Aqui estamos, seu corpo maduro, que sempre quis e admirei, suas pernas firmes, sua bunda não tão grande, sua cinturinha pequena com a ternura de uma mulher que envelhece com bem-estar. E seus peitos, tão lindos, seus mamilos rosados. Ela era linda, madura e proibida.
Enquanto escrevo essa lembrança, a sensação dos meus genitais consegue desmascarar a luxúria e o desejo, que se tornam vivos e fazem minhas memórias voltarem com um foco forte e uma percepção enorme de detalhes.
Ela deitada na cama, tenho minhas mãos cheias de creme corporal, esfregando-a de cima a baixo, cada vez mais perto e cada vez mais perto da sua bunda e mal toco seus lábios vaginais, com timidez percorro todo seu traseiro e as pernas.
Meu pau está tão duro que todo o resto vira nada. Estou completamente tomado de tesão por ela.
Ela não diz nada, não faz nada, acho que nós dois estamos com tanto fogo que não conseguimos controlar o desejo.
Eu sei que ela me quer, posso sentir o cheiro dos seus fluidos, posso sentir que sua bunda está receptiva e sinto suas contrações quando a penetro.
Se ao menos eu pudesse ver seu clitóris, mmmmm, é o único pensamento que tenho na cabeça.
Ela não faz nada, até que decido passar completamente minha mão sobre sua vagina.
Seu corpo reagiu ao meu toque.
Seus líquidos encharcaram todos meus dedos, então penso: 'que porra que eu fiz?', mas sua única reação deixou claro que ela estava com tanto tesão quanto eu, ou mais.
Suas pernas se abriram e ela levantou a bunda um pouquinho, e não disse nada, mas soltou um quase silencioso "ahhhhmmm".
Então eu soube que estava fundo demais dentro da sua bunda sem que ela me impedisse.
Coloquei minha mão de novo sobre sua vagina, e agora era mais devagar e com mais confiança, e senti seu corpo empurrando suavemente contra meus dedos.
"O que você está fazendo?" Ela perguntou.
O silêncio foi minha resposta, não fiz... que porra eu fiz, ou que merda vou dizer a ela?
Só tirei minha mão, mas ela agora, abriu as pernas. deixando à mostra sua buceta deliciosa e perfeita.
Foi o sinal de que ela estava me liberando para continuar, e foi o que fiz.
Meus dedos estavam molhados dela, e meu polegar brincava perto do seu cu já penetrado.
Ao pressionar o polegar e sentir o calor e a umidade do seu rabo, mantive meus dedos indicador e médio na buceta.
Senti seu clitóris com a ponta do meu dedo médio e toquei suavemente.
"Ahhh, umm, ah" — e esses sons tinham mais significado para mim do que mil palavras.
— Você gosta?
— Esperei tanto tempo…
— Para isso?
— Para o que você acha?
— Eu sempre quis te comer.
— Eu sei, mas achei que você nunca teria coragem.
Calei suas palavras com uma puxada quase violenta do seu rabo mais perto de mim e um beijo bem profundo na sua vagina.
"Ohhh, mmm, mmm" — seus sons de submissão.
Mantive minha boca na sua vagina, o clitóris estava duro e eu o chupei.
Minha língua se moveu ao redor, enchendo-a de prazer; foram quase um minuto comendo sua buceta, e minha língua saboreou seu fluxo.
Ela chegou ao orgasmo tão rápido, tão intenso, seus espasmos corporais e ela agarrou minha cabeça.
Não parei de chupar e fui fundo e com força no seu cu com minha língua.
Ela gritou de prazer, enquanto meus dedos a levavam a outro orgasmo.
Me levantei e continuei com minha mão trabalhando seu sexo, mas a cena linda do seu corpo tremendo de prazer era um espetáculo.
De um salto, ela agarrou meu pau e o colocou na boca.
Quase desmaiei. Ela fez uma punheta suave mas firme, e eu só sentia meu sêmen saindo, meu pau apertado na mão dela, mas dentro da sua boca.
Da boca dela caíram sobre minhas calças jatos de porra.
Agora, quase me implorando, ela pediu que eu a comesse.
Apertei meu pau cheio de porra e entrei na sua vagina por trás, com a facilidade da lubrificação do sêmen e do fluxo; mexi, estava apertado mas acolhedor, enfiei com força, ela teve outro orgasmo e deixou o corpo ir, desabei nas suas costas. Nós nos abraçamos por um minuto.
Eu ainda estava meio duro e ela se levanta e senta na cama, colocou a boca no meu pau e continua chupando.
Eu gozei duro e forte.
