Otilia, 24 anos
Susan, 21 anos
Melanie, 18 anos
Isso começou há 5 anos. Eu tô saindo com uma garota chamada Susan. Ela é bem gostosa (digo eu, e todo mundo fala), e valeu cada esforço que fiz pra conquistar ela. Sempre tive uma fraqueza por garotas de colégio particular, pelo uniforme, fico louco vendo elas de saia curta, camisa e gravata. E quando comecei a namorar a Susan, ela já tava no último ano do ensino médio. Ela é loira, de olhos verdes e alta, um metro e setenta. O melhor da Susan, e o que me fez apaixonar, é a carinha de gatinha safada, com uns lábios que já fizeram um bom trabalho com o namorado. Além disso, tem uns peitos que cabem perfeitamente nas minhas mãos, uma cinturinha fina e pernas bem torneadas, longas. E o atributo que eu mais desejo nela, a bunda redondinha, que ainda não consegui fazer ela me dar, ela recusa totalmente sexo anal. Depois de um ano namorando com ela, e transando de tudo, menos o sexo anal que já falei, Susan saiu do colégio e eu não tive mais minha colegial de uniforme. Mesmo assim, ela às vezes veste o uniforme que já tá pequeno nela quando a gente tá sozinho pra me agradar... uma brincadeira de namorados. Mas depois de um ano de namoro, comecei a ir na casa dela cada vez mais, principalmente nos últimos meses. Os pais dela já confiam em mim e sabem que o meu negócio com a filha deles é um relacionamento sério. Mas nessas visitas, quando eu fazia meu papel de namorado visitando a namorada, às vezes a Susan não tava, e eu ficava na casa dela esperando. Às vezes tava a irmã mais velha da Susan, a Otilia, uma mina de 19 anos na época que é muito gostosa... ou mais que gostosa. Ela é linda, tem um corpo de dar inveja, com duas tetonas enormes (dois melões, olha se não tô mentindo) e uma bunda grande e redonda... É uma mulher bem voluptuosa. A Otilia tem namorado, um cara com quem sempre me dei super bem toda vez que vi ele. Resumindo, como Ela e o namorado dela têm quase a minha idade, e a gente virou amigo. Outras vezes, na maioria das vezes que eu ficava esperando a Susan chegar na casa dela, eu passava o tempo conversando ou vendo TV com a irmã mais nova dela... Melanie, nome em homenagem à avó, é a queridinha da casa. É a bebê do pai, e cuidam dela como se fosse de porcelana fina. Melanie é uma mocinha que herdou toda a beleza dos pais e das irmãs. Baixinha igual a irmã, com cabelo loiro ondulado até os ombros, com uns cachos naturais encantadores. Um olhar cor de céu, um sorrisinho charmoso... tem uma carinha de menina inocente e muito bonita. Além disso, o corpo dela já tá tomando forma de um jeito avassalador, os peitinhos dela em menos de um ano incharam de repente, e são até um pouco maiores que os da Susan. Mas os pais vestem ela com roupas largas pra esconder o corpo da "bebê"... mas eu consegui ver ela de roupa íntima uma vez que entrei sem bater no banheiro de casa. A Melanie tava se despindo pra tomar banho, bem na hora que eu abri a porta e vi. Um corpo perfeito, peitos não muito grandes, mas que em alguns anos vão ser, uma cinturinha fina e estreita, e uma bunda redondinha e firme... tudo numa pele branca como leite, perfeita. Desde aquela vez, umas semanas atrás, comecei a olhar pra irmãzinha da minha namorada com mais atenção. E o grande fator que faz a garota ser devorada pelos meus olhos é que ela vai pro colégio, um colégio particular, onde anos antes as irmãs estudaram. E por isso, ela é a única da família que ainda usa uniforme escolar. Se a gente soma isso com meu vício em saias curtas... Se tô com ela, a gente vê TV, a Melanie gosta de filmes românticos, música calma, lê poesia... É tímida, não fala palavrão... adora cuidar do jardim... enfim, é uma menina amorosa, inocente e ingênua... Adoro ver ela sorrir quando conto uma piada. Ela sorri de um jeito tão fofo, levando a mãozinha pra a boca mordendo o dedo indicador. Além disso, ela gosta que eu fale sobre minha faculdade, como estudo desenho artístico na Faculdade de Belas Artes, Melanie ficou fascinada com isso. Ela me encara fixamente quando falo dos meus estudos, analisando o sentimento das pinturas clássicas e do artista que sou, uma mentira deslavada, mas gosto de bancar o boêmio com as minas.
Este ano, no Dia do Amigo, tinha dado pra Melanie um colar hippie que comprei na rua por menos de dois reais. Ela me abraçou forte quando entreguei, dizendo: "aii... que lindo, valeu!!". Desde aquele dia, ela nunca mais tirou, vive usando. Além disso, de carinho, eu chamava ela de DRINZ, que era uma coisa que no começo era pra chamar de gostosa, mas depois Melanie e eu passamos a usar pra dizer puta SEXY.
Susan me fala, brincando, que a irmãzinha dela se apaixonou por mim, e me enche o saco pra eu não me aproveitar disso, até porque curto colegiais, mas sempre na zoeira.
E em alguns meses vendo Melanie direto, me apeguei a ela, pegando bastante intimidade. Ela me contava as coisas dela, dizia que eu era o único que realmente a entendia. Que tinha poucas amigas, e que tava percebendo que os pais dela protegiam demais (mais que demais talvez pra idade dela) e ela não podia fazer nada. Que as amigas já saíam sozinhas pra se divertir, algumas já tinham namorado... e ela sempre tinha que ficar em casa. "Você é muito novinha ainda" falavam os pais sem perceber que a menina deles já tava crescida.
— Nem consigo comprar a roupa que eu gosto... — Ela me disse uma vez. Eu entendia mais ou menos os pais dela, se Melanie começasse a sair e usar roupas mais ousadas... A casa viraria um formigueiro de pretendentes.
— E na escola não tem ninguém que você curte? Algum namoradinho?... — Perguntei uma vez enquanto esperava a Susan. Melanie e eu assistíamos Mtv entediados.
— Nãao... não gosto de ninguém da escola... — Ela disse, baixando a cabeça e pedindo desculpas rapidamente. Melanie raramente me olhava nos olhos, e dessa vez, além disso, ficou vermelha como um tomate.
— Mas você deve ter muitos namorados, porque você é muito gostosa... O que há de errado com esses caras de hoje? — eu dizia pra ela. Mas isso eu sempre falava, ela me parecia uma garota muito bonita de verdade. E eu sempre gostei de vê-la corar quando eu só dizia “que linda você está”.
— Ah, obrigada, mas não, ninguém que eu saiba... — ela respondia meio triste e um pouco menos vermelha.
— Qual é, não gosta de ninguém?... — eu insistia, mas ela só me olhava de relance e balançava a cabeça que sim, já totalmente corada. Notei como ela apertava as mãos e as torcia, igual faz quando está nervosa.
— Não posso te contar... — sussurrou Melanie, e eu entendi que não devia perguntar mais. Nós dois estávamos sentados num sofá de três lugares, um do lado do outro. Ela tinha chegado da escola há menos de uma hora e estava de uniforme: uma camiseta branca com saia e gravata xadrez. Eu olhava pra ela e, na minha mente perversa e cheia de fantasia, imaginava ela fazendo um strip-tease pra mim... Mas essa imagem eu apagava rapidamente da cabeça, ela era a irmãzinha da minha namorada.
— Eu... eu... — ela começou a gaguejar depois de alguns segundos de silêncio. De repente, começou a soluçar. Eu não sabia o que fazer, meu coração se partia ao vê-la assim. Ela tentava me dizer algo, e eu me senti a pior pessoa por causar aquilo.
— É errado... eu... — ela continuava tentando falar, enquanto seus olhinhos azuis se enchiam de lágrimas. Eu passei o braço em volta dela, puxei-a para perto e a abracei. Melanie se agarrou a mim com força, enterrando a cabeça no meu ombro, soluçando. Até aquele momento, eu estava todo derretido pela garota... Mas ao tê-la entre meus braços, apertando-a com uma mão nas costas e outra na cintura, comecei a ficar excitado. Tentei me afastar dela, mas mentalmente, porque meus braços não reagiam, continuavam apertando.
— O que é errado?... — perguntei, começando a Acariciar a cabeça dela, enquanto com a outra mão eu passava a mão nas costas dela. Era tão gostoso... cheirava tão bem... tinha um perfume suave de flores que tava me deixando louco.
— É que... é que... — Melanie falava, e aí ela levantou um pouco a cabeça e olhou nos meus olhos. Os olhos dela estavam cheios de lágrimas, os lábios carnudos dela estavam bem perto dos meus. Eu não conseguia me controlar, ver aquela coisinha tão gostosa nos meus braços, tão perto, tava me descontrolando.
— O quê?... — eu dizia, enxugando umas lágrimas das bochechas dela devagar com a minha mão, ela suspirava. Depois arrumei uma mecha de cabelo atrás da orelha dela... Não dava pra me segurar, tava fazendo o esquema do amigo consolador, e sabia bem onde aquilo ia dar.
— É que... você... eu gosto de você... e... — Eu não acreditava, a Susan vivia me enchendo o saco com isso, mas nunca levei a sério. Nunca pensei de verdade que ia rolar se a Melanie gostasse de mim. Fantasiava, mas como qualquer homem faz com uma mina bonita... Minha mente perversa falava pra eu aproveitar a situação.
— É errado, porque você tá saindo com a Susan... — ela continuava, se abrindo. Tava tão perto de mim que, sem pensar, fui me aproximando mais da Melanie, ela de mim, até que eu beijei ela devagar. Ela suspirou e parou de gaguejar, tava como se tivesse dopada. Peguei o rosto dela com as minhas mãos e continuei beijando. Os lábios dela eram muito macios, me enlouqueciam, a cada segundo que passava eu beijava com mais tesão. Apertei ela mais contra o meu corpo, segurando ela pela cintura. Os peitos dela se apertavam no meu peito. Ela suspirou e abriu a boca, eu meti a língua. A Melanie começou a beijar com a língua meio sem jeito. Eu morria de prazer ao sentir que ela era tão inexperiente. A língua dela girava em volta da minha, e a minha se metia em cada canto da boca dela. A gente não parava de se beijar. Eu tava fora de mim... Devagar, fui deitando ela no sofá, até deixar ela deitada sem parar de beijar. Uma das minhas mãos foi até as pernas dela, e começou a percorrer, esfregando as coxas. A outra acariciava a barriga dela. metia por baixo da camisa do colégio dela...
—Mmmm... Aaah... não... Para... ahhh... — sussurrava a Melanie quando minha boca não estava contra a dela... Mas ela falava de um jeito tão sem convicção, que me dava mais vontade de continuar apalpando ela. Comecei a beijar o pescoço dela, minhas mãos percorriam o corpinho macio e firme dela. Minha mão chegou na entreperna dela, deslizando por baixo da saia. A Melanie não resistia, só se contorcia no sofá debaixo do meu corpo. Ela tava tão debaixo de mim, que tava completamente à minha disposição.
—Aahhhhhhh... — ela ofegou quando comecei a esfregar a buceta dela por cima do tecido da calcinha. Minha outra mão tinha entrado por baixo da camisa dela e massageava um dos peitos dela... Deus, eram maiores que os da minha namorada, mais firmes, mais macios...
—Aaahh... não... Para... ahh... — a Melanie continuava ofegando, se contorcendo, arqueando as costas por causa das minhas esfregadas na calcinha dela. Meus dedos rápidos entraram por baixo do tecido, e não tiveram dificuldade pra encontrar a vulva dela, depois o clitóris, pra começar a brincar com ele. Minha outra mão tinha desabotoado alguns botões da camisa dela, puxado um peito pra fora... Eu beliscava de leve o mamilo dela, duro igual espinho.
—Aahhh... aahhhh... aahhh... — a Melanie gemia, agarrada no sofá com as mãos. Os gemidos dela me enlouqueciam, eu não conseguia parar. Minha pica tava prestes a explodir dentro da calça. Meus dedos já estavam enfiados dentro da buceta dela, completamente molhada, dois deles entrando e saindo. Abri mais a camisa dela e puxei o outro peito pra fora, abaixando o sutiã dela. Comecei a chupar eles, mamar, morder. A Melanie ofegava cada vez mais forte. Ela me envolvia com as pernas e apertava minha cabeça contra os peitos dela, afundando ela nas tetas dela.
Aaah... — aahhhh!!... ahhh!!... — Ela tava quase gozando, eu sabia. Eu tava super tarado, fervendo. Então puxei minha pica da calça do jeito que dava. Peguei a mão da Melanie e levei até meu pau. Ela segurou sem frescura, já nem sabia mais o que tava fazendo... Comecei a mover a mão dela, pra ela me bater uma punheta. A mãozinha dela era macia, apertava meu pau de um jeito... de jeito que ela ia me fazer gozar. Enquanto eu continuava chupando os peitos dela, soltei a mão dela e ela sozinha começou a me bater uma punheta. Eu continuava com a minha, agora que ela me satisfazia... Enfiava meus dedos na boceta dela mais rápido, fazendo ela gritar. Melanie apertava meu pau mais forte e me masturbava mais rápido, os movimentos atrapalhados dela me encantavam.
-Aahhh!!... aahhhh!!!... -Ela começou a tremer, a gritar, a mão que não me batia punheta cravou as unhas nas minhas costas. Ela estava gozando. Eu não aguentava mais, era demais o que estava acontecendo. A mãozinha de Melanie apertava tanto meu pau, que comecei a gozar nela, lambuzando a mão dela toda de porra. Ficamos ofegantes, eu por cima dela, ela me abraçando. Depois comecei a beijá-la de novo. Ela correspondeu apaixonadamente, aprendeu a beijar em menos de 20 minutos, era inacreditável. Não podia acreditar que tinha feito aquilo com a irmãzinha da minha namorada, a menina da família, a bebê do meu sogro. Melanie me olhava encantada, depois levou a mão ao rosto e olhou, estava escorrendo minha porra. Eu estava em cima dela acariciando seus seios esplêndidos e pernas com as mãos, adorava acariciar seu corpinho de pele de seda.
-O que é isso? -Ela perguntou ingenuamente. Eu, sorrindo, falei, sem parar de tocá-la, porque via que ela continuava gemendo e respirando forte por causa das minhas apalpadelas.
-É minha porra, prova que você vai gostar... -Olhei para ela na expectativa... Melanie, sem hesitar, levou a mão ao rosto. Cheirou um pouco, e esticando a língua, passou pelos dedos.
-Mmm... Não é ruim... -Isso me enlouqueceu, fazendo meu pau começar a crescer de novo. Eu olhava fixamente enquanto ela começava a enfiar os dedinhos na boca... engolia toda a minha porra, chupava os dedos, passava a língua pela mão até deixá-la limpa e brilhante. A menina era incrível. Eu estava louco, pensando no que poderia fazer com ela.
Sentei no sofá, com o pau pra fora e completamente duro.
Melanie me imitou, sentou, toda despenteada e com os peitos pra fora da blusa, mas parecia não perturbe ela. Ela só olhava pra mim, mas quando viu meu pau, ficou encarando ele, com a respiração ofegante.
