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Compêndio ILembro que fiquei de boca aberta quando esperei por ela na frente do estacionamento do prédio. Ela sorria, com a satisfação de me ver surpreso.
"E aí… Vamos?" perguntou, depois de entrar na caminhonete, sempre sorrindo pela minha cara de espanto.
Entendi por que a Marisol tinha insistido tanto. Provavelmente, ela tinha se arrumado daquele jeito pra cerimônia de honra…
Umas horas antes, enquanto jantávamos, a Amelia perguntou pra minha esposa.
"E por que você não vai também?"
"Amelia, você sabe bem que eu não sei dançar…" respondeu meu rouxinol. "Além disso, prefiro ficar com as pequenas…"
"Mas… Por que o Marco tem que ir?" apontou a irmã dela. "Ele também não sabe dançar… muito bem, digamos…"
Nenhuma delas desconhece por que eu sempre me ofereço pra lavar a louça. Coloco o rádio, o celular ou algo com música e danço. Obviamente, com a coordenação e destreza de um engenheiro, mas me diverte e os pratos ficam limpos, então me deixam fazer isso… ou então, me ajudam e dançam comigo.
"Te contei que ela terminou com o namorado e quer fazer ciúmes!" respondeu Marisol.
"Sim, isso eu sei!" retrucou Amelia, claramente complicada. "Mas também te conheço, Marisol… e às vezes você exagera na generosidade…"
A irmã dela sorriu pra ela.
"Bom, Amelia. O que posso te dizer? Me sinto em dívida com ela, por ter se dado ao trabalho de me orientar na faculdade… e é minha única colega de estudos. Como não vou ajudar?"
Amelia suspirou…
"Pode ter certeza que não vou passar a noite fora!" expliquei num tom tranquilizador. "Volto, no máximo, às 3…"
"Tão tarde?" protestou minha cunhada.
Sorri.
"Amelia, é uma festa da faculdade!… e ela dança, mas não tem par. Também não gosto de virar a noite e não é que vou perder um fim de semana inteiro por sair pra dançar…"
Ela riu do meu comentário e não criou mais problemas.
No entanto, eu compartilhava das preocupações dela…
"E por que você me chamou?" perguntei, olhando de relance pra Megan, enquanto dirigia. "Por que você não chamou o Ryan?"
Ela sorriu.
"Você acha que o Ryan sabe dançar?"
"Bom... eu não sou bom em dançar..." avisei.
"É..." exclamou ela, sem entusiasmo. "Também já te vi lavando a louça... mas pelo menos, você é mais gostoso."
"Mas... por que você quer que eu vá?"
"Bem... porque ouvi dizer... que meu ex-namorado arrumou outra garota..."
"E daí? Vocês terminaram há uns meses..."
"Mas os sentimentos não vão embora da noite pro dia!" respondeu, irritada.
Achei que não seria uma boa ideia, porque não me considerava a pessoa mais adequada pra acompanhá-la.
Ela usava uma saia branca de verão, leve até os joelhos, com umas meia-calça preta até os joelhos e uma jaqueta jeans. Tava bem perfumada, mas eu não conseguia parar de olhar pro rosto dela, e ela percebia, sorrindo satisfeita.
Chegamos na festa por volta das 9, perto da praça onde fazem apresentações teatrais. Me surpreendi com a quantidade de casais dançando. Umas 500 pessoas, mas os olhos azuis da Megan estavam determinados a encontrar o ex-namorado.
Enquanto ela procurava, fui ao bar e pedi uma bebida pra ela e um suco pra mim. Pouco depois, ela voltou pro meu lado.
"Tá ali! Acabei de ver!" informou, furiosa. "E é verdade. Tava com outra garota..."
"E o que você pretende fazer?"
"Não sei!" respondeu. "Tô tão puta!"
Naquela hora, me odiei...
"Vem, vamos dançar!" convidei, estendendo a mão.