Não dissemos nada.
Rolamos na cama e ficamos abraçados.
Vai ser uma lembrança gostosa quando acordarmos.
Boa noite.
Enquanto escrevo essa lembrança, a sensação dos meus genitais consegue desmascarar a luxúria e o desejo, que se tornam vivos e fazem minhas memórias voltarem com um foco forte e uma percepção enorme de detalhes.
Ela deitada na cama, tenho minhas mãos cheias de creme corporal, esfregando-a de cima a baixo, cada vez mais perto e cada vez mais perto da sua bunda e mal toco seus lábios vaginais, com timidez percorro todo seu traseiro e as pernas.
Meu pau está tão duro que todo o resto vira nada. Estou completamente tomado de tesão por ela.
Ela não diz nada, não faz nada, acho que nós dois estamos com tanto fogo que não conseguimos controlar o desejo.
Eu sei que ela me quer, posso sentir o cheiro dos seus fluidos, posso sentir que sua bunda está receptiva e sinto suas contrações quando a penetro.
Se ao menos eu pudesse ver seu clitóris, mmmmm, é o único pensamento que tenho na cabeça.
Ela não faz nada, até que decido passar completamente minha mão sobre sua vagina.
Seu corpo reagiu ao meu toque.
Seus líquidos encharcaram todos meus dedos, então penso: 'que porra que eu fiz?', mas sua única reação deixou claro que ela estava com tanto tesão quanto eu, ou mais.
Suas pernas se abriram e ela levantou a bunda um pouquinho, e não disse nada, mas soltou um quase silencioso "ahhhhmmm".
Então eu soube que estava fundo demais dentro da sua bunda sem que ela me impedisse.
Coloquei minha mão de novo sobre sua vagina, e agora era mais devagar e com mais confiança, e senti seu corpo empurrando suavemente contra meus dedos.
"O que você está fazendo?" Ela perguntou.
O silêncio foi minha resposta, não fiz... que porra eu fiz, ou que merda vou dizer a ela?
Só tirei minha mão, mas ela agora, abriu as pernas. deixando à mostra sua buceta deliciosa e perfeita.
Foi o sinal de que ela estava me liberando para continuar, e foi o que fiz.
Meus dedos estavam molhados dela, e meu polegar brincava perto do seu cu já penetrado.
Ao pressionar o polegar e sentir o calor e a umidade do seu rabo, mantive meus dedos indicador e médio na buceta.
Senti seu clitóris com a ponta do meu dedo médio e toquei suavemente.
"Ahhh, umm, ah" — e esses sons tinham mais significado para mim do que mil palavras.
— Você gosta?
— Esperei tanto tempo…
— Para isso?
— Para o que você acha?
— Eu sempre quis te comer.
— Eu sei, mas achei que você nunca teria coragem.
Calei suas palavras com uma puxada quase violenta do seu rabo mais perto de mim e um beijo bem profundo na sua vagina.
"Ohhh, mmm, mmm" — seus sons de submissão.
Mantive minha boca na sua vagina, o clitóris estava duro e eu o chupei.
Minha língua se moveu ao redor, enchendo-a de prazer; foram quase um minuto comendo sua buceta, e minha língua saboreou seu fluxo.
Ela chegou ao orgasmo tão rápido, tão intenso, seus espasmos corporais e ela agarrou minha cabeça.
Não parei de chupar e fui fundo e com força no seu cu com minha língua.
Ela gritou de prazer, enquanto meus dedos a levavam a outro orgasmo.
Me levantei e continuei com minha mão trabalhando seu sexo, mas a cena linda do seu corpo tremendo de prazer era um espetáculo.
De um salto, ela agarrou meu pau e o colocou na boca.
Quase desmaiei. Ela fez uma punheta suave mas firme, e eu só sentia meu sêmen saindo, meu pau apertado na mão dela, mas dentro da sua boca.
Da boca dela caíram sobre minhas calças jatos de porra.
Agora, quase me implorando, ela pediu que eu a comesse.
Apertei meu pau cheio de porra e entrei na sua vagina por trás, com a facilidade da lubrificação do sêmen e do fluxo; mexi, estava apertado mas acolhedor, enfiei com força, ela teve outro orgasmo e deixou o corpo ir, desabei nas suas costas. Nós nos abraçamos por um minuto.
Eu ainda estava meio duro e ela se levanta e senta na cama, colocou a boca no meu pau e continua chupando.
Eu gozei duro e forte.
Não dissemos nada.
Rolamos na cama e ficamos abraçados.
Vai ser uma lembrança gostosa quando acordarmos.
Boa noite.
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