Una Mujer Común III (Chantajeada Por El Jefe De Su Esposo)

Já tinham se passado alguns dias desde que Pamela foi estuprada por três drogados do bairro, e já fazia um tempo que ela tinha se entregado pra uns entregadores de cerveja do antigo emprego dela. Então, pra ela, tudo já tinha ficado pra trás e tava esquecido.
Ela nem lembrava que um dos drogados tinha gravado um vídeo onde ela era a protagonista, porque era ela que tava sendo fodida na gravação e dava pra ver claramente o rosto dela, assim como cada centímetro do corpo bem torneado dela.
Acontece que um dia o chefe do Jesus (o marido da Pamela) foi até a casa do rapaz, porque o moleque tinha que entregar umas chaves pro patrão dele.
O homem, que já era meio velho, devia ter uns cinquenta e poucos anos, bem acima do peso e extremamente peludo, tava parado na entrada da casa da Pamela.
Naquele dia, o drogado que tinha gravado o vídeo onde ele e os amigos dele comiam a voluptuosa gostosa sexy viu o chefe do Jesus e se aproximou dele, porque o moleque queria arrumar um emprego.
Ele chegou no homem mais velho e pediu um segundo do tempo dele pra explicar o desejo de trabalhar, então pediu uma oportunidade pra aquele cara, que, sem nenhum preconceito, marcou o rapaz no escritório dele no dia seguinte.
Essa série de acontecimentos não foi vista nem pelo Jesus nem pela Pamela, porque eles tavam procurando aquelas chaves. No entanto, como tava demorando demais, Pamela saiu pra convidar o patrão do marido dela pra entrar. Don Calin, como chamavam o chefe do Jesus, ficou pasmo ao ver a garota, que tava usando uma blusa branca que transparentava e deixava ver que por baixo ela só usava um sutiãzinho preto e um short de lycra azul escuro que marcava claramente que por baixo só tinha uma calcinha fio dental. Apesar de ter tido muitas amantes, ele nunca tinha visto uma beleza igual à da Pamela, porque ela era jovem, tinha a pele lisa e morena, como já mencionei em relatos anteriores, além de umas cadeiras bem pronunciadas, um belo par de pernas e umas... tetas que mal davam conta de segurar o sutiã que a garota usava.
Pamela, como boa anfitriã, convidou Dom Calin pra entrar, e ele, se fazendo de cavalheiro, deixou a garota passar na frente, quando na real a intenção dele era poder ver com calma a bunda da mulher, que inocente caminhava e inconscientemente rebolava. Dom Calin ficou na hora apaixonado pela beleza da esposa do funcionário dele, com quem ficou batendo papo um tempinho enquanto Jesus achava as malditas chaves.

Mas chegou a hora em que Jesus encontrou as chaves e entregou pro chefe. Era hora de ir embora, então Dom Calin pegou as chaves que tinha ido buscar, se despediu do funcionário e da garota que tinha deixado ele perplexo, dando um beijo na bochecha dela enquanto acariciava a cintura com uma mão, pra depois vazar sem mais nem menos.

Naquela noite, enquanto estava deitado na cama sozinho — porque era viúvo — não conseguia parar de pensar na esposa do funcionário, naquele par de bundas que a garota carregava, em como eram redondas e empinadas aquelas tetas. Não conseguia parar de imaginar como seriam os buracos dela: será que eram bem apertados ou talvez muito largos? Porque com certeza uma mulher assim devia ser fodida direto, e enquanto imaginava como seria comê-la, se masturbava até ficar exausto e cair num sono profundo.

No dia seguinte, já no escritório, a secretária mandou pelo interfone o recado de que: "tinha chegado o rapaz que ele tinha chamado".

Dom Calin, que já quase não lembrava de quem se tratava, deixou ele entrar e, ao vê-lo, veio na mente na hora as lembranças de onde tinha visto ele. Então entrevistou o cara, percebendo rapidamente que o garoto "era um inútil", então, com honestidade, disse que naquele momento não precisava de alguém com as capacidades dele, que eram zero.

