A conversa telefônica durou só uns dois minutos, ela foi meio fria no trato, mas foi o suficiente pra perguntar como ela tava, convidar ela pra jantar e perceber que, mesmo tentando se mostrar distante, eu tava afim dela. E isso me deixava com o pau duro. Ter desejado ela, ela não me dar a menor bola, aquele olhar, ela aceitar o convite e ainda assim me tratar com distância e, ao mesmo tempo, saber que se uma mulher daquelas topava sair comigo era porque, sem dúvida, eu tava no gosto dela — isso me incendiava.
Tava calor naquela noite, sou pontual, então apertei a campainha na hora combinada. Ela não atendeu com o esperado "quem é?", mas com um "já tô descendo".
Esperei ela paradinho na calçada e, quando ela saiu do elevador, quase morri: Amanda tava de matar. O cabelão dela brilhava na noite, tinha um vestidinho preto que marcava o corpo dela, acima do joelho e que deixava ver um bocado de umas pernas bronzeadas do caralho em cima de uns saltos altíssimos. Pouco decotado, mas insinuava uns peitos desafiadores. A gente se cumprimentou com um beijo e o perfume frutado dela me envolveu; mal encostei a mão na cintura dela pra acompanhar até o carro e aquela aproximação leve me deixou perceber que por baixo do vestido tinha algo mínimo... aquele tecido sedoso era um convite pro perigo.
Sim. Eu tava em chamas.
Fomos pro Gardiner na Costanera norte, sentamos lá fora numa mesa afastada.
Pedimos a comida, um vinho... e assim a noite foi passando.
Mas algo não tava certo, não rolava nada.
Ela era educada e simpática, mas, estranhamente, continuava me tratando como amigo ou irmão. Não tinha jeito, tentei pelo lado brincalhão, pelo lado mais sério, mas não conseguia diminuir a distância ou entrar no jogo da sedução mútua. E não é meu estilo tentar enfiar um beijo numa mulher do nada. Enfim... conforme o tempo passava, minha libido ia embora e eu não acreditava no que tava rolando. Tentando Pra disfarçar meu mau humor, pedi a conta e levei ela pra casa dela.
Parei o carro perto do prédio dela pensando no que fazer, mas já tava meio pilhado, então falei algo tipo "bom, a gente se vê outro dia, se quiser" e ela respondeu algo como "beleza, então" e me aproximei pra dar um beijo de despedida na bochecha, mas ela não virou o rosto... me encarou quase de frente e o beijo foi a milímetros da boca dela. Por um instante ficamos assim, parados, as bocas perto, entreabertas, deslizando devagar até que nossos lábios se encontraram e a gente se deu um beijo eterno, suave e só com os lábios no começo, molhado e profundo depois, a gente se mordeu... e aquele beijo libertou a mulher que eu tinha imaginado, transformou ela numa gostosa. Ela respirava e gemia baixinho com uma sensualidade que me esquentava como nunca, deslizei uma alça e um peito celestial apareceu com o mamilo prestes a explodir, beijei e mordisquei e ela sussurrou "siimm".... desceu um braço e com a mão acariciou minha virilha por cima da calça, juro: já tava dura que nem pepino. Enfiei uma mão por baixo do vestido e cheguei naquele abismo tão desejado e descobri que a calcinha dela tava encharcada e ela totalmente depilada... nada me excita mais do que descobrir que uma mulher tá se molhando por mim. Fica mais dura ainda.
Tava passando gente, então a gente se tocou, se olhou e sem falar nada descemos do carro. A viagem até a entrada, o elevador, depois até o 9º andar, o corredor até o apê e o trecho final até a cama dela foi uma sequência de beijos, mãos que iam e vinham, de se agarrar pelos cabelos, de se chupar. Ela gostava de tudo que eu fazia, eu gostava de tudo que ela fazia... cheirava bem, tinha gosto de vida, era multiorgásmica... foi inesquecível. Tinha uma buceta linda, apertada, parecia feita sob medida pra mim, sorte que ela tava supermolhada porque eu tava inchado como nunca, gozamos na hora, os dois aos berros.
Depois de um Trago e uma pausa, começamos de novo, encaixávamos perfeitamente. Nós dois curtíamos pra caralho todas as preliminares... até que a coloquei de quatro e comecei a meter beeem devagar, um pouquinho e tirava, e de novo pra dentro mas beeem devagar e até o fundo, numa dessas ela vira a cabeça, me olha e diz: "como você me excita, filho da puta... faz o que quiser comigo".
Uh... "faz o que quiser comigo" ela disse, me diz se não te frita a cabeça uma gostosa te falar isso olhando nos seus olhos, de verdade "faz o que quiser comigo".
E eu sou obediente: do jeito que a gente tava, primeiro passei suavemente meu dedo indicador no perímetro do buraquinho dela e vi claramente como se contraiu primeiro e depois dilatou... eu já tava completamente louco e ela nem se fala. Me ajeitei um pouco e troquei meu indicador pela ponta da língua e de novo senti como fechava e abria, pulsava. Voltei a meter enquanto também enfiava o dedo na bunda dela e foi assim... tirava bem molhado da frente e enfiava por trás... e continuei até que fiquei no cuzinho dela, enfiando mas só até ali, sentindo como o esfíncter pulsava na ponta do meu fiel amigo até que ela disse: "a puta que te pariu, mete tudo!!".
