às vezes a calentura te abre caminhos pra coisas que você nunca imaginou"
A noite começou como qualquer outra noite de saída, Juliano me mandou um zap:
J: o que cê tá fazendo, viado?
L: só enrolando...
J: bora fazer alguma coisa hoje?
L: tô sem vontade... a comida de ontem me quebrou
J: Dá uma chance, vem pra cá e a gente toma umas brejas, fica aqui
L: ok.
Conhecendo ele, sabia que isso não ia rolar.
Cheguei na casa dele e na hora ligamos o Play, Fifa13 e umas brejas.
Perdi feio, claro.
J: hahaha azarado no jogo...
L: sortudo na cama, seu otário...
J: hahaha mau perdedor, então bora sair, comigo vai dar merda e com você vai bem
L: hahaha no teu sonho você me convence
Largamos os joguinhos e acendemos o narguilé. Juliano tinha arrumado um beck gostoso daqueles que incendeiam o cérebro. Em 5 minutos estávamos largados no sofá com o notebook no colo vendo facebooks de minas.
J: que putas que tão... e lembra da Ludmila?
L: siiiim, virou uma putona... gateia em Palermo, se chama Caro...
J: É? Chamamos ela?
L: Mano, tô moído, não sobe nem de brincadeira...
J: Ok, ok... corno manso
L: que tem a ver minha mina?
J: hahaha ela te castrou, filho da puta...
L: que idiota você é, se fosse assim eu tava com ela, não aqui...
Continuamos vendo facebooks. Achamos o face de um amigo que não via há séculos, a irmã tava uma gostosa! Nisso Juliano me fala:
J: que coragem desse cara de casar com um traveco
L: QUÊ?? Tá me zoando, gostoso! Um traveco!!!??? naaaaah
J: É sim, mano, essa mina não era mina...
L: Fala sério, otário, de verdade??
J: olha...
Juliano começou a procurar alguma coisa. Eu tava chocado, tinha outra ideia do que era um travesti. Imaginava eles feios, peludos, enormes... Tinha visto a Flor de la V, pra mim era assim. Mas aquela figura era de uma vedete.
De repente ele entrou num site de anúncios de travessas. E usando a habilidade de programador, meteu um código e começou a vas procurar nos arquivos do site, e lá estava ela. A mulher do Pablo. Mulher...
Não sei se era o baseado, a bebedeira ou o quê. Mas tava como hipnotizado olhando pra ela. Era tão delicada... Os olhos, a boca, a cintura... mas não conseguia parar de olhar o tempo todo pra virilha dela pra ver se aparecia alguma coisa. E nada...
nem sinal da "masculinidade" dela.
J: bom, e te mostro até aí porque nas outras dá pra ver a pica dela hahaha
L: sério?
J: sim, te mostro?
L: nahhh mano, cê acha que eu quero ver a rola dela?? cê tá mal??
J: beleza mano, quando cê vê um pornô cê vê mais de uma...
L: eu olho pra mina, não sei o que cê olha..
J: haha que idiota, eu olho o cenário, a posição da câmera... idiota
Ficamos zoando mais um tempo, deixamos o notebook em cima da mesa. Eu não conseguia parar de pensar na gatinha. Que decepção que a gente pode levar!!
Juli levantou e foi pro banheiro. Eu sentei na mesa com o notebook pra ver mais fotos, mas a dúvida me corroía. Juli demorava uma eternidade, então imaginei que tava cagando, e comecei a fuçar. Não lembrava o nome do site nem como tinha entrado,
maldito baseado. Entrei no histórico e cheguei na última foto. Olhei de novo pra ver se Juli vinha e passei pra próxima. Dava pra ver a pica dela mole sobre uma perna, escapando por baixo da saia que ela levantava distraidamente com a mão.
