História real (capítulo final)

Depois daquela noite, vieram uns meses muito loucos. Viramos um trio estranho, um casal a três, aberto, onde elas ficaram amigas, mas o centro sempre era eu. Não sei como, mas criou-se uma relação que nos prendeu, não tinha ciúmes nem condições, mas tinha uma adicção perigosa. Cada uma por seu lado conheceu algum cara, mas nada funcionava pra elas. Por mim, confesso que num coquetel de Ano Novo peguei uma mina conhecida que eu queria morder há tempos, e foi um fracasso quase total... pela primeira vez na vida, escapei graças à experiência, mas mal consegui cumprir. Queria me matarrrrr logo ter acontecido com um docinho desses. Sorte que a vida depois me deu revanche com ela, mas isso é outra história.

Amanda sempre foi braba, desde que a conheci, mas com Paula as coisas foram diferentes. Ela sempre foi muito quente, mas em pouco tempo se transformou na mais solta, ativa e inquieta das duas. A sexualidade tinha explodido em nós, as duas tinham aberto a cabeça, e por essa mágica estranha chamada "química", o sexo entre nós era criminoso. E terem cruzado comigo tinha marcado elas, e não foi porque eu tivesse a maior ou metesse fazendo a vertical igual no Kama Sutra... não, não... aconteceu aquilo que não tem explicação e faz com que uma mulher não mexa um fio de cabelo com um cara, e com outro basta estar perto pra molhar a buceta.

Às vezes me ligavam só pra foder minha cabeça, pra me zoar um pouco: "Vamos almoçar juntas, mas ficamos com tesão pensando em você e queremos te chupar a dois já" ou "Hoje não coloquei calcinha", etc etc... e eu tentando fazer meu trabalho no escritório.

Um dia a Paula me ligou:
- Acabei de falar com a Ami e a gente pensou em te dar uma surpresa.

Meu pelo arrepio na hora, "surpresa" ela disse... eu tinha tentado incluir algum amigão e elas não se interessaram. Só de sacanagem, tinha dado uma indireta pra trazer uma amiga nova, mas elas se ofenderam e quase... Tudo vai pro caralho. Portanto, "surpresa" tinha que ser algo que elas estavam morrendo de vontade de fazer.

- Ok, adoro surpresas! Quando?
- Amanhã. Temos que preparar alguns detalhes... te esperamos em casa às 21h.
- Levo alguma coisa? Não vai me contar nada?
- Não... mas sabemos que você vai gostar.

O resto daquele dia e o tempo até eu chegar na casa da Paula pareceram uma eternidade. Depois do banho, me vesti e no caminho percebi umas flores deliciosas de colheita pessoal que um amigo me deu... e assim cheguei no evento.

Lá em cima, quem abriu foi a Paula, vestindo um roupão comum e a única coisa que entregava eram umas botas muito ousadas que eu não lembrava de ter visto antes.

- Oi, Papu... preparado?
Ela me deu uns beijinhos e passou a mão no meu volume já crescendo.
- Como sempre...
- Não esperava menos de você. A parada é a seguinte...
E mostrou um lenço que tirou do bolso do roupão.
- Ok.
E me entreguei.

Vendado, ela me levou pro quarto, tocava Kind of Blue no fundo e tinha um cheiro dos sonhos que depois eu descobriria de onde vinha.
- Você tem que sentar, mas antes vou te despir.

Ela me despiu e ainda me provocou um pouco enquanto fazia isso, um carinho aqui, um beijo molhado na fronteira e a boca quente me chupando um pouquinho, só um pouquinho... e lá estava eu, vendado, pelado, bem chapado e de pau duro quando sinto a Paula parar atrás de mim, pegar meus pulsos... e me algemar na cadeira. Teve um barulho de preparação e finalmente ela tirou a venda.

Depois de alguns minutos vendados, meus olhos precisaram de uns segundos pra focar a cena direito e ela ficou gravada na minha retina pra sempre: o quarto iluminado por várias velas aromáticas, a Paula pelada e com aquelas botas e a Amanda... a Amanda também pelada, de bruços, vendada e com braços e pernas abertos amarrada na cama.
- Uau... isso deve ser um sonho...
- Ha... não. Papu, é real... olha...

Ela subiu engatinhando na cama e começou a acariciar os pés dele, beijou, chupou uns dedinhos me olhando enquanto Amanda curtia soltando uns gemidinhos de menina que me deixavam louco... e assim foi subindo devagar, acariciou as pernas até chegar no meio, tocou um pouco com os dedos e mostrou pra mim: os sucos da Amanda pendurados neles... e a filha da puta enfiou tudo na boca.

- Solta uma mão minha...

