1
A Claudita fazia 3 meses que tinha começado a trabalhar com a gente. Eu gostava dela, a simpatia dela fazia dela um "Sol", como ela mesma dizia. Uma mistura de inocência com malícia, com 28 anos. Ela tinha um corpo bonito de mulher bem-feita: não mais que 1,60m, gordinha, peitos bons e proeminentes, uma cintura cuidada e uma bunda firme de respeito, alegrava nossas tardes chatas no escritório. Por isso me preocupou que, na frente de todo mundo, lá pelas 3 da tarde, ela acelerasse o trabalho descuidadamente. Nosso chefe era um rato, e embora fosse o mais babaca de todos (nenhum de nós falava o que pensava, mas ele chamava ela de "Claudi" e "Coração" com cara de velho tarado), a gente teve medo de que esse descuido custasse uma suspensão pra ela.
— Claudia — sussurrei — ainda falta um tempinho.
Foi como se eu a acordasse de um sonho.
— Haha, é verdade. — E continuou do mesmo jeito. Me angustiou pensar que o velho filho da puta mandasse ela embora ou desse uma punição. E eu tava há mais de um ano sozinho, então a companhia dela era uma das poucas energias femininas que eu recebia durante o dia.
— Claudia, cuidado, ele tá te olhando…
— Ah, já sei. Haha.
E continuou despreocupada.
— É que tô ansiosa.
— Tô vendo — falei.
Passou um tempo, nosso chefe teve que sair, e Claudia chegou a cadeira pra perto.
— Posso te contar uma coisa? Em segredo?
— Claro, lógico — respondi, quase paternal.
— Hoje vou fazer algo que nunca fiz, te conto porque você me passa confiança mesmo, o resto é tudo uns babacas.
Pensei que eu era provavelmente o que mais desejava ela, mas como sempre soube disfarçar, tava na frente dos outros.
— Hoje vou filmar um filme! — As bochechas rosadas brilhavam. Ela tinha os lábios levemente molhados, por aquele gesto inconsciente de passar a língua que dava tesão em todo mundo. Fiquei em silêncio, olhando pra ela, esperando mais detalhes.
Ela chegou mais perto e sussurrou:
— É um pornô.
No começo não entendi. Depois pensei que era piada.
— É sério. Te conto. por que você percebeu minha ansiedade
Não sei direito o que senti no começo, mas depois um calor subiu da minha barriga. Aí me assustei: Pra ela, eu era um cara de confiança, um amigo, e isso acabava com qualquer chance de comer ela.
– O que você tá dizendo?
– É, eu sei... – ela ajeitou o cabelo ondulado e claro. – Não sou uma modelo igual as dos filmes, tipo Private ou Buttman. É um estilo Amador.
Porra! A Claudinha manjava de pornô! Isso me deixou ainda mais excitado.
—Estavam procurando o estilo BBW, e uma amiga me avisou. É um bom dinheiro e vai ser divertido. Talvez até consiga sair desse emprego e nunca mais ver esse velho insuportável…
“BBW” pensei… A Claudinha sabia mais de pornô do que eu. E como se eu tivesse perguntado com os olhos, ela disse:
—Big Beautiful Woman… É um eufemismo pra mulheres cheinhas que são gostosas… — E passou a língua de novo pelos lábios sorrindo. — Além disso, esse velho não sei o que pensa, porque uma vez que chupei ele, acha que vou ser amante dele pra sempre… Ufa!
Olhei em volta. Ninguém tava olhando pra gente, e eu sentia meu pau endurecendo, uma mistura de tesão e nojo de imaginar ela chupando o chefe. A Claudinha era uma puta gostosa com todas as letras.
—Escuta. Tô te deixando desconfortável?
—De jeito nenhum — menti. — Fica à vontade.
—A do chefe foi pouca coisa. Foi no dia da entrevista. O negócio é hoje às 17h30. Os caras da produtora vão me buscar.
O chefe entrou e olhou desconfiado enquanto a Claudia voltava rápido pra mesa dela.
O tempo não passava. Não conseguia tirar as imagens da cabeça. A Claudia num pornô? A Claudia chupando o velho? Onde? No escritório dele? No carro? No banheiro? Olhei de canto a figura suada e mesquinha de 120 quilos do meu chefe, a cara amarga de 60 anos olhando pro nada.
O horário chegou. Eu tinha trabalho pendente e fui o último a sair antes do chefe. Quando passei pela porta, a Claudia me chamou da esquina. Parecia uma prostituta radiante. Me aproximei.