"Mas você não sabe dançar!" disse, sem rodeios.
"Não, mas você sabe..." expliquei.
E claro, fomos pra pista de dança e eu me mexia com espasmos, como sempre, enquanto ela dava os passos normais.
Não foi como nos filmes, que a gente fica no centro da pista e todo mundo olha. Mas eu tava fazendo papel de trouxa e os caras riam de mim.
Ela sentia vergonha por nós dois, mas eu confiava no meu plano...
Finalmente, apareceu um cara gordo, metaleiro, uns 25 anos, começando a ficar careca, com uma barba e uns piercings…
“E esse quem é? Mais um dos inteligentinhos?” ele perguntou pra Megan.
Ela não ousava responder…
“Esse é seu ex-namorado?” perguntei, incrédulo.
O cara inflou o peito…
“Isso mesmo! Sou o grande Jim…”
“Tá, tá, tá…” interrompi, antes que ele começasse a falar demais, o que o deixou puto. “E esse cara era seu namorado?”
Ele riu, enquanto ela não tinha coragem de responder.
“É que com um cara sem sal como você, obviamente que fica espantado…”
Megan estava vermelha de vergonha…
“E você já pensou por que ela preferiu um cara como eu?” perguntei.
“Provavelmente, se contentou com o primeiro que apareceu…”
“Mas olha pra mim!…” falei, mostrando meu corpo. “Sou magrelo, não tenho força e já viu que pra dançar não presto… já ela é uma deusa: mexe a cintura de um jeito espetacular. Olhinhos azuis, pele branquinha, cabelo claro, uma bunda gostosa e os peitos são deliciosos. Faz sentido ela estar comigo? Não faz! E mesmo assim, aqui estamos juntos… enquanto você se pergunta por que ela tá comigo…”
Jim ficou confuso, assim como Megan, enquanto o resto do povo assistia o show incomum morrendo de rir.
“Olha pra você! Braços enormes e um piercing! Sem dúvida é um cara durão! E eu, magro, sem sal e dançando com uma rainha… Não poderíamos ser mais diferentes! O que você acha que fez ela escolher a mim, parceiro?... fisicamente, você é melhor que eu… Isso faz sentido? Claro que não, parceiro!”
Eu usava a “defesa chewbacca” com maestria…
Megan não sabia o que pensar…
“A única justificativa lógica, camarada, que me vem à cabeça é que sejamos diferentes na cama…” falei, bem tranquilo. “Porque claro, ela dança com um cara sem sal como eu e tal, mas na cama, eu devo acabar com ela… talvez por isso que ela te largou.”
Sei que não foi assim. Jim largou a Megan, mas sei manipular a opinião da galera em situações assim (uma das razões pelas quais só briguei 2 vezes. Nas outras, sempre vinham me defender). virou a meu favor, com um intenso “uhhh!”
“Posso quebrar sua cara…” me avisou.
“Vai nessa!” desafiei. “Mas mesmo assim… ainda vou ser melhor que você na cama… e eles vão saber.”
Os olhos da Megan brilhavam, enquanto o grandão Jim se deixava impressionar com o que o pessoal podia falar dele.
Como não podia fazer nada comigo, me deixou em paz e a gente foi dançar com a Megan…
“Você é incrível!” ela disse, me beijando com paixão.
“É… tenho meus momentos…”
E a meia hora seguinte foi foda, porque ela dançou colada em mim, me provocando com aquele rabo e com a flexibilidade dela…
E digo meia hora, porque tive que levá-la pro estacionamento pra comer ela…
“Você está… uma delícia!” falei, enquanto enterrava ela sentada no banco de trás da caminhonete.
“Eu… sei!... Ahhh!...” ela dizia, se agarrando nos meus ombros. “Achei… que você ia gostar… Ahh!”
