Meu primeiro ménage com um casal (parte 3 final)

Bem, continuando com a terceira e última parte. Um dia recebo uma ligação e, para minha surpresa, do outro lado era a Sandra. Ela pede desculpas pela ligação e diz que tinha pedido meu número pros caras, e continua falando que ficou sabendo que eu já ia embora e queria ver a possibilidade da gente se encontrar antes de eu partir. Respondo que podia ser naquele mesmo dia no meu apê, e ela respondeu que era uma ótima ideia, então combinamos de nos ver à noite, quando ela saísse do trampo.

Meu apê tava uma bagunça porque eu tava arrumando a mudança, então dei uma organizada, comprei umas cervejas e, depois de tomar um banho, esperei ela chegar. Quando ela chegou, desci pra abrir e vi ela com o uniforme do trabalho: uma calça social com camisa branca e um sutiã bem justo que marcava aqueles peitos lindos, e com salto alto. A gente se cumprimentou e subiu. Logo pedimos algo pra comer e, durante o jantar, entre pedaços de pizza e cerveja, ela me contou que trabalhava no negócio da tia, que teve sorte porque, na condição dela de garota trans, não teria muitas oportunidades. E daí, não sei como, acabamos falando do Guillermo sobre a festa de despedida, onde ela disse que o Guille me olhava com tesão e ficou com vontade de eu dar pra ele. Eu, por outro lado, falei que tinha ficado surpreso porque, em todos os meses que o conhecia e a gente ficava transando, nunca percebi que ele era bi, e que eu não poderia fazer nada com ele porque é homem e isso não me atrai, que não ia subir. Ela ri e diz: "Mas comigo subiu, sim". Olhei pra ela e falei: "É que você tá muito gostosa". Não perdi tempo e meti um beijo nela.

Fomos pro sofá e, beijando o pescoço dela, desabotoei a camisa e tirei, soltei o sutiã e chupei aqueles peitões lindos que ela tem. Ela começou a gemer, se deitou no sofá e, enquanto eu massageava os peitos dela, continuei beijando a barriga e voltava até os peitos e a boca. Ela Ela começou a levantar minha camiseta até tirar, e desceu a mão pra soltar meu cinto. Aí eu me levantei, tirei tudo e arriei a calça. Ela fez o mesmo, tava com uma calcinha fio dental divina, e o pau dela já tava aparecendo pelo lado da calcinha. Ela se ajoelhou e foi me beijando de cima até embaixo, até chegar na minha cueca, onde eu já tava duro. Ela tirou minha rola pra fora e começou a chupar, colocava na boca e com aqueles lábios lindos apertava minha cabeça, fazendo movimentos circulares com a boca, e depois descia até o fundo pra subir de novo, chupando igual uma louca, e ainda se ajudava com a mão. De vez em quando descia até minhas bolas, passava a língua e depois subia pra continuar chupando meu pau. Quando eu não aguentava mais, levantei ela e fomos pro quarto. Ela se deitou de bruços e eu comecei a beijar do pescoço dela, descendo pelas costas até chegar na bunda dela, que eu chupei. Depois levantei ela, coloquei de quatro, puxei a calcinha de lado e comecei a meter bem devagar até o fundo. Fiquei um tempo parado pra apreciar aquela bunda linda e apertada que ela tem. Depois comecei a bombar, apertando as nádegas dela, e ela gemia igual uma louca. Depois de um tempo, ela pediu pra eu deitar, então a Sandra sentou em cima de mim e enfiou pra dentro, começou a brincar até o fundo, depois tirava e deixava só a ponta do meu pau dentro. Eu tava explodindo enquanto ela se masturbava, mesmo com a rola meio mole. Ela ficou assim por um tempo, até que eu não aguentei mais, empurrei ela pro lado e ela ficou com a perninha no ombro. Meti de novo e ela continuava gemendo de vez em quando, e eu chupava os peitos dela como dava. Ela continuava se masturbando e já tava bem dura. Ficamos assim por um bom tempo, eu me segurava, tirava, chupava os peitos dela e metia de novo, até que ela começou a fazer aquela cara que todo homem faz quando vai gozar — ela não é exceção. Eu continuei serrando até que vi um jato que chegou até os peitos dela. Foi aí que eu não aguentei mais e enchi o cu dela de porra. Ficamos um tempo parados, eu com meu pau ainda dentro. Lá dentro, curtindo aquele prazer que também vem quando a porra acaba. Depois a gente se levantou e foi tomar banho. Voltamos pra cama, um baseado no meio e um copo de fernet cada um, continuamos falando daquela tarde linda e ela sempre voltava no assunto do Guille, e eu insistia que não dava, senão daquela vez eu tinha metido. A Sandra viu que o assunto não rendia mais, começou a me beijar e falou antes de ir, porque já é tarde e amanhã eu trabalho, vou te deixar um presente. Começou a me beijar e foi descendo devagar até chegar no amigo, onde chupou ele com toda a vontade e, obviamente, engolindo toda a minha porra. A gente se trocou, desceu, deu um beijo lindo e ela foi embora. Assim terminou aquela noite.

No outro dia, o Guillermo me ligou porque ele tinha que me devolver umas coisas minhas e falou que tava perto da minha casa, se podia passar pra me devolver. Eu falei que sim. Daqui a pouco ele já tava no meu apê tomando um café, que era a única coisa que eu tinha à mão. Ele soltou a mesma ladainha que a Sandra, e aí eu caí: ela tinha vindo pra sondar as coisas. Não sei o que ela falou pra ele, mas o Guille veio e tava com o mesmo papo, e eu com o mesmo discurso. E nisso veio uma coisa na cabeça que a Sandra me disse (já que você entregou tantas vezes pra esposa dela, pode fazer o favor). Enquanto isso rondava na minha cabeça, eu falava pra ele que não servia porque não ia deixar ele me penetrar e ia chupar ele, e ele falava que não ligava, e eu dizia que ia falhar com a Marcela porque ela não ia estar aqui, e ele responde: sempre tem um deslize. De tanta volta, falei: bom, depois de tudo, a Sandra tem razão. Aceitei. Fomos pro quarto, nos despimos, eu coloquei o note com um pornô pra me dar ânimo, e acho que ele entendeu. Ele começou a chupar minha rola enquanto eu me concentrava que era a boca da Marcela. Quando tive ela dura, ele ficou de quatro, coloquei uma camisinha e meti. E enquanto eu me concentrava no filme, enfiava. Devo confessar que não tava tão dura. Ele, enquanto isso... Ela tava se ajeitando e me falando assim, assim, quando de repente vejo ela soltar um gemido e percebo que ela gozou em cima da minha cama. Não curti nada, tive que limpar aquela porra toda. Quando eu gozei, tirei ela do cu dela, tirei a camisinha e enfiei na boca dela, enchi a boca dela de porra. A gente se limpou e ficou tomando um café, demos um abraço e combinamos que, se desse, a gente se juntava os três de novo e que aquilo era nosso segredo. Sinceramente, queria que o segredo tivesse sido com a Marcela, mas fazer o quê, as coisas foram assim e eu sabia que era a última vez que ia ver eles. Bom, foi assim que terminou minha experiência de ménage com esse casal. Espero que tenham gostado, eu me diverti pra caralho. Na minha cidade nova, onde ainda moro, tive outra experiência que vale a pena contar, as outras são comuns.

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