Vislumbrar lembranças

Olá, muito obrigado por passar aqui e ler meu relato. Bem, estimados e estimadas pessoas da comunidade, aproveito este espaço pra esclarecer três coisas: primeiro, isso aconteceu na minha adolescência, tipo uns 18 ou 19 anos, e já que tô falando, tenho 23 agora, o que é mais ou menos um adulto jovem, pelo que o pessoal me chama de jovem ou magrelo, sei lá. Segundo, qualquer semelhança com o que você viveu é mera coincidência. Terceiro, eu omito ou invento nomes, é melhor pra minha consciência e respeito às minas que menciono aqui, sei lá, isso já é imoral akjaajak.

Começo essas linhas, querido e estimado leitor ou quem se atrever a ler o que vem a seguir, te garanto que só comigo acontece isso. É incrível como a gente pode chegar onde imagina e acredita, é tipo "O Segredo", essa é minha melhor frase pra dizer que somos o que pensamos, blah blah ajahjaa, me dá risada que nem todo mundo sabe disso. Bem, pra não perder o fio da meada, confesso o que rolou. Eu devia ter uns 17 quando comecei a pirar nas obscenidades do RedTube, loiras de 19, umas gostosas do caralho. Porra, que pornô, mas que pornô! Aquelas sensações de cócegas na ponta da rola, umas punhetas descomunais, até cinco, isso mesmo, cinco seguidas sem parar, gozava e em menos de três minutos já tava outra masturbação. Respirava, lembro que mais atrás, tipo aos 15, meus famosos 15 anos, consegui ver pornô proibido nuns CDs e DVDs do meu pai, que meu irmão mais novo, dois anos mais novo, encontrou. Naquela época, a gente tinha um PC no quarto e sentamos pra ver aqueles vídeos, só rindo de como aquelas vadias safadas gemiam, sendo penetradas por uns caras de pau grande e cabeçudo, elas suando e pedindo rola pra todo lado, "cum, dá o cum, papai", isso fazia a gente cagar de rir. Eu fiquei com vontade de mijar, meu irmão mais novo só falava que todas pareciam fingir, repara, vimos uns meia hora de pornô de merda e todas gritam igual. Claro, ele dizia isso porque ele e os amigos dele viam pornô nos celulares no colégio. Acho que eu sou mais... prematuro e continuo sendo um careta. enfim, a última vez que vi pornô com meu irmão foi no mesmo mês em que papai tinha um VHS moderno, no sentido de ser um aparelho novo, e tinha uma fita sem nome. a gente falava "é pornô", e era mesmo: um casal, homem e mulher, recém-casados, uma parada bem meia-boca. buceta, o que a gente vê é apalpar peito e beijinhos, mas surpresa: o filho da puta enfia o gargalo da garrafa de champanhe — sim, o vinho efervescente — a garrafa de vidro verde sumia dentro da xereca da noiva. a noiva, pra vocês terem ideia, era uma morena de cabelo preto comprido, pernas brancas como mármore, não vi sarda nem pinta nenhuma, uns pés lindos. ela usava um espartilho, daqueles que colocam tipo cinta, branco de renda. não sei como escreve, desculpa, é que só lembro que a gente ficou calado, se olhou tipo "esse aí não vai meter o pau". surpresa: me deu na telha de falar pro meu irmão que ele tava embebedando ela pra não doer o que vinha, porque na época eu achava que doía pra caralho. e sim, o cara depois de ver champanhe saindo da buceta da mulher, gruda nela de linguada, chupa a xereca toda. depois coloca ela com as pernas pra cima, sobe em cima e mete, e sai espuma da buceta. a mulher não gemia igual as putas dos outros pornôs, era mais um gemido de prazer, era tudo love, era tipo um vídeo pra guardar de lembrança de lua de mel. era antigo e caseiro, porque o cara parava a gravação com um controle remoto. lembro que ele gozou no cu dela, uma parada bem doida. eu e meu irmão de pau duro. ele foi pro banheiro bater uma punheta, eu só olhava e ria de tanta loucura e dos peidos que a mulher soltava! era excitante ouvir os peidos dela. passaram-se anos de tanto estudar e não fazer nada, só jogar xadrez, e eu não saía na rua, tinha muita coisa que precisava ler. finalmente um dia entrei na web, no Facebook, comecei a procurar nomes e bingo: a morena que vou inventar um nome pra ela. Vou