Cumpli un sueño... fue un sueño?

Falaê, galera do Poringa, beleza? Depois de um tempão, voltei pra contar uma história que, até agora, foi a mais louca e inacreditável que já vivi.
Quero deixar claro que o que rolou foi com uma professora particular de inglês, que comecei a ter aulas em 2014, e foi lá que a conheci. Loira, cabelo volumoso e ondulado, baixinha, uns 1,60 (do jeito que eu gosto), peitos de um tamanho mais que interessante, uma figura que chama atenção, 41 anos, parece meio “cheinha” mas depois fui perceber que não era bem assim… Desculpa me alongar, mas é importante, pelo menos pra mim, explicar que durante todo 2014 a gente começou a trocar mensagens, de forma casual, até que chegou num ponto em que as mensagens foram ficando mais cheias de indiretas, a ponto de termos um encontro, mas que só rolou um beijo. Depois desse encontro, ela deixou bem claro que não queria saber de nada comigo porque eu era casado. Foi aí que eu dei a situação por encerrada e decidi não “incomodar” mais, não insistir em algo que ela já tinha posto um fim, mas…
Nos primeiros dias de janeiro…
Foi uma loucura total. Até hoje, de vez em quando, eu penso e tenho dificuldade de entender se foi real ou se sonhei. E não tô falando de um lance romântico, tô falando porque do jeito que tudo aconteceu, da maneira e da burrice que eu fiz, me faz pensar que talvez tenha sido tudo um sonho.
Nessa sexta à noite (bem, sábado, 00h30, começando agora), eu tava quase indo dormir quando comecei a mexer no celular, entrei no Face e vi uma publicação dela, tinha postado fazia poucos minutos, então curti. Foi um jeito de dizer “oi, tô aqui”. No minuto seguinte, ela me mandou um zap:
“Oi, tá trabalhando? Como cê tá?”
Respondi: “Não, tô em casa.”
Aí começou uma conversa, meio sem rumo: “Bom, não quero te atrapalhar, achei que cê tava trabalhando”… Entre um papo e outro, a gente começou a trocar indiretas. Ela me contou que tinha “viajado” dia 1º e 2º e que tava voltando de um aniversário. Conversa vai, conversa vem… Essa conversa veio, eu joguei uma das frases (ela me disse que o primeiro namorado terminou muito mal com o álcool, a ponto de não lembrar o que tinha feito). Eu falei que isso é perigoso, que podem abusar dela sem ela perceber e blá blá blá… nisso eu falei “quando você ficar assim, me avisa… que eu cuido de você” e ela responde “não é bom pra você, pode ser que você se dê mal”. Eu respondi “ou podemos terminar bem… eu adoraria terminar com você” e não sei por que, mas fui direto na jugular e falei: “adoraria que a gente terminasse junto, um em cima do outro, e que seja o que for”. Nisso, me fiz de desentendido, como se tivesse sido um ato falho, e ela me disse “o que foi dito, está dito e bem dito”. Pronto, ela me deu total abertura. Nisso, ela disse que estava prestes a tomar banho, estava falando comigo pelada. Na minha cabeça, pensei “fechou!” então falei “se quiser, te ajudo a tomar banho” e ela disse que seria legal, que gostou da ideia. Então, sem palavras, comecei a dizer que a gente precisava se ver, insisti (não muito) e ela me disse “mas como a gente faz, agora?” e na minha cabeça eu sabia que era agora ou nunca, então falei que sim, que a gente se via agora (só pra esclarecer, já era quase 01h30 da manhã, minha esposa tinha ido dormir com minha filha perto das 23h) as duas na nossa cama, só meu filho estava acordado jogando no computador, e um detalhe: a última parte do diálogo que tivemos, eu estava deitado prestes a dormir no quarto dos meninos. Então falei “olha, eu dou um jeito de sair de casa, mas você vem me buscar no seu carro pra eu não fazer barulho com o meu saindo da garagem”. Sabia que se minha esposa acordasse… eu era ou seria homem morto. Então, ela disse que sim, que passaria para me buscar e foi o que fez. Passou perto das 2h. Saí de casa com um cagasso, sabia que estava me arriscando feio, que tudo podia dar merda (por isso hoje sei que foi uma estupidez, uma loucura, e toda vez que penso nisso me mortifica pra caralho). No caminho para o hotel, eu estava meio tenso, estava em Parti com a cabeça na minha casa, ciente da loucura e quase suicídio que estava cometendo.
Quando chegamos no hotel e ela, muito muito natural, relaxada, tranquila (isso é mais um detalhe anedótico), fomos para um hotel que eu não conhecia, mas ela sabia até onde ficavam as luzes, “o corpo dela tem mais marcas que uma praia no auge do verão”.
