Aqui estava eu, a metros de minha casa, deitada na mesa de um completo desconhecido, enfiada em seu sêmen.
- Onde está o banheiro? Perguntei descendo da mesa.
-Vem, te acompânio.
Juntei rápido minha roupa e o segui.
-Duche tranquila, já te trago toalhas.
Entrei debaixo d'água tibia, não podia parar de pensar que fazia ali? O que fiz com esse tipo que nem sequer conhecia? E se eu contasse a alguém?
Estava distraída em meus pensamentos quando ele entrou na ducha e me abraçou por trás, apoiando-me.
-Você molhou o cabelo, agora você vai ter que ficar aqui até secar.
-Vos sabem todas!
Depois de banhar-nos juntos entre beijos e carícias, voltamos à cena do crime.
-Gostaria que não contasses a ninguém disso, eu nunca estive assim com alguém... assim sem conhecê-lo, você me entende?
-A quem pensas que posso contar? Não é meu estilo andar ventilando minhas coisas. Não te faças tanto drama, a ideia é passar bem.
Ele me convidou para almoçar, conversamos e intercambiamos números de telefone.
Saí procurando que ninguém me visse e volti para minha casa, felizmente meu irmão já havia chegado.
Alguns dias depois eu estava me preparando para sair com minha amiga Pao, estava escolhendo o que iria usar quando me chegou um mensagem
-Gordita do meu coração, não me mates! Lucas me convidou a passar o fim de semana em Gesell, vamos nos ver em um tempo! Te prometo que o próximo saímos 🙂
Não me dei ao trabalho de responder, outra vez me deixava em banda, a tola era eu por planejar saídas com Paola, desde que saía com Lucas não se despegava dele. Me joguei na cama pensando quem poderia chamar para não ficar sozinha. Duvidava, devia ligar? Devia mandar um mensagem? E por quê não?
Hola, sou Camila
Hola bebe! Que lindo que me escrevas, o que fazias?
Estou em casa, ia sair com uma amiga mas se cancelou, na verdade não quero ficar aqui
Querés que nos vejam? Agora estou comendo com amigos mas me libero em uma hora mais ou menos
Quase duas horas depois... Cheguei a um bar do centro onde havíamos marcado, ele já estava lá tomando uma cerveja.
- Olá linda, como você está?
Me deu um beijo na face enquanto me agarrava da cintura.
-Você toma?
-Sim, dale
A conversa foi cada vez mais relaxada e a pouco nos fomos aproximando, após alguns beijos cada vez mais quentes ele propôs ir para sua casa.
Quase entrámos, entre beijos e carícias tiramos mutuamente a roupa, ele se deitou na cama e me chamou:
-Veni, bebê, mostre-me o que você faz com essa boca linda
Me arrodilhei ao seu lado e comecei a percorrer com a língua desde a base até a ponta do pau, repetindo o movimento várias vezes até que comecei a guardá-lo na minha boca, ouvi-o gemir e isso me excitou muito. Tentei meter-lhe toda, mas não podia, saboreava, enchia de saliva, realmente gostava fazê-lo
-Veni, ponha essa pussy na cara que eu quero comer!
Acomodei-me acima dele sem desatender a tarefa que tanto estava desfrutando
-Que molhada está, bebê!
O prazer era absoluto, chupar, sentir, gemir. Queria ficar assim para sempre, mas não pude aguentar muito sua língua no meu clitóris, abandonei minha tarefa por um momento e acabei entre gritos e tremores
-Queda arrodillada, eu te amo fazer isso!
Ele se pôs atrás de mim e me acariciou a bunda, lançando um desafio
-Sabe que quero? Que você peça, pede que eu o coja
Não havia pudor, nem culpa, nem nada parecido, o olhei deseosa e disse:
-Esto empapada, coja-me, coja-me forte!
Sem duvidar, apoiei a cabeça do pau na entrada da minha pussy, agarrei a cintura e ele me meteu toda de um só envio
-Que quente está! São tão puta! Você gosta não?
-Siiiiiiii!!!! Eu gosto do seu pau, você me encanta!!
-Sim, bebê, não guarde nada!
Llevava um ritmo perfeito, eu gostava sentir ele dentro de mim. Suas mãos foram deslizando e sem parar de bombear-me apoiou um dedo na minha bunda
-Eu quero comer este bum!
-Nunca fiz... Conteste nervosa
- Melhor ainda! Venha se deitar
Me separou as pernas e começou a me masturbar, suas mãos faziam estragos no meu corpo que não tardou em reagir, um calor intenso me correu de ponta a ponta, um novo orgasmo me invadiu.
Cláudio aproveitou esse momento exato para lubrificar o meu bunda e introduzir um dedo.
- Vire-se, você está quase pronto, bebe doce!
- Trocou o dedo por seu hinchado cock, eu fui metendo-lhe lentamente, o dolor inicial começou a ser substituído pelo prazer, movia-se suavemente esperando que eu me adaptasse à nova experiência, quando me relaxei ele agarrou-me forte da cintura e largou a suavidade de lado.
Era incrível, comecei a sentir que o seu cock palpitava e segundos após o seu sêmen me inundou.
- Que belo cu! Você tirou um monte de leite!
- Nos deitamos tentando recuperar-nos, a noite recém começara...
