Um jovem está desgastando o corpo e a saúde com um ritmo infernal de masturbação. A irmã dele vai ajudar a equilibrar e satisfazer ele, enquanto ela mesma curte umas gozadas bem gostosas.
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De algum jeito eu tinha que fazer isso, e preciso confessar que tentei fazer da melhor forma que pude. E, embora esteja satisfeita com o jeito que fiz, adoraria saber a opinião de vocês... o que teriam feito no meu lugar e que estratégia teriam seguido.
A coisa começou exatamente há um mês, e também era uma sexta-feira como hoje. Pra mim, quase todas as coisas importantes aconteceram em sextas-feiras; assim, tenho tempo pra refletir nos sábados e descansar nos domingos.
Naquela sexta, minha mãe estava voltando do médico, séria demais pro meu gosto, então já temi o pior. Ela tem 55 anos, e nessa idade as mulheres costumam ter problemas. Minha mãe é uma mulher muito séria. É uma mãe maravilhosa, muito responsável, e nos deu uma educação excelente, nós três irmãos, mas também preciso admitir que ela é meio antiquada pros tempos de hoje e tem muito pouco tato pra assuntos delicados. Então não me surpreendeu quando, ao perguntar sobre o médico, ela disse que não era por ela, mas pelo meu irmão Oscar, que tem dezoito anos e mora com a gente. Resumindo, minha mãe tinha descoberto que meu irmão tinha adquirido, sem conseguir largar segundo ela, "o vício da masturbação" em proporções bem preocupantes.
Pra sustentar a opinião dela, me contou que o tinha pego várias vezes na tal prática em diferentes horas do dia, que ele tinha no quarto dele um monte de revistas pornográficas guardadas, que tinha perdido uns cinco quilos nos últimos meses, que andava dormindo em qualquer lugar, que a cueca dele parecia se desgastar demais na parte da frente e que Todo dia eu tinha que trocar os lençóis da cama dele porque as manchas enormes de porra que decoravam eram evidentes, formando vários tipos de figuras que naquela hora da manhã já estavam durinhas.
Eu disse pra minha mãe que não achava nada alarmante no que ela tava me contando, que todo jovem, homem ou mulher, se masturbava, que não era um vício, que não causava efeitos prejudiciais e que até era considerada uma prática saudável e que...
Mas minha mãe não me deixou terminar, dizendo que o médico tinha falado a mesma coisa, mas que aquele médico era um ignorante e eu uma mulher desbocada e libertina, e que ela sabia perfeitamente o que tinha que fazer com o filho dela e com isso a conversa acabou.
Eu, sinceramente, achei um pouco de graça, mas conhecendo o jeitão da minha mãe, comecei a me preocupar e naquela noite tive um pesadelo em que via meu irmão correndo pelado pelo corredor comprido da minha casa e minha mãe perseguindo ele com uma faca de cozinha com claras intenções de castrá-lo. Acordei suada e assustada.
Naquele dia e nos seguintes, o tal assunto não ocupou minha mente, porque vários problemas na empresa onde trabalho me sobrecarregaram, mas de novo na sexta-feira ele apareceu com novas conotações.
Meu irmão tinha pedido permissão pra ir a uma festa, o que me deixou bem feliz, porque pensei que a socialização era uma boa coisa pra moderar os impulsos masturbatórios dele, que sempre são exacerbados pela solidão. Se é que eu não sei disso, eu que aos 35 anos me masturbo com uma regularidade e dedicação dignas de causa melhor, toda sexta-feira à noite.
Justamente estava terminando minha prática semanal no auge da felicidade, quando ouvi meu irmão chegando andando na ponta dos pés até o quarto dele. Ele é um moleque muito bem-educado, respeitoso e bom aluno. Um garoto quase modelo. Voltei a pensar no que minha mãe tinha me contado e senti uma vontade muito sincera de ajudá-lo, mas a verdade... era que no nosso grupo familiar reinava uma incomunicação total em matéria de intimidades e nem se fala de sexo, do qual nunca se falou, nem mesmo na despedida de solteira da minha irmã, o que já era demais.
No entanto, como eu estava acordada e satisfeita, pude ouvir os barulhos muito especiais que saíam do quarto do meu irmão. Não conseguia definir claramente a natureza nem a característica desses barulhos, mas de repente, alguns me lembraram os sons diabólicos que tinha ouvido no filme O Exorcista.