O garoto, puto porque não conseguiu o que tinha ido buscar, se retirou e, furioso, bateu a porta do escritório de Um portão batendo e sem olhar para trás, sem saber que se tivesse olhado teria visto que esquecia o celular na escrivaninha do homem que não o tinha contratado.
Os minutos passaram e Dom Calino não tinha percebido que havia um telefone na sua mesa, até que, procurando uma de suas canetas, o viu, ali parado, era um bom telefone, então o cinquentão, curioso, o pegou e começou a examiná-lo, deixando-se levar pela curiosidade, foi fuçando na galeria do celular, ficando boquiaberto ao ver as fotos de Pamela, as mesmas fotos que o irmão mais novo do viciado tinha tirado, nas quais a garota aparecia não só com grande nitidez, mas completamente nua. Aquele homem fechou rapidamente o aplicativo e abriu a pasta de vídeos, esperando encontrar mais, mas sem imaginar que encontraria algo muito melhor do que poderia imaginar.
Ao abrir a pasta de vídeos, começou logo a procurar algum vídeo em que pudesse apreciar melhor a garota, até que de repente encontrou algo inesperado: era um vídeo em que se via claramente Pamela transando com três homens, um deles o garoto que ele não tinha contratado e que tinha esquecido o celular.
Rapidamente, Dom Calino teve uma ideia, era mais do que óbvio que o marido de Pamela não sabia de nada, pois o senhor tinha verificado a data em que o vídeo tinha sido gravado e percebeu que naquele dia ele tinha mandado Jesus fazer alguns trabalhos com um de seus afilhados, levando carga num caminhão.
Então, era de se supor que Jesus não sabia nada sobre como naquele dia sua esposa tinha sido a puta daqueles caras, que ela inclusive tinha pedido para ser fodida mais forte, até fazendo dupla penetração e sendo sodomizada brutalmente, e que muito em breve ele, seu chefe, também faria o mesmo, pois tinha intenções de foder Pamela.
Pamela ignorava o que estava acontecendo naquele momento, então ela continuava com sua vida normal e sua rotina diária, indo e vindo de compras para a comida do dia a dia no bairro dela, então nunca teria suspeitado que um dia chegaria em casa e encontraria um envelope pequeno com um DVD dentro, que o Don Calin tinha deixado na porta da casa dela antes. Não era incomum ela achar envelopes com bilhetes obscenos na entrada, mas esse era diferente, por causa do DVD.
Pamela entrou em casa, abriu o envelope e encontrou um bilhete dizendo que, se ela não fizesse tudo o que mandassem, mostrariam os vídeos do DVD para o marido dela. Pamela ficou chocada, pois não lembrava que os drogados tinham gravado ela em vídeo — com certeza tinha esquecido por causa da boa foda que levaram. Rapidamente, ela pegou o disco e colocou pra rodar. Horrorizada, a garota viu no vídeo ela sendo penetrada em todos os buracos por aqueles três drogados.
Pamela desabou em choro, não sabia o que fazer. Amava o marido, mas não podia negar que a do vídeo era ela, e não podia deixar ele ver o vídeo, assim como não sabia quem era o filho da puta que estava chantageando ela.
Naquele mesmo dia, quando o marido chegou, ele disse que o chefe tinha mandado ele fazer um trabalho com o afilhado, levando mercadoria, mas dessa vez seria um pouco mais longe e ele teria que se ausentar de casa por uns dias, deixando ela sozinha.
Não era a primeira vez que Jesus ia ajudar o afilhado do chefe, e isso não surpreendia Pamela, já que era até certo ponto rotineiro. No entanto, a garota não sabia que tudo era um plano para que ela não tivesse desculpa pra não cumprir as ordens do chefe do marido dela.
Os dias passaram, e Pamela não teve notícia alguma do chantagista, então ela ficou sem mencionar nada pro marido, que já no dia seguinte ia viajar a trabalho com o afilhado do chefe.
O dia chegou, então Jesus pegou a mochila e se despediu da esposa, dizendo que voltaria em alguns dias. Pamela saiu pra se despedir do marido na porta de casa. Era de madrugada, então não tinha ninguém nas ruas. Já perdendo o marido de vista, a garota voltou pra dentro de casa pra terminar de dormir. Ao acordar, fez o de sempre: se arrumou pra fazer seus exercícios pra manter aquele rabo gostoso em forma e, depois da rotina aeróbica, tomou um banho, só pra sair e se vestir pra ir comprar o que ia cozinhar naquele dia. Mas qual não foi sua surpresa quando, ao abrir a porta de casa, encontrou um envelope. E, ao abri-lo, se deparou com algo que gelou o sangue dela na hora, porque dentro do envelope tinha uma carta que dizia:

