As aventuras sexuais do Pascal 2

Capítulo 2
Todas putas.

As aventuras sexuais do Pascal 2Minha respiração ainda estava ofegante. Depois de me hidratar um pouco, queria voltar e continuar tudo de onde paramos com a Carolina, mas sabia que isso não ia rolar, já fazia mais de uma hora que eu tinha saído da sala de aula.

Descobrir até onde eu podia levar minhas habilidades me fez perceber o quão livre eu era nesse mundo. Eu era feliz, senti um frio na barriga ao pensar em todas as possibilidades que teria daqui pra frente. Não tô nem aí pra dinheiro ou fama, escolheria mil vezes encher meu estômago do que meus bolsos. Subi as escadas pra ir pro segundo andar, na minha mente continuavam surgindo situações que, em vez de baixar o tesão que eu tava, só aumentavam. Ficava pensando em todas as putarias que a Carolina me disse e me animava. Se eu conseguia criar essa situação com uma professora, que tipo de coisa eu poderia fazer com as alunas? Um surubão? Soa bem, mas não quero algo muito grande, com cinco delas já me basta. Pensei nisso como se fosse algo normal ou fácil de fazer, sorri e lembrei de novo como eu era feliz.

Continuei pelo corredor até o final, bem onde fica a porta da minha sala. Ao abrir a porta, vi que tudo estava normal, ninguém se deu ao trabalho nem de virar pra me olhar. Éramos uma sala com 24 alunos, um pouco pequena. Na primeira fileira estava o grupo dos inteligentes e estudiosos, que se esforçavam pra tirar notas boas em vez de socializar com os outros. No total, eram sete, divididos em três caras e quatro minas. Não vou mentir, as garotas se destacavam pelo cérebro, porque pela beleza vão ter dificuldade nessa vida de merda de hoje. Na segunda fileira estavam dez alunos que encaravam a escola como um grande acampamento, se divertiam e só faziam o mínimo de esforço. Nesse grupo tinham duas garotas, uma era meio feinha, mas a outra tinha uns peitos impressionantes pra idade dela, pra falar a verdade. O nome dela é Sara. Naquela época, ela ainda era menor de idade, mas o aniversário dela era Naquela mesma semana, na sexta-feira, *Na minha mente bateu um déjà vu, não era a primeira vez que sentia aquilo, é simplesmente meu poder me dizendo que aquela era a oportunidade perfeita pra minha nova aventura*, então já tinha um lugar e talvez uma data, uma semana? Pensei que levaria mais tempo. Finalmente, no fundo do salão, estava o típico grupinho de jovens populares que se preocupam mais em festejar e melhorar o carisma do que em passar de ano. Eram seis, quatro mulheres e dois homens… Sem dúvida nenhuma, quero aquelas quatro na cama.

Elas eram a Sofia, a típica garota cock, com uma pele muito branca, cabelo liso e preto intenso, olhos azuis claros, um rostinho lindo, estava prestes a fazer 19 anos, sempre com um sorriso encantador naquela boca minúscula incrível que tinha. Depois vinha a Daniela, era a mais nova das quatro, ela e eu nascemos no mesmo dia, o que destacava a Daniela acima das amigas era a bunda enorme dela, sem brincadeira, vocês não imaginam o tamanho tão desbalanceado em relação ao corpinho magro dela, talvez alguns não gostassem, mas com certeza adoram morder o travesseiro, porque aquele rabão era perfeito. Daniela era loira, de pele clara, olhos pretos, os peitos dela eram médios, mas não vou negar que eram bem empinados, além disso, o quadril dela era largo por causa daquela bunda enorme que a acompanhava. Depois tinha a Lina, era uma garota bem magrinha, não se destacava como as amigas, mas o que a marcava era o rosto tão lindo que ela tinha, poderia ser modelo tranquilamente, ela era namorada de um dos caras do grupo, o que me fazia desejá-la ainda mais… *Mas que filho da puta, entendi que a traição me deixava a mil, não fazia ideia até aquele momento* gostei de me conhecer um pouco mais naquela hora, era assim que eu queria passar os próximos dez anos pelo menos, me conhecendo, sabendo o que me excita e executando na perfeição. Finalmente, tinha a Bárbara, que fazia honra ao nome, era a mais velha de todas, tinha vinte anos. A inteligência não é o maior trunfo dela, mas o corpo é diabólico. Não podia ser tão gostosa, a desgraçada. Tinha um tom de pele canela claro perfeito, o cabelo era sedoso com um tom meio avermelhado, as pernas longas terminavam nuns quadris espetaculares. Era magra, dava pra ver que malhava. Os peitos eram os maiores, junto com os da Sara. Os braços eram finos e o rosto era uma beleza. Fora da escola, andava com universitários que conheceu pelos ex-amigos do colégio que passaram de ano, então não era surpresa que fosse a mais experiente na cama das cinco com quem eu queria montar meu harém.

O dia escolar terminou, fui me retirar do colégio quando algo chamou minha atenção. Carolina estava chorando. Quis me aproximar, mas ela estava com as amigas de profissão tentando animá-la. Eu sabia o motivo das lágrimas, mas se eu fosse lá, existia um risco com 100% de probabilidade de sermos descobertos. Meu poder também me avisava, então segui em frente e fui pra casa.

Em casa, sabia o que tinha que fazer, não só pela minha habilidade, mas porque era algo bem lógico: uma conta numa rede social pra conhecer melhor a Sara e, assim, ela me convidar pra possível festa dela no fim da semana.