Então, com muito cuidado, me dirigi, assim mesmo semidespida, mas com cautela, até o quarto do meu irmão pra ver se conseguia entender alguma coisa. O quarto dele estava na semi penumbra e a porta fechada, mas a janelinha que dá pro corredor tinha a cortina levemente escorregada, por onde pude observar o que teria sido muito difícil imaginar.
Oscar estava no meio do quarto, totalmente pelado, se masturbando que nem um doido na frente do pôster de uma mulher exuberante e nua. Embora o que vi me parecesse impactante, não era nada que eu não pudesse ter imaginado, então já ia me mandar, quando Oscar, com movimentos de uma solenidade estranha, foi até a cama dele, pegou os dois travesseirões, um dos quais eu mesma tinha dado de presente, e os colocou cerimoniosamente no chão. Em seguida, tirou o pôster da mulher da parede, esticou ele sobre os travesseiros e se deitou em cima da imagem, furando a mulher bem ali onde tinha que furar. A mulher nem reclamou, claro, mas Oscar curtia a façanha dele de um jeito tão autêntico que era comovente. Ali ele soltou uns sons daqueles do Exorcista e, logo depois, se levantando, derramou sobre a imagem violentada o jato de esperma mais espetacular que eu poderia imaginar — e não digo visto porque na verdade nunca vi, embora tivesse adorado ver.
Depois do que descrevi, meu irmão voltou pra cama dele e eu me preparava pra voltar pra Meu quarto, quando Oscar retomou a prática manual, deitado de costas, enquanto repetia periodicamente um nome de mulher, agitando o pau — que é bom dizer, era de comprimento normal, mas de grossura não sei se normal, não tenho muita experiência, mas era grosso, bem grosso mesmo.
A cada nome de mulher que ele pronunciava, o ritmo da punheta mudava, ficando mais ou menos intenso. Assim, por exemplo, pude perceber que a Cecília inspirava um ritmo lento e cadenciado, enquanto a Myrta merecia um ritmo mais dinâmico, mais apressado, sem ser violento. A Julia inspirava umas sacudidas de menor frequência, mas de grande intensidade, e a Ximena o levou a um ritmo selvagem e animal que o fez se ajoelhar para explodir num final líquido tão glorioso quanto o dedicado à monumental dos almofadões.
Depois dessa prática, meu irmão caiu derrubado na cama e não se mexeu mais, mas como eu sentia a respiração dele, soube que não tinha morrido de masturbador e voltei pra minha cama.
Não posso dizer que voltei pra minha cama tranquila, não. Aconteciam duas coisas comigo. Uma era que parte da preocupação da minha mãe tomou conta de mim, não porque eu pensasse igual a ela, mas porque realmente achava que o que tinha presenciado era algo superlativo, não tinha imaginado que a punheta pudesse alcançar esses níveis de intensidade. E a outra era que a capacidade de resposta sexual do meu irmão era realmente prodigiosa. Mas tanta energia, eu pensava, era tempo que fosse canalizada de forma mais condizente com a sexualidade madura. Resumindo, que meu irmão tivesse relações sexuais normais com uma mulher, e me propus a arrumar uma pra ele. No total, entre minhas amigas mais próximas, tinha várias que não fariam nenhum problema pra me ajudar, e outras que até viriam na hora se eu ligasse, mesmo que fossem três da manhã. Mas não era pra apressar as coisas. Durante os dias daquela semana e nos momentos que eu podia roubar do meu imenso trabalho na empresa, pude dedicar um tempinho pra avaliar as características das possíveis mulheres que eu podia colocar no caminho masturbatório do meu irmão, pra desviar os interesses dele das mulheres de papel pras mulheres de carne e osso.
Analisei várias alternativas e no final escolhi a Glória. Uma loira de 25 anos, ardente como uma tocha e bem parecida com a gostosa do pôster do meu irmão, e com uma disposição na cama que era de dar inveja.
Quando contei pra Glória meu plano e pedi a gentil colaboração dela, os olhos e não sei que outra parte da anatomia dela se dilataram cheios de desejo, e antes que eu terminasse os detalhes ela respondeu:
Pode considerar feito, amiga... só me diz o dia e a hora. Ah... e muito obrigada pela preferência.
