Uma noite, o primo do Jorge, que mora em Salta, ligou dizendo que viria passar uns dias em casa, a empresa tinha mandado ele. Jorge ficou super feliz e o convidou pra ficar sem me perguntar nada. Sinceramente, não gostei nada que ele tomou essa decisão sem me consultar. José, o primo, tem 48 anos, eu só tinha visto ele em fotos. Depois de falar com ele, Jorge ficou me contando as aventuras dele, e eu ainda tava bem bitolada com esse assunto.
Os dias passaram e o José chegou. Preparamos o quarto do Sweetie pra ele dormir. Eles acordavam e saíam juntos pro trabalho, mas o José sempre chegava tarde, umas 22h. No terceiro dia, ele chegou umas 15h, eu tinha acabado de sair do banho. Ele preparou o mate, sentamos na sala pra bater papo e tomar mate. O Sweetie tava agitado, enquanto eu tentava fazer ele dormir, a gente continuava conversando. Ele falava da mulher dele, perguntava como a gente tava, uma conversa bem leve. O Sweetie dormiu, levei ele pro quarto, coloquei na cama e voltei pra conversar com o José. A água esfriou, então fomos pra cozinha esquentar. Ele disse que o Jorge tava muito feliz com a chegada do novo bebê. Ele não tinha filhos, problemas no útero da mulher impediam. Falou que adoraria ter crianças. A verdade é que a conversa com ele foi me relaxando. Daí a pouco ele perguntou se podia tomar banho. Claro que sim, não precisa pedir permissão. Ele pediu se eu podia pegar a mala dele que tava no quarto do Sweetie. Quando saí com a mala, ele tava sem a camisa, o peito bem peludo. Quando vi, fiquei super excitada, senti que me molhei. Ele pegou a mala, tirou roupa e foi pro banho. Fiquei sozinha parada na sala, pensando: não posso ser tão piranha a ponto de querer comer o primo do Jorge. Será que eu sou doente? Não hesitei nem um segundo e entrei no banheiro. Ele tava tomando banho, com o chuveiro ligado. Perguntou: "Quem é?" Desculpa, sou eu, tô procurando uma coisa e já saio. "Sem problema, se quiser passar sabão nas minhas costas, hahaha", ele terminou. De falar isso, tirei a roupa sem dizer nada e entrei na banheira.
— O que você tá fazendo? É louca?
Foi impressionante o que vi, o filho da puta tinha um pauzão.
— Para, o que você quer aqui?
Sem dizer uma palavra, me aproximei, peguei no pau dele e o beijei. Ele não disse mais nada, me abraçou, me beijou, chupava meus peitos e me dizia:
— Tem certeza do que tá fazendo?
— Sim, tenho certeza e quero essa pica enorme comigo.
Ele crescia na minha mão, era gigante. Me beijava, me chupava toda e o pau não parava de crescer. Abracei ele e só de sentir aquele pau encostado na minha barriga, gozei. Primeiro gozo. Ele me abraçava forte e eu me sentia super segura naqueles braços e com aquele pau na minha barriga. Nunca tinha visto nada igual. Me ajoelhei e tentei chupar ele, era impossível, só conseguia lamber. Tinha uma cabeça enorme, umas veias super marcadas, ele raspava toda aquela área, então parecia ainda maior. Ele é grandão, mais de 1,80, uns braços enormes e muito peludos. Enfiou um dedo na minha buceta e parecia o pau do Jorge. Me fazia gozar uma vez atrás da outra. Ele disse:
— Você tá muito tesuda, gata, e agora vai se animar a comer esse pau?
— Sim, se você me ajudar, com certeza como ele todo. Mas aqui na banheira acho que não dá, gata.
Ele se abaixava e chupava minha buceta e meu cu com lambidas. Enfiava uns dois dedos na minha buceta e eu gozava. Era incrível. Enfiava dedo na minha booty e chupava minha buceta, eu tava a mil!!! Me virei, me abaixei um pouco e pedi pra ele enfiar um pouquinho pela buceta. Ele dizia:
— Vou te arrebentar toda, gata.
— Vai, só um pouquinho.
Ele enfiou a cabeça e era terrível. Fechei a água e pedi pra ele tirar.
— Vamos pra fora, não sei se vou aguentar sua porra enorme.
— Ah não, gata, agora não vai me deixar assim.
— Não vou tentar comer ele, mas me ajuda, por favor. Tô super tesuda com essa pica.
