Siete por siete (54): Fiebre de chocolate




Post anterior
Próximo post
Compêndio IA Marisol gosta dos detalhes. Se dependesse dela, adoraria que toda vez que transo, eu descrevesse as coisas que faço.
Adoraria agradá-la, mas tô muito cansado, então vou ficar só com o que é mais marcante.
Na manhã seguinte (de novo, 2 semanas atrás), acordei com os pelos em pé. O despertador tocou às 6 da manhã, mas não era o meu. Era o da Marisol.
“Amor!” falei, enquanto ela cochilava. “Amor, você tem que levantar!”
“hm… O quê?...” ela perguntou, meio sonolenta.
“Você colocou o despertador e tem que se levantar…” respondi.
“Não, não é pra mim!” ela disse, dando um bocejo e se ajeitando de novo debaixo dos lençóis. “É pra você preparar o café da manhã…”
“O quê?” perguntei, surpreso.
“É que a Celeste acorda cedo pra preparar o café… e como você é bom na cozinha…” ela respondeu, voltando a dormir.
Mas eu fiquei cutucando ela. Me acostumei mal com os boquetes matinais dela, sem contar que ela adora.
“Não!” ela protestou, bem irritada. “Ela disse que ia fazer panquecas e faz tempo que não como.”
E se encolheu pro lado da cama.
Não tive outra opção senão ir ao banheiro e mijar, esperando que ela acordasse de vez.
De fato, a porta do quarto da Celeste tava aberta e dava pra ouvir barulho vindo da cozinha.
“Moço, te acordei!” ela disse, meio sem graça, ao me ver entrar na cozinha.
“Não, não se preocupa!” falei, ajudando ela a achar as vasilhas. “Foi ideia da minha esposa eu te ajudar e dar uma mão.”
“Uma… mão?” ela perguntou, com uns olhos que entregavam o que tava pensando.
“Preparando o café.” Respondi, cortando as intenções dela.
A Lucia se acostumou com uma vida refinada. É daquelas mulheres que decide viver saudável, tomando suco natural de laranja, espremido na hora, chá com água quente e de preferência na bandeja, torradas, panquecas e coisas do tipo.
De manhã ela tem um café bem leve e, pelo visto, segue uma dieta especial, cheia de fósforo. (embora eu duvide que eles tenham considerado os riscos de intoxicação por mercúrio, um perigo latente para uma dieta baseada principalmente em peixes e frutos do mar), já que não comem carne. Na sorte, comem carne de soja.
Mas quem tem que pagar o sacrifício de preparar as refeições é a Celeste, e eu acho que se fosse na casa da Lúcia, até seria justificável. Mas na minha, não.
Me irrita, porque acho inútil. Como quase sempre sou eu quem lava a louça, não tenho a menor paciência de lavar um prato separado só pra salada.
Eu e a Marisol somos mais práticos e caseiros. Uma travessa com salada, onde cada um pega a sua parte e todo mundo fica feliz.
E era por isso que eu estava encarregado de bater o creme, enquanto a pobre Celeste cortava e descascava os pêssegos e maçãs pra colocar no liquidificador.
“Sua senhora me disse que o senhor cozinha muito bem…” ela disse, sorrindo com minhas atenções.
“É que quando começamos a morar juntos, minha esposa não sabia cozinhar direito.”
“Acho estranho ver um homem tão gostoso na cozinha…” me elogiou, me olhando com malícia.
Celeste vestia uma camiseta de algodão branca, velha e desbotada, que mal dava pra esconder parte daquela bunda enorme que ela tem.
Mas o que me fazia ficar sem graça era que, por baixo daquela camiseta, sem sutiã nenhum, os biquinhos dos peitos dela marcavam levemente, enquanto os peitos generosos balançavam completamente soltos, e ela, além de saber disso, tentava me seduzir com eles.
Celeste é baixinha, mas bem torneada. Pele morena e, pelo sotaque, não sei se é venezuelana, colombiana ou talvez equatoriana. Mas é daquelas mulheres que têm ritmo no sangue.
Tem cabelos crespos, pretos, mas tão bagunçados que me lembram uma palmeira. No entanto, quando está vestida, ela se destaca com uma bunda de cavalo que até diminui o volume, mas não a faz parecer tão bonita quanto uma mulher de cabelo liso.
Tem uns olhos pretos, bem vivos, e um olhar safado e provocante. O nariz dela é comprido, fininho e bem delicado. Os lábios dela são rosados, carnudos e muito apaixonados.
Era difícil preparar as panquecas, se ela insistia em me mostrar a raba ao pegar as xícaras e os pratos, e minha calça de pijama começava a apertar.
"Você já pensou no que vai colocar dentro?" perguntei, tentando me concentrar no que tava fazendo.
"Como?" ela perguntou, confusa.
"Se já decidiu o recheio." respondi, contando umas 20 panquecas. "O que você vai botar? Mel, geleia, leite condensado..."
"Sei lá..." disse ela, passando o dedo na tigela com restos de creme e me olhando nos olhos, enquanto colocava o dedo na boca. "O que o senhor gostaria?"
Tentei sorrir e fingir que não tava ligando, mas minha ereção claramente entregava meus desejos.
"Você conhece melhor sua patroa. Melhor você escolher..."
Abri a geladeira e foi um alívio sentir o ar gelado nas minhas pernas. Peguei a geleia, a calda de cranberry, o mel, a manteiga de amendoim e o doce de leite, que é uma espécie de pasta de leite com cor de café, e do armário peguei uma lata de leite condensado.
Esses dois últimos conseguimos por pura sorte, porque encontramos uma loja com produtos da minha terra, e minha esposa adora coisas doces.