SEGUNDA-FEIRA

Eram umas sete da noite, e já estava tudo pronto. Tinha encontrado o perfil da Sara, mas seria muito estranho se ela fosse minha primeira amiga nessa rede, então tive que usar meu poder e, configurando o código da página, fui me infiltrando aos poucos como mais um amigo na conta de mais de 500 pessoas, uma sombra. Tenho certeza que ninguém vai me notar a mais nos perfis delas. Agora sim, tudo pronto: Pascal Reyes, 0 amigos em comum, confirmar ou recusar. Acho que não pensei direito nisso. Bom, que se dane. Mandei a solicitação, e vinte minutos depois chegou a notificação de que Sara tinha aceitado. Tinha que esperar uns minutos antes de Iniciar a conversa pra não parec…
- PASCAL! Que surpresa te ver por aqui, não sabia que você não era amigo da galera aqui, sinto muito não ter te adicionado antes ☺
- É, bom, na verdade não tô nessa há muito tempo e hoje resolvi adicionar meus amigos da escola.
- Amigos? Não pensei que você se desse bem com ninguém… quer dizer, não leva a mal, mas você tá sempre sozinho num canto da sala, é o único que não fica com ninguém :S
- Bom, você tem razão, mas percebi que tô desperdiçando minha juventude, sempre fui muito tímido, nunca saio pra festas e quero acabar com isso, por isso vou adicionar todo mundo.
- E por que começou comigo?
- Ah, não tive uma ordem certa, só comecei pelos que lembrei primeiro haha
- Hahaha relaxa, tô brincando, adoraria te conhecer melhor, você sempre tem uma aura meio misteriosa
- Hahahaha bom, de acordo, agora tenho que fazer umas paradas, mas amanhã se quiser a gente passa o intervalo junto.
- Hahahaha olha só, você disse que era tímido, mas me parece mais que é um mentiroso hahahaha ok, amanhã então a gente faz algo :p
- Valeu, tchau, se cuida
Porra, isso saiu muito melhor do que eu esperava, pensei na hora que no fim das contas é impossível meu poder falhar, então cedo ou tarde vou ter essas cinco na minha cama.
Carolina hmm, pensei nela de novo, sabendo da minha habilidade, achei muito idiota não ir ver por que ela tava chorando, garantindo que ninguém nos descobrisse, acho que não pensei nisso antes, amanhã vou perguntar o que rola com ela se *Quero saber por que ela tava chorando, garantindo que ninguém nos descubra*.
TERÇA-FEIRA
As aulas começaram às 7 como qualquer dia normal, a Sara me cumprimentou naquele dia, não chegou perto, mas me olhou, sorriu e com a mão pra cima fez um gesto com dois dedos, tipo paz, eu respondi o cumprimento com um sorriso e um movimento de cabeça, ela foi pro lugar de sempre na segunda fileira e eu como sempre no meu canto, totalmente. Só. As aulas naquele dia estavam particularmente chatas, então eu saí da sala e fui para o escritório de psicologia, ou melhor, o lugar onde perdi a virgindade com a Carolina. Bati na porta uma vez, lá dentro ouvi a voz linda dela dizendo "entra", abri a porta devagar. Assim que ela me viu, deu pra perceber como o rosto dela se transformou, como se tivesse visto um fantasma ou um monstro. Ela se cobriu com o livro que estava lendo e eu senti que ela começou a chorar.

— O que foi, por que você tá chorando? — perguntei.
— Você tá de... debochando de mim — ela disse com a voz embargada.
Tranquei a porta.
— Safado! — ela gritou pra mim.
— Não posso, você tá chorando e eu ainda não sei por quê.
— Eu destruí meu casamento, minha família, minha profissão. Você tem ideia do quão totalmente fora de lugar foi o que a gente fez?... MEU DEUS, o que a gente fez, eu nunca vou me perdoar... Ontem não consegui olhar minha família na cara, eles perguntavam o que estava acontecendo comigo, e eu não pensei em nada além de dizer que estava doente... E as coisas que eu te falei... Essas coisas eu nunca vou me perdoar — ela começou a chorar mais desesperadamente, mas sem fazer barulho algum.
— Você fala como se alguém tivesse descoberto — falei calmamente.
— Moleque, você não entende, você é novo e com certeza tem a língua solta. Talvez hoje a gente esteja assim, mas e amanhã? Ou depois? Eu não confio em você, com certeza você vai me decepcionar — ela me acusava.
— Bom, eu não vou falar nada se você não falar nada. Já se acalma, ninguém vai saber, nem meus colegas, nem os alunos, nem seu marido... nem sua filha.
Ela começou a se acalmar um pouco. Tudo o que eu dizia era fruto do meu poder. Nem fodendo que eu conseguiria acalmar uma mulher histérica sem a ajuda dele. Meu tom de voz era o certo, minhas palavras eram as ideais, minha postura, minha respiração, TUDO. Quando eu uso ele, é como se outra pessoa falasse e agisse por mim. Não me incomoda, e no final das contas eu alcanço meus objetivos e todo o prazer vai pra mim. E ali estava eu, na frente da mulher com quem perdi a virgindade, acalmando ela porque ela se sentia mal pelo que a gente fez. Então eu percebi: era minha vez. culpa por pedir os passos pra transar com a professora, nunca passou pela minha cabeça algo tipo "O que fazer pra transar com a Carolina sem que ela sinta remorso?", isso teria evitado essa situação constrangedora em que me encontro. Será que vai rolar a mesma coisa quando eu tiver a orgia com minhas colegas?
- Olha, vai ser nosso segredo, tá? – falei
- Jura, jura pela sua vida
- Fica tranquila, não vou te decepcionar, afinal você é minha primeira vez – falei calmo e num tom divertido, notei que um sorriso se formou no rosto dela, que rapidamente se desfez, além disso ela ficou vermelha e fez uma cara de surpresa.
- Bom, Carolina, vou indo que o recreio vai começar e tenho algo pra fazer.
Me aproximei da mesa dela e dei um beijo, ela não virou o rosto e respondeu mexendo os lábios. Aí eu entendi por que ela tinha chorado, não tem nada a ver com a profissão ou família, era porque ela tinha curtido e, pelo visto, de um jeito que nunca tinha experimentado na vida. Não era surpresa, eu sabia exatamente o que fazer pra ela ter explosões de prazer sem parar, isso é algo que ela com certeza não sentiu nem com o marido, por isso chora, porque sabe que mais cedo ou mais tarde vai se repetir, porque ela se conhece e sabe que é fraca, e eu não vou ter problema nenhum em pegar a bunda dela como prometi no fim da nossa tutoria anterior. Devagar, afastei a cabeça e saí do escritório dela, era hora de repensar meus objetivos.
*Quero transar com essas cinco vadias, mas não quero que nenhuma delas sinta remorso, e se possível que se repita com frequência* nunca tinha sido tão específico ao usar minha habilidade, mas sabia, sentia dentro de mim que ia acontecer exatamente do jeito que eu quero que aconteça, mas ao mesmo tempo senti que não ia ser até o fim da semana, o tempo tinha aumentado, então num momento de luxúria mandei de novo os sentimentos delas pra puta que pariu e me Foco só no meu prazer, como eu tinha planejado.
Não via a Sara, será que ia me dar um bolo? Já tinham passado 5 minutos desde o início do primeiro intervalo e ele só durava trinta minutos. Senti uma mão tocar minhas costas, pensei que era a Carolina, mas quando me virei, lá estava ela com um sorriso lindo, seus grandes olhos castanhos claros e seus peitos incríveis, a Sara.
- Desculpa a demora, mas tive que me separar do grupo e eles não queriam porque desfazia o time de pôquer - ela disse enquanto ria
- Não se preocupa, não me incomoda esperar e ainda mais por uma garota tão gostosa - de novo o "dom" falando por mim, as bochechas dela ficaram um pouco vermelhas, percebi na hora.
- Hahaha que engraçado, bom, vamos lá e nos conhecemos melhor - ela me disse sem perder o sorriso.
Começamos a andar pelo parque e descobri que ela morava com os pais, era filha única, o sonho dela é ser veterinária porque ama os animais, nos demos super bem, foi só risada até o intervalo acabar. Voltamos juntos pra sala e não demorou pra começar os murmúrios. Fui pro meu lugar de sempre e ela voltou pro grupo dela, deu pra notar como começaram a encher ela de perguntas.
Durante a aula, aconteceu algo que até então nunca tinha rolado, tínhamos que formar trios pra um trabalho. Rapidinho os grupos começaram a se formar e eu pensei comigo mesmo: "bom, é minha chance de continuar falando com a Sara". Duas garotas, Sofia e Bárbara, sentaram do meu lado e falaram:
- Você vai ser nosso parceiro - disse a Bárbara num tom debochado
Era óbvio, além dos da frente, eu era o mais "inteligente" e a Bárbara não podia arriscar a repetir o ano de novo.
- Você tá sempre aqui sozinho, tão calado, que a gente pensou que era uma boa ideia vir socializar com você HAHAHA - disse a Bárbara com aquele tom debochado de novo.
- Sim, é isso, queremos te conhecer melhor, Pascal - concluiu a Sofia, com um tom sereno, quase dava pra sentir a paz quando ela falava.
- Beleza, o mesmo digo - não era eu, então os eventos que virão serão chave para o desenvolvimento do meu harém.
As caras delas foram de surpresa, acho que não esperavam que o quietinho da sala fosse capaz de encarar elas, e ainda com tanta calma. A gente tinha o que restava da aula pra terminar o trabalho, umas duas horas, pra mim era tão ridiculamente simples que dava pra terminar em menos de 10 minutos, mas era minha chance de conversar com a lindona da Sofia e a gostosa da Bárbara.