Não conseguia na minha mente juntar os dois mundos, era toda uma mulher, que pra que mentir, tava fortíssima!!! e de repente aparecia uma parte de homem... Continuei passando e já dava pra ver com menos roupa e o pau dela começava a crescer. Me sentia estranho, dava uma espécie de formigamento na situação toda,
meu amigo aparecer, e eu me enganchar vendo fotos de travestis, o fato de estar olhando isso... Não conseguia parar de passar fotos, queria ver se ela tinha grande... escrevo isso agora e não acredito nas minhas palavras...
J: acabou a cerveja aqui, mano...
Fiquei gelado, a voz do Juli atrás de mim, há quanto tempo ele tava ali?
L: uhhh... é... merda, não...
J: sobrou o uísque ou o veio... veio, né?
L: buuu... beleza...
J: viu, mané? deixa sem fala... um baita pica, né?
Eu ouvi aquilo e senti um arrepio... foi como se ele dissesse: tá tudo bem, não aconteceu nada, fica entre nós.
L: é... baita...
J: tem piores... põe "Mariana Córdoba"...
Escrevi e na hora apareceram vários vídeos, tinha um de um careca sentado no computador, entra a gostosa, levanta o vestido e salta uma pica enooorme, que fica na altura da boca dele, e ele abre a boca como se estivesse surpreso enquanto ela enfia o pau até a garganta e começa a esfregar na cara dele...
L: uau...
J: foda, né? parece uma gatinha!! e é uma delícia...
As palavras dele diziam: vamos continuar fazendo de conta que não é nada, não precisa explicar... mas a gente tava vendo um cara chupando a pica de um travesti.... Fomos passando os vídeos com comentários desse tipo: que gostosa... olha que peitão... olha que rabo... olha que perna... e de vez em quando escapava um "que pica boa", "queria ter uma assim grande"...
Tudo se prestava a esse jogo de "sim, mas não"... Eu não tinha percebido, mas de vez em quando eu apertava minha pica por cima da calça. Só reagi quando o Juli falou:
J: se quiser bater uma, tudo bem...
L: hein? o quê?
J: nada, você tá se segurando, mané, bate uma, tudo bem...
L: naaaah... não consigo, tenho vergonha...
J: não tem problema, cara, fica aqui. Eu também tô estourando.
Ele pegou na dele por cima do short de boxe, e foi só aí que eu percebi o quão perto eu tava da pica dele e até onde ela chegava. Eu tava meio de lado no sofá, inclinado pra frente olhando o computador. Fiquei desconfortável e me sentei direito.
L: naaah... deixa... Vamos sair!!
J: hahaha agora quer sair, né? fuma mais um e vamos
L: para, mané, tô acabado, não aguento mais...
J: vai, viado, o que vai te acontecer? eu cuido de você...
L: tá bom...
Fumamos e saímos sem pensar pra onde, ou talvez ele tenha dito, não lembro nem como entrei no táxi, nem como... Chegamos na balada e tal. Pela data, devia estar vazio, mas tava lotado pra caralho.
Pedimos umas brejas, dançamos um pouco e fomos pro banheiro. Na saída, nos perdemos um do outro. Não entendia nada, muita luz, gente... calooooorrr
Nem sei como perdi o Juli, tava do meu lado e no segundo puf! Dei voltas e voltas e nada...
Subi uma escadinha minúscula seguindo umas gatinhas e entrei num quarto que não tinha mais luz do que a que subia pela escada. Dava pra ver vultos de gente andando pra lá e pra cá, mas não via nada direito, só silhuetas. O lugar era estranho, a música não chegava lá, só se ouvia bem de fundo.
Caminhei um pouco com medo e comecei a ouvir gemidos... muitos. Me aproximei da multidão e dava pra ouvir gemidos de caras. Comecei a sentir mãos me tocando, tirei elas como pude sem ofender ninguém, e saí correndo. Na descida, encontro o Juli.
J: O que cê tava fazendo aí em cima, safado...?
L: Mano, tá cheio de viado!!