Pamela, se você não quer que o vídeo chegue nas mãos do seu marido, espero que siga minhas ordens. Hoje à tarde vai chegar um pacote pra você com roupas. Quero que vista o que eu mandar e que se arrume toda, inclusive faça umas lavagens íntimas. Quero que você esteja extremamente limpa pra qualquer coisa que eu precisar. Depois, às 11 da noite, pegue um táxi que vai estar te esperando. O motorista já tem instruções e a corrida já está paga. Ele vai te levar até onde eu estarei te esperando. Você já sabe o que vai acontecer se não aparecer.

Pamela estava aterrorizada, mas não tinha outra escolha. Então, naquele dia, esperou impassível até as 6 da tarde, quando alguém bateu na porta dela. Era um jovem de uma empresa de entregas que disse:

— Pacote pra senhora Pamela.

Pamela respondeu que era ela e, só mostrando um documento e assinando o recebido, deixaram o pacote. Era uma caixa meio grande que ela abriu com cuidado pra encontrar, lá dentro, um vestido rosa bem curto com aberturas nas laterais, umas meias também rosa com liga e uns sapatos de salto agulha alto que, igual ao resto da roupa, eram rosa.

Era uma roupa de qualquer puta, sem dúvida as intenções de quem estava chantageando Pamela eram óbvias. Ele queria aproveitar ela por completo, queria realizar as fantasias sexuais dele, queria fazer dela sua puta. decidida a acabar com isso, tomou um bom banho e fez o que mandaram: deu umas lavagens anais e vaginais e vestiu aquela roupa que tinham ordenado. Soltou o cabelo e se olhou no espelho — parecia uma puta. A saia minúscula do vestidinho não cobria a bunda inteira, deixando tudo à mostra mesmo quando ela estava de pé, então nem queria imaginar como ia ficar quando sentasse e a saia subisse mais.

A hora chegou, eram 11 da noite, e Pamela saiu de casa só pra encontrar um táxi na porta, exatamente como tinham dito que ia acontecer. O motorista ficou pasmo: era uma mina gostosa pra caralho, com um vestido que, mais que provocante, era imoral. Os peitos quase pulavam pra fora do decote, e como ela não usava sutiã — porque a roupa era tão justa que era óbvio que mandaram assim de propósito — os bicos apareciam marcados. A bunda ficava visível porque o vestido não cobria quase nada, e ela só usava uma tanguinha fio dental.

Já era noite, e apesar de muitos malandros estarem na rua naquela hora, ninguém deu bola pra ela — todo mundo achou que era mais uma das putas do bairro pela roupa.

Pamela se preparou pra entrar no táxi enquanto o motorista abria a porta, e bem na hora que ela ficou de costas pra ele, o cara aproveitou pra passar a mão na bunda dela, enfiando por baixo do vestido e até por baixo da tanguinha, deixando o dedo sentir o cu. Pamela deu um pulo, se virou e tentou dar um tapa na cara do sujeito, mas ele segurou a mão dela e disse:

— Qual é? Agora vai se fazer de santa, vestida desse jeito que até dá vontade de te comer na rua?

Indignada, Pamela entrou no táxi e não trocou uma palavra com o motorista, que já tinha recebido instruções e agora sim se preparou pra dirigir — mas sem parar de olhar pelo retrovisor as pernas bem torneadas da morena, que só usava a roupa que mandaram e, honestamente, parecia uma qualquer. mas ela continuava sendo uma mulher muito gostosa.
O táxi parou logo depois de entrar num motel, em frente ao quarto marcado com o número 69. Pamela desceu do veículo e foi até a porta, com muito medo bateu nela, só para alguém responder:
— Entra, tô te esperando ansioso.

