Sete por sete (58): Pamela na faixa (I)




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Compêndio IMarisol está me pedindo o impossível.
Ela quer que eu conte a semana inteira de uma só vez, mas não consigo. São muitas coisas.
Agradeço ela "me cobrir" (segundo ela, mas o propósito desses diários era pra que ela não sentisse minha falta enquanto eu tava na lida, embora também sirva pra informar minha sogra e minha amiga Sônia).
Mas me sinto muito cansado e também perdi peso. Caí 2,8 kg. E se antes eu tinha barriga, ela se perdeu no corpo delas.
Pelo menos, mudaram o cardápio. Não quero ver mariscos nem peixes por um bom tempo e hoje comemos torta de acelga com arroz.
Pode ser que a Pamela não tenha olhos verdes ou que a cor da pele dela seja mais escura que a da Marisol. Mas além do corpo dela, tem algo nos olhos dela que me cativa e me encanta.
Eles são castanhos e misteriosos. Por um lado, são meigos e amigáveis. Mas quando ela se irrita, brilham com todo o fulgor madrileno. Cílios longos e sedutores, que fazem convites cordiais a quem a vê, e sobrancelhas fininhas e bem cuidadas, que destacam a fineza dos traços dela.
O nariz dela é pequenininho. Levemente arrebitado, com um septo longo e distinto, fator comum nas parentes do meu rouxinol.
As bochechas dela são finas e macias, que dão ao rosto dela um formato de avelã, com um queixinho miúdo.
E os lábios dela são grossos, carnudos e sensuais. Quando beija, roubam seu ar e recebem sua língua com outra doce e ardente. Quando chupam, envolvem numa atmosfera agradável e deliciosa, onde a língua dela cuida de receber deliciosamente o visitante inesperado.
Mais de uma vez, ela me repreendeu porque eu coloco a pontinha nos lábios dela quando ela dorme. Mas é que eles são tão tentadores e chupam tão gostoso quando ela tá acordada, que é um sonho sentir o mesmo quando ela tá dormindo.
O corpo dela é simplesmente estupendo. Uns peitos do tamanho dos da Marisol, mas diferentes. Enquanto os da minha esposa são macios, elásticos e transbordam de volume pela porra dentro Por dentro, os peitos da Pamela são empinados, durinhos e desafiam a gravidade como se fosse uma novinha, com a mesma atitude que a dona encara o mundo.
A bunda dela é divina: um rabo bem desenhado, grosso e carnudo, em total proporção com o corpo, mas irresistível ao toque.
E o cabelo dela… O que mais me matou esses dias foi o cabelo dela. Preto, liso e com uma crina de cavalo sensual e brilhante.
Ela ri, porque eu fico doido quando ela solta ele (anda com um coque no bolso), dizendo que é besteira minha.
Mas ela percebe que a gente curte mais quando ela faz isso.

A semana antes da viagem na lida foi complicada. Com a Marisol, a gente deitava lá pelas 9 da noite e transava até umas meia-noite.
Só que, lá pra 1 da manhã, a Marisol dormia e eu escapulia pro quarto da Pamela. Ela ficava com vergonha de me receber naquela hora, mas não o suficiente pra me mandar de volta.
Dormia com um pijama de verão calipso de duas peças: um shortinho curto, que destacava libidinosamente a bunda dela, e uma camiseta de algodão de manga curta, que marcava os peitos.

A gente começava a se beijar sem freio. Embora eu goste do gosto de limão dos lábios da Marisol, tanto eu quanto a Pamela estávamos loucos pelas nossas bocas.
Fui encurralando ela até a cama, enfiando as mãos por baixo da roupa dela, e ela deixava. Quando deitava, já me esperava molhadinha e sorrindo, de pernas abertas pra eu desvirginar ela mais uma vez.
Ela beijava meu peito e me olhava com olhos de súplica e carinho. Não queria que eu fosse embora.
Com as pernas, ela se agarrava na minha cintura, pra minhas estocadas serem mais fundas e fortes. Ela adora ser esmagada, encostada na parede que separa o quarto da mãe dela, e ela gemia apaixonadamente.

Já tinham passado aqueles dias tensos em que a gente usava camisinha e eu atacava no pelo, invadindo aquele templo do prazer estreito, molhado e escorrendo.
Ela adorava quando eu apalpava a bunda dela. Ele se sentia mais perto e forçava uma entrada mais intensa que o normal.
Gozava sem parar, enquanto eu bombava, dando pequenos soluços. A coitadinha não queria que acabasse e, pra sorte dela, a gente tava só começando.