—Por que ele tá assim, tão... grande?... — ela perguntou, inocente. Eu olhava pra ela, ficava mais excitado vendo que ela estava com os peitos de fora, a gravata do colégio caindo no meio das tetas, a saia enrolada, mostrando as pernas todas... e ela era tão inocente... não entendia nada de nada. Era como se vivesse numa bolha de vidro.
—Ele tá assim por sua causa... — falei, e ela sorriu feito boba.
—Você nunca viu um pau duro?... —
Melanie, com toda a naturalidade de uma menina, balançou a cabeça que não. Eu não podia acreditar, ela era tão inocente que eu podia falar o que quisesse e ela ia acreditar... no fundo, não sabia de nada.
—Nunca vi... um pau assim... só numa foto de um menininho... — ela disse, como quem fala algo sem importância. Eu, sorrindo e aproveitando o que tinha rolado, vendo que Melanie ainda estava excitada, falei:
—Você faria uma coisa por mim?...
—O quê? — ela perguntou, na expectativa.
—Você chuparia ele? Isso ia me deixar muito feliz... —
Melanie me olhou confusa, com certeza não fazia ideia do que era sexo oral. Eu peguei meu pau com a mão e comecei a bater uma.
—Isso é certo? Por que você fica esfregando ele assim? — ela perguntou, inocente. Deus, isso era demais pra mim.
—Tô me masturbando, você nunca fez isso?... —
Melanie balançou a cabeça que não, sorrindo. E eu expliquei, sem parar de bater uma. Como era possível ela não saber de nada?
—Senta, abre as pernas, e passa seus dedinhos onde eu toquei agora pouco... —
Ela me olhou e fez sem reclamar. Soltou uma risadinha ao sentir as sensações.
—Aaahhh... faz cócegas!... — disse, se tocando mais rápido. Eu não entendia como ela nunca tinha se masturbado, mas isso não importava muito. Eu batia uma vendo a menina enfiar os dedinhos na frente de mim sem problema nenhum.
—Você gosta do que tá fazendo?...
—Sim... aah... muito... — ela dizia, mal se segurando. Peguei a mão livre dela e levei até meu pau. Melanie se deixava levar. Até que Deixei ela com o rosto a centímetros do meu pau. Ela não parava de se tocar e me bater uma.
— Abre essa boquinha e chupa, Melanie...
Ela não fez nada, mas eu forcei um pouco a cabeça dela, apertando entre os lábios dela e a cabeça do meu pau. Quando ela abriu a boca para ofegar, enfiei meu pau na boca dela, devagar, até a metade.
— Mmmmmm... Mmmmmm... — gemeu a Melanie.
Suspirei ao sentir a língua dela roçando meu pau, saboreando. Estiquei a mão até a bunda dela e comecei a acariciar. Com a outra mão, comecei a subir e descer a cabeça dela devagar, deslizando meu pau pela boquinha dela.
Ela chupava sem saber direito o que fazer, mas não me mordia. Sem eu falar nada, ela mamava meu pau. Minha mão se juntou com a dela na buceta dela... entrelaçamos os dedos lá dentro da caverna dela.
— Mmmm... Mmmmmm... — mamava espetacularmente, de um jeito atrapalhado e inocente, e eu amava aquilo.
Acariciava a cabeça dela. Ia mostrando o que fazer. Ela segurava meu pau com uma mão na base, tirava da boca e passava a língua como eu mandava, me chupava as bolas, me batia uma com a mão... Engolia até onde conseguia. Fazia tudo ofegando e respirando forte, por causa da mão dela e da minha que a masturbavam rápido.
— Mmm... aahhh!!... aahhhhhh!!!... — gritou ela tirando meu pau da boca, num orgasmo.
Depois enfiou meu pau de novo na boca e chupou mais rápido. Eu tentava enfiar um dedo na bunda dela. Salivei, friccionei o esfíncter dela, até deslizar um pouco lá dentro. Melanie reclamou um pouco, mas aparentemente gostou, porque me deixou continuar.
— Mmmm... Mmm!!... MMM!!... — ofegava chupando meu pau, até eu sentir que ia gozar.
Então segurei a cabeça dela firme, enfiando até a garganta. Um dedo meu se mexia, entrando e saindo do cu dela. Ela se masturbava ao mesmo tempo que eu começava a gozar na boca dela. Melanie começou a sugar, para não se engasgar com meu leite, aí soltei a cabeça dela e ela tirou meu pau da boca, e uns jatos... Salpicaram o rosto dela enquanto ela gritava em outro orgasmo.
— Aaahhhhhhh!!!!!!!... — gemeu, e depois passou a mão no rostinho dela... Juntou a porra que escorria ali e levou à boca, chupando meu gozo gulosamente, com um sorriso no rosto. Depois ficou recuperando o fôlego, deitada nas minhas pernas. Eu tirei o dedo do cu dela e fiquei contemplando. Tinha sido o melhor sexo da minha vida, e olha que eu nem tinha penetrado ela.
— Foi bom assim?... — perguntou. Eu ri, falei que sim. Depois, enquanto ela arrumava a roupa e eu também, expliquei que ela não podia contar nada do que tinha rolado.
— ... Mas quando a gente estiver sozinho, a gente faz de conta que é namorado como hoje, quantas vezes você quiser...
— Sério???... Mas se a Susan descobrir, ela vai ficar puta com você... e comigo... — falou meio triste e assustada. Ela, com toda a inocência que tinha, nem sabia direito o que tinha feito. — Se você não falar nada, eu também não... — E a Melanie me olhou sorrindo. Dei um beijo na boca dela, e ela sussurrou no meu ouvido: “tô muito feliz”. — Mal vejo a hora da gente ficar sozinho de novo... — falou enquanto ia pro banheiro se trocar. Eu fiquei no sofá, todo suado.
Minha mente corria a mil, podia fazer o que quisesse com a Melanie. Ela topava tudo. Além disso, era ingênua e não sabia de nada, e eu podia ensinar tanta coisa pra ela... Desde aquele dia, ela virou minha coleguinha favorita. Se eu tava sozinho em casa, batia uma pensando nela, esperando ansioso por um novo encontro, mal via a hora de transar com ela... meter em todos os buracos dela. E minha mente viajava, imaginava a Melanie e a Susan juntas comigo, as duas irmãs juntas chupando minha pica... ou melhor, as três, as três irmãs juntas... Desde aquele dia fiquei obcecado pela Melanie, e toda vez que transava com a Susan, imaginava que era a Melanie. Não tinha parado de gostar da Susan, mas a Melanie era um sonho realizado. E o próximo encontro rolou duas semanas depois.
Eu tava explodindo de tesão pela Melanie, me deixava louco de vontade. As vezes que ia A casa da Susan e eu a via, nos olhávamos de um jeito insinuante. Susan nem percebia isso. Eu aproveitava qualquer momento para apalpar ela um pouco. Se a Susan estava no quarto dela, eu descia pra cozinha ou ia pro banheiro com a intenção de encontrar a Melanie. Se desse sorte, e não tivesse ninguém olhando, eu agarrava ela, apertando contra o meu corpo, e dava um beijo apaixonado. Ela sempre se deixava levar... Eu apalpava a bunda e os peitos dela, e ela suspirava. Mas eram encontros rápidos. Além disso, eu gostava de deixar ela assim, toda excitada, a Melanie, pra quando a gente tivesse tempo de sobra... Ela ia estar explodindo de tesão igual a mim.
Era um jogo pra mim. Eu amava a Susan, mas a irmãzinha dela me deixava louco. Não pensava seriamente no que tava fazendo ou nas consequências... Não pensava porque não queria.
E num fim de semana, um sábado de manhã, eu ia passar pra buscar a Susan pra sair. Mas ela me ligou no celular falando que não dava até a tarde, porque tinha que fazer um trabalho da faculdade. Faltavam umas 7 horas até a tarde. Eu sabia que geralmente nos sábados os pais da Susan não estavam em casa até a noite, mas às vezes estavam. Então falei pra Susan:
— Já tô indo praí, te espero na sua casa...
— Era mentira, eu tava na minha casa.
— Beleza, me espera se não te incomodar, a Melanie e a Otilia tão aí pra te entreter...
— Ela disse rindo, e meu rosto se iluminou. Eu também sabia que a Otilia geralmente ficava com a Melanie porque os pais delas não queriam que a Melanie ficasse sozinha. Superprotegiam ela de um jeito inacreditável. E se eu fosse, talvez me deixassem a Melanie sob meus cuidados. Fui pra casa e quem me atendeu foi a Otilia. Que gostosa do caralho. A Otilia parecia uma daquelas pornstars americanas. Pura voluptuosidade e cara de gatinha. Tava com uma calça jeans apertada que marcava toda a bunda impressionante que ela tinha, os peitões dela pareciam que iam explodir na camiseta que ela usava. O namorado dela também tava lá, e a gente começou a conversar na sala nós três. Não vi a Melanie, provavelmente tava no quarto dela. Otília e o namorado dela na conversa, me chamaram de cúmplice, falaram se eu ficava em casa com a Melanie, assim eles podiam sair. Eu, fingindo que tava fazendo um favor pra eles, falei que beleza, que eu ficava cuidando da Melanie. Por dentro, eu tava pulando de alegria.
— A gente volta antes das 7, a Melanie tá no quarto dela, avisa pra ela não abrir a boca... mas você ela confia. — A Otília me falou e me deu um beijo na bochecha... adorei ter ela perto de mim.
— Não vão fazer sacanagem!... — Falei enquanto eles iam embora e eles riram. Finalmente tava sozinho com a Melanie, tinha a tarde toda. Sem fazer barulho, subi as escadas até o quarto dela. A porta tava fechada, mas dava pra ouvir que ela tinha colocado um CD do Rakim e Ken-y, romântica a menina. Abri a porta bem devagar, e vi ela, tava deitada na cama, lendo um livro. Linda, tava com um shortinho azul e uma camisetinha rosa solta, que deixava a barriguinha de fora. Ela me viu e sorriu largo. Pulou da cama e me abraçou.
— Oiiii!!... o que cê tá fazendo aqui? — Falou me dando um beijo na bochecha.
— Sou seu babá, a Otília saiu com o namorado e a gente vai ficar sozinhos até a tarde... — Falei sorrindo, ela riu e me abraçou forte. Ficou na ponta dos pés e me deu um beijo suave nos lábios. Depois de uns segundos, peguei ela pelos glúteos, massageando. Ela me olhou, daqueles olhares estranhos de quando a pessoa tá apaixonada, e a gente sentou na cama pra conversar. A Melanie se aninhou no meu ombro, eu abracei ela fazendo carinho. Percebia que ela adorava isso, ser mimada.
— O que cê tava lendo? — Perguntei.
— Um romance onde uma garota se apaixona por um senhor mais velho, e todo mundo é contra, mas eles se amam... — Ela falou animada. Era muito romântica e melosa, acreditava em príncipe encantado e finais felizes. A gente continuou conversando assim, umas bobagens que ela gostava, enquanto eu com uma mão brincava com os cachos do cabelo loiro dela, com a outra acariciava as pernas dela. Até que Leve a conversa para temas mais íntimos. Melanie começou a me contar o que tinha feito depois daquela tarde.
—...Comecei a fazer o que você me ensinou... — Ela me disse timidamente.
—...E agora não consigo parar, faço isso toda noite... — Ela estava ficando vermelha.
—É normal, é algo bom... — Eu dizia, tranquilizando ela, enquanto minhas mãos esfregavam as pernas dela bem perto da buceta.
—Quer que eu faça agora?... — Falei no ouvido dela, e ela, deitando a cabeça no meu peito, concordou com a cabeça. Então, suavemente, meti minha mão dentro da calça dela, dentro da calcinha de algodão, e comecei a tocar ela.
—Ahhh... siiiim... eu gosto... — Ela gemeu, me abraçando mais forte. Enquanto eu batia uma pra ela, ela movia o corpo contra o meu, gemendo cada vez mais alto. Eu tava muito excitado, tinha esperado por isso há semanas, então falei:
—Tira minha piroca e faz igual da outra vez... — Querendo que ela me masturbasse.
Melanie desabotoou o cinto da minha calça jeans e puxou meu pau pra fora, que já tava durasso. E, sem mais, ela baixou a cabeça e enfiou ele na boca. Não esperava por isso, mas amei, deixei ela fazer o que quisesse.
—Mmmm... Mmmmm... Mmmm — Ela fazia sons com a boca enquanto chupava. Eu baixei um pouco a calça dela e deixei a bunda dela no ar, comecei a passar a mão na bunda dela com as minhas mãos. Salivei um dedo e comecei a enfiar no cu dela.
—Mmmmm!!!... mmmm... mmmmmmmmmmm... — Ela reclamou no começo, mas depois continuou como se nada tivesse acontecido. Eu tinha dois dedos na buceta dela, entrando e saindo, e outro no cu dela, fazendo movimentos circulares. A língua dela no meu pau fazia um bom trabalho, ela enfiava até onde dava, passava a língua, me masturbava... Melanie aprendia bem rápido a fazer de tudo.
—Aahhh... aahhhh... aahhhhhh... — Até que ela tirou meu pau da boca e começou a me masturbar rapidinho com a mão. Eu tava prestes a gozar, então movi meus dedos mais rápido dentro dela. Aproveitei e enfiei mais um dedo no cu dela, e mexi com força. Melanie reagiu a isso, com o corpo todo tremendo. -Ahhh!!... aaaaahhhh!!!!... AAAAAAAHHH!!!...- Ela começou a gozar gritando, enquanto meu pau não aguentou mais e começou a jorrar leite direto na carinha dela. A Melanie percebeu e abriu a boca tentando pegar, mas a maior parte sujou a carinha dela. Depois, ofegante e desesperada, juntava o esperma do rosto com as mãos e chupava meu pau, comendo toda minha porra rapidinho. Aquela imagem de vê-la desesperada pra engolir tudo me excitou pra caralho, a mina era a amante perfeita, um sonho realizado. A Melanie ficou respirando pesado e sorrindo, toda corada. Eu, que depois de ver como ela devorava meu leite gulosamente, ainda tava com o pau durasso.
-Vou te ensinar outra coisa...- Falei pra ela e ela me olhou animada. Me aproximei dela e, acariciando a bochecha dela, comecei a dizer:
–Primeiro vai doer um pouco, mas depois vai ser melhor que isso, tá?...- A Melanie me olhou meio assustada e sem entender, mas falou “tá bom”, sem me contradizer. Então deitei ela na cama, devagar tirei a calça dela... Depois a calcinha. Ela tava nervosa por ficar pelada na minha frente, mas só me olhava na expectativa. Acariciei as pernas dela e ela suspirou.
-Senta em cima de mim...- Falei quando ela ficou completamente nua, só com umas meias brancas. O corpo dela tremia levemente de excitação e nervosismo. E devagar, ela veio e se ajoelhou em cima de mim... Depois sentou e meu pau ficou batendo na barriga dela. Ela respirava ofegante e tremia um pouco mais que antes.
-E agora?...- Ela me falou me olhando. Percebi o nervosismo na voz dela, que mal dava pra notar. Agarrei as nádegas dela e levantei ela um pouco, deixando a cabeça do meu pau na entrada da buceta dela.
-Vai meter aí? Não... Não vai entrar...- Ela falou assustada, mas eu beijei ela e falei.
