Uma melhor que a outra...

Jorgito vai casar! Me sinto... sei lá... como se meu menino estivesse casando... haha. Mesmo tendo só alguns anos de diferença (eu sou mais velha), sempre considerei o Jorge como um filho ou um irmão mais novo. Se eu criei o moleque desde pivete!
Não fui só a primeira mulher dele, a primeira amante, fui também quem fez ele virar homem e quem ensinou tudo na cama. Até instruí ele, passo a passo, como chupar uma buceta direito, quais botões apertar pra fazer a gente gozar só com a boca… E como o vagabundo aprendeu!, tá certo que teve a melhor instrutora (hum...), mas tenho que admitir que o nunca bem elogiado Jorginho tem um talento nato pra lamber bocetas.
Já perdi as contas de quantas vezes a gente trepou, mas o Jorge deve ser, fácil, um dos caras com quem mais comi nesse último tempo. E é que o sexo com ele é como uma ilha no meio do oceano, um oásis entre as dunas do deserto, a inocência no meio de tanta luxúria, porque mesmo eu tendo me esforçado pra corromper ele, o Jorge continua sendo um menino inocente, com ele eu recupero um pouco (só um pouco) daquela ingenuidade perdida há muito tempo, quando eu tava começando a adolescência. Lembram quando vocês eram puros e inocentes? O Jorge ainda é. Sim, a gente trepa e na cama ele se comporta como um homem de verdade, mas no fundo ele ainda tem aquela inocência que me atraiu tanto no começo. E agora ele vai casar.
Não foi ele que me contou, foram as meninas do escritório, surpresas com o casamento repentino do "feio", como chamam ele pelas costas, eu não chamo ele assim, claro, e acho que elas também não chamariam se conhecessem o potencial sexual que se esconde debaixo dessa "feiura", mais de uma perderia aquela cara de amargurada se tivesse a chance de provar.
Pelo que me contaram, ele vai casar com uma mina da mesma Igreja dele, daquela dos pastores brasileiros, Igreja Universal ou algo assim. Claro que eu sabia que ele frequentava aquele lugar, ele tinha me falado uma vez, depois de a gente transar. É engraçado, mas o Jorge não é Falador demais, mas não é de contar as coisas dele. Quando a gente começou a se ver, se soltava mais de uma frase já era uma vitória. Mas depois do sexo, naquelas conversas pós-trepa, ele solta a língua e me conta umas coisas que em outro momento não diria. Sei lá, talvez seja porque nessa hora ele tá mais relaxado, ou quem sabe seja a lubrificação do meu suco íntimo na língua dele, mas é nessas conversas pós-foda que ele fica mais comunicativo.

No entanto, por causa de uns rolos amorosos que venho tendo, fazia um tempão que a gente não se via, digo, pra transar, porque no escritório a gente se vê toda hora. Quando descobri que ele ia casar, achei que essa fosse a razão do nosso distanciamento, talvez na Igreja tenham ensinado a importância da monogamia e de ser fiel pra quem a gente ama. Princípios que eu compartilho e apoio totalmente, mas que, por motivos de conhecimento público, me é impossível praticar. Aproveitei um momento em que a gente tava sozinho na cozinha e o parabenizei pelo casamento.

— Não me contou nada, hein — reclamei.
— Não teve oportunidade — ele se defendeu.
— É, faz tempo que a gente não se junta pra... sabe... pra ficar junto — eu sorri.
— Agora eu tenho namorada — ele me lembra como se eu não soubesse.
— Você sabe que isso não importa, Jorge, eu tenho marido e mesmo assim gosto de ficar com você — falo enquanto preparo um café solúvel.
— É, mas a Igreja... — já imaginava o papo da igreja.
— Sim, já sei, a Igreja... — cortei ele — Entendo, Jorge, eu também casei e jurei fidelidade eterna na frente do altar, mas sabe o que aconteceu?

Ele me olha como quem não sabe.

— Conheci você, e a fidelidade foi pro caralho, e não me arrependo nada.