Mas a coisa não era tão fácil assim. Ainda faltava falar com meu irmão, porque não dava pra jogar ele assim, desprevenido e sem aviso, nas mãos dessa verdadeira piranha do sexo que era minha querida amiga Glória.
Esperei, então, que chegasse a sexta-feira, que era o dia combinado com a Glória, e lá pelas 19 horas abordei meu irmão, que deitado na cama do quarto dele, lia tranquilamente uma revista não pornográfica. Uma pena, porque uma revista desse tipo teria facilitado as coisas. Comecei falando com ele sobre coisas diversas, sobre a solidão, sobre como as mulheres estavam liberadas, sobre os filmes que ele gostava, sobre um amigo meu que era gay, sobre as páginas eróticas da internet, e assim fui me aproximando tangencialmente do assunto, até que finalmente perguntei se ele já tinha estado com uma mulher, e ele me respondeu com toda calma que não.
Então expliquei que uma amiga minha achava que ele era um homem muito atraente e que, no fim das contas, teria muito prazer em ficar com ele naquela mesma noite, e descrevi ela o mais parecida possível com a mulher do pôster, que naquele momento estava na minha frente, meio remendada depois daquela... penetração daquela noite, mas antes que eu terminasse de falar, segura do meu sucesso, Oscar, se levantando levemente na cama, me paralisou com a seguinte resposta.
Você queria que eu transasse com a puta da sua amiga Glória... Você é louca... se um dia eu transar com uma mulher, tem que ser uma mulher inteligente, recatada e decente... ele ficou um momento em silêncio, como se procurasse algo na memória, e depois completou... Assim como você... enquanto isso, prefiro continuar me masturbando.
Tive que reconhecer que meu irmão, tradicionalmente reservado e de poucas palavras, tinha sido extremamente eloquente. Então, deixei ele sozinho e fui rapidamente ligar pra Glória, dizendo que nosso plano não ia rolar por causa de uma doença do meu irmão. Era mentira, mas também não queria ferir a dignidade da Glória, que até podia ser meio puta, mas tinha dignidade. A coisa não teria tido maior importância, se não fosse porque minha irmã casada voltava do exterior e passou pra nos visitar naquela noite. Ela ficou francamente escandalizada com a aparência de Oscar, disse que ele estava com um aspecto deplorável, que parecia ter trinta anos, que talvez estivesse com tuberculose etc... etc... e a verdade era que meu irmão parecia uma alma penada, estava perdendo o apetite visivelmente, andava sonolento o tempo todo e, no entanto, à noite eu continuava ouvindo seus sons guturais e o rangido rítmico da cama dele.
Assim, uma noite, preocupada com a intensidade do barulho, me espiei pela janela e pude ver como ele se masturbava com uma intensidade particular, o pau grosso e dilatado dele exibia uma cabeça brilhante, quase vermelha, no exato momento em que explodia, lançando um jato impressionante pelo ar, enquanto Oscar, de olhos fechados, repetia com voz rouca: Mercedes... Mercedes...
Minhas pernas tremeram, meus joelhos quase cederam, e mal cheguei no meu quarto, me enfiei inteira debaixo das cobertas da cama e fiquei A única coisa que eu queria era dormir, mas não consegui por horas. Depois de muito pensar, lembrar, aceitar e rejeitar possibilidades, e de tentar dizer que o que estava acontecendo não estava acontecendo, a única verdade possível se instalou claramente no meu cérebro. Agora não era o Oscar que tinha um problema, era eu.
As coisas estavam cristalinamente claras. Oscar era um homem normal, que sabia perfeitamente que a masturbação era uma substituição, que não queria transar com mulheres, mas sim com uma que fosse como eu, e a única mulher que ele conhecia como eu era eu mesma. Então, sendo sincera comigo mesma, tive que admitir que todas as noites, enquanto ouvia o barulho das manobras dele, a imagem do corpo nu dele, preso pelo desejo, me invadia, e tive que admitir que nas duas últimas sextas-feiras, minhas sessões de masturbação tinham sido pensando nessa imagem, só que eu não tinha querido admitir. Então, nós dois estávamos nos desejando a poucos metros de distância, e eu não podia esperar que ele fosse mais explícito do que já tinha sido. Portanto, a decisão estava nas minhas mãos, e eu sabia qual era essa decisão, mas uma coisa é ter a decisão, e outra bem diferente é colocá-la em prática. Mas não tinha alternativa.