—Nervosa, imagino…
—Muito! — Ela tinha colocado uns saltos agulha elegantes que empinavam ainda mais a rabeta. Os bicos dos peitos apareciam pelo vestidinho. A Claudia não tava nervosa. Tava com tesão. Eu ia me despedir quando passou na nossa frente uma van última geração, com vidros escuros. A janela desceu e um homem careca de uns cinquenta anos, com um estilo elegante, apareceu. —Craudita! — Falou com um sotaque estranho.
—Oi, Boris.
—Oi — Ele me olhou com simpatia. — Seu amigo? Vem?
Eu não sabia onde me enfiar. Claudia também sorriu, surpresa, e disse abertamente: Claro!
Em questão de segundos, me vi entrando na van, meio sem vontade, com uma sensação forte no peito. Lembro claramente do aroma de perfume fino que me envolveu. Três mulheres chamativas, de uns 30 anos, e dois homens conversavam e riam. Nos receberam como amigos. A van arrancou.
— Claudinha, seu amigo sabe que pra homem não tem pagamento, né?
Claudia, que reagia com surpresa mas decidida, respondeu sem hesitar: Sim, claro. Disse, e passou a mão no meu cabelo curto.
Uma sensação estranha tomava meu corpo, tocava uma música gostosa. Durante 40 minutos, falaram do clima do país, do preço alto da comida, mas da tranquilidade do povo. Falei pouco, embora fosse educado, enquanto olhava pras mulheres e também pros homens.http://www.bbwcult.com/pictures/solo/plumper-world/pretty-blonde-exposes-her-perfect-pussy/big.jpgNo centro tinha uma loira gostosa, olhos azuis e peitos meio caídos mas grandes, aparecendo por baixo de uma blusa branca. Tinha pernas musculosas e torneadas. O nome dela, ela disse, era "Conny". Do lado dela, fumava encostada na janela uma mulher magrela, com peitinhos imperceptíveis, ossuda, mas não sem charme. Séria, usava cabelo curto preto e dizia se chamar "Marion". A mais falante era a amiga da Claudia, "Jenny". Uma mulher bem baixinha, de peito pequeno e muita bunda. Os homens estavam como o careca, bem vestidos. Um era de pele morena, quase preta, e traços orientais. Parecia filipino. O outro parecia mediterrâneo, grosso, fortão, de cabelo preto e pele muito branca, com o peito bem peludo. "Sandokan" e "Hammer".
Entendi que eram nomes artísticos, nomes para os filmes que seriam postados na internet em algum site europeu. Olhei pra Claudia. "E você, Claudia, como se chama?" falei cúmplice. Ela me olhou e com a cara mais puta que já vi em alguém disse "Nicky Swallow"... e passou a mão na minha coxa.
"Nicky Traga" traduzi na minha mente. A ponta do meu pau começou a escorrer.
"Bom, Claudita, temos que arrumar um nome pro seu amigo."
Jenny, a loira de peitos caídos, riu "vamos escolher de acordo com os atributos" e quando vi, Jenny e "Nicky" se jogaram em cima de mim e abriram meu cinto. Não resisti, mas o pau baixou de vergonha.
O oriental arregalou os olhos surpreso. O mediterrâneo, Hammer, balançava a cabeça sério.
"Que pedaço bom." O careca olhou de canto.
"Bom comedor você tem aí. Um pistolão."
Marion olhou e disse desinteressada "Vai se chamar Revólver?"
"Maverick" disse o Careca. "É um bom nome pra quem vai bem armado. Quanto mede, Maverick?"
Não menti, "19 centímetros"
"Adormecido" disse o mediterrâneo Hammer, que se inclinou pra acariciar. Me arrepiei; nunca fui preconceituoso, mas também nunca um homem tinha me acariciado como esse fortão fez.
Claudita sussurrou no meu ouvido "É um filme bissexual. Você va?". Eu gaguejava e sentia o Hammer apertando sério meu pau enquanto a Claudita começava a beliscar os próprios mamilos por cima do vestido e abria a boca, besta. Meu pau subia de novo. O Boris olhou pra gente e ria: "Bom, bom, Maverick, não vai gastar toda a munição agora".
Todo mundo riu, e eu também, nervoso.
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2
A van chegou num casarão nos arredores. Descemos num jardim lindo e a porta se abriu.
—Bem-vindos!
