mi calentura con Maria me atrao

Ela é uma mulher que só pela postura já desperta admiração. Não tem um corpo descomunal, e apesar dos peitos não serem grande coisa, o que chamava atenção era a bunda dela. 1,59m de altura e era impossível não olhar pra bunda dela quando passava, redonda e muito bem proporcionada. Ela sabia disso muito bem, sabia como usar. Eu fui pra essa festa como convidado especial do meu grande amigo Fede. Essa festa era muito especial pra ele, ele tinha planejado cada detalhe durante meses. Nela, estava em jogo o futuro dele, uma sociedade muito produtiva que ia gerar uma grana boa. O pessoal convidado era muito especial, daquele povo com um poder econômico foda. Eu sabia disso e, por isso, pra ir tive que investir uma boa grana em roupa adequada, embora claro, não fosse grande coisa. Não tinha carro e nem queria, porque odeio dirigir. Então, pra ir nessa festa, peguei um ônibus até o centro e de lá o metrô. Mesmo estando esportivo, destoava visivelmente das roupas dos presentes, isso me inibiu um pouco. Ao chegar, fui recebido pelo Fede junto com a Ana, esposa dele, uma loira deliciosa, muito sensual e, acima de tudo, sexy. Nos cumprimentamos e ele foi me apresentando pra cada um dos presentes. Muitos eu já conhecia, mas uns poucos eu nunca tinha visto. Não sei por quê, talvez pela minha presença, talvez pela minha roupa, eu me senti um peixe fora d'água. Então falei pro Fede:
— Cara, acho que tô sobrando aqui.
— Que isso, doido?
— Olha só, todo mundo de terno, as mulheres de gala e eu de um esportivo de merda. Melhor eu vazar, pra não te fazer passar vergonha, melhor ir pro caralho.
— Mas o que que cê tem, cara? Vai me deixar sozinho justo agora que mais preciso de você? Você sabe melhor do que eu que planejei isso durante meses pra fazer algo que não beneficia só a mim, mas você também. Você não pode se mandar assim.
— E como é que isso me beneficia, Fede?
— Quem você acha que vai ser meu braço direito?
— Isso você nunca me disse.
— Qual é, idiota, precisava? Vai lá, senta numa mesa que você goste e curte. Quando eu precisar de você de verdade pra fechar esse negócio, te chamo. Você sabe. Muito bom que seja você a fechar isso.
Fiquei perplexo, pensei que ele tinha tudo sob controle, mas parecia que não, que eu devia ser o suporte dele pra finalizar, tipo um laço no pacote, e se algo não fechasse pra eles, eu teria que intervir. Isso ele sabia muito bem que era minha especialidade: a LÁBIA. O Fede nunca entendeu por que, com a lábia que eu tinha, minha situação financeira era tão frágil. Eu sabia, sim. Essas são as consequências de ser um boêmio. Me sentei numa mesa de onde podia ver todas elas enquanto os convidados continuavam chegando. Tudo transcorria tranquilo até que chegou o Martin com a esposa e a cunhada dele. Nem mais nem menos que a mulher que descrevi no começo. Martin seria o novo sócio do Fede. Isso me deu um freio brutal diante de tanta beleza, embora nada deslumbrante. Vestida com uma calça jeans elástica e uma regata bege que tentavam em vão realçar os peitos dela. Sinceramente, destoava, assim como eu, na festa. O Fede colocou eles numa mesa bem longe da minha. Isso não me impedia de observá-la. O rosto redondo dela, os olhos pretos e a cabeleira negra e cacheada me atraíam demais pra não fazer isso. Começou o desfile de garçons distribuindo o menu e as bebidas sem parar. A música suave inundava o ambiente. O Fede com a mulher dele dividiam a mesa com o Martin, e a cunhada dele ficou no meio dos dois casais. Enquanto isso, eu sentado junto com Raul, Mario e Carlos, colegas do Fede, conversando besteiras. Assim passou a primeira hora, até que a música convidou pra dançar. Tanto o Raul quanto o Mario e o Carlos saíram atrás de mulheres (que tinham muitas) pra dançar, me deixando sozinho porque, pelo visto, eu só tinha olhos pra aquela mulher que estava junto do Fede. Assim a noite foi passando, eu esperando meu momento pra dar o bote enquanto os outros se divertiam pra caralho. Naquela altura, eu já tinha uma obsessão: pegar aquela mulher custasse o que custasse. Só precisava esperar minha chance. A cumbia continuava tocando a todo vapor até que mudou pro reggaeton. Eu Como um baita pata dura pra dançar, só rezava pra começarem com os americanos, onde eu me virava bem. Mas parecia que o DJ não tinha isso na lista, então resolvi jogar pesado. Levantei da minha mesa e, bem na cara dura, fui até a cabine do DJ.