E como já contei, sou obediente....
Depois, mais tarde, enquanto voltava pra casa, revia o filme na cabeça e lembro que pensei: "primeira vez e já fizemos de tudo".
Eu tava errado: a gente tava só começando.
Tava calor naquela noite, sou pontual, então apertei a campainha na hora combinada. Ela não atendeu com o esperado "quem é?", mas com um "já tô descendo".
Esperei ela paradinho na calçada e, quando ela saiu do elevador, quase morri: Amanda tava de matar. O cabelão dela brilhava na noite, tinha um vestidinho preto que marcava o corpo dela, acima do joelho e que deixava ver um bocado de umas pernas bronzeadas do caralho em cima de uns saltos altíssimos. Pouco decotado, mas insinuava uns peitos desafiadores. A gente se cumprimentou com um beijo e o perfume frutado dela me envolveu; mal encostei a mão na cintura dela pra acompanhar até o carro e aquela aproximação leve me deixou perceber que por baixo do vestido tinha algo mínimo... aquele tecido sedoso era um convite pro perigo.
Sim. Eu tava em chamas.
Fomos pro Gardiner na Costanera norte, sentamos lá fora numa mesa afastada.
Pedimos a comida, um vinho... e assim a noite foi passando.
Mas algo não tava certo, não rolava nada.
Ela era educada e simpática, mas, estranhamente, continuava me tratando como amigo ou irmão. Não tinha jeito, tentei pelo lado brincalhão, pelo lado mais sério, mas não conseguia diminuir a distância ou entrar no jogo da sedução mútua. E não é meu estilo tentar enfiar um beijo numa mulher do nada. Enfim... conforme o tempo passava, minha libido ia embora e eu não acreditava no que tava rolando. Tentando Pra disfarçar meu mau humor, pedi a conta e levei ela pra casa dela.
Parei o carro perto do prédio dela pensando no que fazer, mas já tava meio pilhado, então falei algo tipo "bom, a gente se vê outro dia, se quiser" e ela respondeu algo como "beleza, então" e me aproximei pra dar um beijo de despedida na bochecha, mas ela não virou o rosto... me encarou quase de frente e o beijo foi a milímetros da boca dela. Por um instante ficamos assim, parados, as bocas perto, entreabertas, deslizando devagar até que nossos lábios se encontraram e a gente se deu um beijo eterno, suave e só com os lábios no começo, molhado e profundo depois, a gente se mordeu... e aquele beijo libertou a mulher que eu tinha imaginado, transformou ela numa gostosa. Ela respirava e gemia baixinho com uma sensualidade que me esquentava como nunca, deslizei uma alça e um peito celestial apareceu com o mamilo prestes a explodir, beijei e mordisquei e ela sussurrou "siimm".... desceu um braço e com a mão acariciou minha virilha por cima da calça, juro: já tava dura que nem pepino. Enfiei uma mão por baixo do vestido e cheguei naquele abismo tão desejado e descobri que a calcinha dela tava encharcada e ela totalmente depilada... nada me excita mais do que descobrir que uma mulher tá se molhando por mim. Fica mais dura ainda.
Tava passando gente, então a gente se tocou, se olhou e sem falar nada descemos do carro. A viagem até a entrada, o elevador, depois até o 9º andar, o corredor até o apê e o trecho final até a cama dela foi uma sequência de beijos, mãos que iam e vinham, de se agarrar pelos cabelos, de se chupar. Ela gostava de tudo que eu fazia, eu gostava de tudo que ela fazia... cheirava bem, tinha gosto de vida, era multiorgásmica... foi inesquecível. Tinha uma buceta linda, apertada, parecia feita sob medida pra mim, sorte que ela tava supermolhada porque eu tava inchado como nunca, gozamos na hora, os dois aos berros.
Depois de um Trago e uma pausa, começamos de novo, encaixávamos perfeitamente. Nós dois curtíamos pra caralho todas as preliminares... até que a coloquei de quatro e comecei a meter beeem devagar, um pouquinho e tirava, e de novo pra dentro mas beeem devagar e até o fundo, numa dessas ela vira a cabeça, me olha e diz: "como você me excita, filho da puta... faz o que quiser comigo".
Uh... "faz o que quiser comigo" ela disse, me diz se não te frita a cabeça uma gostosa te falar isso olhando nos seus olhos, de verdade "faz o que quiser comigo".
E eu sou obediente: do jeito que a gente tava, primeiro passei suavemente meu dedo indicador no perímetro do buraquinho dela e vi claramente como se contraiu primeiro e depois dilatou... eu já tava completamente louco e ela nem se fala. Me ajeitei um pouco e troquei meu indicador pela ponta da língua e de novo senti como fechava e abria, pulsava. Voltei a meter enquanto também enfiava o dedo na bunda dela e foi assim... tirava bem molhado da frente e enfiava por trás... e continuei até que fiquei no cuzinho dela, enfiando mas só até ali, sentindo como o esfíncter pulsava na ponta do meu fiel amigo até que ela disse: "a puta que te pariu, mete tudo!!".
E como já contei, sou obediente....
Depois, mais tarde, enquanto voltava pra casa, revia o filme na cabeça e lembro que pensei: "primeira vez e já fizemos de tudo".
Eu tava errado: a gente tava só começando.
3 comentários - História real (capítulo 2)