J: hahahaha sim, esse é o lugar dos que são como você... hahahaha
L: fala sério, mano, quase me quebraram o cu... quase parti pra briga (menti)
J: bom, cuidado porque aqui eles são mais...
L: uh, que lugar de merda... vamo embora
J: dançamos mais um pouco e vazamos, tem uma loira que me deixa louco...
Continuamos dançando, mas eu me sentia super desconfortável. O que rolou agora pouco não foi de graça, eu ficava relembrando na minha mente tonta e sentia calafrios... que porra é essa de um cara chegar e pegar na sua pica? não esperava por isso.
O Juli foi buscar uns drinks, o bar tava cheio de gente. Eu esperava ele na porta do banheiro. Ele sumiu de novo. Puta que pariu, Julian! Esperei ele por uns meia hora, já tava indo embora, tava putasso. Comecei a olhar pra escadinha: o que faço, vou procurar ele?
Nisso, o segurança me agarra.
P: tudo bem? aconteceu algo, cara?
Já tinha notado que a gente tava meio perdido.
L: Tudo bem, tô esperando meu amigo...
P: ele tá lá em cima?
L: sim, não sei... faz tempo que não vejo ele
P: quer ir buscar ele? te Espera aqui.
Ah, ferrou. Ele já não acreditou em mim e tava sentindo que era algo estranho, tava me testando.
L: olha... é que eu vim acompanhar ele, eu não curto "essa" onda
P: "essa" onda? que onda, cara, do que cê tá falando?
L: olha, não vou mentir, não sou gay e lá em cima tem putaria
P: isso aqui é uma balada gay, o que cê esperava achar, pó?
L: não, mano... juro que vim por ele.
P: então vamos procurar ele, senão te peço pra me acompanhar e a gente espera na porta junto
A puta que pariu!! na porta tava a polícia, se esse filho da puta musculoso abrir o bico, eu vou parar na cadeia.
P: e aí, cara?
L: hmm... cê não vem comigo? cê tem lanterna
P: sim, meu bem, mas lá em cima a lanterna não adianta...
L: então, mas não quero subir sozinho lá
P: beleza, então vou contigo
Sobe primeiro, atrás de mim. Entramos e na hora um cara agachado chupando a pica de outro bem musculoso, enquanto dois outros passavam a mão no corpo dele inteiro. Fiquei duro, me joguei pra trás e dei de cara com o segurança que era uma parede de ferro. Pensei: esse me enche de porrada e me mata.
Senti as mãos dele agarrando meus braços por trás, a mão dele envolvia meu bíceps inteiro.
P: calma, aqui ninguém vai te fazer nada se você não quiser, é só falar não e pronto, ok? senão eu também tô aqui e começo a distribuir porrada.
L: ok.
Era estranhíssimo. Me sentia tipo a gatinha com o segurança. Mas ao mesmo tempo queria me livrar do segurança e vazar correndo. Me veio a ideia de levá-lo até onde tava o churrasco, que não dava pra ver nada, e ali me livrar dele.
L: Deve estar mais pra lá...
P: fica tranquilo, eu cuido de você...
Ele colocou uma mão no meu ombro e a outra na minha cintura. Me fez sentir estranhíssimo. Senti um formigamento que não conseguia explicar. Merda... será que eu tava gostando um pouco daquilo?
Entramos e na hora era gemidos, cheiro de homem, movimento. Não sabia como me livrar do segurança. Ele me puxou um pouco pra perto dele e disse:
P: tá vendo ele?
L: não, que nada, não vejo nada...
Sentia mãos me tocando por todo lado, tirava mão daqui e dali, nele também. Quando se deram conta que eu era o segurança, deixavam. Nisso sinto que de um puxão baixam minha calça. Se jogam em cima de mim e começam a chupar minha piroca e a lamber meu cu ao mesmo tempo. Eu não tinha forças, queria tirá-los mas não conseguia.
