Cansei de encher o saco do Esteban pra ele me contar o nome das pessoas que se fantasiaram de Zorro e de uma marinheirinha, e que assombravam meus sonhos desde aquela noite. Mas por mais que eu tentasse, ele dizia que não conhecia, e eu sabia que ele tava mentindo. A gente tava na pior semana que podia ter tido, foram seis dias seguidos de tempestade, então não trabalhamos em nenhum momento. Chegou num ponto que o tédio era tanto que eu comecei a malhar na academia que a gente tinha só pra gente, e meio que em São Bernardo.
Sei que talvez não seja a melhor escolha, mas não tem nada mais confortável que um top esportivo e um short de lycra pra fazer esporte. Tentei pegar a cor mais neutra e menos chamativa, e o preto com detalhes lilás veio na minha mente. Primeiro de tudo, coloquei uma calcinha fio-dental minúscula, pra caso o tecido sumisse não incomodar, o short preto e por cima um moletom comprido. Na parte de cima, uma camiseta e por baixo o top esportivo. Depois coloquei o boné que a gente usava na praia e, com a bolsa no ombro, fui andando debaixo da garoa leve até a academia.
Quando cheguei, pra minha surpresa, o lugar tava lotado. Metade dos meus colegas tinha tido a mesma ideia, o resto eu não conhecia. Cumprimentei todo mundo com um movimento de cabeça e entrei no vestiário. Depois de pronta, com o mp3 na mão, me olhei no espelho e soube que talvez devia ter colocado uma legging comprida em vez do minishort. Entrei no salão e vi que alguns levantaram o olhar. Comecei com meia hora de pedalada louca na bicicleta. Dava pra sentir as primeiras gotas de suor se formando na minha nuca e descendo devagar pelas minhas costas, entre minhas escápulas, pra terminar na cintura, onde o short absorvia com delicadeza, sutilmente. Quando terminei isso, fui pra esteira e caminhei por 10 minutos, depois trotei por mais 30. O suor começou a aumentar e agora as gotinhas Caíam no meu peito, percorrendo um pouco mais brusco a junção das minhas tetas, acariciando elas e me causando um arrepio, era como se meus dedos estivessem acariciando elas.
É incrível como a mente do homem viaja ao olhar uma mulher fazendo agachamento. Subindo e descendo, devem imaginar como minha bunda mama nas picas deles, dá pra ver na cara, nos olhos que seguem meus movimentos. Eles não conseguem e não sabem disfarçar os olhares, como fazer isso sem dar na vista. E eu, ligada nisso, faço ainda mais descarada. Empurrando a bunda pra fora, pra ver como os volumes começam a aparecer nas calças, principalmente quando a gente sente a bunda comendo a lycra do shortinho encharcado de suor e, no meu caso, de tesão por ser olhada por tantos homens com os hormônios à flor da pele. A cara de pau nos olhares me excita e me incentiva a exagerar todos os movimentos que faço depois.
O alongamento foi o clímax sexual da academia. Esticar os músculos das pernas ao descer e com meus dedos tocar o chão, dando pra eles uma perspectiva da minha bunda incrível, pra eles fantasiarem. Trocando olhares com alguns, entendi que era hora de ir embora. Então devagar, enquanto ainda me alongava, fui pro vestiário. Ao entrar, encontrei o lugar vazio, muito melhor. Tirei o short e o top esportivo, e depois a fio dental. Massageei meus peitos, depois de duas horas de exercício, debaixo de um top apertado. Não entendi por que, mas meus bicos estavam duros. Na real, talvez tenha sido pela situação morbidosa de me sentir desejada e olhada por metade da academia. Percebi isso ao notar uma leve umidade na minha entrepernas, que percorri com meus dedos e pelo tipo de umidade, descobri que não era suor, mas sim umidade de tesão.