Pamela girou a maçaneta e abriu a porta enquanto o barulho do táxi cantando pneu a assustava e fazia com que, do susto, ela desse um pequeno pulo que fez a saia subir um pouco mais da metade da bunda, deixando ver aquela rabuda enorme que era dividida só pelo fio dental rosa. Rapidamente, com as duas mãos, ela arrumou o vestido de novo, tentando se cobrir o máximo possível, embora não desse pra muito, porque o vestido era bem curto.

Pamela entrou no quarto completamente apavorada. O cômodo estava na penumbra, com uma luz fraca que só deixava ver a parte onde ela estava parada. No canto oposto, coberto pelas sombras, dava pra enxergar a silhueta de um homem claramente acima do peso, que com uma voz que Pamela parecia reconhecer, mas sem ter certeza, falou com ela:
— É óbvio que você não quer que seu marido descubra o seu vídeo.

Pamela ficou calada enquanto o homem disse:
— Por isso você tá aqui seguindo minhas instruções, com um vestido que claramente foi feito pra uma puta.

Pamela, cheia de raiva, respondeu:
— O que você quer de mim? Por que não me deixa em paz?

E o homem só se limitou a dizer:
— Quero o que eu vi que você pode oferecer, puta. Quero que você seja minha puta, assim como foi a puta daqueles três vagabundos. Agora dança, quero ver como você mexe essa bunda gostosa.

Pamela ficou congelada com o que ouviu. Estava sendo chantageada, mas era óbvio que não tinha saída. Então, sem outra forma de se livrar da enrascada em que estava, ela mesma começou a se mexer do jeito mais sensual que conseguia imaginar, dando um espetáculo glorioso pro homem escondido nas sombras.

Pamela rebolava de de um lado para o outro mostrando o corpo dela em poses que destacavam seus atributos até que o homem disse o que vinha aguentando desde que a viu:
—Tira o vestido devagar, quero te ver pelada.
Pamela, sem nenhuma objeção, começou a fazer o que ele mandou, então lentamente começou a tirar o vestido de baixo pra cima, deixando ver primeiro que só usava meia-calça por baixo, com sutiã e um fio dental, até deixar o abdômen descoberto e subindo até os peitos dela, que estavam saindo com um pouco de dificuldade, até que sentiu alguém segurá-la bem na hora em que o vestido cobria o rosto dela.
Pamela só se segurou pra não gritar com a surpresa desagradável de que o chantagista já tinha tocado nela. O homem, que Pamela não conseguia ver, estava acariciando o abdômen dela e passou a mão por trás da cintura da garota, descendo até as nádegas e apertando com força enquanto a garota rangia os dentes pra não soltar nenhum grito.
O homem apertou Pamela contra ele e abaixou os braços dela, puxando o vestido que cobria o rosto dela, revelando sua identidade pra garota, que viu com grande surpresa que quem ia possuí-la sexualmente naquela noite não era ninguém menos que o chefe do marido dela. Atônita, ela só conseguiu dizer:
—Seu Calin, o senhor?
O homem rapidamente segurou a nuca de Pamela com uma mão e puxou ela pra perto, colando os lábios dele nos dela e enfiando a língua o mais fundo que podia na boca dela. Pamela estava completamente chocada, pois nunca tinha imaginado que seria o chefe do marido dela quem a desejasse tanto a ponto de chantageá-la.
No entanto, nem por isso Pamela deixava de sentir nojo, porque aquele homem não era nem de longe bonito pro gosto dela: era um gordo de cabelo grisalho e extremamente peludo. Ela voltou aos pensamentos quando o homem a soltou e rapidamente desabotoou as calças, abaixando elas junto com a cueca até os pés e deixando o pau pular pra fora. O pau dele estava ereto, enorme e grosso, cheio de veias, e se destacava muito por entre os pelos pubianos, que eram completamente brancos e abundantes.