Quando essa treta toda com a família da Marisol começou, os remorsos me impediram de ver os benefícios da situação.
No começo, era a Verônica, que aproveitava cada momento escondido pra me dar uns boquetes ou pedir pra eu meter na buceta dela.
Depois, veio a Pamela, que usava as horas que a Marisol tava na faculdade pra me masturbar com os peitos dela ou pedir a mesma coisa.
Em seguida, quando a Amélia entrou no grupo, eu tinha que me virar nas noites pra satisfazer ela e a mãe dela, na casa do meu sogrão.
E, finalmente, quando a Sônia começou a me acompanhar na lida, tive que aprender a me segurar.

A situação me ajudou pra caralho, embora fosse uma faca de dois gumes: por um lado, minha resistência melhorou pra cacete e a Marisol era a mais beneficiada. Mas, por outro, o cansaço físico fodeu meu corpo (igual agora).
Dos miseráveis 20 minutos de prazer que eu dava pro meu rouxinol, consegui esticar pra 45, e só considerando a penetração em si, porque a preliminar aumentava o tesão dela em mais meia hora.

Então, quando deixava a Pamela satisfeita, literalmente moída de porrada, a gente se beijava mais um pouco, esperava eu broxar e depois eu metia na buceta dela.
Finalmente, depois de uns 45 minutos extras de prazer anal, deixava ela dormir e voltava pro quarto do meu rouxinol, pra dormir umas 2 horas, e depois preparar o café da manhã com a Celeste.

A Pamela me contou que nem pro outro namorado dela ela tinha dado a buceta, porque ele era obcecado em pegar nos peitos dela e a resistência dele na cama era uma merda.
Mas comigo, a Pamela não me deixa broxar de jeito nenhum. Posso comer ela quantas vezes quiser e do jeito que quiser, mas a gente se separa, nos nos aconchegamos e, pouco depois, já tô enchendo o saco dela pra meter.
Também rola comigo e minha rouxinol, mas ela sabe se segurar, principalmente porque se as pequenas acordarem de noite, um de nós dois tem que ir atender.
No entanto, a Pamela adora que eu a ache tão gostosa, me chamando de “pervertido de merda”, “tarado pelas tetas dela” e outras delicadezas do tipo.

Na madrugada de domingo, na véspera da minha viagem pro trampo, a gente começou a conversar.
“Então… você vai passar uma semana fora.” Disse ela, meio triste, enquanto eu abraçava ela por trás.
“Sim, mas volto logo…” respondi num tom mais animado.
“E você não sente falta da Marisol enquanto tá lá?”
“Claro que sinto!” respondi. “O trampo é foda, puxado, e como a maioria é homem, as noites ficam muito longas…”

E aí chegamos naquele momento que me fez tomar essa decisão maluca.
Ela me olhou, com os olhinhos brilhantes e meigos, e perguntou:
“Marco… você acha que eu também consigo fazer isso?”

Dando um passo atrás, depois que a Pamela e a Lúcia fizeram as pazes após o desempenho foda delas nas provas de admissão da universidade, a Pamela decidiu seguir meus passos e estudar engenharia na cuties.
Embora o primeiro semestre não tenha tido complicações, no segundo começaram os problemas. Os dois professores que encheram o saco dela eram de matérias introdutórias de administração, que, ao verem ela tão bonita e inteligente, a acusaram de colar nas provas e a mantiveram numa situação parecida com o que rolou com a Amélia e o professor de educação física dela, deixando as notas dela no limite da aprovação.

Falei pra ela que essas matérias são uma bosta e que eu confiava nela, porque a Pamela é simplesmente brilhante com cálculos e matemática…
“E tenho certeza que se você fosse comigo pra cutie, você me ajudaria pra caralho…” falei, tentando animar ela.
Ela ficou vermelha.
“Qual é, Marco! Não enche o saco!...” disse ela, sem conseguir me olhar nos olhos e com aquele sotaque espanhol que me derrete. “A única razão pra você me levar pra gatinha seria pra foder!”
“Você tá enganada, Pamela!” eu esclareci. “No serviço, a situação é completamente diferente…”
E, sem perceber, comecei a bolá-la na minha cabeça…

Embora a gente tenha casas particulares pra se hospedar, a empresa só permite a entrada de trabalhadores do complexo, pra evitar roubos e, no fundo, que se exerça prostituição dentro do local.
No entanto, na minha condição de chefe de serviço de extração, posso solicitar o uso das instalações pra particulares, já que às vezes preciso interagir com contratantes e fornecedores de serviços.

O único problema era que eu precisava de uma permissão administrativa. Mas pensei que, no pior dos casos, poderia alugar um quarto na cidade e ir buscá-la de manhã.

Minha ideia causou surpresa no café da manhã.
“Marco, ela é uma caloura!... Como você pode sugerir isso?” perguntou Lucia.
“Pamela é muito inteligente e tenho confiança de que vai se sair bem…”
“Mas, amor… E se seus colegas fizerem algo com ela?”
Eu sorri.
“Pamela sabe se defender e vai me acompanhar pra todo lado…” respondi, olhando pra Pamela, que tava levemente corada.
“Bom… se você me garantir que vai cuidar dela e que não vai acontecer nada, eu posso deixar.” Disse meu rouxinol.

