Da minha casa em frente ao posto de gasolina, eu observava a Paloma. Ela pegava a pistola pra abastecer com um jeito sexual que aprendeu com os velhos. Parava o bico, em cima daquelas pernas longas e bem torneadas, e se arqueava sabendo que todo mundo no posto olhava pra ela como se quisesse comer ela de mordidinhas. Vestiam ela com um macacão de spandex, tipo legging, nas cores da marca, e uma viseira que ninguém reparava que tinha o logo. Parecia uma modelo de revista, ou uma promotora das corridas do TC 2000, mas mais gostosa.
Ela me disse que tinham dado um uniforme novo, mas não falou que era uma legging.
Agora que ela parava a bunda, eu olhava atentamente: claramente era uma peça justíssima, parecia uma segunda pele, enfiando-se entre as nádegas com tanta ousadia e profundidade que me fazia endurecer a pica. E quando virava, sempre sorrindo pros homens pra quem se exibia, dava pra ver que também se enterrava na buceta de um jeito escandaloso, marcando claramente o começo das pernas, como linhas que estavam ali pra guiar os olhos direto pra sua buceta deliciosa.
— O que a gente tá fazendo aqui? — me perguntou Luni Tun, largado no sofá olhando junto comigo, atrás da janela.
A gente tava entocado no sofá, observando a Paloma do outro lado da rua.
— Vendo se minha namorada tá mentindo pra mim — respondi. — Por enquanto, já mentiu sobre a legging. Ela tá com ela enfiada no cu igual uma puta.
— É mulher. Mulher é estranha. E é uma guria… — Aí, com esse negócio de "guria", ele já se entregou no masturbatório. — A única coisa que ela quer é ser desejada um pouco.
— Já comeu meio mundo. O que mais ela pode querer?
— Ah, Pablito, acho que de mulher você não entende nada…
Paloma continuava sorrindo e parando a bunda. Os carros entravam e saíam, e não teve um cliente que não falasse alguma coisa pra tentar pegá-la. Tinham também dois frentistas com ela, e um preto feio e desleixado, de macacão, que não fazia outra coisa senão fumar e olhar pra ela com luxúria.
— Toma — falei pro Luni Tun, e passei os binóculos pra ele. — Me diz o que você vê.
Luni Tun olhou pra ela com atenção.
—Faz dois dias que você trabalha aqui?
—É, ainda falta umas semanas, porque tô substituindo uma amiga que saiu de férias.
—E ela diz que ninguém comeu ela?
—Como assim "diz"? Ninguém comeu ela, não!
Nisso, um carro entrou no posto e um dos frentistas foi atender. Um cara de uns 50 anos tava nas escadas que levavam pros escritórios, num prédio de dois andares, e avisou alguma coisa pra Paloma.
— Já comeu aquele frentista. Não sei dos outros, quando eu vir eles falando com ela, te aviso.
— Como assim? Cê tá louco?
— Comeu ela, o que quer que eu te fale? O gerente também comeu.
— Não, não, não, não... Não pode ser. A Paloma me disse que o gerente era um velho de uns cem anos…
— O gerente é aquele que ligou pra ela… Deve ter uns 50.
— M-mas… A Paloma não me falou…
— Lá vem outro, tá vendo? Vamos ver como eles se viram com a sua mina… — O negão magro, feio e sujo, de macacão de mecânico, se aproximou fazendo piadas e num instante ele e um dos frentistas começaram a paquerar e brincar de mão com a minha namorada— O do macacão já comeu ela, com certeza… O outro não. Mas vai se entregar a qualquer hora, Pablito.
—Não pode ser… Não pode ser…
—Olha —me interrompeu Luni Tun, e me deu os binóculos—. Um deles tá levando sua mina… ali, viu?
Olhei. Efetivamente, o cara do macacão segurava ela pela mão e entrava na oficina. A rabuda apertada e perfeita da minha gatinha rebolava sensual e submissa atrás dos passos daquele preto nojento.
—Talvez ela vai dizer que não quer, que não é uma puta…
Fecharam pela metade uma folha do portão e entraram lá dentro, e não se viu mais nada.
Eu me desanimei. Tinha que ter uma explicação. A Paloma não era esse tipo de garota.
Nosso relacionamento era diferente dos outros. Era especial.
—Não sou um corno manso, Luni Tun! —gritei com raiva—. Por mais que você seja muito bom em deduzir os outros, eu conheço minha namorada melhor que você. Eu sei o que tô falando. Você vê putas e trepadas em todo canto… Você é um doente… Um doente com coisas estranhas… é isso que você é!
O sorriso condescendente do Luni Tun quase me fez chorar.
À noite, eu passei lá e fui buscá-la, como tinha feito nas duas noites anteriores, e como era pra fazer pelo resto das semanas. É que do posto de gasolina eu acompanhava ela até a casa, que ficava longe da minha, e eu não queria que ela voltasse sozinha.
— Não precisa vir amanhã se não quiser, meu amor — Paloma me disse.
— Muitos clientes que abastecem se oferecem pra me trazer.
— Não duvido… — falei com amargura.
Não aguentava mais. Queria pegar Paloma pelo pescoço e obrigar ela a confessar, se é que tinha algo pra confessar. Um tempo antes, no posto, ela veio me encontrar com o uniforme de trabalho e aquele sorriso enorme e fresco de menina boazinha. O sorriso era o de sempre; a legging, não. De novo, a que ela usava comigo, a que ela mostrava pra mim, parecia uma legging comum. Quase nada sensual, não enfiada na bunda bem de puta, quase como se estivesse nua e pintada no tecido.
Agora voltávamos pelo caminho que ligava o posto à casa, sem ninguém por perto, nem uma alma, e muito terreno baldio dos dois lados.
— Paloma… Tem certeza que o gerente tem cem anos…?
— Ai, de novo com isso? Já te falei que ele é um velho, sei lá quantos anos ele tem!
— Você me disse cem.
— Ninguém tem cem anos, amor. Não sei quantos ele tem, não vou ficar perguntando… Sei lá… 70… 60… 50… O que eu sei?
— Como assim 50? Você tinha me dito que ele tinha…
— Ai, não enche o saco, Pablito. Também te falei que ele tinha a piroca pequena e ela é grande.
— Como assim ela é grande? Paloma, como você sabe que…?
— Ai, Pablo, você é um idiota! Eu sei lá se ela é grande, grossa e cheia de veia. É um jeito de falar. Te falei que ele tinha cem anos, e que com certeza não subia porque ele é um velho, não porque eu saiba que sobe pra ele.
Eu tava conseguindo material pra começar pelo menos cinco discussões novas. Mas não queria isso agora, só queria a verdade.
—E seus colegas? Eles não querem te comer?
—Querem, todos.
Ela não quis me machucar. Mas a sinceridade simples e brutal, e principalmente previsível, me machucou. Mesmo assim, me deu uma tesão inexplicável no pau.
—E o alto? Aquele magrelo alto, o moreno… Já te comeu…?
Vi um lampejo de dúvida nos olhos dela, um piscar. Ou o piscar foi meu, por causa do tesão que começava a aflorar.
—Ai, meu amor… — ela relaxou, me pegou pelo pescoço e me beijou—. O único que vai me comer aqui é você… e bem rapidinho…!
Eu sabia que ela não tinha me respondido, e que tava me manipulando. Não me perguntem por que, uma onda de tesão sem origem definida tomou conta de mim e eu peguei na mão dela e a levei pro terreno baldio que tinha do lado da estrada.
— O que cê tá fazendo, Pablito? —riu Paloma.
Nós paramos atrás do mato, numa clareira, longe do olhar de algum curioso que pudesse bisbilhotar da rua.
— Enfia bem essa legging pra dentro. Quero te ver toda putinha com essa legging.
Paloma não me entendia, mas a expressão dela era de diversão. Como ela ficou parada sem fazer nada, fui lá e levantei a legging dela, e aí sim ela entendeu e me disse: “Deixa”, e ajeitou sozinha.
Ela começou a ajustar aqui e ali devagar, sem se olhar, sem tirar os olhos de mim. Surpresa. Curiosa. Num instante, Paloma tinha transformado a legging comum naquela que eu tinha visto com meus binóculos: a de uma puta engole pica.
— Assim você gosta mais, meu amor? — ela me perguntou com cumplicidade.
Engoli seco. A buceta dela aparecia, marcada e volumosa, e quando Paloma virou pra eu ver ela por completo, a raba perfeita parecia nua sob o luar. Minha ereção foi na hora.
— Quero te comer — implorei.
Paloma sorriu e deu um passo na minha direção.
— Ajoelha, gostoso...
Obedeci por puro amor.
— Por favor, Paloma... Você me prometeu...
— Chiu! — ela colocou um dedo nos meus lábios —. Sua hora vai chegar, Pablito... — O tom e o olhar dela eram os que se usa com um moleque — Tá gostando?
Ela tinha a buceta coberta de pano no meu rosto e, quando virava, aquela bunda perfeita, já provada por meio mundo mas virgem pra mim. Era demais. Era demais da conta. Avancei naquele rabão, afundando meu rosto como um sedento enfia a cabeça num poço d'água no deserto. Me agarrei naqueles coxões e fucei nela, comendo sem conseguir porque ela tava vestida, e porque a risada dela, maldita, sádica em certo ponto, me dizia que não, que eu não tava comendo ela.
Paloma virou e me ofereceu a buceta, que fui devorar, sempre por cima da legging, e me olhou excitada e surpresa. Sorria fascinada, e num instante me pegou pela cabeça, me tirou de entre as pernas dela e me obrigou a olhar pra cima, nos olhos.
— Cê tá gostando de como fica em mim, meu amor?
— Me deixa louco!
— Vai me deixar usar assim no trabalho todo dia?
O fato de ela estar me pedindo permissão pra fazer algo que já tava fazendo me deixou puto e excitado ao mesmo tempo.
— Sim, sim, deixo… — e fui enfiar a cabeça de novo na buceta dela, mas ela me segurou pelos cabelos… e de novo olhei nos olhos dela, sempre de joelhos.
— Vai me deixar receber porra do gerente, meu amor? É pro tratamento… É pra ficar mais gostosa pra você.
Num cantinho da minha consciência, eu sabia que o gerente já tava gozando dentro dela, talvez naquele exato momento ela já tivesse a porra do gerente lá dentro. Mas outra parte de mim negava isso cegamente. Deixar ela continuar com o tratamento me garantia continuar acreditando nela e na farsa de que eu controlava o descontrole dela.
—T-tá bem… —falei sem perceber como me deixava manipular… —mas só com o gerente…. —Paloma sorriu triunfante—. E ninguém pode saber… Não quero que o pessoal do posto pense que você é uma puta.
Deveria ter me revoltado contra a risada dela. E percebido que ela tava curtindo minha fraqueza, minha vontade destruída. Eu tava tarado demais e desesperado por ela pra notar qualquer coisa.
—Agora deixa eu te comer, Paloma, pelo amor de Deus, pelo que você mais quiser —implorei, patético.
Paloma acariciou meus cabelos, ali embaixo onde eu estava.
—Ainda não, Pablín… Não estamos prontos pro sexo, não seja masturbador…
—Mas meu amor, tô te deixando com o gerente…
—Isso é outra coisa, Pablo. Isso é por você. É pra ficar mais gostosa.
Ela baixou a legging até a metade das coxas, virou de costas e se ofereceu.
—Agora chupa, meu amor. Sê um bom namorado e chupa nos dois buraquinhos que o gerente vai usar amanhã.