Pamela só olhava, atônita, e pensava como um homem daquele jeito podia ter um membro daqueles. Pela cabeça dela passou rapidamente uma ideia que a aterrorizou: e se aquele homem desprezível resolvesse sodomizá-la? Pamela arregalou ainda mais os olhos, cheia de terror, porque era quase certo que aquele sem-vergonha ia pedir o cu dela, já que lembrou que ele tinha mandado ela fazer uma lavagem anal. Pamela amaldiçoou a própria distração por não ter pensado nisso antes, mas antes que ele arrombasse a bunda dela, o que ia rolar?

O homem rapidamente resolveu a dúvida da mulher: sentou numa poltrona do quarto e ordenou que Pamela se ajoelhasse onde estava e se aproximasse dele de quatro, para que ela ficasse entre as pernas dele e pudesse fazer um boquete. A garota, sabendo que não tinha muitas opções, decidiu se resignar e fazer o que mandaram.

Timidamente, ela se ajoelhou e, devagar, se aproximou dele como ele tinha ordenado. A garota ficou com o rosto entre as pernas do homem, com o pau dele apontando direto pra cara dela. Pamela, que já tinha sido obrigada a chupar paus antes, fazia isso muito bem, sem que ela mesma soubesse. Mas nem por isso aquela era uma das práticas sexuais favoritas dela; na verdade, era algo que dava muito nojo. Mas, sem jeito de se opor, pegou o pau enorme com as mãos e, surpresa, porque mesmo segurando o pinto com as duas mãos ainda sobrava um bom pedaço descoberto, se preparou para chupar a rola. Colou os lábios devagar na cabeça e deu primeiro um beijinho, tentando aumentar o tesão — não porque gostasse, mas porque sabia que tinha que agradar aquele homem, já que disso dependia se ele mostraria o vídeo ou não.

Depois, ela colocou a língua pra fora e passou em volta da glande, enquanto o homem começava a soltar gemidos de prazer. Foi aí que ela... sempre com a língua dele descendo por todo o comprido e cheio de veias que era o pau até os colhões e ali parou só pra subir de novo e já na ponta da glande abriu a boca o máximo que os lábios permitiram e enfiou a piroca que aquele homem tinha de pau na boca dela tentando engolir tudo mas era óbvio que não era tarefa fácil, foi quando o macho já quase fora de si disse:
Engole tudo, puta, que eu sei que você adora
Enquanto com as duas mãos empurrava a cabeça da Pamela pra baixo fazendo o pau dele se enterrar na boca da garota causando umas ânsias da porra na mulher que tossia, enquanto aquele homem sentia como os lábios daquela gostosa abraçavam o pau dele.
E enquanto ela forcejava com as mãos tentando se soltar do homem que a forçava a engolir pica, aquele velho nojento começava a mexer a pélvis pra cima e pra baixo, praticamente fodendo a boca da morena, pra quem ele gritava:
– Você não sabe a vontade que eu tava de chupar esse pau desde que te vi
Mas num descuido do Dom Calin, a garota se soltou das mãos do homem e quase se sufocando começou a puxar ar com força, enquanto o homem olhava com tesão a silhueta da garota que estava semidespida, rapidamente pegou ela pelo braço enquanto ela ainda não parava de tossir e babar saliva misturada com líquido pré-seminal, guiou ela até a cama onde a jogou e deixou ela simplesmente apoiada com as mãos na beira da cama e a bunda empinada, numa posição que favorecia as intenções do Dom Calin, que com o pau totalmente duro apontou pra buceta da Pamela que só estava coberta pela tanga fio dental que ele tinha mandado ela usar e enquanto ela recuperava o fôlego ele aproveitou pra puxar a tanga pro lado com uma mão e com a outra segurava o pau dele e de uma só vez enfiou tudo na garota, que sem estar completamente recuperada soltou um grito desgraçado pela dor que sentiu ao receber a Um bicho desses dentro dela.
A garota praticamente estava desabando na cama enquanto dom Calin segurava ela pelos quadris para bombear com toda força, tentando enfiar o pau inteiro dentro da boceta dela — uma coisa que não ia ser nada fácil, por causa do tamanho descomunal do pau daquele homem. E enquanto ele bombava, Pamela gritava:
— Para, pelo amor de Deus, tá doendo, me machuca, vai mais devagar, dom Calin, eu imploro, paraaaaaa!