— Dude, vim.

— E você, quem é?

— Que importa, dude?

— O que você quer? Aqui não pode ficar.

— Já sei, tudo bem, dude. Só queria te trazer um drink e pedir um favor, se der. Se não der, tudo certo também. Toma, cê curte champanhe?

Perguntei, estendendo uma garrafa bem gelada.

— Claro, fera. Mas me diz, o que cê quer?

— Sabe que sou um pata dura pra dançar, e tô afim de dançar com uma gatinha que me deixou doido. A única coisa que me viro é nos americanos.

— Ah, olha só. Eu...

— Cê não precisa tocar eles?

— De jeito nenhum. Eu...

— Pô, que bad, mano. E então vou ficar na vontade, porque cê com certeza não tem nenhum aqui.

— Queeee?

— É, tô dizendo que cê não trouxe nenhum americano, só cumbia, reggaeton e eletrônica. Tudo bem, entendo.

— Olha, mano, eu sou DJ, tenho DE TUDO. E o Fede falou que a festa tinha que ser EXCELENTE. Não posso falhar com ele, entendeu?

— Claro que entendo, mas cê sabia que o Fede é fã dos americanos?

— E como é que cê sabe disso, mano?

— Se eu não fosse irmão dele, com essa roupa, estaria aqui?

O cara ficou pensando um tempo, como se analisasse o que eu disse.

— É, verdade. Você destoa aqui, igual aquela negona ali.

— E é por isso que quero pegá-la, dude. Me dá uma mão?

— Com todo prazer, fera. Mas e se o Fede encher meu saco e não me pagar, quem paga?

— Fica tranquilo que isso não vai rolar, te garanto.

— E como cê tá tão seguro?

— Olha, faz o seguinte: você daqui vê TUDO, não é verdade?

— Sim, claro, mano.

— Beleza, me dá 5 minutos e olha a mesa do Fede. Se você ver ele levantar o polegar, é porque o que te pedi tá de boa, sempre que você quiser, claro.

— Pra mim sem problema. Eu faço a transição na hora que quiser, mas quero ver o Fede levantar o polegar.