Peguei ela por trás, pelas coxas, e me humilhei nela com um desespero novo em mim. E porra, nessa altura eu já sabia pelo cheiro e pelo gosto quando a Paloma tinha recebido porra pra engordar ela. Tava nos dois buraquinhos, que eu adivinhava vermelhos e confirmava aumentados. O gosto era o de sempre: o dela e o da porra. Mais ainda na buceta, que devorei desesperado. Paloma, arqueada e empinando a raba, com as pernas abertas em compasso, começou a gemer mais e mais forte, e a excitação dela deixou a buceta mais aguada e mais leitosa. Não tava nem aí. Não ia falar nada. A única coisa que eu queria era comer ela por inteiro, fazer amor do jeito que ela deixava, possuir ela da única maneira possível pra mim. Engoli as dobras dela, os sucos, o clitóris, e a porra do gerente, do frentista magrelo e sei lá de quantos clientes. E Paloma começou a acelerar e a ficar mais puta.
—Chupa, meu amor. Chupa a boceta do gerente! —Afundei mais meu rosto nela, meu pau já doía de tanto tesão—. Que delícia que você tá me comendo, Pablito! Quero você sempre assim! Sempre de joelhos, me mostrando o quanto me ama!
Minha excitação era tanta que puxei meu pau e comecei a bater uma.
—Isso, corno, issooo... Bate uma, corno, bate uma... Ahhhh...!
Tirei a boca lambuzada dela e de porra, e reclamei.
—Não me chama de corno!
Paloma se virou furiosa com minha interrupção.
—Não me corta agora com essas merdas, Pablo, ou eu vou te foder a estação de serviço inteira e nunca mais te conto nada!
A simples possibilidade de ficar de fora do tratamento dela me colocou no meu lugar. Obediente, voltei pra buceta da minha namorada e chupei como se minha vida dependesse disso. Chupei, chupei e chupei até que as pernas da Paloma começaram a tremer e ela gozou na minha cara com um gemido surdo e profundo, vindo lá da alma dela.
— Ahhhhhhh... cuck, te amooooohhh...!!!
Meu pau tinha soltado umas gotinhas, mas ainda não tinha gozado. Tinha deixado minha punheta de lado pra pegar minha namorada pelas coxas e me enfiar nela. Pedi pra ela me bater uma um pouco, não precisava de muito pra gozar.
Ela me olhou, fez menção de se mexer e parou. Foi como se meu pedido a surpreendesse, e finalmente, depois de uma hesitação interminável e com uma cara de quem tava aceitando algo errado, ela se inclinou pra pegar meu pau.
Então uma buzina tocou e ouviram: "Paloma?"
Minha namorada mal se assustou. Olhou pra rua e talvez tenha suspirado de alívio. Puxou a legging pra cima e enfiou ela bem no meio da bunda, igual fez no posto de gasolina.
— É o Diego! Veste a roupa que ele vai dar carona!
— Paloma, não me deixa assim. Faz uma punheta pra mim, pelo amor...
Mas ela já tava virando as costas, gritando:
— Aqui, Diego! Me espera!
— Oi, gostosa — ouviram.
— Paloma, por favor, volta...
— Anda, Pablito, senão a gente vai ter que ir a pé pra casa.
O tal Diego tinha um carro novo e uns 30 anos. Fez ela sentar na frente e me jogaram no banco de trás. Os dois pareciam super à vontade, como se se conhecessem há anos. A real é que até dois dias atrás a gente nem sabia quem ele era.
Não andamos nem duas quadras e minha namorada soltou aquilo, toda empolgada.
— O Pablito deixou eu receber gozo de novo. A partir de amanhã você vai poder meter em mim do jeito que sempre quis!
— Paloma! — gritei, me jogando do banco de trás.
— O quê, meu amor? Você mesmo disse que a partir de amanhã.
Não acreditei no que tava ouvindo. Principalmente a naturalidade com que Paloma falava da nossa intimidade.
— Só deixei você com o gerente! E além disso... — meu queixo tremia de tanta humilhação pública —. Além disso, essas coisas não se comentam com um estranho!
— Ai, Pablito, não seja paranoico. O Diego é cliente antigo, vem todo dia abastecer e sempre me elogia, querendo pegar... você já sabe.
— Te dou os parabéns, Pablo — o outro falou pelo retrovisor —. Você tem a namorada mais gostosa de toda a região... E a mais safadinha.
Naquele momento, tive certeza de que aquele filho da puta já tinha comido ela.
—A partir de amanhã, você vai poder fazer aquilo que me prometeu, Diego.
—Paloma, não! Eu só te deixei com o gerente!
—E que diferença faz? O gerente... Diego... É a mesma merda. O leite de macho é o leite de macho.
—Paloma, para de falar como uma puta! Você fala como se estivesse morrendo de vontade de dar pra esse cara!
—Ai, Pablo, para com esse ciúme besta!
Paloma começava a trabalhar às 13h. O gerente saía pra almoçar de 12h às 15h, ou seja, ia embora sem vê-la e voltava com a Paloma já no trampo. Eu me posicionei escondido do outro lado da rua com os binóculos, a partir das 13h.
Claro, aconteceu de novo a mesma coisa do dia anterior. Os frentistas, o mecânico e os clientes babavam na minha mina o tempo todo. O mecânico metia a mão nela sem pudor nenhum. E a puta da minha namorada deixava, sem reclamar.
O que eu não entendia era o porquê. Até dava pra entender o caso do doutor Ramiro, um cara bonito, com grana. Mas os frentistas eram dois negões feios e sem graça, e o mecânico era pura e simplesmente um marginal. Faltavam vários dentes nele, e ele vivia sujo e largado.
Por um bom tempo, me convenci de que era só uma putaria besta, esse costume horrível que muitas mulheres têm de ficar nesse joguinho de sedução pra manter o interesse dos homens pra sempre. Até que às 13h30 o mecânico pegou minha mina pela mão, na frente dos outros, e a levou decidido pra oficina. Minha namorada seguiu ele feliz, toda sorridente e pulando, com aquele rabão balançando.
—Filha da puta! —escapou da minha alma.
Comecei a suar. Tava furioso, com ciúmes, impotente. E com uma ereção inexplicável que crescia a cada segundo. Não soube o que fazer: por um lado, queria ir lá e fazer um escândalo do caralho; por outro, queria ver se ela seria capaz de mentir pra mim. Pensei, na minha negação: talvez ela tenha visto a oportunidade de aumentar a ração dela pro tratamento. Poderia perdoar ela por não me avisar antes, porque podia ter surgido na hora, então talvez ela fosse me contar depois, assim que me visse. Ou talvez não fosse fazer nada. Talvez o mecânico fosse mostrar alguma coisa pra ela.
Mostrou sim. Vi claramente — porque dessa vez nem se deram ao trabalho de fechar uma folha do portão — como o mecânico baixou a calça elástica dele e exibiu uma tranca do caralho, grossa, quase chata e muito comprida. Mas isso não era o pior. O pior era que a Paloma, minha Paloma, que só tinha permissão pra gozar com o gerente, não se surpreendeu nem um pouco e se aproximou na hora, celebrando a cara de pau dele.
Desabotoei a gola da camiseta, o sol filho da puta me fazia suar. Voltei pros binóculos bem na hora de ver a Paloma se jogar na tranca do mecânico, caindo de joelhos na frente dele e começando a chupar ele.
—Filha da puta!
Os frentistas zoavam entre si e davam olhadas furtivas pro oficininha. E riam. Era óbvio que sabiam o que tava rolando.
Voltei a atenção pra minha namorada. Ela ainda tava de legging, bem enfiada entre as nádegas, mas o arrombado filho da puta do mecânico pegava nos peitos dela e massageava com mais luxúria que os velhos. Às vezes, puxava ela pelo cabelo e enfiava a pica na boca dela, fazendo ela chupar, e a Paloma sempre se entregando.
Decidi que não ia ficar deprimido que nem um corno manso. Pelo menos, não naquele dia. Tinha que descobrir alguma coisa, precisava saber se a Paloma seria capaz de mentir pra mim. Esperei aquele magrelo sem dente gozar na boquinha da Paloma, puxando ela pelos cabelos pra fazer pressão e não deixar escapar. derramasse uma única gota, e só então liguei.
O telefone tocou sem ninguém atender enquanto eu via o mecânico esfregar a pica nos lábios da minha mina e subir a calça. Liguei de novo quando Paloma ficou sozinha e só aí ela atendeu.
— Meu amor… —falei, com a voz trêmula—. Por que você não me atendia…?
— Oi, Pablito. Tava dando uns folhetos pra um cliente que abasteceu.
Filha da puta!
— Já… já te encheram de porra, meu amor…?
Paloma ficou em silêncio. Com os binóculos na mão, vi ela sentar num banco velho e sujo daqueles compridos, tipo de um Ford Falcon dos anos 70.
— Não, o gerente só vem às três. Tá se arrependendo?
Vi que o mecânico, já na área de serviço, trocou umas palavras com o frentista magro e alto. E o frentista começou a andar pro oficina.
— Não, não… Pensei que talvez você gostasse que eu estivesse aí… sei lá, pra empurrar a porra pra dentro, do jeito que você gosta…
— Adoraria! —comemorou animada— Mas não sei… Talvez o gerente ache meio estranho… Ele acha que você é um corno manso normal…
— Como assim acha que sou um corno?
— Não, é que ele vai pensar isso. Não vejo ele tão doidão quanto seus amigos velhos, que não tão nem aí pra você…
— Paloma…
O frentista já tava chegando no oficina. Sorriu ao ver minha namorada. E minha namorada sorriu pra ele.
— O que você pode fazer é vir, me esperar lá embaixo no pátio e, assim que eu terminar de transar, eu desço pra você me limpar…
— Pra empurrar a porra.
— Isso, isso. Pra empurrar a porra.
O frentista já tinha chegado na minha namorada e ficou de pé na frente do rosto dela. Acariciou os cabelos dela, e ela olhou nos olhos dele com um sorriso, enquanto segurava o telefone com que falava comigo.
— Meu amor —ela disse—. Tenho que desligar. Chegou outro carro pra abastecer.
Minha indignação era quase tão grande quanto minha ereção. O frentista abriu a braguilha e puxou a piroca na cara da minha amada, que lambeu os lábios.
— Espera!
Queria segurar ela, queria prolongar aquela conversa até o infinito pra ela não engolir aquela piroca infame.
— O quê, meu amor? —ela perguntou com uma vozinha de menina inocente, enquanto já massageava pra cima e pra baixo o pauzão escuro.
— Só o gerente, hein?
Paloma beijou rapidamente a cabeça inchada e brilhosa.
—Só o gerente, que?
—Que só o gerente te encha, meu amor —esclareci, e vi que enquanto eu falava ela abaixou a cabeça e engoliu o pau. E começou a rebolar a cabeça—. Não quero que esses filhos da puta dos salva-vidas ou o mecânico se aproveitem de você e tentem te encher de porra —O boquete era dos bons porque o cara já jogava a cabeça pra trás.
Paloma se soltou da pica, sorriu pro macho dela e falou comigo.
—Não, meu amor, não se preocupa… só com o gerente… Os caras tão me dando em cima, mas eu já falei que não sou dessas, que quero te respeitar. E eles também, meu amor, eles também te respeitam.
