minha trap parte 2 (travesti kawaii)
já faz uma semana que comecei a sair com a Jime (uma trap que conheci num hottie, veja, minha primeira trap) e a gente tava indo bem. Ela vinha de tarde pra fazer o jantar pra nós dois, às vezes dormia comigo e às vezes a gente só passava a tarde/noite juntos, mas de sexo nada. Não queria pressionar ela e sentia que ela ficava tranquila assim. Chegou sábado de manhã, ela tinha ficado pra dormir comigo e, aproveitando que os dois tínhamos folga do trabalho, ela acordou antes de mim e foi tomar banho. Quando acordei, ela tava com um vestido lindo, uma blusa rosa e umas meias que lá em cima tinham umas orelhinhas de putinha. Tava uma gostosa. Ela me acordou dizendo que me convidava pra sair e almoçar, se eu a convidasse pra comer e passear à tarde. Aceitei e a gente saiu depois que tomei banho.
– Vamos naquele restaurante onde você trabalha, quero ver onde você trampa – ela disse.
– Ok, mas a gente fica só um pouco – respondi.
Chegamos no restaurante e o chefe me recebeu, com um sorriso e surpreso falou:
– Como é que a gente vai descansar de você se você aparece até na folga? – era uma piada que ele fazia com todo mundo que aparecia lá no nosso dia de folga – dizia – e quem é a senhorita? Será que já arrumou namorada? – falou sorrindo. Ele é um daqueles senhores paternal gente boa, mas todo mundo sabe que, quando chega a noite, ele não perde a chance de comer as garçonetes e cozinheiras.
– E aí, chefe, essa é a Jimena, uma amiga, e a gente veio almoçar. Tá tranquilo?
– Nada, moço, entrem, entrem. Peçam o que quiserem – disse enquanto saía, pra buscar alguma coisa, imagino.
Pedimos algo leve, enquanto todas as garçonetes e cozinheiros se aproximavam surpresos de eu estar com uma mina tão gata, ainda mais sendo eu, o mais quieto de todos. Bom, eu só era o cara da manutenção diurna e trabalhava das 7h às 15h, já que das 15h à meia-noite cobre um senhor mais velho. Mas enfim, a Jime se apresentou pra todo mundo como minha namorada, ela mesma, me... Me senti feliz e ao mesmo tempo sabia que ela era tão linda que, apesar de ser homem, enganava todo mundo e eles pensavam que era uma garota.
À tarde fomos comer numa pizzaria e caminhamos pela cidade, ela agarrada no meu braço e eu a beijava sempre que dava. À noite voltamos pra casa e ela colocou o pijama, eu também.
— Então, Jimena, somos um casal? — perguntei.
— Claro que sim, bobo — ela disse enquanto me beijava apaixonadamente.
— Acha que eu me apresento pros seus amigos como sua namorada só de graça? — disse.
Respondi com outro beijo e a levei pra cama. Baixei seu pijama, levantei sua blusa e comecei a beijar seus mamilos e a tocar seu clitóris (pênis). Ela ficou corada, me beijava e procurava meu pau já duro.
— Você é o único que já me tocou aí — dizia com a voz entrecortada enquanto gemía — ahhahh.
Continuei beijando e tocando ela. Ela se contorcia enquanto eu penetrava sua bundinha com meus dedos. Fiz ela descer pra lamber meu pau e ela fez de um jeito delicioso, engolia, lambia e beijava, era uma expert.
— Como é que chupa tão bem? — eu dizia, já louco de tesão, de tão gostoso que estava. E quando terminei de dizer isso, gozei dentro da sua boca. Suas bochechas incharam e pelos cantos da boca saíram fios de porra. Ela engoliu o que pôde, o resto deixou escorrer pelo queixo e peito.
Foi lavar o rosto e a boca. Quando voltou, eu estava lá com outra ereção. Ela meio surpresa:
— Ainda quer mais? — disse.
— Você quer? — perguntei.
— Claro que quero, essa semana não insisti porque pensei que você não queria — me disse.
— Eu sempre quero seu corpo — falei enquanto puxava seu corpo pra perto e a deitava ao meu lado.
— Então, você me quer? — ela perguntou.
— Sim, te quero, Jime — respondi.
— Andrés, é meu nome de homem — confessou.
— Quero que me conheça mais, amor — disse.