Claro que Jorge não sabe que ele é só mais um na minha longa lista de amantes, um muito especial, claro, e um dos mais recorrentes, mas "mais um" no fim das contas.

— Não tô dizendo pra gente continuar com o nosso ainda depois de você casar, já que vejo que pra você essa parada de fidelidade é muito importante.
Ela balança a cabeça.
— Mas pelo menos a gente tem nossa despedida, antes de você casar, acho que isso é algo que você me deve, não acha?
Ela balança a cabeça de novo. Tenho certeza de que ele tá morrendo de vontade de transar comigo de novo, mas não fala, e nem preciso que ele diga, porque vejo nos olhos dele, no olhar. Se a noiva é da mesma Igreja, duvido muito que eles transem antes do casamento. Então combinamos de nos ver naquela mesma tarde, depois do escritório, no mesmo hotel de sempre. Termino de preparar meu café e volto pra minha mesa. É terça-feira, minha sogra fica com o Ro até tarde, então nem preciso ligar pra ela.
Às seis em ponto saio da Companhia e espero ele na esquina de sempre, Medrano e Díaz Vélez. Ele não demora muito pra chegar, já vejo ele de longe, magro e desengonçado, altão, com a mochila no ombro. Na rua a gente nunca demonstra nada, mal se cumprimenta, até parece que somos dois estranhos que por acaso seguem o mesmo caminho, mas na cama a gente se acaba, ali, no nosso habitat natural, não existe nada que nos limite, e saber que ele tá de namorada e prestes a casar, meio que injeta mais tesão nesse encontro já tão clandestino.
— Por que você me deixou abandonada? Não sabe o quanto senti sua falta — falo já no hotel, me pendurando no pescoço dele e puxando ele pra perto, pra beijar com paixão, mordendo os lábios e a língua dele.
Claro que ele tinha que se abaixar pra gente se alcançar, já que entre ele ser alto e eu baixinha, a gente tinha que se virar pra conseguir se beijar.
Entre beijos e carícias, a gente desaba na cama, se esfregando safadamente, sentindo nos nossos corpos aquela pulsão enlouquecedora que nos transforma em presa um do outro. Sabendo do que eu gosto, Jorge me segura de costas contra o colchão, e desce pelo meu corpo, levanta a saia do meu uniforme de consultora de seguros, e me puxa a calcinha pro lado, lambendo com entusiasmo a superfície coberta de pelos que aparece na minha frente. Me arrepio ao sentir a língua dele deslizando por partes tão íntimas e sensíveis.
—Me chupa... me chupa toda...! —peço com um fio de voz, levantando as pernas pra ele tirar minha calcinha sem dificuldade nenhuma.
Ele tira, joga de lado e mergulha de novo naquele vértice de prazer, me chupando com avidez e fruição, saboreando todo o comprimento da minha brecha natural, que já fica molhada e se contrai diante do ataque voraz dos lábios dele. Sinto ele morder meu clitóris, chupar e sugar, enfiar a língua até o fundo, me lambendo toda por dentro, se lambuzando com meus fluidos íntimos cada vez mais efusivos.
—Mmmmm... mmmmm... mmmmm...! —já falei, ele chupa buceta que é uma beleza.
Jorginho te faz gozar só com a língua, mas eu não quero gozar ainda, então pego ele pelos cabelos e puxo pra perto dos meus lábios, pra beijar ele de novo com paixão. Na boca dele sinto o gosto da minha buceta, algo que não me desagrada nem um pouco. Rolo por cima dele e deixo ele de costas, montando no corpo dele, tiro a blusa e ofereço meus peitos ainda presos no sutiã. Ele mesmo tira, passando as mãos nas minhas costas e soltando o fecho com um movimento só. Libera meus peitos e pega neles, amassa, aperta como se quisesse sentir a firmeza. Me inclino pra frente e convido ele a chupar. Ele faz isso, mas não se limita a chupar, também morde, belisca, meus bicos endurecem e as auréolas incham como se fossem explodir de prazer. Que tesão, pelo amor de Deus! Tiro meus peitos da boca dele e beijo com fúria, freneticamente, mordendo os lábios dele, a língua, passando minha saliva e recebendo a dele. Sem parar de beijar (de comer a boca dele, melhor dizendo), levo minhas mãos vão direto pra braguilha da calça dele e começo a desabotoar. Já por baixo da roupa dá pra sentir aquela dureza linda, deliciosa, a soma de tudo que é belo representada numa coisa só, grande, dura e pulsando.
Meto a mão dentro da calça e seguro, apertando de leve, sentindo entre meus dedos a ebulição do prazer. Já tá molhada, então tiro a mão e levo até meu rosto, passando sobre os lábios, lambendo também a palma pra saborear o doce néctar da vida, com o qual já tô doida pra me lambuzar.
Pulo da cama, tiro os sapatos dele, depois a calça e por último a cueca, revelando em toda sua plenitude a imponência da virilidade dele. Por causa das pernas finas, a pica parece ainda maior. Pra que esperar mais? Me jogo em cima dele, sem nenhum pudor, e segurando com as duas mãos, meto na boca, tentando enfiar o mais fundo possível. Adoro aquela sensação de sufoco que uma pica bem enfiada na garganta provoca. Adoro ter ela dentro até faltar ar e sentir as bochechas vermelhas e os olhos lacrimejando, e aí não tenho escolha a não ser soltar, deixar sair entre tosses e engasgos, mas só pra recuperar o fôlego, porque assim que o ar volta pros meus pulmões, eu como de novo com ainda mais vontade, e mais fundo se possível.
Com a buceta molhada de tesão, subo em cima de novo, e agora sim, meto no lugar certo, me preenchendo até o último cantinho com aquela potente vara viril que se encaixa perfeitamente nas minhas medidas.
— Ahhhhhhhhh...! — me ouço suspirar fundo ao sentir a pica do Jorginho batendo nas paredes do meu útero.
Não preciso falar nada, ele só me segura pela cintura e começa a se mover pra cima e pra baixo, remexendo minhas entranhas a cada golpe, a cada empurrão... Lembro que no começo, nos nossos primeiros encontros, Eu tinha que me virar pra ele, mas agora tudo é diferente, ele aprendeu pra caralho de um tempo pra cá, até a segurar a gozada. Me enchem o saco os caras que gozam rápido, eu quero transar por horas, praticar uma, duas, três mil posições, meter de todos os ângulos possíveis, e o Jorginho é ideal pra isso.