Bom, ela começou meio que a “tomar a liderança”, quis iniciar um jogo, gostoso, onde cada um fosse tirando uma peça de roupa. Começou tirando minha camiseta, eu fiz o mesmo (se tinha algo que me tirava o sono eram os peitos dela, sempre achei que devia ter umas boobas boas… e verdade, não estava errado). Ela quis continuar pelo meu short, mas… eu ainda estava de sapato, conta como peça, ela tira os dela. Chegou a vez dela e, claro, meu short voou. Era minha vez, tentei tirar o sutiã dela, mas ela nunca quis tirar (não sei se por uma certa insegurança de ter os peitos caídos, digo isso porque ela me falou “não quero tirar, porque senão minhas tetas vão sair voando pra todo lado” – era o que eu queria, mas ela não). Então tirei o short dela, mas pra fazer isso, virei ela de costas, coloquei ela com as mãos na parede e as pernas meio abertas (tipo revista policial), posição que eu amo, claro que passei a mão por todo o corpo dela até chegar no short, apertei os peitos dela, sobravam e saíam das minhas mãos, coloquei os peitos pra fora sem tirar o sutiã. Comecei a tirar o short dela e aí tive uma grata surpresa, sempre achei que ela não teria uma bunda bonita, o short não marca bem, parece até ter bunda pequena… mas subestimei os anos de academia que ela fez, ela tem uma bunda redondinha, bem empinada, macia… ou seja, tentação pra qualquer homem e eu não sou diferente do resto, claro que me ajoelhei pra terminar de tirar o short dela e nisso aproveitei pra curtir a bunda dela, beijei, toquei à vontade e com prazer, dava pequenas mordidas, com a pressão necessária pra serem fortes mas suaves ao mesmo tempo, fiquei assim. um bom tempo…
Sua vez, ela tira minha cueca, e óbvio, imagina como eu tava… humm saiu feito mola, ela não brincou muito com meu pau (coisa que eu teria adorado).
Era minha vez, eu puxei ela contra meu corpo, abracei, beijei, e fiz ela sentir como eu tava, apertava meu pau contra a buceta dela, contra a barriga dela. Virei ela de novo, claro que sem ajuda das mãos, fazia uma pressão com meu pau contra a bunda dela, ela tava com uma calcinha fio-dental minúscula. Ela me fala “por favor, deita”, eu queria continuar brincando, passando a mão e o pau pelo corpo dela, mas ela insistiu então… não ia ficar pedindo.
Deitei, ela prendeu o cabelo e falou “agora quero que você relaxe e aproveite”, e foi o que fiz, dá pra ver que ela sabe, porque começou bem devagar me dando beijos, no meu pescoço, no meu peito, na minha barriga, até chegar no meu pau… foi algo muito bom e diferente (na pouca ou muita experiência que tenho com boquetes que já recebi, tive de vários tipos, desde selvagem, que achei que iam arrancar, garganta profunda, até suaves a ponto de você pensar que nem sabiam o que era fazer um boquete) bom, ela foi diferente, era suave mas com estilo, usava toques de língua alternando com garganta profunda, sentir a glote é uma sensação incrível, além disso fez algo que nunca tinham feito comigo, colocava muita saliva na mão e espalhava no meu pau, pra dar uns toques de masturbação, mas tava tão lubrificado que era uma sensação muito boa mesmo. Assim ficou um tempo, até que ela falou “bom, agora é sua vez” e eu não reclamei da ideia.
Comecei beijando ela, as orelhas, lóbulos, pescoço, por uma área que amo que é a fosquinha supraesternal, continuei com beijos suaves, meus lábios (não sou de morder) chegaram nos peitos dela, mas ela falou que não tem muita sensibilidade (e deu a entender que não curtia muito) detalhe que ela ainda tava de calcinha fio-dental. Segui descendo pela barriga até chegar na buceta dela, fiz algo que amo que é beijar a parte interna das coxas dela, passar minha língua até chegar na buceta dela (ainda com a calcinha fio dental), dava beijos, colocava a ppk dela na minha boca e aí sim, quando ela tava de fio dental, dei uns mordiscos suaves, os lábios escapavam pelas laterais da calcinha, e eu ia dando leves toques com a língua até que não aguentei mais e tirei o fio dental dela. Aí me dediquei a descobrir como ela gosta mais, comecei fazendo um oral suave até perceber como ela curtia mais e foquei toda minha atenção ali, o clitóris dela parecia que ia explodir. Fiquei um tempão até ela falar "tá bom, já tô". Nisso ela me deu outro oral delicioso, que passava por todo meu pau e minhas bolas... ainda me lembro e aff...