Eu tava fodendo ela com mais força que o normal, porque além da roupa, ela tinha arrumado o cabelo, deixando duas tranças dos lados, num estilo parecido com o da líder de torcida loira do videogame, e desde que subiu na caminhonete, já me deixou a mil…
Pra piorar, por baixo da jaqueta jeans ela usava uma camisa fina, que mostrava o umbigo e a cintura sensual, e depois de tirar a roupa e o sutiã, eu chupava os peitos dela de um jeito delicioso.
“Ai, sim!... Ai, sim!... Continua!... Continua!...” ela gritava, enquanto eu penetrava com mais força.
Eu me agarrava na bunda dela, porque queria estrear aquilo naquela mesma noite.
“Isso!... Me come!... Me come!... Assim!... Assim!... Assim!... Ahhhh!” ela exclamou, quando enchi a camisinha.
Dirigi todo errado, porque a Megan foi me chupando o caminho inteiro até o apartamento dela. As tranças dela foram tão excitantes quanto os rabos de cavalo, e depois de dar a porção de suco dela depois de estacionar, a gente voou pro apartamento dela.
“A Marisol… deixou?” ela perguntou, enquanto cavalgava em mim.
“Até as 3…” respondi.
Ela sorriu. Eram só 11:20…
“Marco, uma uma vez sem camisinha!... Por favor!...” ela me pediu. “Tô tomando pílula…”
Estilo cachorrinho…
“Ufff!... Ufff!... Marco… cê tem razão!... Ahhh!... Cê dança… horrível… mas transa… genial!...” ela dizia, enquanto eu metia nela, apoiada na cama dela.
“E você… com esse cabelo… e dançando tão colada…” eu respondi, enquanto enfiava quase tudo nela.
Nunca pensei que ia ter uma ereção por dançar tão grudado. Talvez, Marisol e eu devêssemos sair pra dançar…
Adorava a cintura dela. Branquinha, com umas pintinhas, mas com uma bunda modesta, embora bem apertadinha.
Eu comia ela com mais força, pensando que seria o primeiro a arrebentar ela. Não sei se ela sente algo pelo Ryan. Talvez seja só vontade de brincar com ele, mas eu queria provar ela primeiro…
Diferente das outras vezes, que eu usava o indicador e o anelar, dessa vez, enfiei o polegar pra ver o cuzinho dela…
“Não… assim não!” ela reclamava, mas tava gostando.
“Cê vai… deixar eu provar?” perguntei.
Ela sorriu.
“É que… depois você vai querer… sempre pelo cuzinho…” ela reclamou, dando umas risadinhas.
“Mas… vou poder gozar… sempre…” eu respondi.
Aí os movimentos desandaram pros dois lados. Nós dois queríamos gozar depois…
Ela tava preocupada. Marisol disse que as primeiras vezes foram um pouco doloridas, porque ela ficava nervosa, então eu tentava acalmar minha fera lambendo ela.
Mas ela tem cabeça própria e quando mete uma ideia na cabeça, não descansa até realizar…
“Tá bom!... mas vai com calma, por favor.” Ela pediu, vendo que eu não desistia.
Aquela pressão, quando apertam a cabeça do pau, não tem preço. Ela sentia eu alargando ela devagar e, mesmo doendo, aguentava.
“Mais devagar!... Mais devagar, por favor!...” ela pedia e eu tentava obedecer.
Mas era tão apertado, que eu sentia minha cabeça deformando a cavidade dela, tipo um quebra-mar ou um navio, deixando um sulco no mar.
Quando achei que já era suficiente, perguntei se podia bombar.
“Sim… mas vai…” Devagar..." ela pediu.
Recuei lentamente e avancei de novo. Ela reclamava baixinho, mas aguentava.
Recuava e avançava. Recuava e avançava, sempre perguntando se doía.
Os gemidos dela começaram a mudar...
"Continua!... Continua!... Ahhh!... Tá começando... a ficar bom!"
Foi um alívio, porque tava difícil me segurar.
Bombeei com mais força, sempre conferindo. Por sorte, ela tava começando a gostar.
