Perdi uma aposta (IX) Quase um final

IX

Não sei que horas eram, o Rafa estava dormindo e eu fui para a piscina pegar um sol. Depois de um tempo, sinto uma explosão e um respingo de água, o otário tinha dado um bomba do meu lado – babaca!! Você vai me matar do susto!!! Grito quando ele levanta a cabeça, ele me agarra pelo braço e me senta na borda com as pernas abertas, óbvio. – você não me acordou – ele diz passando a mão pela minha buceta – não… chega um dos caras, hoje eles voltam, algo aconteceu lá e amanhã vem um deles – digo esperando sua reação, ele não disse nada, me empurrou para trás como se fosse me deitar e começou uma chupada suave na buceta que terminou numa foda de língua e mordiscada no clitóris, assim foi meu primeiro gozo do dia.

Ele saiu da piscina, com o pau meio mole, continuou sem falar, secou um pouco ao sol e outro pouco com a toalha, aquele corpo ao sol meu Deus!!! Me pegava fogo só de olhar – se veste, vamos comprar carne para o churrasco – ele diz e vai para dentro.

Voltamos, ele acendeu o fogo, preparamos umas saladas batata frita, comida para umas cinco pessoas – você é um exagerado, vai sobrar um monte – digo – você é porque não come nada mas eu sim e te foder me dá muita fome… você me deixa morto! – ele diz rindo e com um tapa incluso, – se você ficar gordinho não vou te dar bola, hein – eu provoco.

Comemos, limpamos tudo, fomos para o parque. Ele se jogou na espreguiçadeira – me fode, vem – me sentei como ajoelhada sobre o pau e comecei a enfiar, já estava molhada!!!, bombeei um cadinho até sentir ele duro, aí comecei um rebolado de quadril para frente e para trás me apoiando nos peitorais primeiro, arqueando as costas apoiada nos joelhos dele, ele tinha as mãos nos meus quadris – vai mais rápido!! Comecei a subir e descer no tronco daquele pau que me deixava louca!!! Aumentei o bombeio e ele acompanhava com as mãos nos peitos, cravei as unhas no peito dele – como você goza, puta!!! Me enlouquece te foder e ver a cara que você faz quando goza!! – Agarro firme nas suas coxas e acelero o ritmo, me peguei fogo, de novo, sempre. O pau dele encheu de porra, o corpo começou a tremer, eu gozei outra vez e atrás de mim ele, me encheu de porra a boceta, me joguei ofegante no peito dele enquanto o pau escorria sozinho. Um tempo depois ele se levantou – se prepara, à noite a gente vai pra farra – disse apertando minhas coxas e foi pra dentro.

Escolhi pra sair aquele lugar misterioso, um vestidinho preto soltinho com um decote bom e com uma caída que me dava um bumbum bonito e os saltos mais altos, maquiagem, perfume e por baixo. Ele já estava pronto com aquele perfume que me deixava maluca!!!!! Fomos no meu carro, ele dirigia, colocou música – pra onde a gente vai? – pergunto ansiosa, nem ligou mas acariciava minha perna. Andou um pouco, parou o carro – chegamos – me diz seco.–

Um boliche, tipo bailão, com uma série de bandas tocando ao vivo – aqui!! – pergunto – vamos pro bar – me agarrou pela mão e fomos pro fundo do boliche. Me apoio no balcão, ele se posicionou atrás de mim como me cobrindo com o corpo e pede dois fernets, enquanto por baixo do vestido me deda a boceta, eu seguro o bumbum por reflexo – mmmmm – me diz no ouvido. O lugar era um monumento à testosterona e as minas eram cantadas sem parar, todos eram mais caras que a gente. Subimos pro andar de cima, de novo me apoio na varanda de frente pra ele e ele começou a me beijar com intensidade, mão subindo pra bunda, os caras passavam e olhavam – “emperna ela, papu”, “leva pro hotel, rata” – gritaram uns que seguravam o pintinho enquanto passavam, com os peitos quase de fora fomos sentar numa área reservada, vou chamar assim, tinha vários casais transando e um nas sombras chupando com certeza. Mandamos os fernets pra dentro e com as mãos livres ele começou com uma esfregada super quente, a boceta pulsava pedindo bombeamento AGORA! Não queria que ele me comesse ali, ia dar confusão. Me sentou sobre ele com as pernas abertas, de joelhos, por baixo do vestido ele apalpava minha bunda, a racha, tudo. Um tempo depois, ele sacou o pau e enfiou em mim, tranquilo, eu estava tão molhada que entrou sem problemas, ele marcava o ritmo, eu gozei quando senti ele dentro, com a outra mão ele puxou meus peitos pra fora do vestido e ficou beijando, os caras passavam e olhavam, a gente tinha que segurar os gemidos e os suspiros, ele tinha o olhar ardente, me movia pra frente e pra trás, eu queria arquear as costas pra ele entrar mais fundo mas todo mundo que passava ia ver meus peitos, gozei de novo, ele não, mas o pau estava bem duro e ele estava ofegante. Um tempo depois ele tirou - cobre os peitos – ele disse enquanto guardava o pau na calça. A gente se levantou, minha buceta estava escorrendo, latejava, pedia por pau como se eu não tivesse transado há um mês!!! Que puta que eu sou, pensei.

Saímos na rua, dava pra ver o volume na calça dele, ele estava com tesão também, e isso me deixou com mais tesão. Chegamos no carro e ele me surpreendeu me agarrando pela cintura e me sentando no capô, com um chupão forte ele me empurrou pra trás, se endireitou, levantou o vestido, sacou o pau e me comeu ali, em cima do carro, igual uma puta – você tá louco!!, estamos na rua! – eu disse agarrando ele pelos braços – cala a boca!!!ahhh mmmmm - ele metia com violência, estava como um louco – me faz gozar – ele disse sussurrando – você tá maluco, vamos!!! – eu falo – você me deixa louco, eu quero te comer o tempo todo!!! Me faz gozar…mmmm… não vou aguentar chegar em casa!! - depois da terceira metida eu já tinha gozado e estava quase gozando de novo, os caras passavam e ficavam olhando, se tocavam, gritavam coisas, tudo isso me excitava mas também me assustava. Rafa nem percebeu, estava ocupado metendo com fúria e apertando meus peitos – tão nos olhando!! – eu digo – vamos por favor!! – ele estava como num transe – eu gozo e a gente vai, cala a boca!!!! Ahhhh ahhhhhh ahhhhhhhh ele metia cada vez com mais força, o corpo dele ficou tenso, o pau encheu de porra, comecei a sentir os jatos quentes dentro meu e seus gemidos e seus suspiros – mmmmm ahhhhhhh!!; agitado ele se senta passando as mãos pelos meus peitos, antes de tirar ele enfia fundo mais algumas vezes, tira e guarda – circulem, vamos!!! – ele grita pros caras – eeeeei, não se aproveita, pai, deixa a gente molhar aí, pai – continuavam gritando, eram três, entramos no carro e saímos voando dali. Chegamos em casa, sem falar nada e assim fomos dormir. Na manhã seguinte, quando acordei, nem ele nem as coisas dele estavam mais lá.

2 comentários - Perdi uma aposta (IX) Quase um final

He leído relatos sobre Argentina y lo que pasa en las discotecas allí. Increible eso de follar allí mismo. Digo increible para lo que yo he vivido jajajjajaaj Quizás me vaya allí para vero