"Prova e escolhe!" falei, vendo ela confusa com a variedade de sabores na frente dela.
E depois de olhar os potes por um tempo, ela se virou sorrindo e toda safada pra mim.
"Quero agradecer por me receber. O senhor e sua esposa cuidaram muito de mim, e se precisar de qualquer coisa, tô aqui pra servir..."
Eu ri.
"Não precisa se preocupar, Celeste! Eu..."
Ela me deu um beijo quente. Uma língua doce, saboreando a minha, enquanto uns peitos macios e bem empinados se espremiam na minha cintura, e uma mão, bem caprichosa, começava a acariciar meu pau.
"O que o senhor mandar, meu senhor, e eu tô pronta pra fazer!" disse ela, pegando o pote de geleia e se abaixando, enquanto eu tava no paraíso.
Foi uma sensação tão estranha sentir a geleia gelada. sobre meu pau. Tava ardendo e foi refrescante, mas durou uns segundos, porque a boca da Celeste tratou de chupar.
Eu podia sentir o frio se espalhando e sumindo nos lábios dela, que chupavam sem parar.
“É tasty!... mas quero ver algo mais…” ela disse, parando por uns segundos.
Eu tava sem palavras e completamente duro. Ela pegou a calda de cranberry e derramou, enquanto eu me desmanchava nos lábios dela, repetindo a degustação com cada um dos ingredientes.
Finalmente, ela escolheu o leite condensado. Acho que foi pela semelhança das cores com meus próprios fluidos e, nessa altura, eu já não queria que parasse. Segurava a cabeça dela e guiava no ritmo que mais me dava prazer, enfiando cada vez mais fundo.
Finalmente gozei e, embora ela tentasse engolir tudo, parte dos meus fluidos escapou pelos lábios dela.
Ela espremia e lambia, me olhando nos olhos.
“É uma pena que não possa rechear isso com isso!” ela disse, lambendo bem satisfeita.
Como eu ainda tava ereto, ela subiu pra me beijar.
“Com sua ajuda, terminei o café da manhã mais cedo. Tem algo que meu amo e senhor queira?” perguntou, encaixando meu pau entre as pernas dela, sem parar de me beijar nem abraçar.
“Vamos, Celeste!... não sou seu amo…”
Ela deu um suspiro mais quente…
“Não, senhorzinho!... você é um macho… e eu sou uma das suas éguas…” ela explicava, me beijando e me mostrando a raba, se apoiando no móvel. “E quando o macho tá quente… são as éguas dele que acalmam…”
Ela tava com uma calcinha fininha, preta e de renda. Nem tirei. Só afastei o suficiente pra meter entre as nádegas dela.
Ela recebeu de bom grado. Pra variar, adora que façam a raba dela.
“É tão gordinho e grosso o pau do meu amo!” ela exclamava, com a paixão de uma apaixonada. “Se meu amo quiser… pode meter essa piroca… onde quiser…”
Ela me deixava mais quente com as palavras e, com isso, mais violento, e ela adorava. Como ela é pequenininha, eu sacudia ela inteira e Até levantava ela um pouco com minhas estocadas.
Apertava os peitos dela e, pra minha surpresa, minhas mãos envolviam por baixo da blusa dela, pegando eles quase com pressão. O tamanho devia estar entre o da Marisol e da Verônica, beirando os 100 cm.
E ela ficava louca com isso…
“Sim, meu amo!… pega as tetas da sua sexy girl… belisca elas!… come elas!… faz o que quiser com elas!”
Eu bombava igual um louco na bunda dela, enquanto minhas mãos amassavam, beliscavam, apertavam, esfregavam e massageavam os peitões enormes dela.
O cabelo dela, todo bagunçado, vibrava com minhas estocadas e o gosto da pele dela e o cheiro, tão excitante e intenso, me deixava mais e mais tarado.
“Ai, meu amo!... Ai, meu amo!... me beija tão gostoso… Ai!... Ai!... Ai!...” ela exclamava, enquanto minha mão massageava a cachoeira entre as pernas dela.
A Pamela também tem pele morena, mas a Celeste é mais escura e a pele dela tem um cheirinho gostoso especial. É um aroma exótico. Cativante. Fogoso.
E a bunda dela, pode não ser tão perfeita quanto a da Pamela, mas é enorme e minhas estocadas, como ela é tão pequenininha, levantavam ela cada vez mais.
“Sim, meu amooo!... Ai!.... Auuu!... Mete essa porra de cock… no fundo do meu cu!...” ela dizia dando uns berros de verdade, quando eu me firmava nas nádegas dela pra não levantar ela.
“Celeste, não aguento mais!... vou gozar na sua bunda…” avisei.
Só uma vez eu gozei fora, quando a Amélia “me pegou à força”. Mas nas outras vezes, como ela incha tanto, nunca consigo tirar.
“Não se preocupa, amo bonito!...” ela gemia, toda alvoroçada igual uma galinha que botou ovo. “Descarga esse cock… no cu da sua sexy girl… pra você se sentir melhor!”
E foi o que eu fiz…
E ela soltou um gemido desgraçado, que por sorte a porta da cozinha tava fechada.
“Ai, meu amo!... Ai, meu amo!...” exclamou a Celeste, bem dolorida na bunda, mas sorrindo igual ninguém. “Sua esposa não mentia… quando disse que você ficava preso dentro das suas fêmeas…”
Ainda me surpreendem esses comentários…
“Minha esposa te Ela contou isso?"
Ela riu.
"Foi assim..." suspirou e continuou. "Foi ela quem me perguntou... o que eu achava de você... e, mesmo sendo difícil de admitir, eu disse que te achava bem gostoso... e muito safado... e aí ela me perguntou... se eu toparia te dar uma mamada de manhã... E olha só, aqui estou eu, com todo o seu leite na minha bunda!..."