Eu ia transar com ele. Seria o melhor para todos. Faria isso na próxima sexta-feira. Mas como eu faria? Da maneira mais profissional possível.
De todas as minhas características como pessoa, a que eu mais valorizo é o profissionalismo com que realizo todas as minhas tarefas, sempre de forma direta, concreta, planejada e cobrindo todos os flancos. Então, naquela sexta-feira, às nove da noite, entrei no meu banheiro e me mergulhei na banheira que tinha preparado com toda a espuma e perfume caro que tinha selecionado.
Quando saí da água, minha pele exalava um aroma embriagador e uma maciez que me satisfazia plenamente. Tinha comprado, a um preço exorbitante, um conjunto de lingerie o mais parecido possível com o das revistas do Oscar, de um branco radiante. Meus peitos Eram tão bem modeladas pelo meu sutiã que eu mesma me achei excitante, e minha calcinha se enfiou entre minhas nádegas exatamente como mandava o figurino. A cinta-liga segurava perfeitamente as meias mais delicadas que encontrei, e o resto foi feito por uma camada fina de maquiagem. Me olhei no espelho e parecia duas coisas: gostosa e puta, acho que era a combinação perfeita para dar um fim definitivo na punheta.
Como conhecia perfeitamente a rotina dele, esperei pacientemente até a meia-noite, quando começaram os barulhos rítmicos. Naquele momento, saí do meu quarto e caminhei devagar pelo corredor escuro, e em poucos minutos estava na janela dele. Ele estava pelado na cama, com o instrumento na mão direita, se masturbando devagar e com segurança, como um profissional da bronha. Depois foi aumentando o ritmo, jogou longe a revista que segurava na frente dos olhos e, se levantando, andou até o centro do quarto, apontou o membro em estado de máxima tensão na direção do meu quarto e ouvi ele dizer claramente:
— Mercedes... vem... vem...
Aquele era o momento exato para entrar, e eu estava prestes a empurrar a porta quando percebi que minha buceta pulsava tão rápido que não consegui me mexer. Fiquei hipnotizada pela imagem do Oscar no auge da prática dele. Só minhas mãos começaram a buscar entre minhas pernas, para encontrar a maciez molhada dos meus lábios e a pulsação ritmada do meu tubo ardente. Alternadamente, eu apertava meus peitos ou acariciava minhas nádegas, e meu corpo inteiro começou a vibrar no ritmo que o Oscar impunha com a mão direita. Estávamos na mesma sintonia e, sem que ele soubesse, ele tinha me contaminado com o erotismo solitário dele e se apoderado dos meus desejos. Como sincronizados por um mecanismo diabólico, nossas mãos pareciam acionadas pelo mesmo desejo, o mesmo ritmo e a mesma força, de modo que, quando meus pés finalmente se moveram em direção à porta, não me surpreendeu que fosse ele quem a abrisse. Então, como se Se a gente tivesse combinado desde meses, eu procurei com minha mão o pau quente dele, apertando ele inteiro, enquanto os dedos dele não tiveram dificuldade nenhuma pra entrar na minha buceta até o fundo ardente, e a gente se entregou nos nossos ritmos e nas nossas batidas por um tempão, se procurando e se encontrando de mil jeitos até que minha xota pulsou na mão dele e ele me deu na minha o mais caudaloso dos rios quentes.
Ia ser a última e mais gloriosa punheta dele e das minhas, porque o resto daquela noite eu mostrei o caminho pra ele e ele aprendeu a andar nele com a segurança de um andarilho consagrado.
Minha mãe andava feliz naquela semana, me disse que o Oscar tinha recuperado o apetite, que não se satisfazia com nada, que tava cheio de energia e que os lençóis dele tavam impecáveis e que tudo isso era graças a um segredo da natureza que ela tinha aplicado no café da manhã.