Mas o homem não ligava. Enquanto ela pedia piedade entre soluços e choro, ele apoiou um pé na cama e levou as mãos por baixo do vestido de Pamela, que estava todo arregaçado pra cima dos peitos dela, só pra apertar com força os seios dela sem parar de meter com tudo, num vai e vem frenético. E a garota só sentia como, a cada estocada, aquele pau descomunal abria mais espaço lá dentro.

De repente, o homem parou de bombar e tirou o pau ainda duro da boceta da garota. Ela levou a mão até a virilha pra aliviar um pouco a xereca que tinha acabado de ser castigada. Enquanto ela fazia isso, dom Calin, já sem calças, abriu a mão e deu um tapa seco e forte com toda força na bunda dela. A garota, ainda ofegante por não conseguir respirar direito enquanto soluçava depois de ser tão brutalmente penetrada, soltou um grito de dor. E dom Calin só ria da reação da mulher, que virou o rosto pra olhar pra ele com os olhos ainda cheios de lágrimas por ter sido submetida a um castigo tão brutal.

Sem perder tempo, dom Calin olhou Pamela dos pés à cabeça. Ela agora estava completamente jogada em cima da cama, vestindo aquele vestido rosa todo arregaçado pra cima dos peitos, uma cinta-liga que mantinha as meias no lugar depois de tanta bagunça, uma calcinha fio-dental minúscula, quase inexistente, que estava puxada pro lado, deixando vendo a buceta pelada da garota, que estava completamente e cuidadosamente depilada, e uns saltos agulha tudo na cor rosa.
Dom Calin, sem perder a ereção, se jogou em cima da garota, que tentava segurá-lo com as mãos, mas o velho, muito habilidoso, só pegou a fio dental que a Pamela estava usando, arrancando sem nenhuma consideração, deixando a buceta da garota completamente nua, à disposição e sem nada que impedisse que fosse penetrada de novo. A garota só olhava pro homem com terror, porque sabia que isso era só o começo.

Dom Calin se deitou na cama e, com o pau ereto, olhou pra garota e disse:
— O que cê tá esperando, mamãe? Seu coelho tá com fome e aqui mesmo tem a cenoura dele com molho.

A garota só engoliu saliva e, de quatro na cama, passou uma perna por cima do homem, ficando montada naquele macho que, com muita perícia, rapidamente enfiou a cabeça do pau na buceta dela de novo, enquanto ela colocava as duas mãos no peito peludo do homem, que dava nojo pra garota, que só fechava os olhos enquanto sentia aquele velho nojento apertar as nádegas dela com força com as duas mãos e puxá-la pra baixo pra que o pau dele pudesse entrar mais fundo na garota, que de novo apertou os dentes pra não gritar enquanto sentia aquele membro se abrindo espaço dentro dela.

Enquanto o homem continuava com o mete e sai, Pamela só ouviu ele dizer:
— Grita, puta, quero ouvir você relinchar, porca.

