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Compêndio IQuando voltei pra casa, não imaginei que começaria a curtir minha cunhada naquela mesma noite.
"Não, Marco!... Não, Marco!... Perdoa ela!... Ahhh!... Não fica bravo... com ela!" ela suplicava, enquanto cavalgava em mim como uma deusa vikinga.
Tudo começou na quinta-feira antes da semana livre. Marisol e Megan foram à cerimônia de honra ao mérito, acompanhadas pela família da minha esposa.
Disseram que foi uma cerimônia muito bonita, que aconteceu no auditório da faculdade de Artes. Outros 60 estudantes foram reconhecidos, de vários cursos.
Marisol tinha altas expectativas de ganhar o reconhecimento de "aluna do ano", mas legalmente, ela só está há um semestre e esses prêmios são dados a estudantes extremamente dedicados à universidade. Duvido que ela ganhe, porque com as crianças, não consegue participar de clubes ou de mais atividades.
Mesmo assim, ela ganhou um diploma de "aluna destaque", junto com uma medalha, assim como a Megan.
Pra Megan, especialmente, foi um alívio, já que ela estava à beira da expulsão e realmente sentiram muito que eu não pudesse estar presente naquele momento especial.
Mas o motivo do título aconteceu no fim de semana e por despeito.
Quando cheguei na segunda-feira, me esperavam com o almoço pronto. Algo estranho estava rolando, porque a Verônica estava nervosa e a Marisol estava mais quieta.
Só a Violeta e a Amelia pareciam felizes em me ver.
Depois de terminar a comida, me deram a má notícia: o triturador de lixo tinha quebrado.
Estranhei isso ter acontecido, já que a gente usa pouquíssimo. Geralmente, jogamos o lixo na lixeira e a pia da cozinha fica só pra lavar louça.
Mas, pra deixar a situação ainda mais estranha, a Marisol me pediu pra acompanhá-la até o quarto dela.
"Não quero que você faça uma cena na frente da Violeta..." ela disse, me deixando tão perplexo quanto a Verônica e a Amelia.
No nosso quarto, ela confessou a travessura, me dando um beijo carinhoso. ele disse que tinha estragado de propósito.
Perguntei por que ela tinha feito uma besteira dessas, e a justificativa dela foi que eu tinha reclamado do desejo que a mãe dela sente por Kevin e por mim, já que eu precisaria pensar na situação.
Segundo ela, fazendo isso, poderia pedir ajuda ao Kevin para ele vir em casa. Ela se encarregaria de sair com as irmãs e com a Fio para comprar presentes de Natal e assim nos deixar a tarde toda para brincar com a mãe dela.
Não é que eu tenha ficado bravo de verdade. Como digo, o triturador raramente usamos, e um motivo real pra mim seria se ela esquecesse de dar mamadeira às pequenas ou trocá-las.
Mas me incomodou que ela fizesse isso, porque de uma coisa que não precisávamos, criou um problema real: a pia da cozinha ficou inutilizável e a água começou a acumular.
Perguntei se em algum momento ela considerou mentir, dizendo que tínhamos um defeito, ao que ela respondeu que o Kevin perceberia se fosse algo fácil de resolver.
Então, perguntei se ela tinha considerado que eles, diferente de nós, não consertam essas coisas por conta própria e que geralmente chamam encanadores ou técnicos, já que o triturador é mais complexo que os sistemas de drenagem modestos da nossa terra…
“Isso… não tinha pensado nisso…” ela disse, com um sorriso nervoso. Imagino que, se fosse uma garota de anime, teria aquela gota gigante nas costas.
Liguei pra Fio, que atendeu toda animada, me perguntando como tinha sido minha semana, se estava com saudades e se planejava visitá-la nesses dias…
Não me surpreendi quando ela disse que o Kevin não tinha ferramentas em casa.
O resto da tarde passei na pia, tentando limpar o cano e tirar o triturador.
Consegui fazer a água passar um pouco, depois de remover cascas de tomate e folhas de alface. Mas as lâminas do triturador estavam travadas com um sabugo de milho, que impedia a rotação.
No jantar, elas estavam mais quietas e… de novo, depois do jantar, Marisol me chamou no quarto.
Rindo com a porta fechada, ela me contou que a mãe e a irmã dela realmente achavam que ela estava brava comigo e que ela planejava usar isso a favor dela…
Perguntei como e ela me mostrou um plano que reforçou minhas crenças de que ela é uma "Napoleão do crime", porque ela realmente estava torcendo a situação pro benefício dela…
E naquela noite de segunda-feira, começava a primeira fase…
"Marco… você tem que… perdoar ela!… Você não pode ser… Ai, não!… tão severo com ela!" Amelia me pedia, se arrepiando enquanto cavalgava em mim.
"Amelia… acredite… eu não estou bravo…" eu disse, amassando os seios balançando dela por baixo da camiseta.
Ela vestia uma camiseta de lã bem fina, que deixava ver os mamilos dela duros e uma calcinha minúscula, que não demorei muito pra tirar.