Eu sabia que o segredo da natureza era o mais antigo do mundo, que eu tinha aplicado ele e que agora mesmo eu tava lavando meus próprios lençóis, pontualmente manchados todas as últimas noites.
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De algum jeito eu tinha que fazer isso, e preciso confessar que tentei fazer da melhor forma que pude. E, embora esteja satisfeita com o jeito que fiz, adoraria saber a opinião de vocês... o que teriam feito no meu lugar e que estratégia teriam seguido.
A coisa começou exatamente há um mês, e também era uma sexta-feira como hoje. Pra mim, quase todas as coisas importantes aconteceram em sextas-feiras; assim, tenho tempo pra refletir nos sábados e descansar nos domingos.
Naquela sexta, minha mãe estava voltando do médico, séria demais pro meu gosto, então já temi o pior. Ela tem 55 anos, e nessa idade as mulheres costumam ter problemas. Minha mãe é uma mulher muito séria. É uma mãe maravilhosa, muito responsável, e nos deu uma educação excelente, nós três irmãos, mas também preciso admitir que ela é meio antiquada pros tempos de hoje e tem muito pouco tato pra assuntos delicados. Então não me surpreendeu quando, ao perguntar sobre o médico, ela disse que não era por ela, mas pelo meu irmão Oscar, que tem dezoito anos e mora com a gente. Resumindo, minha mãe tinha descoberto que meu irmão tinha adquirido, sem conseguir largar segundo ela, "o vício da masturbação" em proporções bem preocupantes.
Pra sustentar a opinião dela, me contou que o tinha pego várias vezes na tal prática em diferentes horas do dia, que ele tinha no quarto dele um monte de revistas pornográficas guardadas, que tinha perdido uns cinco quilos nos últimos meses, que andava dormindo em qualquer lugar, que a cueca dele parecia se desgastar demais na parte da frente e que Todo dia eu tinha que trocar os lençóis da cama dele porque as manchas enormes de porra que decoravam eram evidentes, formando vários tipos de figuras que naquela hora da manhã já estavam durinhas.
Eu disse pra minha mãe que não achava nada alarmante no que ela tava me contando, que todo jovem, homem ou mulher, se masturbava, que não era um vício, que não causava efeitos prejudiciais e que até era considerada uma prática saudável e que...
Mas minha mãe não me deixou terminar, dizendo que o médico tinha falado a mesma coisa, mas que aquele médico era um ignorante e eu uma mulher desbocada e libertina, e que ela sabia perfeitamente o que tinha que fazer com o filho dela e com isso a conversa acabou.
Eu, sinceramente, achei um pouco de graça, mas conhecendo o jeitão da minha mãe, comecei a me preocupar e naquela noite tive um pesadelo em que via meu irmão correndo pelado pelo corredor comprido da minha casa e minha mãe perseguindo ele com uma faca de cozinha com claras intenções de castrá-lo. Acordei suada e assustada.
Naquele dia e nos seguintes, o tal assunto não ocupou minha mente, porque vários problemas na empresa onde trabalho me sobrecarregaram, mas de novo na sexta-feira ele apareceu com novas conotações.
Meu irmão tinha pedido permissão pra ir a uma festa, o que me deixou bem feliz, porque pensei que a socialização era uma boa coisa pra moderar os impulsos masturbatórios dele, que sempre são exacerbados pela solidão. Se é que eu não sei disso, eu que aos 35 anos me masturbo com uma regularidade e dedicação dignas de causa melhor, toda sexta-feira à noite.
Justamente estava terminando minha prática semanal no auge da felicidade, quando ouvi meu irmão chegando andando na ponta dos pés até o quarto dele. Ele é um moleque muito bem-educado, respeitoso e bom aluno. Um garoto quase modelo. Voltei a pensar no que minha mãe tinha me contado e senti uma vontade muito sincera de ajudá-lo, mas a verdade... era que no nosso grupo familiar reinava uma incomunicação total em matéria de intimidades e nem se fala de sexo, do qual nunca se falou, nem mesmo na despedida de solteira da minha irmã, o que já era demais.
No entanto, como eu estava acordada e satisfeita, pude ouvir os barulhos muito especiais que saíam do quarto do meu irmão. Não conseguia definir claramente a natureza nem a característica desses barulhos, mas de repente, alguns me lembraram os sons diabólicos que tinha ouvido no filme O Exorcista.
