Depressão pós-férias, é assim que chamam agora, é aquela sensação de cansaço e apatia ao voltar das férias, o que a vida toda se chamou de voltar pra sua merda de vida, mas o pessoal se esforça pra dar nomes às coisas pra se sentir melhor, acho eu, pra mim não ajuda. Tô ficando louco, e não é porque tenho que voltar pra uma vida rotineira e normal em todos os aspectos, mas sim pelo fato de que todos ao meu redor se comportam de forma natural, como se nada tivesse acontecido nesses 3 meses de férias que passei na casa da praia com a família, é como se um dinossauro enorme tivesse passado pelo meio da sala e só eu pareço ter visto, quando tento falar sobre isso, me evitam, fingem que não é com eles ou simplesmente me ignoram.
Meu nome é Samuel, mas desde certa trilogia sobre um anel me chamam de Sam de vez em quando, tenho 19 anos, tô prestes a começar a faculdade. Fisicamente, sou tirado do molde da normalidade, 1,80, 72 quilos, cabelo escuro, meio comprido e cacheado, rosto típico com uma mandíbula marcada e corpo com tendência a engordar, por isso sempre tô cuidando o que como pra não perder a forma, que, apesar do esforço, não é nada demais. Sou um cara tranquilo, meio lento, e muita gente poderia dizer que sou sem graça, tenho dificuldade em fazer amigos ou me soltar com outras pessoas, tímido e pouco dado a sair do padrão. Descrever as pessoas é algo que não domino totalmente, nem eu sou exceção, vou usar comparações conhecidas pra que vocês possam ter uma ideia, no meu caso, já me disseram que pareço com o Matt Damon, mas com os olhos marrons mais comuns possíveis.
Não sou virgem porque uma amiga minha da escola, meio atrevida, ficou com a ideia fixa de que eu fosse seu acompanhante na festa de formatura, e naquela noite vi estrelas pela primeira vez com uma mulher, ela era baixinha, com espinhas e cabelo castanho quase sempre preso, com um ou dois quilos a mais. Não fui o primeiro que entrou nela, mas fui "o menos decepcionante", foram essas as palavras dela. Depois disso, nos vimos mais duas ou três vezes, mas perdemos contato.
Minha vida é a coisa mais sem graça, e em grande parte por causa do meu pai, Roberto. Ele é um homem austero, dissimulado, sério e quadrado até dizer chega, com aparência cansada e um físico que já viu dias melhores: 1,78m e 85kg com barriga saliente, uma corcunda de passar horas trabalhando sentado e cabelo branco onde ainda resta. O equivalente seria um Bruce Willis, atarracado e sem coragem de raspar a cabeça apesar da queda de cabelo. Ronda os 50 anos e trabalha desde os 17 numa empresa da qual já é sócio, e que ajudou a transformar numa grande companhia nacional de advogados, juristas e notários, o que garantiu à minha família uma vida confortável financeiramente. Não somos milionários, mas temos mais que a maioria. Só que meu pai faz você suar para conquistar com esforço o que deseja, pelo menos comigo. Sendo uma forma educacional muito válida, pra mim já é cansativo, é uma revalidação constante desde os 8 anos, quando quis um brinquedo e passei 1 mês limpando a casa em Madrid onde vivemos desde que me entendo por gente. A partir daí, o dinheiro para a escola, as roupas, os caprichos e os favores, tudo tinha um preço para meu pai, sempre achava algo que eu tinha que fazer para merecer o que queria ou precisava, e o pior é que nunca parece suficiente, seu olhar sempre me julga, mas acho que ele não tem outro, ou pelo menos eu nunca cheguei a ver, nunca ficou violento ou bravo, não é esse tipo de homem, mal bebe álcool e parou de fumar, algo que não melhorou seu caráter, nem precisava, impunha um respeito sepulcral com o olhar e sabia se fazer respeitar sem levantar a voz nem a mão para ninguém.
Tudo isso é compensado pela minha mãe, Carmen, uma pessoa exageradamente prestativa, alguns diriam uma mulher decorativa, ela se desdobra para fazer os outros felizes e ela é totalmente dominada pelo meu pai, mas sempre encontra um jeito de suavizar as coisas, é doce e atenciosa, é quase uma menina de 7 anos mas com 41. A diferença de idade entre meus pais era de agradecer por ter formas diferentes de pensar. Muito se falou sobre eles terem se casado de "penalti" por causa da minha irmã mais velha, minha mãe tinha acabado de fazer 18 anos quando se casaram e não chegaram a ficar 8 meses juntos quando minha irmã nasceu. Nesse caso tenho que dizer que meu pai foi esperto, apesar da idade ela é uma mulher linda, ou pelo menos é o que meus amigos dizem, e vendo fotos dela quando jovem, mais ainda. Posso sentir alguns homens como ao vê-la a devoram com os olhos, coisa que muito a meu pesar eu usei para fazer amizades, nenhum garoto dizia não a vir na minha casa se ela estivesse, eu os colocava no bolso com lanches e brincadeiras inocentes, tão doce e ingênua que não percebia seu efeito nos garotos. Ela tem 1,70 de altura e não chega aos 67 quilos, estilosa e elegante, com o rosto fino e agradável, olhos negros e uma juba bruna espessa, até a cintura, peitos firmes embora discretos e quadris largos devido a ter nos parido, a mim e à minha irmã mais velha, de forma natural, uma figura que ficava escandalosa com os vestidos que costumava usar, sempre recatada e sem mostrar nada, mas não precisava para saber que era uma gostosa. Ela me lembra muito a Mary-Louise Parker, com o cabelo liso e a pele menos branca.
O melhor da minha vida é minha irmã mais velha, Marta, tem 23 anos e está terminando a faculdade, é o raio de sol que se infiltra no meio das nuvens de tempestade cinza que é minha vida, sem saber muito bem porquê, ou de onde aprendeu, é alegre, tagarela, carinhosa e ousada. Tenho inveja dela porque tenho a sensação de que meu pai sempre a tratou de forma menos severa, permitiram coisas a ela em troca de nada, um celular ou pagar o apartamento de estudante, coisas pelas quais eu teria que dar a alma, mas ao mesmo tempo a adoro, é impossível não Fazer isso, ela é daquelas mulheres que te tocam a alma com seu jeito inocente e desprendido de ver a vida. Seu aspecto físico é o de uma versão jovem da minha mãe, mesma altura e corpo, embora seus quadris sejam menos volumosos, e diria que mais peito, ou pelo menos melhor posicionado pela idade; seus olhos puxam para o mel numa mistura do preto da minha mãe e do marrom do meu pai, o que fica genial nela. Ela usa o cabelo até os ombros, sempre cuidado com laquês para dar um efeito ondulado e molhado. Apesar de gostar de usar vestidos – já que muitos são compartilhados pela minha mãe e por ela, por terem o mesmo manequim –, também gosta de usar às vezes jeans apertados, camisetas desgastadas e tênis em vez de salto alto. Por outro lado, se você as vir juntas, parecem irmã mais velha e mais nova, não mãe e filha; acho que a mágica da maquiagem ajuda nisso para a minha mãe, mas não acho que ela use demais. Poderia usar a mesma atriz que usei para a minha mãe para defini-la, mas direi que, pelo nariz e pela juventude, ela tem mais a ver com a Anne Hathaway.
Feitas as apresentações iniciais, vamos tentar explicar o porquê da minha frustração atual. Tudo começou quando terminei meu curso do ensino médio no final de junho; tanto minha irmã quanto eu havíamos terminado nossos estudos – eu com notas altas, para variar, outra coisa seria uma decepção na minha casa, e minha irmã conseguiu passar no ano da faculdade dela, não é raro que ela tenha escolhido ciências sociais. Ambos pretendíamos que, desta vez sim, finalmente, nosso pai nos deixasse ter férias por nossa conta; como jovens que éramos, queríamos ir comer o mundo. Mas, mais uma vez, o critério dele se impôs – não havia outra opção –, então iríamos para a casa na praia nos arredores de Valência que tínhamos como residência, para a qual íamos ano após ano. E não iríamos apenas por 1 mês, como costumávamos fazer; não, íamos passar os 3 meses de férias lá por um “merecido descanso” que deram ao meu pai. Algo que parece bom, mas não é, porque depois de 10 anos fazendo o... O mesmo: dias em casa fazendo trabalhos da faculdade, ir à praia duas ou três vezes por semana e, com sorte, sair para comer em algum restaurante. Meu pai entendia férias como descanso, não como diversão. Eu estava doido para ir com meus poucos amigos para a casa de um parente em Ibiza. Só de nomear essa cidade, quase fez a cabeça do meu pai explodir. Um "não" redondo saiu dos lábios dele, e não havia mais o que fazer. Até minha irmã, que tinha uma ideia parecida, mas de ir num cruzeiro, teve a opção negada. Então me resignei a passar mais umas férias tristes e repetitivas com a família na praia. Pelo menos teria a Marta para aguentar o tédio.
Conforme as datas da viagem se aproximavam, aconteceu o que sempre acontece nessas situações: meu pai não gostava da ideia de "chupins" se juntando a nós. Os dias eram uma disputa constante sobre pessoas que esperávamos levar para tornar as férias mais agradáveis, e meu pai rejeitando todas, igual a um tenista. Mas aconteceu o milagre. Minha tia Sara, a irmã mais nova da minha mãe, se divorciou do marido, um babaca que não merece nem ser mencionado. E minha mãe, sempre tão prestativa e atenciosa, convidou ela para vir conosco nas férias para espairecer. Acho que os anos de casamento ajudaram a convencer meu pai a deixar ela vir. Assim que ele disse sim, minha irmã entrou com tudo e disse que, se a tia vinha, ela também queria levar uma amiga. Acho que ele disse sim sem pensar, e um nome ecoou no ar: Sonia, a melhor amiga dela, outra doida varrida igual minha irmã, mas muito mais madura e ousada no jeito de ser.
Foi quando minha irmã disse que seria injusto eu ir sozinho (por esses detalhes eu a amava). Por efeito dominó, me deixaram levar um amigo. Eu só tenho três, ou pelo menos três que passam pelo filtro do meu pai, e todos estavam animados para passar as férias comigo. Embora, pensando agora, acho que não era por minha causa, e sim pela minha gostosa... mãe e minha irmã solteira, as que elas atraíam. Pude levar o Jaime, uma escolha difícil, mas simples já que os outros 2 iam para Ibiza com meu plano original de férias. Jaime é um vizinho da minha idade que vinha de boa família, e mantinha uma aparência de garoto formal, sério e educado, mas na realidade fumava maconha, era um egocêntrico manipulador e um babaca completo quando ninguém ouvia, mas eu não podia me dar ao luxo de afastar meus amigos.
De repente essas férias tediosas tinham se tornado quase a coisa mais ousada e promissora que faria na minha vida, não era muito, mas meu pai só ia de casa para a praia, e vice-versa, e isso quando não se perdia fazendo visitas a vizinhos, o resto do tempo poderíamos passar longe do seu halo de sobriedade.
Minha tia Sara se mudou para nossa casa uns dias antes de viajarmos, aparentemente seu agora ex-marido estava levando muito mal. Ao chegar em casa só vi bolsas e malas, levei uns minutos para arrumar tudo no seu novo quarto e depois me apresentar na sala. Tinha visto minha tia 2 vezes na vida, meu pai não gostava do jeito dela (nada anormal), mas acho que era como ela transformava minha mãe, juntas elas se distanciavam muito do padrão de seriedade e cortesia que ele gostava. A última vez que vi a Sara eu devia ter 12 anos, e só lembro dos presentes que ela me trazia, eu adorava porque eram de graça, não precisava trabalhar por eles. Ao vê-la na sala eu fiquei corado, ela era tão diferente e tão extravagante que fiquei olhando mais do que o recomendável. Ela tem 33 anos, é loira platinada, tingida, estava com um batom vermelho paixão enfeitando uns lábios finos e apetitosos, rosto parecido com o da minha mãe mas sem mostrar a idade. Vestia um traje de couro vermelho tão apertado que fazia barulho ao andar ou sentar, com uma jaqueta social da mesma cor, fechada e realçando ela, deixando claro que o ramo familiar da minha mãe criava belezas, mas essa era diferente, porque não só era, como também mostrava, uma decote amplo que fazia transbordar dois seios túrgidos roçados pela cabeleira loira, com quadris estreitos que mesmo assim tinham a pele da roupa esticada. Mal a vi, um nome me bateu na cabeça, Patricia Conde, era quase uma cópia. Com os saltos, tinha minha altura, e ao se aproximar pegou meu rosto com as mãos para me dar uma chuva de beijos que deixou meu rosto marcado de batom, com um sorriso hipnótico, ao me ver tão bobo ao olhar para ela, me sacudiu cumprimentando.
- SARA: E este grandalhão quem é?
- CARMEN: Não seja boba... é o Samuel.
- SARA: Não me diga...? É impossível! A última vez que o vi não me chegava nem ao umbigo, e olhe ele agora, está feito um homem! – ao dizer isso deixou a mão deslizar, escorregando pelo meu peito, e só com isso senti meu membro se mover.
- EU: Eu... sim... é que... – se normalmente me custa me expressar, aquela mulher me tinha desmontado.
- ROBERTO: Não incomode o garoto.
- SARA: Não incomodo nada, só estou cumprimentando – meu pai já ia replicar, mas minha mãe pegou seu braço com gesto terno e acalmou seu ânimo.
- EU: Encantado... de te cumprimentar – consegui juntar coragem e olhá-la nos olhos por alguns segundos, eram de um escuro penetrante, atrás de óculos de design que lhe davam um ar ainda mais arrebatador.
- SARA: Espero não importunar com minha presença, só quero virar a página.
- CARMEN: Não diga bobagens, vamos nos divertir muito de novo juntas – ao dizer isso ambas se pegaram pela mão e riram de forma histriônica, os dentes do meu pai rangeram, só por isso valia a pena ter minha tia ali.
Instalamos ela no quarto de hóspedes e esperamos minha irmã para jantar, não lembrava de um jantar mais alegre nunca, nem no meu aniversário, entre minha irmã e minha tia conseguiram arrancar minha mãe da fachada de sobriedade, e juro que vi algo similar a um sorriso no meu pai com algum comentário. Depois do jantar ficamos conversando, não queria que aquilo acabasse nunca, me sentia um rebelde ouvindo elas falarem, era Foi emocionante, e eu não conseguia tirar os olhos da minha tia. Foi tão óbvio que trocamos olhares várias vezes, e em vez de fingir que não percebeu, como quando minha mãe ou minha irmã me pegavam olhando, ela sorria e apertava meu braço com a mão. Ficou tarde, e ajudei minha tia, a pedido dela, a organizar seu quarto por causa da quantidade de coisas que ela trouxe - mais do que para alguns dias, parecia que ela estava vindo morar. Levei uma hora para arrumar tudo, teria levado menos se ela não estivesse ali. A simples presença dela me arrepiou a pele, e no final ela me deu um abraço, algo leve e suave, mas que me levou ao paraíso. Gestos de carinho eram tão incomuns na minha casa que eu a apertei tão forte que ela gemeu com um sorriso, e não se soltou até eu perceber que quase a tinha levantado no ar.
- EU: Des... desculpa... não... - Ao soltá-la, seus seios balançaram na minha frente e fiquei olhando para eles de novo. Ela colocou um dedo no meu queixo para levantar meu olhar.
- SARA: Não foi nada, um bom abraço é sempre bom, parece que você precisava.
- EU: É que... meu pai... você sabe...
- SARA: Sei, ele é um bom homem, mas... - ela se aproximou para sussurrar no meu ouvido - ...é um pouco metido. - Só a ideia de rir do meu pai me deixou corado, ou foi seus lábios roçando minha bochecha, já não sabia.
- EU: Um... um pouco - deve ter dado para ver no meu rosto minha própria surpresa ao dizer isso.
- SARA: Hahaha, relaxa, vai ficar entre nós, mas você tem que me fazer um favor... - alarmado com a bronca que eu poderia levar por desrespeitar meu pai, eu balancei a cabeça - ...esses saltos estão me matando, preciso de uma boa massagem e você tem boas mãos.