Ele os tirou lenta e gentilmente dizendo que era segurança. Me agarrou e me colocou contra a parede ainda sem calças.
P: cê tá bem?
L: sim, eu... é que... (não coordenava as palavras)
P: bom, agora temos que achar seu amigo e sua roupa hahaha
Instintivamente tentei esconder meu pau, mesmo que não desse pra ver nada, tava pelado, e levei a mão na bunda, tava toda molhada de saliva de outro cara. Não sei por que precisei tocar meu cu, tava todo molhado. Ele, que me segurava pelo braço, disse:
P: cê tá bem, certeza que não te aconteceu nada?
E seguiu meu braço até minha bunda. Senti a mão dele passar entre minhas nádegas abrindo elas, passando a mão dele por cima da minha. Não sei por que tirei a mão e senti os dedos dele passarem pelo meu cu. Me deu um arrepio. Levantei a cabeça e olhei pra ele...
P: ah, mas cê tá com a bucetinha toda molhada? tão te preparando pra te comer, te deixo mais dois segundos e enfiam uma piroca em você
L: é... sério...?
P: sim, nunca comeu a bucetinha de uma puta antes de meter?
L: si... sim, mas eu sou...
P: que cê é...? vamos ver...
Ele passou a mão de novo me tocando tudo. Quase desmaiei... foi como se minha bunda pedisse pra ser comida
P: viu só... olha como ela abre quando passo o dedinho...
Ele fez a mesma coisa de novo e enfiou o dedo inteiro no meu cu. Esperava que doesse, mas foi como se eu precisasse daquilo. Meu pau tava explodindo... comecei a gozar...
P: uh, olha a puta como gozou... que puta safada que cê é... e agora? agora tenho que cobrar...
Me deu um beijo que quase me fez gozar de novo. Não oferecia resistência nenhuma, ele me penetrava com a língua, sentia a boca dele e a piroca dele contra mim. Ele se esfregava em mim parecia um búfalo no cio, enorme.
O que eu tô fazendo é um cara... pensava. Ele me virou e tirou a piroca dele. Comecei a chupar a bunda dele. Senti ele passando a língua de leve nas minhas nádegas e aí sim senti a dor. Ele abriu meu cu enfiando um pedaço enorme de carne. Gritei, chorei um pouco, mas tava gostando...
P: shhh... já já passa, no começo sempre dói... quer mais...?
L: sim....
P: tem certeza?
L: me come!
Ele me macetou uma vez e outra, já não doía mais. A mão dele batia uma pra mim e a boca percorria minha nuca, meu pescoço. Senti ele tenso e o pau dele expandindo. Senti toda a porra quentinha. Tinham gozado dentro de mim. Me senti uma puta. Ele se abaixou e começou a lamber meu cu, depois me virou e eu gozei enquanto ele chupava meu pau.
Ele me beijou na boca e saímos em silêncio atrás das minhas calças. Estavam todas pisoteadas, minha cabeça tava a mil.
P: vamos buscar seu amigo...
L: não vou, quero ir embora...
P: foi ruim pra você?
L: não, não é isso... não sou gay...
P: tudo bem... eu também não...
L: mas...?
P: às vezes a gente é assim... fica excitado e tem que meter... só isso...
Naquele momento fez sentido. Eu precisava acreditar nisso.
Ele me acompanhou até a porta, saímos e já era dia.
P: Ricardo...
L: hã?
P: Ricardo é meu nome.
Não sei por que aquilo me deu uma ternura. Um cara tão bruto, enorme, quase implorando pra eu saber o nome dele...
L: Eu me chamo Luis, mas você pode me chamar do que quiser
Segurei ele pelo pescoço e comecei a beijar ele na porta, na frente de todo mundo. Não me importei com nada naquele momento, tava excitado, ele também me beijava.
Nos separamos e comecei a andar.
L: a gente se vê por aqui...
Falei. Ele sorriu.
A noite começou como qualquer outra noite de saída, Juliano me mandou um zap:
J: o que cê tá fazendo, viado?