- Tá difícil - disse Sofia - Acho que não vai dar tempo - concluiu
- É, você tem razão, olha Pascal, o que você acha?
- …S..Sim, acho que não dá tempo, então com certeza vão deixar pra fazer em casa, então vamos conversar enquanto isso, quer dizer, em casa se trabalha muito melhor, né? - falei
- É, você tem razão - As duas disseram em uníssono.
- Me diz Pascal, por que você fica sempre tão sozinho aqui? - perguntou Sofia
- Bom, sou meio tímido, e nunca fui bom em me relacionar com as pessoas, é algo que tô tentando mudar.
- Ahh? Então você é um cara virgem, com certeza é virgem - disse Bárbara, tentando zoar comigo, se ela tivesse me perguntado um dia antes, teria toda a razão.
- Não, não sou virgem - falei sem hesitar.
- Humm, um cara tímido, sem amigos, nem na escola conseguiu se relacionar com uma mulher, não me engana, Pascal - Bárbara tava me desafiando, era um jogo que eu não ia perder.
- Bom, posso provar pra você, mas uma pergunta melhor seria: por que vocês estão aqui comigo e não com o grupo de vocês? Quer dizer, vocês são seis, a divisão era perfeita, né? - notei que Sofia deu um sorrisinho.
- A Daniela ficou doente, então a gente procurou um parceiro, e pra falar a verdade, tenho medo dos esquisitos da frente - Bárbara respondeu sem o tom de zoeira que tinha até agora - você falou uma coisa que me deixou pensando… você disse que podia provar, né? Gostaria de saber como você vai fazer.
- Bom… se eu conseguir fazer você gozar em menos de um minuto usando só uma mão, já basta, quer dizer, não tem como é que um virgem consegue isso? Ou será que sim?
– Nessa altura já não me surpreendia com minhas próprias palavras, sabia que era assim que tinha que ser.
As duas ficaram vermelhas, acho que não acreditavam no que eu tinha acabado de falar. Um sorriso de vitória se formou no meu rosto. Bárbara se ajeitou um pouco, me olhou bem nos olhos e disse: “nem com dez anos de experiência, e mesmo que eu esteja muito excitada, nem usando as duas mãos e a língua você conseguiria me fazer gozar”.
– Bom, acho que só tem um jeito de descobrir – falei num tom debochado, os papéis tinham se invertido.
– Não me faz rir, nem nos seus melhores sonhos você vai me tocar – ela disse, meio irritada.
– Então eu tô certo, e você só tem… medo – continuei provocando. Sofia estava vermelha, dava pra perceber fácil porque a pele dela era muito branca, os olhos dela também estavam marejados, imagino que pelo tesão da situação. Dava pra ver também que ninguém enfrentava Bárbara daquele jeito, nem os amigos da faculdade.
– Tá bom, já que você tá tão confiante, vou deixar você tentar. Mas só vai ter um minuto. E se não conseguir, vai ter que me dar uma foto sua pelado – Bárbara concluiu, achando que eu ia recuar.
– Fechado – A cara de Bárbara foi tão engraçada que Sofia não aguentou e soltou uma gargalhada. Algumas pessoas na sala viraram pra olhar, então a gente sabia que teria que ser discreto.
Ajeitamos as cadeiras de um jeito que Bárbara ficasse escondida, mas eu tinha a mão direita livre pra tocar qualquer parte daquele corpo voluptuoso. Eu via as pernas longas dela e ficava com tesão, as meias de colegial eram compridas e terminavam um pouco antes da saia curta, então dava pra ver uma boa parte da pele cor de canela. Sofia tava na expectativa, totalmente de frente pra situação. Meu coração começou a bater rápido, e dava pra sentir que o delas também. O professor já tinha saído há uns vinte minutos.
– Um minuto, nem um segundo a mais, Sofia – Bárbara ameaçou. - Tá bom - confirmou Sofia com o cronômetro do celular na mão.
- Não faz muito barulho, tá? - falei num tom debochado.
- Idiota! - murmurou Bárbara baixinho, enquanto Sofia ficava mais vermelha que pimentão, o sorriso dela entregava o quanto era pervertida, os lábios da boquinha dela estavam molhados, os olhos vidrados, talvez pelo que a mente depravada dela tava imaginando.
- Três… Dois… Um… UM! - Sofia começou o cronômetro.