- EU: Eu... não sei... fazer massagem.
- SARA: Calma, eu ensino - ela pegou minha mão e me puxou para a cama, onde se deixou cair com certa elegância. Sentei ao lado dela tentando disfarçar que não estava olhando a parte de baixo da sua saia. Ela colocou os pés na minha coxa e tirou os sapatos com os dedos, soltando um suspiro de prazer.
- EU: O que eu faço?
- SARA: Colocar as mãos nos pés foi só o começo... A forma como ela falava e se movia era como se eu fosse um idiota, mas não sou, era ela quem me deixava retraído. Sua fragrância de rosas enchia meu nariz e o movimento dos dedos dos pés dela me lembrava uma suave ondulação.
Passei meus dedos pelos pés dela e logo ela pegou minhas mãos e foi me guiando, até que se recostou na cama, gostosamente, aproveitando a massagem. Por descuido ou não, eu podia vê-la se contorcer sobre o colchão, e a saia se abriu o suficiente para me deixar ver a parte interna de suas coxas. Depois de um tempo, ela se levantou e me deu um beijo longo e sonoro na testa, como agradecimento, me presenteando com um close de seu decote, e entrou no banheiro soltando uma reboladinha doce enquanto tirava a jaqueta e eu via sua silhueta marcada sob o couro. Não é que ela fosse mais bonita ou tivesse curvas melhores que qualquer outra, é que eu nunca tinha visto alguém ser tão aberta comigo, ninguém além da Marta.
Fui direto para meu quarto e fiz a melhor punheta da minha vida, e não estava longe do que senti ao fazer sexo. Estava tão duro e grande como nunca tinha visto, em 4 bombadas mal dadas eu me esvaziei, ou pelo menos pensei que sim, porque o pau não baixou e tive que fazer outra. Para que enganar, passei a noite toda sonhando em foder minha tia, e o fato de saber que passaríamos 3 meses na mesma casa não ajudava a dissipar essa ideia da minha cabeça.
Os dias seguintes até irmos de férias só confirmaram que aquilo não foi passageiro, minha tia era aberta assim mesmo. Não acho que ela pensasse em mim de forma sexual, ela simplesmente se mostrava como era, e isso enfurecia meu pai ao mesmo tempo que me absorvia. Em 3 dias, ela já tinha conseguido fazer minha mãe sorrir mais do que nos últimos 10 anos de casamento, e minha irmã se juntou a essa onda crescente de diversão. Antes de partir, meu pai já estava arrependido.
A manhã da viagem foi meio caótica. Marta me pediu para buscar a Sonia, amiga dela, na minha moto, que eu mesmo tinha pago. trabalhando à tarde num bar junto com o reboque para levar ela de carro até a praia. As coisas da Sonia já estavam na nossa casa, mas na noite anterior ela foi "dormir" na casa de um "amigo", então eu sabia que era um coitado que comia ela quando ela queria. Quando fui buscá-la e ela me viu, me cumprimentou como sempre, pulando e gritando como se não me visse, o "amigo" estava atrás com os olhos cheios de tristeza, certo de que a Sonia ia ficar 3 meses fora, não teria ela por perto e que ela não ia esperar por ele sendo uma menina direita. Quando cheguei, eles estavam se pegando com língua na minha frente, como uma despedida. Pude ver que a Sonia continuava igual, cabelo comprido até o bumbum, cor mogno, liso e solto, com o rosto cheio de sardas bonitas e nariz arrebitado, olhos verdes esmeralda e pele branca. Seu corpo era o pecado, com 1,65m, ela gostava de se gabar dos peitos, segundo algum sutiã que eu "encontrei" dela no banheiro de casa quando ela ficava dormindo, ela usava 110 e o copo maior que dava pra achar nas lojas juvenis, eram como melancias maduras, ela tinha a bunda firme e bem posicionada pra idade, mas pra mim nunca ficou bom porque sobressaíam uns culotes proeminentes, ouvia em casa que não faria mal ela perder uns quilos, mas não dava pra dizer de onde, ela era voluptuosa e farta, mas não tinha nada sobrando, kelly brook é a mulher que mais se aproxima fisicamente dela.
Ela deixou o cara ainda com os olhos fechados do gosto da língua dela e subiu na moto atrás de mim como uma encomenda, com o pulo que ela deu senti os seios dela ondulando nas minhas costas e ela se agarrou no meu tronco gritando que nem uma louca. O caminho foi difícil por ter que me concentrar no que tinha na frente e não atrás, mas quando chegamos em casa e estacionei, ela me deu um daqueles beijos típicos dela no pescoço, tenho cócegas ali, ela me conhecia bem demais, sempre fazia isso e eu gostava, pra que negar.
- SONIA: Vamos, que tá ficando tarde, você vai ver como a gente vai se divertir!
- EU: Isso Espero, fico feliz que você possa vir.
- SONIA: E eu de poder ir, vou beber até cair... - Era capaz, uma vez atrás da outra eu já vi ela bêbada.
- EU: Cuidado com o que fala, meu pai pode...
- SONIA: Que seu pai vá tomar no cu, eu vou me divertir, e não vai ficar um único cara lá que não me coma - ela adorava ser tão grossa porque me fazia corar, mas, assim como com o álcool, também não era como se eu não fosse capaz.
Ao subir já estávamos todos, Jaime, por morar no mesmo prédio, já estava na minha casa sendo alvo de elogios do meu pai, por sua educação esquisita, dava vontade de gritar que ele era um maconheiro e um idiota, mas não ganharia nada com isso, pareceria mal-educado aos olhos do meu pai, perderia um dos meus poucos amigos e ainda ficaria sem companhia para as férias. Jaime era gato, todas diziam, cabelo castanho claro, com uma mecha que ele passava gel para dar a sensação de cara refinado, olhos azul escuro, uma barba incipiente desleixada, e rosto quase angelical, seu corpo era bem magrelo, seco, com 1,82 de altura não chegava aos 65 quilos, braços e pernas esqueléticos com tendência a arrastar os pés. Quando saiu um filme romântico de um diário, todas diziam que ele parecia o Ryan Gosling, eu brincava que talvez se engordasse 10 quilos.
- JAIME: Ainda bem que vocês chegaram bem, temia que tivesse acontecido algo - sorria olhando para Sonia, não para mim, mas suas palavras sempre eram educadas na presença de outros.
- EU: Tudo bem, não vou estragar a viagem.
- SONIA: Cadê a Marta?
- CARMEN: No quarto dela tentando escolher que roupa levar - Sonia saiu disparada para ajudá-la nessa tarefa árdua.
- SARA: E esse menino quem é? - Cumprimentou como sempre, se aproximando para dar uns beijos, Jaime sorriu por dentro ao vê-la, com um traje largo estampado e com um decote generoso.
- JAIME: Encantado em conhecê-la, senhorita, sou Jaime, amigo do Sam - pegou a mão dela e Ele a beijou como um cavalheiro.
-SARA: Senhorita? Que educado, muito obrigada. Eu sou sua tia, Sara.
-JAIME: Diga que vai nos acompanhar nessa viagem, não suportaria não poder continuar admirando sua beleza – a gargalhada geral enterrou a verdade oculta por trás daquela galanteria.
-SARA: Hahaha, que gentil! Pois é, mas não se preocupe, não vou atrapalhar a juventude – Jaime já ia soltar outra pérola, eu o conhecia bem demais.
-EU: Jaime, me ajuda a engatar o reboque e colocar a moto? – Ele me olhou como se estivesse me perdoando a vida.
-JAIME: Claro, como não – Ao descer, ele foi me dando tapinhas nas costas, e quando chegamos embaixo, eu me virei.
-EU: Para com isso, qualé?!
-JAIME: Tava quietinho, hein? Que corpão que sua tia tem!
-EU: Não fala assim dela – era raiva, mas ele não deixava de ter razão.
-JAIME: Só tô falando a verdade. E eu vou passar 3 meses com ela, sua mãe, sua irmã e a Sonia? Pufffff...
-EU: Nem que você fosse pegar todas – foi uma zoeira.
-JAIME: Veremos... Já imaginou? Hahahaha, sua tia me comendo enquanto eu chupo os peitos da Sonia? – Foi grosseiro, mas não posso dizer que a mesma ideia não tinha passado pela minha cabeça antes.
-EU: Para de falar besteira. Se você passar do limite, te mando pra casa.
-JAIME: Vou me comportar como um cavalheiro, mas se elas derem abertura...
-EU: Elas não vão dar – Quis ser taxativo. Jaime tinha levado pra cama todas que quisera, era bonitinho e um babaca, e aparentemente as minas curtem isso. Mas o que eu queria dizer era que desejava que minha tia desse abertura, sim, mas pra mim.
Íamos ser só 4 na viagem, e no final éramos 7. Por sorte minha tia também dirigia e tinha carro, então nos dividimos entre o do meu pai e o dela. Obviamente todo mundo queria ir com minha tia, então me sobrou ir com meu pai e minha mãe, enquanto minha irmã, a amiga dela e Jaime foram todos no carro da Sara. Minha irmã ficava me mandando mensagens de apoio, sabendo da tortura que eu tava passando – 4 horas de viagem com meu pai em silêncio, minha mãe cochilando por uns remédios para enjoo, e um pouco de música clássica de fundo. Ela me mandava fotos deles rindo, e das palhaçadas do Jaime ou da Sonia, foi uma agonia até chegarmos na entrada da casa. Chegamos mais tarde que a Sara, já que meu pai não passava do limite de velocidade nem por engano, e eles estavam nos esperando na rua entre risadas e diversão. Ao chegar, não pude evitar ir abraçar minha irmã, que acariciou meu cabelo como só ela sabia.
- MARTA: Pronto, chegamos! Não foi tão ruim assim, hahaha!
- EU: Na volta, você vai com eles – ao levantar a vista, vi o Jaime flertando com a Sara, minha tia, que se comportava igual comigo, mas o Jaime não era eu. Ele se aproveitava, ou aproveitaria, e isso me enfurecia.
- ROBERTO: Saiam da rua, vão ser atropelados! E um pouco de calma – "sempre tão engraçado, hein, pai?". Era um bairro residencial e não tinha uma alma ao meio-dia, com sol a pino.
- CARMEN: Pois é, aqui está! Nosso lar pelos próximos 3 meses – ela apontou para um duplex enorme que tínhamos à frente.
Ao entrar, a casa toda cheirava a fechada. Abriram todas as portas e janelas, e um cheiro profundo de mar invadiu tudo. A casa ficava a meio quilômetro de uma praia não muito conhecida, mas limpa. Foi construída numa rua que era uma curva do residencial, com a entrada principal de todas as casas na parte interna, e que, pela curva externa, tinham amplos terrenos com piscina, jardim, churrasqueira e acesso à praia. A casa tinha 3 andares, todos acessíveis por fora por uma escada de pedra externa, que dava para as varandas de um dos lados. Por dentro, o térreo era uma ampla sala e cozinha americana, com um banheiro completo, a garagem e uma varanda virada para o mar. O 2º andar tinha 3 quartos e mais 2 banheiros, com várias varandas. No 3º andar, mais 2 quartos com 1 banheiro, e um terraço de 10 metros quadrados. A verdade é que, se não fosse pelo tédio que eu sentia com meu pai, o lugar era... paradisíaco, tinha um supermercado não muito longe, um mercadinho a cada 2 dias ou festas de cidades próximas toda semana, incluindo uma longa orla cheia de restaurantes, barracas de praia, sorveterias e lojas de verão, o calçadão terminava numa mega boate que montavam no período de verão, sem teto e com a música tão alta que dava pra ouvir de noite da minha casa, meu pai odiava porque de quinta a domingo não deixavam ele dormir.
Pra não andar muito escada acima e abaixo, os mais velhos ficaram com os quartos do 2º andar, um pros meus pais e outro pra minha tia, sobrou um livre mas preferimos dormir todos juntos lá em cima, por privacidade num quarto as garotas e no outro nós, então passamos meio dia nos instalando e movendo camas, mas pro jantar já tínhamos tudo montado.
Saímos pra comer num restaurante perto e apesar do meu pai aquilo tava indo bem, eu me divertia, eu curtia e ria, depois demos uma longa caminhada pela praia, minha tia se pendurou no braço do Jaime, que era tão encantador quanto repulsivo pros meus olhos. Minha irmã se agarrou no meu, forçando a Sonia a me pegar do outro lado, por cortesia ou por querer me fazer sentir bem, mas não por isso eu as afastei. Acho que todo mundo tava cansado, então fomos dormir cedo em casa, lá o Jaime me deixou ver meia sacola de maconha, e bolou vários baseados, fumando um na varanda antes de deitar.
Na manhã seguinte acordei sozinho no quarto, ao olhar pela janela vi o Jaime dentro da piscina, respingando água na minha tia e na minha mãe que estavam com limonadas na beirada da piscina, elas estavam com camisolões frescos de verão, tão simples e tão gatas, sorrindo ao molhar os pés. O Jaime era tão magrelo que parecia que ia quebrar, mas tinha essa capacidade de divertir as pessoas que eu desejava e não tinha. Coloquei a sunga e desci correndo pra não perder o ritmo, mas meu pai me chamou na varanda, ele estava sentado com bermuda e uma camisa aberta, me coloquei ao lado dele e ele falou sobre a família e como ela deveria estar unida, que eu tinha que ser responsável e cuidar de todos, já que ele não poderia vigiar todo mundo. Fiquei cansado, eu queria sair de férias, não ser o cão de guarda de ninguém. Apesar de pensar isso, fiquei quieto, concordei e disse pra ele não se preocupar.
Pulei na água com força, assustando o Jaime e molhando os pés da minha tia, que não parava de rir. Quando emergi, Jaime me pegou por trás e tentou me afundar de novo na água, mas era como se uma folha quisesse derrubar uma árvore – eu tinha uns bons quilos a mais que ele.
- EU: E minha irmã e a Sonia?
- CARMEN: A Sonia foi comprar um pouco de pão esta manhã e fez amigos... – "não demorou nada" – ... foram conversar com eles um pouco até a hora do almoço.
- JAIME: Elas que se danem, e se a gente for pra praia?
- SARA: Sim, por favor, tô ansiosa.
- CARMEN: Não sei, sem elas... Roberto, o que você acha?
- ROBERTO: Eu tô de férias, vou ficar um tempinho aqui e depois vou se der vontade – isso, na língua dele, era um não. Ele ficaria tomando uma cerveja, ou daria um mergulho na piscina, talvez depois ficasse vendo TV até a hora do almoço.
- JAIME: Então esses dois cavalheiros, se acharem adequado, vão levar vocês à praia, minhas senhoras – ele fez uma reverência para os sorrisos da minha mãe e da minha tia.
- SARA: Então vamos logo, que tá ficando tarde – ela se abaixou para estender a mão e me ajudar a sair da piscina. Por um segundo fiquei tentado a jogá-la na água, mas não consegui. Quem conseguiu foi o Jaime, que jogou minha mãe na água em circunstâncias idênticas. Fiquei branco, e fez-se silêncio, até que minha mãe saiu da água dando gargalhadas.
- CARMEN: Olha só que bruto! hahahahaha
- JAIME: hahaha desculpa, tá tudo bem? Não queria machucar, mas não resisti – ele se aproximou, roçando as costas e o braço dela com cara de genuína preocupação. Minha mãe fez sua cara de má, ou seja, mordeu o lábio, e balançou o... dedo indicador com um sorriso largo e terno.
- SARA: em mim você não joga, hein… – ela se abaixou para me dizer.
- EU: eu… eu…… eu é…… é que… – ela acariciou meu rosto com doçura.
- SARA: vamos pra praia ou não? Preciso recuperar um tom de pele decente.
Jaime saiu da água rapidamente e ajudou minha mãe a sair. Foi a primeira vez que vi na minha mãe algo mais do que apenas minha mãe. O camisolão largo estava colado na pele dela e me peguei pensando que ela estava gostosa. Ela, com inocência, espremeu a água dos seios apertando-os diante do olhar penetrante de Jaime, e passou as mãos pela cabeça para afastar a melena negra e molhada do rosto.