L: só enrolando...
J: bora fazer alguma coisa hoje?
L: tô sem vontade... a comida de ontem me quebrou
J: Dá uma chance, vem pra cá e a gente toma umas brejas, fica aqui
L: ok.
Conhecendo ele, sabia que isso não ia rolar.
Cheguei na casa dele e na hora ligamos o Play, Fifa13 e umas brejas.
Perdi feio, claro.
J: hahaha azarado no jogo...
L: sortudo na cama, seu otário...
J: hahaha mau perdedor, então bora sair, comigo vai dar merda e com você vai bem
L: hahaha no teu sonho você me convence
Largamos os joguinhos e acendemos o narguilé. Juliano tinha arrumado um beck gostoso daqueles que incendeiam o cérebro. Em 5 minutos estávamos largados no sofá com o notebook no colo vendo facebooks de minas.
J: que putas que tão... e lembra da Ludmila?
L: siiiim, virou uma putona... gateia em Palermo, se chama Caro...
J: É? Chamamos ela?
L: Mano, tô moído, não sobe nem de brincadeira...
J: Ok, ok... corno manso
L: que tem a ver minha mina?
J: hahaha ela te castrou, filho da puta...
L: que idiota você é, se fosse assim eu tava com ela, não aqui...
Continuamos vendo facebooks. Achamos o face de um amigo que não via há séculos, a irmã tava uma gostosa! Nisso Juliano me fala:
J: que coragem desse cara de casar com um traveco
L: QUÊ?? Tá me zoando, gostoso! Um traveco!!!??? naaaaah
J: É sim, mano, essa mina não era mina...
L: Fala sério, otário, de verdade??
J: olha...
Juliano começou a procurar alguma coisa. Eu tava chocado, tinha outra ideia do que era um travesti. Imaginava eles feios, peludos, enormes... Tinha visto a Flor de la V, pra mim era assim. Mas aquela figura era de uma vedete.
De repente ele entrou num site de anúncios de travessas. E usando a habilidade de programador, meteu um código e começou a vas procurar nos arquivos do site, e lá estava ela. A mulher do Pablo. Mulher...
Não sei se era o baseado, a bebedeira ou o quê. Mas tava como hipnotizado olhando pra ela. Era tão delicada... Os olhos, a boca, a cintura... mas não conseguia parar de olhar o tempo todo pra virilha dela pra ver se aparecia alguma coisa. E nada...
nem sinal da "masculinidade" dela.
J: bom, e te mostro até aí porque nas outras dá pra ver a pica dela hahaha
L: sério?
J: sim, te mostro?
L: nahhh mano, cê acha que eu quero ver a rola dela?? cê tá mal??
J: beleza mano, quando cê vê um pornô cê vê mais de uma...
L: eu olho pra mina, não sei o que cê olha..
J: haha que idiota, eu olho o cenário, a posição da câmera... idiota
Ficamos zoando mais um tempo, deixamos o notebook em cima da mesa. Eu não conseguia parar de pensar na gatinha. Que decepção que a gente pode levar!!
Juli levantou e foi pro banheiro. Eu sentei na mesa com o notebook pra ver mais fotos, mas a dúvida me corroía. Juli demorava uma eternidade, então imaginei que tava cagando, e comecei a fuçar. Não lembrava o nome do site nem como tinha entrado,
maldito baseado. Entrei no histórico e cheguei na última foto. Olhei de novo pra ver se Juli vinha e passei pra próxima. Dava pra ver a pica dela mole sobre uma perna, escapando por baixo da saia que ela levantava distraidamente com a mão.
Não conseguia na minha mente juntar os dois mundos, era toda uma mulher, que pra que mentir, tava fortíssima!!! e de repente aparecia uma parte de homem... Continuei passando e já dava pra ver com menos roupa e o pau dela começava a crescer. Me sentia estranho, dava uma espécie de formigamento na situação toda,
meu amigo aparecer, e eu me enganchar vendo fotos de travestis, o fato de estar olhando isso... Não conseguia parar de passar fotos, queria ver se ela tinha grande... escrevo isso agora e não acredito nas minhas palavras...