-Vai entrar sim, primeiro vai doer um pouco, se quiser morder meu ombro, morde... mas depois você vai adorar...- Eu falava pra ela, ela me olhava prestando toda atenção do mundo. Agora, aos poucos vou te descendo, e Quando sentir o topo, me avisa quando estiver preparada, sim?.. - Ela me disse que sim com a cabeça e me abraçou forte pelo pescoço. Era o momento... Abaixei ela um pouco. Se fosse por mim, teria penetrado ela de uma vez, sem piedade... Mas a Melanie era uma coisa tão gostosa, que eu faria o mais suave possível. - Aahh... aahhhh... - Ela ofegou quando a cabeça entrou. Era tão gostoso entrar dentro dela, que tive que me segurar pra não deixar ela cair de uma vez. - Mmhhhhhhaaa... - Ela gemeu quando abaixei ela um pouco mais. Tava com os olhos fechados e mordendo os lábios. Depois ela disse: "ahh, ah aí...". Senti o Viço dela, a tela que a fazia virgem. Não podia acreditar que ia desvirgar ela, isso era um sonho realizado. A Melanie respirava forte, inflando o peito como se tivesse acabado de correr, tava com os olhos fechados e me abraçava tanto que tava me deixando sem ar. - Pronta?... - Perguntei, ela disse "aham" sussurrando. E de uma vez, deixei ela cair, enterrando toda a minha pica dentro dela. - Ahhhhhhhhhhhhhhh!!!!!!... - Ela gritou e cravou as unhas nas minhas costas. Me segurei, porque depois de gritar, a Melanie mordeu meu ombro com força. A buceta dela apertava minha pica, sentia as contrações, como se ajustava perfeitamente na grossura do meu pau. Tava quentinho, era uma sensação incrível, não se comparava com nenhuma outra mulher. Comecei a beijar ela, ela tinha lágrimas nos olhos, mas aguentava como uma rainha. Depois de um tempo, comecei a levantar ela devagar, e depois abaixava bem devagar, penetrando ela. - Aahhhhh!!... aahhhh!!!!... - Ela gemia forte, com um pouco de dor. Mas eu continuei, mesmo que me matasse ver ela sofrer assim. Mas minha excitação falava mais alto, então continuei abaixando e levantando ela. Cada vez um pouquinho mais rápido, deslizando toda a minha pica por dentro dela. - Aaahhhhh... aahhhhhh... - Os gemidos dela foram se acalmando, a dor dela sumia. Já não me apertava tanto com os braços. E nessa altura, eu já tava levantando e abaixando ela rapidinho. Ela tava com a cabeça encostada no meu peito, e quando me percebi, ela estava se divertindo pra caralho. -Aaahh... aahhh... aahhhh...- Deixei ela, ela subia e descia sozinha, enfiando meu pau até o talo, tirava de novo, e enterrava de novo por conta própria. Melanie começou a subir e descer cada vez mais rápido, ofegando mais forte, me fazendo segurar a gozada. -Aaaahhh... siiiiim... aahhh... ahh... ahh...- Ela gemia sem parar, se esfregando no meu corpo. Eu peguei e enfiei dois dedos babados na bunda dela, que entraram perfeitamente. E depois de um tempo, ela tensionou o corpo, começou a tremer e gritar, me abraçando forte de novo. -Aahhhhhhh!!!!!!...- Ela teve um orgasmo violento, e como eu não aguentava mais, e não queria gozar dentro dela, joguei ela na cama, me ajoelhei por cima e coloquei meu pau na cara dela. Melanie sabia o que eu queria, e engoliu rapidinho... comecei a gozar com jorros enormes na garganta dela. Ela engoliu tudo, sem desperdiçar nada, e continuou chupando meu pau até não sair mais porra. -Nossa....- Ela disse, ofegante e cansada, quando me deitei ao lado dela, também ofegante. Ela se aninhou do meu lado e disse: -Foi incrível, nunca senti nada igual... -Viu que ia gostar?..- Falei sorrindo. -Amei...- Ela disse. Depois de descansar um pouco, já era meio-dia. Falei pra descermos pra comer alguma coisa, e depois a gente via o que fazer, mas eu já tinha planos pra tarde. Ela foi no banheiro se lavar e trocar. Vi os lençóis manchados com um pouco de sangue, então desci pro tanque e coloquei na máquina de lavar, pra sumir com as provas. Se alguém descobrisse que eu tinha tirado a virgindade da gostosona da família, me matavam. Mesmo assim, eu tava perdido num mundo de tesão, não pensava seriamente no que tinha feito, nem no que ia fazer, só queria viver o momento e aproveitar ao máximo. Daqui a pouco voltei e Melanie saía do banho. Tinha tomado banho, tava com o cabelo molhado e coberta com uma toalha. Sorri largo ao vê-la. -Eu troca e a gente come alguma coisa... — Ela disse enquanto abria o guarda-roupa. Tava agindo super natural, aos poucos tava perdendo aquela timidez característica dela comigo. A lâmpada acendeu na minha cabeça, e eu falei: — Melanie, por que você não veste o uniforme da escola? — Falei, depois do que rolou, me excitava pra caralho transar com ela de uniforme. — Cê gosta? — Ela perguntou, estranhando minha proposta. — Amo como fica em você, cê tá uma delícia com o uniforme... — Ah... valeu... — Ela disse, começando a pegar o uniforme do guarda-roupa. Eu vi que também tinha outros uniformes, e perguntei curioso: — Não tem um uniforme do ano passado? — Ela me olhou sem entender, mas depois olhou pro guarda-roupa e falou: — Tem, mas tão pequenos, minha mãe vai jogar fora qualquer hora... — Eu sorri, e Melanie sacou e entendeu o que eu queria. Com um sorriso safado, pegou outro uniforme e levou pro banheiro. — Não sai daí, que já volto... — Ela disse enquanto corria e se trancava no banheiro. Esperei impaciente, Melanie me deixava louco de tesão, meu pau começou a pulsar dentro da calça, e quando vi ela sair, foi tipo um sonho realizado. — Cê gosta como fica em mim?.. Tá super pequenininho... — Ela perguntou. Eu só sorri: Mal cabia no corpo dela, que crescia pra caramba. A saia tava muito curta, quase na altura da bunda, e a camisa colava no corpo dela, destacando os peitos, com a gravata caindo no meio deles. Meu pau pulsou ao ver uma gostosa daquelas na minha frente. Depois descemos pra cozinha. Vale dizer que quando Melanie descia as escadas, a saia levantava com o jeito dela andar e dava pra ver a bunda toda. Além disso, pude reparar como ela rebolava ao caminhar, como sempre usava roupas largas, nunca tinha conseguido ver o jeito dela andar... mas agora percebi que era uma gatinha completa, pelo jeito que mexia as pernas. Preparamos uns sanduíches e comemos conversando besteira. Eu não conseguia parar de olhar as pernas dela, ela tava sentada na cadeira e balançava as pernas como uma menininha, abrindo e fechando. Depois não sei o que foi buscar no armário, que teve que ficar na ponta dos pés... a saia toda levantou, deixando a bunda dela na minha visão total, bem na minha frente. Não aguentei mais, levantei e fiquei atrás dela, abracei ela, encostando todo o meu volume na bunda dela. Ela parou de procurar no armário e se segurou na pia com as mãos, se deixando apalpar. Minhas mãos percorreram o corpo dela, até ficar massageando os peitos dela. Melanie olhou pra trás, comecei a beijar ela. Ela, além disso, mexia a bunda esfregando no meu volume, me estimulando pra caralho. Uma mão minha já tava apalpando ela na virilha, nossos corpos se moviam se esfregando um no outro. Nisso, peguei a Melanie e coloquei ela em cima da mesa. E ela se deitou ali, deixando a bunda empinada e à minha total disposição. Abaixei a cabeça até as pernas dela, puxei a calcinha dela pra baixo, e comecei a lamber a buceta dela, fazendo ela gemer. -Aahhh... siiiim...- Ela ofegava com a cabeça deitada na mesa. Enfiei uns dedos, e minha língua foi um pouco mais pra cima, até o cu dela. Comecei a lamber ele, tentando enfiar a língua naquele buraquinho, o único que eu ainda não tinha usado. -Mmm... Aahhh....- Ela continuava, minha língua ia e voltava da buceta dela pro cu, eu via como as pernas dela fraquejavam por causa das sensações. Tirei o pau da calça, precisava de ação. Então levantei, encostei na entrada dos lábios da buceta dela, e deslizei pra dentro sem nenhum problema. -Aahhhhhhhhhh...- Melanie suspirou fundo quando sentiu ele dentro. Agarrei ela na cintura e comecei a bombar devagar, mas com estocadas fortes. Cada penetração era respondida com um grito dela, cada vez mais alto. -Aahhh!!... ahhh!... ahhhh!... aahhh!!...- Cada vez eu aumentava mais a velocidade. Minhas mãos percorriam o corpo dela, até que umedeci meus dedos com saliva e comecei a passar na bunda dela, enfiando um sem muita dificuldade. -Mmmm!!... aahhh... ahh...- Ela não reclamou demais até que enfiei um segundo dedo. Comecei a movê-los em círculo, tentando abrir o esfíncter dela. Mas meu pau na buceta dela já tava fazendo o trabalho, e não deixava ela reclamar muito. -Aaahh!... aahhhh!... aaaaaaahhhhhhhhhhhhhh!!!...- A Melanie começou a gozar, se agarrando na mesa e arqueando a cintura. Mas eu continuei com minha bombada regular, sem parar nem um segundo. Consegui enfiar um terceiro dedo na bunda dela, ela soltou um gemido, mas continuei abrindo o cu dela. Até que depois de um tempo, me deitei nas costas dela, tirei meu pau da buceta dela, cuspi pra lubrificar, e apoiei na entrada do cu dela. -Não vai entrar...- Ela disse suspirando, com os cabelos colados no rosto de tanto suor. Eu peguei as mãos dela e imobilizei com o peso do meu corpo, e fiz pressão com meu pau, até que a cabeça entrou. -Aaahhh!!!... dói!!....- Ela reclamou, fechando os olhos e apertando os dentes. Mas eu continuei e empurrei mais um pouco, deslizando meu pau só uns centímetros. -Aiiii!!!... tira!!!... dói!!... ahhhhh!!...- Ela reclamava, tentava se mexer e sair, mas eu não deixava, segurava ela firme. Continuei fazendo pressão, meu pau ia enterrando cada vez mais. Sentia como o cu dela apertava meu pau incrivelmente, era muito apertado. -Só mais um pouco e já era... aguenta...- Eu dizia no ouvido dela, vendo que ela já tava com lágrimas nos olhos, apertava os dentes e se agarrava na mesa com as mãos, aguentando. Meu pau já tava quase todo dentro, o corpo da Melanie tremia, até que finalmente, depois de um tempo e muito suor, entrou completamente. -Me... ahhhgghh... queima... aahh...- Ela reclamava, mas eu deixei meu pau parado lá dentro. Pra aliviar a dor dela, com minha mão comecei a bater uma pra ela. Ela começou a ofegar numa mistura de dor e prazer. Meu pau pulsava de tesão nas entranhas dela, minha mente viajava ao saber que eu tava prestes a comer a irmãzinha da minha namorada de uniforme escolar... -Aahhh!!... aagghh!!!... aahhh!!!!...- Comecei a bombando, fazendo Melanie gritar. Eu tirava um pouco devagar meu pau dela, e enterrava de novo até as bolas. Ela respirava que parecia que tava num parto, tinha o rosto todo suado e os cabelos caindo na testa. -Aaah!!... aahhhh!!... ahhhh!!...- Aos poucos eu aumentava as estocadas. Desabotoei a camisa dela e tirei os peitos pra fora. E enquanto continuava masturbando ela, comecei a massagear as tetas dela beijando o pescoço. Ela já gemia mais com prazer do que dor. -Aahhh... aahhhh... ahhhh...- Não demorou muito até que só dava pra ouvir prazer vindo dela, então eu me dediquei a foder ela de boa. De vez em quando eu tirava meu pau da bunda dela e enterrava de uma vez na buceta... Depois voltava pro cu, onde meu pau já entrava deslizando perfeitamente. Adorava sentir minha barriga batendo nas nádegas dela a cada estocada. -Tá gostando agora, Melanie?...- Perguntei bombando mais forte. Ela falava “siimm” mal dando pra ouvir entre os gemidos. Agarrei a cintura dela com as mãos e estocava cada vez mais forte, fazendo ela gritar de prazer. A bunda dela vibrava e engolia meu pau até sumir. Depois me deitei por cima dela e me agarrei nos peitos dela, apertando eles, bombando mais forte vendo meu orgasmo e o dela chegando. -Aahhh... ahhh!!... aahhh!!!... aaahhhhhhhhhhhh!!!- Ela começou a gozar num tesão danado, eu não aguentei mais. Dando estocadas fortes que faziam a mesa se mover, comecei a gozar com jorros enormes de porra dentro da bunda dela, enchendo ela. Era incrível a sensação que isso me causava, não dá pra descrever. Ficamos ali, ela embaixo e eu deitado nas costas dela por um tempo, ofegando e recuperando o fôlego, todos suados. Meu pau perdeu o tamanho e saiu de dentro dela. Melanie parecia que tinha corrido uma maratona, tava exausta. -Vamos pro quarto pra você descansar...- Falei e ela sorriu. Quando vi ela andando com dificuldade, peguei ela e carreguei nos meus braços. levando ela até o quarto dela. Ela me abraçava o pescoço com os braços. Depois, coloquei ela na cama, e sem mais, Melanie dormiu, cansada pelo esforço enorme que tinha feito. Fiquei olhando pra ela, sem acreditar que uma coisinha tão pequena pudesse me dar tanto prazer. Depois fui tomar banho, estava todo suado, minha meta de desvirginar ela nos três buracos estava cumprida. Depois do banho, deitei com Melanie abraçado com ela, na posição de conchinha. Ela encaixou a rabetinha dela bem contra meu volume, dormindo, e ficamos assim por umas horas. Quando acordei, já eram umas 5 da tarde. A Otilia viria, pelo que eu imaginava, umas 7 da tarde, igual a Susan. E os pais delas só à noite. A Melanie não estava na cama, mas ouvi o barulho da água do chuveiro no banheiro. Ela estava tomando banho, então desci pra cozinha, preparei algo pra comer e fui pra sala ver TV.
— Já tomei banho duas vezes... — disse Melanie sentando do meu lado. Ela tinha trocado de roupa, agora estava usando um vestido verde que ia até os joelhos, mas que insinuava a forma do corpo dela. Ela tinha prendido o cabelo em duas maria-chiquinhas, e estava com um perfume gostoso de rosas que eu adorei.
— Como você tá se sentindo?... — perguntei, mas ela deu de ombros e, rindo, disse: “muito bem”. Entendi que não tinha problema, porque eu achava que podia ter machucado ela depois de ter comido ela tão selvagemente como fiz na cozinha. A gente via TV de boa, enquanto eu tomava um refrigerante, ela tinha um pote de sorvete e comia de um jeito muito sensual. Ela, obviamente, não sabia que tava fazendo isso. Fiquei olhando como ela metia a colherzinha na boca e apertava os lábios. Ou se escorria um pouco, passava a língua nas mãos. Tava me excitando ver aquilo, até que ela, rindo, me disse:
— O quê?... — sem entender por que eu tava olhando daquele jeito.