O frentista pegou ela pelos cabelos com raiva e começou a forçar uma bombada furiosa na pica dele. Eu tentei manter a conversa, mas a Paloma já não tava nem aí, desligou e jogou o celular de lado. O frentista chupou por mais um tempão e, enquanto minha mina engolia pica, eu engolia ódio. Num momento, ele tirou a pica da boca dela. Minha namorada olhou nos olhos dele com tesão. O frentista falou algo e fez ela virar pro outro lado, de quatro. A legging bem enfiada na bunda era um espetáculo. Na noite anterior, ela quase me fez gozar, mas o frentista não tinha pela minha mina o mesmo respeito que eu. Ele puxou a calça dela até a metade das coxas e aquela bundona redonda, cheia, perfeita, ficou toda exposta. Ele agarrou as nádegas dela, separou, cuspiu no meio e num segundo encostou a barriga e meteu sem cerimônia.
Meus binóculos iam da penetração pro rosto da minha namorada, puta de desejo e prazer. A visão me excitava e ao mesmo tempo me irritava. E enquanto o frentista continuava fodendo a cada vez mais puta da minha namorada, às vezes chegava um carro ou caminhão pra abastecer e eu percebia que ninguém se surpreendia muito com a cena, muitos até faziam comentários de sacanagem ou olhavam o relógio.
E sim, antes das 15 horas eu vi como Paloma foi comida pelo mecânico, pelos dois frentistas e por dois clientes. E todos gozaram dentro dela.
Às 15h, o gerente encontrou a Paloma no posto de gasolina distribuindo panfletos, enfiada naquelas leggings de puta, como se nada tivesse acontecido. Às 15h05, eu apareci no posto, feito um macho chegando pra marcar território em cima da minha mina.
Os frentistas me cumprimentaram e soltavam umas risadinhas enquanto abasteciam. Eu acenei de volta, e a Paloma veio correndo me ver, muito, mas muito feliz.
— Oi, meu amor!
Ela pegou nas minhas mãos e me beijou na boca na frente de todo mundo. Me senti feliz porque adoro ser o centro da atenção e do amor dela, mas ao mesmo tempo sabia que tava fazendo o papel de corno do bairro.
O mecânico apareceu vindo dos banheiros. Vinha se esfregando a pica por cima do moletom folgado. Pelo amor de Deus, o que fez minha Paloma se entregar pra esse cara? Ele era sujo, ensebado, faltava dois dentes… Aí lembrei da pica dele.
— Fala, Cornélio — ele me cumprimentou e agarrou a Paloma pela cintura, talvez um pouco mais pra baixo. Paloma ficou desconfortável, mas não tirou a mão dele.
— É Pablo! Meu namorado se chama Pablo.
— Ah, desculpa, achei que você se chamava Cornélio…
— Sem problemas — falei, e mordi a língua porque aquele filho da puta tava descendo a mão devagarzinho em direção à raba da Paloma. Paloma se livrou dele e foi entregar um panfleto pra um cliente que tava abastecendo e tinha ficado dentro do carro.
— Que namorada gostosa que você tem…! — e apontou pra ela com um movimento de cabeça.
Pra falar com o cliente, a Paloma se inclinou pra frente e empinou a raba igual as promotoras fazem, se arqueando. Ela sorria pro cliente de um jeito bem sedutor, e o cliente fazia piadas e cantava ela, e ela respondia com o corpo como se o cliente interessasse ela. Parecia que tava dando mole pra ele.
— Ele sempre age assim? — perguntei ao mecânico.
— Sim, mas hoje ela tá mais puta que o normal — ele falou sem anestesia. E como se tivesse percebido a crueldade involuntária, sugeriu: — Já tiro ela daí, não esquenta…
Fiquei parado, de pé, passivo total, vendo o mecânico ir até minha mina, ficar do lado dela e se inclinar pra sussurrar algo no ouvido dela. Ele apoiou uma mão no capô do carro e a outra foi direto, sem escalas nem disfarce, pra bunda da minha namorada. A mão começou em cima e foi descendo pela fenda do cu coberto pela legging, e se enfiou entre os cachos. A mão continuou descendo e se enterrou descaradamente na buceta gostosa, e logo subiu igual rápido, apalpando de novo a raba e as nádegas, todo aquele cuzão lindo. Tudo isso num segundo. Paloma se mexeu quase nada (mais nada que pouco) e largou a janela do carro. O carro foi embora e Paloma me viu olhando pra ela, e percebeu que não tinha como eu não ter visto a mão impune do mecânico se enfiar no cu dela. E a inação dela.
Ela veio na minha direção, nem séria nem sorrindo, e eu me perguntei com que história ela ia querer me manipular agora. O andar dela era muito sensual, ela tinha aprendido a caminhar e fazia isso cada vez com mais naturalidade. Parou na minha frente e me abraçou pelo pescoço.
— Meu amor… — ela disse, como se não precisasse me explicar por que o mecânico metia a mão nela daquele jeito. — Vou subir pro escritório pra o gerente me encher de porra pra você.
Pra mim, claro.
— Paloma…
— Vem — ela falou, e me pegou pela mão e me levou pra oficininha, a mesma onde eu tinha visto ela mentir e receber porra.
Ela me fez ajoelhar no chão, se colocou na minha frente e a legging explosiva dela ficou na minha cara. Ver aquela buceta volumosa enfiada naquele tecido, toda apertadinha e marcada, me fez subir o pau.
— Me limpa, meu amor…
Num movimento só, ela baixou a legging e a calcinha fio dental pra mostrar a buceta o mínimo necessário. A parte de cima das coxas apareceu dourada, firme, lisinha que nem uma virgem. Eu mergulhei desesperado.
—Quero que o gerente me encontre limpinha… —O cheiro forte e horrível da erva seca era evidente. Mesmo assim chupei que nem um corno enlouquecido—. Bem fundo, meu amor… Não quero que ele desconfie de nada.
Eu tava tão desesperado por ela e confuso comigo mesmo, que chupei e chupei, por dentro e por fora, até não deixar nenhum resquício.
—Muito bem, meu amor —ela falou num momento e me tirou do meio das pernas dela com um empurrão na cabeça, fingindo ser carinhosa—. Vai me esperar aqui enquanto o gerente me enche de gozo?
—Vou com você, Paloma… Quero dizer pro seu chefe que isso é um tratamento, não quero que ele pense que sou um corno.
Paloma caiu na risada, do jeito que a gente ri de uma criança que acabou de falar uma inocência.
—Meu amor, já te falei que meu chefe não é que nem seus amigos. Você espera aqui que eu trago o gozo do gerente pra você empurrar bem bem fundo em mim.
E me deixou sozinho, de joelhos, esperando por ela.
Não sei quanto tempo fiquei na oficininha. Não queria sair pra não encarar os olhares dos frentistas e do mecânico. Mas no fim saí e enfrentei eles. Os caras nas bombas não falaram nada, mas trocavam olhares e de vez em quando comentavam algo baixinho. Pra não olhar nos olhos deles, levantei a vista e bem na hora percebi o gerente fechando as cortinas da janela do escritório dele lá em cima.
—A Paloma é uma gostosa —um deles chegou perto, com um tom entre amigável e curioso—. Agora entendo por que foi eleita Rainha do Milho.
Olhei pra ele com cuidado. O outro frentista tava abastecendo e o mecânico fumava distraído, encostado numa bomba.
—S-sim… —falei, e olhei de novo pra janela do escritório onde tavam comendo minha namorada. Talvez porque percebeu isso, o frentista puxou o assunto.
—Ela tava contando que ficou assim gostosa por causa de um tratamento. especial ou algo assim —Claro: mais um filho da puta se oferecendo de graça—. Que hoje você deixou ela pra ser cheia pelos gerentes… Sinceramente, admiro sua compreensão…
—É, bom, eu só…
—Qual gerente?
—Como assim qual gerente…?
—São três gerentes… Você deixou os três encherem ela?
Um pânico instantâneo e total sacudiu meu esqueleto. Paloma nunca tinha me falado de três. Só de um.
Saí voando pra administração, entrei na boca da escada e subi de três em três degraus. Lá em cima tinha uma sala de recepção, dois banheiros e três escritórios. E só um com a porta fechada. E com gemidos claros saindo de dentro.
—Ah…! Ah…! Ah…!
—Vadia, como você é gostosa…
—Que pau gostoso, senhor Ignácio…
—E ainda não entrou tudo, meu amor…
Se ali tinha três caras comendo minha namorada, já não tava nem aí pra minha imagem ou a dela. Entrei de sola.
—Pablito!
—Paloma!
—Corno!
Com a porta escancarada, minha expressão deve ter sido tão de surpresa quanto a deles. O velho filho da puta estava quase pelado, com a cueca nos tornozelos e metendo gostoso na minha namorada, que estava com o tronco meio inclinado sobre a escrivaninha, deixando a raba bem à mostra.
A Paloma tinha a legging esticada até os joelhos, e a calcinha fio-dental branca mais esticada ainda, quase no limite, parecendo que ia rasgar. Mas não tinha mais ninguém. Nem outros gerentes nem nada.
Me senti confuso. Idiota. Já a Paloma ficou puta.
— Pablo! O que você tá fazendo aqui? Eu falei pra esperar lá embaixo!
Fiquei calado, sem graça. Me sentindo culpado. O senhor Ignácio não entendia como a puta infiel que tinha sido pega no flagra xingava o corno. Mesmo assim, não tirou a pica de dentro da promotora.
— Pensei que os três gerentes… tavam te comendo…
— Que três? — Paloma ajeitou um pouco a camiseta, mas não saiu da posição de L, com a bunda empinada. O senhor Ignácio segurou ela pelas ancas, com a pica ainda dentro, mas sem ousar meter na minha frente.
— Os três gerentes… — Me senti tão idiota… — Ai, me desculpa, meu amor…! Não quis ser sem noção…
O senhor Ignácio ficou indignado.
— Eu não vou te comer com o corno olhando — disse — Não é decente!
Fiquei vermelho.
— Me desculpe, senhor gerente… — Não sabia como me desculpar —. Espero que entenda que minha namorada não teve nada a ver com eu ter entrado aqui…
— Pablito, vaza de uma vez! O senhor Ignácio já falou que não curte corno!
Mas o senhor Ignácio corrigiu ela com um tom meio culpado na voz:
— Não, não, não… Eu não tenho nada contra cornos! Até acho eles engraçadinhos… Mas não gosto de ter um olhando do lado… Vai pra salinha de recepção até você terminar aqui.
— Eu só quero que isso não afete a opinião do senhor sobre minha namorada no trabalho…
Paloma explodiu num grito.
— Corno, cai fora de uma vez!
No silêncio da tarde e da solidão Dos ambientes, a sala de recepção onde eu esperava era uma caixa de ressonância da surra de buceta que o velho tava dando na Paloma. O coroa não tava nem aí pra nada. Ofegava e gemia que nem um touro bravo, e tratava minha mina como uma puta qualquer. E a Paloma... Os gemidos entregavam tudo. E os gritos, e as palavras de puta safada e tarada. Dava pra ouvir clarinho quando ela falava, quando pedia mais pica, quando gritava por Deus.
— Aaahhh... pelo amor de Deussss...!
Não falei?
— Toma tudo, puta...!
— Sim, seu Inácio... Siimmm...!
— Toma, puta!
— Aaahhhhhhh...!
— Toma...! Toma...! Toma...!
— Sim... sim... sim... AaaiiiDeussss...!
Cheguei perto da porta, mas não tinha buraco de fechadura pra espiar. Me contentei em colar o ouvido nas dobradiças e imaginar como eles estavam se comendo. Ajeitei a pica na calça, porque tinha endurecido toda torta.