- CARMEN: nossa, olha como eu estou…
- JAIME: linda… – minha mãe ficou corada.
- EU: vamos embora? – irado, peguei minha mãe pela mão e a afastei de Jaime.
Minha mãe e minha tia entraram e saíram minutos depois com todo o equipamento: guarda-sol, cooler, toalhas e esteiras. Deixamos celulares e tudo de valor. Nós, os homens, só estávamos de sunga; elas, com uma camiseta larga por cima do biquíni e chapéus de aba larga de palha com óculos escuros. Foram 20 minutos de caminhada tranquila em que, por pura física, eu tinha que carregar o cooler – ninguém mais aguentava aquilo. Então eu ficava para trás enquanto Jaime fazia minha mãe ou minha tia sorrirem. Ao chegar, não havia muita gente. Eram apenas 50 metros de praia escondida entre algumas pedras e um penhasco. Não era privada, mas tinha acesso difícil se você não morasse perto. Então estavam os vizinhos de quase sempre, cumprimentos de protocolo, e finquei o guarda-sol para criar alguma sombra numa praia a 40 graus. Minha mãe se enfiou embaixo, já meio tonta por causa do sol. As camisetas que elas usavam não ajudavam muito, então elas as tiraram, deixando cair as melenas. O loiro platina de caixinha da minha tia brilhava, mas a mata grossa e longa de cabelo negro azulado da minha mãe ondulava graciosamente.
- JAIME: bom, então estamos aqui. Agora, para a água.
- CARMEN: não, antes o protetor, senão a gente Passamos duas semanas torrados sem poder sair.
- SARA: Não é uma má ideia.
Minha mãe me virou como um manequim e tirou de uma bolsa grande um pote de creme que ela tinha trazido, passou tanta creme em mim que achei que o pote ia acabar, mas não, até no rosto e ombros, quando me virei minha tia estava fazendo o mesmo com Jaime.
- JAIME: Bom, agora vocês – ele ajudou a começar a tirar a camiseta larga da Sara.
- CARMEN: Não precisa, a gente tira sozinha, vocês vão brincar… – "minha mãe ainda acha que tenho 13 anos", pegou a barra da camiseta tentando puxar para baixo, ela tinha vergonha de se despir na minha frente, ou na do Jaime?, não sabia.
- SARA: Não seja antiquada, mulher… – e tirou a camiseta completamente, deixando seu corpo exposto ao ar e ao sol, mal coberto por um biquíni minúsculo, vermelho, com pouca pano na bunda e só uns triângulos bem certeiros nos mamilos, jogou a melena para o lado e Jaime se apressou em passar creme nela com cara de tarado, enquanto Sara me olhava com um meio sorriso provocador.
- CARMEN: Então tá, passa em mim você, filho.
Seguiu os passos da irmã e tirou a camiseta, minha mãe estava com um maiô azul marinho inteiro, era como com os vestidos, não mostrava nada, mas não precisava, os mamilos marcavam sob o tecido, com a bunda firme e dura. Baixou as alças do maiô segurando pelos seios, afastei sua melena com delicadeza e me dediquei a passar creme tentando não parecer um babão. As costas dela eram tão macias e delicadas que continuei passando minha mão depois que a pele absorveu o creme. Chegou um ponto em que minha mãe se virou e me deu um beijo na bochecha enquanto arrumava as alças do maiô usando-me como biombo, vi suas bochechas avermelhadas pelo sol, depois espalhou creme no rosto, braços e pernas, igual a Sara fazia sob nossos olhares.
- JAIME: Tenho que dizer que de jeito nenhum aparentam a idade, são 2 mulheres muito gostosas.
- SARA: hahaha olha o Dom Juan. -CARMEN: Agradeço muito, vindo de um rapaz tão jovem e bonito – ambas sorriram. -JAIME: É um prazer. -EU: Vamos pra água, te desafio pra uma corrida! – eu queria afastá-lo delas. Ganhei sem dificuldade, e entrei na água querendo me perder, o gosto de sal e o movimento das ondas me envolveram e por um segundo me senti um peixe, até que lembrei que precisava de ar. Ao sair, Jaime caiu sobre mim de cara, brincamos até que ele ficou ao meu lado boiando. -JAIME: Que porra você tá fazendo? -EU: O quê? -JAIME: Você não para de me encher com suas besteiras, eu tenho sua tia no ponto… -EU: Você tá doido. -JAIME: É o que você acha, mas essa aí eu como, te garanto. Deus, olha como elas estão molhando as pernas entrando devagar na água… olha como aquela bunda da sua tia balança, já tô durasso. -EU: Para de ser idiota, se você assustar ela… – fiquei congelado, “se você assustar ela, ela vai se fechar pra mim”, eu ia dizer. -JAIME: Você também quer comer ela, né… Se você se comportar, deixo você dar uma gozada depois que eu terminar com ela – eu quis responder de mil maneiras, desde bater nele até contar pro meu pai, mas nada saiu da minha boca, só um… -EU: Como? -JAIME: Hahaha, sabia! Deixa comigo… agora faça o mesmo que eu, mas com sua mãe. Ele mergulhou na água e eu o segui, nadamos até ficar atrás delas, que já estavam com a água na cintura. Nos aproximamos com cuidado, Jaime agarrou minha tia por trás, abraçando-a e encaixando a pélvis na bunda dela. Depois de um primeiro grito de susto, veio outro de risadas. Foi quando fiz o mesmo com minha mãe. Ambas sorriam enquanto tentavam se soltar, mas estávamos segurando-as firme. Pra mim era mais fácil dominar minha mãe, Jaime quase não conseguia segurar minha tia, mas no final ele a levantou no ar e a afundou na água. Fiz o mesmo com um ciúme enorme, quase machucando minha mãe, que me olhou surpresa e rindo, tapando o nariz. Fizemos isso tantas vezes, tirando elas da água e afundando de novo, que já estávamos quase com a água pelos ombros, numa das saídas, vi que Jaime estava segurando um peito da Sara, que tentava afastá-lo sem muito esforço, então eu fiz o mesmo e agarrei um peito da minha mãe, foi como se um milhão de agulhas espetassem no meu cérebro por me atrever a fazer aquilo, temi uma repreensão, mas só encontrei risadas e olhares cúmplices, senti o mamilo duro e firme sob o tecido molhado de lycra, e sem saber como, apertava e soltava massageando, enquanto a levantava no ar e a deixava cair só o suficiente para bater com meu membro no quadril dela.
- SARA: hahaha para já, vou me afogar!
- JAIME: só paro quando me der um beijo.
- SARA: hahaha que safado você é, para ou vou ficar brava! – ele a afundava de novo, e mesmo que a água cobrisse, a forma como a levantava indicava que a outra mão estava entre suas coxas por trás.
- CARMEN: hahaha para Jaime, você vai machucá-la.
- JAIME: só peço um beijo.
- SARA: tá bom, só um… – ao dizer isso ele a soltou e quando ela recuperou o fôlego se aproximou de Jaime, que ofereceu a bochecha, Sara foi beijá-lo ali, e Jaime se virou dando um beijo rápido, se afastando antes de receber o impacto de uma tapa morna.
- CARMEN: hahahahaha que safado!
- SARA: seu sapo! vem aqui, vou te dar o que merece – ela o perseguiu, Jaime fingiu fugir, mas se deixou ser pego, quando Sara o agarrou, fez várias afundadas nele.
- EU: coitado do Jaime – tão anestesiado que estava que fazia 2 minutos com minha mãe nos braços, segurando um peito dela sem dizer nada, e com o balanço do mar meu pau cresceu na bunda dela sem controle, entre isso e ver os peitos da Sara lutando para sair livres, minha mãe percebeu.
- CARMEN: anda, deixa eu ajudá-la – ela pegou minha mão do peito dela e me afastou com delicadeza, indo ajudar Sara.
O que se via eram 2 milfs brincando com um garoto, o que eu sentia era um porco se ligando em 2 mulheres. Minha mãe começou a fazer cócegas no Jaime, muito perto do umbigo, e da pelve.
- JAIME: O que você tá fazendo aí parado? Tira a Sara de cima de mim!
Corri na hora e ataquei a Sara por trás. Quando ela sentiu minha ereção nas costas, se deixou levar. Levantei ela, tirando quase completamente da água, e ela soltou um suspiro de surpresa pouco antes de eu deixar ela cair. Enfiei meu pau na bunda dela até entrar entre a pele e o tecido do biquíni nas nádegas. Como ela não falou nada, fiz de novo, e dessa vez agarrei um peito como tinha visto, e repeti a operação até cansar. As risadas da Sara só eram abafadas pelas da minha mãe, que estava sendo cercada pelo Jaime, cara a cara, sendo afundada sem piedade na água. Ele a tinha pela cintura enquanto ela batia os braços inutilmente. Se o Jaime estava como eu, minha mãe devia estar sentindo o pau dele na barriga, e ela não dizia nada, só ria e tentava fugir do olhar direto daqueles olhos azuis do Jaime, que estavam injetados de sangue. Entendi: o Jaime tava indo com tudo, não só atrás da minha tia. Minha mãe, a Sonia, e até minha irmã estavam em perigo.
– SARA: Não se preocupa, a gente só tá brincando.
– EU: Isso… eu é que… – Ela se virou, me enlaçando pelo pescoço com uma mão, enquanto colocava um peito dentro do biquíni, sem pressa nenhuma. Sentia meu membro latejando no quadril dela e não conseguia parar de olhar nos olhos profundos dela.
– SARA: Você o quê? – Fiquei branco, e mais ainda quando ela me deu um beijo doce no rosto, tão perto dos meus lábios que por um segundo achei que provaria a boca dela. Mas quase foi pior, tão longo e sentido que meu rosto ardia onde os lábios dela tocaram.
Ela se afastou para ajudar a irmã, e entre as duas acabaram com o Jaime. Eu só consegui me afastar e me masturbar no mar. Tive medo de alguém me ver, mas não dava pra sair da água tão empinado assim. Não precisei de muito pra gozar. Quando voltei, eles já estavam saindo da água. A Sara estava arrumando o biquíni totalmente fora do lugar, e minha mãe estava tirando a cinta do maiô da bunda. "O que foi que acabei de fazer com minha tia e… minha mãe? E por que eles pararam?", eu estava tão excitado quanto confuso, então saí atrás deles em silêncio. Todos estavam rindo, e nos deitamos ao sol, eu fiquei olhando as costas da minha tia, ela tinha desabotoado o biquíni e dava pra ver os lados dos seios, Jaime passou outra camada de protetor em cada mulher e jogou o pote na minha cara enquanto massageava minha mãe com cuidado.
- CARMEN: Fazia muito tempo que eu não me divertia tanto.
- SARA: Pois não falta nada, irmã.
- JAIME: Vocês são muito duras de roer, vou ter que me esforçar mais.
- SARA: É... muito mais – ela piscou o olho.
Procurei minha mãe com o olhar, mas ela estava sonolenta de bruços, tinha abaixado de novo as alças do biquíni, Jaime estava muito ocupado passando uma 3ª camada de protetor na Sara, que ronronava como uma gata.
- EU: Mãe, você não tem biquíni? – "mas o que você está fazendo?"
- CARMEN: Tenho, sim, alguns, por quê?
- EU: Nada, é que assim você vai ficar mais morena, digo... pra mostrar mais... ao sol... quero dizer – Jaime me olhou surpreso, não mais do que eu estava.
- CARMEN: Pois é! Vou trazer biquínis melhores, mesmo que estejam velhos, vou ter que comprar alguns.
- SARA: É que você vai muito recatada, sério, com o corpo que você tem! Posso te emprestar alguns.
- CARMEN: Fala a outra... com os seus eu pareceria uma... – ela se segurou a tempo.
- JAIME: E agora, o que fazemos?
- CARMEN: Vamos pra casa comer, e à tarde vamos a um mercadinho que tem no povoado, jantamos e voltamos pra casa.
- SARA: Pra casa? Mulher, vamos sair, algum barzinho deve ter...
- JAIME: Isso aí, Sara, muito boa ideia.
Tudo aconteceu como minha mãe disse, comemos, e meu pai tirou uma soneca, minha irmã apareceu com a Sonia, e outros 3 caras que tinham conhecido na calçada à beira-mar, o que se conhecia como 3 pegadores de praia, altos, bonitos, bronzeados e musculosos, quase sempre sem camisa. Eles nos acompanharam nas compras, Jaime deu uns pareôs transparentes pra Sara enquanto minha mãe comprou uns biquínis mais mais jovens e bonitos do que os que ela tinha. No jantar, Marta disse que iam sair com os caras pra tomar alguma coisa, e Sara entrou na onda, atrás dela foi Jaime, e atrás do Jaime fui eu, minha mãe decidiu ficar com meu pai, pra não deixá-lo sozinho tanto tempo.
Jaime e eu, de bermuda e camiseta, estávamos bem, enquanto as meninas estavam com camisetas rasgadas na moda, sempre com o biquíni por baixo caso desse vontade de dar um mergulho. Marta foi com um shorts jeans que ela enchia e mostrava um corpão, enquanto a Sonia escolheu uma minissaia elástica que a deixava vulgar, mas chamativa, com seus seios fartos aparecendo num decote arrasador. Já a Sara escolheu uma maiô longo e um dos novos pareôs como saia, com um leve penteado no cabelo e salto alto, o que a deixava mais graciosa. Fomos a um barzinho típico, com balcão e música de fundo na praia. Jaime continuou seu assédio à Sara, eu já não sabia quem estava jogando com quem, e depois do que aconteceu no mar, eu tinha medo de me aproximar dela. Minha irmã se esforçava pra me integrar com a galera, mas eu não bebo álcool e se minha conversa já é limitada por natureza, mais ainda com caras de praia, que pouco ou nada têm em comum comigo, então eu me afastava pra ver o mar, distinguia uns caras brincando em volta de uma fogueira. A Sonia apareceu por trás de mim, me dando um beijo no pescoço, ela cheirava a rum e tinha uma taça vazia na mão.
– SONIA: O que você tá fazendo aqui tão sozinho?
– EU: Não quero entediar ninguém.
– SONIA: Você veio pra se divertir, olha onde você está!... – ela apontou pra festa e pra escuridão da noite –... não pode ficar aqui sozinho.
– EU: E o que eu faço?
– SONIA: Vamos dançar, anda... – eu estava apavorado, mas a bebida dava forças a ela, ela me arrastou pra pista.
Ela se mexia como todas, rebolando os quadris sem seguir nenhum ritmo, e brincando de se aproximar de mim e se afastar. Sem dúvida minha irmã a mandou pra me animar, mas isso não impedia que eu curtisse o toque da pele dela, ou de suas pernas coroadas pela minissaia, quase... Sem querer, eu estava me divertindo, sentia o atrito dos seios protuberantes dela e a melena balançava a cada gesto como uma cascata de sangue, os olhos verdes brilhavam com as luzes e a desinibição natural dela era exponencialmente aumentada pela bebida. Ela pegava minhas mãos e as colocava nas costas, na nuca ou no quadril, chegando ao ponto de eu sentir a pelve dela esfregando contra a minha. Tive que agradecer o esforço e me afastei de novo, no mínimo, aquecido. Outros caras se encarregaram de garantir que Sonia não ficasse sem álcool e companhia.
Vi Jaime flertando com alguma outra garota enquanto fumava um baseado atrás do outro, e minha irmã sentada em algumas cadeiras conversando com umas meninas. Procurei Sara com o olhar, preocupado, foi difícil encontrá-la. No balcão, com dois caras rodeando-a, ela sorria com afabilidade, mas li um pedido de ajuda no olhar dela. Eles a convidavam para uma dose atrás da outra, então depois de um tempo eu passei por lá, e foi ela quem pulou ao meu encontro.
—SARA: Aqui está você, amor! Ainda bem… — e ela me deu outro beijo perigosamente perto dos lábios —… Pronto, pessoal, encontrei ele — a nuvem de abelhudos se dissipou.