Ele mesmo, por conta própria, me vira de costas, sobe em cima e me bombeia como se não transasse há meses... bom, acho que deve ser isso mesmo, já que com a namorada, por causa da religião, acho que ainda não rola, e comigo fazia um tempão que não tava, então o bonito do Jorginho tava cheio e louco pra soltar todo o tesão. E claro que eu tava mais do que disposta a ajudar.

Depois de me ter um bom tempo nessa posição, ele tira a piroca e me incentiva a chupar de novo. Fico de joelhos, inclinada pra frente e com a raba bem empinada, ansiosa pra dar o gosto nele, quando toca meu celular. Pela melodia da chamada, percebo que é o Damião.

— Me desculpa, é só um segundo — peço desculpa pro Jorge.

Levanto da cama e corro até minha bolsa, pego o celular e atendo.

— Oi, tô meio ocupada agora — falo.

Ele lamenta interromper (sem imaginar ainda o que tá interrompendo) e diz que tá com vontade de me ver. Me excita essa situação, pra que negar, estar com um e o outro me ligar, e a verdade é que não faço força nenhuma pra evitar que ele saiba o que tá me mantendo ocupada.

— Tô... com um amigo agora — falo sem ele perguntar.

— Cê tá num hotel? — ele quer saber.

— Sim — confirmo sem hesitar.

Olho pro Jorginho e sorrio.

