Goze do corno - Parte 2 e Final (Real)

Passou pouco menos de uma hora e recebi a ligação da minha namorada avisando que já estavam a caminho. Arrumei um pouco a bagunça da casa e me preparei pra esperar. Tava muito nervoso, não sabia como ia me virar! E também sentia um pouco de culpa por trazer um cara qualquer pra dentro de casa, mas nós dois távamos muito, muito tesudos. Eles chegaram, e eu abri a porta naturalmente. Como se fosse lançada por uma mola, ela me comeu a boca, e enquanto isso pude perceber o rosto inquieto do magrelo. Aí entendi que não tinha nada pra me preocupar, embora nunca se possa baixar a guarda. Ela foi pro banheiro e eu fiquei sozinho com ele. Ele não conseguia fixar o olhar em lugar nenhum, muito menos nos meus olhos. Convidei ele pra tomar uma cerveja e, de repente, ele relaxou. Finalmente ele também entendeu que não tinha nada a temer.

Enquanto a gente conversava cada vez mais à vontade com meu futuro corno, minha namorada reapareceu, banhada e com roupa confortável de casa: uma camisetinha meio pequena que apertava os peitos dela, que pareciam prestes a explodir, e um shortinho jeans que deixava ver o começo das bundas duras dela.

Ela sentou na mesa e começamos a conversar os três. Palavra vai, palavra vem, a conversa foi ficando cada vez mais quente. Até que eu comentei que nosso convidado estava de pau duro.Mm, bebê, que vontade de você tirar essa picaFoi isso que minha mina disse antes de me pedir permissão pra atacar a braguilha do nosso convidado da vez. Ela se levantou do lugar dela direto pra virilha do cara, começou a apalpar o volume dele, cheirava e mordia o jeans, desabotoou a calça dele, abaixou o zíper, cheirava e mordia a cueca, até que resolveu descobrir o pau dele. Era de tamanho normal, mas interessantemente grosso e encorpado, bonito de se ver.

Sendo essa a segunda vez que eu experimentava ver minha namorada chupar outro pau na minha frente, tenho que dizer que foi bem mais natural e gostoso. Eu não sentia necessidade de participar, só de ser um espectador privilegiado. Era adorável ver minha mina chupando a rola daquele desconhecido, sortudo, que saiu num sábado à noite pra tomar uma cerveja e agora tava sendo deliciado pelos lábios de uma puta soberana, MINHA puta. Mais interessante ainda foi quando o pau dele ficou duro pra valer, já todo lubrificado pelos próprios fluidos e pela saliva da minha gostosa. Tinha uma cabeça bonita, do jeito que ela gosta, e ela chupava com gosto. Toda vez que ela fazia isso, ele jogava a cabeça pra trás e os olhos dele praticamente reviravam.Você gosta de corno?repetia minha mina, e eu respondia que sim, afogado em prazer e tesão, enquanto passava a mão na minha virilha por cima da calça jeans. Lambia e chupava as bolas bem redondas dele enquanto batia uma punheta pro pau dele com a mão esquerda. Ele puxava ela pelos cabelos cada vez mais violento e enfiava a cara da minha namorada na genital dele, não deixando ela respirar e sujando toda a boca e as bochechas dela de porra. Nisso, eu cheguei perto pra beijar ela, lamber ela, e foi extremamente excitante sentir o gosto do esperma do macho dela, cheirar ele, e ter o pau dele a centímetros do meu rosto.
Depois foi a vez de encher a buceta dela de carne. Levei ela pra cama, joguei ela como um objeto e ofereci ela como a puta mais vulgar que era. Falei que ela tinha que fazer o nosso convidado gozar como a puta desprezível que ela era. Ela era Minha puta, Minha Escrava, a que saciava minhas perversões, e eu era o Dono dela que permitia ela realizar todas as fantasias mais escondidas. Nesse sentido, ela também me possuía, me tornando Escravo dela.
Eu já tava praticamente decidido a não participar. Eles iam dominar a cama e eu ia observar de lado. Levei uma cadeira confortável pra lá, minha cerveja, e me joguei pra curtir o serviço. Ela terminou de pelar o macho dela completamente, apreciando cada centímetro do corpo dele. Ele tinha um bom tronco, definido, braços bons. Ela arrastava a boca por toda aquela pele que exalava testosterona, gemendo, dando mordidinhas e lambidas. Até que ele agarrou ela forte pelas mãos na cintura e virou ela como se fosse uma pluma. Baixou um pouco o short da minha mina, puxou a calcinha fio dental dela e enfiou uns dedos. A buceta dela era uma poça. Depois foram três dedos, até que ele enfiou o pau e começou a bombar ela. Pra mim era uma obra de arte suprema ver minha mina de quatro, ver como os pés dela se contraíam, ver a cara de sofrimento e prazer dela com as estocadas brutas. Eu já tava só de camiseta, me masturbando de lado. Depois ele desabou em cima dela e começou a... Montar como uma puta no cio. O nível de objetificação era altíssimo (embora nunca tenha faltado um pingo de respeito), e estávamos os três conectados numa viagem de putaria sem limites. Ele começou a dar tapas na bunda dela, depois tapas na cara. Eu também entrei na onda, falava no ouvido dela, xingava, cuspia na boca dela. O cara esvaziou a buceta dela e encheu a boca dela de novo. Ele começou a meter praticamente por ali, a pica e os ovos dele já tinham ganhado umas proporções bem gostosas, tava toda veiuda e as bolas com um estoque de leite bem cheio. Decidi entrar junto também e entre os dois enchemos ela de pica. Ela tava lá, imersa, a cara dela, os olhos cansados, a boca prestes a explodir, de joelhos na frente dos dois mastros. A gente passava a pica no rosto dela, deixava rastros de porra, eu lambia a cara dela de novo e sentia aquele cheiro todo, saboreava aquele gosto de pica, beijava ela. O cara levantou ela de novo como se fosse uma pluma, mandou ela abrir bem as pernas e meteu de frente. Outra imagem bem sugestiva tinha surgido: as pernas da minha mina abertas de par em par pra receber o macho dela na buceta. Ele comeu ela assim por uns minutos, até que voltou a meter de quatro. Tinha chegado a hora da ração de esperma. Minha mina apontou aquele rabão enorme pra cima, abrindo bem as nádegas, e ele começou a se punhetar. Eu cheguei perto pra lamber o cu da minha mina, e os cheiros que se misturavam eram sensacionais: buceta, pica, porra, suor. Que delícia saborear aquele cu, aquele cu onde tinham batido as bolas do macho dela que tava me fazendo de corno manso na minha frente, aquele cu salpicado de suco de pica de touro. Quando senti que o cara ia gozar, me afastei e vi uma boa quantidade de porra banhar aquele cu, como fios de esperma pendiam da pica veiuda dele, no vermelho vivo, como a cabeça dela, enquanto ela enfiava até três dedos na buceta e gemia de prazer bem fundo. Nosso O convidado pediu licença pra ir ao banheiro e a gente ficou conversando baixinho na cama. Ele saiu, agradeceu e deixou o telefone dele. Desci pra abrir a porta e esperei ele pegar um taxi na Avenida. Eu me sentia espetacularmente bem, seguro de mim mesmo, da minha mina e do nosso love. Subi e a gente se entregou um ao outro.
Mas isso já é outra história.

7 comentários - Goze do corno - Parte 2 e Final (Real)

skuikin +1
lo lei tarde..pero muy bueno locura.. ojala nos deleites con alguna foto de tu mujer..dichoso lo tuyo..gracias x aportar
No tengo palabras. Lo mejor de poringa en años. Felicitaciones. Van diez.