Saímos do banheiro, abraçados, nos comendo de beijos. Fomos pra sala, era impressionante ver ele. andar com essa coisa tão grande e dura, me levou até o sofá, agarrei no encosto e falava pra ele tentar me comer pela buceta devagar, ele ficou atrás, chupava minha buceta muito bem, bem suave, era um doce aquele filho da puta fazendo isso, ficou vários minutos me chupando e massageando minha buceta e meu cu, de vez em quando enfiava um dedão no meu cu, eu tava voando, não entendia nada, até que senti ele encostar essa coisa na minha buceta e na porta do cu, pedi pra ele esperar pelo cu, ele disse, não vai me dizer que a raba não, como você fala pro Jorge, né? Ele te contou isso? sim, puta. Olha, eu quero tentar comer esse pedaço por todos os lados, adoro, mas devagar e me ajudando, com certeza vou conseguir, ele me virou, me sentou na borda do sofá, se ajoelhou na minha frente, colocou minhas pernas nos ombros dele, chupava bem chupada minha buceta e enfiava um e dois dedos, brincava dentro da minha buceta com os dedos, eu tava como possuída, só queria aquela pica dentro, sabendo que ia me partir como um queijo e que ia doer pra caralho, pra vocês terem uma ideia do tamanho, era muito parecido com uma garrafa de coca de um litro, mas além disso a cabeçona enorme, era deformado o filho da puta. Ele tirou os dedos e apoiou a cabeçona, empurrava pra entrar, doía, mas eu desejava que entrasse, porra, e entrou mesmo a cabeçona, um gemido de dor e prazer junto, foi o máximo, assim que entrou, gozei, ufffffffff que lindo, de pouquinho ele foi enfiando, entrou mais da metade, não aguentava mais, pedi por favor pra parar, me dava medo, ele se comportou como um cavalheiro, só entrava e saía até onde eu mandei, me serrou um bom tempo, eu perdi a conta das gozadas que tive, ele me agarrou pelos braços e me levantou, assim enfiada, me serrava em pé, eu abraçava ele forte e beijava com toda minha vontade, me sentou na borda da mesa e entrava e saía como um demônio. , sempre deixando um pedaço sem entrar, ele falou "acabo, gata", onde que eu gozo? nem pense em tirar, dentro, me enche e foi de arrepiar, nunca senti nada igual, eram jatos e jatos de porra bem quentinha, sentia que transbordava minha buceta de porra e escorria pela minha bunda, era a melhor sensação sentir aquilo e sentir ele tremendo e me abraçando forte, eu também continuava gozando, gemíamos os dois que nem bichos, foi amolecendo a dureza da pica e eu sentia a porra escorrendo na mesa, desci da mesa e quando fiquei de pé, a escorrida de porra descia pelas minhas pernas, fomos no banheiro nos lavar, saí, me vesti e limpei a porra da mesa e do chão da sala, olhei a hora, o Jorge já ia chegar, amanhã vejo se consigo com essa pica no rabo, depois conto. Valeu por passar.
Os dias passaram e o José chegou. Preparamos o quarto do Sweetie pra ele dormir. Eles acordavam e saíam juntos pro trabalho, mas o José sempre chegava tarde, umas 22h. No terceiro dia, ele chegou umas 15h, eu tinha acabado de sair do banho. Ele preparou o mate, sentamos na sala pra bater papo e tomar mate. O Sweetie tava agitado, enquanto eu tentava fazer ele dormir, a gente continuava conversando. Ele falava da mulher dele, perguntava como a gente tava, uma conversa bem leve. O Sweetie dormiu, levei ele pro quarto, coloquei na cama e voltei pra conversar com o José. A água esfriou, então fomos pra cozinha esquentar. Ele disse que o Jorge tava muito feliz com a chegada do novo bebê. Ele não tinha filhos, problemas no útero da mulher impediam. Falou que adoraria ter crianças. A verdade é que a conversa com ele foi me relaxando. Daí a pouco ele perguntou se podia tomar banho. Claro que sim, não precisa pedir permissão. Ele pediu se eu podia pegar a mala dele que tava no quarto do Sweetie. Quando saí com a mala, ele tava sem a camisa, o peito bem peludo. Quando vi, fiquei super excitada, senti que me molhei. Ele pegou a mala, tirou roupa e foi pro banho. Fiquei sozinha parada na sala, pensando: não posso ser tão piranha a ponto de querer comer o primo do Jorge. Será que eu sou doente? Não hesitei nem um segundo e entrei no banheiro. Ele tava tomando banho, com o chuveiro ligado. Perguntou: "Quem é?" Desculpa, sou eu, tô procurando uma coisa e já saio. "Sem problema, se quiser passar sabão nas minhas costas, hahaha", ele terminou. De falar isso, tirei a roupa sem dizer nada e entrei na banheira.
— O que você tá fazendo? É louca?
Foi impressionante o que vi, o filho da puta tinha um pauzão.
— Para, o que você quer aqui?
Sem dizer uma palavra, me aproximei, peguei no pau dele e o beijei. Ele não disse mais nada, me abraçou, me beijou, chupava meus peitos e me dizia:
— Tem certeza do que tá fazendo?
— Sim, tenho certeza e quero essa pica enorme comigo.