— Adoro quando você come sorvete assim... — falei.
— Como, assim?... — disse ela comendo outra colherada, me encarando com os olhões azuis dela. Meu O pau pulsava dentro da calça, Melanie viu o volume crescendo cada vez mais.
— Coitadinho... agora me deu vontade de comer outra coisa... — Ela disse, abaixando o zíper da minha calça, e sem mais delongas puxou meu pau, que saltou pra fora, duro e pronto pra ação. — Mmmmmmm... Tá gostando assim?... — Ela disse, passando a língua e apertando a haste com uma mão.
— Dá uns beijinhos nele... isso... — Melanie beijava a cabeça do meu pau. Depois, e isso me surpreendeu pra caralho, ela pegou sorvete e passou no meu pau todo. Começou a passar a língua por todo o comprimento, a sensação do sorvete gelado e a língua quente dela me deixava louco... finalmente, ela engoliu até onde dava. Começou a chupar como se tivesse mamando uma mamadeira. Passando a língua sem mexer a cabeça. A menina aprendia rápido pra caralho, me dava sensações muito melhores que qualquer mulher... talvez até melhor que a Susan. — Mmmmm... Mmm... — Depois, com uma mão, peguei o cabelo dela, tirei do rosto, e enquanto ela subia e descia a cabeça, estiquei a mão até a bunda dela e comecei a enfiar uns dedos. Ela ainda estava dilatada, entrou fácil. E o melhor, nem reclamou quando enfiei dois dedos. Olhei a hora, eram seis da tarde, dava tempo pra mais uma sessão de sexo. Melanie chupava devagar, aproveitando cada centímetro do meu pau com a boca. Depois de um tempo, deitei ela no sofá de barriga pra cima, levantei o vestido, tirei a calcinha dela, e enfiei a cabeça entre as pernas dela, era a vez dela.
— aahhh... siiiim... adoro isso... mmmmaaahhh... — Melanie começou a gemer, apertando minha cabeça com as pernas. Minha língua ia e vinha na rachinha dela, brincando com o clitóris, enfiava dedos, ela se contorcia no sofá, gemendo sem parar. Até que depois de uns minutos, ela apertou minha cabeça com as pernas quase me sufocando, e teve um orgasmo poderoso. Coloquei as pernas dela nos meus ombros e, de uma estocada só, enfiei o pau inteiro na buceta dela.
— aaahhhhhhhh!!... — Comecei a bombar com força, adorava ouvir ela. gritar, ver como os peitos dela balançavam por baixo do vestido. Fiquei um tempão assim, metendo nela, até que virei ela, tirei o vestido deixando ela pelada... e na posição de quatro, enfiei meu pau na bunda dela devagar, mas sem dificuldade. -Aaahhh... devagarzinho...- Ela disse quando comecei a bombar a bunda dela. Agarrei ela pela cintura, metia e tirava meu cacete da bunda dela. Ela mordia a própria mão e tinha os olhos fechados. A gente tava assim, transando, quando ela ouviu um barulho, e olhando rápido pra porta de entrada da sala, vejo a Otilia e o namorado dela nos olhando. E o mais chamativo de tudo, era que o namorado da Otilia tava com o pau pra fora, se masturbando... e a Otilia tinha a mão dentro da calça jeans, também se tocando.
Isso me excitou pra caralho, ter plateia. Aí comecei a bombar a Melanie com mais força. -Aaahhh!!... aaahhh!!... aaahhh!!!...- Ela gritava. A Otilia me olhava com um sorriso nos lábios, segurando um dos peitões dela e apertando, enquanto com a outra mão se punhetava forte.
A Otilia falou alguma coisa no ouvido do namorado, e os dois me olharam rindo. A Melanie nem percebia isso, tava muito ocupada recebendo meu pau no cu dela de forma bruta. Ela mordia os nós dos dedos e tinha a cabeça deitada no chão, com os olhos fechados. -Aaahhh... aaahhh... aaahhmmmmmmm... mmmm...-
A Melanie, que tava ofegante de boca aberta, levantou a cabeça por um momento, apoiando os cotovelos no chão... Eu me deitei nas costas da Melanie, metendo mais forte, e falei no ouvido dela. -Relaxa, bebê... aproveita... você vai ver como vai adorar...- A Melanie tentou me afastar um pouco, mas enfiei meus dedos na buceta dela e ela se acalmou. A Otilia tinha sentado no colo do namorado num sofá perto da gente. Me excitei pra caralho vendo ela sem a calça jeans, o namorado amassando os peitões enormes dela e enfiando os dedos sem parar na buceta. A Otilia punhetava o namorado freneticamente. Os dois nos olhando, plateia. A Otilia tinha um sorriso malicioso na cara... olhando como eu comia a Melanie. A irmã dela.—Cê gosta da minha irmãzinha?... — Disse Otilia me abraçando por trás, apoiando a cabeça no meu ombro. Senti aquelas tetonas enormes encostadas nas minhas costas. — Cê gosta da minha irmãzinha? — Ela continuava falando, olhando fixo pro meu pau entrando e saindo do cu da Melanie. Ela tava de olhos fechados e ainda não tinha percebido nada. O corpinho branco dela todo suado e se contorcendo a cada instante... gozando em múltiplos orgasmos. — Mmmm!!... mmmm... mmmm... — Ela gemia sem parar. A situação era inacreditável, só faltava a Susan aparecer e entrar na festa... uma orgia em família. Otilia passava a mão no meu corpo, me abraçando por trás, até começou a me beijar com tudo, enfiando a língua até o fundo da minha garganta. O namorado dela assistia tudo do sofá se masturbando. Ele ria e se impressionava com o que a gente tava fazendo. Parecia que excitava ele ainda mais eu estar beijando a namorada dele. Comecei a chupar as tetas da Otilia. Caralho... eram enormes, tipo duas melancias. Otilia apertava minha cabeça contra ela. Começou a gemer. — Aahhhh!!... — Gemeu forte. Melanie ainda de olhos fechados aguentando a foda. Era louco pensar na cena. Eu tava metendo no rabo da Melanie, a princesinha da casa que todo mundo tratava como bonequinha, e ao mesmo tempo, tinha a irmã dela, Otilia, esfregando as tetas na minha cara. E sem esquecer do namorado dela se masturbando igual espectador de filme pornô. — Aahhh!!!!!... aahhh!!!!!... aahhhhh!!!... — Melanie continuava gritando. Aumentei as estocadas. Tava segurando ela pelas nádegas, cada vez metendo mais rápido, mais forte, e Melanie gritava cada vez mais. — Aaaaaahhhh!!... aaaaaahhh!!!!... aaaaaahhhh! — Otilia assistia tudo de perto, enfiando todos os dedos que conseguia na própria buceta se masturbando. Até que senti que ia gozar, não aguentava mais. Tirei meu pau de dentro da Melanie. Ela caiu deitada no tapete. Me ajoelhei na frente dela com o pau prestes a explodir na mão, apontando direto pra carinha dela. Quando a Melanie me olhou, comecei a gozar com jorros enormes de porra. Dava pra ver que ela tava confusa, mas quando recebeu os primeiros jatos, abriu a boca e colocou a língua pra fora pra receber a goza que caía na cara dela — Aaahmmmmm... — Ela gemia enquanto engolia minha porra instintivamente. Esfreguei meu pau na cara dela. A Melanie sozinha abria a boca e metia na boca, chupava como se fosse a coisa mais natural do mundo. E foi nesse momento que ela percebeu que a Otilia, a irmã mais velha dela, tava do lado se masturbando e olhando fixo pra ela. A Otilia, com aquele sorriso safado, se ajoelhou na frente da Melanie e começou a lamber a carinha da irmã, limpando com a língua a porra que escorria nela. A Melanie só ficou lá deitada, parada no chão. Eu já esperava qualquer coisa depois daquilo. — Inacreditável, cara! Inacreditável! — Gritava o namorado da Otilia gozando no sofá. Ele tava comemorando o final de um filme que tinha amado. O namorado da Otilia chegou perto da gente com o pau na mão. Ele ficou na frente da Melanie. Ela tinha o pau duro do namorado da irmã bem na cara e nem percebia. Ele me olhou, e eu fiz um sinal afirmativo com a cabeça. Nunca tinha participado de um menage, e essa era minha chance. — Aaahhh... aahhh... aahhmmmmmmm... mmmm... — A Melanie, que tava gemendo de boca aberta, levantou a cabeça por um momento, apoiando os cotovelos no chão... e levou de uma vez o pau inteiro do namorado da Otilia. Ela arregalou os olhos, mas ele segurou a cabeça dela... segurou firme, metendo na boca dela. Eu me deitei nas costas da Melanie, penetrando ela mais forte, e falei no ouvido dela: — Relaxa, bebê... aproveita... você vai ver como vai adorar... — A Melanie tentou se afastar um pouco, mas eu meti meus dedos na buceta dela e ela se acalmou. Daí a pouco já tava mamando o pau do namorado da Otilia sem frescura. Eu penetrava ela devagar, esticando o momento o máximo que dava. A Otilia tinha se sentado num sofá perto da gente. Fiquei putamente excitado vendo ela sem Os tejanos, com a camiseta levantada apertando uma das tetonas dela e se masturbando com um sorriso safado na cara... olhando o namorado dela e o namorado da irmã dela comendo a irmãzinha dela.
— Vamos trocar... — Me disse o namorado da Otilia, e a gente trocou. A Melanie me olhou, mas eu sorri pra ela e ela não falou nada, só me encarou sem expressão. Quando viu minha pica, ela pegou com a mão e, sem mais, começou a lamber. O namorado da Otilia meteu forte na buceta dela, fazendo a Melanie soltar um grito desgarrador, e começou a bombar.
— Tá gostando da minha irmãzinha?... — A Otilia me disse me abraçando por trás, apoiando a cabeça no meu ombro. Senti as tetonas enormes dela encostadas nas minhas costas.
— Cê tá gostando da novinha?... mmmm.... Adoro ver os dois comendo ela... — Ela continuava falando, olhando fixo minha pica entrando e saindo da boca da irmãzinha dela. A Melanie tava de olhos fechados e parecia estar adorando a situação. O corpinho branco dela tava todo suado e se contorcendo toda hora... gozando em múltiplos orgasmos.
— Mmmm!!... mmmm... mmmm... — Ela gemia sem parar. A situação era incrível, só faltava a Susan aparecer e entrar na festa... um surubão em família.
— Coloca na bunda dela... — A Otilia falou pro namorado. E ele, sorrindo, tirou a pica e meteu na bunda da Melanie, que já tava aberta e dilatada por mim. A Otilia me acariciava o corpo, me abraçando por trás, até começou a me beijar apaixonadamente, enfiando a língua até minha garganta. Puxei ela pro meu lado, e enquanto a Melanie continuava chupando minha pica, comecei a chupar as tetonas da Otilia. Caralho... eram enormes, tipo duas bolas de festa. A Otilia apertava minha cabeça contra ela, começando a gemer.
— Mete os dois juntos... — A Otilia sussurrou no meu ouvido. E a ideia me deixou doido, uma dupla penetração na Melanie. O namorado da Otilia sacou na hora, e com os braços, pegou a Melanie sem tirar a pica da bunda dela, levantou ela no ar.
— Aahhhh!!... — Ela gemeu. Forte, Melanie tirou meu pau da boca. O namorado da Otilia deu umas metidas na Melanie, e eu me enfiei entre as pernas da gata, apontei meu pau na buceta dela e comecei a empurrar...
— Aaahhh!!... Não... isso não... Os dois não... Aaaahhhhhhgg!!!.. — Melanie começou a falar, rangendo os dentes. Mas meu pau foi abrindo caminho na buceta dela, que tava bem apertada por causa da pressão do pau que já tava no cu dela.
— Calma... já já entra... — Eu dizia pra Melanie, enquanto ela me abraçava forte e cravava as unhas nas minhas costas. Até que, depois de um certo esforço, meu pau entrou de vez. Melanie ficou empalada por dois paus ao mesmo tempo. Isso era algo que nem eu tinha imaginado fazer com ela.
— Aaahhh!!!!!... Aagghhh!!!!!... — Melanie gemia quando a gente começou a se mexer dentro dela. O namorado da Otilia e eu pegamos o ritmo da parada, enquanto eu metia, ele tirava. Era inacreditável pensar que a Melanie tava sendo protagonista de uma dupla penetração, uma gata tão doce e meiga... parecia cena de filme pornô, ao vivo e a cores.
— Aaahhh!!!!!... Aaahhh!!!!!... Aaahhhhh!!!... — Ela continuava gritando. Enquanto nós dois aumentávamos as metidas, apertando ela entre nossos corpos. Eu segurava a Melanie pelas nádegas, o namorado da Otilia pela cintura, cada vez bombando mais rápido, mais forte, e a Melanie gritando cada vez mais.
— Aaaaaaahhhh!!... Aaaaaaahhh!!!!... Aaaaaaahhhh!!!!.. — A Otilia assistia tudo de perto, enfiando todos os dedos que podia na própria buceta, se masturbando. Até que eu senti que ia gozar, não aguentava mais. Tirei meu pau de dentro da Melanie. O namorado da Otilia fez o mesmo, e a Melanie caiu de joelhos no chão. Nós dois, sem dizer nada, paramos na frente dela com os paus prestes a explodir na mão, apontando direto pra carinha dela. Quando a Melanie olhou pra gente, começamos a gozar com uns jorros enormes de porra. Dava pra ver que ela tava confusa, mas quando recebeu os primeiros jatos... Ela abriu a boca, esticando a língua pra receber o gozo que caía na cara dela.
"Aaahhhhhhh... aaahhhhhhhhh..."
Ela gemia enquanto a gente, depois de lambuzar a cara dela de porra, esfregava as pirocas na cara dela. A Melanie só abria a boca e metia elas pra dentro, chupava, era a melhor coisa ver ela mamar duas rolas. Ela lambeu e chupou até deixar elas limpinhas e brilhando de saliva.
Mas o auge foi quando a Otilia se ajoelhou na frente da Melanie e começou a lamber a carinha da irmã, limpando com a língua o esperma que escorria. Eu já esperava qualquer coisa depois daquilo. Mais ainda quando a Otilia começou a beijar a irmãzinha dela... e depois de um tempo, porque a Melanie não reagia, as duas se beijavam apaixonadamente. Quando se separaram, a Otilia pegou a roupa dela e foi embora com o namorado, falando: "Vamos tomar um banho!", deixando a gente sozinho. A Melanie me olhou confusa, respirando já mais calma. O cabelo dela tava bagunçado e o corpo todo suado. Ela não entendia nada do que tinha rolado.
"Como você tá se sentindo, Melanie?"
Perguntei esperando levar um tapa na cara. Mas ela só me olhava. Sentou no tapete tentando esconder o corpo pelado. Tava toda envergonhada e tímida. Abracei ela e ela enfiou a cabeça no meu peito. Depois de uns segundos, ela falou...
"É... bem... eles nos olharam o tempo todo, né?"
Perguntou com a voz quase saindo.
"Sim... mas não vão falar nada. Prometo. Você gostou do que rolou agora há pouco?"
Perguntei curioso. E ela me olhou, ficando vermelha, e respondeu...
"Sim... bastante..."
E me deu um sorriso que derretia.