—EU: O que…
—SARA: Puf, que cansativo isso, não lembrava que era assim. Ainda bem que você apareceu, mais uma dose e eu termino na cama de um desses… — o hálito dela também cheirava a doses demais, ela cambaleava nos saltos e se agarrava em mim para se equilibrar, tinha aquele soluço bobo que pega e arrastava os erres ao falar.
—EU: Você faria amor com um deles?
—SARA: Puf… amor, disso eu já tive com meu marido… ex-marido… estou falando de foder selvagemente — ao dizer isso, ela se apoiou no meu ombro e quase provocou outra ereção em mim.
—EU: Mas você…
—SARA: Sou mulher, Samuel, e faz muito tempo que não tenho ninguém para apagar meu fogo. Ah, Deus! E te garanto que estou ardendo. Acontece com todas nós, até com sua mãe.
—EU: Não, ela… — ela fechou meus lábios com o dedo indicador de forma desajeitada.
—SARA: Shhh, não seja bobo. Você acha que sua mãe se importa com a solidão do seu pai? Eles estão transando agora mesmo, e como animais segundo sua mãe me conta – quase explodi ao ouvir isso.
- EU: Impossível! Eles são...
- SARA: Marido e mulher, e ele mete até o fundo. Se não acredita, vem.
Ela me pegou pela mão e me levou até a casa, não sem dificuldades – ela estava com dificuldade pra andar e mandou uma dose inteira pra dentro ao sair da festa, que quando chegamos em casa, 10 minutos andando, já estava vazia. Fomos escondidos por trás, subimos a escada e entramos em silêncio. Ela tirou os saltos e fomos ao 2º andar, onde os barulhos começaram a ficar audíveis. Sara estava destemida pela bebida e eu a ajudava a não tropeçar, com medo de fazer barulho. Colamos na porta e ouvi minha mãe gritar possuída. Sara sorria sem soltar minha mão, e cada gemido apertava mais meus dedos. Ela me levou pra baixo de novo, e subimos por fora, debruçados na varanda que dava pro quarto deles. Vimos meu pai de costas, nu, e minha mãe cavalgando ele como nunca achei possível, nua e com os peitos vibrando no ritmo da cintura dela. Não eram tão grandes pra ficarem pulando, mas eram hipnóticos. Meu pai não fazia nada, parado olhando sua mulher gritando a plenos pulmões. Tão agachados que estávamos pra vê-los, eu tinha minha tia na minha frente, de cócoras, e eu a rodeando por trás, com um braço na cintura dela, e a bunda dela na minha pica, que estava dura de ver minha mãe se mexer.
- SARA: Olha como ela rebota, a danada tá gozando que nem uma puta.
- EU: Mas é minha mãe...
- SARA: É uma mulher, e precisa do que todas, uma trepada de vez em quando.
- EU: Parece que tão curtindo – me ocorreu dizer.
- SARA: Normal, segundo sua mãe me conta, seu pai tem uma bem grossa... – uma revelação que me deixou pasmo – ...algo hereditário, pelo visto – levei 20 segundos pra entender.
- EU: Tá dizendo que eu...?
- SARA: Pelo que sinto... você não tá mal armado, não. É virgem? – era como se não estivéssemos falando da minha pica dura na bunda dela, sem nenhum de nós tirar os olhos do show que meus pais estavam dando, embora a verdade fosse que minha mãe que dava.
- EU: NÃO…….. teve uma garota…..
- SARA: sortuda da puta.
- CARMEN: AHHHH SIM, AHHHH SIM, ME COME, PAPAI, ME COME! – era incrível como ela se mexia, os giros de quadril eram espetaculares, meu pai levantou a mão para acariciar um seio, mas se cansou e abaixou.
Minha mãe se contorceu num gemido e desceu dele, que a colocou de bruços virando-a um pouco e dobrando uma perna, para penetrá-la por cima, foi quando vi o pau do meu pai, era escuro e parecia pesado, tinha uma grossura considerável, e ao enfiar várias vezes obrigou minha mãe a se segurar na parede, meu pai foi acelerando até grunhir como um porco e fazer tremer toda a cama, minha mãe soltava um gemido agudo a cada entrada e pegava ar na volta, soltava obscenidades, inconcebíveis para mim em seus lábios, “meu pai está matando ela”.
- SARA: caralho……… ele tá acabando com ela hahahaha.
- EU: o que eu faço?
- SARA: com eles nada, mas eu……… não sei com quem, mas preciso de sexo…… – pegou minha mão e levou entre suas coxas, sentia um calor abrasador por cima do biquíni, e enquanto assistíamos meu pai foder, acariciava a buceta da minha tia.
Minha mãe estava gritando como uma puta vulgar, e meu pai suava a bicas, passaram uns minutos intermináveis até que no final meu pai deu 4 fortes enfiadas e se deixou cair, seu pau fez um arco até bater na barriga, mole e brilhante, minha mãe se virou procurando ele com os lábios por um tempo, mas meu pai estava exausto e dormiu, deixando minha mãe com uma cara de frustrada.
- EU: eu……
- SARA: vem.
Ela me levou à praia de novo, meio caminho de mãos dadas, ao chegar estava deserta, me despiu sem mais, e começou a me chupar, quase caí no chão, meio bêbada no escuro ela acertou em cheio, meu pau ficou tão duro que parecia que ia explodir, suas mãos na base do meu membro seguravam o pau que ela engolia com uns lábios tão carnudos que me faziam dobrar de prazer, ao sentir sua Lambuzando a buceta, e em 2 minutos gozei na boca dela.
- SARA: Não brinca comigo, e eu aqui com esse tesão!
- EU: Eu… eu……… é que……… - Morria de vergonha, sentei na areia e me encolhi até virar uma bola, ela me acariciou com ternura.
- SARA: Não foi nada……. Vamos….. vista sua roupa – Obedeci feito um cachorrinho.
Na volta batemos na porta pra avisar, ajudei a Sara a chegar no quarto, porque ela estava tonta, deitei ela e fiquei olhando sem saber o que fazer, assim que a deixei, ela dormiu. Depois fui pro meu quarto, passei metade da noite querendo chorar, então levantei pra beber algo, a casa estava em silêncio, algumas horas antes tinha ouvido barulho de portas, talvez minha irmã e Sonia tivessem voltado, mas Jaime não estava no meu quarto, indo pra cozinha ouvi sons vindo da varanda, dei uma espiada e vi Sonia na piscina se pegando com um cara, e Jaime com outra garota, parecendo tão bêbada quanto os outros, não acreditava na facilidade com que Jaime sussurrava no ouvido dela, e a fazia abrir as pernas enquanto a mão dele sumia dentro da calcinha, foi um alívio saber que Jaime pelo menos estaria ocupado com essa garota, e deixaria minha tia em paz.
Voltei enojado pro meu quarto, “esse poderia ter sido eu se você tivesse ficado na festa”, me joguei na cama, e minutos depois Jaime apareceu sorrindo, não disse nada e foi deitar. Eu ainda não conseguia dormir, então desci pro quarto da minha tia, a porta aberta que tinha deixado me permitiu vê-la, agora nua na cama com a pele brilhando na luz da noite, tinha a bunda empinada e um seio pra fora das cobertas.
- MARTA: Você também ouviu eles, né? – Assustado, me virei e vi a figura da minha irmã de camisola.
- EU: Eu não…… é que……….
- MARTA: Sinto muito se Sonia e Jaime te acordaram.
- EU: Ah… não foi nada….. Quando você voltou?
- MARTA: Cheguei com a Sonia, mas fui pra cama enquanto ela brincava com aquele cara, agora ela tá lá em cima dormindo, meu Deus, quando ela tá A bêbada da Sonia ronca que nem um urso.
- EU: Você não deu pra ele? – escapou, era uma pergunta sincera, mas a Marta interpretou como brincadeira.
- MARTA: Não, ele era um merda, você não vai mais vê-lo, mas eu tô cansada e preciso dormir, com ela no meu quarto é impossível.
- EU: Eu também tô com sono, mas não consigo fechar os olhos.
- MARTA: Hahahaha igual quando era criança, você é um vampiro, de noite não dormia e ficava no meu colo todo encolhidinho hahaha.
- EU: Não lembro……
- MARTA: Eu lembro, você devia ter uns 6 ou 7 anos, eu gostava de acariciar seu cabelo enquanto você dormia, se quiser a gente pode tentar.
Aceitei perdido, não sabia o que pensar, tavam acontecendo muitas coisas em pouco tempo, entramos no quarto vazio do 2º andar e me deitei na cama, a Marta sentou como um buda e deixou minha cabeça apoiada nas pernas dela, passou uma hora brincando com meu cabelo até eu dormir. Ao acordar tava sozinho na cama, nem sabia que horas eram, quando chamei alguém só a Sonia atendeu, que tava se despedindo de um cara, na porta.
- EU: Quem era?
- SONIA: Ninguém………um menino que conheci ontem, querem nos convidar pra uma festa.
- EU: Cadê todo mundo?
- SONIA: Seus pais e o Jaime foram pra praia com sua tia, sua irmã tá tomando banho, como foi ontem? Eu me diverti pra caralho mas perdi sua pista.
- EU: Não sei te dizer…… – nunca disse algo tão verdadeiro.
- SONIA: Para de ficar com rodeios, vai e curte o que você quiser, pra isso que servem as férias – ela chegou na minha frente e me beijou no pescoço me fazendo rir, antes de subir as escadas.
Tomei um banho e café da manhã, não sabia pra onde ir então esperei minha irmã, que desceu enrolada numa toalha e secando o cabelo, a Sonia tava esperando ela pra sair de novo, me convidaram pra ir com elas, mas de jeito nenhum, me sentia um otário na companhia daqueles caras, então fiquei em casa sozinho por algumas horas, até peguei os livros de alguns trabalhos que tinha que fazer, desci pra sala já que, apesar do luxo, só Tinha ar condicionado ali, o resto da casa dependia da brisa do mar, e em certos horários era insuportável ficar nos quartos dos andares superiores, assim como em outros momentos o vento e a falta de proteção deixavam a casa gelada. Depois de algumas horas, ouvi barulho na porta e, por algum motivo, me escondi.
- SARA: OLÁ? TEM ALGUÉM EM CASA? – ela gritava repetidamente.
- SENHOR: Vamos, preciso te pegar.
- SARA: Espera, vou dar uma olhada – ela revistou cada cômodo, tudo menos as varandas, onde eu estava.
Subiram para o quarto dela e pude ver com cuidado como um cara alto e forte, de uns 40 anos e muito bronzeado, a seguia pelo quarto. Já estavam nus quando eu "me instalei", Sara sorria enquanto se deixava ser acariciada, o pau do cara, com a luz do sol e totalmente duro, se destacava, embora eu tivesse a impressão de que não era tão grande quanto o meu ou o do meu pai. Minha tia se deitou na cama abrindo as pernas, uma leve mata de pelos escuros apareceu, ela deitou o homem na cama e começou um boquete como o que ela me fez, mas durou mais de 4 minutos, na verdade o pau dele parecia endurecer até que Sara o cavalgou, quase senti o pau dele atravessando a boceta dela, e o grito de Sara denunciou.
- SARA: Vamos, imbecil, me fode de uma vez ou tenho que fazer tudo sozinha?!
- SENHOR: Hahaha, você é uma puta de cuidado, vou te foder tanto que você vai ficar louca.
- SARA: Ahhh sim……..me fode…………deus! – o homem se movia e minha tia vibrava com ele.
- SENHOR: Sabe?, adoro foder desconhecidas.
- SARA: Cala a boca e me dá com força, ontem fiquei com vontade! – isso doeu mais do que vê-la montando em outro.
Passaram-se muitos minutos em que o homem se deleitou com minha tia, mudaram para a posição de cachorrinho, e depois minha tia se recostou com as pernas abertas em um ângulo de 180º, se deixando ser perfurada enquanto beliscava os mamilos, o homem não aguentou tanto e gozou dentro da minha tia de forma selvagem, ela pegou a porra de dentro e lambeu dos dedos, enquanto eles brincavam de se acariciar, eu terminei de me esvaziar da brutal punheta que tinha batido.
- SENHOR: deus, você me deixa louco.
- SARA: não foi mal, agora vista-se e amadureça.
- SENHOR: me dá um segundo e vou te fazer gozar – ele estava chupando um mamilo dela com habilidade.
- SARA: eu disse para você cair fora, alguém pode vir e te ver, não quero dar explicações.
O homem deu um tapa em um peito dela e foi embora resmungando palavras inaudíveis, fiquei mais uma hora escondido, como me sentia, invisível, perdido. Fui para a piscina e nadei um pouco, Sara apareceu com expressão séria e sentou na beirada com os pés na água, com um camisolão azul claro e largo.
- SARA: como você está?
- EU: bem.
- SARA: olha………aquilo de ontem…..sinto se……….é que eu estava muito bêbada, não lembro de muita coisa, mas te devo um pedido de desculpas.
- EU: não foi nada……
- SARA: não é nada pessoal, desde aquilo com meu ex eu ando meio……..estúpida.
- EU: te entendo, não se preocupe.
- SARA: você é um amor de menino.
- EU: obrigado…..mas já sou um homem, não um menino.
- SARA: claro que é – seu sorriso doce me fazia apaixonar a cada segundo, mas seu tom foi condescendente.
Minha mãe e meu pai apareceram por trás cumprimentando, e entraram em casa sem se aproximar.
- SARA: não conta nada para eles, não sei como levariam se soubessem que bebi demais.
- EU: relaxa…..- o som de um mergulho soou atrás de mim e Jaime surgiu entre Sara e eu.
- JAIME: o que é que você não quer que eles saibam? – Sara me olhou com expressão cúmplice.
- EU: nada que te interesse.
- SARA: isso mesmo, hahahahaha.
- JAIME: então é assim, é…..- ele se aproximou de Sara e a pegou pela cintura jogando-a sobre si, os 2 caindo na água, de novo Jaime a tinha encharcada em seus braços, e rindo.
- SARA: que mania a sua de nos jogar na água! – ela se afastou alguns passos.
- JAIME: é que vocês ficam lindas com o cabelo molhado, você parece uma sereia – o camisolão ficou encharcado na hora, colando na sua pele e a parte de baixo flutuava subindo. SARA: você é um charme... - eles acabariam se juntando.
JAIME: sabe o que as sereias fazem? Mergulhar... - Sara soltou um grito curto ao se ver no ar e afundar na água pelo empurrão de Jaime, que então a segurou, deixando-a debaixo d'água por alguns segundos, enquanto encaixava sua pélvis na bunda dela -... olha como ela gosta.
EU: solta ela, você vai afogá-la.
JAIME: não, deixa ela assim, quero ver como reage. Se sair rindo, é minha; se não, que se dane e eu arrumo outra.
Esperei ansioso, os segundos pareciam horas. Sara se debatia e a sensação era de perigo. Queria agir, mas também queria saber. Jaime se manteve firme e, quase um minuto depois, a soltou. Sara emergiu pegando ar numa bocada enorme, e nós dois ficamos olhando para ela, expectantes. Ela segurou o peito com uma mão, recuperando o fôlego, e olhou para Jaime...
SARA: você é um animal...! - e sorriu para ele. Jaime quase pulou de alegria, mas o que fez foi ir atrás dela, que fugiu para se esconder atrás de mim.
JAIME: vem aqui, minha sereia!
SARA: por favor, Samuel! Me ajuda... - seus pedidos não escondiam a brincadeira. Eu estava perdido, vendo como o camisola colava nos seios dela.
JAIME: e quem disse que ele te protege? E se for outro caçador de sereias? - Peguei ela no ar, agarrei Sara, que se viu presa entre nós dois. Segurei seus braços, puxando-os para trás, enquanto Jaime se encostava no peito dela, de frente.
SARA: hahaha, que malvados vocês são! Dois contra uma, agora vão poder!
JAIME: só estamos brincando... - Ele a segurou pela nuca e a dobrou pela barriga, mergulhando-a na água. Senti a bunda dela apertando contra minha ereção crescente, e então Jaime colocou a cabeça de Sara entre as pernas. Sara estava imobilizada e se mexendo desesperada. Eu ia soltá-la quando Jaime pegou meu braço - ... espera alguns segundos. Se ela sorrir ao sair, te garanto que você também come ela.