— Sim, amor, vamos nos conhecer mais — falei enquanto a despia e ela a mim. Nos beijávamos, eu apertava sua bunda e ela lubrificava meu pau com lubrificante.
— Já quero sentir você dentro — ela disse.
Coloquei ela de quatro e comecei a… esfregar meu pau na sua buracinho gostoso, ela se contorcia e pedia por ele
—"mete, vamos, tô morrendo de vontade de sentir" — ela disse quase gemendo e se empurrando pra trás
decidi enfiar devagar, já que da última vez machuquei ela um pouco, mas ela empurrou pra trás com muita força e começou a se mover rápido e em movimentos circulares
—"surpreso? treinei meu cuzinho pra aguentar esse monstro que você tem entre as pernas, claro que meu consolo não é tão grande quanto esse monstro" — ela me disse sorrindo, mas mesmo assim dava pra ver que doía um pouco, mas ela tava adorando
—"ahhhh que gostoso, continua, vou gozar" — e foi o que aconteceu, seu clitóris soltou uma descarga direto na cama enquanto eu segurava ela e fazia ela beber, eu continuei bombando seu cuzinho e seu clitóris ficou duro, eu por minha vez massageei de cima a baixo, ela se contorcia mas continuava movendo sua bunda bem gostoso, eu tava quase me esvaziando mas ela tirou e colocou na boca, lambeu até que não aguentei mais e gozei dentro da sua boca pela segunda vez, ela me jogou na cama e lambeu até deixar meu pau limpinho, e deitou do meu lado, bem tranquila, depois de um momento foi lavar a boca e deitou do meu lado ainda pelada.
—"num gloryhole" — ela disse
—"como?" — perguntei
—"aprendi a mamar assim num gloryhole que tem na cidade, perto do centro, você me perguntou isso enquanto a gente fazia" — ela falou
—"ah, entendi" — respondi
—"não pense mal, só tava curiosa e gostava de ir lá, mas sumiu, acho que o dono morreu porque era muito velho" — ela disse
—"ah, eu nunca fui num" — comentei
—"vamos fazer um" — ela falou sorrindo
mas isso já é história pra outra hora, obrigado por ler e fiquem à vontade pra comentar e criticar, é assim que se aprende, obrigado de novo
já faz uma semana que comecei a sair com a Jime (uma trap que conheci num hottie, veja, minha primeira trap) e a gente tava indo bem. Ela vinha de tarde pra fazer o jantar pra nós dois, às vezes dormia comigo e às vezes a gente só passava a tarde/noite juntos, mas de sexo nada. Não queria pressionar ela e sentia que ela ficava tranquila assim. Chegou sábado de manhã, ela tinha ficado pra dormir comigo e, aproveitando que os dois tínhamos folga do trabalho, ela acordou antes de mim e foi tomar banho. Quando acordei, ela tava com um vestido lindo, uma blusa rosa e umas meias que lá em cima tinham umas orelhinhas de putinha. Tava uma gostosa. Ela me acordou dizendo que me convidava pra sair e almoçar, se eu a convidasse pra comer e passear à tarde. Aceitei e a gente saiu depois que tomei banho.
– Vamos naquele restaurante onde você trabalha, quero ver onde você trampa – ela disse.
– Ok, mas a gente fica só um pouco – respondi.
Chegamos no restaurante e o chefe me recebeu, com um sorriso e surpreso falou:
– Como é que a gente vai descansar de você se você aparece até na folga? – era uma piada que ele fazia com todo mundo que aparecia lá no nosso dia de folga – dizia – e quem é a senhorita? Será que já arrumou namorada? – falou sorrindo. Ele é um daqueles senhores paternal gente boa, mas todo mundo sabe que, quando chega a noite, ele não perde a chance de comer as garçonetes e cozinheiras.
– E aí, chefe, essa é a Jimena, uma amiga, e a gente veio almoçar. Tá tranquilo?
– Nada, moço, entrem, entrem. Peçam o que quiserem – disse enquanto saía, pra buscar alguma coisa, imagino.
Pedimos algo leve, enquanto todas as garçonetes e cozinheiros se aproximavam surpresos de eu estar com uma mina tão gata, ainda mais sendo eu, o mais quieto de todos. Bom, eu só era o cara da manutenção diurna e trabalhava das 7h às 15h, já que das 15h à meia-noite cobre um senhor mais velho. Mas enfim, a Jime se apresentou pra todo mundo como minha namorada, ela mesma, me... Me senti feliz e ao mesmo tempo sabia que ela era tão linda que, apesar de ser homem, enganava todo mundo e eles pensavam que era uma garota.