Quem falava era uma cinquentona ruiva, com a pele cheia de sardas. Muito alta (quase tanto quanto eu: eu tenho 1,89m e ela era só um pouquinho mais baixa), de um corpo espetacular pra idade dela, vestida com um vestido curto e justo de vinil azul escuro. Por cima, os peitos de 120, naturais, saltavam, e dava pra ver as bordas dos mamilos rosados.
—Me chamo Frida. Serei sua anfitriã. — O sotaque parecia alemão. —Podem ficar à vontade.
Todo mundo se acomodou em poltronas chiques com toda naturalidade. Até eu, que me sentia cada vez menos envergonhado.
—Lá no fundo têm os chuveiros pra se preparar e à direita um guarda-roupa com várias opções. O resto já chegou.
Fui pro fundo. No corredor, tinha espelhos de corpo inteiro e me vi o estado. Vestido de escritório, com meu corpo magro e alto tremendo, e minha calça clara molhada na altura da buceta. A Frida se aproximou.
—Primeira vez, né?
—Sim…
—Não se preocupa, lá em Amsterdã isso é coisa de todo dia e a gente curte muito. — Ela passou a mão na minha bunda e me indicou o chuveiro. Entrei e vi que eram vários chuveiros, tipo academia. Um homem na faixa dos quarenta, com pelos grisalhos no corpo, se ensaboava e sorriu pra mim. Tomei banho com os olhos do cara me encarando o tempo todo. Falei sem hesitar: —Sou o Maverick.
—Já vi. — E ele fixava o olhar na minha entreperna. —Sou o Rosco.
Me sequei e fui pro guarda-roupa. A Frida assessorava a magricela da Marion, que vestia uma fio dental branca apertada e já usava umas meias de rede da mesma cor. cor. Fiquei muito excitado vendo a Frida ajustando a roupa apertada na Frida. Ela me indicou com o olhar um canto. –Separei umas peças que acho que vão ficar bem em você.
No canto, tinha uma cueca box preta de couro, umas botas grossas de lenhador e uma máscara preta de látex. Vestí tudo e me olhei no espelho. Era realmente impressionante. Me senti um homem renovado. A Marion se aproximou e sorriu pra mim pela primeira vez. Olhei pra ela através da máscara e acariciei os peitinhos dela sem pedir permissão. Ela deixou. Apertei com mão firme. Olhei pra minha esquerda, o Boris entrava de cueca com uma câmera na mão. Já não ligava pra mais nada. Boris fez um sinal com a cabeça, a Marion se ajoelhou. Parecia um inseto sem carne, submisso; com as mãos segurando os quadris, passava o rosto ossudo por cima da minha cueca e minha pica começou a pulsar. Ficou assim por um tempo, Boris disse algo, a Marion se levantou e seguimos ele até uma sala ampla com três poltronas super confortáveis. A Marion segurava minha mão. A luz das janelas começava a diminuir. Era o entardecer do campo. A Frida acendeu umas luminárias de luz suave mas precisa. Quando sentei numa poltrona, fiquei puta queimando de tesão ao ver o Hammer pelado, sentado, com as pernas musculosas bem abertas. De um lado, o Sandokan esfregava com as mãos escuras as pernas do cara, e a Claudita de renda vermelha chupava gulosamente o pedaço e acariciava as bolas do mediterrâneo com violência. O tesão dela era enorme. A Frida se aproximou e pegou a mim e a Marion pela cintura. Deu um beijo profundo de língua na magrela, outro em mim, depois segurou nossas nucas e demos um beijo babado de três. A pica tava doendo.
Boris rondava com a câmera dele e dava instruções. Uma jovem que eu nunca tinha visto, de corpo esbelto e pele morena, lambia as bolas grisalhas do coroa, Rosco, que acariciava a bunda da Claudia. Ele esfregava com gosto, e a pele branca das nádegas da minha puta colega de trabalho ficava cada vez mais vermelha. Claudia, de quatro, me olhou e me deu um sorriso delicioso sem tirar a pica do Hammer da boca. A saliva escorria e era recolhida pela boca ansiosa do Sandokan, que chupava o escroto do Mediterrâneo. Esse, por sua vez, sem sair da posição confortável no sofá, com uma mão acariciava a bunda do Filipino, passando o dedo babado na porta do cu, e com a outra enfiava três dedos na buceta encharcada da Claudia, que chupava sem parar enquanto começava a ser penetrada pelo coroa alternadamente na vulva e no cu. Hammer também tocava as bolas peludas do Rosco. A moreninha lambia o cu e abria as nádegas dela de par em par. Enquanto isso, vi que atrás de mim, a Conny, a loira de peitos grandes, e a Jenny, a gordinha trator, faziam um glorioso 69, metendo e tirando línguas e dedos. Nessa altura, a Marion desceu de novo pro chão, forçada pela Frida, que segurou a cabeça ossuda dela com força e a obrigou a engolir minha pica, já dura, de 23 cm cheia de veias e escorrendo. Ao mesmo tempo, forçou a Marion a masturbar ela com a mão direita. Do meu lado apareceu o Boris com a câmera na mão e o pau de fora. A pica, de uns 20 cm de comprimento, era incrivelmente grossa, tipo uns 10 cm de diâmetro. A Marion, forçada pela Frida, começou a enfiar até o fundo da garganta as picas dos dois. Foi quando percebi que, apesar da expressão dura, a Marion não devia ter mais de 20 anos.