— Meu amigo vai casar daqui a pouco e tô dando uma pequena despedida pra ele — explico.

— Que amiga boa que cê é — ele fala.

— A melhor — respondo.

— Haha... — ele ri — Me liga quando terminar sua despedida.

— Te ligo, tchau.

Volto a deixar o celular na bolsa e retorno pro Jorginho. Onde a gente tava? Ah, sim. que ela estava prestes a chupar. Jorge não me pergunta nada sobre a ligação inoportuna, só se limita a aproveitar o boquete que dou, pra depois me colocar de quatro e me sacudir toda com estocadas longas e profundas. Ele treme minhas nádegas a cada golpe da pélvis dele, enfiando até o talo, me enchendo com a carne dele, me fazendo vibrar no ritmo de uma marcha que eu sei seguir muito bem. Eu gozei duas ou três vezes nessa posição, deitada sobre meus braços, a bunda levantada, recebendo pica atrás de pica. Num momento, meio que me perdi, saí voando, só reagindo quando senti o primeiro jato de leite batendo dentro de mim.
— Ahhhhhhhh... ahhhhhhhhhh! — gemi entre espasmos de prazer.
Depois desse primeiro vieram muitos mais, uma avalanche de porra que me transbordou de emoções supremas.
— Isso, Jorge, isso... me enche toda, me dá toda a porra...! — pedi entre suspiros gostosos, arqueando ainda mais as costas, como pra receber até a última gota desse elixir supremo.
A mangueira do Jorge parecia que não parava mais de soltar leite, o que agradeci pra caralho, já que não tem sensação melhor do que a da porra escorrendo por toda a sua buceta. É algo que não tem preço e que infelizmente nem sempre podemos aproveitar.
Bem agarrados, depois do orgasmo, pude sentir como o pau dele foi perdendo consistência, até sair de dentro de mim com um bufido.
Eu teria gostado de ficar mais um tempo com ele, já que curto essas conversas pós-foda que a gente tem, mas queria ligar de volta pro Damião o mais rápido possível. Dei uma enxaguada rápida na buceta no bidê, me vesti e pedi pra gente sair. Já na rua, falei que não queria que o casamento dele fosse o fim da nossa relação, que queria continuar vendo ele, e que uma coisa não tinha nada a ver com a outra. Além disso, agora a gente estaria em igualdade de condições, os dois casados. Pelo menos ele não disse nem sim nem não, não disse nada, o que me dá uma certa esperança de continuar trepando. com ele mais tarde. Me despedi com um beijo, e não tinha andado nem dez passos quando liguei pro Damián.
—Queria retornar sua ligação — falo.
—Já terminou com seu amiguinho? — ele pergunta.
—Sim, acabamos de sair — confirmo.
—Ele deve ter te deixado bem fodidinha, imagino — ele acrescenta num tom lascivo.
—Você imagina bem — confirmo, e antes que ele diga algo, continuo: —Mas você me ligou e me deu vontade de novo.
—Acabou de transar com um e já quer transar com outro? — ele se surpreende.
—Com outro não, com você — esclareço.
—Nossa, como você é piranha, hein! — ele exclama.
Não sei do que ele se surpreendia, já que me conheceu fodendo com os colegas dele.
—Por onde você está? — pergunto.
—Bom, tinha pensado em passar pra te buscar no trabalho, por isso te liguei, agora tô na... Córdoba, 3000 mais ou menos —
—Perfeito, eu tô na Rivadavia e Salguero, que tal a gente se ver? Aqui tem um lugar bem confortável —
—Haha...! — ele ri —Vamos pro mesmo hotel que você acabou de sair? —