Ela se agarrou no meu ventre pra me enterrar mais fundo dentro dela, soltando gemidos sensacionais, enquanto os lábios carnudos dela procuravam os meus e minha língua.
"Marco!… Ahhh!… Se você não estivesse… Ahhhh!… bravo, você não estaria… Ahhhhh!… transando comigo…" ela apontou, se sacudindo freneticamente em cima de mim. "Quer dizer… Ayyyy!… Quer dizer… Ahhh!… Eu queria… Ahhh!… que você viesse… Ahhh!… e fizesse… assim… comigo… mas Marisol… mas Marisol…"
Não conseguiu continuar, porque os dois estávamos à beira do orgasmo. A camiseta dela estava suada e dava pra ver a sombra dos mamilos dela, cujos pontos subiam e desciam, acompanhando aqueles flans tremendos que ela tem no peito.
Os movimentos de quadril dela eram potentes e tempestuosos, espremendo meu suco até com os joelhos, pressionando minha cintura.
Eu gozei de novo dentro dela, causando um gemido intenso de prazer e fazendo ela arfar de exaustão.
Deitada em cima de mim, abraçada e recuperando um pouco do fôlego, ela continuou com os pensamentos dela.
"Eu senti sua falta!… Senti muito sua falta!… mas eu sei que você quer… a Marisol… e eu não gosto de ver você… bravo…" ela me olhou com os olhos verdes brilhantes dela.
"Mas eu… não Tô puto!" respondi, com um sorriso enorme...
Ela riu.
"Olha, Marco!... eu entendo que você goste muito... e fico feliz em saber que ainda me deseja tanto... mas você não precisa mentir pra mim... Já sou mulher!... e não é certo você transar comigo... só porque tá bravo com a Marisol..."
Como eu poderia convencê-la que foi ideia da Marisol que eu ficasse com ela?
"Amélia, me entende!" falei, olhando nos seus olhos. "Eu não fico bravo por bobagem assim... e tô chateado porque a pia tá quebrada... mas não tô com raiva da Marisol..."
Ela me olhava confusa...
"Mas você tá aqui... em vez de estar com ela..."
"Bom... é... mas..."
Não pude continuar, porque ia acabar estragando o plano da Marisol...
"Viu? Sabia que você tava mentindo!" disse Amélia, com um sorriso maroto.
Depois acariciou meu pau com a mão... devagar...
"Se você perdoar minha irmã..." falou, colocando a cabecinha na sua boquinha quentinha. "Eu sou capaz de fazer o que você pedir..."
"Amélia... sério... não tô bravo... com a Marisol..."
Minhas frases saíam entrecortadas, porque ela levava meu falo pra boquinha...
"Posso usar meus peitos... minha boquinha... minha bunda... O que você pedir!..." dizia, lambendo com mais desejo. "Mas você tem que... perdoar a Marisol..."
Já enfiava até o fundo da boca, chupando com a mesma vontade de um bebê com fome mamando...
"O que me diz?"
Não queria admitir que o plano da Marisol era bom, mas diante de uma oportunidade dessas...
"Quero sua bunda!" respondi.
Ela sorriu e me apresentou.
É tão branca, enorme e apertada...
"Então... se eu te der minha bunda... Você perdoa minha irmã?" perguntou com uma voz tão sensual, enquanto a cabecinha entrava.
"Bom... teria que pensar..." respondi.
Comecei a meter no seu buraquinho apertado, segurando na sua cintura...
"Você tem... que ser... bonzinho!... Eu... te quero... muito!" me dizia, adorando minha invasão.
"Ai, Amélia!... Ai, Amélia!... Que bunda gostosa!..."
Ela respirava ofegante, curtindo minhas palavras e minhas enfiadas...
"Eu... adoro... quando você enfia..." ela babava de prazer. "Seu pau... sempre me queima... tão gostoso..."
E apertava suas nádegas, tão macias, enquanto se sacudia toda...
"Aiii!... Aiii!... Aiii!" ela reclamava ritmicamente.
"Está... doendo... muito?" perguntei, sem parar de meter...
"Nããão!... é que... é que... sinto você... mais fundo..."
Na verdade, ela não estava errada: estava enfiando até roçar minhas bolas. Antes, conseguia enfiar no máximo 3/4, mas parece que já forcei tanto seu traseiro que agora ela aguenta inteiro.
"Sinto... sinto... seu corpo... quando... você bate..." ela dizia, gozando de prazer pelo outro buraco.
"É... a primeira vez... que entra... todo..." confessei, aproveitando o calor e a umidade do seu buraco...
"Isso... você gosta... também... né?" perguntou, segurando os gemidos. "Porque... me sinto... tão gostosa..."
"Claro... que eu gosto!" respondi, beijando seu pescoço e agarrando seus peitos enormes.
"Ai!... Ai!... Ai!..."
"Amélia... eu adoro... penetrar... seu corpo!..." falei, amassando seus peitos e apertando suas aurélas durinhas entre meus dedos.
Muitos fluidos escorreram entre suas pernas...