Era a típica "feinha" que ninguém nem olha quando passa do lado, que agora, no auge da submissão, se revelava exatamente como era: uma jovem faminta com anos de atraso na ingestão de carne masculina. Abria bem os olhos, que estavam com toda a maquiagem borrada; as ânsias a faziam lacrimejar, mas ela gemia, curtindo. Frida se deitou e, levantando as pernas grossas e sardentas, abriu-as e pegou o pulso direito de Marion. Enfiou a mão inteira, sem preliminares. À minha esquerda, percebi a figura da moreninha que me pegou por trás e se inclinou para lamber meus mamilos. Era como eu tinha visto uma viciada em cu de homem, então não demorou para sentir sua língua molhada esfregando meu ânus preto e peludo. Enquanto Marion enfiava minha pica na boca dela pela enésima vez, curti os dedos da neguinha me penetrando, senti mãos acariciando meus ombros. Eram de homem. Hammer tinha se levantado do seu assento confortável para se juntar à nossa pequena festa. Eu batia uma punheta na boca de Marion. Claudia, por sua vez, chupava as bolas de Boris, que batia uma para Rosco enquanto este dava tapas em Conny e Jenny.
A moreninha tinha preparado o terreno. Hammer me olhou com dúvida. Dei a ordem:
— Me come!
E ele se enterrou no meu cu virgem com uma facilidade que eu jamais teria previsto. Frida, sem parar de ser fodida pela garota, montou de lado e, vendo meus olhos extasiados, me ofereceu a bandeja desejável dos seus peitos para eu deixar meu presente leitoso. Depois hesitou e fez um sinal para a Claudinha, que interrompeu a chupada de bolas para me dar as costas. Abriu as nádegas vermelhas e me mostrou um ânus rosado, que piscava como um olho gago. Virou o rosto radiante, lambeu os lábios doces e enfiou a língua na minha boca. Penetrei ela com um ano de fome acumulada e cravei com fúria, enquanto Hammer continuava abrindo minha bunda. O homem sussurrou no meu ouvido:
— Se prepara pra gozada.
Senti meu reto se expandir diante da enxurrada de porra. Pegajoso. Foi um prazer incrível, insuportável, porque eu não conseguia segurar meu próprio esperma. Gritei alto, e a Cláudia, sem parar de me beijar, disse: — Me dá, me dá tudo... amigão.
Foi a gozada mais forte que eu já tive; literalmente senti minha próstata se esvaziar dentro da buceta da Cláudia, que por sua vez gritou alto e me excitou ainda mais. Ajudado pela língua sabida da neguinha, que lambia meus mamilos, e pelos últimos empurrões do Hammer no meu cu, terminei de me esvaziar dentro da Cláudia.
Fiquei estupefato por um momento, com o cu aberto escorrendo porra, a pica ainda gotejando, já fora da buceta da Cláudia, que me beijou como se eu fosse o amor da vida dela. Olhei pros lados. Vi uma jarra com água e bebi com sede. Já tinham se passado 2 horas desde que a linda orgia tinha começado. Sentei pra observar como continuavam comendo a Cláudia. Primeiro o Boris. Depois o Sandokan. Me sentia como se estivesse drogado, as imagens se sucediam, e de repente caí no sono inexplicavelmente por um tempo. Quando ouvi a voz da Cláudia, já deviam ser umas 11 da noite.
— Como você tá se sentindo?
Ela tinha vestido um roupão rosa e o cabelo tava molhado.
— Vai tomar um banho que tem um buffet no jardim.
Não soube responder.
— Além disso, depois... a gente continua.
Fui tomar banho. Já não ligava mais pra nada. Os fluidos meus e dos outros escorriam pelo meu corpo. Tava decidido. De agora em diante, continuaria sendo o Maverick.