Susan, 21 anos
Melanie, 18 anos
Isso começou há 5 anos. Eu tô saindo com uma garota chamada Susan. Ela é bem gostosa (digo eu, e todo mundo fala), e valeu cada esforço que fiz pra conquistar ela. Sempre tive uma fraqueza por garotas de colégio particular, pelo uniforme, fico louco vendo elas de saia curta, camisa e gravata. E quando comecei a namorar a Susan, ela já tava no último ano do ensino médio. Ela é loira, de olhos verdes e alta, um metro e setenta. O melhor da Susan, e o que me fez apaixonar, é a carinha de gatinha safada, com uns lábios que já fizeram um bom trabalho com o namorado. Além disso, tem uns peitos que cabem perfeitamente nas minhas mãos, uma cinturinha fina e pernas bem torneadas, longas. E o atributo que eu mais desejo nela, a bunda redondinha, que ainda não consegui fazer ela me dar, ela recusa totalmente sexo anal. Depois de um ano namorando com ela, e transando de tudo, menos o sexo anal que já falei, Susan saiu do colégio e eu não tive mais minha colegial de uniforme. Mesmo assim, ela às vezes veste o uniforme que já tá pequeno nela quando a gente tá sozinho pra me agradar... uma brincadeira de namorados. Mas depois de um ano de namoro, comecei a ir na casa dela cada vez mais, principalmente nos últimos meses. Os pais dela já confiam em mim e sabem que o meu negócio com a filha deles é um relacionamento sério. Mas nessas visitas, quando eu fazia meu papel de namorado visitando a namorada, às vezes a Susan não tava, e eu ficava na casa dela esperando. Às vezes tava a irmã mais velha da Susan, a Otilia, uma mina de 19 anos na época que é muito gostosa... ou mais que gostosa. Ela é linda, tem um corpo de dar inveja, com duas tetonas enormes (dois melões, olha se não tô mentindo) e uma bunda grande e redonda... É uma mulher bem voluptuosa. A Otilia tem namorado, um cara com quem sempre me dei super bem toda vez que vi ele. Resumindo, como Ela e o namorado dela têm quase a minha idade, e a gente virou amigo. Outras vezes, na maioria das vezes que eu ficava esperando a Susan chegar na casa dela, eu passava o tempo conversando ou vendo TV com a irmã mais nova dela... Melanie, nome em homenagem à avó, é a queridinha da casa. É a bebê do pai, e cuidam dela como se fosse de porcelana fina. Melanie é uma mocinha que herdou toda a beleza dos pais e das irmãs. Baixinha igual a irmã, com cabelo loiro ondulado até os ombros, com uns cachos naturais encantadores. Um olhar cor de céu, um sorrisinho charmoso... tem uma carinha de menina inocente e muito bonita. Além disso, o corpo dela já tá tomando forma de um jeito avassalador, os peitinhos dela em menos de um ano incharam de repente, e são até um pouco maiores que os da Susan. Mas os pais vestem ela com roupas largas pra esconder o corpo da "bebê"... mas eu consegui ver ela de roupa íntima uma vez que entrei sem bater no banheiro de casa. A Melanie tava se despindo pra tomar banho, bem na hora que eu abri a porta e vi. Um corpo perfeito, peitos não muito grandes, mas que em alguns anos vão ser, uma cinturinha fina e estreita, e uma bunda redondinha e firme... tudo numa pele branca como leite, perfeita. Desde aquela vez, umas semanas atrás, comecei a olhar pra irmãzinha da minha namorada com mais atenção. E o grande fator que faz a garota ser devorada pelos meus olhos é que ela vai pro colégio, um colégio particular, onde anos antes as irmãs estudaram. E por isso, ela é a única da família que ainda usa uniforme escolar. Se a gente soma isso com meu vício em saias curtas... Se tô com ela, a gente vê TV, a Melanie gosta de filmes românticos, música calma, lê poesia... É tímida, não fala palavrão... adora cuidar do jardim... enfim, é uma menina amorosa, inocente e ingênua... Adoro ver ela sorrir quando conto uma piada. Ela sorri de um jeito tão fofo, levando a mãozinha pra a boca mordendo o dedo indicador. Além disso, ela gosta que eu fale sobre minha faculdade, como estudo desenho artístico na Faculdade de Belas Artes, Melanie ficou fascinada com isso. Ela me encara fixamente quando falo dos meus estudos, analisando o sentimento das pinturas clássicas e do artista que sou, uma mentira deslavada, mas gosto de bancar o boêmio com as minas.
Este ano, no Dia do Amigo, tinha dado pra Melanie um colar hippie que comprei na rua por menos de dois reais. Ela me abraçou forte quando entreguei, dizendo: "aii... que lindo, valeu!!". Desde aquele dia, ela nunca mais tirou, vive usando. Além disso, de carinho, eu chamava ela de DRINZ, que era uma coisa que no começo era pra chamar de gostosa, mas depois Melanie e eu passamos a usar pra dizer puta SEXY.
Susan me fala, brincando, que a irmãzinha dela se apaixonou por mim, e me enche o saco pra eu não me aproveitar disso, até porque curto colegiais, mas sempre na zoeira.
E em alguns meses vendo Melanie direto, me apeguei a ela, pegando bastante intimidade. Ela me contava as coisas dela, dizia que eu era o único que realmente a entendia. Que tinha poucas amigas, e que tava percebendo que os pais dela protegiam demais (mais que demais talvez pra idade dela) e ela não podia fazer nada. Que as amigas já saíam sozinhas pra se divertir, algumas já tinham namorado... e ela sempre tinha que ficar em casa. "Você é muito novinha ainda" falavam os pais sem perceber que a menina deles já tava crescida.
— Nem consigo comprar a roupa que eu gosto... — Ela me disse uma vez. Eu entendia mais ou menos os pais dela, se Melanie começasse a sair e usar roupas mais ousadas... A casa viraria um formigueiro de pretendentes.
— E na escola não tem ninguém que você curte? Algum namoradinho?... — Perguntei uma vez enquanto esperava a Susan. Melanie e eu assistíamos Mtv entediados.
— Nãao... não gosto de ninguém da escola... — Ela disse, baixando a cabeça e pedindo desculpas rapidamente. Melanie raramente me olhava nos olhos, e dessa vez, além disso, ficou vermelha como um tomate.
— Mas você deve ter muitos namorados, porque você é muito gostosa... O que há de errado com esses caras de hoje? — eu dizia pra ela. Mas isso eu sempre falava, ela me parecia uma garota muito bonita de verdade. E eu sempre gostei de vê-la corar quando eu só dizia “que linda você está”.
— Ah, obrigada, mas não, ninguém que eu saiba... — ela respondia meio triste e um pouco menos vermelha.
— Qual é, não gosta de ninguém?... — eu insistia, mas ela só me olhava de relance e balançava a cabeça que sim, já totalmente corada. Notei como ela apertava as mãos e as torcia, igual faz quando está nervosa.
— Não posso te contar... — sussurrou Melanie, e eu entendi que não devia perguntar mais. Nós dois estávamos sentados num sofá de três lugares, um do lado do outro. Ela tinha chegado da escola há menos de uma hora e estava de uniforme: uma camiseta branca com saia e gravata xadrez. Eu olhava pra ela e, na minha mente perversa e cheia de fantasia, imaginava ela fazendo um strip-tease pra mim... Mas essa imagem eu apagava rapidamente da cabeça, ela era a irmãzinha da minha namorada.
— Eu... eu... — ela começou a gaguejar depois de alguns segundos de silêncio. De repente, começou a soluçar. Eu não sabia o que fazer, meu coração se partia ao vê-la assim. Ela tentava me dizer algo, e eu me senti a pior pessoa por causar aquilo.
— É errado... eu... — ela continuava tentando falar, enquanto seus olhinhos azuis se enchiam de lágrimas. Eu passei o braço em volta dela, puxei-a para perto e a abracei. Melanie se agarrou a mim com força, enterrando a cabeça no meu ombro, soluçando. Até aquele momento, eu estava todo derretido pela garota... Mas ao tê-la entre meus braços, apertando-a com uma mão nas costas e outra na cintura, comecei a ficar excitado. Tentei me afastar dela, mas mentalmente, porque meus braços não reagiam, continuavam apertando.
— O que é errado?... — perguntei, começando a Acariciar a cabeça dela, enquanto com a outra mão eu passava a mão nas costas dela. Era tão gostoso... cheirava tão bem... tinha um perfume suave de flores que tava me deixando louco.
— É que... é que... — Melanie falava, e aí ela levantou um pouco a cabeça e olhou nos meus olhos. Os olhos dela estavam cheios de lágrimas, os lábios carnudos dela estavam bem perto dos meus. Eu não conseguia me controlar, ver aquela coisinha tão gostosa nos meus braços, tão perto, tava me descontrolando.
— O quê?... — eu dizia, enxugando umas lágrimas das bochechas dela devagar com a minha mão, ela suspirava. Depois arrumei uma mecha de cabelo atrás da orelha dela... Não dava pra me segurar, tava fazendo o esquema do amigo consolador, e sabia bem onde aquilo ia dar.
— É que... você... eu gosto de você... e... — Eu não acreditava, a Susan vivia me enchendo o saco com isso, mas nunca levei a sério. Nunca pensei de verdade que ia rolar se a Melanie gostasse de mim. Fantasiava, mas como qualquer homem faz com uma mina bonita... Minha mente perversa falava pra eu aproveitar a situação.
— É errado, porque você tá saindo com a Susan... — ela continuava, se abrindo. Tava tão perto de mim que, sem pensar, fui me aproximando mais da Melanie, ela de mim, até que eu beijei ela devagar. Ela suspirou e parou de gaguejar, tava como se tivesse dopada. Peguei o rosto dela com as minhas mãos e continuei beijando. Os lábios dela eram muito macios, me enlouqueciam, a cada segundo que passava eu beijava com mais tesão. Apertei ela mais contra o meu corpo, segurando ela pela cintura. Os peitos dela se apertavam no meu peito. Ela suspirou e abriu a boca, eu meti a língua. A Melanie começou a beijar com a língua meio sem jeito. Eu morria de prazer ao sentir que ela era tão inexperiente. A língua dela girava em volta da minha, e a minha se metia em cada canto da boca dela. A gente não parava de se beijar. Eu tava fora de mim... Devagar, fui deitando ela no sofá, até deixar ela deitada sem parar de beijar. Uma das minhas mãos foi até as pernas dela, e começou a percorrer, esfregando as coxas. A outra acariciava a barriga dela. metia por baixo da camisa do colégio dela...
—Mmmm... Aaah... não... Para... ahhh... — sussurrava a Melanie quando minha boca não estava contra a dela... Mas ela falava de um jeito tão sem convicção, que me dava mais vontade de continuar apalpando ela. Comecei a beijar o pescoço dela, minhas mãos percorriam o corpinho macio e firme dela. Minha mão chegou na entreperna dela, deslizando por baixo da saia. A Melanie não resistia, só se contorcia no sofá debaixo do meu corpo. Ela tava tão debaixo de mim, que tava completamente à minha disposição.
—Aahhhhhhh... — ela ofegou quando comecei a esfregar a buceta dela por cima do tecido da calcinha. Minha outra mão tinha entrado por baixo da camisa dela e massageava um dos peitos dela... Deus, eram maiores que os da minha namorada, mais firmes, mais macios...
—Aaahh... não... Para... ahh... — a Melanie continuava ofegando, se contorcendo, arqueando as costas por causa das minhas esfregadas na calcinha dela. Meus dedos rápidos entraram por baixo do tecido, e não tiveram dificuldade pra encontrar a vulva dela, depois o clitóris, pra começar a brincar com ele. Minha outra mão tinha desabotoado alguns botões da camisa dela, puxado um peito pra fora... Eu beliscava de leve o mamilo dela, duro igual espinho.
—Aahhh... aahhhh... aahhh... — a Melanie gemia, agarrada no sofá com as mãos. Os gemidos dela me enlouqueciam, eu não conseguia parar. Minha pica tava prestes a explodir dentro da calça. Meus dedos já estavam enfiados dentro da buceta dela, completamente molhada, dois deles entrando e saindo. Abri mais a camisa dela e puxei o outro peito pra fora, abaixando o sutiã dela. Comecei a chupar eles, mamar, morder. A Melanie ofegava cada vez mais forte. Ela me envolvia com as pernas e apertava minha cabeça contra os peitos dela, afundando ela nas tetas dela.
Aaah... — aahhhh!!... ahhh!!... — Ela tava quase gozando, eu sabia. Eu tava super tarado, fervendo. Então puxei minha pica da calça do jeito que dava. Peguei a mão da Melanie e levei até meu pau. Ela segurou sem frescura, já nem sabia mais o que tava fazendo... Comecei a mover a mão dela, pra ela me bater uma punheta. A mãozinha dela era macia, apertava meu pau de um jeito... de jeito que ela ia me fazer gozar. Enquanto eu continuava chupando os peitos dela, soltei a mão dela e ela sozinha começou a me bater uma punheta. Eu continuava com a minha, agora que ela me satisfazia... Enfiava meus dedos na boceta dela mais rápido, fazendo ela gritar. Melanie apertava meu pau mais forte e me masturbava mais rápido, os movimentos atrapalhados dela me encantavam.
-Aahhh!!... aahhhh!!!... -Ela começou a tremer, a gritar, a mão que não me batia punheta cravou as unhas nas minhas costas. Ela estava gozando. Eu não aguentava mais, era demais o que estava acontecendo. A mãozinha de Melanie apertava tanto meu pau, que comecei a gozar nela, lambuzando a mão dela toda de porra. Ficamos ofegantes, eu por cima dela, ela me abraçando. Depois comecei a beijá-la de novo. Ela correspondeu apaixonadamente, aprendeu a beijar em menos de 20 minutos, era inacreditável. Não podia acreditar que tinha feito aquilo com a irmãzinha da minha namorada, a menina da família, a bebê do meu sogro. Melanie me olhava encantada, depois levou a mão ao rosto e olhou, estava escorrendo minha porra. Eu estava em cima dela acariciando seus seios esplêndidos e pernas com as mãos, adorava acariciar seu corpinho de pele de seda.
-O que é isso? -Ela perguntou ingenuamente. Eu, sorrindo, falei, sem parar de tocá-la, porque via que ela continuava gemendo e respirando forte por causa das minhas apalpadelas.
-É minha porra, prova que você vai gostar... -Olhei para ela na expectativa... Melanie, sem hesitar, levou a mão ao rosto. Cheirou um pouco, e esticando a língua, passou pelos dedos.
-Mmm... Não é ruim... -Isso me enlouqueceu, fazendo meu pau começar a crescer de novo. Eu olhava fixamente enquanto ela começava a enfiar os dedinhos na boca... engolia toda a minha porra, chupava os dedos, passava a língua pela mão até deixá-la limpa e brilhante. A menina era incrível. Eu estava louco, pensando no que poderia fazer com ela.
Sentei no sofá, com o pau pra fora e completamente duro.
Melanie me imitou, sentou, toda despenteada e com os peitos pra fora da blusa, mas parecia não perturbe ela. Ela só olhava pra mim, mas quando viu meu pau, ficou encarando ele, com a respiração ofegante.
