Uma família peculiar 1

CAPÍTULO I

Meu nome é Joaquim, mas todo mundo insistia em me chamar de Quim, por causa do meu pai, que também se chamava Joaquim. Minha mãe era Brigite em vez de Brígida, e minhas irmãs eram conhecidas como Vivi (de Vitória), Dô (de Doraida), Bárbara (de Bárbara) e Cá (de Catarina). Essas duas últimas são gêmeas.

Minha mãe teve todos nós de uma vez só. Quer dizer, mal acabava de parir e já estava grávida de novo. E não é que meu pai fosse do Opus Dei nem nada disso, mas ele tinha na cabeça que queria um filho homem e só ficou satisfeito quando eu nasci.

Então, fica claro que entre minha irmã Vivi (21), a mais velha, e eu, só tinha três anos de diferença; Dô (20), que foi a segunda, era dois anos mais velha que eu; e as gêmeas (19) só me levavam um ano. E, já que estamos falando de idades, vou completar dizendo que minha mãe (37) me teve aos vinte e três anos e que meu pai (40) era quase três anos mais velho que ela.

Se quando criança eu já sentia uma verdadeira admiração pelo meu pai, hoje não posso deixar de afirmar que ele era um cara extraordinário em todos os sentidos. Era daquelas pessoas que hoje em dia chamam de "carismáticas". Tenho certeza de que, se ele tivesse entrado pra política, teria virado presidente da República sem dúvida nenhuma; mas ele era honesto demais pra se meter nessas coisas e preferiu ganhar a vida, e de quebra facilitar a nossa, trabalhando como um modesto funcionário de banco.

Meu pai não era hipócrita de jeito nenhum; no entanto, o jeito dele em casa era completamente diferente do jeito dele fora dela. É que a filosofia de vida dele, a que ele passou pra gente, não tinha nada a ver com os costumes e tradições que a sociedade aprova. O princípio básico dele era: "o ser humano tem que ser livre pra fazer tudo o que tiver vontade, desde que não machuque os outros". E esse princípio, aparentemente tão simples e inocente, levado ao extremo... consequências podia produzir, e de fato produziu no nosso meio, os resultados mais surpreendentes.

Me limitando ao campo que realmente interessa, direi que na minha casa nunca se fechava nenhuma outra porta que não fosse a da rua, e andarmos pelados uns na frente dos outros, quando era o caso, era a coisa mais natural do mundo. «Pelados nascemos — sentenciava meu pai — e não temos por que nos envergonhar da nossa nudez».

A coisa não parava por aí. Mais de uma vez, primeiro quando era moleque e depois nem tanto, invadi o quarto dos meus pais quando os dois estavam de cabeça entregues a soltar suas paixões. Longe de se incomodarem, eles seguiam na deles, e só quando terminavam o que estavam fazendo é que passavam a me dar a devida atenção. E o mesmo que acontecia comigo, também acontecia com qualquer uma das minhas irmãs.

Claro, meu pai não se cansava de repetir pra gente uma e outra vez que uma coisa era nossa vida em família e outra bem diferente era a vida social, que era regida por regras estúpidas que não tinha jeito senão aceitar porque assim tinham decidido os imbecis que governavam o país. Por isso mesmo, ele sempre terminava nos aconselhando a não contar nada pra ninguém sobre nossos costumes particulares e que, fora de casa, a gente se limitasse a seguir as regras estabelecidas e a fazer e dizer o mesmo que os outros faziam e diziam. «O que cada um faz na sua casa não interessa a mais ninguém», ele costumava concluir.

Já vou ter tempo e ocasião de contar mais coisas do meu pai; mas agora o que quero contar é o que aconteceu no dia em que completei 18 anos. A Viki, com um sorriso safado, já tinha me avisado logo de manhã que dessa vez eu ia ganhar um presente de aniversário muito especial e, por mais que tentasse, não consegui arrancar nada mais dela. Tive a impressão de que todo mundo sabia qual era esse presente, menos eu; mas nem mesmo a Barbi, a mais inocente de todas, consegui convencer. pra que me desse alguma pista.

A menos que caísse num feriado, caso em que fazíamos na hora do almoço, os aniversários sempre eram comemorados durante o jantar, pois era quando meu pai tinha tempo suficiente para participar tranquilamente. No geral, consistia num jantar (ou almoço) especial, finalizado na sobremesa com o clássico bolo e suas velinhas, e em seguida partíamos para a entrega dos presentes.