A Claudita fazia 3 meses que tinha começado a trabalhar com a gente. Eu gostava dela, a simpatia dela fazia dela um "Sol", como ela mesma dizia. Uma mistura de inocência com malícia, com 28 anos. Ela tinha um corpo bonito de mulher bem-feita: não mais que 1,60m, gordinha, peitos bons e proeminentes, uma cintura cuidada e uma bunda firme de respeito, alegrava nossas tardes chatas no escritório. Por isso me preocupou que, na frente de todo mundo, lá pelas 3 da tarde, ela acelerasse o trabalho descuidadamente. Nosso chefe era um rato, e embora fosse o mais babaca de todos (nenhum de nós falava o que pensava, mas ele chamava ela de "Claudi" e "Coração" com cara de velho tarado), a gente teve medo de que esse descuido custasse uma suspensão pra ela.
— Claudia — sussurrei — ainda falta um tempinho.
Foi como se eu a acordasse de um sonho.
— Haha, é verdade. — E continuou do mesmo jeito. Me angustiou pensar que o velho filho da puta mandasse ela embora ou desse uma punição. E eu tava há mais de um ano sozinho, então a companhia dela era uma das poucas energias femininas que eu recebia durante o dia.
— Claudia, cuidado, ele tá te olhando…
— Ah, já sei. Haha.
E continuou despreocupada.
— É que tô ansiosa.
— Tô vendo — falei.
Passou um tempo, nosso chefe teve que sair, e Claudia chegou a cadeira pra perto.
— Posso te contar uma coisa? Em segredo?
— Claro, lógico — respondi, quase paternal.
— Hoje vou fazer algo que nunca fiz, te conto porque você me passa confiança mesmo, o resto é tudo uns babacas.
Pensei que eu era provavelmente o que mais desejava ela, mas como sempre soube disfarçar, tava na frente dos outros.
— Hoje vou filmar um filme! — As bochechas rosadas brilhavam. Ela tinha os lábios levemente molhados, por aquele gesto inconsciente de passar a língua que dava tesão em todo mundo. Fiquei em silêncio, olhando pra ela, esperando mais detalhes.
Ela chegou mais perto e sussurrou:
— É um pornô.
No começo não entendi. Depois pensei que era piada.
— É sério. Te conto. por que você percebeu minha ansiedade
Não sei direito o que senti no começo, mas depois um calor subiu da minha barriga. Aí me assustei: Pra ela, eu era um cara de confiança, um amigo, e isso acabava com qualquer chance de comer ela.
– O que você tá dizendo?
– É, eu sei... – ela ajeitou o cabelo ondulado e claro. – Não sou uma modelo igual as dos filmes, tipo Private ou Buttman. É um estilo Amador.
Porra! A Claudinha manjava de pornô! Isso me deixou ainda mais excitado.
—Estavam procurando o estilo BBW, e uma amiga me avisou. É um bom dinheiro e vai ser divertido. Talvez até consiga sair desse emprego e nunca mais ver esse velho insuportável…“BBW” pensei… A Claudinha sabia mais de pornô do que eu. E como se eu tivesse perguntado com os olhos, ela disse:
—Big Beautiful Woman… É um eufemismo pra mulheres cheinhas que são gostosas… — E passou a língua de novo pelos lábios sorrindo. — Além disso, esse velho não sei o que pensa, porque uma vez que chupei ele, acha que vou ser amante dele pra sempre… Ufa!
Olhei em volta. Ninguém tava olhando pra gente, e eu sentia meu pau endurecendo, uma mistura de tesão e nojo de imaginar ela chupando o chefe. A Claudinha era uma puta gostosa com todas as letras.
—Escuta. Tô te deixando desconfortável?
—De jeito nenhum — menti. — Fica à vontade.
—A do chefe foi pouca coisa. Foi no dia da entrevista. O negócio é hoje às 17h30. Os caras da produtora vão me buscar.
O chefe entrou e olhou desconfiado enquanto a Claudia voltava rápido pra mesa dela.
O tempo não passava. Não conseguia tirar as imagens da cabeça. A Claudia num pornô? A Claudia chupando o velho? Onde? No escritório dele? No carro? No banheiro? Olhei de canto a figura suada e mesquinha de 120 quilos do meu chefe, a cara amarga de 60 anos olhando pro nada.
O horário chegou. Eu tinha trabalho pendente e fui o último a sair antes do chefe. Quando passei pela porta, a Claudia me chamou da esquina. Parecia uma prostituta radiante. Me aproximei.