— Que bucetinha apertada que você tem, Paloma...! Uhhh...! Vou encher você de pica todo dia!
— Ai, sim, seu Inácio! De pica e de porra!
— Isso se o Pablito deixar.
Ouviram-se risadas.
As risadas da Paloma doeram mais que os gemidos e o orgasmo que ele já tava tendo. Então era verdade que ela tava me manipulando. Mas nem deu tempo de ficar deprimido quando a porta da recepção se abriu.
Um cara alto e meio careca, uns 55 ou 60 anos, apareceu descendo a escada que vinha de fora.
— Quem é você? O que tá fazendo?
Minha postura era suspeita demais. Ajoelhado e encostado na porta da gerência, parecia mais um ladrão do que um namorado vigiando a namorada.
— Aaahhhhhhh...! Seu Inácioooo...! — ouviu-se ao fundo, junto com os gemidos do velho e as batidas da penetração e do vai-e-vem.
— Eu tô... Eu sou... — Era difícil explicar com aquele barulho todo atrás — Minha namorada tá aí dentro tomando pica, senhor.
— Que que é isso? Sua namorada!?
— Minha namorada é a Paloma, senhor. A promotora que contrataram essa semana...
O careca parou um segundo e, por sorte, se acalmou.
— Vou encher você, Paloma, vou encher de porra!!!
— Sim, sim, sim, sim, siiiimm...! Aaaiii...! Calvo sorriu, localizando os gemidos com o rosto.
—Ah, a Rainha do Milho…
Me senti um idiota ali parado, com os gemidos da minha mina atrás, então falei a primeira coisa que veio na cabeça.
—É que eu dei permissão pro gerente encher ela de porra e…
—Ah, tá bom… —o velho pensou rápido—. Se você autorizou a gerência a abusar da sua namorada, receio que isso me inclui e também o engenheiro Dilken.
—Acho que não…
A porta se abriu e apareceu a Paloma, já sem calça, pelada exceto por uma fio-dental branca que escondia a buceta. Ela não abriu totalmente e se escondia pela metade.
—Você é o outro gerente? —perguntou mais animada do que devia.
Esse segundo gerente quase morreu de infarto ao ver a pele morena e nua da minha linda Paloma. E aquele sorriso de puta festivo que cegava.
—Paloma, combinamos que só o gerente podia te comer.
—E eu sou gerente! —disse o novo velho, e entrou pra dentro.
Fiquei sem reação. Paloma sorriu pra mim com um brilho de maldade nos olhos. Ainda estava com metade do corpo escondido pela porta.
—Melhor assim, meu amor. Mais porra pro tratamento.
Não soube o que dizer. A fio-dental branca enfiada na buceta dela contrastava com a pele morena num espetáculo maravilhoso. E as curvas… Putz! A cintura fina e o quadril largo davam uma silhueta de violão. Violão que em um minuto dois velhos filhos da puta iam tirar os sons mais doces.
—Se o outro gerente vier, manda ele entrar.
Sem esperar minha resposta, ela girou pra fechar a porta e naquele instante eu vi a raba redonda, cheia, perfeita, com a fio-dental sexy enterrada entre as nádegas fazendo o cu explodir de luxúria e carne. E enquanto a porta se fechava e minha mina rebolava pra voltar pro matadouro, vi atrás dela os velhos, um pelado se massageando um pau respeitável, e o outro se despindo apressado pra cair em cima dela o mais rápido possível.
Finalmente a porta se fechou e logo o conhecido Concerto de gemidos.
O que fazer?, me perguntei, colado na porta, ouvindo minha namorada gemer, igual aos outros dois. No começo eram descompassados, como fora de sincronia, mas logo se encaixaram numa harmonia sexual e de bom ritmo.
— Paloma, que pedaço de bunda você tem, meu amor… Deixa eu te foder gostoso…
— Mgmmggggfff… — dava pra ouvir minha namorada, de boca cheia.
— Continua chupando, puta… continua que você mama muito bem…
Eu me sentia preso nas minhas próprias palavras. Por que caralhos eu tive a ideia de dar permissão pro gerente? Devia ter dito com o senhor Ignacio.
Quando o terceiro gerente chegou, Paloma saiu pelada, cumprimentou ele e fez ele entrar educadamente.
— Vai se despindo que já vou pra você — disse ela, feito uma puta de bordel.
Fechou a porta e ficou desse lado, comigo, no corredorzinho. Assim, nua, ela abriu as pernas em compasso e me ordenou.
— Limpa, meu amor!
Eu me ajoelhei entre as pernas dela e levantei o focinho pra Deus e chupei e chupei como um bezerro na teta da vaca. Paloma me pegou pelos cabelos e me ajustou do jeito dela, e ofegou e gemeu, e em menos de um minuto começou a bufar e me agarrar pelos cabelos com força.
— Ai, sim, Deus…! Assim, corno, assimiiiiihhh…!
— Mmmfffggghhh! — me indignei.
— Continua, meu amor, assim… Continua, não para…
E continuei chupando ela como um corno patético. Mas que porra, era a primeira, a única e com certeza a buceta que eu mais gostava no planeta. Chupei com raiva e amor ao mesmo tempo.
— Ah, pelo amor de Deusss…! Sim…! Assim, Pablito, assim…! Que gostoso você me chupa, meu amor, como eu te amo…!
E chupei mais e chupei mais e mais e mais.
— Assim, meu amor, assimiiiiihhh…!! Ahhhhhhhhh…!
— Mmmfggghhfffss..!!!
— Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh…!
Engoli tudo. O gozo dela, o gozo, minhas lágrimas. Tudo. O focinho ficou lambuzado de sei lá quantas coisas. Mas continuei chupando até Paloma relaxar, as pernas dela ficarem fracas e ela soltar o puxão nos meus cabelos.
Fez-se um breve silêncio, que eu quebrei.
— E a Booty, meu amor? —implorei por um pouco mais.
—Ainda não encheram ela, Pablín. Mas espera aqui que daqui a pouco trago ela transbordando pra você.
Ela acariciou meus cabelos com ternura e entrou no escritório, fechando a porta, me deixando sozinho e de joelhos. Com uma ereção monstruosa. De novo.
Foderam ela por duas horas, gemendo, reclamando, chamando ela de puta e gozando entre orgasmos barulhentos. De vez em quando Paloma saía do escritório, nua e cheia de leite, e me obrigava a limpar ela. Encheram ela pela frente e por trás algumas vezes, e minha namorada me fez limpar ela toda vez, dizendo que os velhos tinham nojo de meter o pau onde tinha sêmen de outros. Limpei. Engoli porra de macho como nunca naquele dia.
Duas horas depois, quando dois dos gerentes estavam indo embora, apareceu outro velho que veio correndo, dizendo que também era gerente. Dava pra ver claramente que não era, no máximo seria amigo de um dos gerentes, mas mesmo assim entrou no escritório onde minha namorada o recebeu de pernas abertas.
Protestei, mas Paloma recebeu ele do mesmo jeito, igual a outro velho que apareceu depois e um terceiro, mais novo, que eu sabia ser o dono de uma churrascaria da estrada, e que até pouco tempo tinha explorado uma gordinha que fazia sexo com caminhoneiros por cem pesos.
—Antonio! —falei surpreso em frente à porta fechada do escritório. De dentro se ouvia o gemido de Paloma e toda a sinfonia da foda—. Mas você não é gerente! Você é o dono da churrascaria!
—Cala a boca, corno. Eu também sou gerente. Ou onde você acha que o senhor Ignácio come todo dia?
—M-mas…
Como resposta, ele me deu um empurrão que me jogou no chão e abriu a porta sem bater.
Naquele abrir e fechar, vi Paloma dobrada sobre a mesa, inclinada, recebendo pau por trás de um dos novos, que bombava ela como se fosse a última foda da vida dele. O filho da puta que estava comendo ela segurava pela calcinha branca que esticava ela por cima da bunda dela, carnuda e empinada. Paloma, de olhos abertos, virou pra me olhar. Tava com a pica de outro velho filho da puta na boca, que tinha subido na mesa e segurava ela pelos cabelos pra balançar a cabeça dela.
—Cuck, fecha a porta! —um dos velhos gritou pra mim.
Não sabia o que fazer. Aquilo tudo me parecia um abuso. Ainda tava me levantando do chão quando Paloma tirou a pica que inflava a boca dela e me pediu, séria:
—Meu amor, vai, fecha a porta… não seja punheteiro!
Fechei pra não parecer punheteiro, mas a verdade é que, como tava sozinho e ninguém me via, meio que me toquei.
À noite, já voltando, Paloma tava feliz, exultante. Me fez chupar ela de novo no terreno baldio, e voltou a me manipular pra que no dia seguinte eu deixasse ela se encher “só” pelo gerente de novo. Não resisti, falei que sim. Quando na mesma manipulação ela quis incluir os frentistas e o mecânico, falei não. Ela insistiu, mas eu me firmei. Na real, queria saber se ela continuaria mentindo, e como faria isso.
No dia seguinte, apareci no posto desde o começo do turno dela. Eu vagava por lá, supostamente esperando que às 15h o gerente chegasse pra comer a Paloma. Só fui perceber às 14:30 que tavam comendo ela pelas minhas costas. Paloma se ausentou pra ir ao banheiro e eu não notei que o mecânico já não tava mais. De vez em quando olhava pra oficina, pensando que se fossem foder ela, seria lá de novo. Só quando o segundo frentista sumiu e a Paloma também não tava à vista, me toquei. Tavam comendo ela no banheiro meio construído atrás do prédio principal. Era feito de paredes de tijolo sem teto, então o som das fodas saía por cima e pela porta improvisada com uma lona. Não falei nada, com a pica dura fui me esconder atrás de uma árvore e esperei.
Até às 15:30, quando o senhor Ignácio chegou, ela foi comida pelo mecânico e por um cliente. Via a Paloma entrar com a legging enfiada no cu, segurando pela mão o machinho da vez, rebolando o quadril pra esquentar ele, e olhando pra um lado e pro outro tentando não ser vista por mim. Depois via a legging cair no chão, entre os pés dela. A lona era curta e não chegava no chão e dava pra ver claramente. E aí os pés e o vai e vem. E o coro de suspiros e gemidos.
Não falei nada e ela não disse nada. Me fez limpar ela sem dar explicações e às 16 horas subimos pra gerência onde os três velhos enfiaram nela. Mais ou menos a cada meia hora Paloma saía semidespida, abria as pernas e me fazia limpar ela. Como no dia anterior, perto das 18 e até a noite apareceram na sala uma série de novos gerentes que tive que aceitar como um cuck sem remédio.
A semana inteira foi um inferno. Com Paloma me evitando pra dar pros peões pelas minhas costas, mas sempre podendo espiar ela, e com os três gerentes comendo ela bem comida cada dia da semana. Os que sempre eram diferentes eram os outros, os gerentes falsos ou, como Paloma me explicaria quando eu reclamei daquele abuso, os “adidos à gerência”.
— E o que você quer que eu diga, se são adidos à gerência? — ela tinha simplificado, e eu calava.
Mas nada disso importava mais. Não era a primeira vez que abusavam da Paloma, nem ia ser a última. De qualquer forma, foi a primeira vez que ela tinha mentido descaradamente pra dar e eu tinha concordado com meu silêncio. No fim da semana, senti pela primeira vez que quando me chamavam de cuck, tinham razão.
Que puta otário que fui, eu dei permissão...
