Chapeuzinho Vermelho e o Lobo Mau

O começo de uma nova série?

Meu nome é Darío, tenho atualmente 26 anos, meço 1,80m, corpo normal, recém-formado em medicina, fazendo residência no hospital. Desde muito novo, sempre fui atraído por garotas com personalidade forte, mandonas, principalmente no sexo. Sempre tive fantasias de que alguma garota fosse dominante comigo, que fosse se apossando de mim através da sedução e da sexualidade, nada daquelas coisas estranhas de sadomasoquismo ou dominação meio violenta. Eu queria uma mulher que me acorrentasse ao desejo dela, que se impusesse, que fosse caprichosa e dominante, mas, de certa forma, extremamente respeitosa. Não sei, na real, as coisas foram acontecendo aos poucos. Tive muitas namoradas desde novo e, embora, modestamente falando, todas fossem muito gostosas, eu perdia o interesse rápido. Faltava algo no caráter delas, pelo menos para o que eu procurava.

Quando eu tinha 18 anos, minha irmã apareceu em casa com uma amiga da escola. Elas tinham 15 anos, me pareciam muito novinhas, mas Denisse, que era o nome da amiga da minha irmã, além de ter um corpo de dar água na boca, morena de olhos azuis, tinha uma personalidade forte. Mas na época eu estava namorando e não prestei muita atenção. Terminei com minha namorada e na faculdade conheci Myriam, uma mina com muita personalidade, sempre era o centro das atenções. Começamos a sair, e de certa forma fui contando minhas fantasias para ela. Ela adorou, mas surgiu uma viagem com a família para a Espanha e decidimos terminar. Aos 20 anos, comecei a namorar Denisse, ela tinha 17 anos, era virgem. Eu não podia acreditar, não conseguia associar o jeito dela com o fato de ainda ser virgem. Conforme fui conhecendo ela, percebi que era uma garota criada de forma muito rígida. Ela pensava em me dominar em tudo, mas não na sexualidade. Aos 23, começamos a morar juntos. Tivemos dois primeiros anos muito felizes, aproveitando ao máximo. Uma vez, insinuei algo sobre meus desejos, mas ela não deu muita bola. importância, eram fantasias e ficavam por isso. Tudo mudou no meu aniversário de 25. Myriam tinha voltado da Espanha e estava convidada pra festa. Contei toda a verdade pra Denisse sobre minha relação com Myriam, além disso ela estava namorando na Espanha, só estava de passagem. Logo se deram bem e viraram amigas. Na festa, quando todo mundo foi embora, elas ficaram na cozinha conversando, tomando cerveja — coisa que Denisse não costuma beber. Fui dormir e fiquei ouvindo as risadas delas da cama até pegar no sono. Na manhã seguinte, quando fui embora, me despedi da Denisse, que estava pensativa na cozinha. Notei que ela estava diferente. Ela estava fazendo faculdade de educação física, quase terminando, e ia pra lá. À noite, ela tinha preparado o jantar, estava vestida mais sensual — porque, apesar de ser linda, ela não é muito cuidadosa com as roupas e não gosta de chamar atenção. Enquanto jantávamos, ela me disse que a conversa com Myriam tinha aberto a mente dela, que Myriam era uma mulher muito inteligente. Também me informou que íamos a uma festa à fantasia em quinze dias, dos meus colegas de faculdade. Myriam estava convidada e tinha dado umas sugestões. Eu já estava de pau duro só por ela ter decidido o que íamos fazer sem nem me consultar. Naquela noite, transamos com muito fogo, ela estava pegando fogo. Eu pensava no que estaria passando pela cabeça dela, ela não costumava ficar tão tesuda, mas eu amava, obviamente. Faltando uma semana pra festa, ela me disse que já tinha comprado as fantasias, e que depois do jantar ela vestiria a dela e eu a minha. Me deu uma fantasia de Lobo Mau, era muito boa, de qualidade. Achei que tinha custado uma grana. Tinha um zíper na frente que dava pra abrir por cima e também pela braguilha. Daí um tempo, apareceu a Chapeuzinho Vermelho. Ela estava com meias brancas de liga, uma tanga vermelha e um sutiã branco rendado. Por cima, uma capa com capuz, curtinha, tipo uma minissaia que fechava na frente. pouco na frente e se amarrava com uma fita vermelha na cintura, parecia uma dançarina de streep. Eu fiquei mudo, não sabia o que dizer, mas ela notou minha ereção contra a fantasia.
—Seu Lobo... tem um volume grande aí... tá doendo...? — eu não conseguia falar nada. — Gostou, love? Como sua Chapeuzinho se vestiu? E você, que é meu Lobo Mau, vai me proteger, né...? Vai espantar os chatos...?
Eu só queria puxar ela pra mim e levar pra cama, mas ela disse pra tirarmos as fantasias e só depois fomos pra cama. Eu não podia acreditar que a Denisse realmente fosse a uma festa vestida assim. Nossa transa foi realmente selvagem naquela noite.
Nem preciso dizer que o tempo até a festa pareceu uma eternidade. Eu tinha uma mistura profunda de sentimentos, muita excitação, muitíssimo medo, estava ansioso como um adolescente. Até o sábado da festa, a gente trepava feito coelhos. Na quarta-feira da semana da festa, voltei pra casa ao meio-dia. A Denisse estava vestida com um vestido curto e justo que marcava aquele rabão dela, dava pra ver uma tanguinha minúscula enfiada ali. Eu olhei pra ela da porta da cozinha, ela estava lavando umas xícaras. Não podia acreditar, ela nunca tinha usado tangas, dizia que era coisa de puta. Me aproximei e beijei ela.
—Oi, love, gostou de como me vesti? Vou tomar um café com a Myr... (era assim que ela chamava a Myriam agora) — fui com ela comprar as fantasias... ela escolheu um monte de tangas que comprei... gostou, né...? Ou te incomoda eu me vestir assim...? Quero conversar com ela, ela me dá um monte de conselhos... é muito linda e inteligente...
—Você está muito gostosa... me deixa um pouco ciumento...
—Ai, amorzinho... você é meu único love... — ela me deu um beijo nos lábios e saiu rebolando a bunda, exageradamente, eu acho. Fui pro banheiro e me masturbei. Não podia acreditar que em tão poucos dias tudo tinha mudado tanto. Além disso, estava cheio de medo. Quem era essa mulher que estava ao meu lado? Como podia mudar tão de repente?
No sábado à tarde, fui jogar futebol. Com uns amigos, nem conseguia pensar no jogo, geralmente jogo bem, mas tava perdido em campo, minha cabeça tava em outro lugar. Não conseguia tirar a Denisse da cabeça, até onde eu iria pensar?