— Fechado, dude. Mil obrigados. E se tudo der certo... Sai bem, hoje tu vai levar muito mais
Saí de lá pensando em como separar o Fede do Martin, e bom, tudo ou nada, falei pra mim mesmo e fui direto pra casa do Fede. Quando cheguei, o Fede me recebeu com um sorriso e um olhar que dava medo
Fede, posso te incomodar um minuto?
Claro, Dany, mas primeiro deixa eu apresentar: Martin, esse é o Dany, meu braço direito em tudo
Prazer (ele disse), ela é a Estela, minha mulher, e ela é a MARIA, irmã dela
Muito prazer, às suas ordens
O Fede levantou e, já separados, perguntou:
Qual é, loco?
Olha, contigo não dá pra ter segredo, tu sabe que sou um zero à esquerda pra dançar e a única coisa que me viro é em americano
Agora tu vem com essa, Dany?
É que uma cutie tá me tirando do sério e a única chance que tenho é puxar ela com americano
Então mete bronca
Mas o DJ não vai passar americano
Logo agora com isso, no meio de uma jogada dessas tu vem com essa, Dany?
Fala, Fede, levanta o polegar só, faz isso por mim, por favor
Aí o Fede, claramente irritado, levanta o polegar e me diz:
Tá satisfeito? Agora posso continuar negociando?
Claro que sim, Fede
Mas fica ligado que talvez tu tenha que me tirar da merda
Tu sabe que não tem problema, Fede
Tô quase virando pra ir pra minha mesa quando começa a tocar um americano
O Fede já tinha sentado de novo no lugar dele e eu no meio do caminho, e agora, o que faço? Não pensei que o DJ seria tão rápido. Nem lento nem preguiçoso, dei meia-volta e fiquei de frente pra mesa do Fede, que já tava falando com o Mario. Falei: não é o momento. Então me aproximei e disse pra Ana:
Vai dançar?
Ela, sem se surpreender, levantou e juntos fomos pra pista. A cara do Fede era normal, ele conhecia bem meus códigos, já o Mario parecia surpreso. Depois fiquei sabendo que ele perguntou ao Fede sobre tamanha intimidade, e o Fede disse que era igual a dançar com o irmão dele, elogiando minha conduta. Isso por si só era o que eu esperava
Qual é, Dany?
Nada, Ana, é que a cunhada do Mario me deixou mal
O que tu tá dizendo? E desde que vi a Ana, não consigo tirar ela da cabeça.
Olha, Dany, hein... não vai fazer merda nenhuma.
Não estraga tudo, seu idiota.
Não é minha intenção, Ana. Só queria dançar com ela e ver qual é.
Dançar com a Maria?
É assim que ela se chama.
Sim, Dany, mas olho no que você vai fazer, hein.
E me diz, eu tenho bom gosto?
E olha, verdade que ela é gostosa, mas parece muito séria. Até agora não falou uma palavra.
Deixa comigo que eu resolvo.
Olha, Danyyyyy, não vai cagar tudo.
Fica tranquila, Ana.
Voltamos pra mesa e a Ana disse:
Pufa, parece que não tô mais a fim de acompanhar teu ritmo, Dany.
Bom, então vou ter que achar alguém que curta dançar americano. Topa, Mary?
A cara do Fede se transformou, a do Mário também, mas ele fingiu que não tava nem aí. E a da Mary se iluminou, ou pelo menos foi o que eu achei. Ela levantou na hora, esticou o braço, e juntos fomos pra pista. Claro que minha postura mudou radicalmente, porque de cara não foi a mesma pose que com a Ana. Nossos corpos se grudaram e começaram a se mexer, mas logo percebi que ela era uma mestra na dança e eu só me virava. Por mais que eu me esforçasse, dava pra ver a diferença nos movimentos. Mas não me intimidei e continuei como se nada. O roçar das pernas só fez meu pau acordar, e eu sabia que ela tava sentindo. Isso me deixava louco de tesão. Cada movimento era um roçar, e cada roçar era um sonho. Mas ela controlava o ritmo muito melhor que eu, como quem diz: "Calma, aqui quem manda sou eu". Dominando a situação, até que num momento ela começou a se soltar. Aí minha perna se juntou à dela, fazendo ela sentir a rigidez do meu pau. Mas como era um americano rápido, esses roçados eram esporádicos. Num giro, consegui ver o DJ, e ele pareceu entender o que tava rolando, porque na hora encaixou uma música mais suave. Isso me deixou melhorar o ritmo e consegui me soltar.