— Paloma… — murmurou—. Filha da puta!
como você me fodeu de vez...Bom, vou ter que me contentar em bater uma pras gostosas do pornô.
Ela me disse que tinham dado um uniforme novo, mas não falou que era uma legging.Agora que ela parava a bunda, eu olhava atentamente: claramente era uma peça justíssima, parecia uma segunda pele, enfiando-se entre as nádegas com tanta ousadia e profundidade que me fazia endurecer a pica. E quando virava, sempre sorrindo pros homens pra quem se exibia, dava pra ver que também se enterrava na buceta de um jeito escandaloso, marcando claramente o começo das pernas, como linhas que estavam ali pra guiar os olhos direto pra sua buceta deliciosa.
— O que a gente tá fazendo aqui? — me perguntou Luni Tun, largado no sofá olhando junto comigo, atrás da janela.
A gente tava entocado no sofá, observando a Paloma do outro lado da rua.
— Vendo se minha namorada tá mentindo pra mim — respondi. — Por enquanto, já mentiu sobre a legging. Ela tá com ela enfiada no cu igual uma puta.
— É mulher. Mulher é estranha. E é uma guria… — Aí, com esse negócio de "guria", ele já se entregou no masturbatório. — A única coisa que ela quer é ser desejada um pouco.
— Já comeu meio mundo. O que mais ela pode querer?
— Ah, Pablito, acho que de mulher você não entende nada…
Paloma continuava sorrindo e parando a bunda. Os carros entravam e saíam, e não teve um cliente que não falasse alguma coisa pra tentar pegá-la. Tinham também dois frentistas com ela, e um preto feio e desleixado, de macacão, que não fazia outra coisa senão fumar e olhar pra ela com luxúria.
— Toma — falei pro Luni Tun, e passei os binóculos pra ele. — Me diz o que você vê.
Luni Tun olhou pra ela com atenção. —Faz dois dias que você trabalha aqui?
—É, ainda falta umas semanas, porque tô substituindo uma amiga que saiu de férias.
—E ela diz que ninguém comeu ela?
—Como assim "diz"? Ninguém comeu ela, não!
Nisso, um carro entrou no posto e um dos frentistas foi atender. Um cara de uns 50 anos tava nas escadas que levavam pros escritórios, num prédio de dois andares, e avisou alguma coisa pra Paloma.
— Já comeu aquele frentista. Não sei dos outros, quando eu vir eles falando com ela, te aviso. — Como assim? Cê tá louco?
— Comeu ela, o que quer que eu te fale? O gerente também comeu.
— Não, não, não, não... Não pode ser. A Paloma me disse que o gerente era um velho de uns cem anos…
— O gerente é aquele que ligou pra ela… Deve ter uns 50.
— M-mas… A Paloma não me falou…
— Lá vem outro, tá vendo? Vamos ver como eles se viram com a sua mina… — O negão magro, feio e sujo, de macacão de mecânico, se aproximou fazendo piadas e num instante ele e um dos frentistas começaram a paquerar e brincar de mão com a minha namorada— O do macacão já comeu ela, com certeza… O outro não. Mas vai se entregar a qualquer hora, Pablito.
—Não pode ser… Não pode ser…—Olha —me interrompeu Luni Tun, e me deu os binóculos—. Um deles tá levando sua mina… ali, viu?
Olhei. Efetivamente, o cara do macacão segurava ela pela mão e entrava na oficina. A rabuda apertada e perfeita da minha gatinha rebolava sensual e submissa atrás dos passos daquele preto nojento.
—Talvez ela vai dizer que não quer, que não é uma puta…
Fecharam pela metade uma folha do portão e entraram lá dentro, e não se viu mais nada.
Eu me desanimei. Tinha que ter uma explicação. A Paloma não era esse tipo de garota.
Nosso relacionamento era diferente dos outros. Era especial.
—Não sou um corno manso, Luni Tun! —gritei com raiva—. Por mais que você seja muito bom em deduzir os outros, eu conheço minha namorada melhor que você. Eu sei o que tô falando. Você vê putas e trepadas em todo canto… Você é um doente… Um doente com coisas estranhas… é isso que você é!
O sorriso condescendente do Luni Tun quase me fez chorar.
À noite, eu passei lá e fui buscá-la, como tinha feito nas duas noites anteriores, e como era pra fazer pelo resto das semanas. É que do posto de gasolina eu acompanhava ela até a casa, que ficava longe da minha, e eu não queria que ela voltasse sozinha.— Não precisa vir amanhã se não quiser, meu amor — Paloma me disse.
— Muitos clientes que abastecem se oferecem pra me trazer.
— Não duvido… — falei com amargura.
Não aguentava mais. Queria pegar Paloma pelo pescoço e obrigar ela a confessar, se é que tinha algo pra confessar. Um tempo antes, no posto, ela veio me encontrar com o uniforme de trabalho e aquele sorriso enorme e fresco de menina boazinha. O sorriso era o de sempre; a legging, não. De novo, a que ela usava comigo, a que ela mostrava pra mim, parecia uma legging comum. Quase nada sensual, não enfiada na bunda bem de puta, quase como se estivesse nua e pintada no tecido.
Agora voltávamos pelo caminho que ligava o posto à casa, sem ninguém por perto, nem uma alma, e muito terreno baldio dos dois lados.
— Paloma… Tem certeza que o gerente tem cem anos…? — Ai, de novo com isso? Já te falei que ele é um velho, sei lá quantos anos ele tem!
— Você me disse cem.
— Ninguém tem cem anos, amor. Não sei quantos ele tem, não vou ficar perguntando… Sei lá… 70… 60… 50… O que eu sei?
— Como assim 50? Você tinha me dito que ele tinha…
— Ai, não enche o saco, Pablito. Também te falei que ele tinha a piroca pequena e ela é grande.
— Como assim ela é grande? Paloma, como você sabe que…?
— Ai, Pablo, você é um idiota! Eu sei lá se ela é grande, grossa e cheia de veia. É um jeito de falar. Te falei que ele tinha cem anos, e que com certeza não subia porque ele é um velho, não porque eu saiba que sobe pra ele.
Eu tava conseguindo material pra começar pelo menos cinco discussões novas. Mas não queria isso agora, só queria a verdade. —E seus colegas? Eles não querem te comer?
—Querem, todos.
Ela não quis me machucar. Mas a sinceridade simples e brutal, e principalmente previsível, me machucou. Mesmo assim, me deu uma tesão inexplicável no pau.
—E o alto? Aquele magrelo alto, o moreno… Já te comeu…?
Vi um lampejo de dúvida nos olhos dela, um piscar. Ou o piscar foi meu, por causa do tesão que começava a aflorar.
—Ai, meu amor… — ela relaxou, me pegou pelo pescoço e me beijou—. O único que vai me comer aqui é você… e bem rapidinho…!
Eu sabia que ela não tinha me respondido, e que tava me manipulando. Não me perguntem por que, uma onda de tesão sem origem definida tomou conta de mim e eu peguei na mão dela e a levei pro terreno baldio que tinha do lado da estrada.
— O que cê tá fazendo, Pablito? —riu Paloma. Nós paramos atrás do mato, numa clareira, longe do olhar de algum curioso que pudesse bisbilhotar da rua.
— Enfia bem essa legging pra dentro. Quero te ver toda putinha com essa legging.
Paloma não me entendia, mas a expressão dela era de diversão. Como ela ficou parada sem fazer nada, fui lá e levantei a legging dela, e aí sim ela entendeu e me disse: “Deixa”, e ajeitou sozinha.
Ela começou a ajustar aqui e ali devagar, sem se olhar, sem tirar os olhos de mim. Surpresa. Curiosa. Num instante, Paloma tinha transformado a legging comum naquela que eu tinha visto com meus binóculos: a de uma puta engole pica.
— Assim você gosta mais, meu amor? — ela me perguntou com cumplicidade. Engoli seco. A buceta dela aparecia, marcada e volumosa, e quando Paloma virou pra eu ver ela por completo, a raba perfeita parecia nua sob o luar. Minha ereção foi na hora.
— Quero te comer — implorei.
Paloma sorriu e deu um passo na minha direção.
— Ajoelha, gostoso...
Obedeci por puro amor.
— Por favor, Paloma... Você me prometeu...
— Chiu! — ela colocou um dedo nos meus lábios —. Sua hora vai chegar, Pablito... — O tom e o olhar dela eram os que se usa com um moleque — Tá gostando?
Ela tinha a buceta coberta de pano no meu rosto e, quando virava, aquela bunda perfeita, já provada por meio mundo mas virgem pra mim. Era demais. Era demais da conta. Avancei naquele rabão, afundando meu rosto como um sedento enfia a cabeça num poço d'água no deserto. Me agarrei naqueles coxões e fucei nela, comendo sem conseguir porque ela tava vestida, e porque a risada dela, maldita, sádica em certo ponto, me dizia que não, que eu não tava comendo ela.Paloma virou e me ofereceu a buceta, que fui devorar, sempre por cima da legging, e me olhou excitada e surpresa. Sorria fascinada, e num instante me pegou pela cabeça, me tirou de entre as pernas dela e me obrigou a olhar pra cima, nos olhos.
— Cê tá gostando de como fica em mim, meu amor? — Me deixa louco!
— Vai me deixar usar assim no trabalho todo dia?
O fato de ela estar me pedindo permissão pra fazer algo que já tava fazendo me deixou puto e excitado ao mesmo tempo.
— Sim, sim, deixo… — e fui enfiar a cabeça de novo na buceta dela, mas ela me segurou pelos cabelos… e de novo olhei nos olhos dela, sempre de joelhos.
— Vai me deixar receber porra do gerente, meu amor? É pro tratamento… É pra ficar mais gostosa pra você.
Num cantinho da minha consciência, eu sabia que o gerente já tava gozando dentro dela, talvez naquele exato momento ela já tivesse a porra do gerente lá dentro. Mas outra parte de mim negava isso cegamente. Deixar ela continuar com o tratamento me garantia continuar acreditando nela e na farsa de que eu controlava o descontrole dela.—T-tá bem… —falei sem perceber como me deixava manipular… —mas só com o gerente…. —Paloma sorriu triunfante—. E ninguém pode saber… Não quero que o pessoal do posto pense que você é uma puta.
Deveria ter me revoltado contra a risada dela. E percebido que ela tava curtindo minha fraqueza, minha vontade destruída. Eu tava tarado demais e desesperado por ela pra notar qualquer coisa.
—Agora deixa eu te comer, Paloma, pelo amor de Deus, pelo que você mais quiser —implorei, patético. Paloma acariciou meus cabelos, ali embaixo onde eu estava.
—Ainda não, Pablín… Não estamos prontos pro sexo, não seja masturbador…
—Mas meu amor, tô te deixando com o gerente…
—Isso é outra coisa, Pablo. Isso é por você. É pra ficar mais gostosa.
Ela baixou a legging até a metade das coxas, virou de costas e se ofereceu.
—Agora chupa, meu amor. Sê um bom namorado e chupa nos dois buraquinhos que o gerente vai usar amanhã.