Nos separamos e nos arrumamos. Limpamos parte da cozinha e abrimos as janelas. Ela foi tomar banho e eu voltei pra minha cama, dormir mais um pouco.

Nos dias seguintes, Celeste cuidava da minha ereção matinal. Marisol brincava, dizendo que se tínhamos uma empregada, tínhamos que aproveitar.

Na quarta-feira, chupei os peitos dela na cozinha, enquanto a masturbava (Pamela e Lúcia acordam lá pelas 10 da manhã) e pedi pra ela me fazer um *paizuri*, o que ela fez super feliz.

Na quinta, tomamos banho juntos no banheiro de baixo. Chupei a bucetinha dela e meti na bunda dela de novo.

E na sexta, tivemos um pequeno problema...

"Amito, quero que você meta na minha bucetinha!" ela pediu, cheia de vontade, sentada no balcão da cozinha de pernas abertas, enquanto eu beijava e massageava os peitos dela.

Fiquei tentado, mas a cabeça de cima ainda funcionava.

"Mas Celeste... você toma pílula ou algo pra se cuidar?"

Ela sorriu.

"Não!" respondeu, massageando minha barriga. "A patroa não me deixa sair muito... muito menos ficar com homens... mas não me importo de ter um filho do meu safado..."

Ela teria virado uma das amigas mais próximas da minha esposa se ela tivesse ouvido aquilo. Porque pra Marisol, o ideal seria que eu enchesse a Austrália inteira com meus filhos.

Tive que me segurar...

"Não, Celeste!... Isso não tá certo! E a sua família, se você engravidar?"

Ela já tinha tudo calculado friamente...