Tava morrendo de tédio.
É, eu também, Daniel.
Dá muito pra ver que eu sou duro na dança?
Hahahaha, sim, claro que dá, mas... tá botando gana
É que te vi muito entediada igual eu
Exato
Meu pau já tava duro e eu tinha que baixar ele de qualquer jeito
E aí, como é o Mário?
Cara legal, mas meio complicado
Que nem todo homem
Não, esse é mais
Muito ciumento?
Não, muito desconfiado
Dançando, eu levava ela pra outro lugar pra distanciar da gente, e ela já tinha percebido e se deixava levar
Desconfiado com você ou com sua irmã?
Não, nada a ver, além disso, eu tô nem aí, mas ela não
Falando nisso, meu pau já tinha baixado um pouco e eu tentava chegar num lugar mais afastado ainda pra poder atacar, quando de repente a Maria começa a se soltar
Tô cansada
Cansada ou entediada de eu te pisar?
Hahahahaha, não, nada disso, mas aqui tô me sufocando
Vem, me segue
Sem soltar a mão dela, procurei a saída pro balcão e levei ela pra lá sem resistência nenhuma, tava voando mesmo, sentia os olhares dos meus amigos nas costas e na bunda da Maria, mas não tava nem aí, saímos pro balcão
Aqui você tá melhor
É, aqui venta
Na hora, sem me importar com nada, procurei a boca dela, abracei ela e enfiei um beijo cheio de tesão furioso, aproveitando aqueles lábios que se abriram rápido, entrelaçando as línguas entre carícias que renderam o frenesi pra dar lugar ao prazer, assim o tempo era secundário, só importava aproveitar aquele beijo, às vezes calmo, outras frenético, minhas mãos acariciavam as costas dela enquanto as dela faziam o mesmo na minha nuca, nem ideia de quanto tempo durou, pareceu uma eternidade, mas quando afastamos os lábios, imediatamente se juntaram de novo, dessa vez com mais força, as mãos dela desceram pro meu peito, as minhas pra cintura e costas dela, meu pau já não obedecia minhas ordens, ela sentia, disso tenho certeza
Vem, aqui estamos muito expostos
Maria me olhou como quem não sabia o que fazer, mas se deixou levar, procurei a saída e me encaminhei pra ela
Pra onde você tá me levando?
Você me segue
E outro beijo profundo inundou a boca dela, saímos e, como se tivesse sido planejado, passa um táxi, chamei e subimos
Pro Primeiro hotel
Foi a única coisa que eu disse
E entrelaçamos os lábios novamente
Descemos ao ouvir CHEGAMOS
Paguei o táxi e entramos, o quarto não importava, só queríamos continuar avivando aquele fogo, novamente o beijo dominou a situação nos despindo lentamente, a cama estava distante, soltei aquela calça jeans elástica e me ajoelhei procurando aquela calcinha fio dental que cobria a sua buceta sublime e encharcada, afastei ela de lado e enfiei minha cabeça nela buscando com minha boca seus lábios, me deitei no chão fazendo ela sentar na minha cara, minha língua brincava com seu clitóris enquanto meus dentes de vez em quando mordiam seus lábios, estava tão concentrado na minha tarefa que quase não ouvia seus gemidos, só curtia aquele prazer imenso e seu gosto salgado que logo apareceu me fez saber que tinha acabado quando decidi penetrá-la com minha língua segurando suas nádegas com toda minha força, de repente ela se levantou
Vem cá me disse
Obedeci como um cordeiro, ela sentou na cama, tirei sua calça jeans lentamente enquanto ela fazia o mesmo com a minha, tirei sua calcinha fio dental e me levantei, ela puxou minha cueca e apareceu meus 22 cm quase batendo no rosto dela, não hesitou um instante e sua boca começou a fazer estragos, eu só acariciava suas maçãs do rosto, não queria forçar nada, ela beijava a pica, engolia, beijava minhas bolas depiladas e engolia de novo, eu me sentia no céu e não queria que acabasse nunca, afastei o rosto dela e me ajoelhei para beijá-la e abraçá-la, assim lentamente nos levantamos e caímos na cama, minha pica buscou sua buceta encharcada e a encontrou rapidamente se abrindo caminho entre seus lábios, que prazerrrrr, sentir como penetrava centímetro por centímetro aquela vagina quente ouvindo seus gemidos descontrolados, uma vez que entrou toda começou um vai e vem lento e pausado aumentando até ficar frenético com seus gritos e gemidos sentindo cada orgasmo na ponta da minha pica, era o que a noite toda tinha sonhado, e não parava de meter 10, 15, 20 minutos assim, desenfreados até que sem sem dizer nada, sem pedir permissão, enchi o útero dela de porra quente com um grito em dupla, me deixei cair sobre ela e comecei a chupar os bicos dela como se quisesse tirar leite deles, Maria treme e ainda com meu pau já mole dentro começa a se mexer, se penetrando com ele, isso só faz ele acordar de novo, sinto um novo orgasmo chegando, largo os peitos dela e de novo aquele beijo profundo inunda nossas bocas enquanto nos enroscamos num abraço furioso ao mesmo tempo que começava uma nova metida e saída, tudo era luxúria, gemidos e desenfreado, paro tudo de repente, Maria, surpresa, fica me olhando, beijo ela suavemente e falo
Vira
Ela obedece na hora mas vai além, se ajoelhando de quatro, enfio minha cabeça entre os lábios dela e começo a brincar com eles, minha aposta vai mais longe e ela sabe, penetro a buceta dela com meus dedos enquanto minha boca procura o cu dela, que rapidamente começo a lamber como um desesperado ouvindo os gemidos intermináveis de Maria, acelero meus dedos e com a outra mão vou enfiando um a um lentamente naquele cu tão desejado, ela só geme, geme aos gritos, então pego o travesseiro e coloco debaixo da barriga dela, ela já sabe o que vem e não resiste, só fala, CUIDADO, entendo isso na hora, grande demais pra aquele cu, apoio a cabeça nele e começo a empurrar devagar até a cabeça entrar enquanto só escuto silêncio, meu coração parece que vai sair do peito, continuo devagar até chegar na metade onde sinto um AIOOO paro por uns minutos e decido que só vou até ali, não quero estragar tudo, naquele momento pensei já vou te enfiar tudo, essa é só a primeira vez que vou te foder, então comecei uma metida e saída lenta e suave enfiando meio pau naquele cu apertado, os gemidos dela são de prazer profundo e assim controlo meu impulso de partir ela ao meio, depois de 10 minutos intermináveis chega o inevitável, enchendo de porra quente aquele CULÃO enquanto Maria gemia aos gritos no meio de um grande Orgamo, abraço ela com todas as minhas forças e ficamos assim por uns minutos. Levantamos juntos e vamos direto pro banheiro, onde compartilhamos o chuveiro entrelaçados em uns beijos apaixonados. Não nos secamos, nos vestimos e saímos do hotel abraçados. Daqui a pouco pegamos um táxi e voltamos pra festa do Fede. Entramos como se nada tivesse acontecido, ainda abraçados, com cara de felicidade. Parece que, pelo jeito que os que ainda estavam lá nos olhavam, a gente chamou atenção. Levo ela assim até a mesa onde estavam o Fede e o Mario. Ela senta, e eu pego uma cadeira de outra mesa e sento do lado dela. O Fede me olha estranho, mas muito mais o Mario e a esposa dele, como se não entendessem o que tinha rolado.