Naquele ano, "como prêmio pelo meu bom desempenho escolar", meu pai finalmente me presenteou com a tão desejada gaita de boca "Honner" e minhas irmãs se justificaram com as quatro besteiras de sempre. O importante, como se costuma dizer nesses casos, era o gesto e não o valor material dele.

Só faltava, então, o presente da minha mãe e, por mais que eu olhasse, não vi que ela carregava nenhum pacotinho. O que notei foi que ela tinha se arrumado mais do que de costume, se maquiando como se fosse sair para algum lugar e usando um vestido bem chamativo.

Embora não tenha dito antes para não adiantar os acontecimentos, devo destacar que sempre pude me gabar de ter a mãe e as irmãs mais gostosas que alguém pode imaginar. Aos trinta e sete anos, ninguém diria que minha mãe tinha trazido cinco filhos ao mundo, vendo a silhueta perfeita que mantinha. Os peitos dela nunca foram exagerados (na verdade, a Viki já quase os tinha maiores que ela) e isso fazia com que se mantivessem firmes como nos melhores tempos. Naquela noite, ela devia ter colocado um daqueles sutiãs que juntam e realçam o busto, e o típico "vale" se marcava de um jeito realmente sugestivo através do generoso decote.

— Falta seu presente, mãe — falei, vendo que ela não fazia menção de me entregar nada.

Pelo jeito que ela sorriu pra mim, entendi na hora que tinha chegado o momento da grande surpresa que a Viki tinha me anunciado, embora eu ainda não fizesse a menor ideia do que podia ser. mesma.

—Você vai ter que me acompanhar até o quarto para receber meu presente — ela respondeu, levantando-se e seguindo pelo corredor.

Consumido pela curiosidade, eu comecei a andar atrás dela e logo pude ouvir os passos do meu pai atrás de mim. Minhas irmãs, entre risadinhas e murmúrios, ficaram na sala de jantar terminando os últimos pedaços do bolo.

Já dentro do quarto, minha mãe se virou e ficou de frente para mim. Meu pai, com um sorriso no rosto, ficou por enquanto na porta, sem entrar no cômodo.

—Aqui estou eu! — exclamou minha mãe, pegando minhas mãos e levando-as aos seus peitos, naquela noite mais cheios do que nunca —. Meu presente sou eu mesma!

Claro que eu entendi perfeitamente o que ela queria dizer, mas me recusava a acreditar. Via como ela oferecia a boca para eu beijar, mas não ousava.

—Vamos, Quini — ouvi a voz do meu pai atrás de mim. E senti ele se aproximar e colocar a mão no meu ombro —. Você já não é mais criança e, para ser homem, só falta perder a virgindade. E quem melhor do que sua mãe para te ajudar com isso?

—Mas, pai... — consegui balbuciar no meio da crescente agitação que tomava conta de mim.

—Não tem "mas" que se oponha — ele me interrompeu —. Por mais que os hipócritas lá fora digam o contrário e considerem isso uma aberração, não há nada de errado ou perverso em uma mãe e um filho se unirem sexualmente. Antes de tudo, é um homem e uma mulher unidos por laços que só podem tornar a união mais prazerosa. Você consegue imaginar que exista no mundo uma mulher que te ame tanto quanto sua própria mãe e deseje com mais ansiedade te fazer o mais feliz dos mortais?

Não tinha nada a objetar, nem teria conseguido mesmo se tivesse algo. Vendo que eu não me decidia, minha mãe finalmente selou minha boca com a dela, e sua língua percorreu meus lábios de canto a canto antes de entrar na minha boca, enquanto suas mãos continuavam apertando as minhas contra os seios dela, cujo calor e maciez eu sentia com intensidade crescente.

Quase sem perceber, no calor daquelas carícias, meu corpo começou a se alvorotar e meu pau foi endurecendo até formar um volume saliente na minha calça.

Foi meu pai que, se posicionando agora atrás dela, foi despindo aos poucos minha mãe e depois, com um pouco mais de dificuldade, começou a fazer o mesmo comigo. Finalmente, ele também se despiu. O pau dele, não muito maior que o meu, já parecia estar no auge.