"Meu cuzinho!... Meu cuzinho!... Tá queimando!... Tão gostoso!..." ela gemeu, chorando de prazer. "Eu te amo!... Marco... Eu te amo!..."
Nos beijamos, misturando nossas línguas. Dava pra sentir sua saliva deliciosa, com um gosto entre morango e cereja, enquanto seus lábios me sugavam com força, sentindo parte de sua respiração quente na minha boca.
"Marco!... Eu te amo!... Eu te amo!..." ela disse, quando sentiu minha próxima descarga.
Ela se apoiou nos braços, como fazendo uma reverência e facilitando que eu enfiasse mais fundo no seu rabo, até finalmente...
"Iiiisso!.... Maaarcooo!... Queee delíciaaa!.... Aaaahhhhh!.... Tô... sentindo... tããão booom!..."
Me agarrei na sua cintura, enfiando o mais fundo possível, derramando a maior porra dentro dela...
"Por isso eu te amo, Marco!... Você me faz sentir... Que delícia!... Sempre!..." Ela me beijava, apaixonada e feliz.
Esperamos até eu amolecer, mas o intestino dela continuava envolvendo...
"Consigo sentir você dentro!..." exclamou Amelia, enquanto eu desembrulhava da sua bunda...
Foi uma sensação peculiar, porque conforme eu ia recuando, o intestino de Amelia continuava me comprimindo, como se estivesse tentando espremer os últimos resíduos de sêmen.
Quando saiu, fez um barulho estranho, como se tivesse se formado um vácuo e seu ânus, por um intervalo menor que uns 15 segundos, voltou à sua forma original a partir da cavidade formada pelo meu membro...
"E ainda está tão duro... e grande!" dizia Amelia, com uma vontade enorme de chupar. "Quer que eu coloque entre meus peitos?... Que eu chupe?..."
"Não!" respondi. "Quero enfiar na sua frente!"
Não era que eu não estivesse tentado. Mas sou pudico e não queria que ela provasse sabendo que esteve na sua outra extremidade...
Claro, ela mais que feliz, abrindo seus lábios com seus dedinhos, como se estivesse dando boas-vindas.
"Amelia... tenho que te perguntar..."
Ela fez uma cara deliciosa, enquanto eu entrava nela...
"Pergunta!" me dizia, se mexendo lentamente.
"Por que você cortou o cabelo?"
E ela parou...
"Não quero te contar!" exclamou com desgosto.
"Por quê?"
Seu rosto ficou mais irritado.
"Porque você vai ficar estranho..." me disse.
"Por que eu ficaria estranho?"
Ela pareceu se resignar... e suspirando, respondeu...
"Porque Pamela deixou o cabelo crescer..."
Novamente, fiquei em branco...
Pamela sempre usou o cabelo curtinho. Ajudava a reforçar aquela postura forte e indomável. Quando era gótica, cortava com tesouradas livres e descuidadas. Porém, conforme foi "amansando", seus cabelos negros foram se acalmando com ela.
"E agora ela pode usar rabo de cavalo. Tá vendo? Por isso não queria te contar!" disse, ficando brava com um biquinho parecido com os que a irmã faz.
"Desculpa!..." me desculpei. "Mas isso não me diz por que você cortou o cabelo..."
"Porque você queria que eu parecesse com Mulher..." ela respondeu, ainda irritada.
Eu sorri...
"É que não imaginei que você pudesse ficar mais sensual!" respondi.
"Não me provoca! Não estou no clima!"
"Ei, sua irmã vive me perguntando se eu gosto de europeias..."
Ao ouvir isso, seu olhar ganhou interesse.
"Era exatamente isso que eu queria te perguntar!" disse, me encarando com os mesmos olhos irritados de antes. "O que está acontecendo entre você e sua vizinha?"
Ela amadureceu. Tinha percebido...
"Por que pergunta?"
"Porque ela olha pra você de um jeito que não gosto!..." respondeu, com muita seriedade.
"Mas ela está grávida!" tentei me justificar.
"Não importa! Ela não devia te olhar assim!" protestou.
Depois deu um suspiro e se acalmou...
"Marco... eu te amo muito!... e se me guardei pra você, foi por amor..." depois me olhou com seus intensos olhinhos verdes. "Sei que você não é meu marido de verdade... e também não sei o que você fez esses meses... mas gostaria de pensar que você me foi fiel... assim como eu fui pra você..."
Ela me deixou sem palavras e eu acariciei suas bochechas com ternura.
Me dando um sorriso, ela acrescentou...
"Essa coisa da Pamela não me incomoda tanto..." disse, mais conformada. "Eu também gosto dela e ela gosta de mim também... mas me preocupa que você esteja com raiva da Marisol... e se você não percebeu que ela te olha assim..."
Não conseguiu terminar suas ideias, porque meus lábios envolveram os dela e começamos a nos beijar.
Ironicamente, Amelia se tornou o que eu procurava numa esposa...
E, infelizmente, o plano da Marisol visava dar chifres numa esposa tão doce quanto ela.Próximo post
1 comentários - Siete por siete (36): Triturador de la discordia