J: acabou a cerveja aqui, mano...
Fiquei gelado, a voz do Juli atrás de mim, há quanto tempo ele tava ali?
L: uhhh... é... merda, não...
J: sobrou o uísque ou o veio... veio, né?
L: buuu... beleza...
J: viu, mané? deixa sem fala... um baita pica, né?
Eu ouvi aquilo e senti um arrepio... foi como se ele dissesse: tá tudo bem, não aconteceu nada, fica entre nós.
L: é... baita...
J: tem piores... põe "Mariana Córdoba"...
Escrevi e na hora apareceram vários vídeos, tinha um de um careca sentado no computador, entra a gostosa, levanta o vestido e salta uma pica enooorme, que fica na altura da boca dele, e ele abre a boca como se estivesse surpreso enquanto ela enfia o pau até a garganta e começa a esfregar na cara dele...
L: uau...
J: foda, né? parece uma gatinha!! e é uma delícia...
As palavras dele diziam: vamos continuar fazendo de conta que não é nada, não precisa explicar... mas a gente tava vendo um cara chupando a pica de um travesti.... Fomos passando os vídeos com comentários desse tipo: que gostosa... olha que peitão... olha que rabo... olha que perna... e de vez em quando escapava um "que pica boa", "queria ter uma assim grande"...
Tudo se prestava a esse jogo de "sim, mas não"... Eu não tinha percebido, mas de vez em quando eu apertava minha pica por cima da calça. Só reagi quando o Juli falou:
J: se quiser bater uma, tudo bem...
L: hein? o quê?
J: nada, você tá se segurando, mané, bate uma, tudo bem...
L: naaaah... não consigo, tenho vergonha...
J: não tem problema, cara, fica aqui. Eu também tô estourando.
Ele pegou na dele por cima do short de boxe, e foi só aí que eu percebi o quão perto eu tava da pica dele e até onde ela chegava. Eu tava meio de lado no sofá, inclinado pra frente olhando o computador. Fiquei desconfortável e me sentei direito.
L: naaah... deixa... Vamos sair!!
J: hahaha agora quer sair, né? fuma mais um e vamos
L: para, mané, tô acabado, não aguento mais...
J: vai, viado, o que vai te acontecer? eu cuido de você...
L: tá bom...
Fumamos e saímos sem pensar pra onde, ou talvez ele tenha dito, não lembro nem como entrei no táxi, nem como... Chegamos na balada e tal. Pela data, devia estar vazio, mas tava lotado pra caralho.
Pedimos umas brejas, dançamos um pouco e fomos pro banheiro. Na saída, nos perdemos um do outro. Não entendia nada, muita luz, gente... calooooorrr
Nem sei como perdi o Juli, tava do meu lado e no segundo puf! Dei voltas e voltas e nada...
Subi uma escadinha minúscula seguindo umas gatinhas e entrei num quarto que não tinha mais luz do que a que subia pela escada. Dava pra ver vultos de gente andando pra lá e pra cá, mas não via nada direito, só silhuetas. O lugar era estranho, a música não chegava lá, só se ouvia bem de fundo.
Caminhei um pouco com medo e comecei a ouvir gemidos... muitos. Me aproximei da multidão e dava pra ouvir gemidos de caras. Comecei a sentir mãos me tocando, tirei elas como pude sem ofender ninguém, e saí correndo. Na descida, encontro o Juli.
J: O que cê tava fazendo aí em cima, safado...?
L: Mano, tá cheio de viado!!
J: hahahaha sim, esse é o lugar dos que são como você... hahahaha
L: fala sério, mano, quase me quebraram o cu... quase parti pra briga (menti)
J: bom, cuidado porque aqui eles são mais...