—Nervosa, imagino…
—Muito! — Ela tinha colocado uns saltos agulha elegantes que empinavam ainda mais a rabeta. Os bicos dos peitos apareciam pelo vestidinho. A Claudia não tava nervosa. Tava com tesão. Eu ia me despedir quando passou na nossa frente uma van última geração, com vidros escuros. A janela desceu e um homem careca de uns cinquenta anos, com um estilo elegante, apareceu. —Craudita! — Falou com um sotaque estranho.
—Oi, Boris.
—Oi — Ele me olhou com simpatia. — Seu amigo? Vem?
Eu não sabia onde me enfiar. Claudia também sorriu, surpresa, e disse abertamente: Claro!
Em questão de segundos, me vi entrando na van, meio sem vontade, com uma sensação forte no peito. Lembro claramente do aroma de perfume fino que me envolveu. Três mulheres chamativas, de uns 30 anos, e dois homens conversavam e riam. Nos receberam como amigos. A van arrancou.
— Claudinha, seu amigo sabe que pra homem não tem pagamento, né?
Claudia, que reagia com surpresa mas decidida, respondeu sem hesitar: Sim, claro. Disse, e passou a mão no meu cabelo curto.
Uma sensação estranha tomava meu corpo, tocava uma música gostosa. Durante 40 minutos, falaram do clima do país, do preço alto da comida, mas da tranquilidade do povo. Falei pouco, embora fosse educado, enquanto olhava pras mulheres e também pros homens.http://www.bbwcult.com/pictures/solo/plumper-world/pretty-blonde-exposes-her-perfect-pussy/big.jpgNo centro tinha uma loira gostosa, olhos azuis e peitos meio caídos mas grandes, aparecendo por baixo de uma blusa branca. Tinha pernas musculosas e torneadas. O nome dela, ela disse, era "Conny". Do lado dela, fumava encostada na janela uma mulher magrela, com peitinhos imperceptíveis, ossuda, mas não sem charme. Séria, usava cabelo curto preto e dizia se chamar "Marion". A mais falante era a amiga da Claudia, "Jenny". Uma mulher bem baixinha, de peito pequeno e muita bunda. Os homens estavam como o careca, bem vestidos. Um era de pele morena, quase preta, e traços orientais. Parecia filipino. O outro parecia mediterrâneo, grosso, fortão, de cabelo preto e pele muito branca, com o peito bem peludo. "Sandokan" e "Hammer".
Entendi que eram nomes artísticos, nomes para os filmes que seriam postados na internet em algum site europeu. Olhei pra Claudia. "E você, Claudia, como se chama?" falei cúmplice. Ela me olhou e com a cara mais puta que já vi em alguém disse "Nicky Swallow"... e passou a mão na minha coxa.
"Nicky Traga" traduzi na minha mente. A ponta do meu pau começou a escorrer.
"Bom, Claudita, temos que arrumar um nome pro seu amigo."
Jenny, a loira de peitos caídos, riu "vamos escolher de acordo com os atributos" e quando vi, Jenny e "Nicky" se jogaram em cima de mim e abriram meu cinto. Não resisti, mas o pau baixou de vergonha.
O oriental arregalou os olhos surpreso. O mediterrâneo, Hammer, balançava a cabeça sério.
"Que pedaço bom." O careca olhou de canto.
"Bom comedor você tem aí. Um pistolão."
Marion olhou e disse desinteressada "Vai se chamar Revólver?"
"Maverick" disse o Careca. "É um bom nome pra quem vai bem armado. Quanto mede, Maverick?"
Não menti, "19 centímetros"
"Adormecido" disse o mediterrâneo Hammer, que se inclinou pra acariciar. Me arrepiei; nunca fui preconceituoso, mas também nunca um homem tinha me acariciado como esse fortão fez.
Claudita sussurrou no meu ouvido "É um filme bissexual. Você va?". Eu gaguejava e sentia o Hammer apertando sério meu pau enquanto a Claudita começava a beliscar os próprios mamilos por cima do vestido e abria a boca, besta. Meu pau subia de novo. O Boris olhou pra gente e ria: "Bom, bom, Maverick, não vai gastar toda a munição agora".
Todo mundo riu, e eu também, nervoso.
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A van chegou num casarão nos arredores. Descemos num jardim lindo e a porta se abriu.
—Bem-vindos!
