Festa de fim de ano - Trabalho BI na putaria

Este ano entrei como aprendiz num escritório administrativo. Sou muito tarado com meus 22 anos e desde que me colocaram no 4º andar em junho, vivo de pau duro porque muitas minas e caras daquele setor são super gostosos. Passei vários dos meus intervalos batendo uma no banheiro do escritório porque não aguentava a tesão. Entre os que mais me excitavam estavam a Yanina, com um par de peitos redondos e bem branquinhos (ela sempre usa decotes abertos), e o Rodrigo, um cara muito alto, de mãos grandes e um volume promissor. A Yani foi transferida pro 6º andar há uns meses e desde então vi ela menos, mas até aquele momento sempre rolava troca de olhares, sorrisinhos e essas coisas que já me deixavam duro na hora. Acho que uma vez ela percebeu mesmo porque o volume marcou feio na calça. Mas ela só riu e saiu rebolando a bunda. Mas, como eu disse, mudaram ela de setor. Já o Rodrigo, que é super sério no trabalho, vivo olhando pra ele sem querer (porque me excita muito, claro). Ele sempre faz que não vê, mas percebo que ele também me olha.

Aí semana passada adiantaram a festa de fim de ano. A farra foi marcada no terraço do prédio, que tem uma espécie de salão bem grande. Tinha um monte de gente na festa, na real cheguei e já tava bombando. Mas era a oportunidade perfeita de ver a Yanina de novo depois que ela foi transferida. Mal entro e vejo ela sentada, com uma blusa branca descuidadamente entreaberta. Os peitos brancos dela balançavam túrgidos por baixo. Assim que me vê entrar, ela sorri e comenta algo com outras funcionárias. Do lado dela tinha uma cadeira vazia com uma jaqueta. Só de olhar, o pau já vai ficando duro. Tô sem cueca, com uma calça jeans elástica, e é impossível esconder. Ela percebe e eu fico mais excitado ainda. A merda é que vejo o Rodrigo se aproximando dela (descobri que a cadeira vazia do lado era dele). Obviamente ele saca o que tá rolando, e a Yani não esconde nada; pelo contrário, parece se divertir com a situação. tudo isso. Eles se dão um beijo de língua meio ruim, mas continuam me olhando. Eu fico muito vermelho, me sinto um baita idiota com meus 22 anos e eles com seus 30, suponho, muito pareados... blá blá blá minha cabeça não para de viajar, mas continuo excitado. Ver os dois que mais gosto transando pra caralho faz minha cabeça da pica molhar e, por tabela, a calça. Saio correndo no meio da gente querendo ir ao banheiro, mas vejo que tem 2 esperando na porta (o da varanda é um banheiro de merda). Decido descer pro meu andar, pro banheiro do 4º, então vou pro elevador. Chamo ele e espero. Tá no Térreo, então demora. Suo, tô excitado, mas ao mesmo tempo meio confuso. O elevador chega, e, com ele, Rodrigo e Yanina, que apertam o botão pra porta não fechar e entram comigo. Sorriem. A porta do elevador fecha. "Pra onde cê vai?" Ela me pergunta. "Pro banheiro do 4º, aqui tem Booty". Ela aperta o 4. Não sei bem o que dizer. Minha pica não baixa, continua dura feito um tronco marcando a calça jeans. Enquanto o elevador desce, eles voltam a se pegar.
Chegamos no 4º. Desço. Eles também. Sem dizer nada. Vou pro banheiro, os escritórios tão vazios e com meia luz. Acendo a luz fluorescente do corredor dos banheiros. Atrás de mim, Rodrigo fala "cê não sabia que eu e a Yani somos um casal?". "Somos casados" ela completa. "Ah, não..." - falo que nem um otário - e entro no banheiro masculino. Molho o rosto. Na hora, os dois entram. "A vantagem é que somos um casal aberto. E adoramos brincar" ela diz enquanto desabotoa a blusa e ele enfia, uma por uma, as tetas brancas dela na boca. Yanina tranca a porta. Minha pica vai explodir na calça jeans.
- "Vem, prova uma, que o Rodri adora compartilhar". Assim ela me convida a tomar posse do seio turgente dela com minha boca. Coisa que faço sem controle. Rodrigo tá tipo louco, babando na outra. Ela respira fundo. Geme baixinho.
Rodrigo volta pra boca dela. Eles se pegam, eu chupo as tetas dela. Mas ele me puxa pelos cabelos e me leva pra aquele beijo que agora vira três bocas enroscadas num abraço de línguas. Olho pro volume dele, tá maior do que nunca, o meu também. Ela percebe a mesma coisa. Ajoelha, abre nossos zíperes e tenta enfiar os dois paus enormes na boca dela. O do Rodri é cabeçudo, bem comprido e grosso, melhor do que eu imaginava. O meu é de ponta fina, longo, branco, com um tronco poderoso. Os dois tão cheios de veias, retos e muito duros. Olho pra ele. Pela primeira vez, ele sorri pra mim e me dá um beijo foda. "Essa mina chupa pau como ninguém", penso. Mas tô enganado. Ele se ajoelha e chupa o meu de um jeito diferente, de um jeito que nunca tinham chupado minha porra de pica. Aí a Yanina se mexe, abaixa um pouco mais meu jeans e enfia a língua no meio do meu cu. Tô prestes a explodir. Eles percebem e param. Ela deita no chão do banheiro, tira a calcinha, deixando a saia que tá usando, e ele mete nela com precisão e técnica. Fode de um jeito que me ensina. Ela sua e geme feliz. Eu me masturbo. Ela goza várias vezes. Num momento, ele vira e fala: "Agora você vai me ajudar, vamos gozar juntos nos peitos dela, ela adora isso". Tira o tronco ereto de dentro da Yani e se masturba por cima dos peitos dela. Eu faço o mesmo. E assim, enchemos ela de porra quente. Aí ela solta um gemido ensurdecedor. Depois lambe os próprios peitos, satisfeita e feliz. Ficamos exaustos. Mas nos arrumamos um pouco e voltamos como duques pra festa. Embora o melhor daquela confraternização de fim de ano do trampo já tivesse acontecido no banheiro.

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