L: uh, que lugar de merda... vamo embora
J: dançamos mais um pouco e vazamos, tem uma loira que me deixa louco...
Continuamos dançando, mas eu me sentia super desconfortável. O que rolou agora pouco não foi de graça, eu ficava relembrando na minha mente tonta e sentia calafrios... que porra é essa de um cara chegar e pegar na sua pica? não esperava por isso.
O Juli foi buscar uns drinks, o bar tava cheio de gente. Eu esperava ele na porta do banheiro. Ele sumiu de novo. Puta que pariu, Julian! Esperei ele por uns meia hora, já tava indo embora, tava putasso. Comecei a olhar pra escadinha: o que faço, vou procurar ele?
Nisso, o segurança me agarra.
P: tudo bem? aconteceu algo, cara?
Já tinha notado que a gente tava meio perdido.
L: Tudo bem, tô esperando meu amigo...
P: ele tá lá em cima?
L: sim, não sei... faz tempo que não vejo ele
P: quer ir buscar ele? te Espera aqui.
Ah, ferrou. Ele já não acreditou em mim e tava sentindo que era algo estranho, tava me testando.
L: olha... é que eu vim acompanhar ele, eu não curto "essa" onda
P: "essa" onda? que onda, cara, do que cê tá falando?
L: olha, não vou mentir, não sou gay e lá em cima tem putaria
P: isso aqui é uma balada gay, o que cê esperava achar, pó?
L: não, mano... juro que vim por ele.
P: então vamos procurar ele, senão te peço pra me acompanhar e a gente espera na porta junto
A puta que pariu!! na porta tava a polícia, se esse filho da puta musculoso abrir o bico, eu vou parar na cadeia.
P: e aí, cara?
L: hmm... cê não vem comigo? cê tem lanterna
P: sim, meu bem, mas lá em cima a lanterna não adianta...
L: então, mas não quero subir sozinho lá
P: beleza, então vou contigo
Sobe primeiro, atrás de mim. Entramos e na hora um cara agachado chupando a pica de outro bem musculoso, enquanto dois outros passavam a mão no corpo dele inteiro. Fiquei duro, me joguei pra trás e dei de cara com o segurança que era uma parede de ferro. Pensei: esse me enche de porrada e me mata.
Senti as mãos dele agarrando meus braços por trás, a mão dele envolvia meu bíceps inteiro.
P: calma, aqui ninguém vai te fazer nada se você não quiser, é só falar não e pronto, ok? senão eu também tô aqui e começo a distribuir porrada.
L: ok.
Era estranhíssimo. Me sentia tipo a gatinha com o segurança. Mas ao mesmo tempo queria me livrar do segurança e vazar correndo. Me veio a ideia de levá-lo até onde tava o churrasco, que não dava pra ver nada, e ali me livrar dele.
L: Deve estar mais pra lá...
P: fica tranquilo, eu cuido de você...
Ele colocou uma mão no meu ombro e a outra na minha cintura. Me fez sentir estranhíssimo. Senti um formigamento que não conseguia explicar. Merda... será que eu tava gostando um pouco daquilo?
Entramos e na hora era gemidos, cheiro de homem, movimento. Não sabia como me livrar do segurança. Ele me puxou um pouco pra perto dele e disse:
P: tá vendo ele?
L: não, que nada, não vejo nada...
Sentia mãos me tocando por todo lado, tirava mão daqui e dali, nele também. Quando se deram conta que eu era o segurança, deixavam. Nisso sinto que de um puxão baixam minha calça. Se jogam em cima de mim e começam a chupar minha piroca e a lamber meu cu ao mesmo tempo. Eu não tinha forças, queria tirá-los mas não conseguia.
Ele os tirou lenta e gentilmente dizendo que era segurança. Me agarrou e me colocou contra a parede ainda sem calças.
P: cê tá bem?