À tarde fomos comer numa pizzaria e caminhamos pela cidade, ela agarrada no meu braço e eu a beijava sempre que dava. À noite voltamos pra casa e ela colocou o pijama, eu também.
— Então, Jimena, somos um casal? — perguntei.
— Claro que sim, bobo — ela disse enquanto me beijava apaixonadamente.
— Acha que eu me apresento pros seus amigos como sua namorada só de graça? — disse.
Respondi com outro beijo e a levei pra cama. Baixei seu pijama, levantei sua blusa e comecei a beijar seus mamilos e a tocar seu clitóris (pênis). Ela ficou corada, me beijava e procurava meu pau já duro.
— Você é o único que já me tocou aí — dizia com a voz entrecortada enquanto gemía — ahhahh.
Continuei beijando e tocando ela. Ela se contorcia enquanto eu penetrava sua bundinha com meus dedos. Fiz ela descer pra lamber meu pau e ela fez de um jeito delicioso, engolia, lambia e beijava, era uma expert.
— Como é que chupa tão bem? — eu dizia, já louco de tesão, de tão gostoso que estava. E quando terminei de dizer isso, gozei dentro da sua boca. Suas bochechas incharam e pelos cantos da boca saíram fios de porra. Ela engoliu o que pôde, o resto deixou escorrer pelo queixo e peito.
Foi lavar o rosto e a boca. Quando voltou, eu estava lá com outra ereção. Ela meio surpresa:
— Ainda quer mais? — disse.
— Você quer? — perguntei.
— Claro que quero, essa semana não insisti porque pensei que você não queria — me disse.
— Eu sempre quero seu corpo — falei enquanto puxava seu corpo pra perto e a deitava ao meu lado.
— Então, você me quer? — ela perguntou.
— Sim, te quero, Jime — respondi.
— Andrés, é meu nome de homem — confessou.
— Quero que me conheça mais, amor — disse.
— Sim, amor, vamos nos conhecer mais — falei enquanto a despia e ela a mim. Nos beijávamos, eu apertava sua bunda e ela lubrificava meu pau com lubrificante.
— Já quero sentir você dentro — ela disse.
Coloquei ela de quatro e comecei a… esfregar meu pau na sua buracinho gostoso, ela se contorcia e pedia por ele
—"mete, vamos, tô morrendo de vontade de sentir" — ela disse quase gemendo e se empurrando pra trás
decidi enfiar devagar, já que da última vez machuquei ela um pouco, mas ela empurrou pra trás com muita força e começou a se mover rápido e em movimentos circulares
—"surpreso? treinei meu cuzinho pra aguentar esse monstro que você tem entre as pernas, claro que meu consolo não é tão grande quanto esse monstro" — ela me disse sorrindo, mas mesmo assim dava pra ver que doía um pouco, mas ela tava adorando
—"ahhhh que gostoso, continua, vou gozar" — e foi o que aconteceu, seu clitóris soltou uma descarga direto na cama enquanto eu segurava ela e fazia ela beber, eu continuei bombando seu cuzinho e seu clitóris ficou duro, eu por minha vez massageei de cima a baixo, ela se contorcia mas continuava movendo sua bunda bem gostoso, eu tava quase me esvaziando mas ela tirou e colocou na boca, lambeu até que não aguentei mais e gozei dentro da sua boca pela segunda vez, ela me jogou na cama e lambeu até deixar meu pau limpinho, e deitou do meu lado, bem tranquila, depois de um momento foi lavar a boca e deitou do meu lado ainda pelada.
—"num gloryhole" — ela disse
—"como?" — perguntei
—"aprendi a mamar assim num gloryhole que tem na cidade, perto do centro, você me perguntou isso enquanto a gente fazia" — ela falou
—"ah, entendi" — respondi
—"não pense mal, só tava curiosa e gostava de ir lá, mas sumiu, acho que o dono morreu porque era muito velho" — ela disse
—"ah, eu nunca fui num" — comentei
—"vamos fazer um" — ela falou sorrindo
mas isso já é história pra outra hora, obrigado por ler e fiquem à vontade pra comentar e criticar, é assim que se aprende, obrigado de novo
1 comentários - Mi trap 2 parte (trasvesti kawaii)