Peguei ela por trás, pelas coxas, e me humilhei nela com um desespero novo em mim. E porra, nessa altura eu já sabia pelo cheiro e pelo gosto quando a Paloma tinha recebido porra pra engordar ela. Tava nos dois buraquinhos, que eu adivinhava vermelhos e confirmava aumentados. O gosto era o de sempre: o dela e o da porra. Mais ainda na buceta, que devorei desesperado. Paloma, arqueada e empinando a raba, com as pernas abertas em compasso, começou a gemer mais e mais forte, e a excitação dela deixou a buceta mais aguada e mais leitosa. Não tava nem aí. Não ia falar nada. A única coisa que eu queria era comer ela por inteiro, fazer amor do jeito que ela deixava, possuir ela da única maneira possível pra mim. Engoli as dobras dela, os sucos, o clitóris, e a porra do gerente, do frentista magrelo e sei lá de quantos clientes. E Paloma começou a acelerar e a ficar mais puta.
—Chupa, meu amor. Chupa a boceta do gerente! —Afundei mais meu rosto nela, meu pau já doía de tanto tesão—. Que delícia que você tá me comendo, Pablito! Quero você sempre assim! Sempre de joelhos, me mostrando o quanto me ama!Minha excitação era tanta que puxei meu pau e comecei a bater uma.
—Isso, corno, issooo... Bate uma, corno, bate uma... Ahhhh...!
Tirei a boca lambuzada dela e de porra, e reclamei.
—Não me chama de corno!
Paloma se virou furiosa com minha interrupção.
—Não me corta agora com essas merdas, Pablo, ou eu vou te foder a estação de serviço inteira e nunca mais te conto nada!
A simples possibilidade de ficar de fora do tratamento dela me colocou no meu lugar. Obediente, voltei pra buceta da minha namorada e chupei como se minha vida dependesse disso. Chupei, chupei e chupei até que as pernas da Paloma começaram a tremer e ela gozou na minha cara com um gemido surdo e profundo, vindo lá da alma dela. — Ahhhhhhh... cuck, te amooooohhh...!!!
Meu pau tinha soltado umas gotinhas, mas ainda não tinha gozado. Tinha deixado minha punheta de lado pra pegar minha namorada pelas coxas e me enfiar nela. Pedi pra ela me bater uma um pouco, não precisava de muito pra gozar.
Ela me olhou, fez menção de se mexer e parou. Foi como se meu pedido a surpreendesse, e finalmente, depois de uma hesitação interminável e com uma cara de quem tava aceitando algo errado, ela se inclinou pra pegar meu pau.
Então uma buzina tocou e ouviram: "Paloma?"Minha namorada mal se assustou. Olhou pra rua e talvez tenha suspirado de alívio. Puxou a legging pra cima e enfiou ela bem no meio da bunda, igual fez no posto de gasolina.
— É o Diego! Veste a roupa que ele vai dar carona!
— Paloma, não me deixa assim. Faz uma punheta pra mim, pelo amor...
Mas ela já tava virando as costas, gritando:
— Aqui, Diego! Me espera!
— Oi, gostosa — ouviram.
— Paloma, por favor, volta...
— Anda, Pablito, senão a gente vai ter que ir a pé pra casa.
O tal Diego tinha um carro novo e uns 30 anos. Fez ela sentar na frente e me jogaram no banco de trás. Os dois pareciam super à vontade, como se se conhecessem há anos. A real é que até dois dias atrás a gente nem sabia quem ele era.
Não andamos nem duas quadras e minha namorada soltou aquilo, toda empolgada.
— O Pablito deixou eu receber gozo de novo. A partir de amanhã você vai poder meter em mim do jeito que sempre quis!
— Paloma! — gritei, me jogando do banco de trás.
— O quê, meu amor? Você mesmo disse que a partir de amanhã.
Não acreditei no que tava ouvindo. Principalmente a naturalidade com que Paloma falava da nossa intimidade.
— Só deixei você com o gerente! E além disso... — meu queixo tremia de tanta humilhação pública —. Além disso, essas coisas não se comentam com um estranho!
— Ai, Pablito, não seja paranoico. O Diego é cliente antigo, vem todo dia abastecer e sempre me elogia, querendo pegar... você já sabe.
— Te dou os parabéns, Pablo — o outro falou pelo retrovisor —. Você tem a namorada mais gostosa de toda a região... E a mais safadinha.
Naquele momento, tive certeza de que aquele filho da puta já tinha comido ela.—A partir de amanhã, você vai poder fazer aquilo que me prometeu, Diego.
—Paloma, não! Eu só te deixei com o gerente!
—E que diferença faz? O gerente... Diego... É a mesma merda. O leite de macho é o leite de macho.
—Paloma, para de falar como uma puta! Você fala como se estivesse morrendo de vontade de dar pra esse cara!
—Ai, Pablo, para com esse ciúme besta!
Paloma começava a trabalhar às 13h. O gerente saía pra almoçar de 12h às 15h, ou seja, ia embora sem vê-la e voltava com a Paloma já no trampo. Eu me posicionei escondido do outro lado da rua com os binóculos, a partir das 13h.
Claro, aconteceu de novo a mesma coisa do dia anterior. Os frentistas, o mecânico e os clientes babavam na minha mina o tempo todo. O mecânico metia a mão nela sem pudor nenhum. E a puta da minha namorada deixava, sem reclamar.
O que eu não entendia era o porquê. Até dava pra entender o caso do doutor Ramiro, um cara bonito, com grana. Mas os frentistas eram dois negões feios e sem graça, e o mecânico era pura e simplesmente um marginal. Faltavam vários dentes nele, e ele vivia sujo e largado.
Por um bom tempo, me convenci de que era só uma putaria besta, esse costume horrível que muitas mulheres têm de ficar nesse joguinho de sedução pra manter o interesse dos homens pra sempre. Até que às 13h30 o mecânico pegou minha mina pela mão, na frente dos outros, e a levou decidido pra oficina. Minha namorada seguiu ele feliz, toda sorridente e pulando, com aquele rabão balançando.
—Filha da puta! —escapou da minha alma. Comecei a suar. Tava furioso, com ciúmes, impotente. E com uma ereção inexplicável que crescia a cada segundo. Não soube o que fazer: por um lado, queria ir lá e fazer um escândalo do caralho; por outro, queria ver se ela seria capaz de mentir pra mim. Pensei, na minha negação: talvez ela tenha visto a oportunidade de aumentar a ração dela pro tratamento. Poderia perdoar ela por não me avisar antes, porque podia ter surgido na hora, então talvez ela fosse me contar depois, assim que me visse. Ou talvez não fosse fazer nada. Talvez o mecânico fosse mostrar alguma coisa pra ela.
Mostrou sim. Vi claramente — porque dessa vez nem se deram ao trabalho de fechar uma folha do portão — como o mecânico baixou a calça elástica dele e exibiu uma tranca do caralho, grossa, quase chata e muito comprida. Mas isso não era o pior. O pior era que a Paloma, minha Paloma, que só tinha permissão pra gozar com o gerente, não se surpreendeu nem um pouco e se aproximou na hora, celebrando a cara de pau dele.
Desabotoei a gola da camiseta, o sol filho da puta me fazia suar. Voltei pros binóculos bem na hora de ver a Paloma se jogar na tranca do mecânico, caindo de joelhos na frente dele e começando a chupar ele.
—Filha da puta!
Os frentistas zoavam entre si e davam olhadas furtivas pro oficininha. E riam. Era óbvio que sabiam o que tava rolando.
Voltei a atenção pra minha namorada. Ela ainda tava de legging, bem enfiada entre as nádegas, mas o arrombado filho da puta do mecânico pegava nos peitos dela e massageava com mais luxúria que os velhos. Às vezes, puxava ela pelo cabelo e enfiava a pica na boca dela, fazendo ela chupar, e a Paloma sempre se entregando.
Decidi que não ia ficar deprimido que nem um corno manso. Pelo menos, não naquele dia. Tinha que descobrir alguma coisa, precisava saber se a Paloma seria capaz de mentir pra mim. Esperei aquele magrelo sem dente gozar na boquinha da Paloma, puxando ela pelos cabelos pra fazer pressão e não deixar escapar. derramasse uma única gota, e só então liguei.
O telefone tocou sem ninguém atender enquanto eu via o mecânico esfregar a pica nos lábios da minha mina e subir a calça. Liguei de novo quando Paloma ficou sozinha e só aí ela atendeu.
— Meu amor… —falei, com a voz trêmula—. Por que você não me atendia…? — Oi, Pablito. Tava dando uns folhetos pra um cliente que abasteceu.
Filha da puta!
— Já… já te encheram de porra, meu amor…?
Paloma ficou em silêncio. Com os binóculos na mão, vi ela sentar num banco velho e sujo daqueles compridos, tipo de um Ford Falcon dos anos 70.
— Não, o gerente só vem às três. Tá se arrependendo?
Vi que o mecânico, já na área de serviço, trocou umas palavras com o frentista magro e alto. E o frentista começou a andar pro oficina.
— Não, não… Pensei que talvez você gostasse que eu estivesse aí… sei lá, pra empurrar a porra pra dentro, do jeito que você gosta…
— Adoraria! —comemorou animada— Mas não sei… Talvez o gerente ache meio estranho… Ele acha que você é um corno manso normal…
— Como assim acha que sou um corno?
— Não, é que ele vai pensar isso. Não vejo ele tão doidão quanto seus amigos velhos, que não tão nem aí pra você…
— Paloma…
O frentista já tava chegando no oficina. Sorriu ao ver minha namorada. E minha namorada sorriu pra ele.
— O que você pode fazer é vir, me esperar lá embaixo no pátio e, assim que eu terminar de transar, eu desço pra você me limpar…
— Pra empurrar a porra.
— Isso, isso. Pra empurrar a porra.
O frentista já tinha chegado na minha namorada e ficou de pé na frente do rosto dela. Acariciou os cabelos dela, e ela olhou nos olhos dele com um sorriso, enquanto segurava o telefone com que falava comigo.
— Meu amor —ela disse—. Tenho que desligar. Chegou outro carro pra abastecer.
Minha indignação era quase tão grande quanto minha ereção. O frentista abriu a braguilha e puxou a piroca na cara da minha amada, que lambeu os lábios.
— Espera!
Queria segurar ela, queria prolongar aquela conversa até o infinito pra ela não engolir aquela piroca infame.
— O quê, meu amor? —ela perguntou com uma vozinha de menina inocente, enquanto já massageava pra cima e pra baixo o pauzão escuro.
— Só o gerente, hein?
Paloma beijou rapidamente a cabeça inchada e brilhosa.
—Só o gerente, que?
—Que só o gerente te encha, meu amor —esclareci, e vi que enquanto eu falava ela abaixou a cabeça e engoliu o pau. E começou a rebolar a cabeça—. Não quero que esses filhos da puta dos salva-vidas ou o mecânico se aproveitem de você e tentem te encher de porra —O boquete era dos bons porque o cara já jogava a cabeça pra trás.
Paloma se soltou da pica, sorriu pro macho dela e falou comigo. —Não, meu amor, não se preocupa… só com o gerente… Os caras tão me dando em cima, mas eu já falei que não sou dessas, que quero te respeitar. E eles também, meu amor, eles também te respeitam.
O frentista pegou ela pelos cabelos com raiva e começou a forçar uma bombada furiosa na pica dele. Eu tentei manter a conversa, mas a Paloma já não tava nem aí, desligou e jogou o celular de lado. O frentista chupou por mais um tempão e, enquanto minha mina engolia pica, eu engolia ódio. Num momento, ele tirou a pica da boca dela. Minha namorada olhou nos olhos dele com tesão. O frentista falou algo e fez ela virar pro outro lado, de quatro. A legging bem enfiada na bunda era um espetáculo. Na noite anterior, ela quase me fez gozar, mas o frentista não tinha pela minha mina o mesmo respeito que eu. Ele puxou a calça dela até a metade das coxas e aquela bundona redonda, cheia, perfeita, ficou toda exposta. Ele agarrou as nádegas dela, separou, cuspiu no meio e num segundo encostou a barriga e meteu sem cerimônia.