EU: ontem ela me chupou... - Jaime ficou surpreso - ... não durou quase nada, ela estava bêbada, diz que não se lembra... JAIME: Já…….ela tá mais precisada que uma freira……vai, solta ela. Eu soltei e Sara tirou a cabeça de entre as pernas do Jaime, cuspindo água, dobrando
Meu nome é Samuel, mas desde certa trilogia sobre um anel me chamam de Sam de vez em quando, tenho 19 anos, tô prestes a começar a faculdade. Fisicamente, sou tirado do molde da normalidade, 1,80, 72 quilos, cabelo escuro, meio comprido e cacheado, rosto típico com uma mandíbula marcada e corpo com tendência a engordar, por isso sempre tô cuidando o que como pra não perder a forma, que, apesar do esforço, não é nada demais. Sou um cara tranquilo, meio lento, e muita gente poderia dizer que sou sem graça, tenho dificuldade em fazer amigos ou me soltar com outras pessoas, tímido e pouco dado a sair do padrão. Descrever as pessoas é algo que não domino totalmente, nem eu sou exceção, vou usar comparações conhecidas pra que vocês possam ter uma ideia, no meu caso, já me disseram que pareço com o Matt Damon, mas com os olhos marrons mais comuns possíveis.
Não sou virgem porque uma amiga minha da escola, meio atrevida, ficou com a ideia fixa de que eu fosse seu acompanhante na festa de formatura, e naquela noite vi estrelas pela primeira vez com uma mulher, ela era baixinha, com espinhas e cabelo castanho quase sempre preso, com um ou dois quilos a mais. Não fui o primeiro que entrou nela, mas fui "o menos decepcionante", foram essas as palavras dela. Depois disso, nos vimos mais duas ou três vezes, mas perdemos contato.
Minha vida é a coisa mais sem graça, e em grande parte por causa do meu pai, Roberto. Ele é um homem austero, dissimulado, sério e quadrado até dizer chega, com aparência cansada e um físico que já viu dias melhores: 1,78m e 85kg com barriga saliente, uma corcunda de passar horas trabalhando sentado e cabelo branco onde ainda resta. O equivalente seria um Bruce Willis, atarracado e sem coragem de raspar a cabeça apesar da queda de cabelo. Ronda os 50 anos e trabalha desde os 17 numa empresa da qual já é sócio, e que ajudou a transformar numa grande companhia nacional de advogados, juristas e notários, o que garantiu à minha família uma vida confortável financeiramente. Não somos milionários, mas temos mais que a maioria. Só que meu pai faz você suar para conquistar com esforço o que deseja, pelo menos comigo. Sendo uma forma educacional muito válida, pra mim já é cansativo, é uma revalidação constante desde os 8 anos, quando quis um brinquedo e passei 1 mês limpando a casa em Madrid onde vivemos desde que me entendo por gente. A partir daí, o dinheiro para a escola, as roupas, os caprichos e os favores, tudo tinha um preço para meu pai, sempre achava algo que eu tinha que fazer para merecer o que queria ou precisava, e o pior é que nunca parece suficiente, seu olhar sempre me julga, mas acho que ele não tem outro, ou pelo menos eu nunca cheguei a ver, nunca ficou violento ou bravo, não é esse tipo de homem, mal bebe álcool e parou de fumar, algo que não melhorou seu caráter, nem precisava, impunha um respeito sepulcral com o olhar e sabia se fazer respeitar sem levantar a voz nem a mão para ninguém.
Tudo isso é compensado pela minha mãe, Carmen, uma pessoa exageradamente prestativa, alguns diriam uma mulher decorativa, ela se desdobra para fazer os outros felizes e ela é totalmente dominada pelo meu pai, mas sempre encontra um jeito de suavizar as coisas, é doce e atenciosa, é quase uma menina de 7 anos mas com 41. A diferença de idade entre meus pais era de agradecer por ter formas diferentes de pensar. Muito se falou sobre eles terem se casado de "penalti" por causa da minha irmã mais velha, minha mãe tinha acabado de fazer 18 anos quando se casaram e não chegaram a ficar 8 meses juntos quando minha irmã nasceu. Nesse caso tenho que dizer que meu pai foi esperto, apesar da idade ela é uma mulher linda, ou pelo menos é o que meus amigos dizem, e vendo fotos dela quando jovem, mais ainda. Posso sentir alguns homens como ao vê-la a devoram com os olhos, coisa que muito a meu pesar eu usei para fazer amizades, nenhum garoto dizia não a vir na minha casa se ela estivesse, eu os colocava no bolso com lanches e brincadeiras inocentes, tão doce e ingênua que não percebia seu efeito nos garotos. Ela tem 1,70 de altura e não chega aos 67 quilos, estilosa e elegante, com o rosto fino e agradável, olhos negros e uma juba bruna espessa, até a cintura, peitos firmes embora discretos e quadris largos devido a ter nos parido, a mim e à minha irmã mais velha, de forma natural, uma figura que ficava escandalosa com os vestidos que costumava usar, sempre recatada e sem mostrar nada, mas não precisava para saber que era uma gostosa. Ela me lembra muito a Mary-Louise Parker, com o cabelo liso e a pele menos branca.
O melhor da minha vida é minha irmã mais velha, Marta, tem 23 anos e está terminando a faculdade, é o raio de sol que se infiltra no meio das nuvens de tempestade cinza que é minha vida, sem saber muito bem porquê, ou de onde aprendeu, é alegre, tagarela, carinhosa e ousada. Tenho inveja dela porque tenho a sensação de que meu pai sempre a tratou de forma menos severa, permitiram coisas a ela em troca de nada, um celular ou pagar o apartamento de estudante, coisas pelas quais eu teria que dar a alma, mas ao mesmo tempo a adoro, é impossível não Fazer isso, ela é daquelas mulheres que te tocam a alma com seu jeito inocente e desprendido de ver a vida. Seu aspecto físico é o de uma versão jovem da minha mãe, mesma altura e corpo, embora seus quadris sejam menos volumosos, e diria que mais peito, ou pelo menos melhor posicionado pela idade; seus olhos puxam para o mel numa mistura do preto da minha mãe e do marrom do meu pai, o que fica genial nela. Ela usa o cabelo até os ombros, sempre cuidado com laquês para dar um efeito ondulado e molhado. Apesar de gostar de usar vestidos – já que muitos são compartilhados pela minha mãe e por ela, por terem o mesmo manequim –, também gosta de usar às vezes jeans apertados, camisetas desgastadas e tênis em vez de salto alto. Por outro lado, se você as vir juntas, parecem irmã mais velha e mais nova, não mãe e filha; acho que a mágica da maquiagem ajuda nisso para a minha mãe, mas não acho que ela use demais. Poderia usar a mesma atriz que usei para a minha mãe para defini-la, mas direi que, pelo nariz e pela juventude, ela tem mais a ver com a Anne Hathaway.
Feitas as apresentações iniciais, vamos tentar explicar o porquê da minha frustração atual. Tudo começou quando terminei meu curso do ensino médio no final de junho; tanto minha irmã quanto eu havíamos terminado nossos estudos – eu com notas altas, para variar, outra coisa seria uma decepção na minha casa, e minha irmã conseguiu passar no ano da faculdade dela, não é raro que ela tenha escolhido ciências sociais. Ambos pretendíamos que, desta vez sim, finalmente, nosso pai nos deixasse ter férias por nossa conta; como jovens que éramos, queríamos ir comer o mundo. Mas, mais uma vez, o critério dele se impôs – não havia outra opção –, então iríamos para a casa na praia nos arredores de Valência que tínhamos como residência, para a qual íamos ano após ano. E não iríamos apenas por 1 mês, como costumávamos fazer; não, íamos passar os 3 meses de férias lá por um “merecido descanso” que deram ao meu pai. Algo que parece bom, mas não é, porque depois de 10 anos fazendo o... O mesmo: dias em casa fazendo trabalhos da faculdade, ir à praia duas ou três vezes por semana e, com sorte, sair para comer em algum restaurante. Meu pai entendia férias como descanso, não como diversão. Eu estava doido para ir com meus poucos amigos para a casa de um parente em Ibiza. Só de nomear essa cidade, quase fez a cabeça do meu pai explodir. Um "não" redondo saiu dos lábios dele, e não havia mais o que fazer. Até minha irmã, que tinha uma ideia parecida, mas de ir num cruzeiro, teve a opção negada. Então me resignei a passar mais umas férias tristes e repetitivas com a família na praia. Pelo menos teria a Marta para aguentar o tédio.
Conforme as datas da viagem se aproximavam, aconteceu o que sempre acontece nessas situações: meu pai não gostava da ideia de "chupins" se juntando a nós. Os dias eram uma disputa constante sobre pessoas que esperávamos levar para tornar as férias mais agradáveis, e meu pai rejeitando todas, igual a um tenista. Mas aconteceu o milagre. Minha tia Sara, a irmã mais nova da minha mãe, se divorciou do marido, um babaca que não merece nem ser mencionado. E minha mãe, sempre tão prestativa e atenciosa, convidou ela para vir conosco nas férias para espairecer. Acho que os anos de casamento ajudaram a convencer meu pai a deixar ela vir. Assim que ele disse sim, minha irmã entrou com tudo e disse que, se a tia vinha, ela também queria levar uma amiga. Acho que ele disse sim sem pensar, e um nome ecoou no ar: Sonia, a melhor amiga dela, outra doida varrida igual minha irmã, mas muito mais madura e ousada no jeito de ser.
Foi quando minha irmã disse que seria injusto eu ir sozinho (por esses detalhes eu a amava). Por efeito dominó, me deixaram levar um amigo. Eu só tenho três, ou pelo menos três que passam pelo filtro do meu pai, e todos estavam animados para passar as férias comigo. Embora, pensando agora, acho que não era por minha causa, e sim pela minha gostosa... mãe e minha irmã solteira, as que elas atraíam. Pude levar o Jaime, uma escolha difícil, mas simples já que os outros 2 iam para Ibiza com meu plano original de férias. Jaime é um vizinho da minha idade que vinha de boa família, e mantinha uma aparência de garoto formal, sério e educado, mas na realidade fumava maconha, era um egocêntrico manipulador e um babaca completo quando ninguém ouvia, mas eu não podia me dar ao luxo de afastar meus amigos.
De repente essas férias tediosas tinham se tornado quase a coisa mais ousada e promissora que faria na minha vida, não era muito, mas meu pai só ia de casa para a praia, e vice-versa, e isso quando não se perdia fazendo visitas a vizinhos, o resto do tempo poderíamos passar longe do seu halo de sobriedade.
Minha tia Sara se mudou para nossa casa uns dias antes de viajarmos, aparentemente seu agora ex-marido estava levando muito mal. Ao chegar em casa só vi bolsas e malas, levei uns minutos para arrumar tudo no seu novo quarto e depois me apresentar na sala. Tinha visto minha tia 2 vezes na vida, meu pai não gostava do jeito dela (nada anormal), mas acho que era como ela transformava minha mãe, juntas elas se distanciavam muito do padrão de seriedade e cortesia que ele gostava. A última vez que vi a Sara eu devia ter 12 anos, e só lembro dos presentes que ela me trazia, eu adorava porque eram de graça, não precisava trabalhar por eles. Ao vê-la na sala eu fiquei corado, ela era tão diferente e tão extravagante que fiquei olhando mais do que o recomendável. Ela tem 33 anos, é loira platinada, tingida, estava com um batom vermelho paixão enfeitando uns lábios finos e apetitosos, rosto parecido com o da minha mãe mas sem mostrar a idade. Vestia um traje de couro vermelho tão apertado que fazia barulho ao andar ou sentar, com uma jaqueta social da mesma cor, fechada e realçando ela, deixando claro que o ramo familiar da minha mãe criava belezas, mas essa era diferente, porque não só era, como também mostrava, uma decote amplo que fazia transbordar dois seios túrgidos roçados pela cabeleira loira, com quadris estreitos que mesmo assim tinham a pele da roupa esticada. Mal a vi, um nome me bateu na cabeça, Patricia Conde, era quase uma cópia. Com os saltos, tinha minha altura, e ao se aproximar pegou meu rosto com as mãos para me dar uma chuva de beijos que deixou meu rosto marcado de batom, com um sorriso hipnótico, ao me ver tão bobo ao olhar para ela, me sacudiu cumprimentando.
- SARA: E este grandalhão quem é?
- CARMEN: Não seja boba... é o Samuel.
- SARA: Não me diga...? É impossível! A última vez que o vi não me chegava nem ao umbigo, e olhe ele agora, está feito um homem! – ao dizer isso deixou a mão deslizar, escorregando pelo meu peito, e só com isso senti meu membro se mover.
- EU: Eu... sim... é que... – se normalmente me custa me expressar, aquela mulher me tinha desmontado.
- ROBERTO: Não incomode o garoto.
- SARA: Não incomodo nada, só estou cumprimentando – meu pai já ia replicar, mas minha mãe pegou seu braço com gesto terno e acalmou seu ânimo.
- EU: Encantado... de te cumprimentar – consegui juntar coragem e olhá-la nos olhos por alguns segundos, eram de um escuro penetrante, atrás de óculos de design que lhe davam um ar ainda mais arrebatador.
- SARA: Espero não importunar com minha presença, só quero virar a página.
- CARMEN: Não diga bobagens, vamos nos divertir muito de novo juntas – ao dizer isso ambas se pegaram pela mão e riram de forma histriônica, os dentes do meu pai rangeram, só por isso valia a pena ter minha tia ali.
Instalamos ela no quarto de hóspedes e esperamos minha irmã para jantar, não lembrava de um jantar mais alegre nunca, nem no meu aniversário, entre minha irmã e minha tia conseguiram arrancar minha mãe da fachada de sobriedade, e juro que vi algo similar a um sorriso no meu pai com algum comentário. Depois do jantar ficamos conversando, não queria que aquilo acabasse nunca, me sentia um rebelde ouvindo elas falarem, era Foi emocionante, e eu não conseguia tirar os olhos da minha tia. Foi tão óbvio que trocamos olhares várias vezes, e em vez de fingir que não percebeu, como quando minha mãe ou minha irmã me pegavam olhando, ela sorria e apertava meu braço com a mão. Ficou tarde, e ajudei minha tia, a pedido dela, a organizar seu quarto por causa da quantidade de coisas que ela trouxe - mais do que para alguns dias, parecia que ela estava vindo morar. Levei uma hora para arrumar tudo, teria levado menos se ela não estivesse ali. A simples presença dela me arrepiou a pele, e no final ela me deu um abraço, algo leve e suave, mas que me levou ao paraíso. Gestos de carinho eram tão incomuns na minha casa que eu a apertei tão forte que ela gemeu com um sorriso, e não se soltou até eu perceber que quase a tinha levantado no ar.
- EU: Des... desculpa... não... - Ao soltá-la, seus seios balançaram na minha frente e fiquei olhando para eles de novo. Ela colocou um dedo no meu queixo para levantar meu olhar.
- SARA: Não foi nada, um bom abraço é sempre bom, parece que você precisava.
- EU: É que... meu pai... você sabe...
- SARA: Sei, ele é um bom homem, mas... - ela se aproximou para sussurrar no meu ouvido - ...é um pouco metido. - Só a ideia de rir do meu pai me deixou corado, ou foi seus lábios roçando minha bochecha, já não sabia.
- EU: Um... um pouco - deve ter dado para ver no meu rosto minha própria surpresa ao dizer isso.
- SARA: Hahaha, relaxa, vai ficar entre nós, mas você tem que me fazer um favor... - alarmado com a bronca que eu poderia levar por desrespeitar meu pai, eu balancei a cabeça - ...esses saltos estão me matando, preciso de uma boa massagem e você tem boas mãos.
- EU: Eu... não sei... fazer massagem.
- SARA: Calma, eu ensino - ela pegou minha mão e me puxou para a cama, onde se deixou cair com certa elegância. Sentei ao lado dela tentando disfarçar que não estava olhando a parte de baixo da sua saia. Ela colocou os pés na minha coxa e tirou os sapatos com os dedos, soltando um suspiro de prazer.