"Isso!... Isso!... Mete mais!... Por favor!... Tá tão... gostoso!" ela exclamou.
Foi música pros meus ouvidos. Comecei a meter com tudo.
"Ai!... Ai!... Ai!... Sinto você me queimando... bem gostoso!"
Me agarrei na cintura dela, bombando com prazer. Ela tava adorando e, com uma mão, acariciava o clitóris dela.
"Isso!... Isso!... Continua assim!..." ela pedia, suando pra caralho.
Eu também tava com calor, mas não conseguia parar. Era muito bom.
Finalmente, gozei dentro dela, que soltou um baita suspiro e sorriu, sentindo meu leite nos intestinos dela.
"Marisol... tinha razão!" ela disse, se virando pra me beijar. "É muito gostoso!"
"E aí, como tá seu Booty? Tá muito dolorido?"
"Não... não tanto..." respondeu. "Arde um pouco... mas tá meio dormente."
"Então... você se importaria se a gente fizesse de novo?" perguntei.
"O quê? Quer fazer de novo?" ela perguntou, com um sorrisão.
"É que... quando você se apertava... você parecia tão gostosa..." confessei, envergonhado. "Além disso, é um tesouro que o grande Jim nunca provou..."
"Quer dizer, um tesouro que nunca deixei ele provar..." ela me corrigiu.
Olhei pra ela, surpreso.
"Antes, eu gostava de caras como o Jim: másculos, fortes e possessivos..." ela acariciou minha coxa suavemente. "Mas sempre tive um pouco de medo de dar o Booty pra ele... imagina... ele era muito bruto e gostava de fazer em lugares nada românticos..."
Ela deu um suspiro fundo...
"Mas a sorte sorriu pra mim e conheci o marido da minha melhor amiga... um dançarino horrível, mas um verdadeiro cavalheiro." Ela me deu um sorriso lindo. "Ele me garantiu que não ia me preocupar, que não ia doer e que eu ia aproveitar… e aqui estamos, deitados na minha cama, eu penteada igual uma líder de torcida caçadora de zumbis e o marido da minha amiga, pedindo uma segunda chance… pra quem eu nunca conseguiria dizer não…”
E começamos de novo. Foi tão gostoso quanto da primeira vez… e ela ficou igualmente satisfeita.
“E quais são seus planos?” perguntei, enquanto ela se recostava no meu braço.
“Não sei!” respondeu. “Queria visitar meus pais…”
“Na cidade cheia de vaca? Por quanto tempo?”
Ela sorriu.
“Por que perguntou? Pensei que você ia ficar feliz com sua sogra e sua cunhada e, se não me engano, mês que vem chega a prima da sua esposa…” perguntou, com um olhar safado.
“Bom… acho que te tratei mal. Não te dei tanta atenção quanto você merece…”
Rimos…
“Mas queria te conhecer melhor e me redimir.” Continuei, meio sem graça.
É difícil confessar algo assim pra alguém que sabe o quão promíscuo você é.
“Bom… acho que vou ficar até março.” Respondeu, com um sorriso que parecia decidido a me desanimar. “Sabe como é! As mães sempre dizem que sentem saudade… mas não sei… no próximo semestre acho que vou ter tempo pra um relacionamento… mais carnal…”
A última parte, ela disse me dando um beijo.
Depois de transar de camisinha mais uma vez e ver que o relógio marcava 3:15 da manhã, comecei a me vestir.
“Pode ser que a buceta fique dolorida uns dias…” expliquei, enquanto me arrumava.
“Marisol não vai ficar brava porque você voltou mais tarde?” perguntou.
“Ela, acho que não.” Respondi. “Agora, minha cunhada é outra história…”
Ela arregalou os olhos. Beijei ela mais uma vez e fui embora.
Pode ser que na pista, meus passos de dança sejam uma merda. Mas na cama, é outra história…Próximo post
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