Nem curta nem boba, minha mãe se agachou e, enquanto chupava o meu, massageava com uma mão o pau do meu pai.

— Tá gostando? — ela me perguntou.

— Adoro — respondi com a voz trêmula.

Apesar do meu nervosismo, minha ferramenta funcionava perfeitamente. Nunca a tinha sentido tão dura e poderosa. E o jeito que minha mãe lambia e chupava estava me deixando a ponto de explodir.

Quando ela puxou o prepúcio pra trás e começou a acariciar minha glande com a ponta da língua, aquele toque suave numa área tão sensível e delicada me jogou num mar de arrepios. Meu pai não parava de me olhar e sorrir, enquanto soltava uns sons guturais, e eu não sabia pra onde olhar. Tudo aquilo era tão surpreendente e inesperado que eu não conseguia superar meu desconforto.

A cena não parava de me parecer meio surreal: meu pai e eu compartilhando minha mãe, ou ela nos compartilhando. Nunca teria imaginado isso. Aquilo, claro, fazia parte da filosofia do meu pai; mas mesmo assim eu ainda custava a assimilar, embora isso não diminuísse o prazer que eu sentia cada vez que minha mãe percorria com os lábios ou com a língua o caule inteiro do meu pau.

Eu já estava quase gozando quando meu pai, como se tivesse percebido isso, agarrou minha mãe pelas axilas e a obrigou a se levantar. pondo fim àquele doce tormento a que estava sendo submetido.

— Você precisa saber, meu querido filho — disse ele, enquanto encostava as costas da minha mãe contra o peito dele e começava a acariciar os dois peitos dela com muita suavidade — que, no sexo como em tudo, o que realmente importa é corresponder — fez uma pausa e uma das mãos desceu até cobrir completamente a buceta da minha mãe, cujo rosto se transfigurou —. Não se trata só de receber, mas também de dar — aqui acho que ele enfiou pelo menos dois dedos na vagina da minha mãe, que soltou um suspiro profundo —. É preciso ser mais generoso do que egoísta — minha mãe parecia se derreter com o jeito que meu pai estava mexendo na entreperna dela, e minha excitação continuava no auge.

A massagem durou um bom tempo, e qualquer problema de consciência que eu pudesse ter tido no começo desapareceu por completo. Minha mãe deixou de parecer minha mãe, e a única coisa que eu via na minha frente era uma mulher gostosa que, entre gemidos e suspiros, se debatia à beira do colapso, olhando para mim, e principalmente para o meu pau duro, com olhos perdidos.

Minha situação era meio confusa, porque eu não sabia direito em que consistia o jogo e qual era o papel que eu deveria desempenhar. Meu pai continuava trabalhando firme nas partes baixas da minha mãe, e ela ficava cada vez mais agitada, quase fora de si.

Levado pelo calor da cena que se desenrolava na minha frente, inconscientemente comecei a me masturbar. Minha mãe murmurou algo que não entendi, mas a voz do meu pai soou clara e firme:

— Posso saber o que você está fazendo?

Ainda mais confuso, parei o movimento da minha mão e baixei a cabeça sem saber o que responder.

— Desde quando você faz isso? — me perguntou meu pai, parando também de provocar minha mãe.

Ele perguntou com um tom de voz que não soube dizer se era simples curiosidade ou se estava me censurando pela minha atitude. — Só faço quando fica dura — confessei de cabeça baixa.
— E isso acontece com frequência?

Do melhor jeito que pude, expliquei o que vinha acontecendo comigo ultimamente quando via a Viki no banheiro ou pelada pela casa e, principalmente, toda vez que o via comendo minha mãe.

— Não tem nada de errado nisso — ele me tranquilizou —, e você não precisa ter vergonha. É super normal na sua idade, embora seja muito mais gostoso e natural fazer com uma mulher. Vamos — completou dando um tapinha nas minhas costas —; sua mãe já tá mais do que pronta pra te receber.

Minha mãe tinha aproveitado aquela pausa pra se deitar na cama e agora substituía com a mão o que a do meu pai tinha parado de fazer.