FEDE: Lembraram de vir, hein?
MARIO: Onde vocês estavam?
Eu não sabia o que dizer. Na minha mente, as palavras da Ana ecoavam: "NÃO FODE TUDO, DANY". Só olhava pra Maria enquanto, por baixo, entrelaçava a mão dela.
MARIA: E desde quando você virou polícia, hein?
Claramente, ela tava falando com o Mario, enquanto a irmã dela olhava com euforia.
MARIO: Epa, Mary, não se irrita, era só curiosidade. Mas acho que vocês foram muito bem assados, não foi?
Essa foi a MELHOR noite da minha vida, Mario, e isso eu devo à MARY. Mas, sinceramente, agora bate um desânimo.
FEDE: Por quê?
Porque queria que isso nunca acabasse.
MARIO: Mas daqui a pouco o sol nasce, Daniel.
MARIA: Sim, Mario, daqui a pouco o sol nasce, mas depois disso vem OUTRA noite.
MARIO: Sim, mas é diferente, porque não tem outra festa.
IRMÃ DA MARIA: E isso tem o que ver? (num tom sério demais)
MARIO: Não, claro, só tô falando.
FEDE: Dany, se quiser, organizo outra putaria pra amanhã.
Valeu, Fede, mas não precisa. Não é verdade, Mary?
MARY: Acho que não vou conseguir acordar assim desse sonho, Dany. Só espero isso.
Eu também, MARY, eu também. Ainda tem muita tinta no tinteiro.
MARIO: Ah, bom, pra mim não olha, hein? Eu sou de pau.
Na hora, encarei a Maria e dei um beijão nela. Ainda tinha muito o que fazer, principalmente tirar a vontade de partir aquele rabão gostoso, mesmo começando a sentir um pouco de medo. A gente não tinha se cuidado.

4 comentários - mi calentura con Maria me atrao

muy bueno..!! aunque tenes bastantes errores, mirá antes de subir. No como con la mina, que me mató que despues te preocupastes... al nó usar protección..jaja!!