L: sim, eu... é que... (não coordenava as palavras)
P: bom, agora temos que achar seu amigo e sua roupa hahaha
Instintivamente tentei esconder meu pau, mesmo que não desse pra ver nada, tava pelado, e levei a mão na bunda, tava toda molhada de saliva de outro cara. Não sei por que precisei tocar meu cu, tava todo molhado. Ele, que me segurava pelo braço, disse:
P: cê tá bem, certeza que não te aconteceu nada?
E seguiu meu braço até minha bunda. Senti a mão dele passar entre minhas nádegas abrindo elas, passando a mão dele por cima da minha. Não sei por que tirei a mão e senti os dedos dele passarem pelo meu cu. Me deu um arrepio. Levantei a cabeça e olhei pra ele...
P: ah, mas cê tá com a bucetinha toda molhada? tão te preparando pra te comer, te deixo mais dois segundos e enfiam uma piroca em você
L: é... sério...?
P: sim, nunca comeu a bucetinha de uma puta antes de meter?
L: si... sim, mas eu sou...
P: que cê é...? vamos ver...
Ele passou a mão de novo me tocando tudo. Quase desmaiei... foi como se minha bunda pedisse pra ser comida
P: viu só... olha como ela abre quando passo o dedinho...
Ele fez a mesma coisa de novo e enfiou o dedo inteiro no meu cu. Esperava que doesse, mas foi como se eu precisasse daquilo. Meu pau tava explodindo... comecei a gozar...
P: uh, olha a puta como gozou... que puta safada que cê é... e agora? agora tenho que cobrar...
Me deu um beijo que quase me fez gozar de novo. Não oferecia resistência nenhuma, ele me penetrava com a língua, sentia a boca dele e a piroca dele contra mim. Ele se esfregava em mim parecia um búfalo no cio, enorme.
O que eu tô fazendo é um cara... pensava. Ele me virou e tirou a piroca dele. Comecei a chupar a bunda dele. Senti ele passando a língua de leve nas minhas nádegas e aí sim senti a dor. Ele abriu meu cu enfiando um pedaço enorme de carne. Gritei, chorei um pouco, mas tava gostando...
P: shhh... já já passa, no começo sempre dói... quer mais...?
L: sim....
P: tem certeza?
L: me come!
Ele me macetou uma vez e outra, já não doía mais. A mão dele batia uma pra mim e a boca percorria minha nuca, meu pescoço. Senti ele tenso e o pau dele expandindo. Senti toda a porra quentinha. Tinham gozado dentro de mim. Me senti uma puta. Ele se abaixou e começou a lamber meu cu, depois me virou e eu gozei enquanto ele chupava meu pau.
Ele me beijou na boca e saímos em silêncio atrás das minhas calças. Estavam todas pisoteadas, minha cabeça tava a mil.
P: vamos buscar seu amigo...
L: não vou, quero ir embora...
P: foi ruim pra você?
L: não, não é isso... não sou gay...
P: tudo bem... eu também não...
L: mas...?
P: às vezes a gente é assim... fica excitado e tem que meter... só isso...
Naquele momento fez sentido. Eu precisava acreditar nisso.
Ele me acompanhou até a porta, saímos e já era dia.
P: Ricardo...
L: hã?
P: Ricardo é meu nome.
Não sei por que aquilo me deu uma ternura. Um cara tão bruto, enorme, quase implorando pra eu saber o nome dele...
L: Eu me chamo Luis, mas você pode me chamar do que quiser
Segurei ele pelo pescoço e comecei a beijar ele na porta, na frente de todo mundo. Não me importei com nada naquele momento, tava excitado, ele também me beijava.
Nos separamos e comecei a andar.
L: a gente se vê por aqui...
Falei. Ele sorriu.
4 comentários - Uma noite diferente...
Muy bueno 👏 👏 👏
Gracias por compartir y feliz 2016 👍
Yo comenté tu post, la mejor manera de agradecer es comentando alguno de los míos...