"Não tô nem aí!" respondeu, me abraçando pela cintura e me puxando pra perto da virilha dela. "Viro empregada da sua patroa e você pode encher minha bucetinha quantas vezes quiser..."

Aquela lógica me desestabilizava...

"Celeste, essa não é a solução!" expliquei. Não posso te encher de filhos!"
"Por que não?" ela perguntou, com bastante astúcia. "Já vi o senhor com a senhorita e não acho que isso cause problemas..."
Era verdade, mas a situação com a Pamela é completamente diferente.
No entanto, a razão e a matemática correm no meu sangue...
"Celeste, quantos dias faltam para a sua menstruação?"
Ela me olhou surpresa...
"Por quê? O senhor quer me comer no período?" perguntou, quase começando a chorar.
"Claro que não!" respondi. "Só responde minha pergunta..."
Ela ficou com vergonha. Não era um assunto de conversa para "outros males"...
"Falta... mais ou menos uma semana... e uns dias..." respondeu, baixando o olhar.
Eu respirei mais aliviado...
"Bom, acho que é o mais seguro que dá pra estar..." falei, abaixando minha calça. "Mas você vai ter que sair com a Marisol um dia pra comprar pílulas na farmácia. Ou senão a gente vai ter que usar camisinha."
O rosto dela se iluminou como um farol...
"O senhor vai meter?"
Um gesto vale mais que mil palavras.
Enquanto eu alargava aquela rachinha apertada e molhada, lembrava dos conselhos da primeira ginecologista que atendeu a Marisol.
Embora não tenhamos gostado da atenção dela, porque nos julgava bastante pela diferença de idade, ela explicou os dias mais seguros pra transar sem pílula.
O período de descarte do óvulo dura entre 3 e 5 dias, mas o óvulo em si morre aproximadamente entre 7 e 10 dias antes.
No entanto, ainda é arriscado fazer sem proteção, podendo chegar a quase 40% de chance de fertilizar o óvulo.
Mas a gente tava com tesão e eu considerava os números baixos o suficiente pra arriscar.
Além disso, a Celeste é pequenininha e fogosa.
"Meu dono... tá me partindo com essa pica enorme!" exclamava, enquanto eu avançava devagar nela.
O cheiro do corpo dela e o brilho da pele me excitavam um pouco mais, e a marcha lenta, mas constante, começava a ganhar cada vez mais ritmo.
"Doninho... esvazia essa rola quente dentro de mim!... Ahh!... Por favor!..." suplicava. enquanto eu a segurava pelas nádegas para penetrá-la melhor.
Pelo corpo ardente de Celeste, pensei que seria fácil penetrá-la.
Mas, surpreendentemente, ela estava tão apertada que precisei alargá-la.
“Sua esposa tem muita sorte!...” ela suspirava, misturada com lágrimas de dor e prazer. “Você é um macho tão gostoso!… Uhhh!... e dá pra ver pelos seus olhos… que você é apaixonado por ela…”
Suas palavras me envergonhavam…
“Celeste… eu não sou macho!” falei, olhando nos olhos dela.
Ela me beijava, com a respiração ofegante, por causa das minhas investidas.
“Sim, senhor!” exclamou ela, se sacudindo freneticamente com o peito vibrante. “Você é meu macho… e eu sou sua gostosa…”
Eu estava tão vigoroso e o aroma exótico de Celeste me deixava tão tesudo, que comecei a meter com mais e mais força.
Por sua vez, ela se ajeitava o melhor que podia, aguentando minhas estocadas e cedendo seu corpo ardente. Tão ardente que o suor marcava claramente os biquinhos excitados e parte do umbigo na sua camiseta velha.
Gozei dentro dela bem fundo, a ponto de ficar na ponta dos pés para preenchê-la o máximo possível.
Ela estava feliz e me beijava, ronronando como uma gata mimada (Ironicamente, nunca tive uma puta).
E enquanto esperávamos para nos separar, seu espírito alegre cantarolava:
“A piroca do meu dono… enche minha bucetinha… com seu leite, bem quentinho…”
Assim os dias passaram e, finalmente, voltei da obra com Pamela.
Na terça de manhã, Celeste me esperava, mostrando que tinha tomado seus comprimidos e levantando a camiseta para dormir, oferecendo novamente a bucetinha para seu macho…
Próximo post

1 comentários - Siete por siete (54): Fiebre de chocolate

Vale voto por la foto de celeste ya que es tipo de mujer bien rica para la faena donde se alterna cocinar y coger. Suerte