Devagar, subi minha mão pelas pernas longas dela, até que ela sumiu por baixo da saia. Com cuidado, toquei a calcinha dela, uma carícia suave foi o suficiente pra sentir como ela tava molhada. Ao sentir isso, mandei um sorrisinho de escárnio pros olhos dela. Ela me encarou com raiva, mas a fúria não escondia o quanto tava com tesão. 10 segundos. Tic-tac, tic-tac… Continuei massageando a região da buceta dela até finalmente tocar o clitóris. Tudo por cima da calcinha, mas já dava pra sentir a umidade. Sabia exatamente o que fazer pra que, antes do cronômetro bater um minuto, ela tivesse um orgasmo daqueles. 15 segundos. Puxei a calcinha dela pro lado esquerdo, deixando a buceta quente livre. Estimulei bem de leve quando ouvi um gemidinho. Continuei do mesmo jeito por uns dez segundos. Olhei pra cara dela: ela tava mordendo a gravata pra evitar que a sala inteira ouvisse os gemidos. Os olhos dela estavam perdidos de prazer. Sofia tava com uma cara de puta incrível, até um pouco de saliva escorrendo. 25 segundos. Enfiei um dos meus dedos dentro da boceta dela. Senti um aperto no meu braço. Virei o olhar e vi que não era pra parar, era porque o tesão da Bárbara tava nas alturas. 30 segundos. Enfiei outro dedo e comecei a mexer de um jeito mais bruto e rápido. Sentia as mãos da Bárbara apertando cada vez mais meu braço, as mordidas dela na gravata cada vez mais de vagabunda. A gravata já tava toda babada. Com meu Mão esquerda, deslizei por um dos peitos dela, toquei por cima do uniforme de colegial, mas a Sofia tirou minha mão de lá. Me surpreendi, mas percebi que se eu continuasse, a sala inteira podia ver o que a gente tava fazendo. 40 segundos, me aventurei e coloquei outro dedo. Meus movimentos já estavam rápidos demais. Dentro da buceta molhada e quente dela, já sentia as contrações de prazer. Ela tava perto. Acho que ela nem imaginava que gozar em um minuto era possível. 50 segundos, com meu dedão estimulava o clitóris dela e com o resto da mão, o interior dela. Dava pra sentir os gritos de prazer abafados na gravata. A Sofia só via minha mão se mexendo por baixo da saia dela, mas não fazia ideia de tudo que tava rolando em tão pouco tempo. 55 segundos, senti uma contração forte, seguida de outra e outra. Aí eu soube: tinha vencido o desafio. 60 segundos. A Bárbara apoiou a cabeça no meu ombro e descansou por mais uns minutos, enquanto a Sofia olhava com uma cara de puta, mordendo o lábio inferior, os olhos marejados, o rosto vermelho. Enquanto isso, a Bárbara começou a suar. Assim que se recompôs, ajeitou a calcinha e me olhou bem nos olhos com um olhar safado. — Quem diria? É inacreditável que o Pascal, o esquisitão da sala, seja um expert no corpo feminino — disse enquanto apertava os peitos. — Te falei que não era virgem… Ganhei — pisquei um olho pra ela. — Eu… Eu… Eu também quero… — falou a Sofia, sem fazer contato visual, num tom bem frágil e tímido. Eu e a Bárbara sorrimos ao mesmo tempo. Quem podia culpá-la? Depois de ver a amiga rasgar a gravata de tanto prazer que sentiu, e tudo em menos tempo do que dura uma música qualquer. As meninas trocaram de lugar. Algumas pessoas na sala viraram pra olhar, mas rapidamente ignoraram e continuaram com o trabalho. Como a sala tava barulhenta porque o professor não tava, dava pra continuar. nossas “atividade” sem precisar que ninguém perceba.
- Você é virgem? – sussurrei no ouvido dela
- N-não – disse ela, meio envergonhada

Comecei a fazer o mesmo procedimento da vez anterior, antes mesmo de subir minha mão pela saia de colegial dela, ela já tinha a gravata na boquinha. Acariciei as pernas dela e toda a região íntima sem chegar a tocar a buceta dela, fazia de forma mais suave já que agora não tinha limite de tempo. Nesse instante, já dava pra ouvir uns gemidos da Sofia, ela podia ser mais velha, mas ainda era muito inexperiente. Não vou pagar de sabichão, porque eu tinha transado um dia antes e só com uma mulher, mas pra mim isso não tinha importância. Graças ao meu poder, meus movimentos eram mais precisos que os de qualquer expert. Quando enfiei um dos meus dedos nela, percebi o quanto ela era apertada em comparação com a Bárbara, dava pra ver qual das duas era mais veterana em putaria. Mas, sendo sincero, até a Carolina era mais apertada que a puta da Bárbara. Assim que a buceta dela cedeu um pouco mais, enfiei outro dedo. Ela soltou a gravata da boca e soltou um gemido bem forte…

Rapidamente tirei a mão, virei pra olhar e vi a sala inteira nos observando. Os amigos dela levantaram na hora dos lugares pra ver o que tinha acontecido. Minha mão estava toda molhada, meu coração batendo muito rápido, minha cara vermelha. Virei pra olhar a Sofia e vi que ela estava muito mais vermelha que antes. A Bárbara levantou e parou todo mundo, explicou que ela estava emocionada porque finalmente tínhamos encontrado a resposta de uma das perguntas do questionário. Nem eu acreditei no que ela acabava de dizer, mas de alguma forma convenceu aqueles imbecis e, pra minha surpresa, a sala inteira.

