Tesão nas férias

Eu tava de férias na praia com minha esposa e amigos, isso aconteceu com a filha de uma amiga da minha esposa.
Ela, morena, cabelo ondulado e comprido, olhos verdes, uma carinha de anjo, com um sorriso safado, tem 24 anos, e um corpo muito gostoso, meio cheinha, mas com uns peitos bem bonitos.
Tava frio naquela tarde e ninguém queria entrar na água, mas como eu não curto ficar largado no sol, entrei. Depois de um tempo, essa mina entrou também. A gente tava conversando besteira, eu de frente pro mar, ela de costas, e veio uma onda que jogou ela em cima de mim, com tanta falta de jeito que acabei segurando os peitos dela. Na hora, passei as mãos pros ombros dela e ajudei ela a se levantar. "Me desculpa", falei, "não foi minha intenção..." E ela sorriu safada e disse: "Se eu soubesse que tu tinha mão tão firme, tinha me jogado antes."
Fiquei surpreso, a gatinha tava me dando mole, e quando me toquei, era eu que tinha caído por causa de uma onda. Ela se aproximou, me deu a mão e, enquanto eu me levantava, colocou a mão na minha virilha e falou: "Hmm, quero brincar um pouco. Tu topa, ou tá com medo?"
Claro que topo!
Ela disse: "Beleza, quando a onda vier, tenta me tocar o máximo que puder, em cima ou embaixo, tu escolhe. Se jogar bem as cartas, pode ser que a gente continue em outro lugar..."
Fiquei louco. A cada onda, eu passava a mão na bunda dela, enfiava um dedo na buceta dela por cima da sunga, tocava ela de frente, dava pra sentir que era depilada, pegava nos peitos de novo. A gente foi mais pro fundo, pra ficar com o corpo todo submerso e se tocar melhor. Ela me tocou, percebeu que eu já tava duro e falou baixinho: "Já tô imaginando essa pica dentro de mim, tu tá me deixando doida." E eu respondi: "Se pudesse, te comia aqui, mas é perigoso. Além disso, quero provar essa buceta que tu tem." Aí ela baixou meu short, afastou a parte de baixo do biquíni e encaixou meu pau na entrada da buceta dela. Eu segurei a cintura dela e puxei pra perto, nossas pélvis se juntaram, e ficamos assim por um minuto. A cara de prazer dela era... Linda, e me diz: goza dentro de mim, vai, tenho DIU, não dá nada. Eu adoraria, falo, mas aqui não, já tá muito na cara essa noite. Quando todo mundo dormir, te busco. Ela acena e nos separamos, nos ajeitamos e, quando a ereção baixa, saímos.
O jantar passa sem problemas e fico sentado numa espreguiçadeira lá fora. Umas duas horas depois, todo mundo dorme, menos nós dois, que estamos jogando cartas no quintal de casa.
Começa a chover, então vamos para a churrasqueira fechada, assim ficamos tranquilos e podemos fazer o barulho que quisermos.
Lá dentro, ela senta na minha frente e, com o pé, toca minha virilha, e diz: quero seu gozo, quero saborear. Tira a camiseta, fica só de biquíni, que realça os peitos. Então falo: quero saborear sua buceta, vamos fazer um 69. Ela diz que não, que isso distrai na hora de chupar; primeiro quer o gozo, que há tempos tá com vontade. Então abaixo meu sungão e ela começa uma mamada frenética, toda uma expert. Me punheta e me olha nos olhos, sorri e continua chupando, me punheta rápido com gosto e, depois de um tempo assim, falo que tô perto de gozar. Ela para de me punhetar e só com a boca, pra cima e pra baixo, continua até sentir os jatos de sêmen na garganta. Ela saboreia e engole. Eu tô em êxtase, nunca me chuparam tão profissionalmente a rola.
Ela diz: hum, que gostoso, quentinho e grosso do jeito que eu gosto. Agora é minha vez de gozar. Tira a parte de baixo do biquíni e se joga na mesa. Que paisagem: uma buceta depiladinha, com uns lábios carnudos e bem marcados. Aproximo minha boca e, com a língua, começo a lamber. Que gostoso, ela começa a se mexer de prazer, os sucos dela se misturam com minha saliva. Minha língua brinca, praticamente tô comendo ela com a língua. Ela pega nos peitos, se contorce e chega ao orgasmo com um gemido abafado. Sem deixar ela se recuperar, ali mesmo, de pernas abertas, encosto meu pau na buceta dela e, do... lubrificada entra sozinha, ela entre gemidos diz, ah sim, animal, não me deixa recuperar de um e já quer mais! Ah sim, não para, me come!