Meus binóculos iam da penetração pro rosto da minha namorada, puta de desejo e prazer. A visão me excitava e ao mesmo tempo me irritava. E enquanto o frentista continuava fodendo a cada vez mais puta da minha namorada, às vezes chegava um carro ou caminhão pra abastecer e eu percebia que ninguém se surpreendia muito com a cena, muitos até faziam comentários de sacanagem ou olhavam o relógio.
E sim, antes das 15 horas eu vi como Paloma foi comida pelo mecânico, pelos dois frentistas e por dois clientes. E todos gozaram dentro dela.
Às 15h, o gerente encontrou a Paloma no posto de gasolina distribuindo panfletos, enfiada naquelas leggings de puta, como se nada tivesse acontecido. Às 15h05, eu apareci no posto, feito um macho chegando pra marcar território em cima da minha mina.Os frentistas me cumprimentaram e soltavam umas risadinhas enquanto abasteciam. Eu acenei de volta, e a Paloma veio correndo me ver, muito, mas muito feliz.
— Oi, meu amor!
Ela pegou nas minhas mãos e me beijou na boca na frente de todo mundo. Me senti feliz porque adoro ser o centro da atenção e do amor dela, mas ao mesmo tempo sabia que tava fazendo o papel de corno do bairro.
O mecânico apareceu vindo dos banheiros. Vinha se esfregando a pica por cima do moletom folgado. Pelo amor de Deus, o que fez minha Paloma se entregar pra esse cara? Ele era sujo, ensebado, faltava dois dentes… Aí lembrei da pica dele.
— Fala, Cornélio — ele me cumprimentou e agarrou a Paloma pela cintura, talvez um pouco mais pra baixo. Paloma ficou desconfortável, mas não tirou a mão dele.
— É Pablo! Meu namorado se chama Pablo.
— Ah, desculpa, achei que você se chamava Cornélio…
— Sem problemas — falei, e mordi a língua porque aquele filho da puta tava descendo a mão devagarzinho em direção à raba da Paloma. Paloma se livrou dele e foi entregar um panfleto pra um cliente que tava abastecendo e tinha ficado dentro do carro.
— Que namorada gostosa que você tem…! — e apontou pra ela com um movimento de cabeça.
Pra falar com o cliente, a Paloma se inclinou pra frente e empinou a raba igual as promotoras fazem, se arqueando. Ela sorria pro cliente de um jeito bem sedutor, e o cliente fazia piadas e cantava ela, e ela respondia com o corpo como se o cliente interessasse ela. Parecia que tava dando mole pra ele.
— Ele sempre age assim? — perguntei ao mecânico. — Sim, mas hoje ela tá mais puta que o normal — ele falou sem anestesia. E como se tivesse percebido a crueldade involuntária, sugeriu: — Já tiro ela daí, não esquenta…
Fiquei parado, de pé, passivo total, vendo o mecânico ir até minha mina, ficar do lado dela e se inclinar pra sussurrar algo no ouvido dela. Ele apoiou uma mão no capô do carro e a outra foi direto, sem escalas nem disfarce, pra bunda da minha namorada. A mão começou em cima e foi descendo pela fenda do cu coberto pela legging, e se enfiou entre os cachos. A mão continuou descendo e se enterrou descaradamente na buceta gostosa, e logo subiu igual rápido, apalpando de novo a raba e as nádegas, todo aquele cuzão lindo. Tudo isso num segundo. Paloma se mexeu quase nada (mais nada que pouco) e largou a janela do carro. O carro foi embora e Paloma me viu olhando pra ela, e percebeu que não tinha como eu não ter visto a mão impune do mecânico se enfiar no cu dela. E a inação dela.
Ela veio na minha direção, nem séria nem sorrindo, e eu me perguntei com que história ela ia querer me manipular agora. O andar dela era muito sensual, ela tinha aprendido a caminhar e fazia isso cada vez com mais naturalidade. Parou na minha frente e me abraçou pelo pescoço.
— Meu amor… — ela disse, como se não precisasse me explicar por que o mecânico metia a mão nela daquele jeito. — Vou subir pro escritório pra o gerente me encher de porra pra você.
Pra mim, claro.
— Paloma…
— Vem — ela falou, e me pegou pela mão e me levou pra oficininha, a mesma onde eu tinha visto ela mentir e receber porra.
Ela me fez ajoelhar no chão, se colocou na minha frente e a legging explosiva dela ficou na minha cara. Ver aquela buceta volumosa enfiada naquele tecido, toda apertadinha e marcada, me fez subir o pau.
— Me limpa, meu amor…
Num movimento só, ela baixou a legging e a calcinha fio dental pra mostrar a buceta o mínimo necessário. A parte de cima das coxas apareceu dourada, firme, lisinha que nem uma virgem. Eu mergulhei desesperado. —Quero que o gerente me encontre limpinha… —O cheiro forte e horrível da erva seca era evidente. Mesmo assim chupei que nem um corno enlouquecido—. Bem fundo, meu amor… Não quero que ele desconfie de nada.
Eu tava tão desesperado por ela e confuso comigo mesmo, que chupei e chupei, por dentro e por fora, até não deixar nenhum resquício.
—Muito bem, meu amor —ela falou num momento e me tirou do meio das pernas dela com um empurrão na cabeça, fingindo ser carinhosa—. Vai me esperar aqui enquanto o gerente me enche de gozo?
—Vou com você, Paloma… Quero dizer pro seu chefe que isso é um tratamento, não quero que ele pense que sou um corno.
Paloma caiu na risada, do jeito que a gente ri de uma criança que acabou de falar uma inocência.
—Meu amor, já te falei que meu chefe não é que nem seus amigos. Você espera aqui que eu trago o gozo do gerente pra você empurrar bem bem fundo em mim.
E me deixou sozinho, de joelhos, esperando por ela.
Não sei quanto tempo fiquei na oficininha. Não queria sair pra não encarar os olhares dos frentistas e do mecânico. Mas no fim saí e enfrentei eles. Os caras nas bombas não falaram nada, mas trocavam olhares e de vez em quando comentavam algo baixinho. Pra não olhar nos olhos deles, levantei a vista e bem na hora percebi o gerente fechando as cortinas da janela do escritório dele lá em cima.
—A Paloma é uma gostosa —um deles chegou perto, com um tom entre amigável e curioso—. Agora entendo por que foi eleita Rainha do Milho.
Olhei pra ele com cuidado. O outro frentista tava abastecendo e o mecânico fumava distraído, encostado numa bomba.
—S-sim… —falei, e olhei de novo pra janela do escritório onde tavam comendo minha namorada. Talvez porque percebeu isso, o frentista puxou o assunto.
—Ela tava contando que ficou assim gostosa por causa de um tratamento. especial ou algo assim —Claro: mais um filho da puta se oferecendo de graça—. Que hoje você deixou ela pra ser cheia pelos gerentes… Sinceramente, admiro sua compreensão…
—É, bom, eu só…
—Qual gerente?
—Como assim qual gerente…?
—São três gerentes… Você deixou os três encherem ela?
Um pânico instantâneo e total sacudiu meu esqueleto. Paloma nunca tinha me falado de três. Só de um.
Saí voando pra administração, entrei na boca da escada e subi de três em três degraus. Lá em cima tinha uma sala de recepção, dois banheiros e três escritórios. E só um com a porta fechada. E com gemidos claros saindo de dentro.
—Ah…! Ah…! Ah…!
—Vadia, como você é gostosa…
—Que pau gostoso, senhor Ignácio…
—E ainda não entrou tudo, meu amor…
Se ali tinha três caras comendo minha namorada, já não tava nem aí pra minha imagem ou a dela. Entrei de sola.
—Pablito!
—Paloma!
—Corno!
Com a porta escancarada, minha expressão deve ter sido tão de surpresa quanto a deles. O velho filho da puta estava quase pelado, com a cueca nos tornozelos e metendo gostoso na minha namorada, que estava com o tronco meio inclinado sobre a escrivaninha, deixando a raba bem à mostra. A Paloma tinha a legging esticada até os joelhos, e a calcinha fio-dental branca mais esticada ainda, quase no limite, parecendo que ia rasgar. Mas não tinha mais ninguém. Nem outros gerentes nem nada.
Me senti confuso. Idiota. Já a Paloma ficou puta.
— Pablo! O que você tá fazendo aqui? Eu falei pra esperar lá embaixo!
Fiquei calado, sem graça. Me sentindo culpado. O senhor Ignácio não entendia como a puta infiel que tinha sido pega no flagra xingava o corno. Mesmo assim, não tirou a pica de dentro da promotora.
— Pensei que os três gerentes… tavam te comendo…
— Que três? — Paloma ajeitou um pouco a camiseta, mas não saiu da posição de L, com a bunda empinada. O senhor Ignácio segurou ela pelas ancas, com a pica ainda dentro, mas sem ousar meter na minha frente.
— Os três gerentes… — Me senti tão idiota… — Ai, me desculpa, meu amor…! Não quis ser sem noção…
O senhor Ignácio ficou indignado.
— Eu não vou te comer com o corno olhando — disse — Não é decente!
Fiquei vermelho.
— Me desculpe, senhor gerente… — Não sabia como me desculpar —. Espero que entenda que minha namorada não teve nada a ver com eu ter entrado aqui…
— Pablito, vaza de uma vez! O senhor Ignácio já falou que não curte corno!
Mas o senhor Ignácio corrigiu ela com um tom meio culpado na voz:
— Não, não, não… Eu não tenho nada contra cornos! Até acho eles engraçadinhos… Mas não gosto de ter um olhando do lado… Vai pra salinha de recepção até você terminar aqui.
— Eu só quero que isso não afete a opinião do senhor sobre minha namorada no trabalho…
Paloma explodiu num grito.
— Corno, cai fora de uma vez!
No silêncio da tarde e da solidão Dos ambientes, a sala de recepção onde eu esperava era uma caixa de ressonância da surra de buceta que o velho tava dando na Paloma. O coroa não tava nem aí pra nada. Ofegava e gemia que nem um touro bravo, e tratava minha mina como uma puta qualquer. E a Paloma... Os gemidos entregavam tudo. E os gritos, e as palavras de puta safada e tarada. Dava pra ouvir clarinho quando ela falava, quando pedia mais pica, quando gritava por Deus.
— Aaahhh... pelo amor de Deussss...!
Não falei?
— Toma tudo, puta...!
— Sim, seu Inácio... Siimmm...!
— Toma, puta!
— Aaahhhhhhh...!
— Toma...! Toma...! Toma...!
— Sim... sim... sim... AaaiiiDeussss...!
Cheguei perto da porta, mas não tinha buraco de fechadura pra espiar. Me contentei em colar o ouvido nas dobradiças e imaginar como eles estavam se comendo. Ajeitei a pica na calça, porque tinha endurecido toda torta.
— Que bucetinha apertada que você tem, Paloma...! Uhhh...! Vou encher você de pica todo dia!
— Ai, sim, seu Inácio! De pica e de porra!
— Isso se o Pablito deixar.
Ouviram-se risadas.
As risadas da Paloma doeram mais que os gemidos e o orgasmo que ele já tava tendo. Então era verdade que ela tava me manipulando. Mas nem deu tempo de ficar deprimido quando a porta da recepção se abriu.