Ele crescia na minha mão, era gigante. Me beijava, me chupava toda e o pau não parava de crescer. Abracei ele e só de sentir aquele pau encostado na minha barriga, gozei. Primeiro gozo. Ele me abraçava forte e eu me sentia super segura naqueles braços e com aquele pau na minha barriga. Nunca tinha visto nada igual. Me ajoelhei e tentei chupar ele, era impossível, só conseguia lamber. Tinha uma cabeça enorme, umas veias super marcadas, ele raspava toda aquela área, então parecia ainda maior. Ele é grandão, mais de 1,80, uns braços enormes e muito peludos. Enfiou um dedo na minha buceta e parecia o pau do Jorge. Me fazia gozar uma vez atrás da outra. Ele disse:
— Você tá muito tesuda, gata, e agora vai se animar a comer esse pau?
— Sim, se você me ajudar, com certeza como ele todo. Mas aqui na banheira acho que não dá, gata.
Ele se abaixava e chupava minha buceta e meu cu com lambidas. Enfiava uns dois dedos na minha buceta e eu gozava. Era incrível. Enfiava dedo na minha booty e chupava minha buceta, eu tava a mil!!! Me virei, me abaixei um pouco e pedi pra ele enfiar um pouquinho pela buceta. Ele dizia:
— Vou te arrebentar toda, gata.
— Vai, só um pouquinho.
Ele enfiou a cabeça e era terrível. Fechei a água e pedi pra ele tirar.
— Vamos pra fora, não sei se vou aguentar sua porra enorme.
— Ah não, gata, agora não vai me deixar assim.
— Não vou tentar comer ele, mas me ajuda, por favor. Tô super tesuda com essa pica.
Saímos do banheiro, abraçados, nos comendo de beijos. Fomos pra sala, era impressionante ver ele. andar com essa coisa tão grande e dura, me levou até o sofá, agarrei no encosto e falava pra ele tentar me comer pela buceta devagar, ele ficou atrás, chupava minha buceta muito bem, bem suave, era um doce aquele filho da puta fazendo isso, ficou vários minutos me chupando e massageando minha buceta e meu cu, de vez em quando enfiava um dedão no meu cu, eu tava voando, não entendia nada, até que senti ele encostar essa coisa na minha buceta e na porta do cu, pedi pra ele esperar pelo cu, ele disse, não vai me dizer que a raba não, como você fala pro Jorge, né? Ele te contou isso? sim, puta. Olha, eu quero tentar comer esse pedaço por todos os lados, adoro, mas devagar e me ajudando, com certeza vou conseguir, ele me virou, me sentou na borda do sofá, se ajoelhou na minha frente, colocou minhas pernas nos ombros dele, chupava bem chupada minha buceta e enfiava um e dois dedos, brincava dentro da minha buceta com os dedos, eu tava como possuída, só queria aquela pica dentro, sabendo que ia me partir como um queijo e que ia doer pra caralho, pra vocês terem uma ideia do tamanho, era muito parecido com uma garrafa de coca de um litro, mas além disso a cabeçona enorme, era deformado o filho da puta. Ele tirou os dedos e apoiou a cabeçona, empurrava pra entrar, doía, mas eu desejava que entrasse, porra, e entrou mesmo a cabeçona, um gemido de dor e prazer junto, foi o máximo, assim que entrou, gozei, ufffffffff que lindo, de pouquinho ele foi enfiando, entrou mais da metade, não aguentava mais, pedi por favor pra parar, me dava medo, ele se comportou como um cavalheiro, só entrava e saía até onde eu mandei, me serrou um bom tempo, eu perdi a conta das gozadas que tive, ele me agarrou pelos braços e me levantou, assim enfiada, me serrava em pé, eu abraçava ele forte e beijava com toda minha vontade, me sentou na borda da mesa e entrava e saía como um demônio. , sempre deixando um pedaço sem entrar, ele falou "acabo, gata", onde que eu gozo? nem pense em tirar, dentro, me enche e foi de arrepiar, nunca senti nada igual, eram jatos e jatos de porra bem quentinha, sentia que transbordava minha buceta de porra e escorria pela minha bunda, era a melhor sensação sentir aquilo e sentir ele tremendo e me abraçando forte, eu também continuava gozando, gemíamos os dois que nem bichos, foi amolecendo a dureza da pica e eu sentia a porra escorrendo na mesa, desci da mesa e quando fiquei de pé, a escorrida de porra descia pelas minhas pernas, fomos no banheiro nos lavar, saí, me vesti e limpei a porra da mesa e do chão da sala, olhei a hora, o Jorge já ia chegar, amanhã vejo se consigo com essa pica no rabo, depois conto. Valeu por passar.
9 comentários - 2ª gravidez, comi o primo do meu marido
Me poné la pija como piedra nomás de leerte 🙂