- EU: O que eu faço?
- SARA: Colocar as mãos nos pés foi só o começo... A forma como ela falava e se movia era como se eu fosse um idiota, mas não sou, era ela quem me deixava retraído. Sua fragrância de rosas enchia meu nariz e o movimento dos dedos dos pés dela me lembrava uma suave ondulação.
Passei meus dedos pelos pés dela e logo ela pegou minhas mãos e foi me guiando, até que se recostou na cama, gostosamente, aproveitando a massagem. Por descuido ou não, eu podia vê-la se contorcer sobre o colchão, e a saia se abriu o suficiente para me deixar ver a parte interna de suas coxas. Depois de um tempo, ela se levantou e me deu um beijo longo e sonoro na testa, como agradecimento, me presenteando com um close de seu decote, e entrou no banheiro soltando uma reboladinha doce enquanto tirava a jaqueta e eu via sua silhueta marcada sob o couro. Não é que ela fosse mais bonita ou tivesse curvas melhores que qualquer outra, é que eu nunca tinha visto alguém ser tão aberta comigo, ninguém além da Marta.
Fui direto para meu quarto e fiz a melhor punheta da minha vida, e não estava longe do que senti ao fazer sexo. Estava tão duro e grande como nunca tinha visto, em 4 bombadas mal dadas eu me esvaziei, ou pelo menos pensei que sim, porque o pau não baixou e tive que fazer outra. Para que enganar, passei a noite toda sonhando em foder minha tia, e o fato de saber que passaríamos 3 meses na mesma casa não ajudava a dissipar essa ideia da minha cabeça.
Os dias seguintes até irmos de férias só confirmaram que aquilo não foi passageiro, minha tia era aberta assim mesmo. Não acho que ela pensasse em mim de forma sexual, ela simplesmente se mostrava como era, e isso enfurecia meu pai ao mesmo tempo que me absorvia. Em 3 dias, ela já tinha conseguido fazer minha mãe sorrir mais do que nos últimos 10 anos de casamento, e minha irmã se juntou a essa onda crescente de diversão. Antes de partir, meu pai já estava arrependido.
A manhã da viagem foi meio caótica. Marta me pediu para buscar a Sonia, amiga dela, na minha moto, que eu mesmo tinha pago. trabalhando à tarde num bar junto com o reboque para levar ela de carro até a praia. As coisas da Sonia já estavam na nossa casa, mas na noite anterior ela foi "dormir" na casa de um "amigo", então eu sabia que era um coitado que comia ela quando ela queria. Quando fui buscá-la e ela me viu, me cumprimentou como sempre, pulando e gritando como se não me visse, o "amigo" estava atrás com os olhos cheios de tristeza, certo de que a Sonia ia ficar 3 meses fora, não teria ela por perto e que ela não ia esperar por ele sendo uma menina direita. Quando cheguei, eles estavam se pegando com língua na minha frente, como uma despedida. Pude ver que a Sonia continuava igual, cabelo comprido até o bumbum, cor mogno, liso e solto, com o rosto cheio de sardas bonitas e nariz arrebitado, olhos verdes esmeralda e pele branca. Seu corpo era o pecado, com 1,65m, ela gostava de se gabar dos peitos, segundo algum sutiã que eu "encontrei" dela no banheiro de casa quando ela ficava dormindo, ela usava 110 e o copo maior que dava pra achar nas lojas juvenis, eram como melancias maduras, ela tinha a bunda firme e bem posicionada pra idade, mas pra mim nunca ficou bom porque sobressaíam uns culotes proeminentes, ouvia em casa que não faria mal ela perder uns quilos, mas não dava pra dizer de onde, ela era voluptuosa e farta, mas não tinha nada sobrando, kelly brook é a mulher que mais se aproxima fisicamente dela.
Ela deixou o cara ainda com os olhos fechados do gosto da língua dela e subiu na moto atrás de mim como uma encomenda, com o pulo que ela deu senti os seios dela ondulando nas minhas costas e ela se agarrou no meu tronco gritando que nem uma louca. O caminho foi difícil por ter que me concentrar no que tinha na frente e não atrás, mas quando chegamos em casa e estacionei, ela me deu um daqueles beijos típicos dela no pescoço, tenho cócegas ali, ela me conhecia bem demais, sempre fazia isso e eu gostava, pra que negar.
- SONIA: Vamos, que tá ficando tarde, você vai ver como a gente vai se divertir!
- EU: Isso Espero, fico feliz que você possa vir.
- SONIA: E eu de poder ir, vou beber até cair... - Era capaz, uma vez atrás da outra eu já vi ela bêbada.
- EU: Cuidado com o que fala, meu pai pode...
- SONIA: Que seu pai vá tomar no cu, eu vou me divertir, e não vai ficar um único cara lá que não me coma - ela adorava ser tão grossa porque me fazia corar, mas, assim como com o álcool, também não era como se eu não fosse capaz.
Ao subir já estávamos todos, Jaime, por morar no mesmo prédio, já estava na minha casa sendo alvo de elogios do meu pai, por sua educação esquisita, dava vontade de gritar que ele era um maconheiro e um idiota, mas não ganharia nada com isso, pareceria mal-educado aos olhos do meu pai, perderia um dos meus poucos amigos e ainda ficaria sem companhia para as férias. Jaime era gato, todas diziam, cabelo castanho claro, com uma mecha que ele passava gel para dar a sensação de cara refinado, olhos azul escuro, uma barba incipiente desleixada, e rosto quase angelical, seu corpo era bem magrelo, seco, com 1,82 de altura não chegava aos 65 quilos, braços e pernas esqueléticos com tendência a arrastar os pés. Quando saiu um filme romântico de um diário, todas diziam que ele parecia o Ryan Gosling, eu brincava que talvez se engordasse 10 quilos.
- JAIME: Ainda bem que vocês chegaram bem, temia que tivesse acontecido algo - sorria olhando para Sonia, não para mim, mas suas palavras sempre eram educadas na presença de outros.
- EU: Tudo bem, não vou estragar a viagem.
- SONIA: Cadê a Marta?
- CARMEN: No quarto dela tentando escolher que roupa levar - Sonia saiu disparada para ajudá-la nessa tarefa árdua.
- SARA: E esse menino quem é? - Cumprimentou como sempre, se aproximando para dar uns beijos, Jaime sorriu por dentro ao vê-la, com um traje largo estampado e com um decote generoso.
- JAIME: Encantado em conhecê-la, senhorita, sou Jaime, amigo do Sam - pegou a mão dela e Ele a beijou como um cavalheiro.
-SARA: Senhorita? Que educado, muito obrigada. Eu sou sua tia, Sara.
-JAIME: Diga que vai nos acompanhar nessa viagem, não suportaria não poder continuar admirando sua beleza – a gargalhada geral enterrou a verdade oculta por trás daquela galanteria.
-SARA: Hahaha, que gentil! Pois é, mas não se preocupe, não vou atrapalhar a juventude – Jaime já ia soltar outra pérola, eu o conhecia bem demais.
-EU: Jaime, me ajuda a engatar o reboque e colocar a moto? – Ele me olhou como se estivesse me perdoando a vida.
-JAIME: Claro, como não – Ao descer, ele foi me dando tapinhas nas costas, e quando chegamos embaixo, eu me virei.
-EU: Para com isso, qualé?!
-JAIME: Tava quietinho, hein? Que corpão que sua tia tem!
-EU: Não fala assim dela – era raiva, mas ele não deixava de ter razão.
-JAIME: Só tô falando a verdade. E eu vou passar 3 meses com ela, sua mãe, sua irmã e a Sonia? Pufffff...
-EU: Nem que você fosse pegar todas – foi uma zoeira.
-JAIME: Veremos... Já imaginou? Hahahaha, sua tia me comendo enquanto eu chupo os peitos da Sonia? – Foi grosseiro, mas não posso dizer que a mesma ideia não tinha passado pela minha cabeça antes.
-EU: Para de falar besteira. Se você passar do limite, te mando pra casa.
-JAIME: Vou me comportar como um cavalheiro, mas se elas derem abertura...
-EU: Elas não vão dar – Quis ser taxativo. Jaime tinha levado pra cama todas que quisera, era bonitinho e um babaca, e aparentemente as minas curtem isso. Mas o que eu queria dizer era que desejava que minha tia desse abertura, sim, mas pra mim.
Íamos ser só 4 na viagem, e no final éramos 7. Por sorte minha tia também dirigia e tinha carro, então nos dividimos entre o do meu pai e o dela. Obviamente todo mundo queria ir com minha tia, então me sobrou ir com meu pai e minha mãe, enquanto minha irmã, a amiga dela e Jaime foram todos no carro da Sara. Minha irmã ficava me mandando mensagens de apoio, sabendo da tortura que eu tava passando – 4 horas de viagem com meu pai em silêncio, minha mãe cochilando por uns remédios para enjoo, e um pouco de música clássica de fundo. Ela me mandava fotos deles rindo, e das palhaçadas do Jaime ou da Sonia, foi uma agonia até chegarmos na entrada da casa. Chegamos mais tarde que a Sara, já que meu pai não passava do limite de velocidade nem por engano, e eles estavam nos esperando na rua entre risadas e diversão. Ao chegar, não pude evitar ir abraçar minha irmã, que acariciou meu cabelo como só ela sabia.
- MARTA: Pronto, chegamos! Não foi tão ruim assim, hahaha!
- EU: Na volta, você vai com eles – ao levantar a vista, vi o Jaime flertando com a Sara, minha tia, que se comportava igual comigo, mas o Jaime não era eu. Ele se aproveitava, ou aproveitaria, e isso me enfurecia.
- ROBERTO: Saiam da rua, vão ser atropelados! E um pouco de calma – "sempre tão engraçado, hein, pai?". Era um bairro residencial e não tinha uma alma ao meio-dia, com sol a pino.
- CARMEN: Pois é, aqui está! Nosso lar pelos próximos 3 meses – ela apontou para um duplex enorme que tínhamos à frente.
Ao entrar, a casa toda cheirava a fechada. Abriram todas as portas e janelas, e um cheiro profundo de mar invadiu tudo. A casa ficava a meio quilômetro de uma praia não muito conhecida, mas limpa. Foi construída numa rua que era uma curva do residencial, com a entrada principal de todas as casas na parte interna, e que, pela curva externa, tinham amplos terrenos com piscina, jardim, churrasqueira e acesso à praia. A casa tinha 3 andares, todos acessíveis por fora por uma escada de pedra externa, que dava para as varandas de um dos lados. Por dentro, o térreo era uma ampla sala e cozinha americana, com um banheiro completo, a garagem e uma varanda virada para o mar. O 2º andar tinha 3 quartos e mais 2 banheiros, com várias varandas. No 3º andar, mais 2 quartos com 1 banheiro, e um terraço de 10 metros quadrados. A verdade é que, se não fosse pelo tédio que eu sentia com meu pai, o lugar era... paradisíaco, tinha um supermercado não muito longe, um mercadinho a cada 2 dias ou festas de cidades próximas toda semana, incluindo uma longa orla cheia de restaurantes, barracas de praia, sorveterias e lojas de verão, o calçadão terminava numa mega boate que montavam no período de verão, sem teto e com a música tão alta que dava pra ouvir de noite da minha casa, meu pai odiava porque de quinta a domingo não deixavam ele dormir.
Pra não andar muito escada acima e abaixo, os mais velhos ficaram com os quartos do 2º andar, um pros meus pais e outro pra minha tia, sobrou um livre mas preferimos dormir todos juntos lá em cima, por privacidade num quarto as garotas e no outro nós, então passamos meio dia nos instalando e movendo camas, mas pro jantar já tínhamos tudo montado.
Saímos pra comer num restaurante perto e apesar do meu pai aquilo tava indo bem, eu me divertia, eu curtia e ria, depois demos uma longa caminhada pela praia, minha tia se pendurou no braço do Jaime, que era tão encantador quanto repulsivo pros meus olhos. Minha irmã se agarrou no meu, forçando a Sonia a me pegar do outro lado, por cortesia ou por querer me fazer sentir bem, mas não por isso eu as afastei. Acho que todo mundo tava cansado, então fomos dormir cedo em casa, lá o Jaime me deixou ver meia sacola de maconha, e bolou vários baseados, fumando um na varanda antes de deitar.
Na manhã seguinte acordei sozinho no quarto, ao olhar pela janela vi o Jaime dentro da piscina, respingando água na minha tia e na minha mãe que estavam com limonadas na beirada da piscina, elas estavam com camisolões frescos de verão, tão simples e tão gatas, sorrindo ao molhar os pés. O Jaime era tão magrelo que parecia que ia quebrar, mas tinha essa capacidade de divertir as pessoas que eu desejava e não tinha. Coloquei a sunga e desci correndo pra não perder o ritmo, mas meu pai me chamou na varanda, ele estava sentado com bermuda e uma camisa aberta, me coloquei ao lado dele e ele falou sobre a família e como ela deveria estar unida, que eu tinha que ser responsável e cuidar de todos, já que ele não poderia vigiar todo mundo. Fiquei cansado, eu queria sair de férias, não ser o cão de guarda de ninguém. Apesar de pensar isso, fiquei quieto, concordei e disse pra ele não se preocupar.
Pulei na água com força, assustando o Jaime e molhando os pés da minha tia, que não parava de rir. Quando emergi, Jaime me pegou por trás e tentou me afundar de novo na água, mas era como se uma folha quisesse derrubar uma árvore – eu tinha uns bons quilos a mais que ele.
- EU: E minha irmã e a Sonia?
- CARMEN: A Sonia foi comprar um pouco de pão esta manhã e fez amigos... – "não demorou nada" – ... foram conversar com eles um pouco até a hora do almoço.
- JAIME: Elas que se danem, e se a gente for pra praia?
- SARA: Sim, por favor, tô ansiosa.
- CARMEN: Não sei, sem elas... Roberto, o que você acha?
- ROBERTO: Eu tô de férias, vou ficar um tempinho aqui e depois vou se der vontade – isso, na língua dele, era um não. Ele ficaria tomando uma cerveja, ou daria um mergulho na piscina, talvez depois ficasse vendo TV até a hora do almoço.
- JAIME: Então esses dois cavalheiros, se acharem adequado, vão levar vocês à praia, minhas senhoras – ele fez uma reverência para os sorrisos da minha mãe e da minha tia.
- SARA: Então vamos logo, que tá ficando tarde – ela se abaixou para estender a mão e me ajudar a sair da piscina. Por um segundo fiquei tentado a jogá-la na água, mas não consegui. Quem conseguiu foi o Jaime, que jogou minha mãe na água em circunstâncias idênticas. Fiquei branco, e fez-se silêncio, até que minha mãe saiu da água dando gargalhadas.
- CARMEN: Olha só que bruto! hahahahaha
- JAIME: hahaha desculpa, tá tudo bem? Não queria machucar, mas não resisti – ele se aproximou, roçando as costas e o braço dela com cara de genuína preocupação. Minha mãe fez sua cara de má, ou seja, mordeu o lábio, e balançou o... dedo indicador com um sorriso largo e terno.
- SARA: em mim você não joga, hein… – ela se abaixou para me dizer.
- EU: eu… eu…… eu é…… é que… – ela acariciou meu rosto com doçura.
- SARA: vamos pra praia ou não? Preciso recuperar um tom de pele decente.
Jaime saiu da água rapidamente e ajudou minha mãe a sair. Foi a primeira vez que vi na minha mãe algo mais do que apenas minha mãe. O camisolão largo estava colado na pele dela e me peguei pensando que ela estava gostosa. Ela, com inocência, espremeu a água dos seios apertando-os diante do olhar penetrante de Jaime, e passou as mãos pela cabeça para afastar a melena negra e molhada do rosto.
- CARMEN: nossa, olha como eu estou…
- JAIME: linda… – minha mãe ficou corada.
- EU: vamos embora? – irado, peguei minha mãe pela mão e a afastei de Jaime.