Minha pulsação acalmou e, no meio da calmaria, cruzei olhares com a Sara, que estava no lado oposto da sala. Ela tinha um olhar frio e não estava com o sorriso de sempre. Minha pulsação subiu de novo. Tenho certeza de que ela nos descobriu. Mas como? Sempre Ficamos nos escondendo e fomos bem discretos até esse incidente, mil coisas passaram pela minha cabeça até que:
— Cê é burra ou o quê? — repreendeu Bárbara
— Foi... foi mal — ela se desculpou
— Como você pôde fazer um ridículo desses, ainda bem que eu tinha a desculpa perfeita
Ah, perfeita não é a palavra que eu usaria.
— Já esquece, não aconteceu nada — falei
— Tá bom — confirmou Bárbara
— De qualquer forma, não queria deixar isso assim, olhem — apontei pra minha mão, que estava encharcada com os sucos vaginais das duas.
As duas riram e, com todo disfarce, lamberam minha mão, sentia suas línguas girando em volta dos meus dedos, não sabia se estavam secando ou molhando mais, de qualquer jeito não ia parar, a única coisa que conseguiu nos parar foi a porta. O professor tinha voltado e disse sem mais “daqui a dez minutos eu recolho”. As caras das duas mudaram, elas sabiam que não podiam se dar ao luxo de notas baixas, então rapidamente peguei a folha e em 8 minutos completei o trabalho, demorava mais escrevendo do que pensando, além disso minha mão estava escorregadia por causa dos eventos ocorridos.
O professor pegou os trabalhos, foi aí que pensei um pouco mais com cuidado, virei a cabeça e lá estavam elas, Sofia e Bárbara, com um olhar pasmo, quase de desaprovação, não tinha percebido que usei meu poder ao máximo na frente delas, foi mais instinto que qualquer outra coisa.
— Quem sabe que merda você escreveu, IDIOTA!, preferia não entregar nada do que passar por imbecil na frente daquele velho filho da puta — me repreendeu Bárbara.
— É verdade, não devia ter feito isso, agora além disso não vamos poder pedir mais prazo, pra ter feito em casa — disse Sofia
Ainda bem, não tenho problemas pra explicar, pelo menos até entregarem o trabalho e verem a nota perfeita, bom, vou me preocupar naquele dia, vou ter muito que explicar.
— Desculpa — falei baixando a cabeça — Mas é que ainda tava com a mente meio viajada pelo que a gente fez a aula inteira.
Bárbara soltou um sorriso safado, enquanto Sofia abaixou a Cabeça de vergonha.

- Bom, eu gostaria de saber o que você é capaz de fazer com um pouco mais de tempo – disse Bárbara num tom sensual.

- Nessa sexta, vou fazer uma festa de aniversário pra Sara, vocês podem vir e com muito prazer vou mostrar o que pode rolar – falei enquanto ria.

- Perfeito, a gente vai estar lá – confirmou Bárbara sem nem saber o lugar ou o horário.

QUARTA-FEIRA

Na entrada da aula, encontrei a Sara. Ela tentou me evitar, mas meu corpo se mexeu sozinho e segurei ela pelo braço.

- O que foi? – perguntei.

- Você sabe o que é – ela falou com um pouco de raiva.

- Então, pra ser sincero, não faço ideia.

- Mentiroso, é isso que você é. Me disse que era tímido e por isso fui muito boazinha com você, mas ontem vi como você pegou nos peitos da Bárbara e vi como a Sofia te segurou, e depois, quem sabe o que você fez pra ela gritar tão alto. Pode até enganar todo mundo, mas a mim não. Que tipo de pessoa tímida faz essas coisas? Você era igual a todo mundo, só se importou comigo por causa do tamanho do meu busto, tenho certeza... Por favor, não fala mais comigo – concluiu furiosa.

- Calma, olha, deixa eu explicar, por favor, não quero te perder – de novo era outra pessoa falando, igual quando aconteceu com a Carolina. Não fazia ideia de que as mulheres eram tão problemáticas.

- É melhor você ter uma boa desculpa – ela ainda falou num tom bravo.

- Você me atrai, e eu queria fazer uma festa pro seu aniversário pra ter um momento legal com você. Elas interpretaram errado e acharam que eu só queria te levar pra cama, então disseram que eu precisava de prática. Por isso a Bárbara arrastou minha mão até o peito dela, mas a Sofia disse que não era tão rápido. Por isso pode ter parecido que eu tava tentando me aproveitar da situação, mas acredita em mim, eu não podia estar mais envergonhado naquele momento e, como você deve entender, as palavras não saíam por causa do nó na garganta. Depois, o grito foi porque a Bárbara ficou puta com ela e deu um tapa nela, por isso que foi ela quem se levantou pra dar uma... Desculpa, eu nunca bateria numa mulher.
- Você gosta de mim? – ela disse, tímida, com o rosto vermelho.
Sério? Sua puta, sério que você montou essa desculpa toda e foi só isso que sobrou… Acho que ainda tenho muito o que aprender sobre mulheres.
- Claro, você é linda, alegre, interessante, seus sonhos me apaixonam – eu falava toda essa merda automaticamente – queria que a festa fosse uma surpresa, mas já que você sabe, gostaria que não faltasse, vai ser na minha casa, pode trazer seus amigos se quiser.
O rosto dela estava vermelho, e sem muito aviso, me abraçou bem forte, chorou e se desculpou comigo. Acalmei ela e, do mesmo jeito que o abraço, ela me deu um beijo, que mais parecia um selinho, só roçando nossos lábios.
- Claro que quero ir, Pascal, ainda mais agora que somos namorados – ela riu e entrou na sala.
Namorados? Ela disse namorados, DESDE QUANDO? Acho que tudo acontece como tem que ser, é o que dá por não pensar nos sentimentos delas. Entrei na sala e fui pra minha cadeira de sempre, virei pra olhar a Sara e ela tava com um sorriso enorme, aí levantei um pouco mais o olhar e a Sofia, a Bárbara e a Daniela! Tavam me encarando e rindo, aquelas malditas tinham contado tudo pra ela, me pergunto pra quem mais? Mas pensando melhor, a Daniela era uma das mulheres que eu queria no meu alvo, bastou ver aquelas cadeironas dela pra me dar uma pequena ereção, me apressei e sentei no meu lugar.
Naquele dia não aconteceu nada de especial até a hora do intervalo, no meu lugar vinha a Sara, mas foi parada pela Sofia, Daniela e Bárbara.
- Garoto esperto, o que você vai fazer? – a Daniela perguntou quase tirando sarro.
- Nada, vocês é que vão me dizer – falei num tom calmo e com um sorriso firme no rosto.
As três riram, foi aí que notei a Sara, rapidamente falei:
- Vou continuar preparando a festa, por que não me ajudam?
- Tá bom, Pascal, vamos te ajudar – disse a Sofia.
Olhei pra Sara e sorri pra ela, ela sorriu de volta e foi embora com o grupo dela. amigos.
Sabia que o final ia ter sexo com as três gostosas que tava na minha frente, a Daniela de bunda grande, a linda da Sofia e a amazona Bárbara.
- Olha, vocês sabem o que vai rolar, então por que não vão lá pra minha casa hoje à tarde e a gente vê no que dá?
- Hã? Do que cê tá falando, seu garoto safado – Falou a Daniela de novo, tirando sarro.
- Vocês já sabem, então me desculpem, tenho algo pra fazer, não tô muito bem em ética e acho que preciso de uma tutoria – Saí da sala com um sorriso no rosto.
Queria saber como a Carolina tava, tava preocupado com ela, o jeito que ela chorou no dia anterior me fez sentir mal, claro que o jeito que ela gemeu anteontem foi mais prazeroso, comecei a rir sozinho, até chegar na porta do escritório dela, bati na porta… “Pode entrar” nunca vou me cansar dessa voz. Ao entrar, tranquei a porta.
- Mm, de novo você? – ela disse numa voz calma
- Não tá feliz em me ver? – perguntei
- Devia – cortou com um tom seco
- Bom, não sei você, mas e a sua amiga? – falei com um tom safado
- Não me desafia, a gente combinou que não ia continuar e ia fechar esse livro pra sempre.
- Pensei a mesma coisa… mas aí você me beijou e eu senti como você gostou, pode mentir com suas palavras, mas não com seu corpo
- Chega… por favor, sério, quero deixar isso completamente de lado agora,… *respira fundo* é verdade, adorei, não sei que tipo de maníaco sexual você é, mas senti coisas que nunca tinha sentido, também sei que você mente, é impossível que essa tenha sido sua primeira vez – ela disse quase que afirmando.
- Não é mentira, é verdade, você foi minha primeira vez, agora te pergunto, se você se sentiu assim com um virgem, como se sentiria com um homem experiente? Quero ter você de novo e te fazer sentir mais prazer do que você aguenta, mas pra isso preciso de experiência, que vejo que você não quer me dar, então te proponho outro trato – falei com extrema calma
- Trato? Não, obrigada, você já me enganou uma vez, não sei como respondeu aquelas perguntas do meu teste, mas é um erro que não vou cometer de novo.
- Se eu conseguir fazer seu marido te trair e filmar tudo, você fica quite e não precisa mais se sentir mal, mas em troca quero ficar com você de novo.
- Isso não faz sentido, se ele me trair e depois eu fizer o mesmo com você, perde o equilíbrio.
- Não se preocupa, eu garanti que ele faça isso com pelo menos duas mulheres – afirmei.
- Francisco? Com duas mulheres, pelo amor, ele mal dá conta de uma… – O rosto dela ficou vermelho de novo – Já nem sei mais o que tô falando.
- Olha, faço isso pra você se sentir melhor, tanto psicologicamente quanto fisicamente, você fica quite com seu marido, consegue olhar nos olhos dele de novo e ainda fica comigo, e você sabe como é ficar comigo.
- Não tenho certeza se quero que meu marido me traia – disse ela, tímida.
- Então me dá só uma noite completa e juro que você nunca mais vai ser a mesma – concluí com firmeza e segurança.
- NÃO, chega, Pascal… você é um garoto incrível, tenho certeza que vai encontrar a mulher ideal pra você, não devia ficar atrás de mulheres milf como eu.
- Pra mim, você é tão jovem quanto qualquer uma das minhas colegas.
- Che…ga, já deu – disse ela com a voz trêmula.