O banho quente era extraordinário e relaxante. O jato caía com força e eu não tinha que fazer nada além de mexer o corpo devagar, pra que a própria pressão me massageasse os ombros, a cabeça, o pescoço. Abri o shampoo e coloquei um pouco nos meus Mãos. Passei os dedos pelo meu cabelo, de cima pra baixo, roçando as pontas, massageando o couro cabeludo, pra depois me enfiar debaixo do jato de água quente e deixar que ele limpasse, massageasse. É um prazer se sentir limpa e perfumada. Peguei o sabonete e passei ele pelo corpo todo, começando pelo pescoço pra fazer círculos nos ombros, acariciar minhas clavículas, descer pelo peito e roçar meus mamilos, fazendo a pressão necessária pra mantê-los durinhos. Passei, ensaboando, minha barriga fazendo círculos grandes e pequenos, depois meus quadris, minha bunda, minhas pernas, panturrilhas e batatas da perna, meus pés. Ao descer, senti uma coisa dura e fria na minha bunda, como se quisesse entrar, curti a pressão por uns minutos e deixei que a torneira não enlouquecesse com o show momentâneo que eu dei. Lavei minha buceta, brincando um pouco com meu clitóris e meus lábios, uma sensação das mais gostosas, a ponto de ter que abrir as pernas pra ficar mais confortável. Me toquei, imaginando e fantasiando com os homens que não tiraram os olhos de mim nem um segundo enquanto eu malhava, vendo os volumes deles na minha frente, sentindo eles ofegarem de tesão... foram uns minutos, embora eternos, em que curti me masturbar num chuveiro solitário, ofegando e segurando um gemido...
...a porta abriu e alguém entrou, mas por causa da água que escorria pelas minhas orelhas naquele momento, não ouvi, nem os passos...
O orgasmo foi incrível, intenso e incrível. Ainda de olhos fechados, me virei de frente pra parede e apoiei a cabeça, empinando a bunda, enquanto sentia o jato de água quente caindo forte, batendo direto na minha cintura, e a água em borbotões, escorrendo pela minha bucetinha aberta.
Senti duas mãos me pegarem pela cintura, me fazendo empinar mais a bunda até ela bater contra uma rola dura. Um centímetro pra baixo e ela enfiava de uma vez na minha buceta. Me viro e dou de cara com o Sebastian, completamente pelado, com o corpo todo definido, corpo que Eu tava ficando louca na praia. Empurro ele contra a outra parede do chuveiro, chego perto e dou um tapa na cara dele. Quero falar, mas as palavras não saem. Ele chega perto, me abraça e me beija com gosto, eu me afasto e dou mais tapas nele, uma e outra vez, até que ele consegue. Venceu minha barreira pessoal contra ele, daquele jeito que me segurava abraçada, eu não conseguia soltar os braços e ele me beija de novo, e dessa vez, eu não resisti.
A língua dele invadia cada canto da minha boca, de um jeito delicioso, enquanto roçava na minha quando passava perto. Não era um beijo normal, era de duas pessoas que se desejam há semanas. A gente tava se matando, e mesmo ele percebendo que meu corpo já tava todo entregue, ainda continuava segurando meus braços com força. Aquela pegada fazia eu juntar demais os peitos, dando uma vista incrível das minhas tetas, e minhas mãos também ficavam jogadas pro meio dos nossos corpos, pro pau dele. Tava bem duro, cheio de veias, passei meus dedos acariciando com as unhas e a tensão dos braços dele em volta dos meus diminuiu. As mãos dele agora desceram pra minha cintura e pra minha bunda, ele tirou uma mão e me deu um tapa na bunda, que por causa da umidade do chuveiro, ardeu e me excitou. Comecei a tocar o pau dele com mais liberdade, o pau inteiro era incrivelmente grande, tinha a sensação de já ter visto ele em outra oportunidade. Era um pau majestoso. Quando peguei pra masturbar ele, vi que minha mão não fechava em volta daquela coisa enorme. Olhei pra ele com os olhos arregalados e vi um sorrisinho no canto da boca dele. Mordi meu lábio inferior e isso acendeu ele, ele me beijou com desespero e desejo.. desceu as mãos até meus glúteos, agarrou e separou com força e me levantou, colando minha buceta molhada de tesão no abdômen dele e me fez descer, devagar, pra que os abdominais marcados dele acariciassem meu clitóris até a ponta do pau dele na entrada da minha buceta...