Um cara alto e meio careca, uns 55 ou 60 anos, apareceu descendo a escada que vinha de fora.
— Quem é você? O que tá fazendo?
Minha postura era suspeita demais. Ajoelhado e encostado na porta da gerência, parecia mais um ladrão do que um namorado vigiando a namorada.
— Aaahhhhhhh...! Seu Inácioooo...! — ouviu-se ao fundo, junto com os gemidos do velho e as batidas da penetração e do vai-e-vem.
— Eu tô... Eu sou... — Era difícil explicar com aquele barulho todo atrás — Minha namorada tá aí dentro tomando pica, senhor.
— Que que é isso? Sua namorada!?
— Minha namorada é a Paloma, senhor. A promotora que contrataram essa semana...
O careca parou um segundo e, por sorte, se acalmou.
— Vou encher você, Paloma, vou encher de porra!!!
— Sim, sim, sim, sim, siiiimm...! Aaaiii...! Calvo sorriu, localizando os gemidos com o rosto.
—Ah, a Rainha do Milho…
Me senti um idiota ali parado, com os gemidos da minha mina atrás, então falei a primeira coisa que veio na cabeça.
—É que eu dei permissão pro gerente encher ela de porra e…
—Ah, tá bom… —o velho pensou rápido—. Se você autorizou a gerência a abusar da sua namorada, receio que isso me inclui e também o engenheiro Dilken.
—Acho que não…
A porta se abriu e apareceu a Paloma, já sem calça, pelada exceto por uma fio-dental branca que escondia a buceta. Ela não abriu totalmente e se escondia pela metade.
—Você é o outro gerente? —perguntou mais animada do que devia.
Esse segundo gerente quase morreu de infarto ao ver a pele morena e nua da minha linda Paloma. E aquele sorriso de puta festivo que cegava.
—Paloma, combinamos que só o gerente podia te comer.
—E eu sou gerente! —disse o novo velho, e entrou pra dentro.
Fiquei sem reação. Paloma sorriu pra mim com um brilho de maldade nos olhos. Ainda estava com metade do corpo escondido pela porta.
—Melhor assim, meu amor. Mais porra pro tratamento.
Não soube o que dizer. A fio-dental branca enfiada na buceta dela contrastava com a pele morena num espetáculo maravilhoso. E as curvas… Putz! A cintura fina e o quadril largo davam uma silhueta de violão. Violão que em um minuto dois velhos filhos da puta iam tirar os sons mais doces.
—Se o outro gerente vier, manda ele entrar.
Sem esperar minha resposta, ela girou pra fechar a porta e naquele instante eu vi a raba redonda, cheia, perfeita, com a fio-dental sexy enterrada entre as nádegas fazendo o cu explodir de luxúria e carne. E enquanto a porta se fechava e minha mina rebolava pra voltar pro matadouro, vi atrás dela os velhos, um pelado se massageando um pau respeitável, e o outro se despindo apressado pra cair em cima dela o mais rápido possível.
Finalmente a porta se fechou e logo o conhecido Concerto de gemidos.
O que fazer?, me perguntei, colado na porta, ouvindo minha namorada gemer, igual aos outros dois. No começo eram descompassados, como fora de sincronia, mas logo se encaixaram numa harmonia sexual e de bom ritmo.
— Paloma, que pedaço de bunda você tem, meu amor… Deixa eu te foder gostoso…
— Mgmmggggfff… — dava pra ouvir minha namorada, de boca cheia.
— Continua chupando, puta… continua que você mama muito bem…
Eu me sentia preso nas minhas próprias palavras. Por que caralhos eu tive a ideia de dar permissão pro gerente? Devia ter dito com o senhor Ignacio.
Quando o terceiro gerente chegou, Paloma saiu pelada, cumprimentou ele e fez ele entrar educadamente.
— Vai se despindo que já vou pra você — disse ela, feito uma puta de bordel.
Fechou a porta e ficou desse lado, comigo, no corredorzinho. Assim, nua, ela abriu as pernas em compasso e me ordenou.
— Limpa, meu amor!
Eu me ajoelhei entre as pernas dela e levantei o focinho pra Deus e chupei e chupei como um bezerro na teta da vaca. Paloma me pegou pelos cabelos e me ajustou do jeito dela, e ofegou e gemeu, e em menos de um minuto começou a bufar e me agarrar pelos cabelos com força.
— Ai, sim, Deus…! Assim, corno, assimiiiiihhh…!
— Mmmfffggghhh! — me indignei.
— Continua, meu amor, assim… Continua, não para…
E continuei chupando ela como um corno patético. Mas que porra, era a primeira, a única e com certeza a buceta que eu mais gostava no planeta. Chupei com raiva e amor ao mesmo tempo.
— Ah, pelo amor de Deusss…! Sim…! Assim, Pablito, assim…! Que gostoso você me chupa, meu amor, como eu te amo…!
E chupei mais e chupei mais e mais e mais.
— Assim, meu amor, assimiiiiihhh…!! Ahhhhhhhhh…!
— Mmmfggghhfffss..!!!
— Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh…!
Engoli tudo. O gozo dela, o gozo, minhas lágrimas. Tudo. O focinho ficou lambuzado de sei lá quantas coisas. Mas continuei chupando até Paloma relaxar, as pernas dela ficarem fracas e ela soltar o puxão nos meus cabelos.
Fez-se um breve silêncio, que eu quebrei.
— E a Booty, meu amor? —implorei por um pouco mais.
—Ainda não encheram ela, Pablín. Mas espera aqui que daqui a pouco trago ela transbordando pra você.
Ela acariciou meus cabelos com ternura e entrou no escritório, fechando a porta, me deixando sozinho e de joelhos. Com uma ereção monstruosa. De novo.
Foderam ela por duas horas, gemendo, reclamando, chamando ela de puta e gozando entre orgasmos barulhentos. De vez em quando Paloma saía do escritório, nua e cheia de leite, e me obrigava a limpar ela. Encheram ela pela frente e por trás algumas vezes, e minha namorada me fez limpar ela toda vez, dizendo que os velhos tinham nojo de meter o pau onde tinha sêmen de outros. Limpei. Engoli porra de macho como nunca naquele dia.
Duas horas depois, quando dois dos gerentes estavam indo embora, apareceu outro velho que veio correndo, dizendo que também era gerente. Dava pra ver claramente que não era, no máximo seria amigo de um dos gerentes, mas mesmo assim entrou no escritório onde minha namorada o recebeu de pernas abertas.
Protestei, mas Paloma recebeu ele do mesmo jeito, igual a outro velho que apareceu depois e um terceiro, mais novo, que eu sabia ser o dono de uma churrascaria da estrada, e que até pouco tempo tinha explorado uma gordinha que fazia sexo com caminhoneiros por cem pesos.
—Antonio! —falei surpreso em frente à porta fechada do escritório. De dentro se ouvia o gemido de Paloma e toda a sinfonia da foda—. Mas você não é gerente! Você é o dono da churrascaria!
—Cala a boca, corno. Eu também sou gerente. Ou onde você acha que o senhor Ignácio come todo dia?
—M-mas…
Como resposta, ele me deu um empurrão que me jogou no chão e abriu a porta sem bater.
Naquele abrir e fechar, vi Paloma dobrada sobre a mesa, inclinada, recebendo pau por trás de um dos novos, que bombava ela como se fosse a última foda da vida dele. O filho da puta que estava comendo ela segurava pela calcinha branca que esticava ela por cima da bunda dela, carnuda e empinada. Paloma, de olhos abertos, virou pra me olhar. Tava com a pica de outro velho filho da puta na boca, que tinha subido na mesa e segurava ela pelos cabelos pra balançar a cabeça dela.
—Cuck, fecha a porta! —um dos velhos gritou pra mim.
Não sabia o que fazer. Aquilo tudo me parecia um abuso. Ainda tava me levantando do chão quando Paloma tirou a pica que inflava a boca dela e me pediu, séria:
—Meu amor, vai, fecha a porta… não seja punheteiro!
Fechei pra não parecer punheteiro, mas a verdade é que, como tava sozinho e ninguém me via, meio que me toquei.
À noite, já voltando, Paloma tava feliz, exultante. Me fez chupar ela de novo no terreno baldio, e voltou a me manipular pra que no dia seguinte eu deixasse ela se encher “só” pelo gerente de novo. Não resisti, falei que sim. Quando na mesma manipulação ela quis incluir os frentistas e o mecânico, falei não. Ela insistiu, mas eu me firmei. Na real, queria saber se ela continuaria mentindo, e como faria isso.
No dia seguinte, apareci no posto desde o começo do turno dela. Eu vagava por lá, supostamente esperando que às 15h o gerente chegasse pra comer a Paloma. Só fui perceber às 14:30 que tavam comendo ela pelas minhas costas. Paloma se ausentou pra ir ao banheiro e eu não notei que o mecânico já não tava mais. De vez em quando olhava pra oficina, pensando que se fossem foder ela, seria lá de novo. Só quando o segundo frentista sumiu e a Paloma também não tava à vista, me toquei. Tavam comendo ela no banheiro meio construído atrás do prédio principal. Era feito de paredes de tijolo sem teto, então o som das fodas saía por cima e pela porta improvisada com uma lona. Não falei nada, com a pica dura fui me esconder atrás de uma árvore e esperei.
Até às 15:30, quando o senhor Ignácio chegou, ela foi comida pelo mecânico e por um cliente. Via a Paloma entrar com a legging enfiada no cu, segurando pela mão o machinho da vez, rebolando o quadril pra esquentar ele, e olhando pra um lado e pro outro tentando não ser vista por mim. Depois via a legging cair no chão, entre os pés dela. A lona era curta e não chegava no chão e dava pra ver claramente. E aí os pés e o vai e vem. E o coro de suspiros e gemidos.
Não falei nada e ela não disse nada. Me fez limpar ela sem dar explicações e às 16 horas subimos pra gerência onde os três velhos enfiaram nela. Mais ou menos a cada meia hora Paloma saía semidespida, abria as pernas e me fazia limpar ela. Como no dia anterior, perto das 18 e até a noite apareceram na sala uma série de novos gerentes que tive que aceitar como um cuck sem remédio.
A semana inteira foi um inferno. Com Paloma me evitando pra dar pros peões pelas minhas costas, mas sempre podendo espiar ela, e com os três gerentes comendo ela bem comida cada dia da semana. Os que sempre eram diferentes eram os outros, os gerentes falsos ou, como Paloma me explicaria quando eu reclamei daquele abuso, os “adidos à gerência”.
— E o que você quer que eu diga, se são adidos à gerência? — ela tinha simplificado, e eu calava.
Mas nada disso importava mais. Não era a primeira vez que abusavam da Paloma, nem ia ser a última. De qualquer forma, foi a primeira vez que ela tinha mentido descaradamente pra dar e eu tinha concordado com meu silêncio. No fim da semana, senti pela primeira vez que quando me chamavam de cuck, tinham razão.
Que puta otário que fui, eu dei permissão...
— Paloma… — murmurou—. Filha da puta!
como você me fodeu de vez...Bom, vou ter que me contentar em bater uma pras gostosas do pornô.
4 comentários - Paloma
Gracias por compartir.
Angie te deja Besos y Lamiditas !!!
La mejor forma de agradecer la buena onda que se recibe es comentando, al menos al que te comenta. Yo comenté tu post, vos comentaste el mío?
Compartamos, comentemos, apoyemos, hagamos cada vez mejor esta maravillosa Comunidad !!!