—E por que não? —
E foi assim, Damián chegou em poucos minutos e entramos no mesmo hotel onde eu tinha estado com Jorge um tempo antes, até pegamos o mesmo quarto, já arrumado e com os lençóis trocados, embora não ache que foi por acaso, mas porque o recepcionista me reconheceu e resolveu me mandar pro mesmo quarto.
Mesmo já tendo gozado minhas boas porradas, com Damián eu voltava a ficar excitada. Jorge tinha deixado minha buceta pedindo mais, então pedi pro meu pintor de brocha grossa me comer pelo cu. Não precisei pedir duas vezes, óbvio. Depois de deixar ela toda molhada e brilhante com uma boa mamada, ele meteu sem lubrificante nenhum, abrindo minha bunda de par em par com só umas duas enfiadas. Eu tava de quatro, ajoelhada na beirada da cama, ele em pé no chão, bem agarrado nas minhas ancas... PLAP-PLAP-PLAP! A potência das estocadas dele me fazia tremer, me balançava de um lado pro outro, de trás pra frente, me enchendo de prazeres suaves e Infinitas sensações desabando pelo meu corpo inteiro. Era algo intenso e brutal que me envolvia e sacudia, me levando a um estado de excelsa agonia. No meio do primeiro orgasmo, desabei na cama, sentindo o impacto de uma descarga tão violenta, mas ele não parou; subiu na cama, praticamente montou nas minhas nádegas e continuou arremetendo com tudo, impiedosamente, sem me dar trégua alguma.
— Você não sabe como me excitou te ligar enquanto você dava pra outro... Me deixou louco — ele disse sem parar de me foder.
Claro que eu sabia, porque eu também tinha ficado do mesmo jeito, por isso estava ali com ele, sentindo os impactos da excitação dele.
— Você é muito puta, Mary, muito puta —
— É por isso que você gosta de mim, né? —
— Haha...! — ele ri lascivamente, tira a pica de uma vez, bate com ela nas minhas nádegas e me vira, me colocando agora de barriga pra cima, de costas contra o colchão.
Ele se posiciona entre minhas pernas, enfia de novo no meu cu e bombeia ferozmente, metendo tudo até as bolas, me enlouquecendo de prazer. Ele me fode um bom tempo assim, até tirar a pica e sacudi-la no ar, me salpicando com os fluidos da minha buceta e os dele. Então ele senta em cima de mim, coloca a pica entre meus peitos e começa a fazer um boobs fuck terrível. O som da fricção, os gemidos dele, meus suspiros, tudo conspira pra elevar minha libido a limites já insuportáveis.
Sem parar de deslizar pelo túnel carnudo que meus seios formam, ele enfia dois dedos na minha buceta e me estimula no mesmo ritmo que se masturba. Já estamos os dois prestes a gozar, à beira da dissolução... primeiro eu chego lá, me desmanchando num mar de suspiros, sentindo toda a parte interna das minhas coxas ficar molhada, e logo em seguida ele vem, soltando jato após jato de leite na minha cara. Antes que a ejaculação acabe, eu agarro a cabeça pulsante entre meus lábios e engulo o resto da descarga, até a última gota, sem soltar. até que começa a perder a rigidez. Agora sim, passada a tesão, começo a sentir o desgaste de um dia tão cansativo. Quantas gozadas eu dei entre os dois? Nossa, já perdi a conta, embora a gente saiba bem que o importante não é a quantidade, mas a qualidade, e todas foram excelentes, como se diz, uma melhor que a outra.