Quem falava era uma cinquentona ruiva, com a pele cheia de sardas. Muito alta (quase tanto quanto eu: eu tenho 1,89m e ela era só um pouquinho mais baixa), de um corpo espetacular pra idade dela, vestida com um vestido curto e justo de vinil azul escuro. Por cima, os peitos de 120, naturais, saltavam, e dava pra ver as bordas dos mamilos rosados.
—Me chamo Frida. Serei sua anfitriã. — O sotaque parecia alemão. —Podem ficar à vontade.
Todo mundo se acomodou em poltronas chiques com toda naturalidade. Até eu, que me sentia cada vez menos envergonhado.
—Lá no fundo têm os chuveiros pra se preparar e à direita um guarda-roupa com várias opções. O resto já chegou.
Fui pro fundo. No corredor, tinha espelhos de corpo inteiro e me vi o estado. Vestido de escritório, com meu corpo magro e alto tremendo, e minha calça clara molhada na altura da buceta. A Frida se aproximou.
—Primeira vez, né?
—Sim…
—Não se preocupa, lá em Amsterdã isso é coisa de todo dia e a gente curte muito. — Ela passou a mão na minha bunda e me indicou o chuveiro. Entrei e vi que eram vários chuveiros, tipo academia. Um homem na faixa dos quarenta, com pelos grisalhos no corpo, se ensaboava e sorriu pra mim. Tomei banho com os olhos do cara me encarando o tempo todo. Falei sem hesitar: —Sou o Maverick.
—Já vi. — E ele fixava o olhar na minha entreperna. —Sou o Rosco.
Me sequei e fui pro guarda-roupa. A Frida assessorava a magricela da Marion, que vestia uma fio dental branca apertada e já usava umas meias de rede da mesma cor. cor. Fiquei muito excitado vendo a Frida ajustando a roupa apertada na Frida. Ela me indicou com o olhar um canto. –Separei umas peças que acho que vão ficar bem em você.
No canto, tinha uma cueca box preta de couro, umas botas grossas de lenhador e uma máscara preta de látex. Vestí tudo e me olhei no espelho. Era realmente impressionante. Me senti um homem renovado. A Marion se aproximou e sorriu pra mim pela primeira vez. Olhei pra ela através da máscara e acariciei os peitinhos dela sem pedir permissão. Ela deixou. Apertei com mão firme. Olhei pra minha esquerda, o Boris entrava de cueca com uma câmera na mão. Já não ligava pra mais nada. Boris fez um sinal com a cabeça, a Marion se ajoelhou. Parecia um inseto sem carne, submisso; com as mãos segurando os quadris, passava o rosto ossudo por cima da minha cueca e minha pica começou a pulsar. Ficou assim por um tempo, Boris disse algo, a Marion se levantou e seguimos ele até uma sala ampla com três poltronas super confortáveis. A Marion segurava minha mão. A luz das janelas começava a diminuir. Era o entardecer do campo. A Frida acendeu umas luminárias de luz suave mas precisa. Quando sentei numa poltrona, fiquei puta queimando de tesão ao ver o Hammer pelado, sentado, com as pernas musculosas bem abertas. De um lado, o Sandokan esfregava com as mãos escuras as pernas do cara, e a Claudita de renda vermelha chupava gulosamente o pedaço e acariciava as bolas do mediterrâneo com violência. O tesão dela era enorme. A Frida se aproximou e pegou a mim e a Marion pela cintura. Deu um beijo profundo de língua na magrela, outro em mim, depois segurou nossas nucas e demos um beijo babado de três. A pica tava doendo.
Boris rondava com a câmera dele e dava instruções. Uma jovem que eu nunca tinha visto, de corpo esbelto e pele morena, lambia as bolas grisalhas do coroa, Rosco, que acariciava a bunda da Claudia. Ele esfregava com gosto, e a pele branca das nádegas da minha puta colega de trabalho ficava cada vez mais vermelha. Claudia, de quatro, me olhou e me deu um sorriso delicioso sem tirar a pica do Hammer da boca. A saliva escorria e era recolhida pela boca ansiosa do Sandokan, que chupava o escroto do Mediterrâneo. Esse, por sua vez, sem sair da posição confortável no sofá, com uma mão acariciava a bunda do Filipino, passando o dedo babado na porta do cu, e com a outra enfiava três dedos na buceta encharcada da Claudia, que chupava sem parar enquanto começava a ser penetrada pelo coroa alternadamente na vulva e no cu. Hammer também tocava as bolas peludas do Rosco. A moreninha lambia o cu e abria as nádegas dela de par em par. Enquanto isso, vi que atrás de mim, a Conny, a loira de peitos grandes, e a Jenny, a gordinha trator, faziam um glorioso 69, metendo e tirando línguas e dedos. Nessa altura, a Marion desceu de novo pro chão, forçada pela Frida, que segurou a cabeça ossuda dela com força e a obrigou a engolir minha pica, já dura, de 23 cm cheia de veias e escorrendo. Ao mesmo tempo, forçou a Marion a masturbar ela com a mão direita. Do meu lado apareceu o Boris com a câmera na mão e o pau de fora. A pica, de uns 20 cm de comprimento, era incrivelmente grossa, tipo uns 10 cm de diâmetro. A Marion, forçada pela Frida, começou a enfiar até o fundo da garganta as picas dos dois. Foi quando percebi que, apesar da expressão dura, a Marion não devia ter mais de 20 anos.
