, isso é culpa tua
Por quê?
Porque é assim que tu me deixa, gata, desde que te vi entrando no salão
Ahhh não acredito
Sabe por que eu falei que ia embora?
Sim, porque amanhã tu trabalha
Não, amanhã vou porque menti, não tinha outra saída
Então tu queria que o cuzão do meu cunhado te trouxesse pra casa dele
Sim, pra continuar contigo, gata
Abracei ela de novo e dessa vez brinquei eu com a língua na boca dela, ela se separou na hora
Para Dany, para, melhor tu ir pro teu quarto que eu vou pra cima, não quero que o Mario nos veja
E o que eu faço com isso?
Uma punheta Dany, pensando em mim, vai?
Mary se separou e começou a subir as escadas, eu fiquei paralisado lá olhando ela ir embora, vendo como ela mexia aquela bunda linda que dava pra ver que era de propósito pra me deixar mais louco
Quando chegou lá em cima me mandou um beijo e eu não respondi, tava fervendo, fui reto pro meu quarto passando antes pelo banheiro, me despi e me meti na cama deixando a porta aberta, mas era inútil, não conseguia dormir, o tesão não deixava, liguei a TV e procurei alguma coisa pra ver com o volume bem baixo, mas mesmo assim não adiantava, desliguei e fechei os olhos sabendo que não ia dormir, meu pau continuava duro e eu não queria bater uma porque não ia adiantar nada sabendo que ela tava lá em cima, assim o tempo passava e de repente entra uma luz fraca no quarto, de onde será que vinha? Quem seria a essa hora? Fiquei imóvel e lembrei que a cozinha era perto, o mais provável é que alguém tinha descido pra comer ou beber algo, mas quem? Tô concentrado nisso e vejo uma sombra aparecendo, era a Mary que de repente surgiu na moldura da porta, meu coração explodiu, ela parada me olhando. Deixei ela pensar que eu tava dormindo, mesmo meu corpo querendo pular nela, ela tava descalça com uma camisolinha transparente e sem sutiã, de repente ela se mexeu e pensei VAI EMBORA, mas não, ela entrou no quarto e foi em direção à cama, assim que se inclinou peguei ela pela cintura fazendo ela cair do meu lado
— Tava acordado?
— Sim, claro, não conseguia dormir.
Sem mais, conquistei a boca dela de novo, não deixei ela continuar falando.
Mmm mmm dava pra ouvir, mas eu continuava na boca dela segurando sua nuca, ela finalmente se rendeu e abriu os lábios, comecei a brincar com minha língua soltando a nuca e procurando suas costas e seus peitos, ela só se deixava fazer. Aproximei meu corpo ao máximo e comecei a acariciar os seios dela bem de leve, ouvi um suspiro profundo e soube que tinha acertado em cheio. Tirei minha boca da dela e rapidamente desci minha cabeça até aqueles peitos meio pequenos e comecei a chupá-los
— Para, para Dany, por favor.
Eu continuei na minha como se não tivesse ouvido, dei um giro e deixei ela de barriga pra cima sem parar de mamar no peito esquerdo dela. Meus lábios prenderam o mamilo dela e minha língua brincava desenfreadamente com a ponta dele, sentia os gemidos dela aumentando
— Vai, filha da puta, vai, assim, assim, assim, siiiim, por favor, que você me faz, filha da puta, continua, continua, não para, puta, assim, assim, mais, ahhhh, você vai me fazer gozar, filha da puta, continua assim, ahhhhh.
Isso tava explodindo minha cabeça, tinha encontrado o PONTO G dela e tava espremendo ao máximo
— Para, para, por favor, para, enfia logo que não aguento mais.
Desci minhas mãos e puxei a calcinha fio dental dela num segundo, tava impressionante como ela tava molhada. Levantei meu corpo e apontei meu pau pra entrada dela sem largar a teta dela em nenhum momento, assim comecei a penetrar ela. Ela não falou mais nada a partir daí, só gemidos cada vez mais violentos, tinha as unhas cravadas nas minhas costas e com cada gemido sentia como as metia com mais força, isso fazia minha bomba crescer e crescer, acho que ela teve uns quantos orgasmos seguidos porque me disse:
"Acaba, Dany, acaba de uma vez, não aguento maaaais"
Isso bastou para eu soltar o peito dela e me deixar cair sobre o corpo suado dela, enfiando até o fundo meus 22 cm e enchendo ela de porra que não parava de sair. Ela só abraçava minha nuca e gemia até sentir que não saía mais. Ela se virou, ficou por cima de mim e, me olhando nos olhos, disse:
"Agora é minha vez"
Ela foi para os pés e a cabeça dela se afundou na minha pélvis, procurando meu pau que estava mole. Ela pegou ele com a mão e meteu na boca dela. Esse foi o começo de um longo boquete que fez ele acordar de novo enquanto eu curtia ao máximo, gemendo.
"Se continuar, vou encher tua boca"
Na hora, ela tirou a boca e começou a bater uma forte pra mim.
"Aqui, dá aqui, quero nos meus peitos"
10 segundos depois, os peitos dela estavam inundados de porra morna.
"Por favoooooor, você é um touro, Dany"
"E você é uma deusa, Mary"
"Uffff", ela disse e se deitou do meu lado, me abraçando. Procurei a boca dela e de novo nossos lábios se encontraram num beijo onde nossas línguas dançavam sem parar.
1 comentários - A febre pela Mari me pegou