A gente não falava nada. Só nos olhávamos com prazer e desejo acumulado. Desço até que a cabeça dele se apoia na entrada da minha buceta e ele me sorri, um sorriso perverso, uma perversão que eu conhecia. A enfiada foi profunda, me deixei cair até que todo o esplendor daquela pica estivesse dentro de mim. Senti prazer na hora, espontâneo, nada fugaz. Ele me levantou de novo e quase tirou ela por completo, fez rápido, igual quando me fez descer de novo e assim me cravar até o fundo de mim. Mmmmm, comecei a gemer, não conseguia segurar. Cravei minhas unhas nos ombros dele e isso o acendeu de novo, a cara de prazer dele se transformou em ódio pela dor e ele me enfiou a pica de novo com um empurrão... joguei minha cabeça pra trás... sentia que voava, que estava perdida num lugar com alguém desconhecido. Os músculos do meu abdômen começam a se contrair, os músculos da minha buceta ficam tensos involuntariamente, dando a ele uma sensação de prazer pela minha buceta apertada. Ele sente que estou prestes a gozar, ele percebe, vê e começa a me foder, a me subir e descer, uma e outra vez, uma e outra vez, sobe meu corpo e desce rápido, uma e outra vez e meu clitóris, que se esfrega contra o corpo dele, incha, se contrai, e os espasmos chegam ao meu corpo, me invadem, meus ouvidos apitam, sinto as batidas do meu coração neles, no meu clitóris e eu gozo, dou uma gozada que me molha de um jeito incrível. Ele continua me fodendo, sem me deixar aproveitar o momento em que os músculos da minha buceta relaxam de novo. Não liga, continua me fodendo e eu fico tensa de novo, sinto de novo um calor que percorre da ponta dos meus pés até minha cabeça, dando explosões na minha pelve, contraindo os músculos da minha buceta de novo, e me fazendo explodir mais duas vezes, seguidas... minha buceta explodiu com três orgasmos acompanhados de suas respectivas gozadas consecutivas, e minha cabeça também... não consegui reprimir, deixei escapar gritos de prazer, gritos de desejo. Sebas estava ofegante quando me baixo, mas o pau dele continuava duro. Olhei pra ele e comi a boca dele, mas ele afastou meu rosto, se ajoelhou e enfiou a cabeça no meu ponto de prazer, e chupou, absorveu e saboreou meu gozo, passando a língua, enquanto brincava com os dedos no meu cu...
- não vou te deixar assim...
- também não pensava em te deixar...
A voz dele tava carregada de tesão. Arrastei ele pra parte de trás e fiz ele sentar nos bancos verdes baixos, sem encosto. Forcei ele a deitar com o pau bem duro. Aproximei minha boca e fiz menção de chupar, mas no lugar cuspi nele, e lambuzei com minha saliva e minhas mãos. Queria dar uma boa visão da minha bunda, então sentei em cima dele, de costas. De cócoras, subia e descia devagar, enfiando só a cabeça do pau dele... "assiiim assiiim bebê... enfia tudo... vai fundo... quero te fazer gozar..." ele falava entre gemidos, enquanto os lábios da minha buceta acariciavam a glande hipersensível daquele pau. Me deixei cair de uma vez e senti como, nessa posição, o pau entrava ainda mais fundo. Fiquei parada por alguns segundos, enquanto os músculos da minha buceta se acostumavam de novo com a grossura daquele pau... sentia ele pulsar dentro de mim... muito prazeroso... comecei a me mover devagar pra cima e pra baixo, pra frente e pra trás em movimentos circulares... muito gostoso sentir aquele pau duro e veiudo, bem grosso, me preenchendo... meus movimentos começaram a acelerar quando senti que ia gozar de novo... e não consegui segurar, minhas subidas e descidas ficaram mais brutas, assim como meus movimentos pra frente e pra trás... não consegui controlar, tensei os músculos da minha buceta de novo enquanto acumulava o orgasmo, não dava mais pra segurar... espasmos, gemidos, gritos e gozei, de novo e mais uma vez, duas seguidas sem parar de me mexer... que prazer... meu deus, como eu tava adorando... como eu desejo esse cara, santo deus!!
- vou gozar, não aguento mais... - Não, bebê... quero seu gozo na minha boca...
- Sai, sai... não aguento mais...
E atendi aos pedidos dele... me levantei rápido, o primeiro jato saiu disparado e caiu na barriga dela... o segundo me acertou no canto da boca e subiu até minha bochecha... o terceiro, o quarto e os menores foram todos parar na minha garganta... quando senti que ele tinha parado de gozar, comecei a chupar aquela pica que ia murchando aos poucos... engolindo todo o gozo quentinho... hmm, que delícia...
- Filha da puta... que gozo gostoso que você tem...
- É pra você, putinha... você merece...
- Quero mais pica...
- Aqui não, vamos pro hotel...
Levantamos... eu sentia minhas pernas tremendo... tomamos outro banho, mas dessa vez juntos... abraçados... nos trocamos e fomos embora...
Eu queria aquela pica há semanas e, de tanto desejar, consegui... mas não estava satisfeita, queria mais... sou gulosa, muito gulosa...