Era a típica "feinha" que ninguém nem olha quando passa do lado, que agora, no auge da submissão, se revelava exatamente como era: uma jovem faminta com anos de atraso na ingestão de carne masculina. Abria bem os olhos, que estavam com toda a maquiagem borrada; as ânsias a faziam lacrimejar, mas ela gemia, curtindo. Frida se deitou e, levantando as pernas grossas e sardentas, abriu-as e pegou o pulso direito de Marion. Enfiou a mão inteira, sem preliminares. À minha esquerda, percebi a figura da moreninha que me pegou por trás e se inclinou para lamber meus mamilos. Era como eu tinha visto uma viciada em cu de homem, então não demorou para sentir sua língua molhada esfregando meu ânus preto e peludo. Enquanto Marion enfiava minha pica na boca dela pela enésima vez, curti os dedos da neguinha me penetrando, senti mãos acariciando meus ombros. Eram de homem. Hammer tinha se levantado do seu assento confortável para se juntar à nossa pequena festa. Eu batia uma punheta na boca de Marion. Claudia, por sua vez, chupava as bolas de Boris, que batia uma para Rosco enquanto este dava tapas em Conny e Jenny.A moreninha tinha preparado o terreno. Hammer me olhou com dúvida. Dei a ordem:
— Me come!
E ele se enterrou no meu cu virgem com uma facilidade que eu jamais teria previsto. Frida, sem parar de ser fodida pela garota, montou de lado e, vendo meus olhos extasiados, me ofereceu a bandeja desejável dos seus peitos para eu deixar meu presente leitoso. Depois hesitou e fez um sinal para a Claudinha, que interrompeu a chupada de bolas para me dar as costas. Abriu as nádegas vermelhas e me mostrou um ânus rosado, que piscava como um olho gago. Virou o rosto radiante, lambeu os lábios doces e enfiou a língua na minha boca. Penetrei ela com um ano de fome acumulada e cravei com fúria, enquanto Hammer continuava abrindo minha bunda. O homem sussurrou no meu ouvido:
— Se prepara pra gozada.
Senti meu reto se expandir diante da enxurrada de porra. Pegajoso. Foi um prazer incrível, insuportável, porque eu não conseguia segurar meu próprio esperma. Gritei alto, e a Cláudia, sem parar de me beijar, disse: — Me dá, me dá tudo... amigão.
Foi a gozada mais forte que eu já tive; literalmente senti minha próstata se esvaziar dentro da buceta da Cláudia, que por sua vez gritou alto e me excitou ainda mais. Ajudado pela língua sabida da neguinha, que lambia meus mamilos, e pelos últimos empurrões do Hammer no meu cu, terminei de me esvaziar dentro da Cláudia.
Fiquei estupefato por um momento, com o cu aberto escorrendo porra, a pica ainda gotejando, já fora da buceta da Cláudia, que me beijou como se eu fosse o amor da vida dela. Olhei pros lados. Vi uma jarra com água e bebi com sede. Já tinham se passado 2 horas desde que a linda orgia tinha começado. Sentei pra observar como continuavam comendo a Cláudia. Primeiro o Boris. Depois o Sandokan. Me sentia como se estivesse drogado, as imagens se sucediam, e de repente caí no sono inexplicavelmente por um tempo. Quando ouvi a voz da Cláudia, já deviam ser umas 11 da noite.
— Como você tá se sentindo?
Ela tinha vestido um roupão rosa e o cabelo tava molhado.
— Vai tomar um banho que tem um buffet no jardim.
Não soube responder.
— Além disso, depois... a gente continua.
Fui tomar banho. Já não ligava mais pra nada. Os fluidos meus e dos outros escorriam pelo meu corpo. Tava decidido. De agora em diante, continuaria sendo o Maverick.
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