E ele dizia isso bem na hora em que empurrava o pau mais fundo, e ela só apertava os dentes com força pra não dar o gosto, mas sabia que tinha que deixar aquele desgraçado satisfeito, que tava se esbaldando comendo ela, então começou a soltar uns gemidinhos que, cada vez que ele enterrava a linguiça até o fundo das entranhas dela, faziam ela gritar bem alto, enquanto por dentro a garota só sentia como se o membro estivesse pulsando igual um coração acelerado cada vez que enfiavam até o fundo.
Aos poucos, Pamela conseguiu sentir como aquela pica já quase entrava completa nas suas entranhas, era algo impressionante, pois ela sabia que nunca tinha tido nenhuma daquele tamanho dentro dela, e apesar do nojo que sentia de ser fodida por aquele homem por dentro, não podia negar que aquele velho nojento estava lhe causando um puta prazer com a sua pica monstruosa cheia de veias inchadas e grossas.
Inconscientemente, Pamela deixou escapar alguns gemidos, o que fez o velho esboçar um sorriso, pois ele sabia do prazer que podia fazer aquela morena sentir. De repente, Dom Calin pegou o vestido que estava amassado no torso da garota e o tirou por cima da cabeça com dificuldade, claro, porque estava bem justo no corpo da mulher.
Os peitos pularam assim que foram libertados da prisão que era aquele vestido, Dom Calin não perdeu tempo e rapidamente segurou cada seio com uma mão, os peitos eram de bom tamanho e firmes, com uns mamilos escuros que logo foram cobertos pelos lábios daquele velho, que começou a chupar os mamilos de Pamela sem parar de meter nela, e agora era ela que se movia para cima e para baixo com a sua rebolada, algo que a garota fazia sem perceber, pois era óbvio que tinha começado a gostar. Assim ficaram por um tempo, até que Dom Calin se levantou carregando Pamela ainda enfiada no pau, virou-se e jogou a garota na cama, mandou ela virar e ficar de quatro.
A garota, completamente fora de si pelo prazer que as investidas de Dom Calin tinham provocado, obedeceu sem reclamar, sem nem pensar no que viria a seguir, nem quando Dom Calin aproximou o rosto das nádegas da garota e com as mãos separou aqueles pedaços redondos e duros de carne que a garota tinha como bundão, deixando um buraco que, apesar de não ser virgem, ainda estava bem apertadinho.
Don Calin colocou a língua pra fora e começou a chupar a buceta da Pamela, que só se contorcia de prazer, era óbvio que já tinha começado a gostar do jeito que aquele velho fazia, mas de repente ela não sentiu mais prazer, nem sentiu uma língua querendo entrar no cu dela, sentiu algo grande batendo na porta dos fundos, algo muito maior, foi quando Pamela voltou do mundo de prazer e virou a cabeça pra olhar pra trás e viu com horror que Don Calin já tinha colocado a pica na posição e começava a empurrar pra rachar a bunda dela em dois, Pamela começou a gritar pedindo piedade:
— Não, por favor, Don Calin, por favor, eu imploro, faço o que o senhor quiser, mas por aí não, vai me partir em dois
Don Calin olhou pra Pamela e disse:
— Mas menina, não seja dramática, com essa carne toda que você tem, isso é uma coisa que você não pode me negar
Pamelinha pediu piedade, mas o velho tava decidido a possuir ela pelo cu, então já puto, falou pra garota:
— Cala a boca, puta, ou eu racho teu cu ou mando os vídeos pro corno do teu marido, que com certeza nem te come tão gostoso quanto eu, ou cê acha que não te ouvi gemer de prazer enquanto enchia teu rabo com minha pica?
Pamela ficou muda e virou o olhar pra cama, porque o velho, apesar de ser um filho da puta que tava chantageando ela, tinha razão, então sem trocar mais palavras, o velho empurrou com força enquanto Pamela se agarrava nos lençóis da cama e mordia o travesseiro com toda força, porque sentia a cabeça inchada do pau começando a entrar no cu dela, rasgando as paredes anais da mulher, a dor era indescritível e tava só começando, porque Don Calin não queria só meter a glande que já tava dentro da garota, então com mais força ainda, empurrou fazendo Pamela, de tanta dor, largar o travesseiro e soltar um grito, mas nem isso fez o velho parar, e mais uma vez ele enfiou o membro dentro da Pamela, que tentava abafar os gritos. cobrindo-se com o travesseiro até ouvir aquele velho nojento dizer:
-pronto, Pamelita, você engoliu tudo e nem imagina que gostoso, sinto como sua buceta aperta forte, é a mais apertada que já provei
Pelos rostos de Pamela só caíam lágrimas que o velho não via, seu Calin, que segurava Pamela pelos quadris para ela não escapar, começou a bombear aquela bundinha deliciosa, o que causava uma dor forte na garota que, com o passar dos minutos, foi se transformando em ardência e depois de um bom tempo em que Pamela já tinha sofrido bastante, quase não sentia mais dor e começava a ter um leve esboço de prazer enquanto o velho continuava e continuava bombando o cu dela enquanto com as mãos alternava entre acariciar os quadris, apertar os peitos, beliscar os mamilos e dedilhar a buceta da garota, até que, sem aviso, se separou dela deixando como um buraco o cu da garota que estava bem dilatado, pois tinha se adaptado ao enorme pau que estava recebendo.
Seu Calin sentou num dos sofás que tinha no quarto, um pequeno minimalista, que era a forma de um cilindro pequeno e, surpreendentemente, ainda estava com o pau bem duro e apontando para cima, seu Calin novamente deu ordens a Pamela, dizendo:
-vem pra cá que quero continuar te comendo o cu, quero que você sente em cima de mim pra eu meter por trás
Pamel foi até onde estava seu Calin, ou pelo menos tentou, pois depois de ter sido fodida daquele jeito, já andava com dificuldade, sentia como dos seus buracos anal e vaginal saíam grandes quantidades de fluidos, com certeza entre os fluidos dela e o líquido pré-seminal do seu Calin ou será que o filho da puta tinha gozado dentro dela? e tinha ficado duro de novo sem tirar o pau, era isso que Pamela pensava bem quando sentiu seu Calin puxá-la pela cintura e sentá-la em cima dele de frente e enfiando o pênis pelo cu nessa posição.
Pamela nessa posição e já Sem sentir dor ao ser penetrada, começou a pular no pau do macho que apertava as nádegas dela com as duas mãos, enquanto a mina sentia ele tentando chupar os peitos dela, mas com dificuldade, porque não conseguia chegar perto por causa da barriga enorme que afastava ela da boca dele. E assim ele deixou ela pulando em cima da vara dele por um bom tempo, mas de novo o seu Calin quis mudar de posição e, carregando ela pelas pernas, jogou ela de novo na cama de barriga pra cima e com as mãos separou as pernas dela enquanto a Pamela olhava pra ele toda ofegante.

