Bom, aqui estou eu de novo. Continuei com vontade de escrever, mas não queria deixar algo interminável que desse preguiça de ler.
Continuo, minutos depois de terminar o primeiro post, porque como já contei, tô muito tarado, e ainda mais lembrando daqueles bons tempos. Não ligo pra pontos, nem sei quantos leram isso, mas preciso botar pra fora...
Como já contei, tenho 26 anos, minha irmã tem um ano a menos que eu, e há muito tempo vivemos por anos uma relação incestuosa... Na real, não sei se chamo assim, porque pra gente era uma brincadeira, e estávamos numa fase da vida com muita mudança hormonal, aprendendo o que é sexo, o que é PRAZER. Mas sei que, aos olhos de qualquer um, era incesto. Tô ciente disso, e embora tenha meus arrependimentos, aproveitei ao máximo e não me arrependo.
De certa forma, me sinto até sortudo por ter passado aqueles anos em que todo homem bate punheta praticamente todo dia: eu, por outro lado, fazia bem pouco, porque minha irmãzinha me dava prazer com frequência. Às vezes com a mão, outras com a bunda, outras com a buceta e até com os peitos.
Até onde contei antes, em certos dias em que sabíamos que ficaríamos a tarde toda sozinhos (com a empregada em casa), a gente se trancava no quarto dos nossos pais, a princípio pra ver TV, mas bem rápido começava nossa brincadeira.
Eu falava pra ela "fica dura", e ela se mexia, me provocava, tapava a TV. Às vezes a brincadeira era ao contrário, ela falava pra mim. Quando ela "se mexia", eu ficava por cima dela, tentando deixar ela quieta. O legal da "brincadeira" era que eu fechava as pernas e ela abria as dela. Nosso movimento me dava uma ereção do caralho. Ficava dura que nem pedra. Eu percebia, ela também, e mesmo assim a gente continuava brincando e se mexendo.
Com o passar dos dias, a gente continuou brincando, e aos poucos, a própria natureza nos levou mais longe. Digo a natureza, já que minha irmã nunca me atraiu, nunca olhei pra ela com outros olhos. Inclusive não me atrai agora. Foi algo sexual, tesão 100%.
Como eu dizia antes, no nosso joguinho gostoso a gente começou a adicionar mais coisas. Embora não falássemos nada relacionado a sexo, quando estávamos jogando, aquele "fica dura" se transformou em movimentos pélvicos dos dois, a famosa trepada com roupa.
Realmente não lembro exatamente, mas foi mais ou menos um mês depois da nossa primeira brincadeira que aconteceu outro evento chave.
"Brincando" ou trepando com roupa, por assim dizer, eu gozei. O gostinho, o prazer de estar em cima de outra pessoa se mexendo, fazendo aqueles movimentos, sempre existiu, mas naquele dia foi mais tempo e a gente continuou... comecei a ter uma sensação muito estranha, de muito prazer, me mexia cada vez mais, ela se mexia cada vez mais, até que me fez explodir, dentro da minha cueca. Minha irmã tinha me feito gozar pela primeira vez! Não só isso, mas foi a primeira pessoa que me fez gozar.
Já estava na minha época de masturbação, mas fazia poucos meses, foi incrível.
A partir desse fato, virou um vício pra mim. E pra ela. Ela adorava brincar, a gente adorava.
Como não falávamos nada sobre sexo e era só uma brincadeira pra gente, naquela altura eu não sabia o que estava acontecendo.
Chegavam os dias em que ficávamos sozinhos, e eu sabia que minha irmãzinha ia me fazer gozar...
A parte boa começou aí, e nessa brincadeira a gente começou a se apalpar.
No início por cima da roupa... Ela de pernas abertas e eu em cima dela com a pica dura. Os dois trepando com roupa. Comecei a pegar na bunda dela, enquanto a gente se esfregava. Muito devagar, dia após dia, era um pouco mais, comecei a pegar nos peitos dela também, na época ela tinha muito pouco, mas era o céu pra mim. Depois comecei a tocar a buceta dela (sempre por cima da roupa) e levar a mão dela pro meu pau, pra ela me acariciar. No começo ela não se animava muito, no começo...
Era a glória pra mim. Mim, foder, mesmo que seja com roupa. Nos esfregar por um tempão, apalpar ela toda, ela me apalpar o pau inteiro, e chegar no ponto de não aguentar mais e eu gozar tudo...
Nessa hora, sem precisar falar, já era tudo mais sexual. Muitas vezes, a "brincadeira" começava quando um tava largado na cama e o outro chegava.
Eu falava, "fica duro/a", mas na hora já era levar a mão nos peitos dela, na buceta, na bunda. Ou no caso dela, chegar enquanto eu tava deitado vendo TV, deitar atrás, passar a mão pra frente e começar a apalpar meu pau...
Lembro disso e fico louco...