Sei que talvez não seja a melhor escolha, mas não tem nada mais confortável que um top esportivo e um short de lycra pra fazer esporte. Tentei pegar a cor mais neutra e menos chamativa, e o preto com detalhes lilás veio na minha mente. Primeiro de tudo, coloquei uma calcinha fio-dental minúscula, pra caso o tecido sumisse não incomodar, o short preto e por cima um moletom comprido. Na parte de cima, uma camiseta e por baixo o top esportivo. Depois coloquei o boné que a gente usava na praia e, com a bolsa no ombro, fui andando debaixo da garoa leve até a academia.
Quando cheguei, pra minha surpresa, o lugar tava lotado. Metade dos meus colegas tinha tido a mesma ideia, o resto eu não conhecia. Cumprimentei todo mundo com um movimento de cabeça e entrei no vestiário. Depois de pronta, com o mp3 na mão, me olhei no espelho e soube que talvez devia ter colocado uma legging comprida em vez do minishort. Entrei no salão e vi que alguns levantaram o olhar. Comecei com meia hora de pedalada louca na bicicleta. Dava pra sentir as primeiras gotas de suor se formando na minha nuca e descendo devagar pelas minhas costas, entre minhas escápulas, pra terminar na cintura, onde o short absorvia com delicadeza, sutilmente. Quando terminei isso, fui pra esteira e caminhei por 10 minutos, depois trotei por mais 30. O suor começou a aumentar e agora as gotinhas Caíam no meu peito, percorrendo um pouco mais brusco a junção das minhas tetas, acariciando elas e me causando um arrepio, era como se meus dedos estivessem acariciando elas.
É incrível como a mente do homem viaja ao olhar uma mulher fazendo agachamento. Subindo e descendo, devem imaginar como minha bunda mama nas picas deles, dá pra ver na cara, nos olhos que seguem meus movimentos. Eles não conseguem e não sabem disfarçar os olhares, como fazer isso sem dar na vista. E eu, ligada nisso, faço ainda mais descarada. Empurrando a bunda pra fora, pra ver como os volumes começam a aparecer nas calças, principalmente quando a gente sente a bunda comendo a lycra do shortinho encharcado de suor e, no meu caso, de tesão por ser olhada por tantos homens com os hormônios à flor da pele. A cara de pau nos olhares me excita e me incentiva a exagerar todos os movimentos que faço depois.
O alongamento foi o clímax sexual da academia. Esticar os músculos das pernas ao descer e com meus dedos tocar o chão, dando pra eles uma perspectiva da minha bunda incrível, pra eles fantasiarem. Trocando olhares com alguns, entendi que era hora de ir embora. Então devagar, enquanto ainda me alongava, fui pro vestiário. Ao entrar, encontrei o lugar vazio, muito melhor. Tirei o short e o top esportivo, e depois a fio dental. Massageei meus peitos, depois de duas horas de exercício, debaixo de um top apertado. Não entendi por que, mas meus bicos estavam duros. Na real, talvez tenha sido pela situação morbidosa de me sentir desejada e olhada por metade da academia. Percebi isso ao notar uma leve umidade na minha entrepernas, que percorri com meus dedos e pelo tipo de umidade, descobri que não era suor, mas sim umidade de tesão.
O banho quente era extraordinário e relaxante. O jato caía com força e eu não tinha que fazer nada além de mexer o corpo devagar, pra que a própria pressão me massageasse os ombros, a cabeça, o pescoço. Abri o shampoo e coloquei um pouco nos meus Mãos. Passei os dedos pelo meu cabelo, de cima pra baixo, roçando as pontas, massageando o couro cabeludo, pra depois me enfiar debaixo do jato de água quente e deixar que ele limpasse, massageasse. É um prazer se sentir limpa e perfumada. Peguei o sabonete e passei ele pelo corpo todo, começando pelo pescoço pra fazer círculos nos ombros, acariciar minhas clavículas, descer pelo peito e roçar meus mamilos, fazendo a pressão necessária pra mantê-los durinhos. Passei, ensaboando, minha barriga fazendo círculos grandes e pequenos, depois meus quadris, minha bunda, minhas pernas, panturrilhas e batatas da perna, meus pés. Ao descer, senti uma coisa dura e fria na minha bunda, como se quisesse entrar, curti a pressão por uns minutos e deixei que a torneira não enlouquecesse com o show momentâneo que eu dei. Lavei minha buceta, brincando um pouco com meu clitóris e meus lábios, uma sensação das mais gostosas, a ponto de ter que abrir as pernas pra ficar mais confortável. Me toquei, imaginando e fantasiando com os homens que não tiraram os olhos de mim nem um segundo enquanto eu malhava, vendo os volumes deles na minha frente, sentindo eles ofegarem de tesão... foram uns minutos, embora eternos, em que curti me masturbar num chuveiro solitário, ofegando e segurando um gemido...