—Por que ele tá assim, tão... grande?... — ela perguntou, inocente. Eu olhava pra ela, ficava mais excitado vendo que ela estava com os peitos de fora, a gravata do colégio caindo no meio das tetas, a saia enrolada, mostrando as pernas todas... e ela era tão inocente... não entendia nada de nada. Era como se vivesse numa bolha de vidro.
—Ele tá assim por sua causa... — falei, e ela sorriu feito boba.
—Você nunca viu um pau duro?... —
Melanie, com toda a naturalidade de uma menina, balançou a cabeça que não. Eu não podia acreditar, ela era tão inocente que eu podia falar o que quisesse e ela ia acreditar... no fundo, não sabia de nada.
—Nunca vi... um pau assim... só numa foto de um menininho... — ela disse, como quem fala algo sem importância. Eu, sorrindo e aproveitando o que tinha rolado, vendo que Melanie ainda estava excitada, falei:
—Você faria uma coisa por mim?...
—O quê? — ela perguntou, na expectativa.
—Você chuparia ele? Isso ia me deixar muito feliz... —
Melanie me olhou confusa, com certeza não fazia ideia do que era sexo oral. Eu peguei meu pau com a mão e comecei a bater uma.
—Isso é certo? Por que você fica esfregando ele assim? — ela perguntou, inocente. Deus, isso era demais pra mim.
—Tô me masturbando, você nunca fez isso?... —
Melanie balançou a cabeça que não, sorrindo. E eu expliquei, sem parar de bater uma. Como era possível ela não saber de nada?
—Senta, abre as pernas, e passa seus dedinhos onde eu toquei agora pouco... —
Ela me olhou e fez sem reclamar. Soltou uma risadinha ao sentir as sensações.
—Aaahhh... faz cócegas!... — disse, se tocando mais rápido. Eu não entendia como ela nunca tinha se masturbado, mas isso não importava muito. Eu batia uma vendo a menina enfiar os dedinhos na frente de mim sem problema nenhum.
—Você gosta do que tá fazendo?...
—Sim... aah... muito... — ela dizia, mal se segurando. Peguei a mão livre dela e levei até meu pau. Melanie se deixava levar. Até que Deixei ela com o rosto a centímetros do meu pau. Ela não parava de se tocar e me bater uma.
— Abre essa boquinha e chupa, Melanie...
Ela não fez nada, mas eu forcei um pouco a cabeça dela, apertando entre os lábios dela e a cabeça do meu pau. Quando ela abriu a boca para ofegar, enfiei meu pau na boca dela, devagar, até a metade.
— Mmmmmm... Mmmmmm... — gemeu a Melanie.
Suspirei ao sentir a língua dela roçando meu pau, saboreando. Estiquei a mão até a bunda dela e comecei a acariciar. Com a outra mão, comecei a subir e descer a cabeça dela devagar, deslizando meu pau pela boquinha dela.
Ela chupava sem saber direito o que fazer, mas não me mordia. Sem eu falar nada, ela mamava meu pau. Minha mão se juntou com a dela na buceta dela... entrelaçamos os dedos lá dentro da caverna dela.
— Mmmm... Mmmmmm... — mamava espetacularmente, de um jeito atrapalhado e inocente, e eu amava aquilo.
Acariciava a cabeça dela. Ia mostrando o que fazer. Ela segurava meu pau com uma mão na base, tirava da boca e passava a língua como eu mandava, me chupava as bolas, me batia uma com a mão... Engolia até onde conseguia. Fazia tudo ofegando e respirando forte, por causa da mão dela e da minha que a masturbavam rápido.
— Mmm... aahhh!!... aahhhhhh!!!... — gritou ela tirando meu pau da boca, num orgasmo.
Depois enfiou meu pau de novo na boca e chupou mais rápido. Eu tentava enfiar um dedo na bunda dela. Salivei, friccionei o esfíncter dela, até deslizar um pouco lá dentro. Melanie reclamou um pouco, mas aparentemente gostou, porque me deixou continuar.
— Mmmm... Mmm!!... MMM!!... — ofegava chupando meu pau, até eu sentir que ia gozar.
Então segurei a cabeça dela firme, enfiando até a garganta. Um dedo meu se mexia, entrando e saindo do cu dela. Ela se masturbava ao mesmo tempo que eu começava a gozar na boca dela. Melanie começou a sugar, para não se engasgar com meu leite, aí soltei a cabeça dela e ela tirou meu pau da boca, e uns jatos... Salpicaram o rosto dela enquanto ela gritava em outro orgasmo.
— Aaahhhhhhh!!!!!!!... — gemeu, e depois passou a mão no rostinho dela... Juntou a porra que escorria ali e levou à boca, chupando meu gozo gulosamente, com um sorriso no rosto. Depois ficou recuperando o fôlego, deitada nas minhas pernas. Eu tirei o dedo do cu dela e fiquei contemplando. Tinha sido o melhor sexo da minha vida, e olha que eu nem tinha penetrado ela.
— Foi bom assim?... — perguntou. Eu ri, falei que sim. Depois, enquanto ela arrumava a roupa e eu também, expliquei que ela não podia contar nada do que tinha rolado.
— ... Mas quando a gente estiver sozinho, a gente faz de conta que é namorado como hoje, quantas vezes você quiser...
— Sério???... Mas se a Susan descobrir, ela vai ficar puta com você... e comigo... — falou meio triste e assustada. Ela, com toda a inocência que tinha, nem sabia direito o que tinha feito. — Se você não falar nada, eu também não... — E a Melanie me olhou sorrindo. Dei um beijo na boca dela, e ela sussurrou no meu ouvido: “tô muito feliz”. — Mal vejo a hora da gente ficar sozinho de novo... — falou enquanto ia pro banheiro se trocar. Eu fiquei no sofá, todo suado.
Minha mente corria a mil, podia fazer o que quisesse com a Melanie. Ela topava tudo. Além disso, era ingênua e não sabia de nada, e eu podia ensinar tanta coisa pra ela... Desde aquele dia, ela virou minha coleguinha favorita. Se eu tava sozinho em casa, batia uma pensando nela, esperando ansioso por um novo encontro, mal via a hora de transar com ela... meter em todos os buracos dela. E minha mente viajava, imaginava a Melanie e a Susan juntas comigo, as duas irmãs juntas chupando minha pica... ou melhor, as três, as três irmãs juntas... Desde aquele dia fiquei obcecado pela Melanie, e toda vez que transava com a Susan, imaginava que era a Melanie. Não tinha parado de gostar da Susan, mas a Melanie era um sonho realizado. E o próximo encontro rolou duas semanas depois.
Eu tava explodindo de tesão pela Melanie, me deixava louco de vontade. As vezes que ia A casa da Susan e eu a via, nos olhávamos de um jeito insinuante. Susan nem percebia isso. Eu aproveitava qualquer momento para apalpar ela um pouco. Se a Susan estava no quarto dela, eu descia pra cozinha ou ia pro banheiro com a intenção de encontrar a Melanie. Se desse sorte, e não tivesse ninguém olhando, eu agarrava ela, apertando contra o meu corpo, e dava um beijo apaixonado. Ela sempre se deixava levar... Eu apalpava a bunda e os peitos dela, e ela suspirava. Mas eram encontros rápidos. Além disso, eu gostava de deixar ela assim, toda excitada, a Melanie, pra quando a gente tivesse tempo de sobra... Ela ia estar explodindo de tesão igual a mim.
Era um jogo pra mim. Eu amava a Susan, mas a irmãzinha dela me deixava louco. Não pensava seriamente no que tava fazendo ou nas consequências... Não pensava porque não queria.
E num fim de semana, um sábado de manhã, eu ia passar pra buscar a Susan pra sair. Mas ela me ligou no celular falando que não dava até a tarde, porque tinha que fazer um trabalho da faculdade. Faltavam umas 7 horas até a tarde. Eu sabia que geralmente nos sábados os pais da Susan não estavam em casa até a noite, mas às vezes estavam. Então falei pra Susan:
— Já tô indo praí, te espero na sua casa...
— Era mentira, eu tava na minha casa.
— Beleza, me espera se não te incomodar, a Melanie e a Otilia tão aí pra te entreter...
— Ela disse rindo, e meu rosto se iluminou. Eu também sabia que a Otilia geralmente ficava com a Melanie porque os pais delas não queriam que a Melanie ficasse sozinha. Superprotegiam ela de um jeito inacreditável. E se eu fosse, talvez me deixassem a Melanie sob meus cuidados. Fui pra casa e quem me atendeu foi a Otilia. Que gostosa do caralho. A Otilia parecia uma daquelas pornstars americanas. Pura voluptuosidade e cara de gatinha. Tava com uma calça jeans apertada que marcava toda a bunda impressionante que ela tinha, os peitões dela pareciam que iam explodir na camiseta que ela usava. O namorado dela também tava lá, e a gente começou a conversar na sala nós três. Não vi a Melanie, provavelmente tava no quarto dela. Otília e o namorado dela na conversa, me chamaram de cúmplice, falaram se eu ficava em casa com a Melanie, assim eles podiam sair. Eu, fingindo que tava fazendo um favor pra eles, falei que beleza, que eu ficava cuidando da Melanie. Por dentro, eu tava pulando de alegria.
— A gente volta antes das 7, a Melanie tá no quarto dela, avisa pra ela não abrir a boca... mas você ela confia. — A Otília me falou e me deu um beijo na bochecha... adorei ter ela perto de mim.
— Não vão fazer sacanagem!... — Falei enquanto eles iam embora e eles riram. Finalmente tava sozinho com a Melanie, tinha a tarde toda. Sem fazer barulho, subi as escadas até o quarto dela. A porta tava fechada, mas dava pra ouvir que ela tinha colocado um CD do Rakim e Ken-y, romântica a menina. Abri a porta bem devagar, e vi ela, tava deitada na cama, lendo um livro. Linda, tava com um shortinho azul e uma camisetinha rosa solta, que deixava a barriguinha de fora. Ela me viu e sorriu largo. Pulou da cama e me abraçou.
— Oiiii!!... o que cê tá fazendo aqui? — Falou me dando um beijo na bochecha.
— Sou seu babá, a Otília saiu com o namorado e a gente vai ficar sozinhos até a tarde... — Falei sorrindo, ela riu e me abraçou forte. Ficou na ponta dos pés e me deu um beijo suave nos lábios. Depois de uns segundos, peguei ela pelos glúteos, massageando. Ela me olhou, daqueles olhares estranhos de quando a pessoa tá apaixonada, e a gente sentou na cama pra conversar. A Melanie se aninhou no meu ombro, eu abracei ela fazendo carinho. Percebia que ela adorava isso, ser mimada.
— O que cê tava lendo? — Perguntei.
— Um romance onde uma garota se apaixona por um senhor mais velho, e todo mundo é contra, mas eles se amam... — Ela falou animada. Era muito romântica e melosa, acreditava em príncipe encantado e finais felizes. A gente continuou conversando assim, umas bobagens que ela gostava, enquanto eu com uma mão brincava com os cachos do cabelo loiro dela, com a outra acariciava as pernas dela. Até que Leve a conversa para temas mais íntimos. Melanie começou a me contar o que tinha feito depois daquela tarde.
—...Comecei a fazer o que você me ensinou... — Ela me disse timidamente.
—...E agora não consigo parar, faço isso toda noite... — Ela estava ficando vermelha.
—É normal, é algo bom... — Eu dizia, tranquilizando ela, enquanto minhas mãos esfregavam as pernas dela bem perto da buceta.
—Quer que eu faça agora?... — Falei no ouvido dela, e ela, deitando a cabeça no meu peito, concordou com a cabeça. Então, suavemente, meti minha mão dentro da calça dela, dentro da calcinha de algodão, e comecei a tocar ela.
—Ahhh... siiiim... eu gosto... — Ela gemeu, me abraçando mais forte. Enquanto eu batia uma pra ela, ela movia o corpo contra o meu, gemendo cada vez mais alto. Eu tava muito excitado, tinha esperado por isso há semanas, então falei:
—Tira minha piroca e faz igual da outra vez... — Querendo que ela me masturbasse.
Melanie desabotoou o cinto da minha calça jeans e puxou meu pau pra fora, que já tava durasso. E, sem mais, ela baixou a cabeça e enfiou ele na boca. Não esperava por isso, mas amei, deixei ela fazer o que quisesse.
—Mmmm... Mmmmm... Mmmm — Ela fazia sons com a boca enquanto chupava. Eu baixei um pouco a calça dela e deixei a bunda dela no ar, comecei a passar a mão na bunda dela com as minhas mãos. Salivei um dedo e comecei a enfiar no cu dela.
—Mmmmm!!!... mmmm... mmmmmmmmmmm... — Ela reclamou no começo, mas depois continuou como se nada tivesse acontecido. Eu tinha dois dedos na buceta dela, entrando e saindo, e outro no cu dela, fazendo movimentos circulares. A língua dela no meu pau fazia um bom trabalho, ela enfiava até onde dava, passava a língua, me masturbava... Melanie aprendia bem rápido a fazer de tudo.
—Aahhh... aahhhh... aahhhhhh... — Até que ela tirou meu pau da boca e começou a me masturbar rapidinho com a mão. Eu tava prestes a gozar, então movi meus dedos mais rápido dentro dela. Aproveitei e enfiei mais um dedo no cu dela, e mexi com força. Melanie reagiu a isso, com o corpo todo tremendo. -Ahhh!!... aaaaahhhh!!!!... AAAAAAAHHH!!!...- Ela começou a gozar gritando, enquanto meu pau não aguentou mais e começou a jorrar leite direto na carinha dela. A Melanie percebeu e abriu a boca tentando pegar, mas a maior parte sujou a carinha dela. Depois, ofegante e desesperada, juntava o esperma do rosto com as mãos e chupava meu pau, comendo toda minha porra rapidinho. Aquela imagem de vê-la desesperada pra engolir tudo me excitou pra caralho, a mina era a amante perfeita, um sonho realizado. A Melanie ficou respirando pesado e sorrindo, toda corada. Eu, que depois de ver como ela devorava meu leite gulosamente, ainda tava com o pau durasso.
-Vou te ensinar outra coisa...- Falei pra ela e ela me olhou animada. Me aproximei dela e, acariciando a bochecha dela, comecei a dizer:
–Primeiro vai doer um pouco, mas depois vai ser melhor que isso, tá?...- A Melanie me olhou meio assustada e sem entender, mas falou “tá bom”, sem me contradizer. Então deitei ela na cama, devagar tirei a calça dela... Depois a calcinha. Ela tava nervosa por ficar pelada na minha frente, mas só me olhava na expectativa. Acariciei as pernas dela e ela suspirou.
-Senta em cima de mim...- Falei quando ela ficou completamente nua, só com umas meias brancas. O corpo dela tremia levemente de excitação e nervosismo. E devagar, ela veio e se ajoelhou em cima de mim... Depois sentou e meu pau ficou batendo na barriga dela. Ela respirava ofegante e tremia um pouco mais que antes.
-E agora?...- Ela me falou me olhando. Percebi o nervosismo na voz dela, que mal dava pra notar. Agarrei as nádegas dela e levantei ela um pouco, deixando a cabeça do meu pau na entrada da buceta dela.
-Vai meter aí? Não... Não vai entrar...- Ela falou assustada, mas eu beijei ela e falei.