Minha mãe e minha tia entraram e saíram minutos depois com todo o equipamento: guarda-sol, cooler, toalhas e esteiras. Deixamos celulares e tudo de valor. Nós, os homens, só estávamos de sunga; elas, com uma camiseta larga por cima do biquíni e chapéus de aba larga de palha com óculos escuros. Foram 20 minutos de caminhada tranquila em que, por pura física, eu tinha que carregar o cooler – ninguém mais aguentava aquilo. Então eu ficava para trás enquanto Jaime fazia minha mãe ou minha tia sorrirem. Ao chegar, não havia muita gente. Eram apenas 50 metros de praia escondida entre algumas pedras e um penhasco. Não era privada, mas tinha acesso difícil se você não morasse perto. Então estavam os vizinhos de quase sempre, cumprimentos de protocolo, e finquei o guarda-sol para criar alguma sombra numa praia a 40 graus. Minha mãe se enfiou embaixo, já meio tonta por causa do sol. As camisetas que elas usavam não ajudavam muito, então elas as tiraram, deixando cair as melenas. O loiro platina de caixinha da minha tia brilhava, mas a mata grossa e longa de cabelo negro azulado da minha mãe ondulava graciosamente.
- JAIME: bom, então estamos aqui. Agora, para a água.
- CARMEN: não, antes o protetor, senão a gente Passamos duas semanas torrados sem poder sair.
- SARA: Não é uma má ideia.
Minha mãe me virou como um manequim e tirou de uma bolsa grande um pote de creme que ela tinha trazido, passou tanta creme em mim que achei que o pote ia acabar, mas não, até no rosto e ombros, quando me virei minha tia estava fazendo o mesmo com Jaime.
- JAIME: Bom, agora vocês – ele ajudou a começar a tirar a camiseta larga da Sara.
- CARMEN: Não precisa, a gente tira sozinha, vocês vão brincar… – "minha mãe ainda acha que tenho 13 anos", pegou a barra da camiseta tentando puxar para baixo, ela tinha vergonha de se despir na minha frente, ou na do Jaime?, não sabia.
- SARA: Não seja antiquada, mulher… – e tirou a camiseta completamente, deixando seu corpo exposto ao ar e ao sol, mal coberto por um biquíni minúsculo, vermelho, com pouca pano na bunda e só uns triângulos bem certeiros nos mamilos, jogou a melena para o lado e Jaime se apressou em passar creme nela com cara de tarado, enquanto Sara me olhava com um meio sorriso provocador.
- CARMEN: Então tá, passa em mim você, filho.
Seguiu os passos da irmã e tirou a camiseta, minha mãe estava com um maiô azul marinho inteiro, era como com os vestidos, não mostrava nada, mas não precisava, os mamilos marcavam sob o tecido, com a bunda firme e dura. Baixou as alças do maiô segurando pelos seios, afastei sua melena com delicadeza e me dediquei a passar creme tentando não parecer um babão. As costas dela eram tão macias e delicadas que continuei passando minha mão depois que a pele absorveu o creme. Chegou um ponto em que minha mãe se virou e me deu um beijo na bochecha enquanto arrumava as alças do maiô usando-me como biombo, vi suas bochechas avermelhadas pelo sol, depois espalhou creme no rosto, braços e pernas, igual a Sara fazia sob nossos olhares.
- JAIME: Tenho que dizer que de jeito nenhum aparentam a idade, são 2 mulheres muito gostosas.
- SARA: hahaha olha o Dom Juan. -CARMEN: Agradeço muito, vindo de um rapaz tão jovem e bonito – ambas sorriram. -JAIME: É um prazer. -EU: Vamos pra água, te desafio pra uma corrida! – eu queria afastá-lo delas. Ganhei sem dificuldade, e entrei na água querendo me perder, o gosto de sal e o movimento das ondas me envolveram e por um segundo me senti um peixe, até que lembrei que precisava de ar. Ao sair, Jaime caiu sobre mim de cara, brincamos até que ele ficou ao meu lado boiando. -JAIME: Que porra você tá fazendo? -EU: O quê? -JAIME: Você não para de me encher com suas besteiras, eu tenho sua tia no ponto… -EU: Você tá doido. -JAIME: É o que você acha, mas essa aí eu como, te garanto. Deus, olha como elas estão molhando as pernas entrando devagar na água… olha como aquela bunda da sua tia balança, já tô durasso. -EU: Para de ser idiota, se você assustar ela… – fiquei congelado, “se você assustar ela, ela vai se fechar pra mim”, eu ia dizer. -JAIME: Você também quer comer ela, né… Se você se comportar, deixo você dar uma gozada depois que eu terminar com ela – eu quis responder de mil maneiras, desde bater nele até contar pro meu pai, mas nada saiu da minha boca, só um… -EU: Como? -JAIME: Hahaha, sabia! Deixa comigo… agora faça o mesmo que eu, mas com sua mãe. Ele mergulhou na água e eu o segui, nadamos até ficar atrás delas, que já estavam com a água na cintura. Nos aproximamos com cuidado, Jaime agarrou minha tia por trás, abraçando-a e encaixando a pélvis na bunda dela. Depois de um primeiro grito de susto, veio outro de risadas. Foi quando fiz o mesmo com minha mãe. Ambas sorriam enquanto tentavam se soltar, mas estávamos segurando-as firme. Pra mim era mais fácil dominar minha mãe, Jaime quase não conseguia segurar minha tia, mas no final ele a levantou no ar e a afundou na água. Fiz o mesmo com um ciúme enorme, quase machucando minha mãe, que me olhou surpresa e rindo, tapando o nariz. Fizemos isso tantas vezes, tirando elas da água e afundando de novo, que já estávamos quase com a água pelos ombros, numa das saídas, vi que Jaime estava segurando um peito da Sara, que tentava afastá-lo sem muito esforço, então eu fiz o mesmo e agarrei um peito da minha mãe, foi como se um milhão de agulhas espetassem no meu cérebro por me atrever a fazer aquilo, temi uma repreensão, mas só encontrei risadas e olhares cúmplices, senti o mamilo duro e firme sob o tecido molhado de lycra, e sem saber como, apertava e soltava massageando, enquanto a levantava no ar e a deixava cair só o suficiente para bater com meu membro no quadril dela.
- SARA: hahaha para já, vou me afogar!
- JAIME: só paro quando me der um beijo.
- SARA: hahaha que safado você é, para ou vou ficar brava! – ele a afundava de novo, e mesmo que a água cobrisse, a forma como a levantava indicava que a outra mão estava entre suas coxas por trás.
- CARMEN: hahaha para Jaime, você vai machucá-la.
- JAIME: só peço um beijo.
- SARA: tá bom, só um… – ao dizer isso ele a soltou e quando ela recuperou o fôlego se aproximou de Jaime, que ofereceu a bochecha, Sara foi beijá-lo ali, e Jaime se virou dando um beijo rápido, se afastando antes de receber o impacto de uma tapa morna.
- CARMEN: hahahahaha que safado!
- SARA: seu sapo! vem aqui, vou te dar o que merece – ela o perseguiu, Jaime fingiu fugir, mas se deixou ser pego, quando Sara o agarrou, fez várias afundadas nele.
- EU: coitado do Jaime – tão anestesiado que estava que fazia 2 minutos com minha mãe nos braços, segurando um peito dela sem dizer nada, e com o balanço do mar meu pau cresceu na bunda dela sem controle, entre isso e ver os peitos da Sara lutando para sair livres, minha mãe percebeu.
- CARMEN: anda, deixa eu ajudá-la – ela pegou minha mão do peito dela e me afastou com delicadeza, indo ajudar Sara.
O que se via eram 2 milfs brincando com um garoto, o que eu sentia era um porco se ligando em 2 mulheres. Minha mãe começou a fazer cócegas no Jaime, muito perto do umbigo, e da pelve.
- JAIME: O que você tá fazendo aí parado? Tira a Sara de cima de mim!
Corri na hora e ataquei a Sara por trás. Quando ela sentiu minha ereção nas costas, se deixou levar. Levantei ela, tirando quase completamente da água, e ela soltou um suspiro de surpresa pouco antes de eu deixar ela cair. Enfiei meu pau na bunda dela até entrar entre a pele e o tecido do biquíni nas nádegas. Como ela não falou nada, fiz de novo, e dessa vez agarrei um peito como tinha visto, e repeti a operação até cansar. As risadas da Sara só eram abafadas pelas da minha mãe, que estava sendo cercada pelo Jaime, cara a cara, sendo afundada sem piedade na água. Ele a tinha pela cintura enquanto ela batia os braços inutilmente. Se o Jaime estava como eu, minha mãe devia estar sentindo o pau dele na barriga, e ela não dizia nada, só ria e tentava fugir do olhar direto daqueles olhos azuis do Jaime, que estavam injetados de sangue. Entendi: o Jaime tava indo com tudo, não só atrás da minha tia. Minha mãe, a Sonia, e até minha irmã estavam em perigo.
– SARA: Não se preocupa, a gente só tá brincando.
– EU: Isso… eu é que… – Ela se virou, me enlaçando pelo pescoço com uma mão, enquanto colocava um peito dentro do biquíni, sem pressa nenhuma. Sentia meu membro latejando no quadril dela e não conseguia parar de olhar nos olhos profundos dela.
– SARA: Você o quê? – Fiquei branco, e mais ainda quando ela me deu um beijo doce no rosto, tão perto dos meus lábios que por um segundo achei que provaria a boca dela. Mas quase foi pior, tão longo e sentido que meu rosto ardia onde os lábios dela tocaram.
Ela se afastou para ajudar a irmã, e entre as duas acabaram com o Jaime. Eu só consegui me afastar e me masturbar no mar. Tive medo de alguém me ver, mas não dava pra sair da água tão empinado assim. Não precisei de muito pra gozar. Quando voltei, eles já estavam saindo da água. A Sara estava arrumando o biquíni totalmente fora do lugar, e minha mãe estava tirando a cinta do maiô da bunda. "O que foi que acabei de fazer com minha tia e… minha mãe? E por que eles pararam?", eu estava tão excitado quanto confuso, então saí atrás deles em silêncio. Todos estavam rindo, e nos deitamos ao sol, eu fiquei olhando as costas da minha tia, ela tinha desabotoado o biquíni e dava pra ver os lados dos seios, Jaime passou outra camada de protetor em cada mulher e jogou o pote na minha cara enquanto massageava minha mãe com cuidado.
- CARMEN: Fazia muito tempo que eu não me divertia tanto.
- SARA: Pois não falta nada, irmã.
- JAIME: Vocês são muito duras de roer, vou ter que me esforçar mais.
- SARA: É... muito mais – ela piscou o olho.
Procurei minha mãe com o olhar, mas ela estava sonolenta de bruços, tinha abaixado de novo as alças do biquíni, Jaime estava muito ocupado passando uma 3ª camada de protetor na Sara, que ronronava como uma gata.
- EU: Mãe, você não tem biquíni? – "mas o que você está fazendo?"
- CARMEN: Tenho, sim, alguns, por quê?
- EU: Nada, é que assim você vai ficar mais morena, digo... pra mostrar mais... ao sol... quero dizer – Jaime me olhou surpreso, não mais do que eu estava.
- CARMEN: Pois é! Vou trazer biquínis melhores, mesmo que estejam velhos, vou ter que comprar alguns.
- SARA: É que você vai muito recatada, sério, com o corpo que você tem! Posso te emprestar alguns.
- CARMEN: Fala a outra... com os seus eu pareceria uma... – ela se segurou a tempo.
- JAIME: E agora, o que fazemos?
- CARMEN: Vamos pra casa comer, e à tarde vamos a um mercadinho que tem no povoado, jantamos e voltamos pra casa.
- SARA: Pra casa? Mulher, vamos sair, algum barzinho deve ter...
- JAIME: Isso aí, Sara, muito boa ideia.
Tudo aconteceu como minha mãe disse, comemos, e meu pai tirou uma soneca, minha irmã apareceu com a Sonia, e outros 3 caras que tinham conhecido na calçada à beira-mar, o que se conhecia como 3 pegadores de praia, altos, bonitos, bronzeados e musculosos, quase sempre sem camisa. Eles nos acompanharam nas compras, Jaime deu uns pareôs transparentes pra Sara enquanto minha mãe comprou uns biquínis mais mais jovens e bonitos do que os que ela tinha. No jantar, Marta disse que iam sair com os caras pra tomar alguma coisa, e Sara entrou na onda, atrás dela foi Jaime, e atrás do Jaime fui eu, minha mãe decidiu ficar com meu pai, pra não deixá-lo sozinho tanto tempo.
Jaime e eu, de bermuda e camiseta, estávamos bem, enquanto as meninas estavam com camisetas rasgadas na moda, sempre com o biquíni por baixo caso desse vontade de dar um mergulho. Marta foi com um shorts jeans que ela enchia e mostrava um corpão, enquanto a Sonia escolheu uma minissaia elástica que a deixava vulgar, mas chamativa, com seus seios fartos aparecendo num decote arrasador. Já a Sara escolheu uma maiô longo e um dos novos pareôs como saia, com um leve penteado no cabelo e salto alto, o que a deixava mais graciosa. Fomos a um barzinho típico, com balcão e música de fundo na praia. Jaime continuou seu assédio à Sara, eu já não sabia quem estava jogando com quem, e depois do que aconteceu no mar, eu tinha medo de me aproximar dela. Minha irmã se esforçava pra me integrar com a galera, mas eu não bebo álcool e se minha conversa já é limitada por natureza, mais ainda com caras de praia, que pouco ou nada têm em comum comigo, então eu me afastava pra ver o mar, distinguia uns caras brincando em volta de uma fogueira. A Sonia apareceu por trás de mim, me dando um beijo no pescoço, ela cheirava a rum e tinha uma taça vazia na mão.
– SONIA: O que você tá fazendo aqui tão sozinho?
– EU: Não quero entediar ninguém.
– SONIA: Você veio pra se divertir, olha onde você está!... – ela apontou pra festa e pra escuridão da noite –... não pode ficar aqui sozinho.
– EU: E o que eu faço?
– SONIA: Vamos dançar, anda... – eu estava apavorado, mas a bebida dava forças a ela, ela me arrastou pra pista.
Ela se mexia como todas, rebolando os quadris sem seguir nenhum ritmo, e brincando de se aproximar de mim e se afastar. Sem dúvida minha irmã a mandou pra me animar, mas isso não impedia que eu curtisse o toque da pele dela, ou de suas pernas coroadas pela minissaia, quase... Sem querer, eu estava me divertindo, sentia o atrito dos seios protuberantes dela e a melena balançava a cada gesto como uma cascata de sangue, os olhos verdes brilhavam com as luzes e a desinibição natural dela era exponencialmente aumentada pela bebida. Ela pegava minhas mãos e as colocava nas costas, na nuca ou no quadril, chegando ao ponto de eu sentir a pelve dela esfregando contra a minha. Tive que agradecer o esforço e me afastei de novo, no mínimo, aquecido. Outros caras se encarregaram de garantir que Sonia não ficasse sem álcool e companhia.
Vi Jaime flertando com alguma outra garota enquanto fumava um baseado atrás do outro, e minha irmã sentada em algumas cadeiras conversando com umas meninas. Procurei Sara com o olhar, preocupado, foi difícil encontrá-la. No balcão, com dois caras rodeando-a, ela sorria com afabilidade, mas li um pedido de ajuda no olhar dela. Eles a convidavam para uma dose atrás da outra, então depois de um tempo eu passei por lá, e foi ela quem pulou ao meu encontro.
—SARA: Aqui está você, amor! Ainda bem… — e ela me deu outro beijo perigosamente perto dos lábios —… Pronto, pessoal, encontrei ele — a nuvem de abelhudos se dissipou.
—EU: O que…
—SARA: Puf, que cansativo isso, não lembrava que era assim. Ainda bem que você apareceu, mais uma dose e eu termino na cama de um desses… — o hálito dela também cheirava a doses demais, ela cambaleava nos saltos e se agarrava em mim para se equilibrar, tinha aquele soluço bobo que pega e arrastava os erres ao falar.
—EU: Você faria amor com um deles?
—SARA: Puf… amor, disso eu já tive com meu marido… ex-marido… estou falando de foder selvagemente — ao dizer isso, ela se apoiou no meu ombro e quase provocou outra ereção em mim.