Seu Calin cuspiu na mão e passou na buceta da mina, algo que já nem precisava mais, porque a buceta já tava bem aberta. Pegou o pau dele com a mão e enfiou o pênis na buceta da garota, que soltou um gemido de prazer ao se sentir cheia mais uma vez. De novo, o velho começou a meter e tirar enquanto a Pamela abraçava aquele velho com as mãos e as pernas, tentando agora que o pau chegasse mais fundo nela.

Mas de repente, seu Calin se deixou cair em cima da mina e agarrou ela pelas cadeiras enquanto se ouvia ele rugir. A Pamela pensou: agora sim, acabou tudo. Até que ouviu seu Calin falar:

— Toma, putinha, toma todo meu leite e transforma isso num bebê. Quero te deixar prenha, Pamelita, quero fazer um filho em você.

A Pamela reagiu com surpresa ao ouvir a analogia do seu Calin, não pelo que implicava, mas porque começou a pensar que não tinha menstruado em dois meses. Mas rapidamente voltou dos pensamentos quando sentiu algo quente se espalhando dentro dela e transbordando pelos lábios da buceta, escorrendo pelas nádegas e se depositando na cama.

Seu Calin tinha terminado e tinha enchido o coelho da Pamela de leite. Então, exausto, se deitou na cama junto com a mina e rapidamente pegou no sono. Era óbvio, depois da foda que tinha dado na garota, os roncos entregavam ele. A Pamela olhou o relógio, surpresa: já eram 8h17 da manhã. Eles tinham transado a noite toda.

Sem fazer barulho, a Pamela se levantou da cama. A cama foi pro chuveiro pra se lavar um pouco e, ao abrir a porta, levou um susto, pois viu em cima da pia um pacote com instruções coladas, dizendo:

"Isso é pra quando você terminar de se encher de porra. Aqui dentro tem uma calça de moletom, tênis e uma blusa. Se veste, você tem minha palavra de que nunca vou contar pro seu marido sobre o vídeo. Depois de se vestir, vaza e me deixa descansar, puta."

Simples, déspota e filha da puta era a mensagem que tinham deixado, mas a garota não reclamou. Então tomou banho, se vestiu e saiu do motel rumo à casa dela. Enquanto caminhava sozinha, pensava em quando foi a última vez que tinha menstruado e, aterrorizada, lembrou que foi bem antes daquele vendedor de cerveja gozar grosso dentro dela.

Continua...

2 comentários - Una Mujer Común III (Chantajeada Por El Jefe De Su Esposo)

Falto q el jefe del esposo la compartiera con los compañeros de su marido