E assim eu faço, tô comendo ela devagar, curtindo a buceta dela, chupo os peitos, beijo ela, sinto o clap clap dos nossos corpos se chocando, ela grita pra eu encher a cara dela de porra que ela se sente minha puta e continuo me mexendo até sentir que vou gozar e tiro meu pau e na hora ela se ajeita pra receber as gozadas na carinha de anjo que ela tem, um jato bom cai no nariz, boca e bochecha dela e outro no queixo, a vaca tira uma foto assim e fala pra eu guardar de lembrança, esconde bem.
Ela limpa o rosto, a gente se veste e mal terminamos isso, e distribuímos as cartas pra continuar jogando, minha esposa sai de casa e junta com a gente por um tempo.
Se a gente demorasse mais 2 minutos, éramos descobertos!
Ficamos jogando cartas até o amanhecer, fomos dormir, no dia seguinte acordei tarde, não tinha ninguém em casa, peguei meu celular e fiquei olhando a foto, não acreditava que tinha comido a R. Levantei, coloquei a sunga e fui fazer um café.
Fico de boa na cozinha tomando meu café, e nisso chega a R da praia, sozinha, que brigou com os pais por sei lá o que e senta comigo, e começa a chorar, eu abraço ela e isso vai acalmando, pergunto o que aconteceu, ela conta, não vem ao caso, e conversar fez bem, era só risada, minha intenção era clara, repetir a noite, a conversa vai pro sexo, e entre outras perguntas, ela disse que nunca tinha dado a Booty. Que sempre teve medo de doer, eu comentei como eu sabia fazer pra não machucar e ela se animou, quis experimentar, então a gente se beija, eu tiro a roupa dela, começo a saborear aqueles peitos divinos que ela tem e com uma mão brinco na vagina dela, no clitóris, masturbo ela com 1 dedo, depois dois, essa buceta escorria toda, ela se abaixa e começa a chupar meu pau, com vontade, Segura com a mão e com a boca de ponta a ponta, passo a língua pela cabeça e continuo chupando. Quando percebo que tá bem quente, paro, falo que quero guardar meu gozo pro rabo dela.
"Tô com medo", ela diz, "vai doer."
"Calma, vamos testar meu método, se não der certo, a gente para."
Com medo, ela concorda. Pego ela pela mão, levo pro quarto e coloco ela de quatro. A bunda dela se abre, vejo em primeiro plano a buceta dela, tenho que segurar o instinto de meter. Me agacho por trás e começo a lamber o cu dela. Isso a surpreende, ninguém nunca fez isso nela, ela gosta. Continuo lambendo, de vez em quando enfio a língua no rabo dela, e quando tá bem babado, coloco um dedo, devagar, enfiando no rabo dela, sem parar de passar a língua. Ela delira, geme, o rabo dela vai se abrindo sozinho e consigo colocar dois dedos, depois três. Nessa altura, ela já tava gemendo, gritando, mas não tava doendo, ela pedia mais! Queria eu dentro. Então tiro os dedos, fico de pé atrás dela e começo a encostar o pau no rabo dela. "Tá pronta?" pergunto. "SIIIIM" ela responde, e começo a meter. Dói, ela grita, mas pede pra eu não parar, pra continuar enfiando.
Até nossas pélvis se encostarem. Fico parado, seguro ela pela cintura, ela geme, me xinga, mas adora. Ela começa a se mexer sozinha, eu acelero o ritmo.
Ela grita meu nome: "Me arrebenta! Isso, vai fundo!"
Nossos corpos batendo um no outro, ela joga o cabelo pra trás e se mexe. Depois de um tempo, sinto que vou gozar, falo pra ela e ela fica mais doida, se mexe mais rápido e eu explodo dentro do rabo dela. Ela sente cada jato de porra quente no cu, pede pra eu ficar dentro. Segundos depois, ela se joga na cama de bruços, e eu tiro o pau. Ela tava em êxtase. Beijo ela e a gente se veste.
"Foi a melhor foda que já levei", ela diz, "vou sentir falta quando a gente voltar e não puder se ver tanto."
"A gente dá um jeito", falo. Essa resposta conforta ela. Quando ela se vira, sussurra no meu ouvido: "Sinto seu gozo escorrendo pelo meu cu." Isso se repete. E ela vai embora.

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