Antes de ir, voltei a me aproximar e vi que ela não desviou o rosto e que as pernas dela se abriram um pouco. Dei um beijo apaixonado, nossas línguas se entrelaçaram de um jeito bem safado, enquanto isso, com minhas mãos, apliquei a técnica que aprendi no dia anterior. Ela não fez nada pra me impedir, ficamos assim por um minuto até que fiz ela gozar. A calcinha dela ficou encharcada, os mamilos apareciam por cima da blusa, e antes de dar mais prazer, falei: “Pensa se quiser, mas essa buceta vai ser minha.”

Na saída da escola, Sara pegou minhas mãos e me deu um beijo, dessa vez foi mais quente que o da manhã. Ela sorriu pra mim e disse pra eu acompanhá-la até a casa dela. Não tinha nada pra fazer, então fui com ela e no caminho conheci ela um pouco melhor. O animal favorito dela era o sloth. Na casa dela… Tinha uns problemas porque o pai dela gostava de beber pra caralho, ela disse que mesmo assim ama os dois igual. Quando chegamos, deixei ela na porta e nos despedimos, dessa vez ela me deu um beijo mais parecido com os que eu dava na Carolina.

Quando cheguei em casa, onde nunca tinha ninguém, preparei um pouco de comida. Depois do jantar, olhei a hora, faltavam quinze minutos pras sete, e de repente bateram na porta. Pensei que nunca iam chegar, levantei e fui abrir a porta, era só a Daniela.

— E as outras? — perguntei num tom seco.
— Pois é, também fico feliz em te ver — respondeu meio irritada.
— Desculpa, não quis ser grosso — e sorri pra ela.
— Elas não vão vir, a Bárbara teve que acompanhar a família num jantar e a Sofia não conseguiu a permissão do pai superprotetor. Então tô aqui pra ver se o que elas me falaram é verdade.

Peguei ela pela cintura e puxei pra dentro de casa, fechei a porta com o pé. Carreguei ela segurando pela bunda, que era enorme e macia, muito mais do que eu esperava. Beijei ela com muita paixão, nossas línguas se desviavam várias vezes por causa da força do beijo. Levei ela pro meu quarto e joguei na cama.

— Nossa, garoto habilidoso, então você é todo um expert — disse ela, corada e sem fôlego.

Calei ela com outro beijo, enquanto com as mãos desabotoava a calça jeans apertada que ela tava usando. Abri o zíper e comecei a puxar pra baixo, já dava pra sentir a pele dela. Parei de beijar pra terminar de tirar a calça e vi que a bunda dela era muito melhor do que eu imaginava, não tinha estrias nem celulite, era perfeita. Ela tava de calcinha e sutiã preto sexy. Tirei a camisa que ela vestia.

Ela tava na minha cama de sutiã e calcinha preta, esperando receber a foda da vida dela. Era exatamente o que eu ia dar. Quero que ela goze seis vezes antes de eu gozar a primeira, essa era minha meta.