Ainda assim, meu pai teve que me dar uns empurrõezinhos antes que eu me decidisse. Tava morrendo de vontade de comer minha mãe, mas me dava um pouco de vergonha. De tanto ouvir meu pai repetir aquilo, não via nada de errado nisso; mas agora, na hora da verdade, sentia um baita peso na consciência. Parecia que eu tava profanando um santuário, entrando num território proibido. Talvez, ou pelo menos foi o que pensei, com a Viki eu não teria sentido tanta hesitação, porque ela não me inspirava o mesmo respeito; mas tratando-se da minha mãe, a parada era bem diferente. Mas isso é igual a tudo: é só questão de começar.

Não sei se por causa do nervosismo da situação, da ansiedade que sentia ou por qualquer outro motivo que não saberia explicar, meus primeiros movimentos foram extremamente desajeitados. Se não fosse a ajuda da minha mãe, com certeza eu nem teria conseguido enfiar direito. Graças ao trabalho caprichado do meu pai, a buceta da minha mãe estava tão lubrificada que enfiar até o fundo não foi problema nenhum. Meu pau entrava e saía com toda facilidade, e os gemidos da minha mãe, que me abraçou com força, me incentivavam a aumentar cada vez mais a velocidade dos meus movimentos. Logo esqueci de tudo, me concentrando só pra aproveitar ao máximo o enorme prazer que sentia em cada investida. Nem percebi que meu pai também tinha se deitado do nosso lado, roubando os beijos que eu queria que minha mãe me desse.

Já totalmente solto, e já que a boca dela não tava disponível pra mim, comecei a chupar os biquinhos, que tinham ficado grossos e duros, enquanto mantinha o ritmo das minhas estocadas, incentivado pelos arrepios que cada uma delas provocava na minha mãe. Mais tarde soube que ela tinha tido uns dois orgasmos; mas, como era minha primeira vez, na hora eu não soube o que era e até pensei que a culpa era mais dos beijos intermináveis do meu pai do que das minhas investidas frenéticas, cada vez mais rápidas e fundas conforme sentia que ia gozar.

Tava com a mente vazia e acho que até perdi a visão no instante em que me esvaziei. E aí entendi quanta razão meu pai tinha quando dizia que não dava pra comparar uma punheta com uma boa trepada e que, com certeza, depois que entra na parada, os parentescos são esquecidos na hora e tudo fica reduzido ao mais simples: um homem e uma mulher. Todo o resto perde a importância e, vencida a timidez inicial, se curte ainda mais, se é que é possível, do que com qualquer outra pessoa menos conhecida e menos ligada a você, porque nada se compara ao amor de uma mãe pelo filho ou de um filho pela mãe.

A gente repetiu e a segunda vez foi ainda mais maravilhosa que a primeira, porque meu pai só ficou de espectador e minha mãe passou a ser inteira e exclusivamente minha.

Não devo ter feito tão mal assim. No fim, minha mãe me abraçou de novo com toda força e exclamou:

— Que filhão que eu tenho!

E me recompensou com um boquete, que não chegou a ter o efeito desejado porque eu já tava mais que satisfeito com as duas gozadas magníficas que tinha dado e quase só pensava na Viki. como digna sucessora pra próxima disputa, já que não concebia que minha mãe fosse se prestar de novo a tal experimento, ainda mais sabendo que meu pai já a tinha bem satisfeita nesse aspecto.

— O que achou do presente? — perguntou meu pai, sorrindo, também satisfeito pelo visto com meu comportamento.

— Acho que nunca vou esquecer — foi o que me ocorreu dizer.

Minhas irmãs ainda estavam no comedor, apesar de já ser bem tarde. Pelo estado das roupas delas e como todas pareciam acaloradas, tive a vaga impressão de que também tinham se mandado na sua própria farra. Como de costume, me despedi de cada uma delas, dando boa noite, e fui pro meu quarto.

A única coisa que consegui fazer naquela noite foi descansar, porque pegar no sono foi totalmente impossível. E olha que eu ainda não sabia que o que tinha acabado de rolar era só o começo do que estava por vir.

Isso a gente deixa pra próximas ocasiões.

PRÓXIMO RELATOhttp://www.poringa.net/posts/relatos/2600332/Una-peculiar-familia-2.html

4 comentários - Uma família peculiar 1

Vou por la otra parte exelente relato men van puntos
me dejaste la verga bien tiesa y mojada con tu relato