Percebi que Lucia tava preocupada com como a gente ia dormir à noite, mas não fez comentários sobre isso.
Sugeri que ela levasse roupas de verão, mas nada muito chamativo, e pra noite, algumas peças mais grossas.

Saímos por volta das 5 da manhã. Meu turno no serviço começa às 8, mas quase todo mundo chega atrasado no primeiro dia. No caminho, fui explicando a situação pra ela.

Diferente de Amélia e Verônica, Pamela e Lucia falam inglês perfeitamente. No entanto, é engraçado e sensual ouvir a Pamela, porque o sotaque espanhol dela também aparece na língua inglesa.
Ela continuava na ilusão de que a gente ia dormir no mesmo quarto e viver uma semana como se… estivéssemos casados, mas tive que estourar essa bolha, dizendo que arrumaria um quarto separado pra ela.
Não sabia o quanto eu estava errado…
Pamela é gostosa, não importa onde vá. Todo mundo se aglomerava ao meu lado ao ver a beleza que me acompanhava.
Até o encarregado do almoxarifado não acreditava como Pamela ficava linda de macacão.
Sinceramente, as fotos de minas na parede não eram tão sensuais e sedutoras quanto a Pamela vestida daquele jeito: destacava-se o peito perfeito dela e a raba de deusa, e até o capacete e os protetores auriculares a deixavam com um ar meigo.
A única coisa que não conseguimos foram botas de segurança no tamanho dela, porque os pés dela são pequenos e delicados. Depois, o encarregado me agradeceu por ter apresentado ela.
No meu escritório, também deixou todo mundo de boca aberta.
Pamela fez a atuação dela perfeitamente: se passou por Engenheira Trainee de intercâmbio e eles nem duvidaram, porque aquele sotaque especial e aquele olhar cativante nublam qualquer pensamento.
Pedi pra eles darem um tempo e explicarem o trabalho dela, o que fizeram mais que encantados. Mas Pamela me dava uns sorrisinhos de satisfeita.
Na hora do almoço, isso sim, Pamela mostrou as garras. Um dos mecânicos da equipe do Tom ousou agarrar a bunda dela, enquanto fazíamos a fila pro almoço.
Levou toda a fúria da “Amazona espanhola”, que em dois segundos imobilizou ele e deixou ele de cara no chão, ameaçando que ia quebrar o braço dele com uma chave de karatê se ele fizesse algo assim de novo.
Mas fora isso, Pamela curtiu muito o primeiro dia dela no trampo e, enquanto voltávamos pra casa de hóspedes, ela ficava cada vez mais ansiosa.
Quando me apresentei na recepção, me disseram que todos os outros quartos estavam lotados, porque estavam fazendo auditorias no campo.
Perguntei se por acaso tinha um quarto ocupado por alguma mulher pra ela poder dividir, mas responderam que não. Que até o quarto da Hannah tinham emprestado pra ela.
O bom foi que com tantos visitantes, a papelada ficou caótica e pediram desculpas pra mim, porque se a administração tinha mandado um memorando informando que eu tava com uma Engenheira Trainee, não conseguiram tomar as providências necessárias.
Me deram uma cama extra pro meu quarto e, de novo, se desculparam pelo transtorno.
“Finalmente, cê me tem sozinha no teu quarto, safado!” — ela disse, sorrindo toda provocante e mais aliviada. “O que cê tá pensando em fazer comigo?”
Eu beijei ela devagar.
“Nada!... só quero te amar por umas duas horas…”
Ela ficou vermelha até as orelhas.
“Ah, vai, cara!... cê só me trouxe aqui pra trepar mesmo…” — ela protestou com aquele jeitinho charmoso, tentando não me olhar.
Eu abracei ela pela cintura. Não queria que ela escapasse.
“Não, te trouxe pra te fazer o amor!”
E ela ficou mais vermelha ainda e me olhou surpresa.
Fui tirando a roupa dela e acariciando. Pamela é uma gostosa, e não falo isso só pelo corpo.
Muitas vezes, eu pensei que ela é mais envergonhada que a Marisol ou a Amelia.
E ela se deixa levar pelos meus carinhos. Vai dizer que sou um manhoso, tarado, o que vier na cabeça dela.
Mas ela me deixa acariciar e, mesmo reclamando, nunca me recusa.
Ela suspirava, enquanto eu ajeitava ela na minha cama, com os cabelos lisos presos debaixo da cabeça. Embora a gente se beijasse com amor verdadeiro, tinha um pensamento na cabecinha dela que causava mais vergonha.
“Marco… se você e eu estamos sozinhos aqui… é como se eu fosse sua esposa, né?”
O perfume francês dela e a carinha meiga e medrosa faziam ela irresistível.
Não quis responder com palavras. Bastou um beijo apaixonado pra deixar ela por dentro da situação.
Confesso que queria uns dias sozinho, pra curtir com ela. Acho que ela já chegou no nível da Marisol no meu coração, mas não deixo de amar meu rouxinol.
A Pamela eu vejo como uma cadeirinha manca e eu sou o apoio que equilibra ela. Ela precisa de mim na vida dela, ou pelo menos, precisa de um alguien como eu.
Que me reconheça por todas essas outras coisas que vão além do seu corpo sensual. Que a mime e a escute, na hora que precisar.