-Vai entrar sim, primeiro vai doer um pouco, se quiser morder meu ombro, morde... mas depois você vai adorar...- Eu falava pra ela, ela me olhava prestando toda atenção do mundo. Agora, aos poucos vou te descendo, e Quando sentir o topo, me avisa quando estiver preparada, sim?.. - Ela me disse que sim com a cabeça e me abraçou forte pelo pescoço. Era o momento... Abaixei ela um pouco. Se fosse por mim, teria penetrado ela de uma vez, sem piedade... Mas a Melanie era uma coisa tão gostosa, que eu faria o mais suave possível. - Aahh... aahhhh... - Ela ofegou quando a cabeça entrou. Era tão gostoso entrar dentro dela, que tive que me segurar pra não deixar ela cair de uma vez. - Mmhhhhhhaaa... - Ela gemeu quando abaixei ela um pouco mais. Tava com os olhos fechados e mordendo os lábios. Depois ela disse: "ahh, ah aí...". Senti o Viço dela, a tela que a fazia virgem. Não podia acreditar que ia desvirgar ela, isso era um sonho realizado. A Melanie respirava forte, inflando o peito como se tivesse acabado de correr, tava com os olhos fechados e me abraçava tanto que tava me deixando sem ar. - Pronta?... - Perguntei, ela disse "aham" sussurrando. E de uma vez, deixei ela cair, enterrando toda a minha pica dentro dela. - Ahhhhhhhhhhhhhhh!!!!!!... - Ela gritou e cravou as unhas nas minhas costas. Me segurei, porque depois de gritar, a Melanie mordeu meu ombro com força. A buceta dela apertava minha pica, sentia as contrações, como se ajustava perfeitamente na grossura do meu pau. Tava quentinho, era uma sensação incrível, não se comparava com nenhuma outra mulher. Comecei a beijar ela, ela tinha lágrimas nos olhos, mas aguentava como uma rainha. Depois de um tempo, comecei a levantar ela devagar, e depois abaixava bem devagar, penetrando ela. - Aahhhhh!!... aahhhh!!!!... - Ela gemia forte, com um pouco de dor. Mas eu continuei, mesmo que me matasse ver ela sofrer assim. Mas minha excitação falava mais alto, então continuei abaixando e levantando ela. Cada vez um pouquinho mais rápido, deslizando toda a minha pica por dentro dela. - Aaahhhhh... aahhhhhh... - Os gemidos dela foram se acalmando, a dor dela sumia. Já não me apertava tanto com os braços. E nessa altura, eu já tava levantando e abaixando ela rapidinho. Ela tava com a cabeça encostada no meu peito, e quando me percebi, ela estava se divertindo pra caralho. -Aaahh... aahhh... aahhhh...- Deixei ela, ela subia e descia sozinha, enfiando meu pau até o talo, tirava de novo, e enterrava de novo por conta própria. Melanie começou a subir e descer cada vez mais rápido, ofegando mais forte, me fazendo segurar a gozada. -Aaaahhh... siiiiim... aahhh... ahh... ahh...- Ela gemia sem parar, se esfregando no meu corpo. Eu peguei e enfiei dois dedos babados na bunda dela, que entraram perfeitamente. E depois de um tempo, ela tensionou o corpo, começou a tremer e gritar, me abraçando forte de novo. -Aahhhhhhh!!!!!!...- Ela teve um orgasmo violento, e como eu não aguentava mais, e não queria gozar dentro dela, joguei ela na cama, me ajoelhei por cima e coloquei meu pau na cara dela. Melanie sabia o que eu queria, e engoliu rapidinho... comecei a gozar com jorros enormes na garganta dela. Ela engoliu tudo, sem desperdiçar nada, e continuou chupando meu pau até não sair mais porra. -Nossa....- Ela disse, ofegante e cansada, quando me deitei ao lado dela, também ofegante. Ela se aninhou do meu lado e disse: -Foi incrível, nunca senti nada igual... -Viu que ia gostar?..- Falei sorrindo. -Amei...- Ela disse. Depois de descansar um pouco, já era meio-dia. Falei pra descermos pra comer alguma coisa, e depois a gente via o que fazer, mas eu já tinha planos pra tarde. Ela foi no banheiro se lavar e trocar. Vi os lençóis manchados com um pouco de sangue, então desci pro tanque e coloquei na máquina de lavar, pra sumir com as provas. Se alguém descobrisse que eu tinha tirado a virgindade da gostosona da família, me matavam. Mesmo assim, eu tava perdido num mundo de tesão, não pensava seriamente no que tinha feito, nem no que ia fazer, só queria viver o momento e aproveitar ao máximo. Daqui a pouco voltei e Melanie saía do banho. Tinha tomado banho, tava com o cabelo molhado e coberta com uma toalha. Sorri largo ao vê-la. -Eu troca e a gente come alguma coisa... — Ela disse enquanto abria o guarda-roupa. Tava agindo super natural, aos poucos tava perdendo aquela timidez característica dela comigo. A lâmpada acendeu na minha cabeça, e eu falei: — Melanie, por que você não veste o uniforme da escola? — Falei, depois do que rolou, me excitava pra caralho transar com ela de uniforme. — Cê gosta? — Ela perguntou, estranhando minha proposta. — Amo como fica em você, cê tá uma delícia com o uniforme... — Ah... valeu... — Ela disse, começando a pegar o uniforme do guarda-roupa. Eu vi que também tinha outros uniformes, e perguntei curioso: — Não tem um uniforme do ano passado? — Ela me olhou sem entender, mas depois olhou pro guarda-roupa e falou: — Tem, mas tão pequenos, minha mãe vai jogar fora qualquer hora... — Eu sorri, e Melanie sacou e entendeu o que eu queria. Com um sorriso safado, pegou outro uniforme e levou pro banheiro. — Não sai daí, que já volto... — Ela disse enquanto corria e se trancava no banheiro. Esperei impaciente, Melanie me deixava louco de tesão, meu pau começou a pulsar dentro da calça, e quando vi ela sair, foi tipo um sonho realizado. — Cê gosta como fica em mim?.. Tá super pequenininho... — Ela perguntou. Eu só sorri: Mal cabia no corpo dela, que crescia pra caramba. A saia tava muito curta, quase na altura da bunda, e a camisa colava no corpo dela, destacando os peitos, com a gravata caindo no meio deles. Meu pau pulsou ao ver uma gostosa daquelas na minha frente. Depois descemos pra cozinha. Vale dizer que quando Melanie descia as escadas, a saia levantava com o jeito dela andar e dava pra ver a bunda toda. Além disso, pude reparar como ela rebolava ao caminhar, como sempre usava roupas largas, nunca tinha conseguido ver o jeito dela andar... mas agora percebi que era uma gatinha completa, pelo jeito que mexia as pernas. Preparamos uns sanduíches e comemos conversando besteira. Eu não conseguia parar de olhar as pernas dela, ela tava sentada na cadeira e balançava as pernas como uma menininha, abrindo e fechando. Depois não sei o que foi buscar no armário, que teve que ficar na ponta dos pés... a saia toda levantou, deixando a bunda dela na minha visão total, bem na minha frente. Não aguentei mais, levantei e fiquei atrás dela, abracei ela, encostando todo o meu volume na bunda dela. Ela parou de procurar no armário e se segurou na pia com as mãos, se deixando apalpar. Minhas mãos percorreram o corpo dela, até ficar massageando os peitos dela. Melanie olhou pra trás, comecei a beijar ela. Ela, além disso, mexia a bunda esfregando no meu volume, me estimulando pra caralho. Uma mão minha já tava apalpando ela na virilha, nossos corpos se moviam se esfregando um no outro. Nisso, peguei a Melanie e coloquei ela em cima da mesa. E ela se deitou ali, deixando a bunda empinada e à minha total disposição. Abaixei a cabeça até as pernas dela, puxei a calcinha dela pra baixo, e comecei a lamber a buceta dela, fazendo ela gemer. -Aahhh... siiiim...- Ela ofegava com a cabeça deitada na mesa. Enfiei uns dedos, e minha língua foi um pouco mais pra cima, até o cu dela. Comecei a lamber ele, tentando enfiar a língua naquele buraquinho, o único que eu ainda não tinha usado. -Mmm... Aahhh....- Ela continuava, minha língua ia e voltava da buceta dela pro cu, eu via como as pernas dela fraquejavam por causa das sensações. Tirei o pau da calça, precisava de ação. Então levantei, encostei na entrada dos lábios da buceta dela, e deslizei pra dentro sem nenhum problema. -Aahhhhhhhhhh...- Melanie suspirou fundo quando sentiu ele dentro. Agarrei ela na cintura e comecei a bombar devagar, mas com estocadas fortes. Cada penetração era respondida com um grito dela, cada vez mais alto. -Aahhh!!... ahhh!... ahhhh!... aahhh!!...- Cada vez eu aumentava mais a velocidade. Minhas mãos percorriam o corpo dela, até que umedeci meus dedos com saliva e comecei a passar na bunda dela, enfiando um sem muita dificuldade. -Mmmm!!... aahhh... ahh...- Ela não reclamou demais até que enfiei um segundo dedo. Comecei a movê-los em círculo, tentando abrir o esfíncter dela. Mas meu pau na buceta dela já tava fazendo o trabalho, e não deixava ela reclamar muito. -Aaahh!... aahhhh!... aaaaaaahhhhhhhhhhhhhh!!!...- A Melanie começou a gozar, se agarrando na mesa e arqueando a cintura. Mas eu continuei com minha bombada regular, sem parar nem um segundo. Consegui enfiar um terceiro dedo na bunda dela, ela soltou um gemido, mas continuei abrindo o cu dela. Até que depois de um tempo, me deitei nas costas dela, tirei meu pau da buceta dela, cuspi pra lubrificar, e apoiei na entrada do cu dela. -Não vai entrar...- Ela disse suspirando, com os cabelos colados no rosto de tanto suor. Eu peguei as mãos dela e imobilizei com o peso do meu corpo, e fiz pressão com meu pau, até que a cabeça entrou. -Aaahhh!!!... dói!!....- Ela reclamou, fechando os olhos e apertando os dentes. Mas eu continuei e empurrei mais um pouco, deslizando meu pau só uns centímetros. -Aiiii!!!... tira!!!... dói!!... ahhhhh!!...- Ela reclamava, tentava se mexer e sair, mas eu não deixava, segurava ela firme. Continuei fazendo pressão, meu pau ia enterrando cada vez mais. Sentia como o cu dela apertava meu pau incrivelmente, era muito apertado. -Só mais um pouco e já era... aguenta...- Eu dizia no ouvido dela, vendo que ela já tava com lágrimas nos olhos, apertava os dentes e se agarrava na mesa com as mãos, aguentando. Meu pau já tava quase todo dentro, o corpo da Melanie tremia, até que finalmente, depois de um tempo e muito suor, entrou completamente. -Me... ahhhgghh... queima... aahh...- Ela reclamava, mas eu deixei meu pau parado lá dentro. Pra aliviar a dor dela, com minha mão comecei a bater uma pra ela. Ela começou a ofegar numa mistura de dor e prazer. Meu pau pulsava de tesão nas entranhas dela, minha mente viajava ao saber que eu tava prestes a comer a irmãzinha da minha namorada de uniforme escolar... -Aahhh!!... aagghh!!!... aahhh!!!!...- Comecei a bombando, fazendo Melanie gritar. Eu tirava um pouco devagar meu pau dela, e enterrava de novo até as bolas. Ela respirava que parecia que tava num parto, tinha o rosto todo suado e os cabelos caindo na testa. -Aaah!!... aahhhh!!... ahhhh!!...- Aos poucos eu aumentava as estocadas. Desabotoei a camisa dela e tirei os peitos pra fora. E enquanto continuava masturbando ela, comecei a massagear as tetas dela beijando o pescoço. Ela já gemia mais com prazer do que dor. -Aahhh... aahhhh... ahhhh...- Não demorou muito até que só dava pra ouvir prazer vindo dela, então eu me dediquei a foder ela de boa. De vez em quando eu tirava meu pau da bunda dela e enterrava de uma vez na buceta... Depois voltava pro cu, onde meu pau já entrava deslizando perfeitamente. Adorava sentir minha barriga batendo nas nádegas dela a cada estocada. -Tá gostando agora, Melanie?...- Perguntei bombando mais forte. Ela falava “siimm” mal dando pra ouvir entre os gemidos. Agarrei a cintura dela com as mãos e estocava cada vez mais forte, fazendo ela gritar de prazer. A bunda dela vibrava e engolia meu pau até sumir. Depois me deitei por cima dela e me agarrei nos peitos dela, apertando eles, bombando mais forte vendo meu orgasmo e o dela chegando. -Aahhh... ahhh!!... aahhh!!!... aaahhhhhhhhhhhh!!!- Ela começou a gozar num tesão danado, eu não aguentei mais. Dando estocadas fortes que faziam a mesa se mover, comecei a gozar com jorros enormes de porra dentro da bunda dela, enchendo ela. Era incrível a sensação que isso me causava, não dá pra descrever. Ficamos ali, ela embaixo e eu deitado nas costas dela por um tempo, ofegando e recuperando o fôlego, todos suados. Meu pau perdeu o tamanho e saiu de dentro dela. Melanie parecia que tinha corrido uma maratona, tava exausta. -Vamos pro quarto pra você descansar...- Falei e ela sorriu. Quando vi ela andando com dificuldade, peguei ela e carreguei nos meus braços. levando ela até o quarto dela. Ela me abraçava o pescoço com os braços. Depois, coloquei ela na cama, e sem mais, Melanie dormiu, cansada pelo esforço enorme que tinha feito. Fiquei olhando pra ela, sem acreditar que uma coisinha tão pequena pudesse me dar tanto prazer. Depois fui tomar banho, estava todo suado, minha meta de desvirginar ela nos três buracos estava cumprida. Depois do banho, deitei com Melanie abraçado com ela, na posição de conchinha. Ela encaixou a rabetinha dela bem contra meu volume, dormindo, e ficamos assim por umas horas. Quando acordei, já eram umas 5 da tarde. A Otilia viria, pelo que eu imaginava, umas 7 da tarde, igual a Susan. E os pais delas só à noite. A Melanie não estava na cama, mas ouvi o barulho da água do chuveiro no banheiro. Ela estava tomando banho, então desci pra cozinha, preparei algo pra comer e fui pra sala ver TV.
— Já tomei banho duas vezes... — disse Melanie sentando do meu lado. Ela tinha trocado de roupa, agora estava usando um vestido verde que ia até os joelhos, mas que insinuava a forma do corpo dela. Ela tinha prendido o cabelo em duas maria-chiquinhas, e estava com um perfume gostoso de rosas que eu adorei.
— Como você tá se sentindo?... — perguntei, mas ela deu de ombros e, rindo, disse: “muito bem”. Entendi que não tinha problema, porque eu achava que podia ter machucado ela depois de ter comido ela tão selvagemente como fiz na cozinha. A gente via TV de boa, enquanto eu tomava um refrigerante, ela tinha um pote de sorvete e comia de um jeito muito sensual. Ela, obviamente, não sabia que tava fazendo isso. Fiquei olhando como ela metia a colherzinha na boca e apertava os lábios. Ou se escorria um pouco, passava a língua nas mãos. Tava me excitando ver aquilo, até que ela, rindo, me disse:
— O quê?... — sem entender por que eu tava olhando daquele jeito.