37 comentários - Uma melhor que a outra...

tonicut +3
TE AMO
Me dirias lo mismo si fuera tu esposa?
@maritainfiel jajajajaj la tenés re clara... si fueras mi esposa también te lo diría... pero con la condición que me cojas como a todos tus amantes jajaja y que alguna vez hagamos unos trios
toda una puta.
marita llegas a ir al casorio y cuando pongas el dedo en la fuente de agua bendita hierve de lo puta que sos
Jaja... no te creas, con todos los "favores" que hice en mi vida, creo que ya tengo ganado el Cielo...
tremenda me dejas cada ves mas duro nena imposible no terminar bañado en leche con vos +3
Mmmm!!! Un baño de leche... me estas haciendo antojar...
@maritainfiel cpn mi lengua te quiero mojar y hacerte griyar de placer
+5 xq creo q me calenté un poquito 👀
Ya somos dos...
@maritainfiel Con tus relatos es imposible no quedar duro bebota! Cada vez q los leo me empiezo a palanquear de entrada nomás 😈
es muy bueno el relato!!! dejo +4 porque seguro se trato de un esfuerzo esta construccion @maritainfiel has mejorado notablemente, me dejaste al repalo, gracias por compartir
Gracias...
Ya extrañaba tus relatos, me hice adictos a ellos.
Espero que sea una adiccion de las buenas....
@maritainfiel Las adicciones nunca son buenas, pero quien te quita lo bailado...
niko53
terrible sos !!
Jaja... es que me gusta mucho...
niko53
@maritainfiel no tener la suerte de cruzarte y probar lo mucho que te gusta !! jajaj
Seee marita sos lo mas pija y agua no le se niega a nadie!!!! Me dejaste al palo te dejo todo los puntos!!!!!!!!
Se agradecen... Besos
Me la dejaste de cemento.....como me gustan los relatos escritos por mujeres, y más si son bien detallados como los tuyos....yo también quisiera llenarte tu interior y golpearte el útero!!!!!
Jaja... gracias... como se dice, gope a golpe...
me encantan tus relato y sobre todo los detalles de las direcciones y las calles eso es un toque fantastico ademas que cada dia estas mas atorranta te debo puntos pero volver

besos Misko
te daría , te daria y te daria mucho mas pero solo puedo darte 10 😛
Igual se agradece... Besos
Como siempre... me recalientan tus relatos... seguí, por favor. Van mis puntos del día de hoy.
Gracias...
cada relato me dejaaa manijaaa de culooo!!! me deja caliente como una pipaa, la pija me estalllaaaa, la puta madre maritaaa no te voy a leer mas porque voy a terminar en cana!!! jajajjaa genial relatoo, me dejas la pija latiendo
No podes ser tan puta, cada relato me calienta una barbaridad. Encima me calienta más saber que trabajo a cuadras de los lugares que nombras. Mis puntos y felicitaciones por puta.
Que relato marita, sos muy puta y eso me haces calentar muy mal, y me gusta tus relatos porque no ocultas como sos vos y tu forma de ser, como me gustaría un día conocerte, espero mas relatos tuyos y felicitaciones 👏 👏 👏 👏
ludaza
Mamadera, te gusta la pija más que el dulce de leche, que manera de pasar la tarde a puro ensarte. FELICITACIONES
bueno yo lo lei y me salio un orgasmo mejor que el otro, saludos.
Uno atrás de otro como cachetada de loco. Felicitaciones.
muy bueno...!! aprovecho que me quedo bien dura... y hago unos trabajitos, golpeandola contra la pared....jaaaaa!!!
Simplemente espectacular!!
Muuuuy caliente como siempreª!
Excelente post!
Gracias por compartir
Dios mio no se pueden creer tus historias, lo bien contadas que estan, sos la 1 lejos, aguante marita, je
Emmm... cuando me vas a invitar a mi para saborear toda es concha? 🤤 🤤 🤤
M_1965
De verdad toda una dama!!!! Sos de lo mejor.... Me encanta como sos y me encanta que te encante lo que a mi me encanta...
Que capo tu esposo, poder tener una hembra semejante...

Ojala algun día podamos cruzarnos...

besos!
ldrja
Ya estoy parado dia y noche en medrano y diaz velez , algun dia te voy a cruzar
Me encantan tus relatos.... me encantas tú! quisiera ser tu segundo Jorgito Dios mio, que hembra eres!
qué loco, a dos cuadras de mi casa. creo que me imagino tu lugar de trabajo...jaja
Mi querida Mary, este relato no lo había visto, y para variar me dejastes loco de caliente y con la verga a full, tienes una resistencia toda prueba, y que aguante preciosa...jajaja
Tremendo relato linda como siempre querida...Besos!!
Van más que merecidos puntines!! +10


Uma melhor que a outra...