...a porta abriu e alguém entrou, mas por causa da água que escorria pelas minhas orelhas naquele momento, não ouvi, nem os passos...
O orgasmo foi incrível, intenso e incrível. Ainda de olhos fechados, me virei de frente pra parede e apoiei a cabeça, empinando a bunda, enquanto sentia o jato de água quente caindo forte, batendo direto na minha cintura, e a água em borbotões, escorrendo pela minha bucetinha aberta.
Senti duas mãos me pegarem pela cintura, me fazendo empinar mais a bunda até ela bater contra uma rola dura. Um centímetro pra baixo e ela enfiava de uma vez na minha buceta. Me viro e dou de cara com o Sebastian, completamente pelado, com o corpo todo definido, corpo que Eu tava ficando louca na praia. Empurro ele contra a outra parede do chuveiro, chego perto e dou um tapa na cara dele. Quero falar, mas as palavras não saem. Ele chega perto, me abraça e me beija com gosto, eu me afasto e dou mais tapas nele, uma e outra vez, até que ele consegue. Venceu minha barreira pessoal contra ele, daquele jeito que me segurava abraçada, eu não conseguia soltar os braços e ele me beija de novo, e dessa vez, eu não resisti.
A língua dele invadia cada canto da minha boca, de um jeito delicioso, enquanto roçava na minha quando passava perto. Não era um beijo normal, era de duas pessoas que se desejam há semanas. A gente tava se matando, e mesmo ele percebendo que meu corpo já tava todo entregue, ainda continuava segurando meus braços com força. Aquela pegada fazia eu juntar demais os peitos, dando uma vista incrível das minhas tetas, e minhas mãos também ficavam jogadas pro meio dos nossos corpos, pro pau dele. Tava bem duro, cheio de veias, passei meus dedos acariciando com as unhas e a tensão dos braços dele em volta dos meus diminuiu. As mãos dele agora desceram pra minha cintura e pra minha bunda, ele tirou uma mão e me deu um tapa na bunda, que por causa da umidade do chuveiro, ardeu e me excitou. Comecei a tocar o pau dele com mais liberdade, o pau inteiro era incrivelmente grande, tinha a sensação de já ter visto ele em outra oportunidade. Era um pau majestoso. Quando peguei pra masturbar ele, vi que minha mão não fechava em volta daquela coisa enorme. Olhei pra ele com os olhos arregalados e vi um sorrisinho no canto da boca dele. Mordi meu lábio inferior e isso acendeu ele, ele me beijou com desespero e desejo.. desceu as mãos até meus glúteos, agarrou e separou com força e me levantou, colando minha buceta molhada de tesão no abdômen dele e me fez descer, devagar, pra que os abdominais marcados dele acariciassem meu clitóris até a ponta do pau dele na entrada da minha buceta...