Fui tirando devagar o que restava da roupa íntima dela. A buceta dela tinha um estilo bem sexy de pelos pubianos. Beijei de novo e comecei lentamente a descer pelo corpo dela, parei nos peitos dela enquanto com a mão aplicava a técnica que usei na Bárbara e na Sofia, e recentemente na Carolina, primeiro orgasmo, até os vizinhos devem ter ouvido os gemidos da puta da Daniela. Continuei descendo e comecei a fazer sexo oral nela, nunca tinha feito isso antes, comecei a brincar com minha língua, movia de cima pra baixo, da esquerda pra direita, dava beijinhos na buceta e no clitóris dela, dava pra ouvir como a Daniela estava aguentando uma quantidade desumana de prazer, a barriga dela pulsava, e o clitóris dela estava bem inchado, a qualquer momento viria o segundo orgasmo dela e não tínhamos nem vinte minutos. Senti uma contração forte que sacudiu o corpo da Daniela por completo, falei pra ela que ainda não sabia o que era prazer e tirei a pica, lentamente passei pelo rosto dela, mexendo os lábios dela com ela, a Daniela ainda estava atordoada daquele orgasmo tão forte, continuei descendo com meu pau roçando nela por todo lado, quando cheguei na buceta dela, meti igual um animal, forte e rápido, ela já estava muito molhada pra ficar com frescura, me mexia rápido demais, enquanto ela gritava de prazer desesperadamente, se agarrou nos lençóis e tremia pra todo lado, fechava os olhos pra se concentrar na quantidade de nervos sexuais que tinha ativos, continuei até sentir mais contrações, dessa vez foram fortes demais, a cara da Daniela dizia tudo, nunca tinha estado com um homem que fizesse ela gozar três vezes em tão pouco tempo. Virei ela e coloquei de quatro, vi a raba espetacular dela na minha frente, era o que mais se destacava nela e agora estava na minha cara, deu vontade de dar umas palmadas e foi o que eu fiz.
- Ai sim, não para, mete forte nessa puta
Toquei a buceta dela com meus dedos, nessa hora as pernas trêmulas da Daniela não aguentaram mais e ela desabou, ficou deitada e gemendo ainda, peguei minha pica e inseri de novo, com as duas mãos agarrei aquela rabuda e comecei a surrar ela tal como ela tinha pedido. Sentia que a buceta dela tava fervendo, era impressionante, me abaixei e fiz ela chupar meus dedos. Depois de molhar eles, enfiei no cu dela, ela não resistiu, o tesão tava no máximo ou o corpo trêmulo dela não deixava, passaram dez minutos de sexo intenso quando senti que ela ia gozar de novo, então acelerei e fiz ela gozar de novo, dessa vez ela mordeu meu travesseiro e dava pra sentir o gemido abafado saindo de lá, o corpo dela pulsava e se contorcia.
— Se prepara porque agora eu quero teu cu — sussurrei no ouvido dela
— Faz o que... você quiser — disse ela, toda ofegante.
Tava incrivelmente apertado, tive que empurrar um pouco mais até finalmente entrar, era uma maravilha, meu pau se afogava naquela pressão do caralho. Daniela ainda tinha força pra gemer, comecei a me mexer, sentia como ela me apertava, ela começou a rebolar, o que me surpreendeu pelo estado que ela tava, eu me mexia cada vez mais rápido igual ela, ela mordia meu travesseiro e com as mãos segurava minha bunda, agarrei os dois braços dela e usei pra me impulsionar e chegar na velocidade máxima, conhecia essa sensação, Daniela ia gozar de novo, ela começou a chorar de prazer e quando finalmente chegou a hora senti uma pressão enorme no meu pau, ela gozou e encharcou minha cama toda. Ainda não acabei com você, puta, queria tirar sarro de mim e olha só agora, sua vadiazinha suja, sujou minha cama. Espero que conte pras suas amigas sobre sua experiência. Comecei a me mexer pra gozar de uma vez por todas, então meti com força e rápido. Sentia que Daniela não respirava mais, tava deitada de bruços na minha cama deixando eu fazer todo o trabalho, enfiava no cu dela, e habilmente trocava pra buceta dela, depois voltava pro cu. Sentia que ela ainda gemia, me mexi mais rápido, tava prestes a gozar e pelo visto ela também, dei tudo que tinha naquela última cavalgada e gozei dentro do cu dela, foi o Melhor orgasmo que já tive na minha vida, saíram pelo menos uns seis jatos, um pra cada orgasmo, quando tirei meu pau do cu dela, veio um monte de porra junto comigo.
- Olha só, que bagunça que a gente fez - falei zoando ela
- Não se preocupa

Daniela se virou com as últimas forças que tinha e começou a chupar a porra que saiu do cu dela, isso me excitou de novo, mas eu sabia que a Daniela não aguentava mais.
- - Você vai ficar? - perguntei
- E seus pais? - disse ela, fraca
- Meu pai morreu quando eu tinha quatro anos e minha mãe trabalha fora, então moro sozinho
- Desculpa, não sabia
- Não se preocupa, é melhor assim - concluí - e os seus?
- Eles acham que eu tô com a Lina, então não tem problema, além disso, eles trabalham à noite, então não vão perceber que não tô em casa até amanhã à tarde.
Deitei do lado dela e dormimos abraçados até o dia seguinte.

QUINTA-FEIRA
Acordei com ela ainda do meu lado, olhei meu celular e vi cinco chamadas perdidas da Sara,…merda. Liguei pra ela, mas não atendeu, me arrumei e fui pra escola, perguntei pra Daniela se ela ia, mas ela disse que ainda não conseguia se mexer direito, nós dois rimos e saí de casa.
No caminho, recebi uma ligação da Sara.
- Alô – falei, meio nervoso
- Graças a Deus, pensei que tinha acontecido alguma coisa com você. Por que não atendeu? - perguntou ela, preocupada
- Ontem cheguei muito cansado em casa, coloquei o celular no silêncio e dormi, só acordei agora - tranquilizei ela
- É minha culpa, por te fazer vir até aqui, desculpa - disse ela, envergonhada
- Não, fica tranquila, é que esses dias eu dormi meio mal, só isso, já já a gente se fala na escola, ok?
- Ok, tchau, Pascal
- Beleza, tchau, love… - falei
Love? Love? É melhor eu não confundir as coisas ou posso acabar igual a Carolina. Agora que eu penso, tenho que planejar uma festa pra Sara, nem lembro direito como isso acabou rolando.
- Hmm, Daniela não veio hoje, me pergunto o que pode ter acontecido - disse a Bárbara com a óbvia segunda intenção.
Olhei nos olhos dela e Disse que hoje de manhã as pernas dela ainda não respondiam muito bem, enquanto eu ria. Sofia e Bárbara ficaram de boca aberta, ficaram vermelhas e parecia que demoraram pra processar minhas palavras. Continuei andando e encontrei a Sara, nos cumprimentamos de forma calorosa e fomos de mãos dadas até a sala. No caminho, vi que a Carolina nos viu. Quando chegamos de novo, ouvi os murmúrios do povo.