—EU: Mas você…
—SARA: Sou mulher, Samuel, e faz muito tempo que não tenho ninguém para apagar meu fogo. Ah, Deus! E te garanto que estou ardendo. Acontece com todas nós, até com sua mãe.
—EU: Não, ela… — ela fechou meus lábios com o dedo indicador de forma desajeitada.
—SARA: Shhh, não seja bobo. Você acha que sua mãe se importa com a solidão do seu pai? Eles estão transando agora mesmo, e como animais segundo sua mãe me conta – quase explodi ao ouvir isso.
- EU: Impossível! Eles são...
- SARA: Marido e mulher, e ele mete até o fundo. Se não acredita, vem.
Ela me pegou pela mão e me levou até a casa, não sem dificuldades – ela estava com dificuldade pra andar e mandou uma dose inteira pra dentro ao sair da festa, que quando chegamos em casa, 10 minutos andando, já estava vazia. Fomos escondidos por trás, subimos a escada e entramos em silêncio. Ela tirou os saltos e fomos ao 2º andar, onde os barulhos começaram a ficar audíveis. Sara estava destemida pela bebida e eu a ajudava a não tropeçar, com medo de fazer barulho. Colamos na porta e ouvi minha mãe gritar possuída. Sara sorria sem soltar minha mão, e cada gemido apertava mais meus dedos. Ela me levou pra baixo de novo, e subimos por fora, debruçados na varanda que dava pro quarto deles. Vimos meu pai de costas, nu, e minha mãe cavalgando ele como nunca achei possível, nua e com os peitos vibrando no ritmo da cintura dela. Não eram tão grandes pra ficarem pulando, mas eram hipnóticos. Meu pai não fazia nada, parado olhando sua mulher gritando a plenos pulmões. Tão agachados que estávamos pra vê-los, eu tinha minha tia na minha frente, de cócoras, e eu a rodeando por trás, com um braço na cintura dela, e a bunda dela na minha pica, que estava dura de ver minha mãe se mexer.
- SARA: Olha como ela rebota, a danada tá gozando que nem uma puta.
- EU: Mas é minha mãe...
- SARA: É uma mulher, e precisa do que todas, uma trepada de vez em quando.
- EU: Parece que tão curtindo – me ocorreu dizer.
- SARA: Normal, segundo sua mãe me conta, seu pai tem uma bem grossa... – uma revelação que me deixou pasmo – ...algo hereditário, pelo visto – levei 20 segundos pra entender.
- EU: Tá dizendo que eu...?
- SARA: Pelo que sinto... você não tá mal armado, não. É virgem? – era como se não estivéssemos falando da minha pica dura na bunda dela, sem nenhum de nós tirar os olhos do show que meus pais estavam dando, embora a verdade fosse que minha mãe que dava.
- EU: NÃO…….. teve uma garota…..
- SARA: sortuda da puta.
- CARMEN: AHHHH SIM, AHHHH SIM, ME COME, PAPAI, ME COME! – era incrível como ela se mexia, os giros de quadril eram espetaculares, meu pai levantou a mão para acariciar um seio, mas se cansou e abaixou.
Minha mãe se contorceu num gemido e desceu dele, que a colocou de bruços virando-a um pouco e dobrando uma perna, para penetrá-la por cima, foi quando vi o pau do meu pai, era escuro e parecia pesado, tinha uma grossura considerável, e ao enfiar várias vezes obrigou minha mãe a se segurar na parede, meu pai foi acelerando até grunhir como um porco e fazer tremer toda a cama, minha mãe soltava um gemido agudo a cada entrada e pegava ar na volta, soltava obscenidades, inconcebíveis para mim em seus lábios, “meu pai está matando ela”.
- SARA: caralho……… ele tá acabando com ela hahahaha.
- EU: o que eu faço?
- SARA: com eles nada, mas eu……… não sei com quem, mas preciso de sexo…… – pegou minha mão e levou entre suas coxas, sentia um calor abrasador por cima do biquíni, e enquanto assistíamos meu pai foder, acariciava a buceta da minha tia.
Minha mãe estava gritando como uma puta vulgar, e meu pai suava a bicas, passaram uns minutos intermináveis até que no final meu pai deu 4 fortes enfiadas e se deixou cair, seu pau fez um arco até bater na barriga, mole e brilhante, minha mãe se virou procurando ele com os lábios por um tempo, mas meu pai estava exausto e dormiu, deixando minha mãe com uma cara de frustrada.
- EU: eu……
- SARA: vem.
Ela me levou à praia de novo, meio caminho de mãos dadas, ao chegar estava deserta, me despiu sem mais, e começou a me chupar, quase caí no chão, meio bêbada no escuro ela acertou em cheio, meu pau ficou tão duro que parecia que ia explodir, suas mãos na base do meu membro seguravam o pau que ela engolia com uns lábios tão carnudos que me faziam dobrar de prazer, ao sentir sua Lambuzando a buceta, e em 2 minutos gozei na boca dela.
- SARA: Não brinca comigo, e eu aqui com esse tesão!
- EU: Eu… eu……… é que……… - Morria de vergonha, sentei na areia e me encolhi até virar uma bola, ela me acariciou com ternura.
- SARA: Não foi nada……. Vamos….. vista sua roupa – Obedeci feito um cachorrinho.
Na volta batemos na porta pra avisar, ajudei a Sara a chegar no quarto, porque ela estava tonta, deitei ela e fiquei olhando sem saber o que fazer, assim que a deixei, ela dormiu. Depois fui pro meu quarto, passei metade da noite querendo chorar, então levantei pra beber algo, a casa estava em silêncio, algumas horas antes tinha ouvido barulho de portas, talvez minha irmã e Sonia tivessem voltado, mas Jaime não estava no meu quarto, indo pra cozinha ouvi sons vindo da varanda, dei uma espiada e vi Sonia na piscina se pegando com um cara, e Jaime com outra garota, parecendo tão bêbada quanto os outros, não acreditava na facilidade com que Jaime sussurrava no ouvido dela, e a fazia abrir as pernas enquanto a mão dele sumia dentro da calcinha, foi um alívio saber que Jaime pelo menos estaria ocupado com essa garota, e deixaria minha tia em paz.
Voltei enojado pro meu quarto, “esse poderia ter sido eu se você tivesse ficado na festa”, me joguei na cama, e minutos depois Jaime apareceu sorrindo, não disse nada e foi deitar. Eu ainda não conseguia dormir, então desci pro quarto da minha tia, a porta aberta que tinha deixado me permitiu vê-la, agora nua na cama com a pele brilhando na luz da noite, tinha a bunda empinada e um seio pra fora das cobertas.
- MARTA: Você também ouviu eles, né? – Assustado, me virei e vi a figura da minha irmã de camisola.
- EU: Eu não…… é que……….
- MARTA: Sinto muito se Sonia e Jaime te acordaram.
- EU: Ah… não foi nada….. Quando você voltou?
- MARTA: Cheguei com a Sonia, mas fui pra cama enquanto ela brincava com aquele cara, agora ela tá lá em cima dormindo, meu Deus, quando ela tá A bêbada da Sonia ronca que nem um urso.
- EU: Você não deu pra ele? – escapou, era uma pergunta sincera, mas a Marta interpretou como brincadeira.
- MARTA: Não, ele era um merda, você não vai mais vê-lo, mas eu tô cansada e preciso dormir, com ela no meu quarto é impossível.
- EU: Eu também tô com sono, mas não consigo fechar os olhos.
- MARTA: Hahahaha igual quando era criança, você é um vampiro, de noite não dormia e ficava no meu colo todo encolhidinho hahaha.
- EU: Não lembro……
- MARTA: Eu lembro, você devia ter uns 6 ou 7 anos, eu gostava de acariciar seu cabelo enquanto você dormia, se quiser a gente pode tentar.
Aceitei perdido, não sabia o que pensar, tavam acontecendo muitas coisas em pouco tempo, entramos no quarto vazio do 2º andar e me deitei na cama, a Marta sentou como um buda e deixou minha cabeça apoiada nas pernas dela, passou uma hora brincando com meu cabelo até eu dormir. Ao acordar tava sozinho na cama, nem sabia que horas eram, quando chamei alguém só a Sonia atendeu, que tava se despedindo de um cara, na porta.
- EU: Quem era?
- SONIA: Ninguém………um menino que conheci ontem, querem nos convidar pra uma festa.
- EU: Cadê todo mundo?
- SONIA: Seus pais e o Jaime foram pra praia com sua tia, sua irmã tá tomando banho, como foi ontem? Eu me diverti pra caralho mas perdi sua pista.
- EU: Não sei te dizer…… – nunca disse algo tão verdadeiro.
- SONIA: Para de ficar com rodeios, vai e curte o que você quiser, pra isso que servem as férias – ela chegou na minha frente e me beijou no pescoço me fazendo rir, antes de subir as escadas.
Tomei um banho e café da manhã, não sabia pra onde ir então esperei minha irmã, que desceu enrolada numa toalha e secando o cabelo, a Sonia tava esperando ela pra sair de novo, me convidaram pra ir com elas, mas de jeito nenhum, me sentia um otário na companhia daqueles caras, então fiquei em casa sozinho por algumas horas, até peguei os livros de alguns trabalhos que tinha que fazer, desci pra sala já que, apesar do luxo, só Tinha ar condicionado ali, o resto da casa dependia da brisa do mar, e em certos horários era insuportável ficar nos quartos dos andares superiores, assim como em outros momentos o vento e a falta de proteção deixavam a casa gelada. Depois de algumas horas, ouvi barulho na porta e, por algum motivo, me escondi.
- SARA: OLÁ? TEM ALGUÉM EM CASA? – ela gritava repetidamente.
- SENHOR: Vamos, preciso te pegar.
- SARA: Espera, vou dar uma olhada – ela revistou cada cômodo, tudo menos as varandas, onde eu estava.
Subiram para o quarto dela e pude ver com cuidado como um cara alto e forte, de uns 40 anos e muito bronzeado, a seguia pelo quarto. Já estavam nus quando eu "me instalei", Sara sorria enquanto se deixava ser acariciada, o pau do cara, com a luz do sol e totalmente duro, se destacava, embora eu tivesse a impressão de que não era tão grande quanto o meu ou o do meu pai. Minha tia se deitou na cama abrindo as pernas, uma leve mata de pelos escuros apareceu, ela deitou o homem na cama e começou um boquete como o que ela me fez, mas durou mais de 4 minutos, na verdade o pau dele parecia endurecer até que Sara o cavalgou, quase senti o pau dele atravessando a boceta dela, e o grito de Sara denunciou.
- SARA: Vamos, imbecil, me fode de uma vez ou tenho que fazer tudo sozinha?!
- SENHOR: Hahaha, você é uma puta de cuidado, vou te foder tanto que você vai ficar louca.
- SARA: Ahhh sim……..me fode…………deus! – o homem se movia e minha tia vibrava com ele.
- SENHOR: Sabe?, adoro foder desconhecidas.
- SARA: Cala a boca e me dá com força, ontem fiquei com vontade! – isso doeu mais do que vê-la montando em outro.
Passaram-se muitos minutos em que o homem se deleitou com minha tia, mudaram para a posição de cachorrinho, e depois minha tia se recostou com as pernas abertas em um ângulo de 180º, se deixando ser perfurada enquanto beliscava os mamilos, o homem não aguentou tanto e gozou dentro da minha tia de forma selvagem, ela pegou a porra de dentro e lambeu dos dedos, enquanto eles brincavam de se acariciar, eu terminei de me esvaziar da brutal punheta que tinha batido.
- SENHOR: deus, você me deixa louco.
- SARA: não foi mal, agora vista-se e amadureça.
- SENHOR: me dá um segundo e vou te fazer gozar – ele estava chupando um mamilo dela com habilidade.
- SARA: eu disse para você cair fora, alguém pode vir e te ver, não quero dar explicações.
O homem deu um tapa em um peito dela e foi embora resmungando palavras inaudíveis, fiquei mais uma hora escondido, como me sentia, invisível, perdido. Fui para a piscina e nadei um pouco, Sara apareceu com expressão séria e sentou na beirada com os pés na água, com um camisolão azul claro e largo.
- SARA: como você está?
- EU: bem.
- SARA: olha………aquilo de ontem…..sinto se……….é que eu estava muito bêbada, não lembro de muita coisa, mas te devo um pedido de desculpas.
- EU: não foi nada……
- SARA: não é nada pessoal, desde aquilo com meu ex eu ando meio……..estúpida.
- EU: te entendo, não se preocupe.
- SARA: você é um amor de menino.
- EU: obrigado…..mas já sou um homem, não um menino.
- SARA: claro que é – seu sorriso doce me fazia apaixonar a cada segundo, mas seu tom foi condescendente.
Minha mãe e meu pai apareceram por trás cumprimentando, e entraram em casa sem se aproximar.
- SARA: não conta nada para eles, não sei como levariam se soubessem que bebi demais.
- EU: relaxa…..- o som de um mergulho soou atrás de mim e Jaime surgiu entre Sara e eu.
- JAIME: o que é que você não quer que eles saibam? – Sara me olhou com expressão cúmplice.
- EU: nada que te interesse.
- SARA: isso mesmo, hahahahaha.
- JAIME: então é assim, é…..- ele se aproximou de Sara e a pegou pela cintura jogando-a sobre si, os 2 caindo na água, de novo Jaime a tinha encharcada em seus braços, e rindo.
- SARA: que mania a sua de nos jogar na água! – ela se afastou alguns passos.
- JAIME: é que vocês ficam lindas com o cabelo molhado, você parece uma sereia – o camisolão ficou encharcado na hora, colando na sua pele e a parte de baixo flutuava subindo. SARA: você é um charme... - eles acabariam se juntando.
JAIME: sabe o que as sereias fazem? Mergulhar... - Sara soltou um grito curto ao se ver no ar e afundar na água pelo empurrão de Jaime, que então a segurou, deixando-a debaixo d'água por alguns segundos, enquanto encaixava sua pélvis na bunda dela -... olha como ela gosta.
EU: solta ela, você vai afogá-la.
JAIME: não, deixa ela assim, quero ver como reage. Se sair rindo, é minha; se não, que se dane e eu arrumo outra.
Esperei ansioso, os segundos pareciam horas. Sara se debatia e a sensação era de perigo. Queria agir, mas também queria saber. Jaime se manteve firme e, quase um minuto depois, a soltou. Sara emergiu pegando ar numa bocada enorme, e nós dois ficamos olhando para ela, expectantes. Ela segurou o peito com uma mão, recuperando o fôlego, e olhou para Jaime...
SARA: você é um animal...! - e sorriu para ele. Jaime quase pulou de alegria, mas o que fez foi ir atrás dela, que fugiu para se esconder atrás de mim.
JAIME: vem aqui, minha sereia!
SARA: por favor, Samuel! Me ajuda... - seus pedidos não escondiam a brincadeira. Eu estava perdido, vendo como o camisola colava nos seios dela.
JAIME: e quem disse que ele te protege? E se for outro caçador de sereias? - Peguei ela no ar, agarrei Sara, que se viu presa entre nós dois. Segurei seus braços, puxando-os para trás, enquanto Jaime se encostava no peito dela, de frente.
SARA: hahaha, que malvados vocês são! Dois contra uma, agora vão poder!
JAIME: só estamos brincando... - Ele a segurou pela nuca e a dobrou pela barriga, mergulhando-a na água. Senti a bunda dela apertando contra minha ereção crescente, e então Jaime colocou a cabeça de Sara entre as pernas. Sara estava imobilizada e se mexendo desesperada. Eu ia soltá-la quando Jaime pegou meu braço - ... espera alguns segundos. Se ela sorrir ao sair, te garanto que você também come ela.
EU: ontem ela me chupou... - Jaime ficou surpreso - ... não durou quase nada, ela estava bêbada, diz que não se lembra... JAIME: Já…….ela tá mais precisada que uma freira……vai, solta ela. Eu soltei e Sara tirou a cabeça de entre as pernas do Jaime, cuspindo água, dobrando
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