A gente não falava nada. Só nos olhávamos com prazer e desejo acumulado. Desço até que a cabeça dele se apoia na entrada da minha buceta e ele me sorri, um sorriso perverso, uma perversão que eu conhecia. A enfiada foi profunda, me deixei cair até que todo o esplendor daquela pica estivesse dentro de mim. Senti prazer na hora, espontâneo, nada fugaz. Ele me levantou de novo e quase tirou ela por completo, fez rápido, igual quando me fez descer de novo e assim me cravar até o fundo de mim. Mmmmm, comecei a gemer, não conseguia segurar. Cravei minhas unhas nos ombros dele e isso o acendeu de novo, a cara de prazer dele se transformou em ódio pela dor e ele me enfiou a pica de novo com um empurrão... joguei minha cabeça pra trás... sentia que voava, que estava perdida num lugar com alguém desconhecido. Os músculos do meu abdômen começam a se contrair, os músculos da minha buceta ficam tensos involuntariamente, dando a ele uma sensação de prazer pela minha buceta apertada. Ele sente que estou prestes a gozar, ele percebe, vê e começa a me foder, a me subir e descer, uma e outra vez, uma e outra vez, sobe meu corpo e desce rápido, uma e outra vez e meu clitóris, que se esfrega contra o corpo dele, incha, se contrai, e os espasmos chegam ao meu corpo, me invadem, meus ouvidos apitam, sinto as batidas do meu coração neles, no meu clitóris e eu gozo, dou uma gozada que me molha de um jeito incrível. Ele continua me fodendo, sem me deixar aproveitar o momento em que os músculos da minha buceta relaxam de novo. Não liga, continua me fodendo e eu fico tensa de novo, sinto de novo um calor que percorre da ponta dos meus pés até minha cabeça, dando explosões na minha pelve, contraindo os músculos da minha buceta de novo, e me fazendo explodir mais duas vezes, seguidas... minha buceta explodiu com três orgasmos acompanhados de suas respectivas gozadas consecutivas, e minha cabeça também... não consegui reprimir, deixei escapar gritos de prazer, gritos de desejo. Sebas estava ofegante quando me baixo, mas o pau dele continuava duro. Olhei pra ele e comi a boca dele, mas ele afastou meu rosto, se ajoelhou e enfiou a cabeça no meu ponto de prazer, e chupou, absorveu e saboreou meu gozo, passando a língua, enquanto brincava com os dedos no meu cu...
- não vou te deixar assim...
- também não pensava em te deixar...
A voz dele tava carregada de tesão. Arrastei ele pra parte de trás e fiz ele sentar nos bancos verdes baixos, sem encosto. Forcei ele a deitar com o pau bem duro. Aproximei minha boca e fiz menção de chupar, mas no lugar cuspi nele, e lambuzei com minha saliva e minhas mãos. Queria dar uma boa visão da minha bunda, então sentei em cima dele, de costas. De cócoras, subia e descia devagar, enfiando só a cabeça do pau dele... "assiiim assiiim bebê... enfia tudo... vai fundo... quero te fazer gozar..." ele falava entre gemidos, enquanto os lábios da minha buceta acariciavam a glande hipersensível daquele pau. Me deixei cair de uma vez e senti como, nessa posição, o pau entrava ainda mais fundo. Fiquei parada por alguns segundos, enquanto os músculos da minha buceta se acostumavam de novo com a grossura daquele pau... sentia ele pulsar dentro de mim... muito prazeroso... comecei a me mover devagar pra cima e pra baixo, pra frente e pra trás em movimentos circulares... muito gostoso sentir aquele pau duro e veiudo, bem grosso, me preenchendo... meus movimentos começaram a acelerar quando senti que ia gozar de novo... e não consegui segurar, minhas subidas e descidas ficaram mais brutas, assim como meus movimentos pra frente e pra trás... não consegui controlar, tensei os músculos da minha buceta de novo enquanto acumulava o orgasmo, não dava mais pra segurar... espasmos, gemidos, gritos e gozei, de novo e mais uma vez, duas seguidas sem parar de me mexer... que prazer... meu deus, como eu tava adorando... como eu desejo esse cara, santo deus!!
- vou gozar, não aguento mais... - Não, bebê... quero seu gozo na minha boca...
- Sai, sai... não aguento mais...
E atendi aos pedidos dele... me levantei rápido, o primeiro jato saiu disparado e caiu na barriga dela... o segundo me acertou no canto da boca e subiu até minha bochecha... o terceiro, o quarto e os menores foram todos parar na minha garganta... quando senti que ele tinha parado de gozar, comecei a chupar aquela pica que ia murchando aos poucos... engolindo todo o gozo quentinho... hmm, que delícia...
- Filha da puta... que gozo gostoso que você tem...
- É pra você, putinha... você merece...
- Quero mais pica...
- Aqui não, vamos pro hotel...
Levantamos... eu sentia minhas pernas tremendo... tomamos outro banho, mas dessa vez juntos... abraçados... nos trocamos e fomos embora...
Eu queria aquela pica há semanas e, de tanto desejar, consegui... mas não estava satisfeita, queria mais... sou gulosa, muito gulosa...
9 comentários - Curso de salva-vidas - Academia
Excitante el relato !
Gracias por compartir.
Angie te deja Besos y Lamiditas !!!
La mejor forma de agradecer la buena onda que se recibe es comentando, al menos al que te comenta. Yo comenté tu post, vos comentaste el mío?
Compartamos, comentemos, apoyemos, hagamos cada vez mejor esta maravillosa Comunidad !!!
Tremendo relato, como siempre, y como siempre...
Hermosa!