Bom pessoal, resumindo e em breve continuo com tudo que falta, que é bastante...
Bom apetite!
Continuo, minutos depois de terminar o primeiro post, porque como já contei, tô muito tarado, e ainda mais lembrando daqueles bons tempos. Não ligo pra pontos, nem sei quantos leram isso, mas preciso botar pra fora...
Como já contei, tenho 26 anos, minha irmã tem um ano a menos que eu, e há muito tempo vivemos por anos uma relação incestuosa... Na real, não sei se chamo assim, porque pra gente era uma brincadeira, e estávamos numa fase da vida com muita mudança hormonal, aprendendo o que é sexo, o que é PRAZER. Mas sei que, aos olhos de qualquer um, era incesto. Tô ciente disso, e embora tenha meus arrependimentos, aproveitei ao máximo e não me arrependo.
De certa forma, me sinto até sortudo por ter passado aqueles anos em que todo homem bate punheta praticamente todo dia: eu, por outro lado, fazia bem pouco, porque minha irmãzinha me dava prazer com frequência. Às vezes com a mão, outras com a bunda, outras com a buceta e até com os peitos.
Até onde contei antes, em certos dias em que sabíamos que ficaríamos a tarde toda sozinhos (com a empregada em casa), a gente se trancava no quarto dos nossos pais, a princípio pra ver TV, mas bem rápido começava nossa brincadeira.
Eu falava pra ela "fica dura", e ela se mexia, me provocava, tapava a TV. Às vezes a brincadeira era ao contrário, ela falava pra mim. Quando ela "se mexia", eu ficava por cima dela, tentando deixar ela quieta. O legal da "brincadeira" era que eu fechava as pernas e ela abria as dela. Nosso movimento me dava uma ereção do caralho. Ficava dura que nem pedra. Eu percebia, ela também, e mesmo assim a gente continuava brincando e se mexendo.
Com o passar dos dias, a gente continuou brincando, e aos poucos, a própria natureza nos levou mais longe. Digo a natureza, já que minha irmã nunca me atraiu, nunca olhei pra ela com outros olhos. Inclusive não me atrai agora. Foi algo sexual, tesão 100%.
Como eu dizia antes, no nosso joguinho gostoso a gente começou a adicionar mais coisas. Embora não falássemos nada relacionado a sexo, quando estávamos jogando, aquele "fica dura" se transformou em movimentos pélvicos dos dois, a famosa trepada com roupa.
Realmente não lembro exatamente, mas foi mais ou menos um mês depois da nossa primeira brincadeira que aconteceu outro evento chave.
"Brincando" ou trepando com roupa, por assim dizer, eu gozei. O gostinho, o prazer de estar em cima de outra pessoa se mexendo, fazendo aqueles movimentos, sempre existiu, mas naquele dia foi mais tempo e a gente continuou... comecei a ter uma sensação muito estranha, de muito prazer, me mexia cada vez mais, ela se mexia cada vez mais, até que me fez explodir, dentro da minha cueca. Minha irmã tinha me feito gozar pela primeira vez! Não só isso, mas foi a primeira pessoa que me fez gozar.
Já estava na minha época de masturbação, mas fazia poucos meses, foi incrível.
A partir desse fato, virou um vício pra mim. E pra ela. Ela adorava brincar, a gente adorava.
Como não falávamos nada sobre sexo e era só uma brincadeira pra gente, naquela altura eu não sabia o que estava acontecendo.
Chegavam os dias em que ficávamos sozinhos, e eu sabia que minha irmãzinha ia me fazer gozar...
A parte boa começou aí, e nessa brincadeira a gente começou a se apalpar.
No início por cima da roupa... Ela de pernas abertas e eu em cima dela com a pica dura. Os dois trepando com roupa. Comecei a pegar na bunda dela, enquanto a gente se esfregava. Muito devagar, dia após dia, era um pouco mais, comecei a pegar nos peitos dela também, na época ela tinha muito pouco, mas era o céu pra mim. Depois comecei a tocar a buceta dela (sempre por cima da roupa) e levar a mão dela pro meu pau, pra ela me acariciar. No começo ela não se animava muito, no começo...
Era a glória pra mim. Mim, foder, mesmo que seja com roupa. Nos esfregar por um tempão, apalpar ela toda, ela me apalpar o pau inteiro, e chegar no ponto de não aguentar mais e eu gozar tudo...
Nessa hora, sem precisar falar, já era tudo mais sexual. Muitas vezes, a "brincadeira" começava quando um tava largado na cama e o outro chegava.
Eu falava, "fica duro/a", mas na hora já era levar a mão nos peitos dela, na buceta, na bunda. Ou no caso dela, chegar enquanto eu tava deitado vendo TV, deitar atrás, passar a mão pra frente e começar a apalpar meu pau...
Lembro disso e fico louco...
Bom pessoal, resumindo e em breve continuo com tudo que falta, que é bastante...
Bom apetite!
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