Fui pro meu lugar de sempre, vi que nem a Daniela nem a Lina estavam... Agora que penso bem, a Lina é outra pessoa da orgia, e eu nem tive contato com ela ainda. E hoje era um bom dia, já que o namorado dela também não veio. Bom, vou confiar no meu poder e esperar pra ver como a situação se resolve.

O dia passou sem sustos. Passei os intervalos junto com a Sara, já que nossa relação tinha se tornado pública, e a festa de sexta depois da escola na minha casa também. Cada vez que estava com a Sara, me sentia diferente. Não queria destruir ela como as outras. Com ela, queria proteger e ficar perto. Por um momento, me senti um completo idiota.

Naquele dia, deixei a Sara na casa dela e fui pra minha.

— Oi, querido, por que demorou? — disse a Daniela.
— Você ainda está aqui?
— Você é sempre tão grosso? E eu que tenho uma surpresa pra você.
— Surpresa? — perguntei meio cético.
— Sim! Está no seu quarto, vamos.

A casa estava limpa, não tinha nenhum vestígio do que a gente tinha feito no dia anterior. Não era possível que ela tivesse feito isso sozinha. Quando chegamos no meu quarto, tudo fez sentido. A Lina estava sentada na minha cama, o rosto dela totalmente envergonhado.

— Tchanã! — disse a Daniela alegremente. — Convidei ela hoje de manhã. Contei com todos os detalhes o que aconteceu, também o da Sofia e da Bárbara. E ela queria ver com os próprios olhos.
— DANIELA! — disse a Lina, envergonhada.
— Ah, mas se hoje de manhã você estava animada. Afinal, o Martin é uma bosta na cama — disse a Daniela pra Lina num tom bem debochado.
— ISSO NÃO É... mentira — disse a Lina meio sem graça.
— Sabia. Ele nunca te Fez você sentir aquelas borboletas no estômago, né? Pois é, meu querido, ontem ela me fez sentir águias, então se prepara pra sentir.
Ela sabia que eu não ia recusar. A Daniela tava vestindo só uma camisa minha, nada mais, enquanto a Lina usava uma saia que deixava à mostra as pernas delicadas dela, uma jaqueta preta de couro e um lenço cobrindo o cabelo lindo dela.
— Quero que vocês se beijem — falei sem hesitar.
— NOS BEIJAR? — disse a Lina — Isso é imp…
A Daniela deu um beijo digno de filme pornô. Aos poucos, a Lina foi relaxando e acabou virando um encontro de saliva impressionante. Dava pra ouvir o som do beijo e, na minha calça, meu pau começou a crescer devagar. Elas continuavam se beijando e se apalpando, a bunda da Daniela tava incrivelmente grande hoje.
— Tira a roupa da Lina — falei enquanto desafivelava a calça.
A Daniela, sem pensar duas vezes, começou a despir a Lina. Devagar, as peças da Lina iam sumindo e a nudez dela se revelava. A Lina tinha um rostinho lindo, mais que qualquer uma que eu já tinha visto antes, me excitava vê-la envergonhada beijando a amiga. No fim, as duas ficaram peladas, fiquei impressionado.
— Transem — falei sorrindo, com meu pau na mão, enquanto me masturbava devagar.
— Ma… Mas eu quero que você me coma — disse a Lina.
— Se é isso que você quer, então não vejo por que me questionar — falei friamente.
A Daniela pegou a Lina pela cintura e a fez cair. Ela esticou a língua, que teve contato com a buceta dela. A Lina fechou a boca com força pra não deixar escapar os gemidos, era óbvio que tava nervosa. Me aproximei da cama e comecei a tocar a Lina, fiz ela relaxar enquanto a Daniela continuava fazendo oral na amiga.
— Se prepara, porque o que vem é intenso — sussurrei de forma sensual no ouvido dela.
Peguei meu pau e coloquei na cara dela. Era incrível, aquele rostinho lindo estava prestes a me fazer um boquete. Senti que ia gozar, mas me segurei. A Lina começou a chupar meu pau, sentia a língua dela fazendo… Maravilhas. Num momento senti os dentes dela, mas foi porque a Daniela tava fazendo um trabalho foda lá embaixo. Me aproximei e dei um beijo cheio de tesão na Daniela. A cena não podia ser melhor: Daniel fazendo oral na amiga dela, enquanto elas faziam em mim. Levantei a Lina e me deitei, falei: "Não seja tímida, senta nela", apontando pra minha vara, e pra Daniela falei pra sentar na minha cara. Foi impressionante, a Daniela quase me afogou com aquela bunda. Comecei a fazer oral nela igual fiz ontem, enquanto a Lina começou a se mexer. A buceta dela era bem apertada. A gente ficou dez minutos na mesma posição. A Daniela tinha gozado na minha boca, eu separei ela e me concentrei totalmente na Lina. Com três movimentos simples, fiz ela gozar. As contrações dela apertavam bastante meu pau. Coloquei a Daniela de quatro, agora ela sim tinha força pra se segurar, e sentei a Lina por cima. Enfiei devagar na Daniela e, com as mãos, masturbei a Lina do mesmo jeito que já tinha feito com a Sofia, Bárbara, Carolina e Daniela. Não demorou muito pra Lina desabar em cima da Daniela. Enquanto isso, continuei me movendo na Daniela até que ela finalmente gozou e, de novo, saiu com todos os líquidos dela, molhando bastante meu peito. Quando ela foi limpar, eu segurei e peguei a Lina, fiz ela limpar. Ela fez de boa, era óbvio que nunca tinha sentido dois orgasmos tão seguidos, e ainda mais com um homem. Finalmente, fiquei de pé e as duas começaram a brincar com meu pau, chupavam, sentia aquelas duas línguas e um prazer extremo. A Lina brincou bastante com as bolas, colocava na boca e, com a outra mão, pegava a bunda enorme da Daniela. Gozei na boca das duas, e elas começaram a brincar com o conteúdo, passavam uma pra outra e se beijavam com o fluido entre as bocas. No fim, a Lina engoliu. As duas foram embora naquele dia. Eram momentos felizes na minha vida. Olhei meu celular e a Sara não tinha me ligado. Acho que era óbvio. depois do que falei sobre meus dias de sono. Achei engraçado e comecei a rir, me sentia mal por ela, mas só de pensar nas mulheres com quem tinha acabado de ficar já me deixava com tesão de novo, então foi como meu amigo Vladimir diria.

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