Não respondeu, só me olhou e balançou a cabeça devagar.

Ela acariciou e enfiou os dedos de novo, e outra vez mostrou o que escorria da Amanda, mas dessa vez me ofereceu: "quer provar?"... e sem esperar resposta veio até mim e enfiou os dedos na minha boca, depois me beijou e, cara a cara, sentou enfiando meu pau. Que puta gostosa... começou um jogo onde falava com a Amanda enquanto abusava de mim:

- Tá ouvindo esse barulhinho?

- Sim...

- Tô tão molhada que faz barulho quando o pau do Papu entra e sai...

Amanda se revirava na cama e mexia os quadris como se estivesse procurando.

- Tira a venda que quero olhar pra vocês... me solta...

- Não... primeiro escuta como eu chupo ele...

Juro, eu tava morrendo. A mina chupava meu pau e com a boca cheia dizia "que pau lindo... escuta como eu engulo ele inteiro"...

Aí soltou meu pau e voltou pra Amanda, pegou o lubrificante e começou a enfiar os dedos no cu dela. As duas estavam loucas, Pauli mais doida que nunca e Amanda em chamas, mas amarrada.

- Solta ele... a puta que te pariu, solta... quero que ele meta agora...

- Não. Primeiro vou te comer eu.

E da gaveta tirou um negócio com cinto, ajustou e enfiou devagar enquanto Amanda gritava que nem uma louca. Pensei que se meu coração aguentasse aquilo, aguentava qualquer coisa... ela virou a cabeça e disse:

- Quer comer o cu dela?

- Sim... me solta logo ou vou quebrar tudo!

Ela tirou a venda, veio até mim, chupou um pouco e me soltou... fui direto. com a pica dura como um aríete, enfiei violentamente até o fundo. Amanda levantou a cabeça com um grito e disse: "me come bem forte... vai, puto... bem forte". Enquanto estava enfiada, eu também acariciava o clitóris dela, e assim fui por um bom tempo até que ela disse:

- Me come bem forte... viola essa puta que te pariu... vai, vou gozar!!

E assim, ela de bruços e com meu amigo enterrado até o fundo, gozamos entre gritos e espasmos.

- Me solta.

Pediu Amanda. Assim que soltei, ela se levantou e foi até a Paula, agarrou ela e começou a beijar enquanto a arrastava para a cama, onde começou a chupar ela toda: os peitos, a buceta, tudo... até que virou ela e disse:

- Agora é minha vez...

A putinha era multiorgásmica, então colocou ela de quatro, ajustou o cinto, agarrou pelos cabelos e começou a comer ela... eu olhava alucinado.

- O que você tá fazendo comigo?

- Tô te comendo, puta...

Ela me olha e diz: "tá gostando?"

- Sim... enfia um dedo na bunda dela...

E enfiou. E Paula diz:

- E você vai meter esse troço em mim também?

- Só se você me pedir por favor...

Nisso, eu tinha ficado de lado na cama e tudo continuava tão quente que tava endurecendo de novo.

- Por favor, Ami, vai, gostosa... por favor, come meu cu!!

E comeu. Devagar, enfiava tudo e tirava, enquanto Paula se masturbava com um vibrador... eu fiquei perto da Amanda pra ela me chupar, ela comia o cu da Paula com o cinto enquanto me chupava até eu endurecer de novo e enfiei na Amanda pelo cu, assim ficamos, num trenzinho. Na hora, Paula gozou enquanto eu continuava metendo na Amanda até que Paula virou e enfiou o vibrador na frente, e aí Amanda gozou de novo com um squirt que deixou uma poça na cama, um vendaval de prazer... aí juntei as caras delas e, de pé na cama, coloquei lubrificante na mão e me masturbei até gozar um pouco em cada linguinha que, sedenta, pedia sua parte.

Tomar banho juntos. Na meia-luz era sempre o fim desses encontros, aí a coisa ficava mais carinhosa e menos animal. Era um ritual onde, na real, elas me banhavam, era maravilhoso, uma oferenda pro macho alfa que tinha alimentado elas.

Fizemos mais umas loucuras, tipo: os três uma semana em Miami... aí meio que viramos a mesa. E passou um tempo, o tempo que dá pra sustentar uma relação assim entre três pessoas, até que, inevitavelmente, a chama foi se apagando por vários motivos. Conheci alguém com quem comecei a namorar e, embora tenha visto elas mais umas duas vezes, ficou claro que eu já não podia ocupar o mesmo lugar de antes. Tomei um café e transei com uma ou outra até que paramos de nos ver. Fiquei sabendo que continuaram amigas e que as duas casaram e formaram famílias. Foi tudo uma loucura, amigos.

Uma loucura.

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