Quando cheguei em casa, ela tava conversando com a Myriam no telefone, dando altas risadas. Depois desligou, veio me abraçar e me deu um beijo bem doce na boca.
— Oi, meu lobo mau... quando você se lavar, me chama do banheiro que eu levo a fantasia, não veste nada de roupa, me espera pelado no banheiro — minha pica ficou dura e ela percebeu, apertou bem forte. — Que delícia ter você tão quentinho — e me deu um beijinho doce.

Depois de me lavar, chamei ela do banheiro enquanto me secava. Ela veio já vestida de chapeuzinho vermelho, minha pica subiu na hora.
— Ai, love, que tarado você é... gostou de como eu tô, hein? — começou a tirar a calcinha vermelha, pensei que talvez quisesse fazer antes de sairmos. — É pra você, love... não é meu tamanho... não percebeu...? Quero que você vista — me senti um doente, minha pica balançava no ar com a risada da Denisse, que me deixava ainda mais excitado. — A do conjunto de chapeuzinho é branca, como o resto... essa eu vesti pra ficar com cheirinho de mulher... pra você usar... e se alguém que me incomoda chegar perto, você sente que é meu lobo mau e manda embora... e se alguém que me interessa chegar perto... você sente sua calcinha e sabe que é uma gatinha mimada... que me acompanha... — ela se aproximou de mim e me levou até a banheira, ficou atrás de mim e começou a me punhetar. — Vou aliviar um pouco essa tesão... senão você não vai conseguir se vestir... que viciado você é... — e me punhetou até jorrar jatos de porra na banheira. Depois me fez vestir a calcinha vermelha, brincou um pouco me fazendo arrumar a pica pra baixo igual os travestis fazem, minha pica começou a reagir. E depois coloquei ela de lado, senti estranho a calcinha entrando no meu cu, já tinha fantasiado coisas assim, mas a realidade é sempre muito menos. Muito mais de uma vez. Coloquei a fantasia de lobo, Chapeuzinho vestiu a capa do disfarce dela, que não escondia quase nada em lugar nenhum, e uma espécie de jaqueta por cima pra sairmos de casa de boa.
Saímos de casa e fomos pro nosso carro — sempre dirijo eu quando a gente sai junto. Ela falou:
— Me dá a chave que hoje quem dirige sou eu... hoje com essa tanga que você tá usando, você não é meu machão... é uma amiguinha que vai comigo caçar uns caras, hein... — entreguei a chave, sentei no banho do carona, ela apertou meu pau que já tava durasso — como isso tudo te excita, hein...?
— Se você me deixa louco...?
— Mas você sempre me tem pra você... parece que você gosta que outro cara possa me seduzir... pra falar bonito...
— Sinceramente, sinto uma mistura de coisas... parece muito de repente...
— Quer que a gente fique em casa...?
— Se não for hoje, vai ser outro dia... mas acho que já é inevitável... que alguma coisa mudou...
— Me conta alguma coisa sobre o Rafa... — ela disse, apertando bem forte, meu pau deu uma pulada, que filha da puta, pensei. Rafa era um colega da faculdade, também tem uns um metro e oitenta, mas com um físico bem trabalhado que atrai as garotas de um jeito especial. Na real, Myriam tinha sido namorada dele primeiro, e depois ficou comigo. Eu achava ele gente boa, mas a gente tinha uma espécie de rivalidade, eu sentia uma certa inveja, pela facilidade que ele tinha de pegar geral e como ele manipulava as garotas do jeito que queria.
— Quem te contou? Myriam, óbvio que não, que pergunta idiota a minha
— Ela disse que vai me apresentar ele... ele é tão gostoso assim? — falou enquanto arrancava em direção à festa. A sorte está lançada, pensei.

4 comentários - Chapeuzinho Vermelho e o Lobo Mau

yo2008
Buenísimo!!!!! Que sigan!!!!! abrazo y muchas gracias por retornar.
que suerte espero que sigas con esta serie porfis besote