Então, com muito cuidado, me dirigi, assim mesmo semidespida, mas com cautela, até o quarto do meu irmão pra ver se conseguia entender alguma coisa. O quarto dele estava na semi penumbra e a porta fechada, mas a janelinha que dá pro corredor tinha a cortina levemente escorregada, por onde pude observar o que teria sido muito difícil imaginar.
Oscar estava no meio do quarto, totalmente pelado, se masturbando que nem um doido na frente do pôster de uma mulher exuberante e nua. Embora o que vi me parecesse impactante, não era nada que eu não pudesse ter imaginado, então já ia me mandar, quando Oscar, com movimentos de uma solenidade estranha, foi até a cama dele, pegou os dois travesseirões, um dos quais eu mesma tinha dado de presente, e os colocou cerimoniosamente no chão. Em seguida, tirou o pôster da mulher da parede, esticou ele sobre os travesseiros e se deitou em cima da imagem, furando a mulher bem ali onde tinha que furar. A mulher nem reclamou, claro, mas Oscar curtia a façanha dele de um jeito tão autêntico que era comovente. Ali ele soltou uns sons daqueles do Exorcista e, logo depois, se levantando, derramou sobre a imagem violentada o jato de esperma mais espetacular que eu poderia imaginar — e não digo visto porque na verdade nunca vi, embora tivesse adorado ver.
Depois do que descrevi, meu irmão voltou pra cama dele e eu me preparava pra voltar pra Meu quarto, quando Oscar retomou a prática manual, deitado de costas, enquanto repetia periodicamente um nome de mulher, agitando o pau — que é bom dizer, era de comprimento normal, mas de grossura não sei se normal, não tenho muita experiência, mas era grosso, bem grosso mesmo.
A cada nome de mulher que ele pronunciava, o ritmo da punheta mudava, ficando mais ou menos intenso. Assim, por exemplo, pude perceber que a Cecília inspirava um ritmo lento e cadenciado, enquanto a Myrta merecia um ritmo mais dinâmico, mais apressado, sem ser violento. A Julia inspirava umas sacudidas de menor frequência, mas de grande intensidade, e a Ximena o levou a um ritmo selvagem e animal que o fez se ajoelhar para explodir num final líquido tão glorioso quanto o dedicado à monumental dos almofadões.
Depois dessa prática, meu irmão caiu derrubado na cama e não se mexeu mais, mas como eu sentia a respiração dele, soube que não tinha morrido de masturbador e voltei pra minha cama.
Não posso dizer que voltei pra minha cama tranquila, não. Aconteciam duas coisas comigo. Uma era que parte da preocupação da minha mãe tomou conta de mim, não porque eu pensasse igual a ela, mas porque realmente achava que o que tinha presenciado era algo superlativo, não tinha imaginado que a punheta pudesse alcançar esses níveis de intensidade. E a outra era que a capacidade de resposta sexual do meu irmão era realmente prodigiosa. Mas tanta energia, eu pensava, era tempo que fosse canalizada de forma mais condizente com a sexualidade madura. Resumindo, que meu irmão tivesse relações sexuais normais com uma mulher, e me propus a arrumar uma pra ele. No total, entre minhas amigas mais próximas, tinha várias que não fariam nenhum problema pra me ajudar, e outras que até viriam na hora se eu ligasse, mesmo que fossem três da manhã. Mas não era pra apressar as coisas. Durante os dias daquela semana e nos momentos que eu podia roubar do meu imenso trabalho na empresa, pude dedicar um tempinho pra avaliar as características das possíveis mulheres que eu podia colocar no caminho masturbatório do meu irmão, pra desviar os interesses dele das mulheres de papel pras mulheres de carne e osso.
Analisei várias alternativas e no final escolhi a Glória. Uma loira de 25 anos, ardente como uma tocha e bem parecida com a gostosa do pôster do meu irmão, e com uma disposição na cama que era de dar inveja.
Quando contei pra Glória meu plano e pedi a gentil colaboração dela, os olhos e não sei que outra parte da anatomia dela se dilataram cheios de desejo, e antes que eu terminasse os detalhes ela respondeu:
Pode considerar feito, amiga... só me diz o dia e a hora. Ah... e muito obrigada pela preferência.