Coloquei a camisinha e comecei a passar meu pau na buceta dela, uma coisa que amo é a brincadeira antes da penetração, coloquei meu pau entre os lábios maiores e friccionava sem penetrar, alternava com outras brincadeiras até que ela disse a palavra que eu queria ouvir "vai, por favor, mete" e foi o que fiz. Pra um homem, tentar mostrar sua virilidade e tamanho é importante pra autoestima, mas quando pedem pra meter é algo maravilhoso.

Ela pediu pra fazer de costas, ela ajoelhada na cama com as mãos na parede, levantando bem a raba pra facilitar a penetração, fiz isso e fiquei um tempo, até que ela gozou, sentindo os espasmos da buceta no meu pau. Tenho que confessar que essa posição não me agrada muito, porque me estimula demais e tenho que me concentrar pra caralho pra não gozar. Depois de um tempo ela resolveu mudar de posição, tipo papai e mamãe (aí sim, é meu jogo) e aí é mais fácil pra mim controlar e administrar meu tempo, óbvio!

Ao começar a penetração nessa posição, coloquei meu pau só com a pontinha pra entrar de uma vez, e isso fez ela soltar um suspiro e uma exclamação, depois de perguntar se ela estava bem, ela me disse que adora... (carinha de diabinho se fosse pelo WhatsApp) então comecei um entra e sai com ritmos diferentes, movimentos diferentes, e ficamos assim por um tempão. Pra você ter uma ideia, em um momento ela me pergunta: "você com camisinha sente alguma coisa? Você sente?"
Eu: por que você tá perguntando?
Ela: digo, já gozei 3 vezes e você ainda nenhuma, quero que a gente goze junto
Eu: beleza, sem problema, mas fica tranquila que eu sinto com camisinha sim

Nisso, óbvio que pedi um tesouro muito desejado por mim, a bunda. Mas não existe felicidade completa. Ela me diz: "adoro, mas sem camisinha, com camisinha me faz mal"
Obviamente que não toquei na bunda dela, ou é com camisinha ou nada. Então continuei onde estávamos até dar a ela o que queria... gozar junto.
Foi jorrando, não preciso explicar muito mais. Os espasmos foram duradouros.

Foi assim que terminamos, olhei a hora e desde que entramos já tinham passado 1h30, eram 4 da manhã. Naquele momento o pânico me invadiu, voltei à realidade e os medos da loucura que tinha feito, queria ir embora, mas não por ter passado mal, e sim porque entrei em pânico, e ela queria conversar, o que em outra situação eu teria adorado, mas naquele momento eu estava preocupado.

Então conversamos sobre tudo um pouco, sobre como as coisas foram acontecendo, ela me disse que num primeiro momento estava negando, eu falei que praticamente já tinha aceitado que não ia rolar nada. Ela me disse que "talvez" continuar em contato foi o que fez com que aos poucos ela mudasse de ideia. Me perguntou, ou melhor, me pediu que a situação não mudasse (professor e aluno), eu falei a verdade, que preciso dessas aulas e que não estava pensando em parar. Nisso ela me diz algo que deu a entender sem dizer claramente... "já sei o que vai acontecer, não quero te atrapalhar" ou seja, provavelmente vai ser só dessa vez, mas tudo bem, falei "para de pensar no futuro, fica tranquila, Tá tudo bem"
Acabamos pegando o caminho de volta, no carro eu vinha muito, muito quieto. Me matou o fato de estar voltando pela estrada e ver que já estava amanhecendo, aí eu morri de medo.

Antes de descer do carro, ela me disse: "Não se jogue do carro pra eu frear". Mais clara impossível. Eu disse que passei muito bem, e é a pura verdade.

Ela falou: "Vou ter que passar creme o dia inteiro amanhã e vou ficar lembrando de você..."
"Por que você passou tão bem?"
"Além disso, a cada passo que eu der, vou lembrar de você..." 😊

Então cheguei em casa, por sorte, silêncio. De manhã, tava morrendo de medo de alguém falar alguma coisa, mas por sorte até agora...

No dia seguinte, a gente trocou mensagens. Foi uma conversa sobre nosso encontro. Durante a conversa, ela deixou bem claras umas coisas, entre elas: "Faz de conta que a gente não vai se ver de novo pra transar", "Na sua condição (casado), a única coisa que você pode me dar é sexo, e eu busco algo mais que isso". Foi aí que eu tentei dizer que, mesmo assim, eu fecho a porta, mas não tranco. Ela respondeu: "Bom, mas não me espera..."

Foi assim, amigos, que consegui ficar com minha "teacher", algo que achei que nunca ia rolar. Infelizmente, tô nas mãos das decisões e vontades dela, e se ela não quiser mais saber de nada, essa vai ser a primeira e única vez... No final da conversa, eu disse: "Bom, antes com o beijo que te dei, eu já sentia que tinha vencido. Mas agora sinto que realmente venci!" E ela respondeu: "Nós dois vencemos"...

3 comentários - Cumpli un sueño... fue un sueño?

esta bueno... pero es bastante histérica..y calienta pijas... cuidate...