— Adoro quando você come sorvete assim... — falei.
— Como, assim?... — disse ela comendo outra colherada, me encarando com os olhões azuis dela. Meu O pau pulsava dentro da calça, Melanie viu o volume crescendo cada vez mais.
— Coitadinho... agora me deu vontade de comer outra coisa... — Ela disse, abaixando o zíper da minha calça, e sem mais delongas puxou meu pau, que saltou pra fora, duro e pronto pra ação. — Mmmmmmm... Tá gostando assim?... — Ela disse, passando a língua e apertando a haste com uma mão.
— Dá uns beijinhos nele... isso... — Melanie beijava a cabeça do meu pau. Depois, e isso me surpreendeu pra caralho, ela pegou sorvete e passou no meu pau todo. Começou a passar a língua por todo o comprimento, a sensação do sorvete gelado e a língua quente dela me deixava louco... finalmente, ela engoliu até onde dava. Começou a chupar como se tivesse mamando uma mamadeira. Passando a língua sem mexer a cabeça. A menina aprendia rápido pra caralho, me dava sensações muito melhores que qualquer mulher... talvez até melhor que a Susan. — Mmmmm... Mmm... — Depois, com uma mão, peguei o cabelo dela, tirei do rosto, e enquanto ela subia e descia a cabeça, estiquei a mão até a bunda dela e comecei a enfiar uns dedos. Ela ainda estava dilatada, entrou fácil. E o melhor, nem reclamou quando enfiei dois dedos. Olhei a hora, eram seis da tarde, dava tempo pra mais uma sessão de sexo. Melanie chupava devagar, aproveitando cada centímetro do meu pau com a boca. Depois de um tempo, deitei ela no sofá de barriga pra cima, levantei o vestido, tirei a calcinha dela, e enfiei a cabeça entre as pernas dela, era a vez dela.
— aahhh... siiiim... adoro isso... mmmmaaahhh... — Melanie começou a gemer, apertando minha cabeça com as pernas. Minha língua ia e vinha na rachinha dela, brincando com o clitóris, enfiava dedos, ela se contorcia no sofá, gemendo sem parar. Até que depois de uns minutos, ela apertou minha cabeça com as pernas quase me sufocando, e teve um orgasmo poderoso. Coloquei as pernas dela nos meus ombros e, de uma estocada só, enfiei o pau inteiro na buceta dela.
— aaahhhhhhhh!!... — Comecei a bombar com força, adorava ouvir ela. gritar, ver como os peitos dela balançavam por baixo do vestido. Fiquei um tempão assim, metendo nela, até que virei ela, tirei o vestido deixando ela pelada... e na posição de quatro, enfiei meu pau na bunda dela devagar, mas sem dificuldade. -Aaahhh... devagarzinho...- Ela disse quando comecei a bombar a bunda dela. Agarrei ela pela cintura, metia e tirava meu cacete da bunda dela. Ela mordia a própria mão e tinha os olhos fechados. A gente tava assim, transando, quando ela ouviu um barulho, e olhando rápido pra porta de entrada da sala, vejo a Otilia e o namorado dela nos olhando. E o mais chamativo de tudo, era que o namorado da Otilia tava com o pau pra fora, se masturbando... e a Otilia tinha a mão dentro da calça jeans, também se tocando.
Isso me excitou pra caralho, ter plateia. Aí comecei a bombar a Melanie com mais força. -Aaahhh!!... aaahhh!!... aaahhh!!!...- Ela gritava. A Otilia me olhava com um sorriso nos lábios, segurando um dos peitões dela e apertando, enquanto com a outra mão se punhetava forte.
A Otilia falou alguma coisa no ouvido do namorado, e os dois me olharam rindo. A Melanie nem percebia isso, tava muito ocupada recebendo meu pau no cu dela de forma bruta. Ela mordia os nós dos dedos e tinha a cabeça deitada no chão, com os olhos fechados. -Aaahhh... aaahhh... aaahhmmmmmmm... mmmm...-
A Melanie, que tava ofegante de boca aberta, levantou a cabeça por um momento, apoiando os cotovelos no chão... Eu me deitei nas costas da Melanie, metendo mais forte, e falei no ouvido dela. -Relaxa, bebê... aproveita... você vai ver como vai adorar...- A Melanie tentou me afastar um pouco, mas enfiei meus dedos na buceta dela e ela se acalmou. A Otilia tinha sentado no colo do namorado num sofá perto da gente. Me excitei pra caralho vendo ela sem a calça jeans, o namorado amassando os peitões enormes dela e enfiando os dedos sem parar na buceta. A Otilia punhetava o namorado freneticamente. Os dois nos olhando, plateia. A Otilia tinha um sorriso malicioso na cara... olhando como eu comia a Melanie. A irmã dela.—Cê gosta da minha irmãzinha?... — Disse Otilia me abraçando por trás, apoiando a cabeça no meu ombro. Senti aquelas tetonas enormes encostadas nas minhas costas. — Cê gosta da minha irmãzinha? — Ela continuava falando, olhando fixo pro meu pau entrando e saindo do cu da Melanie. Ela tava de olhos fechados e ainda não tinha percebido nada. O corpinho branco dela todo suado e se contorcendo a cada instante... gozando em múltiplos orgasmos. — Mmmm!!... mmmm... mmmm... — Ela gemia sem parar. A situação era inacreditável, só faltava a Susan aparecer e entrar na festa... uma orgia em família. Otilia passava a mão no meu corpo, me abraçando por trás, até começou a me beijar com tudo, enfiando a língua até o fundo da minha garganta. O namorado dela assistia tudo do sofá se masturbando. Ele ria e se impressionava com o que a gente tava fazendo. Parecia que excitava ele ainda mais eu estar beijando a namorada dele. Comecei a chupar as tetas da Otilia. Caralho... eram enormes, tipo duas melancias. Otilia apertava minha cabeça contra ela. Começou a gemer. — Aahhhh!!... — Gemeu forte. Melanie ainda de olhos fechados aguentando a foda. Era louco pensar na cena. Eu tava metendo no rabo da Melanie, a princesinha da casa que todo mundo tratava como bonequinha, e ao mesmo tempo, tinha a irmã dela, Otilia, esfregando as tetas na minha cara. E sem esquecer do namorado dela se masturbando igual espectador de filme pornô. — Aahhh!!!!!... aahhh!!!!!... aahhhhh!!!... — Melanie continuava gritando. Aumentei as estocadas. Tava segurando ela pelas nádegas, cada vez metendo mais rápido, mais forte, e Melanie gritava cada vez mais. — Aaaaaahhhh!!... aaaaaahhh!!!!... aaaaaahhhh! — Otilia assistia tudo de perto, enfiando todos os dedos que conseguia na própria buceta se masturbando. Até que senti que ia gozar, não aguentava mais. Tirei meu pau de dentro da Melanie. Ela caiu deitada no tapete. Me ajoelhei na frente dela com o pau prestes a explodir na mão, apontando direto pra carinha dela. Quando a Melanie me olhou, comecei a gozar com jorros enormes de porra. Dava pra ver que ela tava confusa, mas quando recebeu os primeiros jatos, abriu a boca e colocou a língua pra fora pra receber a goza que caía na cara dela — Aaahmmmmm... — Ela gemia enquanto engolia minha porra instintivamente. Esfreguei meu pau na cara dela. A Melanie sozinha abria a boca e metia na boca, chupava como se fosse a coisa mais natural do mundo. E foi nesse momento que ela percebeu que a Otilia, a irmã mais velha dela, tava do lado se masturbando e olhando fixo pra ela. A Otilia, com aquele sorriso safado, se ajoelhou na frente da Melanie e começou a lamber a carinha da irmã, limpando com a língua a porra que escorria nela. A Melanie só ficou lá deitada, parada no chão. Eu já esperava qualquer coisa depois daquilo. — Inacreditável, cara! Inacreditável! — Gritava o namorado da Otilia gozando no sofá. Ele tava comemorando o final de um filme que tinha amado. O namorado da Otilia chegou perto da gente com o pau na mão. Ele ficou na frente da Melanie. Ela tinha o pau duro do namorado da irmã bem na cara e nem percebia. Ele me olhou, e eu fiz um sinal afirmativo com a cabeça. Nunca tinha participado de um menage, e essa era minha chance. — Aaahhh... aahhh... aahhmmmmmmm... mmmm... — A Melanie, que tava gemendo de boca aberta, levantou a cabeça por um momento, apoiando os cotovelos no chão... e levou de uma vez o pau inteiro do namorado da Otilia. Ela arregalou os olhos, mas ele segurou a cabeça dela... segurou firme, metendo na boca dela. Eu me deitei nas costas da Melanie, penetrando ela mais forte, e falei no ouvido dela: — Relaxa, bebê... aproveita... você vai ver como vai adorar... — A Melanie tentou se afastar um pouco, mas eu meti meus dedos na buceta dela e ela se acalmou. Daí a pouco já tava mamando o pau do namorado da Otilia sem frescura. Eu penetrava ela devagar, esticando o momento o máximo que dava. A Otilia tinha se sentado num sofá perto da gente. Fiquei putamente excitado vendo ela sem Os tejanos, com a camiseta levantada apertando uma das tetonas dela e se masturbando com um sorriso safado na cara... olhando o namorado dela e o namorado da irmã dela comendo a irmãzinha dela.
— Vamos trocar... — Me disse o namorado da Otilia, e a gente trocou. A Melanie me olhou, mas eu sorri pra ela e ela não falou nada, só me encarou sem expressão. Quando viu minha pica, ela pegou com a mão e, sem mais, começou a lamber. O namorado da Otilia meteu forte na buceta dela, fazendo a Melanie soltar um grito desgarrador, e começou a bombar.
— Tá gostando da minha irmãzinha?... — A Otilia me disse me abraçando por trás, apoiando a cabeça no meu ombro. Senti as tetonas enormes dela encostadas nas minhas costas.
— Cê tá gostando da novinha?... mmmm.... Adoro ver os dois comendo ela... — Ela continuava falando, olhando fixo minha pica entrando e saindo da boca da irmãzinha dela. A Melanie tava de olhos fechados e parecia estar adorando a situação. O corpinho branco dela tava todo suado e se contorcendo toda hora... gozando em múltiplos orgasmos.
— Mmmm!!... mmmm... mmmm... — Ela gemia sem parar. A situação era incrível, só faltava a Susan aparecer e entrar na festa... um surubão em família.
— Coloca na bunda dela... — A Otilia falou pro namorado. E ele, sorrindo, tirou a pica e meteu na bunda da Melanie, que já tava aberta e dilatada por mim. A Otilia me acariciava o corpo, me abraçando por trás, até começou a me beijar apaixonadamente, enfiando a língua até minha garganta. Puxei ela pro meu lado, e enquanto a Melanie continuava chupando minha pica, comecei a chupar as tetonas da Otilia. Caralho... eram enormes, tipo duas bolas de festa. A Otilia apertava minha cabeça contra ela, começando a gemer.
— Mete os dois juntos... — A Otilia sussurrou no meu ouvido. E a ideia me deixou doido, uma dupla penetração na Melanie. O namorado da Otilia sacou na hora, e com os braços, pegou a Melanie sem tirar a pica da bunda dela, levantou ela no ar.
— Aahhhh!!... — Ela gemeu. Forte, Melanie tirou meu pau da boca. O namorado da Otilia deu umas metidas na Melanie, e eu me enfiei entre as pernas da gata, apontei meu pau na buceta dela e comecei a empurrar...
— Aaahhh!!... Não... isso não... Os dois não... Aaaahhhhhhgg!!!.. — Melanie começou a falar, rangendo os dentes. Mas meu pau foi abrindo caminho na buceta dela, que tava bem apertada por causa da pressão do pau que já tava no cu dela.
— Calma... já já entra... — Eu dizia pra Melanie, enquanto ela me abraçava forte e cravava as unhas nas minhas costas. Até que, depois de um certo esforço, meu pau entrou de vez. Melanie ficou empalada por dois paus ao mesmo tempo. Isso era algo que nem eu tinha imaginado fazer com ela.
— Aaahhh!!!!!... Aagghhh!!!!!... — Melanie gemia quando a gente começou a se mexer dentro dela. O namorado da Otilia e eu pegamos o ritmo da parada, enquanto eu metia, ele tirava. Era inacreditável pensar que a Melanie tava sendo protagonista de uma dupla penetração, uma gata tão doce e meiga... parecia cena de filme pornô, ao vivo e a cores.
— Aaahhh!!!!!... Aaahhh!!!!!... Aaahhhhh!!!... — Ela continuava gritando. Enquanto nós dois aumentávamos as metidas, apertando ela entre nossos corpos. Eu segurava a Melanie pelas nádegas, o namorado da Otilia pela cintura, cada vez bombando mais rápido, mais forte, e a Melanie gritando cada vez mais.
— Aaaaaaahhhh!!... Aaaaaaahhh!!!!... Aaaaaaahhhh!!!!.. — A Otilia assistia tudo de perto, enfiando todos os dedos que podia na própria buceta, se masturbando. Até que eu senti que ia gozar, não aguentava mais. Tirei meu pau de dentro da Melanie. O namorado da Otilia fez o mesmo, e a Melanie caiu de joelhos no chão. Nós dois, sem dizer nada, paramos na frente dela com os paus prestes a explodir na mão, apontando direto pra carinha dela. Quando a Melanie olhou pra gente, começamos a gozar com uns jorros enormes de porra. Dava pra ver que ela tava confusa, mas quando recebeu os primeiros jatos... Ela abriu a boca, esticando a língua pra receber o gozo que caía na cara dela.
"Aaahhhhhhh... aaahhhhhhhhh..."
Ela gemia enquanto a gente, depois de lambuzar a cara dela de porra, esfregava as pirocas na cara dela. A Melanie só abria a boca e metia elas pra dentro, chupava, era a melhor coisa ver ela mamar duas rolas. Ela lambeu e chupou até deixar elas limpinhas e brilhando de saliva.
Mas o auge foi quando a Otilia se ajoelhou na frente da Melanie e começou a lamber a carinha da irmã, limpando com a língua o esperma que escorria. Eu já esperava qualquer coisa depois daquilo. Mais ainda quando a Otilia começou a beijar a irmãzinha dela... e depois de um tempo, porque a Melanie não reagia, as duas se beijavam apaixonadamente. Quando se separaram, a Otilia pegou a roupa dela e foi embora com o namorado, falando: "Vamos tomar um banho!", deixando a gente sozinho. A Melanie me olhou confusa, respirando já mais calma. O cabelo dela tava bagunçado e o corpo todo suado. Ela não entendia nada do que tinha rolado.
"Como você tá se sentindo, Melanie?"
Perguntei esperando levar um tapa na cara. Mas ela só me olhava. Sentou no tapete tentando esconder o corpo pelado. Tava toda envergonhada e tímida. Abracei ela e ela enfiou a cabeça no meu peito. Depois de uns segundos, ela falou...
"É... bem... eles nos olharam o tempo todo, né?"
Perguntou com a voz quase saindo.
"Sim... mas não vão falar nada. Prometo. Você gostou do que rolou agora há pouco?"
Perguntei curioso. E ela me olhou, ficando vermelha, e respondeu...
"Sim... bastante..."
E me deu um sorriso que derretia.
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