chamar ela de Vivi, essa novinha de uns 18 pra 19 anos, quase fazendo 20. Comecei a zoar com ela, a elogiar, a falar besteira pra conquistar. Não elogiava nada, só mandava carinhas e emoticons, ou como chamam. Até que passaram umas três semanas. Ela era da minha universidade. Fui no cibercafé onde eu batia papo, e ela não me viu — ou se viu, nunca perguntei. Ela se conectou num PC, entrou no Facebook, bingo, não me reconheceu. Tava com minha camisa do Inter de Milão, azul com listras azuis, e um boné de vagabundo com meu cabelo comprido. Era um perdedor de chinelo de dedo, um nerd de óculos sentado no canto mais escuro do cibercafé. Ela me cumprimentou com um "Oi". Tava sentada com a amiga dela, uma loira de bunda grande e gostosa, mais nova que ela, vizinha, descobri depois. O sucesso veio quando ela me disse que queria me ver no sábado, que ia estar livre, e se a gente podia se encontrar numa praça da cidade onde eu moro. Fiquei surpreso, falei "claro", mas como a gente não se conhecia pessoalmente, pedi pra ela levar uma amiga ou algo assim. Ela chegou uma hora e meia depois, dizendo que ia se atrasar, veio com um cara numa moto, amigo da amiga loirinha, e mais duas amigas: a loira e uma morena. A gente conversou, riu. Era um encontro triplo, saca? Elas estavam com uns caras, mas os caras não deram bola e vazaram. Me deixaram sozinho com essas três minas. Eu, mais safado, levei elas pra tomar sorvete. Elas riam pra caralho e não paravam de falar: "Vivi, de onde você conhece ele? Eu não deixaria ele escapar". Eu, na minha bicicleta, fui andando até o bairro onde ela supostamente morava. Admito, tava com medo, só improvisando. Ela era tudo de mais lindo pra mim: a voz, as mãos, a cor dos olhos. Deus é bom. Essa mina me beijou na boca, e eu não sabia beijar. Segurei a respiração, erro que aprendi, não curti. Mas só senti gosto de batom, doce por causa do sorvete de rum com passas. As amigas saíram correndo. Eu fui embora felizão na minha bicicleta. Não vi mais elas. Essa foi minha primeira. Saí com três garotas ao mesmo tempo, me senti o homem mais feliz do mundo. Meu segundo beijo foi com uma amiga de infância, dos meus 12 anos, quando entrei no ensino médio. Tem química entre nós, e hoje quero que ela me implore pela minha rola. Já estamos nessa: ela me beijou depois que cheguei na casa dela, após tocar violão e cantar mais de 12 músicas a capela com minha voz. Ela riu depois de me beijar e disse que eu precisava de mais prática. Depois vieram muitos outros beijos, já treinei bastante com ela, de língua, e até viajamos juntos pra universidade. Ela é minha amiga, quero que vire logo minha amiga com benefícios! Meu terceiro beijo foi com uma garota da faculdade, já mãe, casada e com um filho. Ela é muito inteligente, mestre em xadrez. Bom, eu paquerei tanto que um dia fomos ao cinema e ela admitiu que queria me comer, mas eu caguei. Tirei os sisos este ano, aos 23, nas férias de julho-agosto do calendário escolar. Enfim, entendi que ela me beijou entre os assentos do cinema. Eu a excitava muito, ela sorria de felicidade. Passava minha mão no ombro dela, beijava ali, e ela ficava mais submissa, até que ela diz "vem aqui" e bingo, meu terceiro beijo com mulher, yummy! Ela é loira, olhos grandes, pele clara, nariz fino, não muito alta, 1,59m, é cheinha mas aguenta. Agora tá bem gostosa, usa salto alto e se veste assim pra me provocar ou pra qualquer cara que pegar. E isso já faz um ano, porque as outras coisas foram só da mente pra mente, só chat sujo, sexchat com desconhecidas, me esquentando com mulheres online por vídeo no Skype, ou conversando com garotas da faculdade e depois mandando mensagens de texto pra falar pessoalmente, mas nenhuma deixou beijar a boca pela primeira vez. Bom, espero que gostem das minhas histórias! Fiquem bem e beijos pra todos, abraço forte!

FIM


Tudo isso é real, aconteceu nesses 23 anos e 8 meses de vida que tenho neste pequeno planeta Terra.

1 comentários - Vislumbrar lembranças