Mas a coisa não era tão fácil assim. Ainda faltava falar com meu irmão, porque não dava pra jogar ele assim, desprevenido e sem aviso, nas mãos dessa verdadeira piranha do sexo que era minha querida amiga Glória.
Esperei, então, que chegasse a sexta-feira, que era o dia combinado com a Glória, e lá pelas 19 horas abordei meu irmão, que deitado na cama do quarto dele, lia tranquilamente uma revista não pornográfica. Uma pena, porque uma revista desse tipo teria facilitado as coisas. Comecei falando com ele sobre coisas diversas, sobre a solidão, sobre como as mulheres estavam liberadas, sobre os filmes que ele gostava, sobre um amigo meu que era gay, sobre as páginas eróticas da internet, e assim fui me aproximando tangencialmente do assunto, até que finalmente perguntei se ele já tinha estado com uma mulher, e ele me respondeu com toda calma que não.
Então expliquei que uma amiga minha achava que ele era um homem muito atraente e que, no fim das contas, teria muito prazer em ficar com ele naquela mesma noite, e descrevi ela o mais parecida possível com a mulher do pôster, que naquele momento estava na minha frente, meio remendada depois daquela... penetração daquela noite, mas antes que eu terminasse de falar, segura do meu sucesso, Oscar, se levantando levemente na cama, me paralisou com a seguinte resposta.
Você queria que eu transasse com a puta da sua amiga Glória... Você é louca... se um dia eu transar com uma mulher, tem que ser uma mulher inteligente, recatada e decente... ele ficou um momento em silêncio, como se procurasse algo na memória, e depois completou... Assim como você... enquanto isso, prefiro continuar me masturbando.
Tive que reconhecer que meu irmão, tradicionalmente reservado e de poucas palavras, tinha sido extremamente eloquente. Então, deixei ele sozinho e fui rapidamente ligar pra Glória, dizendo que nosso plano não ia rolar por causa de uma doença do meu irmão. Era mentira, mas também não queria ferir a dignidade da Glória, que até podia ser meio puta, mas tinha dignidade. A coisa não teria tido maior importância, se não fosse porque minha irmã casada voltava do exterior e passou pra nos visitar naquela noite. Ela ficou francamente escandalizada com a aparência de Oscar, disse que ele estava com um aspecto deplorável, que parecia ter trinta anos, que talvez estivesse com tuberculose etc... etc... e a verdade era que meu irmão parecia uma alma penada, estava perdendo o apetite visivelmente, andava sonolento o tempo todo e, no entanto, à noite eu continuava ouvindo seus sons guturais e o rangido rítmico da cama dele.
Assim, uma noite, preocupada com a intensidade do barulho, me espiei pela janela e pude ver como ele se masturbava com uma intensidade particular, o pau grosso e dilatado dele exibia uma cabeça brilhante, quase vermelha, no exato momento em que explodia, lançando um jato impressionante pelo ar, enquanto Oscar, de olhos fechados, repetia com voz rouca: Mercedes... Mercedes...
Minhas pernas tremeram, meus joelhos quase cederam, e mal cheguei no meu quarto, me enfiei inteira debaixo das cobertas da cama e fiquei A única coisa que eu queria era dormir, mas não consegui por horas. Depois de muito pensar, lembrar, aceitar e rejeitar possibilidades, e de tentar dizer que o que estava acontecendo não estava acontecendo, a única verdade possível se instalou claramente no meu cérebro. Agora não era o Oscar que tinha um problema, era eu.
As coisas estavam cristalinamente claras. Oscar era um homem normal, que sabia perfeitamente que a masturbação era uma substituição, que não queria transar com mulheres, mas sim com uma que fosse como eu, e a única mulher que ele conhecia como eu era eu mesma. Então, sendo sincera comigo mesma, tive que admitir que todas as noites, enquanto ouvia o barulho das manobras dele, a imagem do corpo nu dele, preso pelo desejo, me invadia, e tive que admitir que nas duas últimas sextas-feiras, minhas sessões de masturbação tinham sido pensando nessa imagem, só que eu não tinha querido admitir. Então, nós dois estávamos nos desejando a poucos metros de distância, e eu não podia esperar que ele fosse mais explícito do que já tinha sido. Portanto, a decisão estava nas minhas mãos, e eu sabia qual era essa decisão, mas uma coisa é ter a decisão, e outra bem diferente é colocá-la em prática. Mas não tinha alternativa.