Obviamente, começamos a nos despir. A lingerie da Pamela não podia ser mais sensual: um sutiã enorme, branco, e uma calcinha fio dental fininha, da mesma cor, que não conseguiam conter os desejos molhados de ser possuída.

“Pamela, sei que já te falaram isso muitas vezes, mas acho que você é linda!”
Ela me deu um beijo carinhoso e soltou um sorriso angelical.
“Trocaria todos esses caras, por uma vez que você me diz isso!” respondeu, suspirando, com aquele jeitinho doido que me fascina.

Ainda não consigo entender como ela se agarra nos meus ombros e me recebe de pernas abertas.
Ela é linda. Divina.
Eu não mereço nenhuma. Nem mesmo a Marisol.

Mas a Pamela me quer. Talvez, me ame. Eu sei que a amo e que seria eternamente feliz se ela morasse com a gente, junto com minha sogra e minha cunhada.

Adoro fazer amor com ela. A pele dela é tão macia e ela cheira tão gostoso. Além disso, ela se sacode inteira quando deslizo dentro dela.

“Marco, adoro quando você me come!” ela suspira, transbordando de prazer. “Você me faz sentir tão linda e completa!”

“Pamela… eu não te como.” esclareci, penetrando ela com mais força. “Uma fodida é com alguém que você não quer necessariamente… eu faço amor com você…”

Isso me lembrou a Rachel.

“Vai, cara!… Não me engana!… sei que você preferia estar com a Marisol…”

E assim começávamos de novo…

“Por que eu preferiria estar com a Marisol, se tenho você aqui e agora?” perguntei, bombando ela com raiva.

“Ué… porque ela tem peitos mais gostosos… os olhos dela são mais bonitos… e porque você é casado com ela…” respondeu, aguentando minhas estocadas.

“Pamela… até quando… você vai acreditar… que eu gosto de você pelo seu corpo?” perguntei, aproveitando cada vez mais dela.

“Marco… não finja!… sou uma boba, Marco… sem você, não fui nada… Como você pode dizer isso?”

E naquela hora, tive que Abraçá-la. Até os cabelos dela são macios e delicados. Eu beijava ela com paixão e ela me olhava tão triste.
Naquela noite, eu comi ela 3 vezes.
Não queria deixar ela pensar. Na primeira vez, enrolei ela com meu corpo e meti com loucura. Tava com vontade dela. Desejava ela, porque amo muito ela e me irrita vê-la triste.
Gozei uma primeira vez, mas não era suficiente. Ela ainda chorava.
“Marco… O que você tá fazendo?” perguntou, ao sentir eu bombando dentro dela de novo.
“Não gosto de te ver chorar, Pamela!” falei, acariciando ela. “Você é muito gostosa pra ficar chorando!”
E ela se deixava amar, montando em mim. Acariciei os peitos perfeitos dela e chupei eles, porque os bicos dela estavam pedindo pra eu fazer isso.
Gozei de novo, mas simplesmente não tava satisfeito.
Deitamos de frente um pro outro. Nossos beijos e carícias guiavam nosso sexo. Ela era minha e se entregava por completo.
Apertávamos nossos corpos com força, nos aproximando cada vez mais intensamente.
O calor dos nossos corpos. O cheiro do nosso suor, misturado com o cheiro de sexo e o perfume doce da minha parceira gostosa…
Ainda lembro de tudo.
Finalmente, quando gozei dentro dela mais uma vez (ela já tinha gozado mais de 12 vezes), ficamos mais calmos.
“Marco… eu te quero…” disse ela, me acariciando com carinho. “Se você me pedir pra ser ‘a outra’… eu serei… e não sei… se você quiser ter filhos comigo… bem… eu…”
Beijei ela e acalmei ela. Estávamos na mesma página.
Mas no dia seguinte, tudo ia desandar.
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1 comentários - Sete por sete (58): Pamela na faixa (I)

Que intenso con la ingeniero trainee! Saludos y un abrazo. Descansa cuanto puedas come bien y sigue siendo feliz con tantas hembras
Si, ya estamos descansando un poco más.Saludos