- Onde está o banheiro? Perguntei descendo da mesa.
-Vem, te acompânio.
Juntei rápido minha roupa e o segui.
-Duche tranquila, já te trago toalhas.
Entrei debaixo d'água tibia, não podia parar de pensar que fazia ali? O que fiz com esse tipo que nem sequer conhecia? E se eu contasse a alguém?
Estava distraída em meus pensamentos quando ele entrou na ducha e me abraçou por trás, apoiando-me.
-Você molhou o cabelo, agora você vai ter que ficar aqui até secar.
-Vos sabem todas!
Depois de banhar-nos juntos entre beijos e carícias, voltamos à cena do crime.
-Gostaria que não contasses a ninguém disso, eu nunca estive assim com alguém... assim sem conhecê-lo, você me entende?
-A quem pensas que posso contar? Não é meu estilo andar ventilando minhas coisas. Não te faças tanto drama, a ideia é passar bem.
Ele me convidou para almoçar, conversamos e intercambiamos números de telefone.
Saí procurando que ninguém me visse e volti para minha casa, felizmente meu irmão já havia chegado.
Alguns dias depois eu estava me preparando para sair com minha amiga Pao, estava escolhendo o que iria usar quando me chegou um mensagem
-Gordita do meu coração, não me mates! Lucas me convidou a passar o fim de semana em Gesell, vamos nos ver em um tempo! Te prometo que o próximo saímos 🙂
Não me dei ao trabalho de responder, outra vez me deixava em banda, a tola era eu por planejar saídas com Paola, desde que saía com Lucas não se despegava dele. Me joguei na cama pensando quem poderia chamar para não ficar sozinha. Duvidava, devia ligar? Devia mandar um mensagem? E por quê não?
Hola, sou Camila
Hola bebe! Que lindo que me escrevas, o que fazias?
Estou em casa, ia sair com uma amiga mas se cancelou, na verdade não quero ficar aqui
Querés que nos vejam? Agora estou comendo com amigos mas me libero em uma hora mais ou menos
Quase duas horas depois... Cheguei a um bar do centro onde havíamos marcado, ele já estava lá tomando uma cerveja.
- Olá linda, como você está?
Me deu um beijo na face enquanto me agarrava da cintura.
-Você toma?
-Sim, dale
A conversa foi cada vez mais relaxada e a pouco nos fomos aproximando, após alguns beijos cada vez mais quentes ele propôs ir para sua casa.
Quase entrámos, entre beijos e carícias tiramos mutuamente a roupa, ele se deitou na cama e me chamou:
-Veni, bebê, mostre-me o que você faz com essa boca linda
Me arrodilhei ao seu lado e comecei a percorrer com a língua desde a base até a ponta do pau, repetindo o movimento várias vezes até que comecei a guardá-lo na minha boca, ouvi-o gemir e isso me excitou muito. Tentei meter-lhe toda, mas não podia, saboreava, enchia de saliva, realmente gostava fazê-lo
-Veni, ponha essa pussy na cara que eu quero comer!
Acomodei-me acima dele sem desatender a tarefa que tanto estava desfrutando
-Que molhada está, bebê!
O prazer era absoluto, chupar, sentir, gemir. Queria ficar assim para sempre, mas não pude aguentar muito sua língua no meu clitóris, abandonei minha tarefa por um momento e acabei entre gritos e tremores
-Queda arrodillada, eu te amo fazer isso!
Ele se pôs atrás de mim e me acariciou a bunda, lançando um desafio
-Sabe que quero? Que você peça, pede que eu o coja
Não havia pudor, nem culpa, nem nada parecido, o olhei deseosa e disse:
-Esto empapada, coja-me, coja-me forte!
Sem duvidar, apoiei a cabeça do pau na entrada da minha pussy, agarrei a cintura e ele me meteu toda de um só envio
-Que quente está! São tão puta! Você gosta não?
-Siiiiiiii!!!! Eu gosto do seu pau, você me encanta!!
-Sim, bebê, não guarde nada!
Llevava um ritmo perfeito, eu gostava sentir ele dentro de mim. Suas mãos foram deslizando e sem parar de bombear-me apoiou um dedo na minha bunda
-Eu quero comer este bum!
-Nunca fiz... Conteste nervosa
- Melhor ainda! Venha se deitar
Me separou as pernas e começou a me masturbar, suas mãos faziam estragos no meu corpo que não tardou em reagir, um calor intenso me correu de ponta a ponta, um novo orgasmo me invadiu.
Cláudio aproveitou esse momento exato para lubrificar o meu bunda e introduzir um dedo.
- Vire-se, você está quase pronto, bebe doce!
- Trocou o dedo por seu hinchado cock, eu fui metendo-lhe lentamente, o dolor inicial começou a ser substituído pelo prazer, movia-se suavemente esperando que eu me adaptasse à nova experiência, quando me relaxei ele agarrou-me forte da cintura e largou a suavidade de lado.
Era incrível, comecei a sentir que o seu cock palpitava e segundos após o seu sêmen me inundou.
- Que belo cu! Você tirou um monte de leite!
- Nos deitamos tentando recuperar-nos, a noite recém começara...
14 comentários - Mi vecino el pervertido 2
Caliente caliente relato
Jajaja... Me gusto mucho este tmb!