Eu ia transar com ele. Seria o melhor para todos. Faria isso na próxima sexta-feira. Mas como eu faria? Da maneira mais profissional possível.
De todas as minhas características como pessoa, a que eu mais valorizo é o profissionalismo com que realizo todas as minhas tarefas, sempre de forma direta, concreta, planejada e cobrindo todos os flancos. Então, naquela sexta-feira, às nove da noite, entrei no meu banheiro e me mergulhei na banheira que tinha preparado com toda a espuma e perfume caro que tinha selecionado.
Quando saí da água, minha pele exalava um aroma embriagador e uma maciez que me satisfazia plenamente. Tinha comprado, a um preço exorbitante, um conjunto de lingerie o mais parecido possível com o das revistas do Oscar, de um branco radiante. Meus peitos Eram tão bem modeladas pelo meu sutiã que eu mesma me achei excitante, e minha calcinha se enfiou entre minhas nádegas exatamente como mandava o figurino. A cinta-liga segurava perfeitamente as meias mais delicadas que encontrei, e o resto foi feito por uma camada fina de maquiagem. Me olhei no espelho e parecia duas coisas: gostosa e puta, acho que era a combinação perfeita para dar um fim definitivo na punheta.
Como conhecia perfeitamente a rotina dele, esperei pacientemente até a meia-noite, quando começaram os barulhos rítmicos. Naquele momento, saí do meu quarto e caminhei devagar pelo corredor escuro, e em poucos minutos estava na janela dele. Ele estava pelado na cama, com o instrumento na mão direita, se masturbando devagar e com segurança, como um profissional da bronha. Depois foi aumentando o ritmo, jogou longe a revista que segurava na frente dos olhos e, se levantando, andou até o centro do quarto, apontou o membro em estado de máxima tensão na direção do meu quarto e ouvi ele dizer claramente:
— Mercedes... vem... vem...
Aquele era o momento exato para entrar, e eu estava prestes a empurrar a porta quando percebi que minha buceta pulsava tão rápido que não consegui me mexer. Fiquei hipnotizada pela imagem do Oscar no auge da prática dele. Só minhas mãos começaram a buscar entre minhas pernas, para encontrar a maciez molhada dos meus lábios e a pulsação ritmada do meu tubo ardente. Alternadamente, eu apertava meus peitos ou acariciava minhas nádegas, e meu corpo inteiro começou a vibrar no ritmo que o Oscar impunha com a mão direita. Estávamos na mesma sintonia e, sem que ele soubesse, ele tinha me contaminado com o erotismo solitário dele e se apoderado dos meus desejos. Como sincronizados por um mecanismo diabólico, nossas mãos pareciam acionadas pelo mesmo desejo, o mesmo ritmo e a mesma força, de modo que, quando meus pés finalmente se moveram em direção à porta, não me surpreendeu que fosse ele quem a abrisse. Então, como se Se a gente tivesse combinado desde meses, eu procurei com minha mão o pau quente dele, apertando ele inteiro, enquanto os dedos dele não tiveram dificuldade nenhuma pra entrar na minha buceta até o fundo ardente, e a gente se entregou nos nossos ritmos e nas nossas batidas por um tempão, se procurando e se encontrando de mil jeitos até que minha xota pulsou na mão dele e ele me deu na minha o mais caudaloso dos rios quentes.
Ia ser a última e mais gloriosa punheta dele e das minhas, porque o resto daquela noite eu mostrei o caminho pra ele e ele aprendeu a andar nele com a segurança de um andarilho consagrado.
Minha mãe andava feliz naquela semana, me disse que o Oscar tinha recuperado o apetite, que não se satisfazia com nada, que tava cheio de energia e que os lençóis dele tavam impecáveis e que tudo isso era graças a um segredo da natureza que ela tinha aplicado no café da manhã.
Eu sabia que o segredo da natureza era o mais antigo do mundo, que eu tinha aplicado ele e que agora mesmo eu tava lavando meus próprios lençóis, pontualmente manchados todas as últimas noites.
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